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WCIT abre novas oportunidades para setor de Tecnologia da Informação no Brasil

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Em Brasília, último dia do maior congresso de TI do mundo aponta para ampliação dos investimentos em tecnologia no país e milhões de reais em negócios já concretizados

Foi encerrada nesta quarta-feira (04) em Brasília, a 20ª edição do Congresso Mundial de Tecnologia da Informação (WCIT). Ao longo de três dias, foi promovida uma série de painéis e palestras que trataram de importantes temas para o setor e, sobretudo, das promessas da Era Digital.

Além do sucesso de público e da grande repercussão dos painéis de discussão, o WCIT também foi um sucesso de negócios. Mais de 60 empresas e instituições de diversos locais do Brasil e do mundo puderam expor serviços e soluções digitais – firmando, então, novas parcerias e atraindo investimentos.

Outra iniciativa para geração de negócios futuros foram as rodadas de negócios B2B, coordenadas pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI). Foram realizados cerca de 200 encontros, e a expectativa é que as negociações gerem mais de 100 milhões de dólares, em médio e longo prazo, e potencializem a participação brasileira no cenário global da TIC.

Segundo Santiago Gutierrez, presidente da Aliança Mundial de Tecnologia da Informação e Serviços (WITSA), entidade organizadora do evento, “o Brasil será diretamente beneficiado com os negócios promovidos pelo congresso. Esse impacto na economia do setor será sentido não apenas nos próximos meses, como também por muitos anos depois”.

Debate rico

Gutierrez ressalta ainda que o WCIT terá um forte impacto subjetivo para o Brasil. “Os setores público, privado e acadêmico do país sede têm a oportunidade de conhecer e discutir diferentes estudos e experiências práticas, trazendo-os para a sua realidade e promovendo uma agenda digital de sucesso”, conclui.

O evento trouxe para o Brasil grandes nomes do universo da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), a exemplo de gestores que atuam ou já passaram por empresas como Google, eBay, Microsoft, Johnson&Johnson e Uber, e por entidades como o Fórum Econômico Mundial, Banco Mundial, Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID) e Casa Branca.

Entre empresários, investidores, CEO’s, acadêmicos e personalidades da cadeia de TIC, o congresso contou mais de 2 mil participantes, de 50 países. Eles puderam acompanhar, ao longo de 28 horas de programação, um total de 21 painéis com 63 palestrantes de renome internacional.

Redes

O sucesso do evento também ficou evidente com o engajamento do público nas redes sociais. Apenas no Facebook, os quase 30 mil seguidores da página oficial tiveram acesso a uma série de conteúdos especiais, a exemplo de entrevistas e transmissões ao vivo com os palestrantes convidados. Esses vídeos foram vistos, na rede, por mais de mil pessoas.

Ao todo, foram cerca de 3.500 envolvimentos com as publicações, um aumento de 180% em relação ao registrado nos dias anteriores. Ao longo da última semana, o conteúdo publicado na página do WCIT Brasil, no Facebook, alcançou, ao todo, mais de meio milhão de pessoas.

Já no Twitter, foram registradas mais de 12 mil impressões nos conteúdos publicados e cerca de mil visitas ao perfil, durante a cobertura ao vivo. Como resultado, houve um aumento de 1.000% nas menções, rendendo àhashtag #WCIT2016 uma aparição na lista de Trending Topics nacional.

“Tamanha participação do público, tanto presencialmente como através das redes sociais, deixou claro o sucesso do evento, e permitiu uma forte interação, contribuindo na busca de soluções para garantir o acesso de todos às inovações do mercado e às promessas da era digital”, resume Jeovani Salomão, presidente da Federação das Associações Brasileiras de Empresas de Tecnologia da Informação (Assespro) e co-organizador do WCIT.

Programação do dia

Neste terceiro dia de evento, foram discutidas as formas como a Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) impacta áreas como saúde, educação e aprendizado. Computação em nuvem, governança na internet e transparência no governo também nortearam os debates.

