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Presidente e Conselheiro do TCDF recebem ameaça de morte por causa de processos de restituição de valores ao erário

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Renato rainha
Presidente do TCDF, Renato Rainha

O presidente do Tribunal de Contas do Distrito Federal, Conselheiro Renato Rainha, e o Conselheiro Manoel de Andrade receberam uma ameaça de morte. A motivação são os processos que investigam fraudes no recebimento da chamada Indenização de Transporte por integrantes da Polícia Militar do DF e do Corpo de Bombeiros Militar do DF.

Uma auditoria do TCDF detectou que vários militares receberam indevidamente o valor correspondente a essa indenização, tendo em vista que não comprovaram a efetiva mudança de domicílio. A partir dos resultados dessa fiscalização, o Tribunal determinou a instauração de centenas de Tomadas de Contas Especiais para a apuração dos prejuízos e o ressarcimento do dinheiro recebido irregularmente. Em alguns casos, esse valor corrigido passa de R$ 200 mil.

Para explicar a situação, o presidente do TCDF concederá entrevista coletiva hoje, quinta-feira, dia 21 de janeiro de 2016, às 14h.

Nomeações dos aprovados no concurso da Polícia Civil devem começar em fevereiro

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Diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal, Eric Seba
Diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal, Eric Seba

Um cronograma que ainda está em discussão aponta para que as primeiras nomeações ocorram no próximo mês e sejam finalizadas até junho

Por Millena Lopes, do Jornal de Brasília – O Governo do DF sinaliza para a nomeação dos  422 aprovados – 354 agentes e 68 escrivães – no último concurso da Polícia Civil. Um cronograma que ainda está em discussão aponta para que as primeiras nomeações ocorram no próximo mês  e sejam finalizadas até   junho. Ao Jornal de Brasília, o presidente do Tribunal de Contas do DF, Renato Rainha, afirmou que o governo  não pode negligenciar as  áreas de saúde, segurança e educação, com a justificativa de que ultrapassou os limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

“O governador já determinou que a equipe de governo faça os estudos no sentido de que consigamos nomear pelo menos uma parte ainda no mês de fevereiro”, afirmou o diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal, Eric Seba.

Apesar da necessidade de se nomear todos de uma só vez, Eric Seba explica que os números ainda são calculados. “Não sabemos quantos ainda, porque depende da questão financeira. Estamos fechando os números”, disse ele, que ainda se reuniria na noite de ontem com a equipe da Governança.

Os aprovados no último concurso – que já fizeram, inclusive, o curso de formação – esperam ansiosos, embora descrentes, pela nomeação. Ainda na campanha eleitoral, o então candidato Rodrigo Rollemberg prometeu que convocaria todos antes do fim do primeiro ano de governo. Mas apenas 48 agentes e oito escrivães foram nomeados.

Para o diretor-geral da Polícia Civil, o que atrapalhou os planos do governador foi o rombo que encontrou no início do mandato. “Ninguém esperava que fosse ter esse caos financeiro”, reforçou.

Tudo certo no TCDF

O Governo do DF já fez uma consulta ao Tribunal de Contas  para esclarecer quais nomeações podem ser feitas pelo Executivo, já que  atingiu os gastos máximos com pessoal impostos pela LRF. Em entrevista ao Jornal de Brasília, o presidente do Tribunal deixou claro que saúde, segurança e educação são áreas prioritárias. “Se tiver que fazer algum corte, que corte em outras áreas. Saúde, segurança e educação não podem ficar prejudicadas”, esclareceu Renato Rainha, repetindo que as substituições em caso de  vacâncias podem – e devem – ser feitas.

“A manifestação do presidente do Tribunal é fundamental, porque dá uma tranquilidade a mais para o Executivo”, argumentou Eric Seba.  “O governador está trabalhando realmente no sentido de viabilizar as nomeações”, reiterou o diretor-geral da Polícia Civil..

Ele argumenta que, além da recomposição do quadro – que a nomeação dos 424 aprovados no último concurso não deve resolver completamente -, a corporação necessita aumentar o quadro, “o que a LRF não permite”.

Delegacia promove reestruturação

O anúncio da criação de  mais uma delegacia   fez com que o Sindicato dos Policiais Civis  se manifestasse contra, alegando que a crise de recursos humanos na corporação não comporta mais uma unidade. E organiza, inclusive, uma manifestação na porta do Palácio do Buriti, na manhã de hoje. “De que serve um prédio sem policiais?”, questiona o presidente  Rodrigo Franco.

Eric Seba argumenta que ocorrerá uma reestruturação  e que a criação da  Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência não implicará em aumento dos organismos já existentes.

