Início Site Página 2982

STF nega pedido de Jean Wyllys para que Eduardo Cunha seja impedido de votar

0
Deputado federal Jean Wyllys
Deputado federal Jean Wyllys
Por Alex Rodrigues – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello negou hoje (16) o pedido do deputado federal Jean Wyllys para que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), fosse impedido de votar na sessão que analisa a admissibilidade do pedido de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff.

Wyllys protocolou ontem (15) no STF o Mandado de Segurança 34139. Em seu pedido de liminar, o deputado alegava que, de acordo com o Artigo 17 do regimento interno da Casa, Cunha não pode votar, exceto por escrutínio secreto ou em caso de empate. O deputado fluminense citou reportagens de jornais para demonstrar que Cunha revelou sua posição ao adiantar que vai votar pela admissibilidade do processo de impeachment.

Na decisão, Celso de Mello não reconheceu o mandado de segurança e, consequentemente, considerou prejudicado o pedido de liminar.

Há pouco, ao se pronunciar no plenário da Câmara, Wyllys disse estar constrangido de participar de um processo de impeachment comandado por um “réu que se comporta como gângster”, referindo-se a Cunha. Para o deputado, a tentativa de afastar Dilma é um ataque contra as eleições diretas. “A tentativa de perdedores ressentidos, conspiradores, traidores, da grande mídia, de forçar uma eleição indireta, ilegal e imoral não tem outro nome: é golpe, golpe parlamentar”, disse.

Governo e oposição fazem mútuas acusações de uso da máquina pública

0

dilma_impeachment

Por Pedro Peduzzi – Governo e oposição fizeram hoje (16) acusações mútuas sobre o uso da máquina pública com o objetivo de obter apoio político para a votação que decidirá amanhã (17) a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

Enquanto DEM e PSDB disseram ter entrado com uma notícia crime na Justiça pelo uso de estruturas de governo para obter votos dos deputados do Amapá – por meio de um decreto de concessão de terras federais ao governo daquele estado –, o deputado Silvio Costa (PTdoB-PE) disse que fará “um alerta ao STF”, de que, no Palácio do Jaburu, o vice-presidente Michel Temer tem dito a “vários deputados” que, em função das boas relações com aquele tribunal, tem melhores condições para “aliviar” a situação dos parlamentares “complicados na Lava Jato”.

Segundo o líder do DEM na Câmara, Pauderney Avelino (AM), a notícia crime apresentada pela oposição acusa, além de Dilma e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diversos ministros por “estarem utilizando a Presidência para tratar uma questão que há muitos anos é reivindicada pelo governo e pelo povo do Amapá”, disse ele referindo-se a um decreto pelo qual o governo federal concede terras federais ao governo do Amapá. “Fazer isso a menos de 24 horas do pedido de impeachment ser apreciado pelo plenário é uso de máquina pública”, acrescentou.

Outro ponto questionado pelo líder do Democratas foram as nomeações feitas pelo governo federal, publicadas em edição especial do Diário Oficial da União. “Não importa se isso reverte ou não os votos dos deputados [do Amapá]. Isso é fato”, disse.

O deputado Antônio Imbassahy (PSDB-BA) informou que duas outras medidas foram adotadas pela oposição. “Solicitamos a abertura de inquérito na Polícia Federal [PF] com relação à obstrução de rodovias federais pelo MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra], estimulado pelo Planalto. Além disso fizemos uma representação no MPF [Ministério Público Federal], na qual fazemos uma denúncia de atividades não republicanas dentro do hotel onde Lula está instalado. Pedimos, inclusive, que sejam feitas busca e apreensão já que é por lá que estão sendo feitas ofertas de cargos e de emendas orçamentárias”, disse o deputado tucano.

Já o deputado Sílvio Costa, a oposição está inventando “fatos pitorescos” em relação ao decreto do Amapá. “Eles esquecem que Dilma está em pleno exercício de seu mandato e que ontem, sexta-feira, era dia útil. Não há nada irregular nisso. O que a oposição quer é fazer interferências administrativas no governo. Só que a Dilma continuará administrando o país”. Em seguida, o deputado da base aliada anunciou que faria “um alerta grave ao STF”, de que Temer, junto com seus coordenadores, estão dizendo a vários deputados, que, ao contrário de Dilma, ele tem “relações com o STF”. E que, por isso, “talvez seja mais possível para ele aliviar aqueles que estão complicados na Lava Jato”.