O primeiro painel da manhã discutiu o impacto das parcerias público-privadas na TIC, com o compartilhamento de experiências trazidas por Samia Melhem, líder global de Desenvolvimento Digital do Banco Mundial, além de representantes dos governos da Índia e do Egito.

Para o sucesso dessas parcerias, os participantes destacaram a importância de as empresas não entrarem no projeto pensando em ganho imediato, já que o retorno desses investimentos deve acontecer a longo prazo. Sob o ponto de vista do governo, afirmaram ser essencial combater os interesses políticos, que tendem a exigir imediatismo e podem comprometer a devida construção do projeto.

Outra questão evidente foi a necessidade de modernização das exigências governamentais. Segundo os especialistas do painel, a maior parte das inovações digitais atualmente vêm das startups, mas, em geral, elas são excluídas dos processos de seleção por conta de critérios de pré-qualificação não adequados à realidade atual.

Nos demais painéis, ao longo dos três dias, as regulações locais impactando negócios globais foi, na verdade, um ponto de discussão unânime. O entendimento é que a burocracia e a legislação local terão implicações diretas na performance da empresa – podendo significar desde a ampliação dos custos à impossibilidade de atuação naquele país.

“O Futuro de Trabalho” foi outro painel de destaque do terceiro dia de congresso. Moderado por Vint Cerf, co-criador da internet e vice-presidente do Google, o debate trouxe à luz questões como mudanças no conceito de ambiente de trabalho, que gradualmente se aproxima do ambiente domiciliar.

A discussão também tocou na maneira como a tecnologia elimina algumas posições de trabalho, mas, por outro lado, cria também novas oportunidades. Abordou ainda a maneira como ela amplia a acessibilidade no ambiente de trabalho – um movimento cada vez mais necessário, inclusive em função do envelhecimento da população.

Prêmio WEDS

Em um processo de divulgação e candidatura que recebeu visitantes online de 172 países, empresas de várias regiões do planeta submeteram soluções digitais bem-sucedidas em diversas áreas do bem-estar humano à edição 2016 do concurso WITSA Emerging Digital Solutions (WEDS), que premia as soluções mais inovadoras e que obtiveram desempenho elevado e potencial para serem replicadas em outras regiões. Os selecionados de 2016 expuseram suas criações durante a programação do WCIT Brasil.

Os premiados foram escolhidos por júri formado por membros da WITSA e especialistas em competitividade e bem-estar social. Os critérios de julgamento das soluções digitais foram cinco: propósito da solução, integridade, sustentabilidade, replicabilidade e inovação.

 

Após vitória em Santo Antônio do Descoberto, Dr Adolpho visita Ronaldo Caiado

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O prefeito eleito em Santo Antônio do Descoberto (GO) com 21.447 votos, Dr Adolpho Lohrmann (PMDB), esteve na nesta quarta-feira (5) no gabinete do senador Ronaldo Caiado (DEM).

Acompanhado do vice Aleandro do Renascer (PROS) e de lideranças da região, Dr. Adolpho conversou com o parlamentar sobre projetos e ações para a cidade goiana.

Formado em Medicina, ele já foi secretário de Saúde do município e teve mais de 86% dos votos válidos no último domingo em Santo Antônio do Descoberto.

Com economia de R$ 100 milhões por ano, membros da AGU oferecem os cargos comissionados na Instituição

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Iniciativa pode gerar economia milionária aos cofres públicos. Advogados Públicos Federais defendem a extinção ou a redução drástica das funções gratificadas como uma contribuição ao ajuste fiscal.

O Governo Federal anunciou o corte de cargos em comissão, funções e gratificações com intuito de ajustar as contas públicas. Caso a medida fosse executada apenas no âmbito da Advocacia-Geral da União, que possui cerca de 1.653 cargos comissionados, seria gerada uma economia anual de aproximadamente R$ 100 milhões.

A Associação Nacional dos Advogados Públicos Federais (ANAFE), maior entidade representativa das quatro carreiras jurídicas da AGU, defende a extinção ou a redução drástica das funções gratificadas e dos cargos de Direção e Assessoramento Superior (DAS) no órgão.

