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Mais de 70% dos brasilienses apoiam o impeachment, aponta DataBlog

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Sim ao impeachment venceu enquete com 71%, o Não teve 18,2% e 9,5% pedem novas eleições

O DataBlog colocou no ar durante os últimos cinco dias uma enquete para saber o posicionamento dos leitores do Blog do Callado com relação a votação do processo de impeachment na Câmara dos Deputado que aconteceu na noite deste domingo.

O Sim ao impeachment venceu a enquete do DataBlog com 71%, contra 18,2% que optou pela permanência da presidente Dilma Rousseff (PT) à frente do Governo Federal. Dos que participaram do DataBlog, 9,5% acreditam que realização de novas eleições seria a melhor opção. Outros 1,2% se declarou indiferente ao processo impeachment de Dilma.

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O Blog do Callado adota regras para a criação, votação e manutenção de enquetes. A principal delas diz respeito ao prazo de vigência dessas sondagens, que buscam aferir opiniões da sociedade sobre temas variados.

O DataBlog usa mecanismos de segurança para inibir a possibilidade de manipulação dos resultados. Cada leitor poderá votar apenas uma vez. O Blog está dotado de mecanismo de segurança para evitar que o internauta vote mais de uma vez. Os votos com suspeita de violação desse mecanismo serão desconsiderados. O voto uma vez computado no sistema, não poderá ser mudado.

Os números gerados em enquetes de portais não têm valor científico, como em pesquisas de opinião pública, nas quais se prepara uma amostragem específica do público-alvo. A votação nas enquetes é livre a quem quiser.

 

 

 

 

Dilma fora, ministros cairão nas mãos do juiz Sério Moro

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Wagner Mercadante Edinho Silva

Impeachment vai tirar foro privilegiado dos citados na Lava Jato

Do Diário do Poder – Várias autoridades do governo Lula estão insones porque a destituição da presidente Dilma Rousseff ocasionará perda dos seus cargos e, principalmente, de prerrogativas preciosas. Sem foro privilegiado, Lula e os ministros Jaques Wagner, Aloizio Mercadante e Edinho Silva, citados em delações premiadas da Operação Lava Jato, ficarão sujeitos ao juiz federal Sergio Moro, implacável contra a corrupção.

Dilma decidiu nomear Lula ministro, conforme denunciou a Procuradoria Geral da República, para livrá-lo do juiz Sergio Moro.

O que tira o sono desses ministros enrolados é a certeza de que serão demitidos, caso Michel Temer assuma o lugar de Dilma.

Sendo afastada do cargo, Dilma terá de coçar o bolso para pagar sua própria defesa. A Advocacia-Geral da União deve defender a União.

Apesar de receber metade do salário se for mesmo afastada, Dilma poderá usar uma residência oficial do Alvorada ou da Granja do Torto.

ELE VAI FALAR | Gim Argello decide fazer delação premiada que deve arrastar parlamentares

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Gim Argello foi vice-presidente da CPI mista da Petrobras(Valter Campanto/Agência Brasil)
Gim Argello foi vice-presidente da CPI mista da Petrobras(Valter Campanto/Agência Brasil)

 

Por Lauro Jardim | Ele vai falar. Há menos de uma semana preso, Gim Argello já decidiu fazer um acordo de delação premiada. Os primeiros da lista que devem botar suas barbas de molho são os parlamentares que com ele comandavam a CPMI da Petrobras, de onde Argello amealhou R$ 5,3 milhões para barrar a convocação de empreiteiros.

Dilma mantém rotina em dia de decisão sobre impeachment

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Por Paulo Victor Chagas e Alex Rodrigues – Buscando manter a rotina no dia em que a Câmara dos Deputados decide sobre a admissibilidade do pedido de impeachment, a presidenta Dilma Rousseff andou de bicicleta nesta manhã nos arredores do Palácio da Alvorada, em Brasília, sua residência oficial.

O exercício matinal da presidenta ocorreu de forma diferente da usual. A presidenta, que costuma andar de bicicleta por volta de 6h, saiu do Alvorada às 7h40 e encurtou o trajeto que geralmente costuma fazer.

Quando se dirigia a uma das saídas do palácio, acompanhada de seguranças, ela percebeu a presença dos jornalistas e desviou o caminho que geralmente costuma fazer. Dessa vez, saiu pela via principal de acesso ao Alvorada e passou em frente ao Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente Michel Temer, que tem protagonizado um embate público com ela nos últimos dias.