“Custei a acreditar nisso. Mas vários deputados vieram me informar que é isso o que está sendo feito no Palácio do Jaburu”, disse o deputado, sem citar os nomes dos parlamentares. “Não cito porque não sou delator. Mas a imprensa é investigativa e terá facilmente condições de confirmar tudo. Temer simplesmente rasgou sua história”, acrescentou.

Sobre os cargos que têm sido oferecidos pelo governo, Silvio Costa diz q

Lei proíbe participação de estrangeiros em protestos políticos no Brasil

0

bolivianos

Flagrados em atos podem ser presos por até 3 anos e expulsos do país. Governo do DF espera 300 mil pessoas na Esplanada neste domingo

Por Raquel Morais, do G1 – A Federação Nacional dos Policiais Federais informou em nota que estrangeiros flagrados participando de manifestações políticas podem ser presos por até três anos e expulsos do país. A pena atende às determinações do Estatuto do Estrangeiro, por ver a atitude como atentado à ordem política ou social e à tranqüilidade pública.

O comunicado foi emitido tomando como base notícias sobre a chegada de venezuelanos, peruanos, argentinos e paraguaios para reforçar neste domingo (17) protestos contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. De acordo com a lei, estrangeiros não podem nem participar de desfiles, passeatas, comícios e reuniões de qualquer natureza no Brasil.

O controle migratório é feito pela Polícia Federal nas fronteiras terrestres, portos e aeroportos. Estrangeiros que forem encontrados participando das mobilizações do impeachment devem ser detidos e encaminhados à corporação.

“Vivemos no Brasil um momento de crise política interna, mas não devemos abrir mão da nossa soberania. Estrangeiros entrando no país com o objetivo específico de participar de manifestações políticas é uma ameaça ao Brasil, uma violação ao Estatuto do Estrangeiro e afronta às instituições de controle, como a Polícia Federal”, afirma o presidente da federação, Luis Boudens.

Todo o efetivo da PF estará de sobreaviso no período de 15 a 18 de abril. A expectativa do governo do Distrito Federal é de que 300 mil pessoas ocupem a Esplanada dos Ministérios durante a votação do impeachment na Câmara dos Deputados, que está prevista para começar às 14h deste domingo.

Por causa da análise, o trânsito foi bloqueado na área central da cidade nos dois sentidos a partir da rodoviária do Plano Piloto. O tráfego foi desviado para as pistas N2 e S2, paralelas ao Eixo Monumental. O governo também montou um esquema especial de segurança: 3 mil policiais militares, 700 policiais civis e 500 bombeiros participam da operação.

O GDF dividiu as zonas de concentração dos grupos pró e contra impeachment, que devem ficar, respectivamente, perto do Museu Nacional e perto do Teatro Nacional. Eles serão separados por um muro de 80 metros de largura e um quilômetro de extensão. Além disso, a área em frente ao Congresso Nacional foi isolada e está restrita apenas a policiais, bombeiros e militares da Força Nacional.

SERVIÇOS
Metrô

O Metrô alterou o horário de funcionamento neste domingo (17) para atender manifestantes que acompanharão no centro de Brasília a votação do impeachment. O serviço será aberto quatro horas mais tarde, às 11h, e fechará às 23h. A partir das 20h, somente a estação Central (Rodoviária do Plano Piloto) ficará aberta para embarque e desembarque. Todas as 23 demais ficarão abertas apenas para desembarque.

Os passageiros são orientados a comprar o bilhete antecipadamente para evitar filas. O DFTrans não anunciou esquema especial de ônibus no DF para a votação do impeachment, até a publicação deste reportagem.

