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Rollemberg resolve reestruturar a articulação política e social do governo

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José Flávio Oliveira e Igor Tokarski
José Flávio Oliveira e Igor Tokarski

Divisão de funções na articulação é para fazer as pazes com setor produtivo, sindicatos e deputados

Por Millena Lopes, do Jornal de Brasília – Em uma tentativa de se relacionar melhor com a Câmara Legislativa, o setor produtivo e os sindicatos que representam os servidores públicos, o governador Rodrigo Rollemberg resolveu reestruturar a articulação política e social do governo, com a divisão dos trabalhos nas pastas adjuntas à Casa Civil. Com a chegada de José Flávio de Oliveira para cuidar exclusivamente dos assuntos legislativos, Igor Tokarski se dedicará ao relacionamento com sindicatos e setor produtivo, conforme o próprio governador.

Na Secretaria Adjunta de Assuntos Legislativos, José Flávio deve enfrentar a fúria de deputados que ainda esperam definição de espaços e cargos no governo. Rollemberg já começou a cumprir com o que prometera na semana passada, quando nomeou cinco novos administradores regionais. Parte dos deputados que formariam a base aliada na Casa, no entanto, ainda esperam  suas fatias do bolo.

Desafios

O nome do articulador político foi reivindicado pelos próprios deputados. E, com a sinalização do Palácio do Buriti de que uma divisão de cargos pode acalmar os ânimos no Legislativo, ele seria a figura que faltava para intermediar as relações. “Pretendo manter um relacionamento com os deputados com muita transparência e frequência, discutindo e ouvindo as opiniões deles”, promete José Flávio.

Base e oposição serão chamadas para discutir as pautas do Executivo. “Precisando, a gente leva a equipe técnica para esclarecer, tirar dúvidas e acolher sugestões”, destaca. “Vamos ver se a gente agiliza as coisas, para evitar essa demora em algumas respostas”, diz.

O governo, ele aponta, tem interesse no bom relacionamento com a Casa. “Nós precisamos do Legislativo e vice-versa”, acrescenta.

O caminho para melhorar a relação entre governo e servidor pode ser longo. Em entrevista ao Jornal de Brasília, na semana passada, o governador Rodrigo Rollemberg acusou os sindicatos de manipularem a opinião pública contra as parcerias com organizações sociais para a gestão de unidades de saúde.

Ele disse ainda que as entidades são injustas ao apontá-lo como responsável pela articulação para aprovar o Projeto de Lei 257/2016, de autoria do Governo Federal, que propõe o reequilíbrio fiscal dos estados e, junto com elas, medidas que impactam negativamente sobre os servidores, como congelamento de salários e de concursos públicos.

OPERAÇÃO ACRÔNIMO | Bené fecha delação e presta depoimento em Brasília

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Bené é amigo do petista Fernando Pimentel e ajudou a elegê-lo governador de Minas Gerais, em 2014.
Bené é amigo do petista Fernando Pimentel e ajudou a elegê-lo governador de Minas Gerais, em 2014.

Bené prestou depoimento no sábado (23) e continua a colaborar com novas informações neste domingo (24), no Núcleo de Inteligência Policial, na Superintendência Regional da PF

Por Elijonas Maia, d0 Diário do Poder – O empresário Benedito de Oliveira Neto, o Bené, operador do governador de Minas Gerais Fernando Pimentel (PT), preso no último dia 15 de abril preventivamente pela operação Acrônimo da Polícia Federal, decidiu fazer delação premiada. Bené prestou depoimento no sábado (23) e continua a colaborar com novas informações neste domingo (24), no Núcleo de Inteligência Policial (NIP), na Superintendência Regional da Polícia Federal em Brasília.

Bené é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro. Ele já havia sido preso pela PF por associação criminosa, na mesma operação, em 29 de junho, mas foi liberado na ocasião. Com a colaboração de Bené, tanto Pimentel quanto a presidente Dilma Rousseff podem estar comprometidos. Bené atuou em sua campanha a presidente em 2010.

A Polícia Federal chegou até Bené após comprovar que ele financiou campanhas petistas e da presidente Dilma com dinheiro desviado de contratos firmados com o próprio governo Dilma. Segundo investigações, Bené se aproximou do PT durante o segundo mandato do governo Lula.

Bené é amigo do governador Fernando Pimentel e ajudou a elegê-lo governador de Minas Gerais, em 2014. Entre os seus bens, constam um avião bimotor – onde viajou Pimentel durante a campanha.

As investigações da Operação Acrônimo começaram em 2014, quando o avião de Bené foi apreendido com R$ 133 mil em espécie. Naquela ocasião, Bené seguia de Belo Horizonte (MG) para Brasília (DF), quando foi surpreendido por agentes da PF no Aeroporto JK.

Percurso teste da tocha olímpica movimenta o domingo em Brasília

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Foto André Borges
Foto André Borges

Nove lugares receberam a simulação neste domingo (24). Símbolo chega à cidade em 3 de maio e passará por 328 municípios antes do Rio de Janeiro

Por Gabriela Moll – Neste domingo (24) ocorreu o teste do revezamento da tocha olímpica em Brasília. A cidade será o ponto de partida para o percurso nacional da chama, em 3 de maio, a 100 dias da competição. Para avaliar a logística do trajeto, uma força-tarefa foi composta por 43 órgãos dos governos local e federal, incluindo todas as forças de segurança.

