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Terracap coloca à venda 61 imóveis residenciais no Guará

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A licitação será na quinta-feira (29), e a caução deve ser feita até amanhã (28)

A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) coloca à venda 61 imóveis na QE 52 do Guará. Sessenta e nove já haviam sido comercializados na região, de um total de 85 ofertados, o que representa 81%.

A licitação será na quinta-feira (29), e a caução deve ser feita até quarta-feira (28). Na ocasião, a Terracap oferecerá 179 imóveis residenciais, comerciais e industriais. Os lotes estão distribuídos em Águas Claras, Brasília, Ceilândia, Taquari, Paranoá, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia, Santa Maria, Jardim Botânico Etapa III, São Sebastião, Sobradinho e Taguatinga, além do Guará. O edital com as ofertas está disponível pelo site da Terracap, na sede da empresa (SAAN, Bloco F), e nas agências do Banco de Brasília.

Dentre outros destaques de lotes residenciais, estão duas ofertas no Trecho 1 do Taquari, que estão entre as últimas unidades dessa área, e outras seis na Etapa III do Jardim Botânico. Em Sobradinho, há projeções para apartamentos.

Quanto aos imóveis comerciais, os destaques estão no Taquari, com um lote destinado a um centro comercial, e no Noroeste, cujo uso é voltado para supermercado. A estatal também oferece 37 lotes de uso misto em Samambaia.

Os 179 itens em oferta no edital podem ser adquiridos à vista ou financiados de 180 a 240 meses, a partir de uma entrada de 5% do preço de aquisição.

Mais uma morte no caso Celso Daniel. Acusado do assassinato morre em São Paulo

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O empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, que foi acusado pelo Ministério Público pela morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, morreu na manhã de hoje (27) na capital paulista. Sombra estava internado desde o dia 22 de setembro no Hospital Montemagno e faleceu por volta das 6h30. A assessoria de imprensa do hospital não informou a causa da morte.

Celso Daniel foi sequestrado no dia 18 de janeiro de 2002, quando saía de um jantar com Sombra, que não foi levado pelos bandidos. O prefeito ficou em um cativeiro, em Juquitiba, próximo à Rodovia Régis Bittencourt, que liga São Paulo ao Sul do país, e dois dias depois foi executado com oito tiros.

Sérgio Gomes da Silva foi acusado pela morte de Celso Daniel em um processo que tramitou em Santo André (SP). Na época, o Ministério Público argumentou que Sombra mandou matar o prefeito porque ele teria descoberto que o esquema de corrupção que existia na prefeitura de Santo André não estava favorecendo apenas o caixa 2 do PT, mas também estava servindo para enriquecimento próprio de membros do esquema, com o qual o prefeito não concordava. No entanto, Sombra nunca foi julgado pela morte de Celso Daniel. Em 2014, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou a ação penal contra o empresário.

Todos os mortos

A lista de mortos ligados ao caso impressiona. Além do próprio Celso e do acusado pelo crime, há mais sete. Um é o garçom Antônio Palácio de Oliveira, que serviu o prefeito e Sérgio Sombra no restaurante Rubaiyat em 18 de janeiro de 2002, noite do sequestro. Foi assassinado em fevereiro de 2003. Trazia consigo documentos falsos, com um novo nome. Membros da família disseram que ele havia recebido R$ 60 mil, de fonte desconhecida, em sua conta bancária. O garçom ganhava R$ 400 por mês. De acordo com seus colegas de trabalho, na noite do sequestro do prefeito, ele teria ouvido uma conversa sobre qual teria sido orientado a silenciar.

Quando foi convocado a depor, disse à polícia que tanto Celso como Sombra pareciam tranquilos e que não tinha ouvido nada de estranho. O garçom chegou a ser assunto de um telefonema gravado pela Polícia Federal entre Sombra e o então vereador de Santo André Klinger Luiz de Oliveira Souza (PT), oito dias depois de o corpo de Celso ter sido encontrado. “Você se lembra se o garçom que te serviu lá no dia do jantar? É o que sempre te servia ou era um cara diferente?”, indagou Klinger. “Era o cara de costume”, respondeu Sombra.