“Tínhamos uma unidade que não estava exercendo na plenitude as atribuições que eram dela e estamos redirecionando um efetivo  que não estava prestando o serviço da forma como poderia prestar”, explicou, citando a extinção da Divisão de Cadastro. Seba informou que    Gláucia Ésper será a titular da delegacia, que funcionará como “catalisadora de políticas”, conforme disse o diretor-geral da Polícia Civil.

Projeto nasceu na Câmara

O projeto que cria a delegacia é de autoria do deputado distrital Lira (PHS), que foi motivado pelo ataque ao templo religioso Axé Oyá Bagan, foi incendiado em novembro.

Cronograma em estudo

Um cronograma em preparo no Palácio do Buriti prevê que a convocação dos aprovados seja feita em grupos de 100.

Iniciados em fevereiro, o governo convocaria os últimos 22 no mês de junho deste ano.

O calendário não está fechado, no entanto, já que o diretor da Polícia Civil tem brigado para que sejam todos convocados de uma só vez.

Oficialmente, ele diz que trabalha com a expectativa de que as nomeações sejam finalizadas ainda no primeiro semestre.

Até o vice-governador Renato Santana comprou a briga dos aprovados. E foi procurar a secretária de Planejamento, Leany Lemos, para que desse uma previsão objetiva sobre as contratações.  Estão em estudo na Governança. Foi o que teria respondido uma das gestoras mais importantes do Palácio do Buriti.

Grupo de advogados pede para ANP, MP e Procon ações contra cartel no DF

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Grupo de advogados com documento pedindo redução no preço da gasolina (Foto: Arquivo Pessoal)
Grupo de advogados com documento pedindo redução no preço da gasolina (Foto: Arquivo Pessoal)

Equipe enviou documento pedindo medidas para reduzir preço da gasolina. Postos estão lucrando R$ 0,07 a mais por litro, diz vice-presidente do grupo

Por Gabriel Luiz, do G1 DF – Um grupo de advogados de Brasília protocolou nesta quarta-feira (20) um documento de cerca de 20 páginas no Procon, na Agência Nacional do Petróleo (ANP) e no Ministério Público do Distrito Federal pedindo que sejam tomadas medidas para reduzir o preço da gasolina. Eles fazem parte de um coletivo formado há dois anos por cerca de 700 advogados que se dizem apartidários e se posicionam contra a corrupção.

Segundo os profissionais que assinaram o documento, o lucro dos postos de combustível é o maior no DF, em comparação a outros estados. O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis do DF não se posicionou até a publicação desta reportagem.

A vice-presidente do grupo Advogados Unidos Contra a Corrupção (AUCC), Anna Carolina Dantas, afirma que donos de postos aproveitaram o aumento do ICMS, que passou a valer no início deste ano, para aumentar os lucros.

“A gasolina passou de R$ 3,79 pra R$ 3,97 neste ano. O preço aumentou e os postos de combustível dizem que esse aumento foi referente ao ICMS. Mas fazendo uma conta básica você vê que o valor máximo deveria ser R$ 3,90. Ainda estão ganhando R$ 0,07 a mais”, afirmou Anna Carolina.

Em fevereiro do ano passado, a Câmara Legislativa aprovou o aumento de impostos sobre o preço da gasolina. O ICMS sobre o combustível subiu de 25% para 28%. O valor do imposto sobre o diesel passou de 12% para 15%. As mudanças passaram a valer neste ano.

Na opinião do grupo, o pedido é considerado uma “medida urgente” a ser tomada. À ANP, os advogados demandam que a agência aumente a fiscalização de postos.

Eles também querem que o Procon multe postos que continuarem cobrando a gasolina no preço supostamente indevido. “O MP, como protetor da sociedade, tem que dar uma satisfação ao consumidor do que está acontecendo. Não pode ser lesado”, disse a vice-presidente do AUCC.

CARTEL

O grupo de advogados informou que o consumidor pode pedir ressarcimento do que pagou pela gasolina nos últimos anos se comprovado que havia cartel no DF. Em novembro de 2015, a Polícia Federal, o Ministério Público e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) revelaram um suposto esquema de combinação de preços, que chegaria a lucrar 20%.

Segundo a PF, o suposto cartel atuava há pelo menos dez anos. Pelos cálculos dos investigadores, o prejuízo gerado pelo grupo pode chegar a R$ 1 bilhão por ano.

“Se realmente existiu cartel, o consumidor pode pedir ressarcimento daquilo que pagou a mais. Se tiver guardado comprovantes de que pagou pelo combustível ao longo desse tempo,  ele pode individualmente entrar na Justiça requerendo reembolso”, disse Anna Carolina.