O Presidente da ANAFE, Marcelino Rodrigues, destaca que os cargos não apresentam fim prático na defesa da União e, muitas vezes, acabam sendo utilizados para fins políticos.

“O cargo em comissão não é compatível com o status de Função Essencial à Justiça, pois acaba gerando uma distinção arbitrária entre os membros da Instituição. Além disso, a iniciativa tem como escopo auxiliar na redução de gastos, demonstrando o compromisso dos Advogados Públicos Federais com a garantia da estabilidade das contas públicas e com o melhoramento do atual cenário de crise”, afirma.

Artigo | A crise na saúde do DF tem explicação? Que sistema queremos?

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Por Flávio Dias de Abreu


Em 2 de março de 2016, manifestei no artigo intitulado “Terceirização de serviços em Saúde no DF: é a solução?” (http://agendacapital.com.br/terceirizacao-de-servicos-em-saude-no-df-e-solucao/),  os caminhos do desperdício e da falta de valorização do capital humano.

Muitos fatos ocorreram de lá para cá. Crise na gestão da SES/DF, crise parlamentar, no executivo distrital, denúncias de corrupção, malversação do dinheiro público, recursos materiais inoperantes, policia e Ministério Público na SES/DF, na Câmara Legislativa distrital, no Poder executivo distrital, busca e apreensões, Comissão Parlamentar de Inquérito da Saúde na Câmara legislativa do Distrito Federal, auditorias da Controladoria Geral da União, do Ministério Público Federal e do Distrito Federal e territórios, prisões de profissionais da saúde pública e privada, enfim, turbulências gravíssimas em um combalido sistema de saúde, consolidando uma crise sem precedentes na saúde do Distrito Federal.

Não há como deixar de aferir e sentir os impactos funestos desses fatos nos cidadãos dependentes do Sistema Único de Saúde-SUS. Portanto, no exercício da liberdade democrática de opinar, não com fins de desconstruir o que já está amplamente constatado e divulgado, mas sim com o intuito de contribuir no campo de ideias, para reverter o padecimento e a desarticulação no sistema de saúde público do Distrito Federal.

Em silogismo com o exercício da medicina, os sinais e sintomas que da patologia na SES/DF saltam aos olhos. Inevitável associar a ineficiência e insuficiência de gestão na saúde. Não de recursos, como fartamente tentou se consolidar. Explico, conforme divulgado em março de 2016.

No ciclo do atual governo, açodadas crítica ao sistema de saúde vigente à época, demonstrava descompasso com a situação, onde o foco estava em desqualificar recursos humanos das atividades meios e fins, criticando a participação de profissionais da saúde, que se encontravam exercendo atividades na gestão. Divulgou-se que com recursos humanos oriundos de áreas outras, para compor a gestão na SES/DF, especialmente dos quadros alienígenas, seria a solução para a saúde no Distrito Federal.

Pois bem. Assim se fez a gestão, com quadros oriundos de entes de União, onde técnicos sem qualquer experiência, ausência de formação em saúde pública ou privada foram apresentados como especialistas para a resolução dos problemas na saúde pública do Distrito Federal. Alçados em áreas vitais, entre as quais, cite-se a Unidade de Administração Geral, o Fundo de Saúde, o Controle Interno, a Assessoria Jurídica, todos na SES/DF. Concentraram as decisões financeiras no FSDF. Lançaram ácidas criticas ao que se encontrava estabelecido, sempre olhando no retrovisor, pregando que o paraíso no novo.

Modificaram processos de trabalhos, sob o argumento de que eram imprecisos e ineficientes. Chancelaram as mudanças nas explicações cotidianas, com pitadas de explicações aos supostos envolvimentos em gestões temerárias.

