Início Site Página 3023

Banco do Brasil comemora 208 anos e inaugura museu no CCBB

0

Em comemoração aos seus 208 anos, o Banco do Brasil lançou hoje (10) a exposição “Acervos do Brasil: história, cultura e cidadania”, que ficará locada no novo Museu do Banco do Brasil, também inaugurado hoje (10), no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. A mostra reúne documentos de valor histórico, cédulas, moedas, equipamentos e mobiliário. Há peças de artes decorativas, pinturas, gravuras e esculturas de nomes importantes das artes visuais, como Portinari, Di Cavalcanti, Carlos Scliar, Tomie Ohtake, Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Burle Marx. O espaço será aberto ao público no dia 12.

A curadora da exposição, Maria Ignez Mantovani, disse que a mostra é dividida em partes para mostrar melhor a história do banco. “Quando houve a decisão de criar o museu, primeiro fizemos uma pesquisa do acervo artístico e da história. Foram três anos selecionando as tipologias de acervo. Dividimos em três partes, deixando claro o entrelaçamento da história do banco com o desenvolvimento econômico e da história do país.”

Segundo Maria Ignez, na mostra está disposto o acervo reunido em todas as agências pelo país. “A exposição começa com a carta do Caminha, já para preparar o visitante para uma nova história, seguido de uma linha do tempo, que liga a história do banco à história do país. Uma parte central que destaca a atuação de funcionários do banco, seguido de uma primeira seleção dos depoimentos de colaboradores. Temos, ao longo da exposição, objetos históricos, depois um espaço de educação e, por fim temos, o acervo de arte do banco”, afirmou.

Funcionário do Banco do Brasil há mais de 30 anos Marcos Mantoan fala sobre a trajetória da instituição e a experiência em fazer parte da exposição. “Comecei minha história no banco em 1980, como menor aprendiz. Aí, iniciei minha carreira como bancário, escriturário, e a carreira foi caminhando para a área de comunicação, até que fui para o CCBB. Transitei por alguns centros culturais do BB, como os de São Paulo e do Rio de Janeiro, participei da construção dos centros de Brasília e de Belo Horizonte. Hoje, vejo com muito orgulho esse museu, parte da história de mais de 200 anos do BB, e fiquei ainda mais feliz em poder dar o meu depoimento”, disse.

Segundo o presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, o museu é importante porque mostra a preocupação do banco com a cultura do país, além de ser inaugurado em uma data especial para a instituição.

“Para o Banco do Brasil hoje é um dia muito importante, uma empresa que tem 208 anos. E hoje esse museu consolida uma preocupação que o Banco do Brasil tem, de atuar em algumas áreas que não são áreas específicas do banco, como é o incentivo à cultura e o patrocínio ao esporte. E o museu consolida isso, porque vai sistematizar toda a história desse banco ao longo de vária gerações que trouxeram o banco até aqui, e nos deram hoje a incubência de continuar conduzindo essa empresa que, no futuro, continuará com suas histórias e seu legado para as gerações que ainda virão”, disse Cafarrelli.

OPINIÃO | Vem aí a nova fase da Operação Drácon. Quando seis não é meia dúzia

1

Por Ricardo Callado


Nos próximos dias deve ser deflagrada a fase 2 da Operação Drácon, investigação comandada pelo investigação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e pela Polícia Civil. Uma das mentes da operação é o promotor Jairo Bisol, da área de Saúde do Ministério Público.

A continuidade da operação serviria para fazer alguns ajustes. E também para colocar pressão no julgamento, que vai acontecer no dia 18 deste mês. É nessa data que será decidida pelo TJDFT a recondução ou não de integrantes da Mesa Diretora da Câmara, afastada na primeira fase da operação.

Quem teve acesso aos autos da investigação, se depara com centenas de páginas. Umas 700. No mundo jurídico é sabido que quando se monta uma peça desse tamanho é para que ninguém leia. Mas houve quem lesse. E encontrasse incoerências. Os elementos citados na peça e as degravações das conversas mostram menos do que parece.

A segunda fase deve fazer esses ajustes antes que os desembargadores do Tribunal de Justiça do DF encontrem as fragilidades em alguns pontos da denuncia do MPDFT.