Vinte dias depois da morte de Oliveira, Paulo Henrique Brito, a única testemunha desse assassinato, foi morto no mesmo lugar com um tiro nas costas. Em dezembro de 2003, o agente funerário Iran Moraes Rédua foi assassinado com dois tiros quando estava trabalhando. Rédua foi a primeira pessoa que reconheceu o corpo de Daniel na estrada e chamou a polícia.

Dionízio Severo, detento apontado pelo Ministério Público como o elo entre Sérgio Sombra, acusado de ser o mandante do crime, e a quadrilha que matou o prefeito, foi assassinado na cadeia, na frente de seu advogado. Abriu a fila. Sua morte se deu três meses depois da de Celso e dois dias depois de ter dito que teria informações sobre o episódio. Ele havia sido resgatado do presídio dois dias antes do sequestro. Foi recapturado.

O homem que o abrigou no período em que a operação teria sido organizada, Sérgio Orelha, também foi assassinado. Outro preso, Airton Feitosa, disse que Severo lhe relatou ter conhecimento do esquema para matar Celso e que um “amigo” (de Celso) seria o responsável por atrair o prefeito para uma armadilha.

O investigador do Denarc Otávio Mercier, que ligou para Severo na véspera do sequestro, morreu em troca de tiros com homens que tinham invadido seu apartamento. O último cadáver foi o do legista Carlos Delmonte Printes. Perderam a conta? Então anote aí:

1) Celso Daniel : prefeito. Assassinado em janeiro de 2002.

2) Antônio Palácio de Oliveira: garçom. Assassinado em fevereiro de 2003.

3) Paulo Henrique Brito: testemunha da morte do garçom. Assassinado em março de 2003.

4) Iran Moraes Rédua: reconheceu o corpo de Daniel. Assassinado – dezembro de 2003.

5) Dionízio Severo: suposto elo entre quadrilha e Sombra. Assassinado – abril de 2002.

6) Sérgio Orelha: amigo de Severo. Assassinado em 2002.

7) Otávio Mercier: investigador que ligou para Severo. Morto em julho de 2003.

8) Carlos Delmonte Printes: legista encontrado morto em 12 de outubro de 2005.

Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do DF terá seis câmaras temáticas de discussão

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Para começar os trabalhos, o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, listou um conjunto de medidas tomadas desde o começo da gestão. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

Água, resíduos sólidos, educação como ferramenta para o desenvolvimento, Consórcio Brasil Central, dinamização da economia e uso do solo são os temas das câmaras

O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Distrito Federal se reuniu nesta terça-feira (27) no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Foi apresentado o Plano de Trabalho 2016/2017, com a criação de seis câmaras técnicas. Setores da sociedade tiveram espaço para propor ações ao governo.

Para começar os trabalhos, o governador Rodrigo Rollemberg listou um conjunto de medidas tomadas desde o começo da gestão. “Amanhã, teremos números positivos que demonstram a redução do desemprego no Distrito Federal [de pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos conselho-economicoSocioeconômicos], muito em função de decisões tomadas pelo governo”, disse. “Promovemos a simplificação de atividades econômicas de baixo impacto, duplicamos os analistas da CAP (Central de Aprovação de Projetos, da Secretaria de Gestão do Território e Habitação). Daqui a alguns dias, vamos lançar a cesta básica da construção, com ICMS zero para materiais como areia, brita, tijolo e telha.”

O plano de trabalho exposto na reunião estabelece apenas um grupo de trabalho, dividido em seis câmaras temáticas. São elas: água, resíduos sólidos, educação como ferramenta para o desenvolvimento, Consórcio Brasil Central, dinamização da economia e uso do solo. A ideia é tratar todos os assuntos de maneira convergente e integrada para evitar sobreposição e conflito de ações.