Em uma oportunidade, determinado subsecretário de saúde estranho aos quadros da SES/DF, chegou a afirmar que o sistema padecia de ausência de interligação e hierarquização, corroborando o completo desconhecimento em gestão na saúde pública, especificamente do sistema vigente no Distrito Federal, sendo 100% dos hospitais da rede, públicos.

Persistindo na via obtusa à melhor gestão em saúde, a nova Meca seria as OSs e OSCIPs. Realizou-se benchmarking com Estados da Federação, em que claramente situavam-se em patamares bem inferiores aos indicadores do Distrito Federal, em clara intenção implantação no DF.

Assim, seguiu-se o plano governamental para implantar a gestão terceirizada, vias OSs e OSCIPs. No que resultou? Em uma sucessão de mal fadados e ledos enganos, com impactos gritante aos usuários do sistema público de saúde.

Na acentuada queda da qualidade do sistema de saúde pública, cito o sistema de Atendimento Médico de Urgências, o SAMU/SES-DF. De serviço de excelência, com indicadores similares ao de países como o Japão, Estados Unidos, França, Inglaterra, Alemanha, regrediu. Ao desmantelamento da gestão, aditada da desmotivação de seu capital humano, teve consequências nos seus indicadores, com vertiginosa queda da qualidade.

Agravado com a crise econômica, que assola a União, Estados e Municípios, em pouco tempo, demonstrou-se a ineficácia e o despreparo da badalada gestão noviça, envolvida em escândalos de corrupção, malversação dos serviços públicos e peleguismo com entidades desvirtuadas da boa fé, sempre olhando o passado, deixando o barco a deriva.

Desmotivados e sem auferirem dias alvissareiros, o maior patrimônio da Secretaria da Saúde do Distrito Federal, seu Recurso Humano, definha na apostasia em bem cumprir com suas habilidades, ante a ausência rumos eficientes e ágeis, que conduza a SES/DF para águas serenas e propicie segurança aos usuários do sistema de saúde.
A gestão mantém-se subordinada às vontades de desastrosas medidas adotadas, sem implementar as imediatas modificações e atualizações necessárias na máquina da saúde do DF, ante as complexas amarras envidadas pelos gestores antecessores. Não se olha o horizonte. Não se almeja seguir em frente. À carcomida decisão política de a todo custo implantar OSs e OSCIPs, some-se as intrigantes e ineficazes modificações perpetradas pela gestão antecessora, entre as quais, concentração das decisões de emprego dos recursos econômicos da saúde no eixo SUAG/FSDF (mais de 6 bilhões de reais), loteada entre apadrinhados despreparados e com interesses divergentes ao interesse público, culminando em aviltar a fragilizada saúde no DF.

E como guinar a rota, para minimizar os danos e o desastre? Olhar com altivez o horizonte. Trabalhar arduamente. Investir nos capacitados quadros dos eficientes gestores da SES/DF. Motivar o recurso humano da área meio e área fim. Soltá-los das amarras dos interesses estranhos na saúde pública. Combater o desperdício. Emergir em ao ainda ímpar sistema de saúde no Brasil, quiçá na América Latina, em combate a submissão, decorrentes das desastrosas políticas públicas ineficazes adotadas, com ações de curto e médio prazo.

Ora, mas com o desastre está em curso, seria suficiente tais medidas? O que fazer? O tempo urge e é hora de ação. Necessária a coragem para decidir bem. Não mais decisionismos, carcomidos em espúrios interesses. Decidir com responsabilidade, expurgando-se os vícios e enfrentado os contrários, retomando a nau, com vigor.