Hospitais
A Secretaria de Saúde do DF informou nesta sexta-feira (15) que vai reforçar o policiamento nos hospitais de Base e da Asa Norte, que deverão ser as unidades de referência para atender eventuais casos que possam surgir nos protestos previstos para este fim de semana.
A pasta afirmou que “toda a rede de saúde estará atenta para atender os casos”, quando necessário. O atendimento de traumatologia será concentrado no Hospital de Base e o atendimento de clínica médica e oftalmologia estarão disponíveis 24 horas no Hran.

O Samu vai disponibilizar duas ambulâncias de suporte básico e uma de socorro avançado. Dois caminhões equipados para atendimento de até 150 pacientes cada um também serão liberados para emergências na Esplanada dos Ministérios.

Corpo de Bombeiros
O Corpo de Bombeiros, que também estará presente com quatro viaturas reguladas pelo Samu, trabalhará em quartetos durante as manifestações e circularão entre a população para prestar primeiros atendimentos e encaminhar para as viaturas. Um posto de comando integrado do Samu e do Corpo de Bombeiros ficará instalado próximo ao Congresso Nacional.

Aeroporto
A Inframerica, concessionária que administra o Aeroporto Juscelino Kubitschek, informou que a segurança do terminal será reforçada para este sábado e domingo, quando estão previstas sessões na Câmara Federal e a votação do impeachment.

O turno de trabalho dos vigias será estendido e profissionais de folga estão de sobreaviso para retorno imediado em caso de necessidade. O aeroporto espera receber 140 mil passageiros nos dois dias – em fins de semana normais, são 130 mil usuários, em média.

Votação na Câmara
Os parlamentares começaram nesta sexta a discutir e votar o relatório aprovado pela comissão especial do processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff.
A votação que decidirá se o processo segue para o Senado está prevista para ocorrer na tarde de domingo (17). No sábado também haverá sessão.

O relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) recomenda a continuidade do processo de impeachment da presidente. São necessários, no mínimo, 342 votos para que o relatório seja aprovado, e o processo siga para o Senado.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), abriu sessão no plenário principal da Casa por volta das 8h55. Os primeiros a falar seriam os autores do pedido de impeachment: os juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior e a advogada Janaína Paschoal. Os três teriam, no máximo, 25 minutos para se manifestar no plenário.

Em seguida, seriam concedidos 25 minutos para que a própria presidente da República ou algum de seus defensores se pronunciem sobre o processo. Quem a representou foi o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo.

Terminadas as falas da acusação e da defesa, devem ser chamados os representantes dos partidos. Cada uma das 25 legendas com representação na Câmara terá 1 hora para se manifestar sobre o impeachment no plenário. Os líderes partidários poderão indicar até cinco deputados para falar dentro desse intervalo de 1 hora. A ordem dos partidos será da maior para a menor bancada. O PMDB tem atualmente a maior bancada da Câmara, com 66 deputados.

 

Votação na Câmara suspende visitas a pontos turísticos e fecha shoppings

1

 

esplanada

Expectativa do governo do Distrito Federal é receber 300 mil na Esplanada. Metrô mudou horário de funcionamento; medidas são adotadas por segurança

Do G1 DF – Por causa da votação do impeachment, pontos turísticos de Brasília estão com as visitas suspensas nos próximos dias. O Congresso Nacional segue fechado para o público externo até quinta-feira (21). A Catedral Metropolitana está aberta apenas para as missas. O Palácio do Planalto só funcionará neste domingo para atividades administrativas.

O processo de análise do afastamento da presidente Dilma Rousseff também vai alterar o funcionamento de lojas. A orientação do Sindicato do Comércio Varejista é para que os shoppings da região central da cidade não funcionem. O transporte público também registra alterações: o Metrô vai funcionar entre 11h e 23h, em vez de entre 7h e 19h, como usual.

PONTOS TURÍSTICOS
Congresso Nacional
O Congresso está fechado para visitação desde o último sábado (9), quando a comissão especial avaliava relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) a respeito do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A medida segue válida neste domingo.

De acordo com o coordenador de Visitação Institucional e de Relacionamento com a Sociedade, Aguirre Estorilio, os grupos que tinham visitas agendadas até 21 de abril  já foram comunicados do cancelamento e podem remarcar com a coordenação de relações públicas do Congresso.