Sugestões do Conselho

Após as apresentações das câmaras, o governador abriu o espaço para representantes da sociedade civil. Entre as sugestões de temas estavam desburocratização e segurança jurídica para negócios no mercado imobiliário, estímulo ao empreendedorismo, investimento na indústria criativa e de base tecnológica. Os temas serão discutidos continuamente no âmbito das câmaras temáticas.

O que é o Conselho

O colegiado tem o objetivo de discutir as demandas da população e opinar sobre soluções possíveis no âmbito do desenvolvimento econômico. Com base nele, serão estabelecidas ações para desburocratizar processos e ampliar as parcerias do governo com a sociedade.

São 69 conselheiros, sendo 47 representantes de distintos setores da sociedade civil e 22 do governo de Brasília. O conselho foi criado por meio do Decreto nº 33.359, de 23 de novembro de 2011, e alterado pelo Decreto nº 36.297, de 22 de janeiro de 2015. A nova redação detalha as atribuições do grupo, altera a composição e estabelece a participação efetiva da sociedade civil.

Metrô lança campanha pelo exercício diário da cidadania

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Foi lançada nesta segunda (26), na Estação Central (Rodoviária do Plano Piloto), a campanha Boas Práticas Começam com Você. Em parceria com a Controladoria Geral do DF, é um apelo para que, colocando-se no lugar do outro, o usuário – que embarca e desembarca todos os dias em cada um das suas 24 estações – reflita sobre as suas atitudes diárias.

Mas, enquanto a solenidade não começava, minutos antes, o melhor dos exemplos. Alguém que desembarcou na Estação Central perdeu R$ 120. Outro usuário achou e devolveu o dinheiro ao supervisor da estação que o encaminhou para o Setor de Achados e Perdidos. Quem perdeu poderá procurar o dinheiro dizendo quais a notas havia no bolo perdido.

Essa é razão da campanha. E o bom é quando os exemplos, como esse, batem à porta. Grandes painéis foram espalhados por todas as estações, dentro dos trens e também circularão na TV Minuto – compartilhadas em todos os carros. Os painéis chamam atenção do usuário para que, entre outras ações, ele preste atenção nas suas bolsas e mochilas – carregá-las sempre à frente – para não incomodar os outros usuários.

No elevador, que dê preferência ao usuário com algum tipo de necessidade especial. Foram instalados adesivos vermelhos avisando sobre a exclusividade. O uso inadequado e o excesso de peso acabam danificando o equipamento, prejudicando o atendimento àqueles que mais necessitam dele. E se estiver sem pressa, atenção: libere a faixa da esquerda da escada rolante para quem precisar andar mais rápido.

Prestar atenção ao som que ouve, para não incomodar quem está ao lado. E, dentro do trem, saber que os assentos preferenciais são destinados a quem realmente precisa: pessoas com deficiência, gestantes e idosos. Isso é mais do que educação. É um dos maiores gestos de cidadania.

E um dos principais tópicos, o que desencadeou a campanha do Metrô-DF, é Não pegue nada que não for seu. Se achou alguma coisa, entregue a um funcionário da estação ou deixe no Achados e Perdidos do Metrô, na Estação Galeria. Nada que não é seu deve ficar com você. Isso é princípio de honestidade em tempos de um país tão desonesto e desacreditado.

Lei de Gerson

O presidente do Metrô-DF, Marcelo Dourado, na abertura da solenidade, disse que a campanha tem como objetivo fixar no subconsciente, no coração e mente das pessoas. “É hora de pararmos com essa ideia da Lei de Gerson, que diz que temos que levar vantagem em tudo. Não pode ser assim”.

Henrique Moraes Ziller, controlador geral do DF, que também participou doe evento se disse otimista com os novos rumos do Metrô: “É um privilégio fazer parte dessa campanha: “Tenho certeza de que ela induzirá a um novo comportamento do cidadão”.