Ação imediata e reforma ao mal fadado, ineficaz, mal balizado e desvirtuado planejamento da saúde 2015/2016, que submeteu o Distrito Federal em mais um atoleiro. Como se abstrai nos demais entes da Federação, que se agrava dia a dia, com a inércia e o desmonte do parque da saúde no DF, não se pode mais esperar.
E onde estão os ‘brilhantes’ mentores dos insucessos na saúde atual? Compulsando jornais, blogs, veículos de comunicações, vislumbra-se que estão a dar explicações aos órgãos de controle e fiscalização. Mas e o Controle Interno da Saúde na SES/DF, onde estava que não alertou a alta gestão. Vítima do desmonte, também se mostrou ineficiente. Extinguiu a Diretoria de Fiscalização de Licitações, Contratos e Convênios e a Controladoria da Saúde, umbilicalmente desvinculado-os da Corregedoria da Saúde, na reforma de 2015. Fiscalizações nas licitações, contratos, convênios, controle, auditorias especializadas para o SUS deixaram de existir. Triste constatação dos efeitos mutiladores que repercutiram no sistema. Tomógrafos inoperantes, quimioterápicos não comprados, logística dos hospitais combalidas, …

E os grupos organizados? Infiltrados com maus servidores públicos, em espúria relação, amparados em bases representativas desvirtuadas das suas finalidades, agiram livremente, sem qualquer eficiente controle e fiscalização eficientes. Consequentemente, desconectou-se a SES/DF do Departamento Nacional de Auditoria do SUS – DENASUS/MS -, inibindo cobranças de faturas dos serviços médicos prestados, facilitando a confusão entre os recursos oriundos da União com a contrapartida do Distrito Federal e até a ausência de cobrança de serviços de saúde prestados. Grupos vinculados às máfias de OPMEs proliferaram e agiram, livremente. E quanto aos matérias e medicamentos? Um completo caos no controle.

Estar-se-á agora, mais uma vez, dependente da mobilização do excelente capital humano que está dentro da administração pública do Distrito Federal, especificamente na Pasta da Saúde. Reformas imediatas e ação! Nesse contexto, repito o que foi propalado na matéria do dia 2 de março de 2016, que antevendo a crise instalada, propõe reflexões para mudança.

Valorizem o capital humano na SES/DF, afastando-o das amarras iníquas no modelo fracassado, em tão curto prazo. O preço? Vidas deixarão de serem ceifadas, no acabrunhado sistema público de saúde vigente.


Flávio Dias de Abreu, é médico, advogado, Presidente da Blue System Assessment Gestão Empresarial (Colunista do Agenda Capital)

Igreja deve indenizar vizinha por barulho excessivo

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Uma igreja terá de indenizar em R$ 15 mil a vizinha da instituição por barulho excessivo e perturbação de sossego. A instituição também foi condenada a realizar projeto de isolamento acústico no prazo de 90 dias. A decisão é do juiz de Direito Marcelo Andrade Campo Silva, da 16ª Vara Cível de Campo Grande/MS.

A autora afirmou que as atividades religiosas ocorriam normalmente de manhã e à noite e chegavam a durar seis horas, ultrapassando o horário das 22hs. Contou que, em determinadas épocas, a agressão sonora ocorria todos os dias da semana, e que tentou dialogar com o pastor responsável pela igreja, mas não houve acordo. A instituição já teria se submetido a duas transações penais nas quais se comprometeu a doar cestas básicas, porém, a importunação ao sossego continuou.

A autora pleiteou indenização por danos morais, afirmando que sequer conseguia assistir televisão, e também por danos materiais, ao aduzir que não consegue vender seu imóvel justamente por ser vizinha do templo religioso, o que teria acarretado a desvalorização do bem.

Na decisão, o juiz observou que as testemunhas confirmaram a versão da autora e que os ruídos ultrapassam o limite tolerável de 55 decibéis, pois poderiam ser escutados do imóvel de uma testemunha que mora a três casas de distância da igreja.

O magistrado entendeu que a igreja tem o direito de realizar seus cultos nos dias e horários de costume, desde que não interfiram no sossego alheio. Assim, determinou que a instituição execute, em 90 dias, projeto de proteção acústica a fim de evitar que o barulho ultrapasse o limite legal.

Por fim, reconheceu o dano moral suportado pela autora, que “teve lesados o sossego e a qualidade de vida pelo som e ruídos produzidos pela REQUERIDA, comprometendo sua integridade psíquica levando-a, inclusive, a se mudar do local que se tornou, para ela, insuportável”.