As visitas à Câmara e ao Senado são gratuitas e são realizadas todos os dias, inclusive aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h30, com grupos saindo a cada meia hora. De terça a quinta, somente grupos agendados com antecedência podem participar.

GNews - Palácio do Planalto (Foto: Reprodução/GloboNews)
Palácio do Planalto, sede do Poder Executivo nacional (Foto: GloboNews/Reprodução)

Palácio do Planalto
O Palácio do Planalto informou que não haverá visitação no domingo, único dia reservado ao serviço. As atividades administrativas funcionam normalmente. Em dias normais, o espaço é aberto ao público externo das 9h30 às 14h. A entrada é gratuita.

Palácio da Alvorada e Palácio do Jaburu
Os palácios da Alvorada e do Jaburu – onde moram, respectivamente, a presidente e o vice-presidente da República – estiveram fechados para visitantes na quarta-feira (13), dia da semana reservado ao serviço. A visita acontece das 15h às 17h e é conjugada, iniciando pelo Alvorada, com duração de, aproximadamente, 60 minutos. A partir das 13h, cerca de 300 senhas de acesso são distribuídas por ordem de chegada, para a formação dos grupos.

Palácio do Itamaraty - Brasília (DF) #Obras_Niemeyer (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Palácio do Itamaraty
O Palácio do Itamaraty está com as visitações temporariamente suspensas desde março, quando se encerrou o contrato com a empresa que presta o serviço de guia turístico. De acordo com a assessoria do órgão,o serviço será retomada quando houver novo processo licitatório. Ainda não há previsão para o edital.

Quando houver a retomada, interessados em visitar o palácio devem fazer agendamento pelo telefone 2030-8051. As visitas, que acontecem das 9h às 19h, também são oferecidas em espanhol, francês e inglês. A entrada é gratuita.

Supremo Tribunal Federal - GNews (Foto: Reprodução GloboNews)
Supremo Tribunal Federal
(Foto: GloboNews/Reprodução)

Supremo Tribunal Federal
A visitação guiada ao Supremo Tribunal Federal foi suspensa durante todo o mês de abril, por causa de readequações ao corte orçamentário. As visitas ao órgão são gratuitas e devem ser agendadas pelo email visitacao@stf.jus.br.

Interessados devem informar nome, tipo de visita, quantidade de pessoas no grupo, data e horário desejados e telefone para contato.

Catedral
De acordo com a Arquidiocese de Brasília, as visitações estão suspensas até domingo. As missas, entretanto, continuam ocorrendo neste sábado. No domingo, serão realizadas apenas duas celebrações: uma às 8h30 e outra às 10h30.

A partir de segunda, as visitas poderão ser feitas normalmente, das de 8h às 18h. A entrada é gratuita. Não é necessário fazer agendamento.

Catedral Metropolitana de Brasília, na Esplanada dos Ministérios (Foto: Raquel Morais/G1)
Catedral Metropolitana de Brasília, na Esplanada dos Ministérios (Foto: Raquel Morais/G1)

Complexo Cultural da República
O Museu Nacional, a Biblioteca Nacional e o Centro Cultural Três Poderes estarão fechados para visitação pública até segunda-feira. A entrada nestes lugares é gratuita. Mas, dependendo da exposição que houver no museu, pode ser cobrada taxa. O espaço funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 18h30.

A Biblioteca Nacional funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h45, e aos sábados e domingos, das 8h às 14h. O Centro Cultural Três Poderes funciona de terça a domingo, das 9h às 18h.

 Museu Nacional Honestino Guimarães, localizado na Esplanada dos Ministérios, Brasília (Foto: Valter Campanato/ABr)
Museu Nacional Honestino Guimarães, localizado na Esplanada dos Ministérios, Brasília (Foto: Valter Campanato/ABr)

 

COMÉRCIO
O Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal e a Associação Brasileira de Shoppings Centers recomendaram que as lojas não abrissem neste domingo. As entidades dizem em nota que o objetivo “é evitar que possíveis distúrbios entre simpatizantes e contrários ao impeachment se reflitam no comércio”. A decisão fica a cargo de cada centro comercial.