A Operação Drácon 2 servirá para fazer justiça com alguns e complicar ainda mais a vida de outros. Irão mostrar de forma clara que seis não é meia dúzia. E quais os nomes que estão complicados e os que entraram de graça na história. Teve um pouco de política aqui, uma dose de simbolismo ali, e pitadas de vingança. E que na verdade são mais de seis. Basta tirar um nome aqui, e colocar outros acolá.

Especialista na área, Bisol foi quem explicou na época da primeira fase da Drácon o que se tratava. Ele disse que a deputada distrital Liliane Roriz procurou o Ministério Público para fazer denúncias “circunstanciadas”, inclusive de pagamento de propina. Mas que o órgão já estava apurando irregularidades com verbas orçamentárias da Câmara Legislativa.

De forma política, Bisol explicou que todo o ano existe sobras orçamentárias, o que, para ele, “mostra que a Câmara é um órgão muito rico”.

O promotor lamentou a mudança de destinação que ajudaria o Palácio do Buriti e completou: “Já era tradicional fazer uma suplementação para pagamento de pessoal para o Executivo do Governo do Distrito Federal. Mas esse ano a Mesa da Câmara decidiu fazer uma outra aplicação destes recursos: primeiro em manutenção predial e depois fez manobra repassando para pagamento de dívidas passadas com UTIs”.

E explicou que um decreto do governo local congelava os pagamentos de débitos hospitalares desde 2014, que seria pago parceladamente. E disse estranhar a decisão da Câmara.

A Drácon 2 será muito bem vinda. Será elucidativa, colocando os pingos nos iis. E que em termo de emendas orçamentárias, a coisa só anda quando os poderes estão de comum acordo, até por uma questão de autonomia e de quem é de verdade o ordenador das despesas.

Em gravações: policial revela mais um plano para acabar com a Caixa de Pandora

0

Por Edson Sombra


Quem estará por trás do militar que, em mais uma tentativa, segundo ele mesmo diz, quer me desmoralizar?

Luciano Lucas da Silva (foto) é policial militar, dos quadros da PMDF. No governo de Agnelo Queiroz ocupou cargo na administração do Plano Piloto e no governo de Rodrigo Rollemberg chegou a ocupar um cargo na Sedest. Ele voltou a vestir a gloriosa farda da Policia Militar, embora tenha tentado ser cedido à administração do Núcleo Bandeirante, onde o administrador regional era Roosevelt Villela, segundo ele, seu amigo. Luciano Lucas não conseguiu permanecer em uma função civil, como fez durante vários anos, e isso o irritou, irritou e muito.

Duas conversas gravadas, uma com 14:09 (quatorze minutos e nove segundos) e a outra com 6:09 (seis minutos e nove segundos) de duração, me foram enviadas via whatsapp. Nelas o policial militar Luciano Lucas da Silva, busca convencer seu interlocutor a prestar informações com conteúdo que, segundo ele, acabaria com a minha reputação. Para tanto, ele propõe que se fizesse um depoimento com mentiras contra minha pessoa. A finalidade, segundo ele, é acabar com a Operação Caixa de Pandora.

Logo no início da conversa, o policial diz que diversos parlamentares estão “putos”, “tu viu a sacanagem que foi feita ai contra os deputados?…” Se refere a Operação Dracón, que motivou o afastamento da Mesa Diretora da CLDF. “Foi tudo feito por ele…” se referia a mim.

Em outro trecho da conversa, Luciano diz: “sabe o que é problema? Resolve. Pode ser o tanto o que você quiser… que for,” e vai além, “eu tô acabando… eu posso acabar com a Pandora …. Eu já conversei com todo mundo envolvido nisso”. Pergunta o que o seu interlocutor quer ganhar? Pois ele resolve.

Em diversas interferências, o policial militar Luciano Lucas busca induzir seu interlocutor a confirmar algumas de suas insinuações. Chama atenção um suposto elo traçado nas conversas, onde o nome de Bruno Bonetti (foto ao lado), ex-servidor da Câmara Legislativa, é citado por inúmeras vezes. As gravações já se encontram em poder das autoridades que detêm o poder de investigar.

