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Blog do Callado completa 11 anos e apresenta novidades

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Site lança novas editorias como Educação & Cultura, Empreendedorismo, Justiça, Legislativo, Saúde, Segurança, Serviço Público e Tecnologia, além do mais completo noticiário político de Brasília

São 11 anos de jornada, levando informação séria e atual ao público brasiliense. Nesse período o blog recebeu vários prêmios e homenagens. Entre eles, o Prêmio Sebrae de Jornalismo, o Prêmio Nacional Top Blog e o Prêmio PaulOOctávio de Jornalismo. O blog foi fundado pelo jornalista Ricardo Callado, com 28 anos de experiencia em várias redações de jornais impressos e assessoria. O Blog é vinculado a Agência Palear de Comunicação.

O Blog do Callado é um veículo sólido no DF, admirado por seus leitores-internautas e em sintonia com o público alvo: a população brasiliense. O blog é um site de opiniões e notícias com atualização diária, não tem cunho ideológico e nem vinculação partidária. Dedica-se a oferecer aprimoramento da informação, com uma audiência qualificada.

Para comemorar os 11 anos, o Blog lança novas editorias Educação & Cultura, Empreendedorismo, Justiça, Legislativo, Saúde, Segurança, Serviço Público e Tecnologia, além de ampliar a cobertura de Política, Economia e de Brasília. Um destaque do portal é a seção Opinião, onde são publicados editoriais do blog, artigos, análise política, espaço do leitor e a coluna Enquanto Isso…

O Blog foi lançado em fevereiro de 2005 na plataforma do Blog-se, no portal Comunique-se, e é o mais antigo de Brasília. Depois migrou para domínio próprio, sendo veiculado ainda no portal MaisComunidade.com. Os editoriais do Blog do Callado são publicados em portais e blogs parceiros, como o Anexo6.com.br. Também faz parte da Associação Brasiliense dos Blogueiros de Política (ABBP).

Parece que foi ontem, mas já se passaram 11 anos desde que o Blog postou sua primeira matéria. Hoje, atingimos a marca de 1 milhão e 500 mil acessos na média anual, segundo o Google Analytics. E queremos mais.

Queremos, antes de mais nada, dar os parabéns aos leitores que nos acompanham. Queremos também prolongar essa parceria. Desde as primeiras postagens, apostamos em conteúdo. Acertamos a mão e essa certeza vem dos prêmios recebidos nos últimos anos.

E não paramos de inovar. O Blog vem desempenhando uma missão importante: contribuir para o brasiliense ter uma visão mais crítica. Tratando da política e de outros temas com uma linguagem simples e direta. Nosso desafio permanente é entregar um jornalismo de qualidade de forma criativa. Obrigado a todos os leitores do Blog!

Aprovado reajuste escalonado de 41,47% para servidores do Judiciário por Comissão da Câmara dos Deputados

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STF - Supremo Tribunal Federal (Valter Campanato/Agência Brasil)
STF – Supremo Tribunal Federal (Valter Campanato/Agência Brasil)

Texto substitui projeto vetado pela presidente Dilma em julho que concedia aumento de até 78,56%

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou Projeto de Lei 2648/15, do Supremo Tribunal Federal (STF), que prevê reajuste de aproximadamente 41,47% para os servidores do Judiciário da União. O aumento será dado, de forma escalonada, em oito parcelas, de janeiro de 2016 a julho de 2019.

O vencimento básico dos cargos de analista, técnico e auxiliar judiciários, por exemplo, terá aumento inicial de 1,5% até chegar a 12%. Já a Gratificação Judiciária, hoje correspondente a 90% do vencimento básico, chegará gradualmente a 140%, em julho de 2019.

A proposta tem impacto orçamentário para 2016 de R$ 1,160 bilhão. De acordo com o STF, houve negociação com o Executivo para garantir os recursos para o reajuste a partir de 2016, sendo que o impacto financeiro total ocorrerá apenas a partir de 2020.

O projeto substituiu o PL 7920/14 (aprovado pela Câmara em 25 de março e vetado pela presidente Dilma Rousseff em 22 de julho), que previa aumento de até 78,56% em parcelas até 2017. O impacto orçamentário da proposta vetada para 2015 é 21% maior (R$ 1,473 bilhão) do que o projeto em análise.