Os únicos shoppings que anunciaram alterações no horário de funcionamento são os próximos à Esplanada dos Ministérios. A expectativa da Secretaria de Segurança Pública é de que 300 mil pessoas passem pela região durante a votação do impeachment.

O Conjunto Nacional funcionará normalmente no sábado. No domingo, o centro comercial ficará fechado. A reabertura acontece na segunda. O Liberty Mall disse que somente a praça de alimentação e o cinema funcionarão no domingo. No sábado, o shopping funciona normalmente. Na segunda, todas as lojas abrirão normalmente. O Brasília Shopping avalia se continuará aberto ou se vai fechar as portas no fim de semana.

Conjunto Nacional em Brasília (Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília)
Conjunto Nacional em Brasília (Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília)

Impeachment: metroviários do DF decidem paralisar atividades no domingo

0
Foto: Ed Alves/
Foto: Ed Alves/

Diante da paralisação, um plano alternativo será posto em prática pelo Metrô-DF para que os trens circulem

Metroviários do Distrito Federal decidiram paralisar as atividades amanhã (17), dia de votação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Distrito Federal, a paralisação de 24 horas foi aprovada ontem (16) em assembleia geral.

“Um dos motivos da paralisação é a enorme falta de empregados pela qual o Metrô-DF passa, mesmo com mais de 800 aprovados aguardando convocação. A este motivo se soma a falta de segurança que existe no sistema metroviário atualmente, que tem resultado em inúmeros incidentes”, informou o sindicato.

Ainda de acordo com o comunicado, a previsão feita pelo sindicato é que, amanhã, a situação na capital será crítica em razão de possíveis confrontos entre grupos pró e contra o impeachment de Dilma, o que poderá resultar em vandalismos, saques e depredações. “A categoria metroviária teve a coragem que deveria partir do Metrô-DF de não realizar uma operação em condições críticas, colocando em risco a vida de seus empregados e usuários”, destacou a nota.

A assessoria de imprensa do Metrô-DF informou que já há um plano alternativo para atender à população diante do anúncio de paralisação por parte dos metroviários. A estratégia inclui ações como a diminuição de estações em funcionamento e a liberação de catracas, caso haja necessidade.

O órgão garantiu que o metrô vai funcionar amanhã, das 11h às 23h, sendo que, a partir das 20h, apenas a estação central ficará aberta para embarque e desembarque. Depois desse horário, as demais estações funcionarão somente para desembarque de passageiros.

Concurso Comida Di Buteco – Edição Brasília 2016 conta com o apoio do BRB

0

comida buteco


O Festival começa hoje e ocorre até o dia 8 de maio

Começa hoje (15) o Concurso Comida Di Buteco – Edição Brasília 2016. O projeto, que teve início no ano 2000, em Belo Horizonte (MG), tem como objetivo resgatar os botecos autênticos, com comidas caseiras e tradicionais de botecos. Com o passar dos anos, o concurso se expandiu e, agora, conta com a participação de 20 cidades, totalizando 500 botecos de Norte a Sul do país.

Elmo Santos, coordenador do concurso na região Centro-Oeste, explica que a edição deste ano é um momento muito particular na história do concurso: “Este é o primeiro ano que iremos eleger o melhor boteco do País. Anteriormente, era eleito apenas o melhor boteco de cada cidade. Além disso, temos como tradição a escolha de um tema para direcionar as receitas. Em 2015, por exemplo, o tema foi ‘frutas’. Este ano, o tema será livre, o que evita que alguma região seja beneficiada em função do insumo escolhido. Por fim, com o objetivo de estimular a criação de receitas econômicas e de proporcionar uma disputa em pé de igualdade entre os bares, este ano nenhum prato poderá ultrapassar o valor de R$ 25,90. Diante dessas novidades, esperamos que a edição de 2016 consolide o evento como um Concurso Nacional”, ressaltou o coordenador.

Vale destacar que a palavra boteco, escrita com “u”, já é marca registrada do concurso e retrata regionalidade e tradição. “Com isso, buteco deixa de ser uma palavra pejorativa e torna-se um adjetivo muito bem quisto”, completou Elmo.