Quando a operação foi deflagrada, foram expedidos sete mandados de prisões temporárias, 44 mandados de busca e apreensão e 25 de condução coercitiva (quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento). Os mandados da operação batizada de Dubai foram cumpridos também no Rio de Janeiro.

O suposto cartel investigado pela PF envolvia donos de postos e de distribuidoras que combinariam preços de álcool, diesel e gasolina. De acordo com a polícia, a principal rede investigada vendia 1,1 milhão de litros de combustível por dia. Com o esquema, a empresa chegava a lucrar diariamente quase R$ 800 mil, estimaram os investigadores.

ENQUANTO ISSO… Parcerias público-privadas são discutidas em reunião na Residência Oficial

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# O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, presidiu, nesta quarta-feira (20), reunião conjunta do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas e do Grupo de Deliberação de Concessões.

 

# O encontro ocorre na Residência Oficial de Águas Claras, e a pauta engloba propostas de parcerias para diversas áreas.

 

# O governo local recebeu, em 60 dias — de 12 de novembro de 2015 a 10 de janeiro de 2016 —, 33 propostas para administração compartilhada de espaços na capital, a exemplo do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, e de serviços, como o de iluminação pública.

 

# A relação das empresas interessadas foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal desta quarta-feira (20).

 

# Para o Centro de Convenções Ulysses Guimarães foram quatro proposições; para iluminação pública, nove; para o Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, seis; para o Parque de Exposições da Granja do Torto, duas; para o Parque Tecnológico Capital Digital, quatro; para a Torre de TV, três; para a Torre de TV Digital, duas; para a Transbrasília; duas; e para o Jardim Zoológico de Brasília, uma.

 

# “Devemos iniciar pelos equipamentos mais simples, como o Centro de Convenções, que deve ser licitado pelo modelo da Lei nº 8.666, ou seja, concessão de direito real de uso. Em seguida, tomaremos as decisões sobre os equipamentos com uma complexidade um pouco maior”, detalhou Rollemberg.

POLÍTICA DF EM NÚMEROS // Leitura do Diário Oficial do DF (20/01/2016)

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Foto Dênio Simôes
Foto Dênio Simôes

 

Por Marc Arnoldi

1. Publicado o Decreto 37.063 de 19 de janeiro de 2016 que institui mudanças no Cadastro Fiscal do Distrito Federal para adequá-lo às novas regras de recolhimento do ICMS, agora partilhado entre estado produtor e estado consumidor.

(Esta partilha, em vigor desde 01/01/2016, é benéfica ao DF, muito mais consumidor que produtor. A estimativa é de arrecadação de cerca de R$ 400 milhões suplementares no ano de 2016).

(Sobre a mudança, há esta didática matéria explicativa no G1 )

2. A SE Planejamento, Orçamento e Gestão publica a consolidação das informações relativas à força de trabalho do Governo do Distrito Federal relativamente ao mês de dezembro de 2015.

(O blog realizou matéria específica aqui)

3. O Conselho Gestor das Parcerias Público-Privadas da SE de Economia, Desenvolvimento Sustentável e Turismo informa as propostas recebidas para administração de bens públicos oferecidos na Resolução 72 de 9 de novembro de 2015.

Confira a lista dos bens e dos interessados > Interessados PPPs

4. A Terracap informa ter autorizado contratos de Concessão de Direito Real de Uso com Opção de Compra, no âmbito do PRÓ/DF II para as empresas MEIRELES MATERAIS PARA CONSTRUÇÃO Ltda (3.000 m2 no Polo JK em Santa Maria), MASSAVIDRO PRODUTOS PARA VIDRACEIROS Ltda (32.000 m2 no Polo JK em Santa Maria), VIDROMEXICANO COMÉRCIO DE VIDROS Ltda (1.800 m2 no Setor de Materiais de Construção em Ceilândia) e CATITU DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS Ltda (16.113 m2 no Polo JK em Santa Maria).

5. A Novacap publica a Ata da Reunião Ordinária de seu Conselho de Administração, realizada em 15/01/2016, empossando como Diretor Financeiro Arecinaldo Silva em substituição de Marcos Heleno Fernandes Montenegro.

(Arecinaldo Silva era até o dia 15/01/2016 Subsecretário da Subsecretaria da Administração Geral, da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Serviços Públicos. É substituído por Ernesto Costa de Paula)

6. A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF informa ter gasto no quarto semestre de 2015 R$ 1.241.243,07 em propaganda e publicidade.