O projeto recebeu 72 emendas na comissão. Originalmente, o parecer do relator, deputado Aureo (SD-RJ), recomendava a aprovação de uma destas emendas e incluía emenda do próprio relator. Porém, “por não haver consenso por parte da liderança do governo”, o relator apresentou complementação de voto durante a reunião em que a matéria foi discutida, recomendando a aprovação do projeto original, “para não prejudicar os servidores do Poder Judiciário”.

Outros reajustes

O projeto também concede, a partir de janeiro de 2016, reajuste de até 25% para os cargos em comissão, mesmo percentual usado para comissões do Executivo.

Também pela proposta, técnicos judiciários com curso superior receberão 5% como adicional de qualificação. Atualmente, a Lei 11.416/06, que trata das carreiras dos servidores do Poder Judiciário da União, garante esse adicional só para servidores com mestrado, doutorado ou especialização.

Defasagem

Conforme a justificativa do STF, o projeto visa repor perdas inflacionárias e busca solucionar a defasagem existente em relação a outras carreiras públicas. O Supremo aponta que a remuneração do final da carreira de analista judiciário não chega ao valor inicial de carreiras semelhantes no Legislativo e no Executivo. Essa defasagem estaria induzindo, de acordo com a justificativa, uma alta rotatividade no âmbito do Judiciário, comprometendo a celeridade e a qualidade da prestação jurisdicional.

O Supremo reconhece, porém, que, embora os servidores do Judiciário não tenham novo plano de cargos e salários desde 2006, eles ganharam 27% de aumento no reajuste negociado pelo Executivo com servidores dos três poderes em 2012.

Tramitação

A proposta tramita em regime de prioridade e em caráter conclusivo e agora será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Reajuste do Plano de Saúde da Geap vale para alguns órgãos da União

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A suspensão do reajuste de 37,55% nos planos da Geap é válida para os servidores que são filiados a Associação Nacional dos Servidores da Previdência e Seguridade Social (Anasps). O alerta é do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal do Estado de São Paulo (Sindsef-SP). Segundo a nota de esclarecimento, o reajuste foi suspenso para este grupo de funcionários públicos porque a Anasps é a autora do processo. Enquanto isso, a correção em vigor desde o dia 1º é válida para outros setores do Executivo Federal.

A decisão válida para os associados é do juiz Bruno Anderson Santos da Silva, do Distrito Federal. Em um dos trechos da sentença, o aumento foi caracterizado como abusivo. A Geap sustenta que há detalhamento de todos os cálculos que levaram ao reajuste. Entre eles, “o crescimento expressivo das despesas médico-hospitalares (inflação médica em torno de 18%); o cumprimento das reservas técnicas estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (impacto de mais 14%); e a projeção de despesas com a judicialização de serviços (mais 5%)”.

A Geap defendeu ainda que os planos foram atualizados com o objetivo “único e exclusivo de adequar a arrecadação da empresa ao aumento significativo das despesas projetadas para o ano”. Destacou ainda que por ser uma empresa sem fins lucrativos, os recursos financeiros arrecadados pela operadora são utilizados para custeio dos serviços prestados a cada um dos usuários. Já as despesas precisam ser rateadas entre os beneficiários, de forma solidária.

Segundo a operadora, no custeio de 2016, uma pessoa com 59 anos ou mais pagará no máximo R$ 808,35 (servidores federais, o custo final da mensalidade do plano cai para R$ 684,02 em decorrência do auxílio saúde pago pela União). Para esta mesma faixa etária nas outras três operadoras analisadas a mensalidade mais em conta ficou em R$ 1.178,84.

Concurso Policial Legislativo do Senado Federal 2016: Oferta para nível médio e inicial de R$ 16 mil!

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Do Gran Cursos On Line – O Senado Federal (Concurso Policial Legislativo do Senado Federal 2016) é a câmara alta do Congresso Nacional do Brasil e, ao lado da Câmara dos Deputados, faz parte do poder legislativo da União. O órgão legislativo programa abrir em breve um novo concurso público para cargos de nível médio e superior. Um dos destaques com certeza será o posto de Policial Legislativo, que compõe a carreira de Técnico legislativo. A carreira tem como requisito o nível médio completo e paga remuneração inicial de R$ 16.014,16, para jornada de 40 horas semanais, podendo alcançar R$ 19.173,75 na classe especial.