O presidente do BRB, Vasco Gonçalves, explica que o apoio do BRB a este concurso é uma forma de proporcionar momentos de descontração e entretenimento à população. “Este é um concurso diferente, do qual todos podem participar para eleger o melhor boteco da cidade. Embora este seja o segundo ano do concurso em Brasília, é uma proposta inovadora. Apenas aqui, serão 20 botecos participantes – na Asa Sul, Asa Norte, Vila Planalto, Águas Claras, Guará, Taguatinga e Núcleo Bandeirante – o que torna a participação das pessoas ainda mais acessível”, finalizou o presidente.

Como funciona
Além dos tira-gostos servidos pelos botecos participantes, também são avaliados a higiene, o atendimento e a temperatura da bebida. Público e júri dão nota de 1 a 10 para estes quatro quesitos. O peso do júri e do público é de 50% cada, e os votos físicos são recolhidos e apurados pelo instituto Vox Populi.

Em junho, uma comissão composta de três jurados visitará o boteco campeão de cada cidade e elegerá o melhor, que ganhará o título de “Melhor Buteco do País”. Dentre os membros da comissão, um será da própria cidade e dois de outras cidades. Vale destacar que os integrantes desta comissão não participarão da primeira etapa.

Mais informações no site www.comidadibuteco.com.br.

Netflix anuncia série baseada nas investigações da Lava Jato

0

Por Daniela Barbosa, por Exame.com – A Netflix vai ganhar mais uma série original e desta vez a inspiração vem do Brasil.

A nova produção será baseada nas recentes investigações de corrupção da Operação Lava Jato e será dirigida por José Padilha, o mesmo diretor de “Narcos” e “Tropa de Elite”, e escrita por Elena Soares.

As filmagens devem começar neste ano. Já a estreia está prevista para 2017. A série, no entanto, ainda não tem nome definido.

Em nota, Erik Barmack, vice-presidente de Originais Internacionais da Netflix, afirmou que a Netflix reconhece o talento de Padilha em transformar os eventos atuais ainda em constante evolução em narrativas atraentes.

“Ele está bem posicionado para documentar este momento importante na história do Brasil”, afirmou o executivo.

Segundo Padilha, a história vai se concentrar nas operações policiais e nos detalhes sobre o esquema de corrupção da Lava Jato.

“É fundamental que a série seja produzida com imparcialidade, e a Netflix é com certeza a melhor parceira para que isso possa ser concretizado”, afirmou o diretor em comunicado.

Governo detalha esquema do trânsito para votação do impeachment

0

esplanada

Em parceria com representantes dos grupos pró e contra, Segurança Pública também definiu o uso de telões e a colocação de trios elétricos

Por Samira Pádua – Por conta da votação do pedido de afastamento da presidente da República, Dilma Rousseff, na Câmara dos Deputados, e das manifestações populares marcadas para a Esplanada dos Ministérios, a retirada de veículos entre a Rodoviária do Plano Piloto e o Balão do Presidente só será permitida até as 9 horas de sexta-feira (15). Depois, os órgãos de trânsito recolherão aqueles que estiverem estacionados em locais irregulares. Os demais, que ficarem parados de forma regular, poderão ser retirados apenas ao término dos eventos, previsto para a noite de domingo (17).

As definições, detalhadas pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, complementam o esquema de segurança divulgado no sábado (9), quando foi anunciado o bloqueio do trânsito de veículos no Eixo Monumental a partir da 0 hora de sexta. A abertura das vias dependerá de avaliações de cenário.

Estacionamentos
Quem trabalha na Esplanada poderá usar os estacionamentos anexos aos ministérios. O acesso a essas áreas deverá ser feito pelas Vias S2 e N2. Os mesmos espaços estarão liberados para os manifestantes que se dirigirem ao local. Nesse caso, os que forem favoráveis ao impeachment terão de parar o carro nos anexos dos prédios do lado direito da Esplanada; os contrários, no lado esquerdo.

Os servidores da Praça dos Três Poderes devem estacionar, preferencialmente, nas imediações da S2 e seguir a pé pelas passagens subterrâneas do Anexo 3 da Câmara dos Deputados.

As escadas de acesso das Vias N2 e S2 para os ministérios estarão liberadas tanto para manifestantes quanto para servidores. Quem chegar de ônibus ou metrô precisará descer na rodoviária e ir a pé.