Confira os gastos em propaganda da ADASA-DF entre outubro e dezembro de 2015 > ADASA propaganda 4o tri 2015

7. O Conselho de Cultura da SE Cultura estabeleceu o valor anual de R$ 700.000,00 a ser utilizado para o programa de concessão de passagens áreas e R$ 450.000,00 a ser utilizado para o programa de concessão de bolsas de estudo e capacitação do Fundo de Apoio à Cultura.

8. Na Seção II, Paulo Leite de Mesquita substitui Glaucia Guimarães Barbosa no cargo de Chefe da Assessoria de Comunicação do Gabinete, da Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude.

(Paulo Leite de Mesquita já ocupou este cargo, após ter passado, em 2015, pela Segunda Secretaria da Câmara dos Deputados – Titular Dep. Felipe Bornier (PSD-RJ)

9. Na Seção III, a Câmara Legislativa repassa à SE Fazenda do GDF R$ 180.000,00 tendo por objeto “Publicidade e Propaganda”.

10. A Comissão Especial de licitação da Governadoria publica edital para contratação de três agências de propaganda. Receberá propostas até 07/03/2016. Informações : Edital 01/2015

11. A CEB comunica seu plano de comunicação para o ano de 2016, de um total de R$ 2.365 milhões.

Publicidade Legal: R$ 960.000,00; Publicidade Institucional (obras, investimentos, reforço de marca e comunicação interna): R$ 205.000,00; Publicidade Mercadológica (canais de atendimento, direitos e deveres): R$ 400.000,00; Utilidade Pública: Riscos e Perigos da Rede Elétrica: R$ 400.000,00, e Uso Racional de Energia Elétrica: R$ 400.000,00.

 

Buracos se multiplicam nas vias do Distrito Federal

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Chuvas aumentam a quantidade e a profundidade dos buracos e os prejuízos dos motoristas da capital

Por Jurana Lopes, do Jornal de Brasília – Pneus estourados, rodas amassadas, suspensão empenada e carro desalinhado. Essas são algumas das consequências de cair em um dos buracos existentes nas vias do Distrito Federal. Com o período chuvoso, a situação só piora, pois as pequenas rachaduras no asfalto podem se transformar em verdadeiras crateras. Em dias de chuva, o risco de cair em um deles é ainda maior, pois a água os deixa invisíveis para os motoristas no meio do asfalto.

Os condutores reclamam da situação, principalmente, porque algumas faixas da cidade estão tão esburacadas que são comparadas a um queijo suíço. Na QNP 16, no P Sul, a realidade é tão caótica que não há carro que passe sem cair em um dos buracos. Até mesmo os carroceiros enfrentam problemas para atravessar a pista. Muitas vezes, eles são obrigados a empurrar a carroça, pois só o cavalo não consegue puxá-la.

Carroceiros – “Fazem um asfalto mal feito, e somos nós que pagamos por isso. É quase impossível passar por aqui, ainda mais se a carroça estiver cheia. Às vezes, o pessoal vem tapar os buracos, mas não tira nem a água antes de jogar o cascalho. Por isso, depois de uma chuva, as rachaduras abrem novamente. Esses buracos, dependendo da profundidade, quebram a carroça”, afirmou o carroceiro Márcio Lima, de 42 anos.

Quem trabalha fazendo transporte de passageiros e de cargas também sente a influência dos buracos no bolso. Rubens Amaral, de 52 anos, é motorista e atua com fretes. Ele já gastou mais de R$ 700 para consertar a caminhonete, que teve a suspensão danificada, dois pneus estourados e uma roda amassada.

Prejuízo não compensa

“Com essa quantidade de buracos, não tem carro que fique ileso ou aguente essa realidade. A suspensão da minha caminhonete acabou, e as rodas estão desalinhadas. O dinheiro que recebo com o frete não dá para pagar tantos prejuízos”, reclamou. Na QNG, em Taguatinga, motoristas desviam a todo instante dos diversos buracos.

Prejudicado pode pedir indenização

A Constituição Federal e o Código Civil preveem que o Estado seja responsabilizado por danos causados aos cidadãos. Nesse ponto, entram as reclamações por acidentes em virtude da má conservação das vias. Nesses casos, a pessoa deve registrar ocorrência na delegacia mais próxima. Depois, é preciso procurar o Juizado Especial de Pequenas Causas.

O motorista deve estar atento para comprovar todo o prejuízo (por exemplo, o conserto do carro) para receber de volta o que foi gasto. É recomendável registrar imagens dos buracos e de como ficou o veículo após a queda em um deles. De acordo com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Ibedec), o governo teria que, no mínimo, sinalizar o buraco e mostrar que ali há perigo.