O Policial Legislativo é encarregado de fazer a segurança do Presidente do Senado Federal, em qualquer localidade do território nacional e no exterior, a segurança dos Senadores e autoridades brasileiras e estrangeiras, nas dependências sob a responsabilidade do Senado Federal, a segurança dos Senadores e de servidores em qualquer localidade do território nacional e no exterior, quando determinado pelo Presidente do Senado Federal, fiscalização da entrada e saída de pessoas e o policiamento, diurno e noturno, nas dependências do Senado Federal, o apoio à Corregedoria do Senado Federal e às comissões parlamentares de inquérito, as de revista, busca e apreensão, as de inteligência, as de registro e de administração inerentes à Polícia, as de investigação e de inquérito.

Com concurso expirado desde julho do ano passado, o Senado anunciará em breve uma nova seleção. A última, realizada em 2012 e organizada pela FGV, contou com cerca de 246 vagas, todas ocupadas, houve ainda nomeações além desse número inicial, em virtude de aposentadorias e falecimento de servidores. Com um panorama atualizado até esta segunda-feira (15/02), há cerca de 113 cargos vagos em 2016 para a função de Policial Legislativo outras dezenas de aposentadorias previstas.

Normalmente os candidatos a este cargo são avaliados por meio de Provas Objetiva e Discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, Teste de Capacitação Física e Avaliação Psicológica e ainda Curso de Formação, de caráter eliminatório, somente para os candidatos aprovados e classificados na Primeira Fase, dentro do número de vagas oferecido. As provas versam sobre Língua Portuguesa, Conhecimentos Gerais, Língua Inglesa, Noções de Informática, Conhecimentos Específicos. Cada Prova Objetiva será composta de questões de múltipla escolha, numeradas sequencialmente, com 5 (cinco) alternativas e apenas uma resposta correta.

 

Dicas!

– Não espere o edital ser publicado. Intensifique agora mesmo os estudos! Comece pelas matérias básicas (língua portuguesa, inglês ou espanhol, noções de informática em alguns cargos e conhecimentos gerais). Estas matérias pedem uma dedicação maior, especialmente agora, quando o edital ainda não foi divulgado. Para mais detalhes, confira os editais abaixo da matéria.

 

– A concentração maior de energia deve sem nas matérias ligadas às atividades do Senado como direito constitucional, direito administrativo, Lei 8.112/1990, Regimento Interno do Senado, Regimento Comum (do Congresso). Domine também a disciplina de Língua Portuguesa.

 

Observação: Após a publicação do edital, as prioridades podem ter que ser reavaliadas. Podem existir mudanças na cobrança de conteúdos e atualizações importantes.

 

Demais vacâncias – Para o cargo de analista, de nível superior, há, atualmente, 450 cargos vagos em diversas especialidades, alguns cargos exigem formação específica, já outros apenas o nível superior completo em qualquer área. A remuneração inicial do cargo de Analista Legislativo é de R$ 21.347,32, podendo alcançar R$ 24.194,48 na classe especial. Por fim, há 29 cargos vagos de consultor legislativo, que exige apenas o nível superior em qualquer área de atuação. A remuneração inicial é de R$ 27.582,21, podendo alcançar R$ 28.944,32 na classe especial.

 

Outros cargos:

– Técnico Legislativo

Para Técnicos as áreas contempladas foram: Apoio Técnico ao Processo Legislativo; Apoio Técnico-Administrativo; Saúde e Assistência Social; Instalações, Equipamentos, Ocupação e Ambientação de Espaço Físico; e Apoio Técnico ao Processo Industrial Gráfico. A remuneração inicial de todas as áreas/especialidades é de R$ 16.014,16, para jornada de trabalho de 40 horas semanais.

 

– Consultor Legislativo

O concurso público para Consultor contou três etapas: Provas Escritas Objetivas de Múltipla Escolha, Provas Escritas Discursivas e Avaliação de Títulos. A remuneração inicial de todas as áreas/especialidades/subáreas é de R$ 27.582,21, para jornada de trabalho de 40 horas semanais.