Luzimar Pereira, morador de Águas Claras e presidente da Associação dos Usuários do Metrô-DF, também elogiou a nova campanha. ‘É uma forma de educar a sociedade, levando o  usuário a se colocar sempre no lugar do outro”.

Maria de Lourdes Galvão, chefe do Setor de Achados e Perdidos do Metô-DF, há 18 anos trabalha com histórias de gente que acha o que não é seu, entrega no setor e torce para que chegue ao dono. “Sei que, depois dessa campanha, meu trabalho vai aumentar muito, mas o que me mantém nele é fazer sempre o bem.”

A campanha Boas Práticas Começam com Você tem um objetivo muito claro. Todos juntos por um mundo e pessoas melhores.  E esse é um exercício diário de cidadania.  É se enxergar verdadeiramente no outro. E só se respeita o outro quando se entende que o outro, aquele que está à nossa frente, pode ser um de nós. Quando se chega a esse nível de percepção e entendimento, toda e qualquer campanha sempre dará certo.

Ação de orientação contra as drogas abre inscrições para Taguatinga

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Unidade Itinerante de Apoio às Famílias chega à cidade em 1º de outubro. São oferecidas 50 vagas gratuitas para participar da programação do evento

A Unidade Itinerante de Apoio às Famílias está com inscrições abertas para a ação que ocorrerá em Taguatinga, no dia 1º de outubro, das 9h às 11h, no Centro Cultural Teatro da Praça. O evento, organizado pelo programa “Ame, mas não sofra”, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus/DF), tem como objetivo prestar informações e orientações a familiares de dependentes químicos, incluindo palestras, terapia comunitária e roda de partilhas. São oferecidas 50 vagas gratuitas. Os interessados podem se inscrever por meio dos telefones 2104-1819 ou 2104-1870.
Será a terceira ação da Unidade Itinerante de Apoio às Famílias, que já passou por Ceilândia e Samambaia. Na primeira região administrativa, em julho, foram atendidos 21 adultos e seis crianças. No segundo evento, em setembro, participaram 33 adultos e 21 crianças. No total, ocorreu a distribuição de 120 cartilhas informativas e 95 folders sobre o programa “Ame, mas não sofra”.
“Tem sido uma experiência gratificante superar os limites da sede da Sejus/DF e ir ao encontro da população, que tanto precisa de auxílio na luta contra as drogas. O drama da dependência química é capaz de devastar uma família, mas, felizmente, o programa ‘Ame, mas não sofra’ tem se mostrado um forte aliado no enfrentamento desse problema”, diz o secretário de Justiça e Cidadania, Marcelo Lima.
A programação da Unidade Itinerante de Apoio às Famílias inclui também as crianças. Enquanto os adultos ouvem os especialistas, há um espaço dedicado ao público infantil, com trabalho de prevenção ao uso de drogas por meio de fantoches, na apresentação da peça “Aprendendo a dizer não”. Depois de Taguatinga, a ação chegará ao Paranoá, em 29 de outubro, no Núcleo do Pró-Vítima situado na Quadra 5, Conjunto 3, Área Especial.
 

Equipe multidisciplinar

Promovido pela Sejus/DF, o programa “Ame, mas não sofra” oferece orientação individual, palestra informativa e terapia comunitária aos participantes. Para isso, conta com equipe multidisciplinar de profissionais, que têm a missão de orientar os familiares dos dependentes de drogas quanto aos cuidados consigo e à maneira mais adequada de abordar o ente querido em busca da superação do vício. A iniciativa foi reativada em junho de 2016. Nos últimos quatro meses, foram prestados 348 atendimentos na sede da Sejus/DF.
Programa “Ame, mas não sofra” – Unidade Itinerante de Apoio às Famílias
Quando: 1º de outubro (sábado)
Horário: 9h às 11h
Local: Centro Cultural Teatro da Praça (CNB 4, lote 3, Loja 1)
Inscrições: 2104-1819 ou 2104-1870

Em apelo final antes do pleito, Partido Novo propõe ‘política reguffiana’

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Senador José Antônio Reguffe

Os candidatos do Partido Novo a vereador decidiram adotar uma, digamos assim, ‘política reguffiana’, na reta final deste pleito.