Danos até na estrutura de carros

Segundo o mecânico e borracheiro Alexandre Andrade, dependendo do buraco, até a estrutura do veículo fica prejudicada. “A buraqueira está feia e, com a chuva, a situação fica pior. O resultado de cair nessas armadilhas do asfalto são rodas amassadas, desalinhamento, suspensão empenada, pneus estourados e, às vezes, danos até maiores, além da dor de cabeça e do tempo para resolver esses problemas”, afirmou.

Os pneus, geralmente, são os primeiros a serem atingidos. O mecânico afirmou que os custos costumam variar de R$ 150 a R$ 600, dependendo do aro. Alexandre recomenda aos motoristas a passarem extremamente devagar nos locais onde há buracos e ter atenção redobrada quando estiver chovendo.

“Quando está chovendo, acontece muito de o motorista passar rápido e não ver o buraco porque está cheio de água. Já estourei dois pneus desse jeito. Realmente, é um prejuízo”, relatou o mecânico e borracheiro.

Centro

Se engana quem pensa que os buracos são apenas nas regiões administrativas mais afastadas do centro da capital. No Sudoeste, por exemplo, é possível encontrar crateras no meio do asfalto.

O servidor público Helton de Castro, de 47 anos, conta que dirige procurando os buracos para não correr o risco de cair em algum deles. “Já vi colegas que acabaram com a suspensão do carro porque caíram em algum deles. Quando o tempo está seco, é possível encontrar alguns. Com a chuva, eles se multiplicam. Não são nem buracos, são crateras que podem causar sérios acidentes”, avaliou o servidor público.

“Todo ano é a mesma coisa. Os buracos são sempre nos mesmos lugares. O asfalto que eles colocam para tapar é tão ruim que não resolve o problema. Já tive um pneu estourado porque caí em um deles. O problema é que o prejuízo é sempre do cidadão”, reclamou a advogada Elis Regina Prezzoto, de 27 anos.

O namorado de Elis, o bancário Rafael Braga, 26 anos, também se revolta com a realidade das pistas da capital. “Os buracos se multiplicam assim como o descaso dos políticos”, compara.

Resolução só após o período chuvoso

Segundo o diretor de Urbanização da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), Antônio Coimbra, a massa asfáltica costuma ser produzida pela empresa e entregue a todas as administrações regionais. Entretanto, acrescenta que, com a chuva, é impossível tapar os buracos existentes nas vias.

“Em dias chuvosos como têm sido os últimos, nenhuma usina está produzindo massa asfáltica. Isso porque o material sai da usina com temperatura acima de 60 ºC e, com a chuva, mesmo que essa massa esteja coberta durante o transporte, a temperatura dela cai e, então, ela não se fixa no buraco”, explicou o diretor de Urbanização.

Mesmo material

Coimbra destacou que o asfalto do Distrito Federal é igual ao dos outros estados, mas o material utilizado na produção é derivado de uma rocha que se desgasta mais facilmente. Além disso, as vias da capital estão sofrendo com o aumento das cargas transportadas sobre elas. Segundo Coimbra, o número de veículos subiu bastante nos últimos dez anos, e isso provoca sobrecarga no asfalto, causando maior desgaste.

De acordo com o diretor da Novacap, além de já ter o material, a companhia está com 18 equipes preparadas para as operações, que só devem começar quando a chuva cessar.

“Não adianta tapar os buracos enquanto estiver chovendo, porque não vai resolver o problema. Temos que esperar a chuva passar, e os buracos ficarem secos”, explicou Antônio Coimbra.

Polícia Civil do DF terá edital para Perito Criminal nos próximos dias. Salário inicial é de R$ 17 mil!

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Do Gran Curso Online – Um grande concurso, um excelente cargo, um ótimo subsídio, uma carreira intrigante, é um pouco do que passa pela cabeça do candidato ao concurso de Perito Criminal da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O edital sairá dentro de poucos dias, pois o principal passo para que isso aconteça já foi dado. Trata-se da contratação do organizador, que será o Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades), conforme publicou o órgão no Diário Oficial do DF. Mas será que sabem um pouco da função e da história do cargo ou, somente assistiram seriados do tipo “C.S.I.”?

Perito, de modo popular, trás à tona a ideia de alguém que possui aptidões superiores, técnicas e conhecimentos específicos sobre algo, alguma pessoa ou algum conhecimento. A história começa há pelo menos 750 anos, quando esse cargo era chamado de “oficial da coroa”. Tinha como função dar a certeza de que alguém havia morrido para que assim, o rei tivesse sua parte da pilhagem.

Atualmente, Perito criminal é o policial civil ou federal a serviço da justiça, especializado em encontrar ou proporcionar a chamada prova técnica ou prova pericial, mediante a análise científica de vestígios produzidos e deixados na prática de delitos. As atividades periciais são classificadas como de grande complexidade, em razão da responsabilidade e formação especializada revestidas no cargo.