Abordada por um jornalista que registrou o evento, a presidenta evitou conversas e respondeu apenas ao cumprimento de “Bom dia”. Ela também procurou não olhar diretamente para as câmeras. O exercício, que costuma durar cerca de 50 minutos, foi cumprido em apenas 15.

Dilma deve passar o domingo no Alvorada, reunida com os ministros mais próximos, acompanhando a votação dos 513 deputados que vão aprovar ou rejeitar o parecer favorável ao prosseguimento do impeachment no Congresso.

Até as 9 horas de hoje (17), a agenda presidencial divulgada pela assessoria do Palácio do Planalto informava que Dilma não tem nenhum compromisso oficial agendado.

No entanto, ela deve receber assessores e ministros do seu núcleo duro como Jaques Wagner, do Gabinete Pessoal da Presidência, Ricardo Berzoini, da Secretaria de Governo, e José Eduardo Cardozo, Advogado-Geral da União.

Independentemente do resultado, Dilma ou um integrante do governo vai se manifestar após a votação, cuja previsão de término é por volta de 21h.

Para que a Câmara autorize o Senado a julgar as denúncias por crime de responsabilidade que podem levar ao impeachment da presidenta serão necessários pelo menos 342 votos favoráveis – dois terços do total de 513 deputados. A votação está prevista para começar as 14h. Se a Câmara julgar admissível o processo, a palavra final sobre o futuro político da petista caberá ao Senado.

Nos últimos dois dias, a agenda da presidenta sofreu mudanças de última hora. Ontem (16), estava prevista a participação de Dilma em um ato promovido por movimentos populares contrários ao impeachment, no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília (DF). A participação da presidenta, no entanto, foi cancelada.

Na sexta-feira (15), Dilma já tinha cancelado o pronunciamento que faria em cadeia nacional de rádio e televisão. O Palácio do Planalto preferiu evitar novos conflitos antes da votação da Câmara. O partido Solidariedade anunciou que, se preciso, recorreria à Justiça para impedir a transmissão do pronunciamento. A legenda alegava que a iniciativa configuraria desvio de finalidade no uso da prerrogativa presidencial de convocar a rede para falar à nação.

O vice-presidente Michel Temer, que igualmente alterou sua agenda e viajou para Brasília nesse sábado (16), também não tem compromissos oficiais na agenda.

ARTIGO | Manifestação, sim, mas sem violência!, por Chico Leite

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Qualquer protesto político ou social é um gesto de rebeldia. Mas ao longo da história, sempre houve quem investisse em um esforço que construísse, ao invés de destruir. Defendesse as próprias ideias, sem se render à violência ou mesmo cedesse à tentação de desconstruir quem não pensasse igual. Lutasse pela sua liberdade sem cobrar que os outros se submetessem a ela.
Eles nos lembram todos aqueles que lutaram e morreram no mundo apostando pela paz como a melhor arma. Como Gandhi, na Índia, em favor dos párias; Martin Luther King, nos Estados Unidos, em sua cruzada pela igualdade entre brancos e negros, ou Nelson Mandela na África do Sul, combatendo com o perdão a violência do apartheid.
Como fizeram os jovens universitários pacifistas na China, desafiando sem armas os tanques de guerra contra os quais jogavam flores. Ou os revolucionários do maio francês que proclamavam: “Seja realista, exija o impossível”. O impossível era o protesto sem violência.
Como vencer esse desafio? Persistindo na luta contra a corrupção, a grande inimiga. Apoiando as Instituições encarregadas de investigá-la e processá-la, como a Polícia Federal, o Ministério Público e a Justiça. E, sobretudo, procurando, com a conduta diária, ser o exemplo de sociedade com que desejaria conviver.

Deputados decidem se denúncia contra Dilma será aceita; votação começa às 14h

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Por Ivan Richard e Paulo Victor Chagas – A Câmara dos Deputados decide hoje (17) se aceita a denúncia de crime de responsabilidade contra a presidenta Dilma Rousseff acatada em dezembro pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Após mais de dois dias de discussão pelo plenário da Casa, o parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO), pela admissibilidade do impeachment, vai a voto a partir das 14h. A votação é aberta e cada um dos 513 deputados será chamado nominalmente para declarar sua posição. Para ser aprovado são necessários 342 votos favoráveis, ou dois terços da Casa.

O pedido que está em análise pelos deputados foi feito em outubro do ano passado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr. e a advogada Janaína Pascoal.

A sessão de votação será aberta com a fala do relator. O deputado Jovair Arantes terá 25 minutos para apresentar seu parecer a favor do impeachment. Depois, os 25 líderes partidários, além dos líderes do governo e da minoria, orientarão suas bancadas. A previsão de Eduardo Cunha é que o resultado da votação seja conhecido por volta das 21h.