Segundo Severino Motta, do Radar On Line, tal como faz o senador Reguffe, que foi o mais votado em Brasília, os candidatos do partido, se eleitos, vão cortar verbas de gabinete, limitar a verba indenizatória, reduzir o número de funcionários e ainda apresentar projetos de lei para que os demais vereadores façam o mesmo.

O compromisso será registrado em cartório nesta segunda-feira.

Ataques a Jovita Rosa e ao Adote Um Distrital não mudarão a história dos corruptos do DF

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Ofenderam as mulheres erradas, ofenderam as que nunca deveriam ter sido ofendidas

Por Edson Sombra


Até alguns dias atrás, a ONG – Adote Um Distrital e sua presidente, Jovita Rosa, eram festejados e reputados como idôneos e isentos. Haviam pedido a cassação da deputada distrital Liliane Roriz, o que era publicamente do interesse da Mesa Diretora da CLDF. Bastou que eles apresentassem pedidos ao MPDFT para que os deputados envolvidos no que se denominou “UTIGates” ou “Bonde da propina” fossem afastados, para que inúmeros blogs passassem a atacar Jovita Rosa e o Adote Um Distrital.

 

As estratégias são rasteiras e as detalharemos aqui.

 

Um filósofo alemão do século XIX, Arthur Schopenhauer, produziu uma obra publicada postumamente, chamada Dialética Erística, que pode ser entendida como a arte de discutir, de modo a vencer, por meios lícitos ou ilícitos, “per fas et per nefas”, na consagrada expressão latina. A dialética erística denunciava os métodos enganosos utilizados pelos maus filósofos para persuadir o público que 2+2 é =5.

 

Aqui no Distrito Federal a Dialética Erística, ainda que inconscientemente, tem sido utilizada por meia dúzia de políticos ladrões, por seus seguidores bandidos, servidores públicos comissionados inescrupulosos: contratam jornalistas venais que, financiados com dinheiro público desviado, se prestam a alaranjar falsas noticias e a persuadir o população de que a soma de 2+2 é =5.

 

Agindo como pistoleiros, alguns blogueiros tentam denegrir a imagem de quem os enfrenta e usam as redes sociais, na maioria dos casos, auxiliados por servidores comissionados de órgãos públicos, pagos com o dinheiro do consumidor brasiliense. Atacam, sem prova, divulgam factoides, deturpam informações. São implacáveis. Não há inocentes nesse esquema criminoso, todos os integrantes sabem a quem estão atacando, sabem da inocência e da credibilidade de suas vitimas.

 

Enquanto isso, os corruptos que patrocinam a todos, comemoram. Passam a seus puxa-sacos a sensação que estão ganhando a guerra e que a vitória está próxima. Em alguns casos eles chegam a louvar a Deus. Coitados.

 

O que começa errado nunca termina certo, e o funeral político de algumas corjas corruptas e dos crápulas que deles se tornaram defensores está próximo, muito próximo mesmo. A única coisa que eles poderão conseguir é um belo par de algemas. A soma de 2+2 jamais será 5.

 

O pior dos estratagemas que os canalhas e corruptos vêm usando, é o de lançar mão de ofensas pessoais. Uma técnica que deve constar do manual da canalhice. É o que fizeram com Jovita Rosa, a presidente da ONG – Adote Um Distrital e com outros integrantes do grupo. Assim fizeram também com outras mulheres. Tentam com essa tática encolerizar seus alvos, adversários, para que, tomados pela ira, suas vitimas cometam erros. Não conseguirão. Desistam, a soma de 2+2 jamais será 5.

 

Jovita Rosa e o Adote Um Distrital, no entanto, não caíram na provocação barata e rasteira dos vagabundos (políticos e pseudojornalistas). Ganharam em credibilidade!

