Início Site Página 3013

Câmara adia votação do decreto que altera regras sobre dívidas dos estados

0

camara

 

Por Iolando Lourenço – A votação do projeto de decreto legislativo (PDC 3156/16), que suspende dispositivo que trata do cálculo de descontos sobre saldos devedores dos contratos de refinanciamento de dívidas entre a União, estados, Distrito Federal e os municípios, foi adiada para terça-feira (15).

O adiamento da matéria ocorreu depois de muitas negociações entre as lideranças partidárias e apelos do líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE). Com a concordância de todo o plenário, o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), retirou a matéria de votação “de ofício” e marcou a votação para dia 15.

Cunha afirmou que colocará em votação o PDC e a proposta de emenda à Constituição (PEC 1/2015), que aumenta os repasses de recursos federais para a saúde.  Ele convocou sessão para amanhã (10) pela manhã e adiantou que se for votada alguma matéria será de consenso. Segundo Cunha, com a obstrução “política” da oposição até a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o embargos do rito do impeachment fica difícil votar.

Autor do decreto legislativo, o deputado Esperidião Amin (PP-SC) concordou com o adiamento, mas apelou para que esse seja o último na votação da matéria. As negociações vêm ocorrendo há alguns dias entre o governo federal, governadores e prefeitos.

O líder do governo se comprometeu a votar o PDC sem obstrução e sem novos adiamentos na próxima semana. Segundo ele, as negociações com os governadores estão avançando. “Os governadores já aceitaram o alongamento da dívida em 20 anos, conforme proposta do governo, e precisamos concluir esse processo”, acrescentou.

Ao anunciar o acordo, Eduardo Cunha disse que ele [acordo] previa o encerramento das atividades de todas as comissões nesta semana, exceto das comissões parlamentares de inquérito (CPIs).

A reunião da Comissão Mista de Orçamento (CMO) iniciada de manhã para votação do parecer do senador Acir Gurgacz (PDT-RO), favorável à aprovação das contas de 2014 da presidenta Dilma Rousseff, continua suspensa. Os líderes da CMO estão reunidos para buscar uma saída para a reunião da comissão.

Luzia de Paula visita obras realizadas com recursos de emendas

0

Obras luzia

 

A deputada Luzia de Paula (Rede) esteve em Ceilândia fiscalizando a execução de obras que estão sendo construídas com recursos de emendas apresentadas por ela.

Luzia se comprometeu a destinar novas emendas para a cidade. A parlamentar tem focado seu mandato em auxiliar a Administração de Ceilândia. “Esses investimentos contribuem para a melhoria na qualidade de vida da população”, destacou a deputada.

“A ajuda da deputada distrital, Luzia de Paula, tem sido de suma importância para melhorar as condições de vida da população”, afirmou o administrador de Ceilândia, Vilson Oliveira.

A parlamentar visitou e fiscalizou o andamento de várias obras:

1) A construção do campo de futebol de grama sintética e urbanização na EQNN 24/26, na Guariroba.

2) A cobertura da quadra poliesportiva do Centro de Ensino Especial nº 01, na EQNP 10/14, no P Sul.

3) A construção de calçadas na EQNP 06/10, no P Sul e na QNN 32 e QNN 34, nas proximidades da Casa do Cantador.

4) Construção do parque infantil ao lado da Escola Classe 61, na QNQ.

5) E a reforma da quadra poliesportiva do Condomínio Privê.

Para a deputada, as emendas parlamentares contribuem para atender às demandas da população. “Estamos com muitas obras em andamento, apesar de estarmos vivendo um momento de escassez de recursos. Sem essa ajuda financeira a execução de obras por parte da administração ficaria prejudicada”, ressaltou a parlamentar.

ARTIGO | Direito ao recebimento de horas extras do servidor ocupante de cargo em comissão ou de função de confiança

0

fundo-logo-azul

Por J. U. Jacoby Fernandes

No âmbito da Administração Pública, o Poder Judiciário exerce a função típica de guardar a Constituição Federal, por meio do Supremo Tribunal Federal — STF, julgar e processar litígios. Esse Poder, contudo, também exerce funções atípicas ou secundárias, quais sejam: de administração e legislativa.