Não sabia o senhor Luciano Lucas que durante todos esses meses, quase todas as suas investidas chegavam ao meu conhecimento e foram gravadas (não por mim), registradas e comunicadas a quem de direito.

Meses atrás, em uma outra de suas tentativas, o militar buscava que o seu interlocutor se prestasse a conceder um depoimento contra o deputado distrital Joe Vale. Caso conseguissem cassar o parlamentar, seu suplente assumiria, e então todos os problemas seriam resolvidos com a nomeação do policial no gabinete do suplente. O interlocutor não aceitou as propostas.

As inúmeras investidas de Luciano não começaram ontem, já distam aproximadamente vinte meses, e eu esperei até onde chegariam. O que para muitos parece um tempo muito longo, para mim não foi, aprendi a esperar. Ontem finalmente a minha paciência esgotou.

Não posso me dar ao direito de mais uma vez ver minha família passar pelo que passou recentemente, quando foram acusados de serem meus laranjas em inquérito que foi arquivado em 2013 por ausência de justa causa, o que significa ausência de crime. Fatos estes divulgados por jornais do DF e pelo portal Metrópoles.

Eu poderia transcrever aqui todo o conteúdo das duas últimas gravações, revelar os nomes dos supostos envolvidos com esse policial, mas não o farei, esse papel cabe às autoridades investigativas, que devem apurar, denunciar e acionar o judiciário e a Corregedoria da Polícia Militar, caso necessário, para julgar os responsáveis pelos atos cometidos.

Desde a deflagração da Operação Caixa de Pandora, ninguém que teve participação direta ou indireta no episódio, teve a vida tão investigada quanto eu tive, durante todos esses anos foram inúmeras as tentativas de desmoralização assacadas contra mim, mas nenhuma foi tão mentirosa e sórdida quanto a última intentada. Atacaram criminosamente a minha mulher e sua família, pensava eu, que seria uma tentativa de desestabilizar o meu convívio familiar. Não era, usaram parte de uma das investigações perpetradas contra uma de minhas empresas para tentar reabrir a instrução processual da ação onde o senhor José Roberto Arruda é réu e eu vítima.

Nos inquéritos da PCDF que tiveram suas origens em uma denúncia anônima, ficou provado em todos, que não havia nenhum crime praticado por mim e muito menos por minha mulher. O último correu em segredo de justiça e nem intimados fomos. Todos foram arquivados a pedido do Ministério Público do DF, por diferentes juízes do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

Tudo na vida tem começo, meio e fim. Espero que todos os citados se expliquem e quem for bandido nessa história que pague. Pague, cível e criminalmente. Basta!

Peço aos meus leitores desculpas por ocupar o seu tempo para uso pessoal e em defesa da minha família.

Seminário discute gestão de serviços públicos por organizações sociais

0

Com o tema A prestação de serviços públicos não exclusivos por organizações sociais, o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou da mesa de abertura do 1º Seminário Acadêmico — As organizações sociais e a gestão de serviços públicos na manhã desta segunda-feira (10). Promovido pelo Instituto Brasiliense de Direito Público, o evento ocorre até o fim do dia na sede da instituição, na L2 Sul.

“Ao propormos uma modalidade de prestação de serviço público em parceria com uma organização social — que não vai impactar no gasto de pessoal, conforme definiu o Tribunal de Contas da União [TCU] em decisão recente —, estamos garantindo a prestação desse serviço à população, inclusive com mais agilidade”, disse Rodrigo Rollemberg, que ressaltou o fato de a medida não interferir na aposentadoria dos futuros servidores.

O governador destacou que o Sistema Único de Saúde é uma conquista da população, mas que é preciso reconhecer a necessidade de melhoria e de busca de alternativas. “O fundamental é o cidadão, onde quer que esteja, ter acesso a um serviço público de saúde gratuito e de qualidade”, afirmou, ao apontar casos de sucesso no Brasil e no Distrito Federal, como o Hospital da Criança de Brasília José Alencar.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Gilmar Mendes, que dividia a mesa de abertura com Rollemberg e com o jurista Carlos Ayres Britto (ministro do Supremo Tribunal Federal de 2003 a 2012), falou sobre a necessidade de melhoria do atendimento: “A mitigação das desigualdades se dá pela eficiência do serviço público. Um bom serviço público faz com que sejamos mais iguais”, enfatizou Mendes.