 

Os idiotas que se prestam a mandar recados de políticos vagabundos Jovita Rosa e ao Adote Um Distrital, ainda se proclamam vencedores de uma luta que, além de não ter terminado, estão perdendo. Os próximos dias serão decisivos e evidenciarão que o A dote Um Distrital escolheu o lado da justiça e da verdade. Os vagabundos não passarão.

 

Tentam desmoralizar Jovita Rosa e o Adote Um Distrital, para evitar discutir o principal: a acusação de desvios na saúde pública, que tem como consequência, a morte de pessoas inocentes para alimentar a insaciável fome de leão por dinheiro e poder.

 

O Adote Um Distrital, cumprindo a sua finalidade, sempre se colocou ao lado da população, ao contrário do que fazem os políticos corruptos e os que se vendem ou vendem espaços em seus veículos de comunicação.

 

Aviso aos navegantes: o final desse filme já está nas mãos de quem de direito. Em breve estará sendo exibido em todos os meios de comunicação e nas redes sociais.

 

Parabéns a todas as mulheres atacadas que como Jovita Rosa não se acovardam diante do poder das quadrilhas poderosas de plantão.

 

A Jovita Rosa e as mulheres que foram vitimas dos mercenários de plantão, o titular desse blog lhes manda uma mensagem de conforto: a árvore continua dando sombra e a tentativa de desmoralização não aguentou a primeira chuva da primavera. A história, em poucos dias, irá lhes reverenciar.

 

Conte conosco Jovita Rosa, conte conosco Adote Um Distrital. Nós também não vamos nos acovardar. Não esqueçam que jamais 2+2 será 5

Trabalho do comércio aberto aos domingos é oficializado

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Lei 5.716/16 de autoria da deputada Celina Leão é sancionada e garante mais empregos no DF

O Diário Oficial do DF (DODF) publicou, nesta segunda-feira, o texto da Lei 5.716/2016 de autoria da deputada Celina Leão, que foi sancionada na sexta-feira (23), na íntegra, pelo governador Rodrigo Rollemberg. De acordo com o Projeto de Lei 988/2016, que originou a lei, permite a abertura do comércio do DF aos domingos e feriados. A parlamentar comemorou a decisão, na própria sexta-feira (23), no Palácio do Buriti, com representantes do setor empresarial, como o presidente da Associação Comercial do DF, Cleber Pires, diretores da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio) e o Sindicato do Comércio Varejista (Sindivarejista), entre outros.

De acordo com Celina Leão a liberação não afeta garantias trabalhistas e quanto ao aspecto social diz que é relevante observar que o Brasil passa por uma crise econômica e o aumento significativo do desemprego. “Fatores que têm afetado todas as atividades produtivas, inclusive, e de maneira acentuada, o comércio varejista, que tem sofrido redução preocupante no seu faturamento, resultado no fechamento de pontos de venda e, logicamente, de postos de trabalho”, justifica.

A parlamentar reconheceu que ainda há, ainda, algumas dificuldades a vencer, como diminuição do número de ônibus nos fins de semana e feriados. Para Celina é importante o aumento de linhas de ônibus para garantir a volta para casa dos trabalhadores no domingo, especialmente à noite. “Os passos estão sendo dados para poder atender à população e já noticiamos isso à Secretaria de Mobilidade. O que compete ao poder Legislativo é cobrar para atender bem o trabalhador ”, diz Celina.

Com a nova lei, Celina diz que espera melhorar a vida da população, que está sofrendo com o desemprego. “Nossa lei garante todas as questões trabalhistas, já que ele remete a uma lei federal. Não podemos destituir nenhuma questão trabalhista”, avalia. E garante que quem vai estabelecer como vai funcionar é o próprio estabelecimento.  “A convenção coletiva vai discutir outras coisas, como base salarial, data-base, mas não esse quesito de que o comércio vai funcionar ou não”, ressalta.