Aos trabalhadores que forem participar das manifestações após o expediente e estiverem do lado contrário do indicado pelas forças de segurança, a orientação é dar a volta para evitar confrontos. Se estiverem a pé, terão de contornar pela Rodoviária do Plano Piloto; de carro, as opções são as Vias W3 ou L4 e o Eixão.

As duas zonas para manifestantes estão separadas por um corredor de 80 metros de largura por 1 quilômetro de comprimento — da Catedral até o Congresso Nacional. Policiais militares ficarão distribuídos ao longo da extensão para impedir que um grupo invada o lado reservado ao outro.

O acesso para pessoas com deficiência a favor do impeachment que estiverem em veículos estará liberado pela Via S2, por meio do túnel que dá acesso ao estacionamento da Cúria Metropolitana (ao lado da Catedral). Já os que são contra podem estacionar em frente ao Teatro Nacional.

Para ônibus de grupos pró-impeachment que chegarem a Brasília, estarão disponíveis os Estacionamentos 1 e 2 do Parque da Cidade, ao lado do Pavilhão de Exposições. Àqueles contrários ao impedimento da presidente Dilma está reservado o do Ginásio Nilson Nelson.

Outras vias fechadas
Também a partir da 0 hora de amanhã, os quatro túneis ao longo da Esplanada que ligam as Vias S2 e N2 às Vias S1 e N1 estarão fechados e só serão liberados após o fim da votação na Câmara dos Deputados ou conforme avaliação do comando da operação. As Vias N2, N3, S2 e S3 poderão ser interditadas de acordo com a necessidade, no período dos eventos.

No domingo, o Eixão ficará bloqueado normalmente para a passagem de veículos e aberto para o Eixão do Lazer, das 6 às 18 horas. Se necessário, o fechamento poderá ser estendido.

A partir da 0 hora de sexta (15), oito painéis do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) serão posicionados ao longo da Esplanada dos Ministérios com informativos sobre questões de segurança e de trânsito, por exemplo.

Segurança e atendimento médico
A Secretaria da Segurança Pública detalhou também procedimentos relativos a segurança e a atendimento médico. Haverá reforço do policiamento em todas as estações de metrô e na Rodoviária do Plano Piloto. Além disso, vistorias foram iniciadas na terça-feira (12) na Esplanada e seguirão até o término da operação. O objetivo é retirar objetos que sejam potenciais ameaças durante as manifestações, como pedaços de madeira e entulhos.

A varredura é feita pelo Departamento de Trânsito (Detran-DF), pelo DER-DF, pela Polícia Militar, pelo Corpo de Bombeiros, pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU), pela Agência de Fiscalização (Agefis) e pela Companhia Energética de Brasília (CEB).

Militares do Corpo de Bombeiros e funcionários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estarão em toda a área. Além disso, próximo ao Ministério da Justiça, haverá base de triagem médica, para onde serão levadas pessoas socorridas. Perto do mesmo ministério, ficará o comando móvel da PM.

Ocorrências relacionadas às manifestações ficarão concentradas no Departamento de Polícia Especializada, no Parque da Cidade. As demais — sem ligação com a manifestação, como extravio de documento —, na 5ª Delegacia de Polícia, próximo à Torre de TV.

De acordo com o esquema divulgado no sábado (9), todo o efetivo da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros está de sobreaviso para atuar nos dias de votação do impeachment. Só na Esplanada, está prevista a presença de cerca de 3 mil PMs e de 500 bombeiros, de sexta (15) até o término da operação. Se necessário, a quantidade pode ser aumentada. A Polícia Civil terá 700 agentes por dia atuando nas manifestações e em ações ordinárias (aquelas sem relação com os eventos). O controle das vias ficará a cargo de 50 agentes do Detran. A segurança das outras regiões de Brasília será mantida.

Metrô e ônibus
Na sexta (15) e no sábado (16), o metrô funcionará normalmente, das 6 horas às 23h30. Amanhã, com 16 ou 24 trens — a maior capacidade é nos horários de pico, das 6 às 9 horas e das 17 às 20 horas. No dia seguinte, haverá 16 trens durante todo o dia, podendo aumentar se necessário.