Pela manhã, carros, ônibus, motos e helicópteros saíram do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha em direção ao Palácio do Planalto para monitorar o percurso. Por volta das 10h30, horário previsto para o início do revezamento, um corredor simulou o trajeto da rampa do Planalto até o Congresso Nacional.

O comboio passou pela Praça dos Três Poderes e pela Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida. Às 11h30, seguiu para a Ponte JK, da qual o símbolo dos Jogos será levado de rapel a uma embarcação no dia oficial e chegará ao Pontão do Lago Sul.

Estádio e complexo esportivo
Do Pontão, a força-tarefa dirigiu-se ao Mané Garrincha, onde alunos dos 1º, 2º e 3º anos do Colégio Militar de Brasília ensaiaram a formação da Bandeira Nacional e o desfile com todas as bandeiras dos países participantes do torneio no Rio. De lá, o teste continuou no Complexo Poliesportivo Ayrton Senna, ao lado do estádio. Um nadador simulou a passagem do fogo olímpico, enquanto alunas de nado sincronizado, natação e polo aquático da Escola de Esporte se apresentavam na água e alunos de ginástica artística faziam coreografias em volta da piscina.

A parada seguinte foi no Parque Nacional de Brasília, conhecido como Água Mineral. Banhistas formaram um corredor para a simulação da passagem pela Piscina Velha. Depois, uma nadadora entregou a maquete da tocha para um cadeirante, que a transferiu para uma criança. Em seguida, outro condutor levou o objeto por uma trilha na unidade de conservação.

Revezamento
Depois que terminar o percurso na capital brasileira, a chama passará por 328 municípios, em todos os estados do País, até chegar à sede da competição, o Rio de Janeiro. O primeiro destino fora do DF é Pirenópolis (GO).

Em Brasília, todo o trajeto somará 105 quilômetros, incluindo deslocamentos por carro. Desses, 40 serão de revezamento a pé ou por meios alternativos: bicicleta, rapel, embarcações e a nado. Cento e quarenta e três condutores participarão do processo.

O percurso de 3 de maio inclui ainda pontos no Setor de Indústria e Abastecimento, em Taguatinga e no Riacho Fundo I. A tocha passará pelas Estradas Parques Núcleo Bandeirante, Indústria e Abastecimento Sul e Guará e pela Vila Telebrasília.

A rota engloba também quadras da Asa Sul, a Rodoviária do Plano Piloto, o Setor Comercial Sul e pontos turísticos como a Igrejinha (107/108 Sul), o Parque da Cidade, o Memorial JK, o Memorial dos Povos Indígenas, a Torre de TV e a Biblioteca Nacional, local em que o fogo olímpico será repassado ao último condutor.

O final do revezamento está previsto para as 20h30, quando terá início o evento em comemoração ao circuito completo, com programação a ser divulgada posteriormente.

Acesse o percurso completo da tocha olímpica.

Todas as informações sobre o revezamento em Brasília estão no site www.vibrabrasilia.com.br.

Reajuste salarial dos servidores públicos sob ameaça

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servidores

A paralisa do Congresso,  que não votará nada enquanto não houver o desfecho do processo de impeachment, traz dupla dificuldade para o reajuste dos servidores públicos, tanto para aqueles que já têm projeto tramitando, inclusive dos Poderes Executivo, Legislativo, do Ministério Público e do Judiciário, quanto da parcela do Poder Executivo cuja negociação ainda não foi concluída nem os projetos enviados

Por Antônio Augusto de Queiroz – O reajuste salarial dos servidores, embora previsto no orçamento para 2016, está sob ameaça, tanto em função da paralisia do Congresso Nacional, quanto em razão da dependência do desfecho do processo de impeachment, que poderá afastar a Presidente que patrocinou os acordos salariais. Somente a pressão e a mobilização dos servidores e suas entidades poderá acelerar a votação e pressionar o vice-presidente Michel Temer, caso seja admitido o processo de afastamento da presidente Dilma no Senado, para manter os compromissos firmados na atual gestão.

A paralisa do Congresso – ratificada pela fala do presidente da Câmara, que declarou que nada será votado enquanto não houver o desfecho do processo de impeachment – traz dupla dificuldade para o reajuste dos servidores públicos, tanto para aqueles que já têm projeto tramitando, inclusive dos Poderes Executivo, Legislativo, do Ministério Público e do Judiciário, quanto da parcela do Poder Executivo cuja negociação ainda não foi concluída nem os projetos enviados.

No caso daquelas carreiras cujos projetos já estão em tramitação, a dificuldade está relacionada com o atraso na votação desses projetos – e em algumas delas os servidores já deveriam estar recebendo o reajuste, casos dos Poderes Judiciário, Legislativo e Ministério Público – e também com a não votação do PLN nº 1/2016, que reduz a meta fiscal.