Ordem de votação

Depois de anunciar que a ordem de chamada da votação seria iniciada pelos deputados da Região Sul e finalizada pelos da Região Norte, Cunha recuou e decidiu, na última quinta-feira (14), que a ordem da votação será alternada, começando pelos deputados de um estado do Norte. A decisão foi tomada horas antes de o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), em sessão extraordinária, rejeitar ação do PCdoB, que pedia a anulação das regras definidas pelo presidente da Câmara,

De acordo com decisão de Cunha, a ordem de chamada será a seguinte: parlamentares de Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Amapá, Pará, Paraná, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Rondônia, Goiás, Distrito Federal, Acre, Tocantins, Mato Grosso, São Paulo, Maranhão, Ceará, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Piauí, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Sergipe e Alagoas.

O processo de votação deverá durar cerca de quatro horas, uma vez que cada um dos 513 deputados, segundo cálculos da presidência da Casa, gastará, em média, 30 segundos para proferir seu voto.

“Estou prevendo quatro horas [de votação]. São 513, tem segunda chamada daqueles que não compareceram, tem o tempo de deslocamento até o microfone. [Somando] o gasto com cada procedimento desse meio minuto, serão 256 minutos, o que dá 4 horas e 16 minutos”, calculou Cunha.

Com menos de 342 votos, o pedido será arquivado. Se o resultado for favorável ao texto de Arantes, o processo segue para o Senado Federal analisar o processo de impeachment. Caso os senadores também acatem o parecer do relator e decidam que deve haver um julgamento quanto ao mérito, a presidenta é afastada por 180 dias e os senadores formarão uma nova comissão para analisar a denúncia.

Lançamento: A Mulher e a Justiça – A Violência Doméstica sob a Ótica dos Direitos Humanos

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Livro reúne importantes estudos acadêmicos e experiências forenses sobre a violência contra a mulher. O evento para apresentação da obra e sessão de autógrafos será no auditório do IDP, na segunda-feira, 18/4, às 19h

Na próxima segunda-feira, 18 de abril, será lançado, em Brasília, o livro “A Mulher e a Justiça – A Violência Doméstica sob a Ótica dos Direitos Humanos”. A obra, organizada pela juíza Theresa Karina de Figueiredo Gaudêncio Barbosa, por intermédio da Associação dos Magistrados do DF (Amagis-DF), reúne capítulos de 27 autores, dentre magistrados e servidores do TJDFT, membros do Ministério Público e professores renomados nas áreas de Direito, Psicologia, Sociologia, Comunicação Social e Antropologia.

O lançamento e a sessão de autógrafos estão marcados para às 19h, no auditório do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). A cerimônia abre o ciclo de diálogos “As Mulheres na Carreira Jurídica”, coordenado pela professora titular do Mestrado em Direito da Escola de Direito de Brasília (EDB/IDP), Soraia da Rosa Mendes, uma das coautoras do livro.

O livro “A Mulher e a Justiça” busca promover uma abordagem multidisciplinar do tema para aprimorar os mecanismos de prevenção e controle da violência doméstica, integrar as diversas formas de enfrentamento das questões relativas à violência e proteger as vítimas e seus familiares.

Serviço: Lançamento do livro “A Mulher e a Justiça – A Violência Doméstica sob a Ótica dos Direitos Humanos”

Data: 18 de abril, às 19h

Local: Auditório do IDP – SGAS Quadra 607, Módulo 49, Via L2 Sul – Brasília-DF

Coautores: Ana Carolina Chaves; Ana Cláudia Loiola de Morais Mendes; Ana Lúcia Galinkin; Antonio Henrique Graciano Suxberger; Antônio Pereira Rabelo; Bruno André Silva Ribeiro; Carmen Hein de Campos; Cláudio Nunes Faria; Débora Giestas; Deusélio Bassini Fioresi; Ela Wiecko Volkmer de Castilho; Elaine Bello Bonorino; Elen Cristina Geraldes; Jala Mahira Hassaine da Costa; Janara Kalline Sousa; Karine Brito dos Santos; Lia Zanotta Machado; Lourdes Maria Bandeira; Oriana Piske de Azevêdo Barbosa; Paula Carvalho Peixoto; Rejane Zenir Jungbuth; Soraia da Rosa Mendes; Tânia Mara Campos de Almeida; Theresa Karina de Figueiredo Gaudêncio Barbosa; e Vanessa Negrini.