Ayres Britto frisou que, mais do que existir, é preciso que as instituições funcionem de forma eficaz para a sociedade. Secretários de Estado e representantes de diversas áreas do governo de Brasília acompanharam a abertura do evento.

Contratação de organizações sociais em Brasília tem o aval do TCU

A contratação de organizações sociais para a melhoria da saúde pública no DF ganhou força no último mês, quando o TCU emitiu parecer favorável à não inclusão das despesas de mão de obra dessas organizações nos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal, por entender que não se trata de terceirização. Em agosto, o Tribunal já havia atestado a legalidade das contratações para a área de saúde.

As organizações sociais serão qualificadas para compartilhar com o governo a gestão de seis unidades de pronto-atendimento (UPAs) no DF e 100% da assistência primária em Ceilândia. A medida faz parte das mudanças que levarão ao aprimoramento dos serviços de saúde ofertados, o que, na avaliação do Executivo, exige uma profunda transformação do modelo de atenção primária. Dos atendimentos nas emergências, estima-se que até 65% poderiam ser feitos nos centros de saúde ou em algumas das seis UPAs da capital federal.

Papa nomeia Dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília, como novo cardeal

0

O papa Francisco anunciou nesse domingo (9) que nomeará 17 novos cardeais, sendo que 13 deles terão poder de voto em um próximo consistório (reunião de cardeais para dar assistência ao papa em suas decisões). Na lista, há o brasileiro dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília.

“Estou feliz de anunciar que no dia 19 de novembro, sábado, na vigília de encerramento do Jubileu, haverá um consistório para a nomeação de 13 novos cardeais eleitores, de 11 nações”, afirmou o líder católico. “No dia 20, eles celebração a missa comigo”. Dom Sérgio da Rocha tem 56 anos e foi nomeado arcebispo de Brasília em 15 de junho de 2011 pelo papa Bento XVI. Desde abril de 2015, preside a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Dom Sérgio estudou filosofia no Seminário Diocesano de São Carlos, teologia no Instituto Teológico de Campinas, concluiu mestrado em teologia moral na Faculdade Teológica Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo, e doutorado na mesma disciplina na Academia Alfonsiana de Roma.

Foi ordenado sacerdote em 14 de dezembro de 1984 em Matão, foi pároco em Água Vermelha, coordenador da Pastoral da Juventude de São Carlos, professor do Seminário Diocesano e diretor espiritual da Casa de Teologia de Campinas. Também foi reitor do Seminário de Filosofia de São Carlos, coordenador da Pastoral Vocacional, vigário paroquial da catedral da cidade e vigário paroquial em Nossa Senhora de Fátima, entre outros cargos.

Os 13 novos cardeais anunciados pelo papa Francisco são: Mario Zenari (Itália), Dieudonne Nzapalainga (República Centro-Africana), Carlos Osoro Sierra (Espanha), Sérgio da Rocha (Brasil), Blase Cupich (EUA), Patrick D’Rozario (Bangladesh), Baltazar Enrique Porras Cardozo (Venezuela), Josef De Kesell (Bélgica), Maurice Piat (Ilhas Maurício), Kevin Farrel (EUA), Carlos Aguiar Retes (México), John Ribat (Papua Nova Guiné), Joseph William Tobin (EUA). Com os novos integrantes, o Colégio Cardinalício terá no próximo dia 19 de novembro membros de 79 países, sendo 59 eleitores. Naquele dia, seus componentes serão 228, e 120 deles terão menos de 80 anos.

A Europa terá 112 cardeais (54 eleitores), a América do Norte, 27 (17 eleitores), a América Central, 8 (4 eleitores), a América do Sul, 27 (13 eleitores), a África, 24 (15 eleitores), a Ásia, 24 (14 eleitores) e a Oceania terá 6 (2 eleitores). Com a escolha de dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília, a Igreja brasileira passa a ter cinco cardeais eleitores: Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo; Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida; João Braz de Aviz, prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica; e Orani Tempesta, do Rio de Janeiro. Também são cardeais brasileiros Cláudio Hummes (SP), Paulo Evaristo Arns (SP), Aloísio Lorscheider (Fortaleza), José Freire Falcão (Brasília), Serafim Fernandes de Araújo (BH), Geraldo Majella Agnelo (Salvador) e Eusébio Oscar Scheid (RJ). Por terem mais de 80 anos, não participam de conclaves, mas podem ser eleitos papa.