 

– Analista Legislativo

As áreas contempladas para Analista Legislativo foram: Apoio Técnico ao Processo Legislativo, Apoio Técnico-Administrativo, Controle Interno, Saúde e Assistência Social, Instalações, Equipamentos, Ocupação e Ambientação de Espaço Físico, Redação e Revisão de Textos Gráficos, Comunicação Social e Tecnologia da Informação. A remuneração inicial do cargo de Analista Legislativo, em todas as áreas/especialidades/ subáreas, é de R$ 21.347,32, para jornada de 40 horas semanais.

 

Detalhes: 

  • MarcadorConcurso: Concurso Senado Federal
  • MarcadorBanca Examinadora: a definir
  • MarcadorTotal de Vagas: a definir (cerca de 1.200 cargos vagos)
  • MarcadorRemuneração: de R$ 16.014,16 a R$ 27.582,21
  • MarcadorTaxa de Inscrição: a definir
  • MarcadorDatas de Inscrição: a definir
  • MarcadorData da Prova: a definir
  • MarcadorRegião: Brasília-DF
  • MarcadorEscolaridade: Médio, Superior
  • MarcadorÁrea: Fiscal, Judiciária, Administrativa, Outras
  • MarcadorLink do último edital:  Consultor   –   Analista    –  Técnico    –  Policial 

Senadores têm mais de 1,2 mil faltas; veja lista

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Plenário do Senado durante sessão deliberativa.
Plenário do Senado durante sessão deliberativa.

 

Apresentação de justificativas abonou 86% das faltas no Senado em 2015. Nesses casos, parlamentares escaparam de desconto no salário e do risco de perder o mandato. Veja a frequência de cada senador em levantamento exclusivo

Por Luma Poletti e Rodrigo Vasconcelos – Os senadores acumularam 1.236 faltas entre fevereiro e dezembro de 2015. Do total, 86% foram perdoadas pelo Senado devido à apresentação de justificativas. Ou seja, nesses casos, os parlamentares não tiveram desconto no salário e ainda se livraram do risco de perder o mandato. Pela Constituição, quem falta a mais de um terço das sessões destinadas a votação sem justificar está sujeito a ser cassado.

Em 2015, dois senadores atingiram o limite constitucional de faltas que implica a perda de mandato: Magno Malta (PR-ES) e Zezé Perrella. Mas, com as justificativas genéricas, eles não correm risco de perder o mandato. Apenas dois senadores registraram presença em todas as 127 sessões reservada a votação em 2015: Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e Romário (PSB-RJ).

A grande maioria das faltas foi atribuída a “atividades parlamentares”, que podem ser desde compromissos externos ligados a comissões até a participação em atos políticos, como inauguração de obras em seus estados. Em vários desses casos, os senadores sequer especificam o que estavam fazendo fora do Senado. Levantamento exclusivo feito pela Revista Congresso em Foco revela que três de cada quatro senadores usaram esse tipo de explicação para suas ausências em 2015. Das 1.072 ausências justificadas, 820 (76%) foram atribuídas a atividades parlamentares.

Além das atividades parlamentares genéricas, os senadores podem usar como justificativa a participação em discussões ou eventos em que representam o Senado, as chamadas missões oficiais, e licenças médicas. O número de ausências justificadas quase dobrou do primeiro ano da legislatura passada para esta. Em 2011, 669 faltas foram abonadas, ou seja, autorizadas pela Mesa Diretora ou pelo Plenário.

Veja, a seguir, o levantamento exclusivo da Revista Congresso em Foco sobre a assiduidade dos senadores em 2015. Lista por ordem decrescente de ausências totais (justificadas mais injustificadas):