No exercício da sua função administrativa, o STF tem enfrentado questão atinente ao direito às horas extras para os servidores ocupantes de cargo em comissão ou de função de confiança que tenham jornada especial regulamentada por lei específica.

A questão é discutida no Processo Administrativo nº 353.132, no qual consta que, em 1999, o chefe da Assessoria Jurídica da Diretoria-Geral defendeu a adoção, relativamente ao cargo de médico, da carga semanal de vinte horas e, no tocante ao de odontólogo, de trinta horas, independentemente de estarem, ou não, os ocupantes investidos em cargos comissionados.

Posteriormente, o chefe da Seção de Legislação e o coordenador de Informações Funcionais se pronunciaram no sentido de excepcionar situações em que haja função ou cargo comissionado.

Nesse sentido, consta no Processo que houve a edição da Ordem de Serviço nº 12/2000, que dispôs que “a duração do trabalho dos servidores que exerçam profissão regulamentada e que não estejam investidos em função comissionada subordina-se à jornada estabelecida na respectiva legislação”.

Assim, em seguida, foi apresentado um requerimento de reconsideração para que haja continuidade à prática administrativa de concessão de horas extras, independentemente de haver exercício de função de confiança ou de cargo em comissão.

Diante do requerimento de reconsideração, o ministro Luiz Fux, membro da Comissão de Regimento Interno da Suprema Corte, ressaltou que existe a necessidade de, em fiel observância ao princípio da proteção da confiança, ocorrer a reforma parcial da decisão recorrida, a fim de apenas aplicar o novo entendimento consubstanciado em parecer aos servidores que passaram a ocupar cargos em comissão e funções de confiança há menos de cinco anos da sua data, isto é, aqueles que assumiram cargos em comissão ou função de confiança após 27.11.2008.

O ministro Fux também ressaltou o seguinte:

[…] em relação aos que estavam ocupando, de forma ininterrupta, cargo em comissão ou função de confiança em período anterior a 27/11/1998, deverá prevalecer a orientação contida no parecer 27/99.

Destaco que este voto não reconhece o direito ao pagamento de eventual hora-extra em relação a período anterior com fulcro na tese de que o servidor teve de trabalhar mais horas do que o necessário, mercê da profunda controvérsia acerca do termo a quo dos efeitos da nova orientação normativa sobre o tema da jornada de trabalho.

Com extrema sabedoria, o ministro Marco Aurélio explicou o seguinte sobre o referido Processo Administrativo:

Nota-se que o percebido em virtude do cargo de provimento em comissão ou de natureza especial visa remunerar não o trabalho extraordinário prestado, mas a responsabilidade maior do cargo ou função, o trabalho de maior valia desenvolvido pelo servidor. Em outras palavras, a interpretação sistemática da Lei nº 8.112/90 conduz a concluir-se que parcela remuneratória satisfeita em razão de encontrar-se o servidor no cargo de provimento em comissão ou de natureza especial não se refere a trabalho extraordinário. Este deve ser remunerado a partir do que recebido normalmente pelo servidor, observado o quantitativo concernente ao cargo de provimento em comissão como o de natureza especial. A assim não se entender, ter-se-á situação jurídica na qual haverá verdadeira compensação, que, por sinal, pode, em tese, não ser completa, bastando, para tanto, que o pagamento a maior seja insuficiente a cobrir o trabalho extraordinário.

Mais do que isso, na alteração da Lei nº 8.112/90 promovida pela Lei nº 8.270/91, dispôs-se que a regência do artigo 19 dela constante não alcança a duração do trabalho fixada em leis especiais.

Do contexto, depreende-se, então, que os servidores protegidos, sob o ângulo da duração do trabalho, por legislação especial estão sujeitos à jornada normal nela prevista, sendo desinfluente a circunstância de virem a exercer cargo em comissão ou função de confiança, no que estes – repito – geram o direito ao aumento remuneratório tendo em conta não a dilatação da jornada, mas o desempenho de atividade de maior responsabilidade.

Pronuncio-me no sentido de observar-se, independentemente da assunção de cargo em comissão ou de função de confiança, a jornada estabelecida na lei especial de regência da atividade do servidor, remunerando-se, como extraordinárias, as horas de trabalho que a ultrapassarem.¹

Ao longo dos seus 26 anos à frente de uma das cadeiras do Supremo Tribunal Federal, o ministro Marco Aurélio Melo destaca-se continuamente por proferir votos memoráveis e determinantes para a evolução do bom direito. A sua atuação jurídica nas mais de duas décadas é assertiva e exemplar.