O pedido de danos materiais foi negado visto que o juiz não considerou provada a desvalorização do imóvel por conta da igreja.

Processo: 0815844-56.2014.8.12.0001

Governador Rollemberg vai ao Ministério da Saúde destravar pendências do Hospital Oncológico

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O ministro Ricardo Barros recebeu o governador Rollemberg na manhã desta quarta-feira (5) para tratar da construção do Hospital Oncológico. Foto: Tony Winston/Agência Brasília

O governador encontrou-se na manhã desta quarta-feira (5) com o ministro Ricardo Barros para tratar da construção da unidade

A resolução de pendências para a construção do Hospital Oncológico de Brasília foi tema de encontro entre o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, e o ministro da Saúde, Ricardo Barros, na manhã desta quarta-feira (5). O valor da obra é de R$ 166.380.724,78. Desses, R$ 122 milhões virão de emenda parlamentar federal, e R$ 44.380 milhões, de contrapartida do Executivo local.

“Essa reunião foi para resolver as últimas pendências para a construção do hospital, que recebeu uma emenda e que precisa ter o projeto aprovado pelo ministério para a gente avançar no processo licitatório”, explicou o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, após a reunião. A unidade especializada ficará em terreno vizinho ao do Hospital da Criança José de Alencar, no Setor de Áreas Isoladas Norte.

Rollemberg apresentou ainda um pleito recorrente de governadores: a flexibilidade na utilização dos recursos dos blocos de saúde. “Muitas vezes já acabou o recurso da média e da alta complexidade, mas ainda tem em outras áreas, como na assistência farmacêutica e na atenção primária”, exemplificou o governador.

Foi discutida ainda a ampliação do serviço de radioterapia prestado pela unidade do Hospital Sírio Libanês no Distrito Federal por meio de convênio com o ministério. De acordo com Fonseca, é necessário aumentar o número de pacientes tratados de 120 por ano para 360. “O ministro foi extremamente atencioso e resolutivo em relação aos pleitos do Distrito Federal”, ressaltou o governador Rodrigo Rollemberg.

MPDFT questiona alterações legislativas no Programa Material Escolar

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A Procuradoria-Geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios ajuizou nessa segunda-feira (03) ação direta de inconstitucionalidade contra a Lei distrital 5.490/2015, que instituiu o Programa Material Escolar no DF. O MPDFT defende na ação a inconstitucionalidade formal de diversos dispositivos da lei, incluídos ou alterados por 19 emendas aditivas, supressivas e modificativas, de autoria parlamentar, em projeto de lei de iniciativa reservada do chefe do Poder Executivo distrital.

O projeto original apresentado pelo Poder Executivo conferia ao administrador público duas alternativas para a concessão do benefício: na primeira, o material seria adquirido diretamente pela própria Secretaria de Educação e distribuído aos alunos matriculados (art. 2º); na segunda, a concessão se daria “por meio de auxílio pecuniário” (art. 3º).

No entanto, após a apresentação de 19 emendas parlamentares, o projeto foi aprovado sem a possibilidade de aquisição do material escolar diretamente pelo Poder Público, mediante licitação e por preços mais vantajosos, sob o pretexto de “oportunizar ao beneficiário poder de escolha do material a ser adquirido” e de “descentralizar a aquisição como forma de fomentar o comércio de diferentes estabelecimentos especializados na comercialização do material escolar.”

Assim, a lei questionada passou a prever somente o “auxílio financeiro para a aquisição de material escolar” pelo próprio estudante, com o valor mínimo do benefício fixado em 80 reais e o valor máximo, em 242 reais por aluno da rede pública de ensino. Como consequência, o benefício, que poderia chegar a atender todos os 480 mil estudantes da rede pública de ensino, somente alcançará cerca de 70.771 alunos.

A ação proposta atende a uma Representação da Promotoria de Justiça de Defesa da Educação (Proeduc), que ressaltou a desnaturação da proposta original e o prejuízo à necessária otimização do uso dos recursos públicos em área tão sensível como a educação pública.