Senador Partido UF Sessões Presenças Ausências justificadas Injustificadas Ausências totais
Magno Malta PR ES 127 78 46 3 49
Zezé Perrella PDT MG 127 79 48 0 48
José Maranhão * PMDB PB 127 86 39 2 41
Gladson Camelli PP AC 127 91 36 0 36
Douglas Cintra PTB PE 127 95 23 9 32
Paulo Bauer PSDB SC 127 98 29 0 29
Roberto Rocha PSB MA 127 98 27 2 29
Garibaldi Alves PMDB RN 127 100 24 3 27
Ivo Cassol PP RO 127 100 23 4 27
Omar Aziz PSD AM 127 100 27 0 27
Maria do Carmo Alves DEM SE 127 101 25 1 26
Cristovam Buarque PDT DF 127 102 23 2 25
Jader Barbalho PMDB PA 106 81 11 14 25
Jorge Viana PT AC 127 102 20 5 25
Lídice da Mata PSB BA 127 102 25 0 25
Sérgio Petecão PSD AC 127 102 25 0 25
Ciro Nogueira PP PI 127 106 17 4 21
Renan Calheiros PMDB AL 127 106 12 9 21
Roberto Requião PMDB PR 127 106 18 3 21
Humberto Costa PT PE 127 107 17 3 20
Luiz Henrique ** PMDB SC 38 18 19 1 20
Marcelo Crivella PRB RJ 127 107 20 0 20
Antonio Anastasia PSDB MG 127 108 18 1 19
Antonio Carlos Valadares PSB SE 127 109 15 3 18
Fátima Bezerra PT RN 127 109 9 9 18
Ricardo Ferraço PMDB ES 127 109 18 0 18
Fernando Collor PTB AL 127 110 17 0 17
Gleisi Hoffmann PT PR 127 110 15 2 17
Alvaro Dias PV PR 127 111 12 4 16
Sandra Braga PMDB AM 127 111 14 2 16
Acir Gurgacz PDT RO 127 112 12 3 15
Ana Amélia PP RS 127 112 15 0 15
José Medeiros PPS MT 127 112 15 0 15
Romero Jucá PMDB RR 127 112 7 8 15
Rose de Freitas PMDB ES 127 112 7 8 15
Tasso Jereissati PSDB CE 127 112 15 0 15
Wilder Morais DEM GO 127 112 15 0 15
Fernando Bezerra Coelho PSB PE 127 113 14 0 14
João Alberto Souza PMDB MA 127 113 14 0 14
João Capiberibe PSB AP 127 113 8 6 14
Valdir Raupp PMDB RO 127 113 14 0 14
Walter Pinheiro PT BA 127 113 11 3 14
Wellington Fagundes PR MT 127 113 14 0 14
Aécio Neves PSDB MG 127 114 13 0 13
Lindbergh Farias PT RJ 127 114 7 6 13
Aloysio Nunes Ferreira PSDB SP 127 115 12 0 12
Ataídes Oliveira PSDB TO 127 115 11 1 12
Benedito de Lira PP AL 127 115 11 1 12
Marta Suplicy PMDB SP 127 115 12 0 12
Ronaldo Caiado DEM GO 127 115 10 2 12
Davi Alcolumbre DEM AP 127 116 1 10 11
Delcídio do Amaral PT MS 127 116 11 0 11
Edison Lobão PMDB MA 127 117 9 1 10
Eduardo Amorin PSC SE 127 117 7 3 10
Lasier Martins PDT RS 127 117 10 0 10
Vanessa Grazziotin PCdoB AM 127 117 10 0 10
Blairo Maggi PMDB MT 127 118 9 0 9
Donizeti Nogueira PT TO 127 118 9 0 9
José Serra PSDB SP 127 118 9 0 9
Otto Alencar PSD BA 127 118 9 0 9
Paulo Paim PT RS 127 118 8 1 9
Angela Portela PT RR 127 119 7 1 8
Dalirio Beber PSDB SC 88 80 4 4 8
Fernando Ribeiro PMDB PA 21 13 7 1 8
Hélio José PMB DF 127 119 6 2 8
Cássio Cunha Lima PSDB PB 127 120 6 1 7
Elmano Férrer PTB PI 127 121 5 1 6
Raimundo Lira PMDB PB 127 121 5 1 6
Telmário Mota PDT RR 127 121 6 0 6
Vicentinho Alves SDD TO 127 121 4 2 6
José Agripino DEM RN 127 122 4 1 5
Lúcia Vânia PSDB GO 127 123 4 0 4
Paulo Rocha PT PA 127 123 2 2 4
Regina de Sousa PT PI 127 123 2 2 4
Dário Berger PMDB SC 127 124 2 1 3
José Pimentel PT CE 127 124 0 3 3
Eunício Oliveira PMDB CE 127 125 2 0 2
Randolfe Rodrigues Rede AP 127 125 1 1 2
Ricardo Franco DEM SE 15 13 1 1 2
Simone Tebet PMDB MS 127 125 2 0 2
Reguffe PDT DF 127 126 1 0 1
Waldemir Moka PMDB MS 127 126 0 1 1
Flexa Ribeiro PSDB PA 127 127 0 0 0
Romário PSB RJ 127 127 0 0 0
Total 9.065 1.072 164 1.236