Eleitor que não justificou ausência tem até dezembro para regularizar situação

0

Os eleitores que não votaram no primeiro turno das eleições e também não justificaram a ausência no prório domingo (2), podem justificar o voto até o dia 1º de dezembro em um formulário de justificativa pós-eleição. O primeiro turno das eleições municipais aconteceu no último dia 2 de setembro e o segundo será realizado no dia 30 deste mês em 55 cidades.

O formulário está na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e depois de preenchido deve ser entregue em um cartório da zona eleitoral onde o eleitor está inscrito. Para saber onde encontrar um cartório basta acessar a página do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado ou clicar aqui. Para quem mora no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Ceará, Rondônia e Rio Grande do Norte é possível acessar a página do TRE e usar o Sistema Justifica seguindo as orientações do site.

Outro ponto que o eleitor deve estar atento é a documentação que precisa ser entregue para comprovar que estava impossibilitado de votar no dia do primeiro turno. Também precisam justificar o voto os brasileiros que estavam fora do país durante o primeiro turno das eleições.

O eleitor que não fizer a justificativa não poderá obter alguns documentos como passaporte e carteira de identidade, por exemplo. A pessoa não poderá também se inscrever em concurso público entre outras penalidades.

Artigo | Ruas e casas barulhentas, riscos à audição

1

Por Isabela Carvalho


As pessoas parecem estar a cada dia mais habituadas ao barulho das metrópoles e nem percebem o quanto isso pode afetar a saúde de seus ouvidos. Resultado: a perda auditiva está chegando mais cedo e já afeta indivíduos adultos e mesmo jovens, principalmente aqueles que não desgrudam do fone de ouvido para ouvir música e falar ao celular.

Em certos bairros – onde o nível máximo de ruído permitido é de 55 decibéis no  período diurno e de 50 decibéis à noite –, medições mostram alarmantes 90 decibéis. Nessa intensidade, após quatro horas diárias de exposição ao ruído, podemos ter nossa acuidade auditiva afetada. Quem mora em grandes cidades percebe o quanto incomoda o barulho do trânsito, das buzinas, das sirenes e das britadeiras. Para se ter uma ideia, uma conversa normal entre duas pessoas varia de 45 a 55 decibéis. Já o barulho de uma de uma britadeira chega a 100 decibéis.

O pior é que, dentro de casa, o som alto, muitas vezes, é prática corriqueira, que também pode afetar a capacidade de ouvir, ao longo do tempo. O nível de barulho em nossas casas tem grande impacto. Em muitas residências, o volume da TV, do aparelho de som, do rádio ligado na cozinha são altíssimos, sem falar do barulho proveniente do liquidificador, do aspirador de pó, do secador de cabelos. Quando se utiliza uma furadeira, o ruído atinge 81 decibéis. E o pior é que, se forem ligados ao mesmo tempo, o barulho se torna insuportável.  É importante informar que o nível de ruído do aspirador de pó varia de 70 a 85 decibéis; do liquidificador, de 85 a 93 decibéis e, no caso do secador de cabelo, o ruído pode chegar a 90 decibéis.

Por tudo isso, atenção! A exposição contínua a ruídos superiores a 50 decibéis pode causar perda progressiva da audição. Os primeiros sintomas são em geral dificuldade de ouvir conversar, TV, toque do celular, dentre outros. Infelizmente é comum que a pessoa só procure tratamento quando o caso já está mais grave. Qualquer dano à audição vai se somando ao longo do tempo e os efeitos podem não ser logo sentidos. A exposição frequente ao barulho pode levar, com o tempo, à perda permanente e irreversível da audição.