Na atual legislação, as lojas de shopping funcionam das 14h às 20h, enquanto que as lojas de rua abrem durante seis horas aos domingos. Os empresários têm a expectativa de que as lojas que já funcionam nesses períodos possam abrir durante todo o dia, a partir do ano que vem.

BNDES diz que financiamentos investigados na Lava Jato estão sendo revistos

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O ex-presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse que contratos com Angola envolveram “extensa análise técnica”

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou uma nota, na noite desta segunda-feira (26), informando que os financiamentos contratados pelo BNDES com Angola, e que estão sob investigação na Operação Lava Jato, estão em fase final de revisão e que o banco estuda a definição de novos critérios e procedimentos para futuras operações.  A instituição também disse que está colaborando com o Tribunal de Contas da União (TCU).

Segundo a nota, as operações feitas com Angola “derivam de diversos protocolos que os dois países têm celebrado desde a década de 1990”. Os protocolos envolvem o apoio às exportações para projetos em diversos setores, como  construção de rodovias, obras de saneamento, abastecimento de água, geração e distribuição de energia elétrica e habitação, além de exportação de equipamentos para corpo de bombeiros.

A nota é uma resposta à citação do banco nas investigações divulgadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal (MPF). Segundo o MPF e a PF, o ex-ministro da Fazenda no governo Luiz Inácio Lula da Silva, Antonio Palocci, e a Odebrecht teriam negociado ampliação de linha de crédito junto ao BNDES para Angola, país com o qual a empresa mantinha relações comerciais.

O banco informou que os financiamentos contratados pelo BNDES para exportações de bens e serviços de engenharia e construção feitas pela Odebrecht para a África atingiram US$ 3,3 bilhões entre 2007 e 2016. O banco esclarece que o total das operações contratadas pela instituição para projetos de infraestrutura na África alcançou US$ 4,7 bilhões.  Os US$ 4,7 bilhões estão incluídos nos financiamentos a exportações de bens e serviços de engenharia e construção concedidos pelo banco no período de 2007 e 2016, que totalizam US$ 13,9 bilhões. Os desembolsos para os financiamentos de exportação somaram U$ 9,3 bilhões. Segundo a nota, todas as operações de financiamentos contratados pelo BNDES estão disponíveis no site do banco.

Procurado pela Agência Brasil, o ex-presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse desconhecer detalhes das investigações feitas pela Polícia Federal, mas ressaltou que as operações de apoio a exportações de bens e serviços de engenharia brasileiros para obras no exterior efetuadas pelo BNDES durante sua gestão “respeitaram todas as normas e procedimentos rigorosos do banco”. Segundo Coutinho, o processo inclui “extensa análise técnica e de órgãos colegiados, internos e externos ao banco, e estruturação de sólidas garantias, o que vem permitindo ao BNDES sustentar baixíssimos índices de inadimplência”.

Eleições 2016 | Eleitores não podem ser presos a partir de hoje

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A partir de hoje (27), eleitores não podem ser presos ou detidos, salvo em flagrante ou para cumprimento de sentença criminal. A regra está prevista no Código Eleitoral, que entrou em vigor em 1965 e serve para garantir a liberdade do voto. No próximo domingo (2), mais de 144 milhões de eleitores vão às urnas para eleger vereadores e prefeitos. A regra vale até 48 horas após o encerramento do pleito.

Na prática, mandados de prisão não devem ser cumpridos pela Polícia Federal, principalmente na Operação Lava Jato, até a semana que vem, para evitar nulidades nos processos criminais. A regra foi inserida na legislação eleitoral em 1932, com o objetivo de anular a influência dos coronéis da época, que tentavam intimidar o eleitorado. Atualmente, juristas questionam a impossibilidade das prisões, mas a questão nunca foi levada ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A proibição está no Artigo 236, do Código Eleitoral, e o texto diz: “Nenhuma autoridade poderá, desde 5 (cinco) dias antes e até 48 (quarenta e oito) horas depois do encerramento da eleição, prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto.”