* O senador se ausentou por problemas de saúde

** O senador faleceu, vítima de um infarto, em 10 de maio.

 

(Do Congresso em Foco)

Google indica os melhores apps para combater a dengue e o zika vírus

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Gigante de buscas selecionou seis aplicativos Android que ajudam usuários a se informarem sobre o mosquito Aedes aegypti, que também transmite a chikungunya.

 

Do IDG Now! – O Google divulgou nesta semana uma lista com aqueles que considera ser os melhores aplicativos Android para combater o mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, do zika vírus e da chikungunya.

No total, a gigante de buscas selecionou um total de seis aplicativos que trazem tanto notícias e atualizações sobre as doenças citadas acima, como outros que ajudam o usuário a mapear e identificar os focos do mosquito e, consequentemente, de transmissão.

Vale lembrar que no sábado, 13, aconteceu uma mobilização nacional em 356 cidades brasileiras para combater o Aedes aegypti no país, que vai contar com cerca de 220 mil militares da Marinha, Exército e Aeronáutica nas ruas distribuindo material impresso com orientações para a população.

Confira abaixo alguns dos aplicativos da lista do Google, divididos por categorias e com os respectivos links para a loja Google Play Store. Para conferir a relação completa de apps contra o Aedes aegypti, clique neste link.

Dança das cadeiras dos partidos deve começar esta semana

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Por Carolina Gonçalves – Os eleitores de todo o país poderão ver, nos próximos dias, parlamentares em um troca-troca de partidos. Com a promulgação da Proposta de Emenda à Constituição 182/2007 marcada para o próximo dia 18, será aberto espaço para que os candidatos às eleições deste ano, que exercem mandatos de deputados ou vereadores, mudem de legenda.

Especialista em direito eleitoral, o advogado Luciano Santos aposta que, associada às eleições municipais, a nova regra provocará mudanças significativas. “Existem muitos políticos que querem mudar de partido para ter melhor situação nas eleições. Mesmo no cenário nacional tem ocorrido mudanças em função da situação política do país. Teremos uma grande dança das cadeiras”, disse.

Santos é também diretor do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, formado por 46 entidades que acompanharam o debate em torno da reforma política. O grupo defendia um texto diferente do acabou sendo aprovado em dezembro do ano passado no Senado.

“A janela vem contra os direitos da sociedade e enfraquece os partidos. Todas as emendas  apensadas trabalhavam no sentido contrário, de ter uma sanção para quem muda de partido. E acaba sendo aprovada uma janela deixando todo mundo à vontade para fazer troca de partidos, sem qualquer compromisso com o voto do eleitor. O eleitor acaba sendo mais uma vez desprestigiado do seu voto”, afirmou.

O argumento de parlamentares favoráveis à mudança era o de evitar que sejam criados partidos políticos apenas para abrigar parlamentares insatisfeitos com suas atuais legendas. Pelas regras atuais, os parlamentares só podem mudar de partido, sem correr risco de perder o mandato, se forem para uma legenda recém-criada, exceto no caso de eleições majoritárias, como senadores e prefeitos.

O advogado lembra que muitas vezes o eleitor vota em um candidato pensando no partido. “Agora o candidato pode mudar de partido sem consequências”, completou, lembrando que até a promulgação da Emenda à Constituição quem mudava de partido perdia o direito ao mandato.

A janela para mudança de partido sem que os parlamentares percam o mandato é um dos pontos da emenda constitucional que trata da reforma política. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados, mas ainda precisa do aval de senadores sobre pontos que tratam, por exemplo, do fim de reeleição para presidente, governador e prefeito. As propostas ainda estão sendo analisadas pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Casa.

“Não avançou nada do que era esperado. Só se consegue obter consenso no que é conveniente para os parlamentares. Buscamos uma reforma mais consistente e profunda. Num ano eleitoral é mais difícil, e nossa expectativa não é muito grande”, disse Santos.