O entendimento do nobre ministro é extremamente salutar, uma vez que nada exclui a regra que impõe jornada de trabalho e, constitucionalmente, o dever de remunerar horas extras.

No livro Vade-Mécum de Recursos Humanos, desde a sua primeira edição em 2013, já havia esclarecido que o servidor ocupante de cargo em comissão percebe remuneração adicional pelo maior nível de responsabilidade de suas funções; não há gratificação ou remuneração que exija a prestação de horas ilimitadas.

Por outro lado, o denominado regime de dedicação exclusiva não é sinônimo de jornada de trabalho sem limite; significa que o servidor não pode exercer outra função, apenas isso.

O entendimento de que os ocupantes de cargos de direção, chefia e assessoramento se equiparam, na essência jurídica, aos cargos de gerente da iniciativa privada e podem fixar a jornada e decidir a concessão de horas extras para os outros e não a si próprios é sistematicamente referido para justificar a incompatibilidade com o pagamento de horas extras.

Esse ponto de vista há de ser revisto, porque o fato de permitir a um servidor impor aos subordinados o dever de realizar horas extras não lhe retira o dever de registrar corretamente a respectiva jornada de trabalho dos subordinados e de si mesmo. Havendo o registro da jornada, o pagamento é devido. O cumprimento de horas extras deve ser sempre atestado pela autoridade superior, em respeito ao princípio da segregação as funções.

Essas conclusões são aplicáveis ao regime estatutário e celetista. A Constituição Federal é a mesma que fundamenta os dois regimes.

Cabe salientar que a Lei nº 8.112/1990 prevê em seu art. 62 que ao servidor ocupante de cargo efetivo investido em função de direção, chefia ou assessoramento, cargo de provimento em comissão ou de natureza especial é devida retribuição pelo seu exercício.

¹ STF. Secretaria de Gestão de Pessoas. Processo Administrativo nº 353.132.

Justiça do Trabalho não pode julgar ações de servidores públicos

1

agu

As ações movidas por servidores regidos pela Estatuto do Servidor (Lei 8.112/90) devem ser julgadas pela Justiça Federal, e não pela trabalhista, pois versa sobre uma relação jurídico-administrativa. Com esse entendimento, o Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região proibiu a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) de pagar R$ 5,3 milhões em gratificações a funcionários da instituição.

A decisão atende a um pedido das procuradorias da autarquia e Federal no Amazonas, unidades da Advocacia-Geral da União que atuaram no caso, contra sentença da Justiça do Trabalho que havia determinado o pagamento das gratificações.

Os procuradores lembraram que o Supremo Tribunal Federal tem decisões que proíbem a Justiça do Tralho de julgar causas que opõe servidores públicos regidos pela Estatuto do Servidor e a administração pública. Eles argumentaram ainda que seria difícil ou até mesmo impossível obter a devolução do valor gasto com as gratificações caso elas efetivamente fossem pagas, razão pela qual era necessário a concessão da liminar.

O TRT-11 acolheu o pedido. Na decisão, a corte ressaltou que o STF “extirpou da competência desta Justiça especializada qualquer possibilidade de analisar liames estatutários ou jurídico-administrativos”.

MP-SP denuncia Lula por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica

1
Triplex na praia Austúrias, em Guarujá (Foto: Solange Freitas / G1)
Triplex na praia Austúrias, em Guarujá (Foto: Solange Freitas / G1)

Promotor Cassio Conserino entrou com processo no Forum da Barra Funda. MP investiga envolvimento de Lula com apartamento triplex no Guarujá

 Bruno Tavares, da TV Globo – O Ministério Público de São Paulo denunciou à Justiça nesta quarta-feira (9) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por crime de estelionato, falsidade ideológica , organização criminosa e lavagem de dinheiro por causa da suposta compra do triplex no Guarujá. O promotor Cassio Conserino entrou na 4ª Vara Criminal do Fórum da Barra Funda, de São Paulo, com denúncia criminal contra o ex-presidente Lula. As informações são da TV Globo.