No domingo (17), o funcionamento será das 11 às 23 horas, sendo que, das 11 às 20 horas, será permitido o embarque e o desembarque em todas as estações. Das 20 às 23 horas, o embarque ocorrerá somente na Estação Central. O número de trens será definido de acordo com a necessidade.

De acordo com o Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), nos dias 15, 16 e 17 as linhas que passariam nas Vias S1 e N1 deverão ser desviadas para as Vias S2 e N2. A tabela dos ônibus será a correspondente ao dia, e as empresas estão autorizadas a aumentar o número de veículos se houver demanda.

Na rodoviária, caso necessário, a plataforma inferior pode ser fechada, e a operação dos ônibus, transferida para a plataforma superior.

Trios e telões
Em reunião nesta quinta-feira (14) com representantes dos dois grupos, ficou autorizada a colocação, na sexta e no sábado, de um trio elétrico de cada lado, que deve estar entre a primeira via de ligação após a Alameda das Bandeiras até o ponto de concentração de cada um dos lados. No domingo, serão permitidos três trios elétricos por grupo, que podem ficar no mesmo local determinado. Os trios podem transmitir falas dos integrantes ou o som da sessão disponibilizado pela TV Câmara. Músicas não serão permitidas.

As falas nos trios serão controladas por participantes das manifestações cadastrados na secretaria. Elas devem estar de acordo com o que foi pactuado com a pasta da Segurança, ou seja, não podem incitar a violência nem ser ofensivas.

Perto dos ministérios, haverá quatro telões ao longo do Eixo Monumental, de responsabilidade dos manifestantes. Eles exibirão exclusivamente imagens da votação transmitidas pela TV Câmara.

Até as 18 horas de sexta (15), os integrantes devem enviar à Secretaria da Segurança o dia e o horário em que pretendem levar os trios e os telões para montagem, além da placa, da marca e do modelo dos veículos que acessarão a área para essa finalidade.

Ainda no encontro de hoje, as lideranças dos movimentos contrários e favoráveis ao impeachment decidiram abrir mão do uso de qualquer objeto inflável durante as manifestações, atendendo à recomendação das forças de segurança, que alertaram para o perigo de acidentes. Quanto a banheiros químicos, eles podem ser instalados pelos dois grupos nas calçadas entre os ministérios e as Vias N1 e S1.

Resultado
Os que tiverem os interesses atendidos pela Câmara dos Deputados podem permanecer no local, sem movimentação dos trios, enquanto o grupo antagônico se dispersa.

Governador Rollemberg visita exposição de cavalos na Granja do Torto

0
O governador Rodrigo Rollemberg, o presidente da Associação dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador de Brasília, Caio Brasil, e o secretário da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, José Guilherme Leal Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília
O governador Rodrigo Rollemberg, o presidente da Associação dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador de Brasília, Caio Brasil, e o secretário da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, José Guilherme Leal Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

Mostra com 250 animais da raça manga-larga marchador está aberta ao público até domingo

Por Ádamo Araujo – O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, esteve nesta quinta-feira (14) na 30ª Exposição Especializada do Cavalo Mangalarga Marchador. O evento começou ontem e vai até domingo, com entrada gratuita, no Parque de Exposições da Granja do Torto. De acordo com a organização da mostra, trata-se de um dos maiores acontecimentos do gênero no Brasil, com 250 animais.

Rollemberg disse que a exposição ressalta a tradição rural do País. “É uma atividade importante em vários aspectos: econômico, esportivo e de lazer.”

Também compareceram à mostra o secretário da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, José Guilherme Leal; e o presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal, Argileu Martins da Silva.

30ª Exposição Especializada do Cavalo Mangalarga Marchador
Parque de Exposições da Granja do Torto
Até 17 de abril (domingo)
Das 9 às 17 horas
Entrada franca

A linha sucessória de Dilma Rousseff na mira da Lava Jato

0

Do El Pais – Quem assume o poder caso haja o impeachment ou renúncia da presidenta ou ainda invalidação da chapa presidencial eleita em 2014

1

As acusações

2