Os Peritos Criminais possuem a função de averiguar fatos de natureza permanente, cujo entendimento e esclarecimento são fundamentais para determinado processo. Estuda o corpo (ou objeto envolvido no delito), refaz o mecanismo do crime (para saber o que ocorreu), examina o local onde ocorreu o delito e efetua exames laboratoriais, entre outras coisas. A perícia criminal, requisitada pela Autoridade Policial, Ministério Público e Judiciário, é a base decisória que direciona a investigação policial e o processo criminal.

O ingresso na carreira é obtido obrigatoriamente por concurso publico com exigência de formação de nível superior em área específica, por exemplo: Biologia, Física, Química, Medicina, Farmácia, Contabilidade, Estatística, Informática, dentre outras.

Dentre as atribuições legais dos Peritos Criminais podemos citar:

▪     Supervisionar, coordenar, controlar, orientar e executar perícias criminais em geral;

▪     Planejar, dirigir e coordenar as atividades científicas;

▪     Fornecer elementos esclarecedores para a instrução de inquéritos policiais e processos criminais;

▪     Promover o trabalho especializado de investigação e pesquisa policial;

▪     Executar atividades técnico-científicas de nível superior de análises e pesquisas na área forense;

▪     Proceder a levantamentos topográficos e fotográficos e a exames periciais, laboratoriais, odonto-legais, químico-legais e microbalísticos;

▪     Emitir parecer sobre trabalhos criminalísticos;

▪     Produzir laudos periciais;

▪     Elaborar estudos estatísticos dos crimes em relação à criminalística;

▪     Praticar atos necessários aos procedimentos das perícias policiais criminais;

Não cabe ao Perito Criminal acusar ou suspeitar, mas apenas examinar os fatos e elucidá-los. Desvendar todos os aspectos inerentes aos elementos investigados, buscando a verdade material do ponto exclusivamente técnico.

Os peritos criminais, bem como os demais policiais da área científica, diferem da maioria dos policiais civis e militares pelo fato de não praticarem atos de policiamento ostensivo ou preventivo especializado. Sendo a atividade das Polícias Científicas (e dos Departamentos Técnico-Científicos das Polícias Civis) de natureza estritamente pericial, é praticamente nula a existência de armamento pesado (como fuzis e submetralhadoras) em posse de Peritos Criminais e policiais técnico-científicos. Ainda assim, como trata-se de cargos de natureza policial, sujeitos a trabalhos em locais de crime de variada periculosidade e com deslocamento feito em viaturas devidamente caracterizadas, a maioria dos Peritos está dotada de pistolas e revólveres.

Dentre as carreiras elencadas no certame a ser realizado pelo Iades estão as áreas de Física, Tecnologia da Informação e Química. As importâncias destes conhecimentos podem ser elencados da seguinte forma:

Física: Reconstruir e apurar incidentes utilizando conhecimentos sobre velocidade e aceleração, microbalísticos, passando por energias, forças. Além de conhecimentos elétricos e térmicos. Estes tópicos podem ser exigidos, por exemplo, para desvendar crimes envolvendo colisões entre veículos, quedas e incêndios.

Tecnologia da Informação: Reconstruir o passado, vasculhar indícios, apurar autoria de incidentes cometidos com a ajuda da tecnologia. A carreira na perícia digital amadurece a cada ano e com os crimes cometidos utilizando meios eletrônicos crescendo dia a dia, é preciso se aprofundar nas técnicas obscuras utilizadas pelos criminosos digitais e entender como eles agem.

Química: Através de analises de elementos químicos, sangue, substâncias fotoluminescentes e contrastes tem grande importância na determinação de provas periciais.

Vale ainda ressaltar que o condicionamento físico também é levado em conta nesta seleção, por isso, mãos à obra ou “pernas à obra” e garanta sua vaga!

A partir de março deste ano os que ingressarem na corporação já terão direito a aumentos. Para o cargos perito criminal, os inicias passam de R$ 15.370,64 para R$ 16.830,85 na primeira classe,  17.330,34 na segunda, R$ 20.256,59 na primeira e R$ 22.805,00 na classe especial, todos referente a carga de trabalho semanal de 40 horas. Confira aqui mais detalhes.