Brasília recebe Campus Party de 26 a 30 de julho de 2017

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Ao lado do presidente do Instituto Campus Party, Francesco Farruggia, e do deputado Joe Valle, data foi anunciada pelo governador Rollemberg nesta quarta-feira (5), quando se iniciou a contagem regressiva de 30 dias para o Campus Day, em 5 de novembro. (Foto: Dênio Simões)

No mesmo dia do encerramento do 20º Congresso Mundial de Tecnologia da Informação (WCIT), no Centro Internacional de Convenções do Brasil, nesta quarta-feira (5), o governo de Brasília anunciou a data de outro grande evento do setor na cidade: a Campus Party. Será de 26 a 30 de julho de 2017, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek. Brasília havia sido confirmada como sede em janeiro, mas somente agora se definiu o período.

O anúncio foi feito pelo governador de Brasília,Rodrigo Rollemberg, no Palácio do Buriti. “Estamos fazendo um investimento muito grande para mudar a vertente do desenvolvimento econômico da cidade. Brasília tem grande vocação para se tonar um centro de ciência, tecnologia e inovação.” O chefe do Executivo local destacou o fato de o DF ter a maior concentração de doutores por habitante no País, além de instituições científicas.

Hoje também teve início a contagem regressiva de 30 dias para o Campus Day Brasília — evento preparatório para a Campus Party na capital federal —, que ocorrerá em 5 de novembro, das 14 às 22 horas, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Gratuitas, as inscrições estão abertas.

O Campus Day é uma forma de chamar a população a participar da Campus Party, de acordo com o presidente do Instituto Campus Party, Francesco Farruggia. “Em 5 de novembro, faremos um esquenta. Serão algumas horas, mas muito importantes para engajar a comunidade”, afirma Farruggia.

Segundo o secretário adjunto do Trabalho, Thiago Jarjour, a Campus Party ocorre em 12 países e é o evento de tecnologia, empreendimento e inovação mais abrangente do mundo. “Por onde ela passa, deixa um legado. Esperamos que em Brasília seja assim.” Jarjour destacou ainda que o festival ajudou a implementar células empreendedoras em universidades e de robótica livre em escolas públicas em outros países. “O exemplo poderia ser seguido aqui, e a Campus Party, servir de mola propulsora para a implementação do Biotic – Parque Tecnológico”, acrescentou.

O Campus Day Brasília é organizado pelo Instituto Campus Party em parceria com a Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos. São esperados cerca de 2 mil inscritos – até o momento, 1,2 mil já garantiram vaga. O tema das discussões no Distrito Federal será Dados Abertos e Transparência, Trabalho e Educação do Futuro.

O evento terá atividades de robótica, de educação digital, de realidade virtual e corrida de drones. Também estão previstos fóruns e palestras de desenvolvedores de games e empreendedores nacionais e de projeção internacional. É o caso de Joseph Olin, criador da franquia Tomb Raider e ex-presidente da Academia de Artes e Ciências Interativas, organização que promove o desenvolvimento tecnológico nos Estados Unidos.

O cofundador da Campus Party e presidente da Futura Networks, Paco Ragageles, fará a abertura da Campus Day. Além disso, o mestre e doutor em comunicação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Dado Schneider vai abordar temas como trabalho e carreira durante a fala aos campuseiros. Segurança da informação será a discussão proposta por Edson Borelli, CEO e fundador da Blackdoor Security e coordenador de Segurança da Informação e Infraestrutura da Campus Party.

Campus Party no Brasil e no mundo

A Campus Party surgiu na Espanha, em 1997. Chegou ao Brasil em 2008, e a primeira cidade a sediar o festival foi São Paulo (SP). O Recife (PE) também recebe a Campus Party desde 2012 e, em novembro deste ano, chega a Belo Horizonte (MG). A edição nacional ocorre na capital paulista, e as outras são como eventos regionais. Anualmente, a Campus Party passa pelos seguintes países: Argentina, Costa Rica, Equador, Holanda, Itália e México.