Dezesseis pessoas foram denunciadas, entre elas o ex-presidente Lula, a ex-primeira dama dona Marisa Letícia e um dos filhos de Lula, Fabio Luís Lula da Silva, que seriam beneficiários do triplex. Os crimes cometidos em empreendimentos da Bancoop – cooperativa dos bancários – que foram repassados posteriormente à construtora  OAS.

O Ministério Público de São Paulo investiga irregularidades na construção e venda dos apartamentos do condomínio Solaris. Os promotores paulistas suspeitam que a OAS tenha reservado o imóvel para o ex-presidente Lula e a família dele. E que o ex-presidente tenha comprado o triplex. Pelo menos 100 pessoas já foram ouvidas nas investigações em São Paulo, entre elas moradores, corretores e funcionários do prédio.

O Instituto Lula nega que o ex-presidente seja dono do apartamento. Em nota divulada no dia 31 de janeiro, a ssessoria do ex-presidente argumenta que ele nunca foi dono do apartamento, mas somente proprietário de cotas de um projeto da Bancoop, cooperativa do Sindicato dos Bancários de São Paulo, adquiridas por sua esposa, Marisa Letícia. A cooperativa se tornou insolvente e transferiu imóveis inacabados para a construtora OAS. O texto diz que a família do ex-presidente Lula investiu R$ 179.650,80 na compra da cota, que foi declarada à Receita e ao Tribunal Superior Eleitoral, segundo a assessoria do petista.

“Marisa Letícia tornou-se associada à Bancoop e adquiriu uma cota-parte para a implantação do empreendimento então denominado Mar Cantábrico, na praia de Astúrias, em Guarujá, balneário de classe média no litoral de São Paulo”, diz o início da nota. O empreendimento mudou de nome – para Solaris – após a OAS assumir a construção do prédio.

“Quando o empreendimento Mar Cantábrico foi incorporado pela OAS e passou a se chamar Solaris, os pagamentos foram suspensos, porque Marisa Letícia deixou de receber boletos da Bancoop e não aderiu ao contrato com a nova incorporadora”, afirma o Instituto Lula.

Fotos obtidas pelo Jornal Nacional mostra Lula dentro do apartamento triplex no Guarujá (Foto: TV Globo/Reprodução)
Fotos obtidas pelo Jornal Nacional mostra Lula dentro do apartamento triplex no Guarujá (Foto: TV Globo/Reprodução)

 

Visita ao condomínio
O Instituto Lula afirma, ainda, que o ex-presidente visitou o apartamento triplex de número 164-A acompanhado de sua esposa e do então presidente da OAS, Léo Pinheiro, preso na Operação Lava Jato.

“Lula e Marisa avaliaram que o imóvel não se adequava às necessidades e características da família, nas condições em que se encontrava. Foi a única ocasião em que o ex-presidente Lula esteve no local”, diz a nota.

Novas autorizações para taxistas serão debatidas em audiência pública

0

Encontro ocorre nesta quinta-feira (9) no Cine Brasília

A concessão de novas autorizações para taxistas do Distrito Federal será tema de audiência pública nesta quinta-feira (10), às 9 horas, no auditório do Cine Brasília, na Asa Sul. A ação é promovida pela Secretaria de Mobilidade.

Participarão do encontro o titular da pasta, Marcos Dantas, e representantes do grupo de trabalho criado em novembro para a definição das regras do processo.

A quantidade de autorizações é a mesma desde 1979: 3,4 mil. No DF, o serviço de táxi é regulado pela Lei 5.323, de 2014, que determina que 90% das autorizações sejam destinadas a autônomos e 10% a pessoas jurídicas.

Outra exigência legal é que o veículo tenha, no máximo, cinco anos e esteja equipado com ar-condicionado. Além disso, quem opera táxis em Brasília não pode ter antecedentes criminais e deve ser proprietário do carro usado nas corridas.

Audiência pública sobre novas autorizações para taxistas

10 de março (quinta-feira)

Às 9 horas

No Cine Brasília (EQS 106/107, Asa Sul)

Mané Garrincha será palco para Flamengo x Figueirense

3
Mané Garrincha é reconhecido como a segunda casa do rubro-negro
Mané Garrincha é reconhecido como a segunda casa do rubro-negro

 

Torcedor pode chegar ao estádio a partir das 17h30

O Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha receberá nesta quarta-feira (9/3), às 19h30, o duelo entre Flamengo e Figueirense, partida válida pela terceira rodada da fase de grupos da Primeira Liga. Os portões estarão abertos a partir das 17h30. Essa é a segunda vez, em 2016, que o clube carioca joga na cidade. Em 21 de fevereiro, na arena brasiliense, o time de Muricy Ramalho ganhou de 2 a 1 do Fluminense.