 

Suspensão não afetará o concurso – No que diz respeito ao recente Decreto nº 36.777, de 29 de setembro de 2015, que dispõe sobre a suspensão da realização de novos concursos públicos, em função dos limites impostos pela LRF, há respaldo pela exceção prevista no parágrafo único, do art. 1º. Cabe ressaltar, ainda, que a “nomeação em cargo de provimento efetivo, para os órgãos de segurança pública, que sejam integralmente custeados com recursos do fundo constitucional (PM, Polícia Civil e Bombeiros), não impacta diretamente a folha de pagamento do DF, já que suportada por dotação orçamentária própria da União, a quem compete manter e organizar tais corporações, ex vi do art. 21, XIV, da CRFB.

Contratações garantidas – O ordenador de despesas do DF garante que há saldo orçamentário e financeiro para a realização das contratações. O Gerente de Execução Orçamentária e Financeira do Fundo Constitucional explanou pelo deferimento parcial da solicitação, de modo que o concurso seja realizado imediatamente com previsão de 20 vagas a serem providas no exercício de 2015 e o cadastro de reserva, de 80 vagas, seja preenchido a partir do exercício de 2016.

Sindicato  – A quantidade de vagas a serem abertas, porém, desagrada o Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol/DF), já que atualmente, de acordo com a representação da categoria, a PCDF conta com 400 cargos de perito, sendo que apenas 190 estão ocupados. Sem falar que, em 2016, cerca de 20 a 30 servidores deverão se aposentar.

Segundo Luciano Vieira, diretor de comunicação da entidade, mesmo se todos os cargos da corporação estivessem preenchidos o quantitativo ainda ficaria abaixo do que o DF precisa. “As vagas vão ficar abaixo do mínimo do contingente necessário. Hoje, por exemplo, cobrimos 100% dos locais de arrombamento e acidentes com vitimas, se ficar assim vamos deixar de oferecer serviços essenciais, porque o pessoal está sobrecarregado, no limite”.

Para contornar a situação, Vieira defende que o novo concurso tenha mais vagas ou que as nomeações dos aprovados seja feita imediatamente após a homologação, já que se trata de um processo seletivo longo. “Geralmente um concurso policial, com curso de formação, demora muito. Um dos certames mais rápidos que tivemos, desde a publicação do edital até a nomeação, foi concluído em torno de 18 meses. Então temos que pensar mais à frente e não fazer nomeações a conta-gotas, quanto mais rápido melhor”.

Última seleção – No último concurso para o cargo, realizado em 2011, as oportunidades foram para quem possui formação nas áreas de física, química, ciências biológicas, ciências contábeis, ciências da computação, informática, geologia, odontologia, farmácia, bioquímica, mineralogia ou engenharia. Na ocasião, a oferta foi de 14 vagas e a organizadora foi a Fundação Universa.

O concurso contou com duas fases. Na primeira, os participantes foram submetidos a uma prova objetiva, avaliação discursiva, exames biométricos e avaliação médica, prova de capacidade física, avaliação psicológica, sindicância de vida pregressa e análise de títulos. A segunda foi composta de um curso de formação profissional. A parte objetiva contou com 80 questões, sendo 32 de conhecimentos gerais e 48 de conhecimentos específicos.

STJ publica jurisprudência sobre acúmulo de cargos públicos na área da saúde

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Do Consultor Jurídico – Cinco novos temas foram disponibilizados pelo Superior Tribunal de Justiça para consulta, por meio da ferramenta Pesquisa Pronta, na segunda-feira (18). A Pesquisa Pronta foi criada para facilitar a busca por jurisprudências do STJ e casos notórios analisados pela corte. O serviço é integrado à base de jurisprudência do tribunal. A página lista temas selecionados por relevância jurídica de acordo com o ramo do Direito ao qual pertencem.

Ao clicar em um assunto de interesse, o usuário é direcionado a uma nova página com os espelhos de acórdãos do tribunal que dizem respeito ao tema escolhido. Além disso, as últimas pesquisas feitas podem ser encontradas na área Assuntos Recentes.

Conheça os temas:

1) Acumulação de cargos públicos e a compatibilidade de horários em relação ao limite máximo de 60 horas semanais

A corte já reconheceu a impossibilidade de acumulação de cargos de profissionais da área de saúde quando a jornada de trabalho superar 60 horas semanais.

2) Análise da abusividade ou legitimidade de cláusula contratual que preveja a cobrança de juros antes da entrega do imóvel

O tribunal não considera abusiva cláusula contratual que preveja a cobrança de juros antes da entrega das chaves nos contratos de promessa de compra e venda de imóvel em construção.

3) Análise da presença do elemento subjetivo — dolo, culpa ou má-fé — para devolução em dobro de valores cobrados indevidamente nas relações de consumo

Conforme o STJ já decidiu, a devolução em dobro dos valores pagos pelo consumidor somente é possível quando demonstrada a má-fé do credor.