Edição: Amagis-DF

Organização: juíza Theresa Karina de Figueiredo Gaudêncio Barbosa

Pioneiro Affonso Heliodoro é homenageado pelos seus 100 anos

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Foto: Gabriel Jabur
Foto: Gabriel Jabur

 

Governador Rodrigo Rollemberg participou de celebração do centenário do coronel que ajudou Juscelino Kubitschek a construir Brasília

Por Gabriela Moll – Autoridades, acadêmicos e amigos reuniram-se para homenagear o pioneiro Affonso Heliodoro dos Santos, que completou 100 anos neste sábado (16). A solenidade ocorreu no fim da tarde de hoje, no Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, do qual o mineiro de Diamantina é presidente de honra.Ao chegar ao salão onde ocorreu a celebração, Heliodoro foi recebido pela banda marcial do 3º Batalhão de Polícia Militar de Diamantina, que executou o Hino Nacional. Em seguida, a vice-presidente do instituto, Vera Ramos, abriu as homenagens. “Aqui preservamos a memória de Brasília, e o senhor sem dúvidas é parte ilustre desta história”, afirmou.

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, fez questão de participar da solenidade e definiu o aniversariante como um cidadão inspirador. “Vossa excelência carrega o espírito da cidade e de Juscelino Kubitscheck”, disse o chefe do Executivo. “Heliodoro é sinônimo de inspiração, de sensibilidade e da capacidade de unir as pessoas em prol do sonho de construir uma nação.”

Heliodoro recebeu hoje o título Cidadão Benemérito Diamantinense e a Medalha Alferes Tiradentes.

História
Amigo pessoal e integrante da equipe do presidente Juscelino Kubitschek, Affonso Heliodoro dos Santos é parte da história de Brasília. Ele estava ao lado do presidente quando foi assinado o documento que pedia ao Congresso Nacional a mudança da capital para o Centro-Oeste, em 1956. No mesmo ano, o coronel reservista da Polícia Militar de Minas Gerais visitou o terreno em que a cidade foi construída.

Nascido em Diamantina em 16 de abril de 1916, é bacharel em Direito e mora em Brasília desde 1981. Assumiu o gabinete militar do governo de Minas Gerais em 1951, durante o governo de Juscelino Kubitschek (1951-1955), foi subchefe do gabinete civil do governo federal e secretário-geral do Memorial JK de 1981 a 1995.

Oposição pede busca e apreensão em hotel em que Lula está hospedado

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Hotel Golden Tulip
Hotel Golden Tulip

 

Royal Tulip é considerado o QG do ex-presidente em Brasília

Por Agência Estado – Partidos de oposição anunciaram na tarde deste sábado que irão protocolar representação na Procuradoria da República no Distrito Federal solicitando abertura de inquérito policial e decretação de medida cautelar de busca e apreensão de eventuais provas no hotel Royal Tulip, onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está hospedado em Brasília. O petista recebe políticos e faz articulações no local. Os tucanos querem investigar suposta compra de votos contrários ao impeachment da presidente Dilma Rousseff.

– Vamos fazer uma representação junto ao Ministério Público Federal em virtude de muitas denúncias não republicanas de ocorrências no hotel – afirmou o líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA).

O partido também quer que a PF instaure inquérito para apurar a obstrução de rodovias federais por movimentos sociais ligados ao PT.

Já DEM, PPS, PSDB, PSC e PTB informaram que irão no final desta tarde à Superintendência da Polícia Federal para apresentar denúncia crime contra a presidente Dilma, o ex-presidente Lula e os ministros Eva Chiavon (Casa Civil), Eugenio Aragão (Justiça), Aloisio Mercadante (Educação), Jaques Wagner (chefe de gabinete), José Eduardo Cardozo (Advogado-Geral da União), Luiz Navarro (Controladoria-Geral da União), além dos governadores Ricardo Coutinho (PSB-PB), Waldez Góes (PDT-AP), Camilo Santana (PT-CE) e Wellington Dias (PT-PI).

A oposição diz que essas pessoas estão atuando para angariar votos favoráveis ao governo. Os partidos acusam o governo de praticar corrupção ativa, corrupção passiva e desvio de finalidade. A denúncia será apresentada à PF porque a Procuradoria-Geral da República (PGR) não tem plantão no fim de semana.

Os partidos apontam como provas desses crimes a oferta de cargos e nomeações publicadas no Diário Oficial da União (DOU) nos últimos dias, a atuação nas negociações de ministros, dos governadores de Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí e Bahia, além do ex-presidente Lula. Eles também apontam como indício de compra de votos a transferência de terras da União para o Governo do Amapá, Estado de maioria dos votos não declarados.