A recomendação é que o público chegue cedo e leve o mínimo possível de objetos para facilitar a revista, que será feita pelos policiais militares no portão externo. Não é permitido entrar no estádio com itens como instrumentos musicais, armas brancas, guarda-chuvas, capacetes, sinalizadores e bandeiras com mastro.

Torcedores devem priorizar o transporte público, mas quem preferir utilizar o carro terá opção de estacionar no amplo bolsão externo da arena. A entrada externa ocorrerá nos portões de letras M, S (em frente ao Ginásio Nilson Nelson), T e K (em frente ao Brasília Shopping). Já o acesso interno, para a arquibancada inferior, será por meio dos portões 14 (arquibancada), 7 (hospitality) e 5 (imprensa).

Ingressos – Os ingressos estão está à venda (confira serviço abaixo). Bilheterias móveis, localizadas no estacionamento do estádio (voltadas para o Brasília Shopping), venderão ingressos horas antes do início da partida.

Serviço:

– Arquibancada Inferior: R$ 70 (meia-entrada)

– Área VIP (Hospitality): R$ 50 (meia-entrada)

Locais:

Mengomania (308 Sul)

Grandes Torcidas (308 Sul)

Esporte Center (Taguatinga Shopping)

Globo Esporte (Taguatinga Centro e Taguatinga Shopping)

Polícia Militar e Corpo de Bombeiros continuam perdendo efetivo; veja lista dos militares que pediram aposentadoria

2

policia militar

 

Sem concurso público, efetivo tende a diminuir cada vez mais

Por Tenente Poliglota – O fantasma que assombra policiais e bombeiros militares, o PL 3123/2015, continua fazendo vítimas. Num momento de ajuste fiscal rígido e sem perspectivas de novos concursos, esse é um dado muito preocupante.

Dessa vez 9 (nove) oficiais e 25 (vinte e cinco) praças pediram a reserva remunerada (aposentadoria) e a demanda de pedidos que ainda não foram publicados é enorme, podendo chegar a quase 500 afastamentos.

Pela redação de artigos do Projeto 3123/2015, as licenças especiais e férias não gozadas pelos servidores da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros não poderão ser mais transformadas em pecúnia na sua totalidade, ficando limitadas a somente 01 (uma) licença, 02 (duas) férias e mantido a ajuda de custo quando da passagem para a reserva remunerada (aposentadoria).

Um prejuízo incalculável e um verdadeiro “tapa na cara” das instituições e dos profissionais que as compõe, já que esse benefício ou possibilidade acabou se tornando uma verdadeira poupança para ser utilizada no final de carreira. Isso causou uma avalanche de pedidos de reserva no Departamento de Pessoal da Polícia Militar e calcula-se que haja uma estimativa de mais de 500 pedidos até o final de semana.

Está prevista para o dia 21/03, a partir das 14 horas, a votação definitiva do PL 3123/2015 e nesse momento toda bancada do Distrito Federal deve estar mobilizada para que o mesmo não seja aprovado da forma que está ou que até mesmo seja rejeitado.

As cobranças devem ser efetuadas a todos os parlamentares integrantes da bancada federal como os deputados Laerte Bessa (3215-5340), Alberto Fraga (3215-5511), Ronaldo Fonseca (3215-5223), Augusto Carvalho (3215-5215), Rogério Rosso (3215-5283), Érica Kokay (3215-5203), Roney Nemer (3215-5572) e Izalci Lucas (3215-5602) e mais os senadores Cristovam Buarque (3303-2281), Reguffe (3303-6355) e Hélio José (3303-6640).

Aos integrantes das corporações cabe fazerem a sua parte comparecendo em massa ao Congresso Nacional na quarta-feira. É inadmissível que num momento delicado onde direitos conquistados estão sob séria ameaça de extinção alguns insistam em permanecer alheios ao fato.