Palácio do Buriti pressiona mais e distritais esboçam reação

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Foto: Carlos Gandra/CLDF
Foto: Carlos Gandra/CLDF

 

Câmara atribui ao Executivo ações para ocupar postos estratégicos e para barrar projeto de recondução

Por Isaac Marra, do Jornal de Brasília – Com um pé fora do PDT, a presidente da Câmara Legislativa, deputada Celina Leão, descartou a possibilidade de haver mudanças nas comissões da Casa, como prefere um grupo de deputados e deseja o Executivo. “As comissões devem ser mantidas como estão, e qualquer coisa fora disso sequer foi cogitada”, garante Celina.

Aparentemente, a afirmação é uma resposta, em tom de insatisfação, ao Buriti, que, supostamente, tenta interferir em assuntos internos da Câmara, conforme revelou, sob anonimato, um distrital.

A julgar pela tensão no plenário da Câmara na sessão da última quinta-feira, a relação entre o Executivo e o Legislativo começou 2016 com o pé esquerdo. Sem querer divulgação de seu nome, o parlamentar afirma que uma das razões para esse estremecimento seria a atuação do Buriti no sentido de promover mudanças na presidência de duas das mais importantes comissões da Câmara. Ainda segundo essa mesma fonte, o governo tem incentivado deputados favoráveis à reeleição da Mesa Diretora do Legislativo a rever sua posição. “Quem não seguir a cartilha do Buriti, poderá sofrer represálias”, supõe o parlamentar.

Agora, a Lei do Silêncio

De volta aos trabalhos legislativos, após viagem aos Estados Unidos e o recesso do Carnaval, a presidente da Câmara diz que, nesse primeiro momento, as atenções estão voltadas para a votação de projetos como a nova Lei do Silêncio e a regulamentação do serviço de transporte por meio do aplicativo Uber, temas que dividem as opiniões dos distritais.  “Esses são os projetos mais polêmicos na Casa, e devemos iniciar a discussão por eles”, afirma a ainda pedetista.

Beneficiária da emenda à Lei Orgânica que permite a manutenção dos ocupantes da Mesa Diretora por mais um mandato, a deputada Celina Leão descarta a possibilidade de esse debate ser antecipado. “Não há nada nesse sentido”, sustenta a chefe do Legislativo.

Aprovada em primeiro turno com o voto de 16 deputados, a emenda da reeleição está pronta para ser votada a qualquer momento, uma vez que já se passaram os 10 dias exigidos de intervalo entre as duas votações.

Embora existam condições legais e jurídicas para a medida ser colocada em prática, estima-se que os fatores políticos não sejam satisfatórios para levá-la hoje a cabo. Nesse caso, a pressão do Buriti sobre parlamentares alinhados ao governo pode estar surtindo o efeito desejado.

Nem líder quer mudar agora as comissões

Líder do governo na Câmara Legislativa, o deputado Júlio Cesar (PRB) também não vê justificativa para reformular a composição das 10 comissões temáticas permanentes do parlamento. “Por mais que o regimento interno determine que as comissões devam ser recompostas anualmente, tradicionalmente essa Casa sempre acompanhou os dois anos”, salienta o parlamentar mais votado nas eleições de 2014.

Para o distrital, a definição de que o mandato dos membros das comissões teria duração de dois anos é resultado de entendimento entre os 24 parlamentares no início dessa legislatura. “Qualquer mudança seria a quebra daquilo que foi combinado, portanto, não se deve mexer [nas comissões] até porque acordos são feitos para serem cumpridos”, reitera o líder do governo.

O grupo de deputados descontentes com a atual formação dos colegiados na Câmara defende uma nova composição das comissões temáticas.

O argumento é de que houve mudanças significativas na correlação de forças políticas na Casa Legislativa, como substituição de deputados e o surgimento da Rede Sustentabilidade, por exemplo, o que modificou substancialmente o quadro partidário.