Se já há suspeitas de problemas para ouvir, o melhor é procurar um otorrinolaringologista, que vai diagnosticar a causa da perda auditiva. Muitas vezes o uso do aparelho auditivo é o tratamento indicado. Cabe então ao fonoaudiólogo a escolha do melhor aparelho, para cada caso específico, e as orientações ao paciente. Atualmente existem diversos modelos de soluções auditivas atrativas, discretas, modelos intraauriculares e retro auriculares com tecnologia ultra moderna e, adequados a diferentes graus de perda auditivas. O uso diário da prótese auditiva é essencial para que o indivíduo resgate os sons da vida, a autoestima e a alegria de viver.


(*) Isabela Carvalho é fonoaudióloga da Telex Soluções Auditivas, especialista em audiologia.

Ex-vice-governador Tadeu Filippelli diz que Brasília “precisa ser reconstruída”

0

Por Delmo Menezes – Em evento na manhã deste sábado (08) na Candangolândia, que contou com a presença do senador Hélio José (PMDB-DF), do deputado federal Roney Nemer (PP-DF), de ex-administradores regionais do DF, policiais militares e do corpo de bombeiros, além de lideranças e suplentes de deputados, o ex-vice-governador e assessor especial da Presidência da República, Nelson Tadeu Filippelli (PMDB-DF), disse em seu discurso que “não tem sentido as pessoas chegarem no balcão do Buriti e serem mal recebidas. O governo só existe para quem precisa de governo. No governo Roriz era impossível isso acontecer”, declarou.

Segundo Filippelli, em relação a derrubada de casas pela Agefis, “não adianta colocar a culpa na Bruna” (diretora da Agefis). “Na nossa gestão, ela desempenhava muito bem cuidando da frota de veículos”. De acordo com Filippelli, “colocar a Bruna para ter interlocução com a sociedade, não é da formação dela. Cada um dá o que tem. A culpa é do governador”, concluiu.

O ex-vice-governador declarou que Brasília precisa ser reconstruída. “Nós podemos voltar a viver um momento diferente no DF, se a gente reconstruir o antigo caminho que trilhávamos, do ponto de vista do pensamento político, do pensamento ideológico, e da forma de administrar e de respeitar a população”, disse.

Filippelli pregou a união das lideranças presentes e destacou que caso um dia seja eleito governador do Distrito Federal, irá redigir um documento e registrar em cartório, se comprometendo a não ser candidato a reeleição. Disse ainda que “temos que colocar a fila para andar”, concluiu.

 

Salin Siddartha nega autoria de dossiê contra Jaqueline Roriz e Celina Leão

0

No dia 7 do corrente mês de outubro, fui surpreendido por matéria publicada pelo portal Guardian DF, trazendo meu nome como o autor de denúncias contidas em um dossiê acusatório, aparentemente apócrifo, sobre a ex-deputada federal Jaqueline Roriz e a atual deputada distrital Celina Leão. A matéria, sob o título “Na íntegra – dossiê detalha ‘organização criminosa’ na CLDF”, assinada pelo jornalista Elton Santos, afirma que a deputada Celina Leão é “uma” (sic) de meus alvos no dossiê, e que, tendo sido procurado pela reportagem daquele conceituado portal de notícias, preferi “não comentar sobre o assunto”.

Nego veementemente qualquer autoria que possa ser atribuída a mim por tal dossiê. De fato, procurado pelos jornalistas Elton Santos (do portal Guardian DF) e Odir Ribeiro (do Blog Radio Corredor), com eles conversei sobre diversos assuntos, até que, mudando o rumo da interlocução, o Sr. Elton Santos indagou-me, de chofre, se eu tinha conhecimento a respeito de malfeitos da Senhora Jaqueline Roriz e da deputada Celina Leão. Disse-lhe que não poderia declarar nada a respeito de tal assunto, já que não sabia do que se tratava e, quanto à Senhora Jaqueline Roriz, sequer a conhecia bem, pois o único contato que tive com ela foi por ocasião de uma entrevista que me concedeu no Programa Cidade em Foco, que eu mantinha como âncora na Rádio Regional FM Brasília.

Perguntei ao jornalista Elton Santos o porquê de tal inquirição. Respondeu-me ele que não havia motivo algum, apenas estava pesquisando sobre corrupção envolvendo o nome das duas Senhoras a fim de ver se seria possível publicar alguma matéria sobre o assunto, mas que, como achava que eu era bem informado sobre a política do Distrito Federal, resolveu procurar saber se eu conhecia algum envolvimento delas em crime de tal extirpe. Insistiu o repórter mais duas vezes na mesma interpelação, ao que eu voltei a dizer-lhe que não tinha nada a declarar sobre assunto que eu não conhecia.