Governo lança programa Criança Feliz para acompanhar desenvolvimento infantil até os 3 anos

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A primeira-dama Marcela Temer durante cerimônia de Lançamento do Programa Criança Feliz. (Carolina Antunes/PR)

Em seu primeiro discurso como embaixadora do Programa Criança Feliz, a primeira-dama Marcela Temer disse hoje (5), durante lançamento no Palácio do Planalto, que os cuidados a serem dirigidos às crianças brasileiras serão importantes para o desenvolvimento do país, e que atuará de forma a mobilizar grupos com o objetivo de melhorar a vida das pessoas. Com orçamento inicial de R$ 300 milhões, o Criança Feliz foi criado pelo Ministério do Desenvolvimento Social Agrário (MDS), tendo como foco o desenvolvimento integral da criança.

Entre os seus objetivos está o de apoiar e acompanhar o desenvolvimento infantil na primeira infância até os 3 anos. No caso de crianças em situação de vulnerabilidade ou de necessidades especiais, esse apoio poderá se estender até os 6 anos de idade. O Criança Feliz ajudará também as mães e a família na preparação para o nascimento da criança, ainda na fase de gestação, e, posteriormente, com o desenvolvimento de atividades lúdicas envolvendo outros membros da família.

“Cada brasileiro, desde a gestação, importa para o desenvolvimento do Brasil. Meu trabalho será voluntário para sensibilizar e mobilizar setores da sociedade em torno de ações que possam garantir a melhoria na vida das pessoas”, disse Marcela Temer durante a cerimônia de lançamento do programa. Segundo ela, a bandeira mais relevante do Criança Feliz está voltada aos cuidados e ao estímulo ao desenvolvimento da criança durante a primeira infância, “o momento mais importante para o desenvolvimento das habilidades humanas”.

“O que nós mães percebemos instintivamente tem sido comprovado pela ciência: nós influenciamos a crianças nos seus primeiros anos de vida. Cercada de carinho, uma criança terá mais possibilidade de aprendizado quando chegar à escola e será um adolescente mais preparado para a vida”, acrescentou.

De acordo com o MDS, o Criança Feliz tem como público-alvo gestantes, crianças de até 3 anos e suas famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família; crianças de até 6 anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e suas famílias; e crianças de até 6 anos afastadas do convívio familiar em razão da aplicação de medidas de proteção.

A participação das famílias no programa está condicionada à manutenção atualizada do cadastro único, principalmente quando há grávidas e crianças de até 3 anos na família. As ações do programa serão executadas de forma descentralizada e integrada. Será, portanto, necessária a adesão também das unidades federativas – estados, municípios e o Distrito Federal. Um comitê gestor ficará responsável por estruturar, elaborar e implementar as estratégias de promoção do desenvolvimento infantil integrado.

O acompanhamento pelas equipes do Criança Feliz será feito por meio de visitas domiciliares às famílias participantes do Programa Bolsa Família. Formada por profissionais de áreas como saúde, educação, serviço social, direitos humanos e cultura, essas equipes ficarão encarregadas de dar aos beneficiários orientações visando ao fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários.

Delator solta a língua: No máximo em duas semanas verdades escondidas serão reveladas

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Colaborador colocará rede de difamação de joelhos perante a Justiça. Haverá choro e ranger de dentes

Do Blog do Edson Sombra – Preparem os seus lombos, financiadores investigados em uma mega operação do Ministério Público. Eles que hoje arapongam e difamam investigadores, promotores, magistrados e testemunhas verão seus planos fracassarem. Financiados pelo grupo devem colocar as suas barbas de molho.

No máximo, em duas semanas, muitas verdades escondidas serão reveladas e mentiras serão desmontadas. Caso sejam confirmadas as revelações de um dos envolvidos em desvio de dinheiro público, uma nova fase da investigação em curso será deflagrada por meio de uma nova e mega operação. …

Haverá choro e ranger de dentes.