Banda da Guarda Presidencial toca rock e punk, após troca da bandeira

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Brasília -  Sagenta Erica Gonze, que integra a banda do Batalhão da Guarda Presidencial, durante cerimônia da troca da Bandeira Nacional, na Praça dos Três Poderes (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Brasília – Sagenta Erica Gonze, que integra a banda do Batalhão da Guarda Presidencial, durante cerimônia da troca da Bandeira Nacional, na Praça dos Três Poderes (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

 

 

Por Marcelo Brandão – Esqueça as apresentações formais e restritas a hinos nacionais e militares de bandas marciais das Forças Armadas. O público presente na cerimônia de troca da bandeira, na manhã de hoje (14), na Praça dos Três Poderes, ouviu mais do que a execução de temas protocolares de eventos militares. Após o encerramento da cerimônia, a Banda de Música do Batalhão da Guarda Presidencial iniciou um repertório de rock, punk e temas dançantes.

O público se juntou para filmar e tirar fotos quando a banda tocou The Final Coundown, música de 1986, da banda de rock Europe. Em seguida, a banda surpreendeu alguns presentes ao executar a trilha sonora da série de TV Game of Thrones, além de Get Lucky, do grupo de música eletrônica Daft Punk.

Apesar de surpresa de alguns, a ideia não é nova. A banda do toca músicas populares em diversos eventos. Os músicos tocaram o tema do filme Star Wars, após uma troca de guarda, no Palácio do Planalto, no início do ano. A apresentação é feita todas as sextas-feiras, e pode ser vista por quem visita o Palácio.

O regente da banda, Subtenente Jonas, destaca o papel da banda em aproximar o Exército da população. “Essa é, na verdade, a nossa essência. Nós, através da música, somos um elo entre a população e o Exército”, disse Jonas. O regente, inclusive, pedia – e recebia – aplausos para a banda, algo impossível durante as cerimônias oficiais e execução de hinos.

Na Câmara dos Deputados 1.700 funcionários ganham acima do teto de R$ 33,7 mil

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Há casos de funcionário recebendo mais de R$ 185 mil mensais

Do Diário do Poder – Assim como acontece em outros Poderes, a Câmara dos Deputados abriga milhares de servidores que ganham acima do teto constitucional, de R$ 33,7 mil por mês. Em setembro do ano passado, 1.700 funcionários tiveram ganhos superiores ao teto. Há casos de vencimentos de R$ 185 mil por mês.

Entre os parlamentares, há pelo menos 22 que recebem acima da remuneração mensal bruta do deputado federal, sem levar em conta os subsídios previstos pela Constituição aos deputados e senadores.

A Câmara argumenta que não desrespeita a lei do teto salarial e que casos com vencimentos que superam essa faixa podem ser explicados por verbas indenizatórias previstas em lei, como auxílio moradia, aposentadoria ou despesas médicas, por exemplo.

A assessoria de imprensa da Câmara justificou ainda que “vem aplicando adequadamente o corte nos salários brutos dos seus servidores que excedem o limite constitucional, conhecido como “abate-teto”, desde determinação do Supremo Tribunal Federal em 2013″. O mecanismo é um redutor de salário quando o servidor recebe acima do teto em uma mesma folha de pagamento. Outro artifício usado é o pagamento de benefícios em folhas de pagamento separadas, o que desobriga o uso do “abate-teto” e permite que um mesmo servidor ganhe acima do previsto na lei e não pague imposto de renda e contribuições previdenciárias sobre o valor.

Além dos 513 deputados, atualmente, a Câmara possui 3.349 servidores concursados; 1.573 cargos de natureza especial (CNEs) 10.732 secretários parlamentares e 3.056 funcionários terceirizados.

Anos após a aprovação da Lei de Acesso à Informação (LAI), a transparência ainda não chegou ao portal de alguns órgãos do governo. No site da Câmara, por exemplo, não é possível cruzar informações entre a matrícula dos servidores e seus nomes. A Casa só oferece os dados tabelados sem os nomes e, para obtê-los é preciso pesquisar nome por nome. O sistema da Câmara também não soma as folhas de pagamento dos servidores, então, quando um servidor tem mais de uma folha, o cálculo tem que ser feito de forma manual.

Já no Senado, a pesquisa também é realizada através do site, mas assim como na Câmara, eles não são disponibilizados de forma a facilitar a comparação e soma dos salários e quem realiza a busca precisa entrar no nome de cada servidor para verificar a remuneração individualmente.