A conversa, que aconteceu no dia 3 de setembro passado, em torno das 17 horas, transcorreu no restaurante Sanduba’s do Cruzeiro Velho, próximo à minha casa. Ela foi presenciada por Marcelo Virgínio, servidor público da Secretaria de Saúde do DF, a quem chamei como testemunha, pois não tenho o habito de dialogar com jornalistas que me procuram sem que esteja presente uma testemunha.

Conforme o Sr. Marcelo Virgínio pode atestar, em nenhum momento foi falado por ninguém, naquele encontro, a respeito de qualquer dossiê sobre a Sr.ª Jaqueline Roriz ou sobre a deputada Celina Leão. Neguei-me peremptoriamente a confabular sobre ambas, não só porque não sabia sobre o que se tratava, bem como não gostaria de colocar-me no meio de um possível embate entre o Buriti e a Câmara Legislativa. Além disso, pedi aos jornalistas presentes que não vinculassem meu nome sobre qualquer especulação a respeito das duas dignas Senhoras, já que eu não havia declarado nada a eles, ao que me foi garantido pelos referidos jornalistas que eu ficasse tranquilo porque eram pessoas sérias e que não fariam qualquer “picaretagem” a fim de sensacionalizar o que não era verdade.

Pois bem, qual não foi a minha surpresa quando, no dia de ontem, decorridos 35 dias, li, em Guardian DF, a publicação do jornalista Elton Santos, citando-me como autor das denúncias contidas em um dossiê que acusa as Senhoras Jaqueline Roriz e Celina Leão de improbidades e crimes de malversação ao erário público.

Rechaço com indignação essa acusação mentirosa e maliciosa do referido portal. Até hoje, não fui nem sou autor de denúncias contra qualquer pessoa em dossiê algum. Tenho telefonado para o jornalista Elton Santos, mas ele não tem atendido minhas ligações. Exijo do portal Guardian DF a reparação da matéria quanto à minha pessoa, sem prejuízo de possível ação que eu possa promover em instância judicial.

Matérias produzidas assim, como o fez o Guardian DF, assacando falsidades contra mim, não fazem uma boa prática jornalística e só depõem contra o portal que a editou e contra o periodista que a redigiu.

Cruzeiro-DF, 8 de outubro de 2016

Salin Siddartha Martins Diniz

Parque Ana Lídia terá brinquedos com acessibilidade para crianças com deficiência

0

Inauguração neste sábado (8) faz parte da programação para celebrar o Dia da Criança. Atividades ocorrerão em outubro em todo o DF

O Parque Ana Lídia, no Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, receberá novos brinquedos: dois balanços adaptados para crianças com deficiência. A inauguração será neste sábado (8), às 9 horas. Os equipamentos têm rampas e corrimãos para que cadeiras de rodas e muletas sejam encaixadas.

Os brinquedos foram doados por empresas de Brasília para a Secretaria do Esporte, Turismo e Lazer e instalados nesta sexta-feira (7) pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). Chamados de balanço cadeirante e de balanço frontal, eles foram colocados um ao lado do outro, à direita da entrada do parque.

Festa para as crianças durante todo o mês de outubro

A inauguração integra a programação para comemorar o Dia da Criança (12 de outubro). Durante este mês, haverá festas em todo o Distrito Federal, organizadas pela Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude em parceria com a Governadoria e a colaboradora do governo Márcia Rollemberg. A campanha Mês da Criança será lançada oficialmente na segunda-feira (10), às 14 horas, na Residência Oficial de Águas Claras, com a programação de festividades em outubro.

Os Restaurantes Comunitários da Estrutural, de Planaltina e de Samambaia oferecerão a oficina Cozinha Infantil, programa Coma Bem, Viva Bem, da Secretaria Adjunta do Trabalho. Poderão participar crianças de 6 a 11 anos que frequentam o centro de convivência nos restaurantes comunitários das regiões administrativas.