Dos COMANDANTES GERAIS ao SOLDADOs, todos têm a obrigação de lutarem pelo bem maior: A COLETIVIDADE E A SEGURANÇA DE SUAS FAMÍLIAS!

 

Lista de pedidos de reserva remunerada:

1- Coronel QOPM SINVAL DE PAIVA REIS

2- Coronel QOPM NORMANDO DE ASSIS

3- Coronel QOPM MAURO DE FARIA LEMOS

4- Major QOPMA GILSON BARBOSA

5- Major QOPMA KILDER DE ABREU GOMES

6- 1º Tenente QOPMA DENISE DAS G. DIAS DE CASTRO CUNHA

7- 2º Tenente QOPMA ARIOSVALDO NOBRE DE SOUSA

8- 2º Tenente QOPMA ELTON GOMES BEZERRA

9- 2º Tenente QOPMA SIDNEY SANTOS DE ALMEIDA

10- Subtenente QPPMC ALDAIR GERALDO DE LISBOA LIMA

11- Subtenente QPPME PAULO CESAR CALDEIRA DE SOUSA

12- Subtenente QPPMC JOÃO BATISTA DA SILVA

13- Subtenente QPPMC ELANIA MARIA RIBEIRO

14- Subtenente QPPMC THEMIS DA SILVA PIMENTEL

15- Subtenente QPPMC EDSON RICARDO ISAIAS DO CARMO

16- Subtenente QPPMC AMAURI FERREIRA DE SOUSA

17- 1º Sargento QPPMC REGINALDO DE MEDEIROS

18- 1º Sargento QPPMC ROBERTO SILVA RODRIGUES

19- 1º Sargento QPPMC AIRTON FERREIRA DA SILVA

20- 1º Sargento QPPMC CELMO SANTOS ARAUJO

21- 1º Sargento QPPMC LINDEVALDO ALVES RODRIGUE

22- 1º Sargento QPPMC JUSTINO LOPES GOLBERTO

23- 1º Sargento QPPMC EVA PEREIRA DA COSTA

24- 1º Sargento QPPMC CARLOS SERGIO MOURA VIEIRA

25- 1º Sargento QPPMC JEOVAM INACIO DE MELO

26- 1º Sargento QPPMC ROBERTO RIVELINO BENICIO DE OLIVEIRA

27- 1º Sargento QPPMC JOSE MARCOS BORGES DA COSTA

28- 1º Sargento QPPMC IVAN GUEDES DA SILVA

29- 2º Sargento QPPMC NATAL MARTINS RAMALHO

30- 2º Sargento QPPMC AMOS LEANDRO ALVES

31- 2º Sargento QPPMC NILTON ALVES DA SILVA

32- 2º Sargento QPPMC VANILSON FIRMINO RODRIGUES

33- 3º Sargento QPPMC JOSE CARLOS GALVÃO

34- 3º Sargento QPPMC LUIS CLAUDIO ANDRE DE OLIVEIRA

Cartel dos combustíveis: responsáveis pela Operação Dubai vão à CLDF nesta quinta

0
Chico Vigilante
Chico Vigilante

 

 

Câmara Legislativa realiza Comissão Geral para debater os preços praticados no DF e ouvir órgãos competentes sobre as ações desenvolvidas até agora

A Câmara Legislativa vai promover uma comissão geral, nesta quinta-feira (10), para tratar de um tema que vem incomodando, há muito, os consumidores do DF. Proposta por Chico Vigilante, será realizada a reunião para ouvir os responsáveis pela Operação Dubai, deflagrada em novembro, contra o Cartel dos Combustíveis no DF.

O objetivo da comissão é saber mais sobre o andamento das apurações e ações fiscalizadoras que ocorreram no mercado de combustíveis local nos últimos quatro meses.  Estão confirmados representantes da Polícia Federal, Procon, BR Distribuidora, Cade, Ministério Público do DF, Sindicombustíveis e da Agência Nacional de Petróleo.

De acordo com Chico Vigilante, será uma ótima oportunidade para que a população pressione os órgãos de fiscalização e se atentem ao que eles estão fazendo.

“Estou buscando incessantemente que a justiça determine como em outros estados, a redução imediata no valor dos combustíveis”, defendeu.

O lucro faturado pelas empresas que formam o cartel dos combustíveis do DF também foi duramente criticado pelo parlamentar.