4) Responsabilidade pelo custeio da prova pericial nos casos de inversão do ônus da prova

O entendimento da corte é que os efeitos da inversão do ônus da prova não têm a força de obrigar a parte contrária a arcar com as custas da prova requerida pelo consumidor.

5) Despenalização do crime de portar ou ter a posse de entorpecente para o consumo próprio

 O tribunal entende que não houve descriminalização da conduta de porte de drogas para consumo próprio com a Lei 11.343/06, mas mera despenalização.

Chapa Cabe para Todos perde liminar e não assume nova gestão

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CABE-DF

Tenente Poliglota – Enquanto o mérito de duas ações que tramitam na justiça não for julgado, a Caixa Beneficente dos Policiais Militares do Distrito Federal (CABE) continuará sem nova gestão até dia 7 de março, quando oficialmente a vencedora deverá ser declarada.

A coronel Maria Costa, eleita gestora da CABE-PMDF nas eleições de novembro passado, entrou com uma ação tentando assumir o mandato no próximo dia 22 de janeiro. Porém, ontem, o desembargador Arnoldo Camanho de Assis cassou a liminar, Processo nº 2016.00.2.000097-6

Suspeitas de crime eleitoral – No dia 22 de novembro ocorreram as eleições para o novo quadriênio da CABE-PMDF (2016-2019). As eleições foram na nova sede da entidade localizada no Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA), trecho 3, e diversas irregularidades que podem configurar crime eleitoral foram constatadas, tais como distribuição de alimentos (churrasquinho e sanduíches), refrigerantes e bebidas alcoólicas, boca de urna e carro de som em frente o local de votação.

A entrega de alimentos e bebidas ocorreu em barracas montadas perto do local de votação. Os policiais abriam os refrigeradores e pegavam as bebidas. Tudo é visto em imagens, que também mostram carros de som fazendo propaganda de uma das chapas. As eleições foram vencidas pela chapa 2, com 1.281 votos de um total de 2.982 válidos. Em segundo lugar, ficou a Coalizão (chapa 1), com 1.065 votos.

A segunda colocada, a Chapa Coalização, reuniu provas entre fotos e vídeos e entrou com duas ações. Na primeira, o autor busca a anulação das eleições para a CABE; na segunda, objetiva anular o registro da chapa encabeçada pela coronel Maria Costa. As ações foram ajuizadas nos dias 04 e 11 de dezembro de 2015, respectivamente.

Esse quadro indica que o processo eleitoral para a nova diretoria da CABE não terminou, sendo mesmo precipitado proclamar que haja uma chapa vencedora das eleições.

Com aumentos no preço dos combustíveis, cartel lucra mais no Distrito Federal

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cartel

Na próxima sexta-feira (22), haverá o ‪#‎BoicoteAosPostosdoDF, organizado por consumidores por meio das redes sociais.

Estudo feito pela ‪#‎VigilanteDosCombustíveis sobre Levantamento de Preços Nacional divulgado pela ANP revela que a margem bruta do Cartel dos Combustíveis do DF aumentou ainda mais com os recentes reajustes de preços. Ela é atualmente 121,42% maior que a obtida em Goiânia (GO), onde a logística de distribuição e a incidência de impostos são semelhantes às do DF.

De acordo com a pesquisa, realizada entre os dias 10 e 16 deste mês, os empresários do setor de combustíveis do DF adquirem a gasolina nas distribuidoras a preço menor que os colegas de Goiás (veja na imagem).

Enquanto lá o produto é comprado a preço médio de R$ 3,309 o litro e revendido a R$ 3,617, aqui os donos de postos pagam, em média, R$ 3,285 e revendem por R$ 3,967 o litro.

Com isso, o lucro bruto por litro revendido no DF é de R$ 0,682, contra R$ 0,308 obtidos em Goiânia. Ou seja, mais que o dobro.

Há duas semanas, conforme levantamento da agência, divulgado nesta página, o lucro do Cartel já era 80% superior que o dos postos de Goiás.

CONTO DOS NOVE – O Sindicombustíveis –DF, que teve seu presidente José Carlhos Ulhôa preso na ‪#‎OperaçãoDubai, mantém a estratégia de defesa ao repetir o discurso dos últimos 20 anos, que atribui o alto preço dos combustíveis à carga tributária local.

Nesta semana, o sindicato divulgou panfleto no qual afirma que o lucro líquido do setor sobre a gasolina é de apenas R$ 0,09 (2,26%).

Você acredita? Nós não. O cartel tem o maior lucro do País.

Na próxima sexta-feira (22), haverá o ‪#‎BoicoteAosPostosdoDF, organizado por consumidores por meio das redes sociais. Participe. Se puder, não abasteça seu veículo nesse dia.