“É um absurdo o que acontece no DF. Chega a ser um deboche o que o Cartel faz com as autoridades locais”, afirmou, referindo-se ao alto preços dos produtos nas bombas, apesar das ações de combate.

Segundo relatório divulgado pela ANP, os postos da capital federal compram os combustíveis por um dos preços mais baratos do país e revendem com um sobrepreço que proporciona margem de lucro de R$ 0,69 centavos por litro (20%).

Segundo informações divulgadas pelo Cade, o preço da gasolina deveria ter uma redução de pelo menos 20 centavos, mas isso não aconteceu.

Mobilização – Nas redes sociais, a mobilização contra o Cartel tem dois grandes parceiros. O grupo no Facebook intitulado “Boicote aos Postos de Combustíveis – DF” conta como mais de 39 mil pessoas.

Já a página “Vigilante dos Combustíveis” conta com mais de três mil curtidas e leva, diariamente, informações sobre a luta contra o Cartel.

Para a comissão geral, Vigilante criou um evento no Facebook onde mais de mil pessoas já foram convidadas.

Confira a lista de autoridades que confirmaram presença:

  • Diretor-geral do Departamento da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra;
  • Superintendente-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Eduardo Frade Rodrigues;
  • Coordenador-geral do Antitrust 06, Ravvi Augusto de Abreu Coutinho Madruga;
  • Procurador-geral de Justiça do Distrito Federal, Leonardo Bessa.

Manifestantes pró-Lula interrompem homenagem à mãe de Moro

2

 

mae do moro

 

O juiz Sergio Moro é encarregado dos processos da Lava Jato na primeira instância

Por Carlos Ohara – Com palavras de ordem em apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao Partidos dos Trabalhadores, militantes de centrais sindicais interromperam, na noite desta terça-feira (8), a sessão solene da Câmara Municipal de Maringá (a 426 km de Curitiba), na região norte do Paraná, no momento em que Odete Moro, mãe do juiz da Lava Jato, Sergio Moro, era homenageada. Com punhos levantados, cerca de 30 manifestantes gritavam “Lula, guerreiro do povo brasileiro” e “partido…é dos trabalhadores”. Alguns chegaram a vaiá-la.

A manifestação foi sufocada por uma salva de palmas contínua, direcionadas à mãe de Moro, de outras pessoas que acompanhavam a sessão. A galeria da Câmara Municipal de Maringá comporta 300 pessoas e o local estava lotado.

Com acirramento dos ânimos, entre os grupos pró e contra Lula, o presidente do Legislativo, Chico Caiana (PTB), pediu calma aos presentes e que as manifestações contrárias fossem interrompidas, alegando que a data era destinada à homenagem às mulheres.

Para a sessão de homenagens, cada um dos 15 vereadores da cidade poderia escolher uma homenageada. O vereador Ulisses Maia (PDT) indicou o nome de Odete Moro, 70 anos, professora estadual aposentada e que atua ativamente em grupos da igreja católica que desenvolvem trabalho social na cidade.

Os vereadores Humberto Henrique e Mário Verri, ambos do PT, indicaram duas sindicalistas que atuam no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá (Sismmar) para homenagem: a diretora Zica França e a presidente do sindicato, Iraídes Baptistoni. Segundo Henrique, a presença de petistas e sindicalistas na sessão foi motivada pela homenagem prestada a elas.

“As homenageadas na sessão não tiveram seus nomes revelados previamente e ninguém sabia que a mãe do juiz estaria lá. Foi apenas uma manifestação em um momento tão conturbado que estamos vivendo”, disse o petista. O vereador criticou Maia, autor do convite à mãe do juiz. “Ele usou ela em momento delicado e foi lamentável. Ele nem ao menos conhece ela. Ele quis apenas obter dividendos políticos, pois é candidato a prefeito neste ano”.

Maia disse que escolheu a homenageada embasado no trabalho que ela desenvolve no setor social e por sua atuação como mãe. “O caráter do juiz Sergio Moro foi forjado por esta mulher”, disse ele. que condenou a manifestação “dos petistas e membros da CUT no local errado”. Para o vereador, a manifestação dos petistas destoou do clima de homenagem, “mas foi suplantada por centenas de pessoas que aplaudiram entusiasticamente a mãe do juiz”. (Com informações da Coluna Poder/Uol)