No próximo dia 22 de maio, o governo terá que editar o decreto de avaliação de receitas e despesas, o famoso relatório bimestral de receitas, e se não for modificada a meta de superávit até lá, o Poder Executivo será obrigado a suspender todo e qualquer gasto, numa espécie de “shutdown”, como aconteceu nos Estados Unidos em outubro de 2013.

Portanto, mesmo para as carreiras que já tem projeto em tramitação, a pressão para votação dos próprios projetos e do PLN 1/2016 é fundamental. No caso dos servidores do Poder Executivo, recomenda-se que também pressione o governo para que edite uma MP com o conteúdo dos projetos já enviados, considerando que o presidente da Câmara ameaça não votar nada antes do desfecho do processo de impeachment.

Já no caso dos servidores dos onze grupos de cargos e carreiras que dependem da alteração na LDO para que seja reaberto o prazo de envio de projeto de lei com reajuste, a pressão para a aprovação do PLN 1/2016 se torna ainda mais premente, porque nele, além da mudança da meta de superávit primário, também está prevista a autorização para que os PLs de acordo salarial ainda não enviados possam ser implementados no atual exercício financeiro. E algumas carreiras sequer concluíram o processo de negociação com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

A votação do PLN, como se vê, é indispensável para viabilizar os reajustes. Como a Comissão Mista de Orçamento ainda não foi formada e o projeto precisa ser aprovado lá antes de ir para o plenário do Congresso, a sugestão é que se busque um amplo acordo de lideranças para que a matéria seja apreciada diretamente no plenário. Para tanto, há necessidade de acordo entre Câmara e Senado, ainda que a presidência do Congresso Nacional seja atribuição do presidente do Senado, senador Renan Calheiros (PMDB/AL).

Como o Senado poderá votar a admissibilidade do processo de impeachment entre os dias 12 e 17 de maio, é fundamental que o PLN seja aprovado antes e os projetos de reajuste sejam

encaminhados ao Congresso até essa data, sob o risco de o vice-presidente, em exercício provisório da Presidência da República, caso aprovado por maioria simples o pedido de abertura do impeachment pelo Senado, eventualmente decida por suspender o envio de qualquer proposição que verse sobre reajuste, mesmo que  a despesa  já esteja prevista no orçamento.

É verdade que seria um tiro no pé um eventual governo Michel Temer suspender ou adiar compromissos firmados pelo governo Dilma com os servidores públicos, porque já iniciaria sua gestão, caso aprovado o processo de impeachment, em conflito com os servidores, que são os responsáveis por tocar a máquina pública, formular e implementar as políticas públicas.

Sem a boa vontade dos servidores de carreira, nenhum governo consegue ter sucesso, daí a importância de honrar o compromisso com os servidores, ainda mais porque o reajuste, que tem natureza alimentar, foi negociado em percentual inferior à inflação.

Como se depreende, a situação realmente é preocupante. Ou os servidores e suas entidades se mobilizam e concentram suas energias nessa prioridade, ou correm o sério risco de ficarem sem reajuste em 2016.

Antônio Augusto de Queiroz é jornalista, analista político e diretor de Documentação do Diap.

Vitória do Meio Ambiente | Parque Burle Marx ganha conselho gestor

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parque burle max

Decreto assinado no sábado (23) pelo governador Rodrigo Rollemberg cria colegiado que terá participação popular para definir regras da área

Por Mariana Damaceno – O governador Rodrigo Rollemberg assinou no sábado (23) o decreto que cria o conselho gestor do Parque Burle Marx. A formação do colegiado, que será composto por integrantes do Executivo local e da sociedade civil, será definido em uma portaria conjunta da Secretaria do Meio Ambiente e do Instituto Brasília Ambiental.

“Esse grupo vai construir a melhor solução para o parque”, disse o governador. Rollemberg ressaltou a importância de se preservar o Cerrado, um dos biomas de maior biodiversidade do planeta, e aliar isso ao uso pela população. “Sou uma pessoa apaixonada pelo Cerrado, mas esse é um parque urbano e ele tem de servir também para o entretenimento, esporte e lazer.”

A criação do conselho gestor está prevista na Lei Complementar nº 265, de 14 de dezembro de 1999. Ele será responsável por definir as regras de funcionamento e uso do espaço. “Esse parque é praticamente um memorial e um símbolo de resistência. Toda área de Cerrado é uma preciosidade”, disse a presidente do Ibram, Jane Vilas Bôas.

Recategorização
O texto assinado hoje também muda a categoria do Burle Marx (cuja área se estende do fim da Asa Norte até o Autódromo Internacional Nelson Piquet) de parque múltiplo uso para parque ecológico. A classificação garante à área maior conservação da vegetação nativa.

Com a mudança, o local poderá receber recursos provenientes de compensações ambientais — contrapartida paga pelos responsáveis por um empreendimento ou por uma atividade que cause algum tipo de dano ao meio ambiente.

A recategorização é uma determinação da Lei Complementar nº 827, de 2010, que estabelece os critérios e as normas para criação, implementação, alteração e gestão das áreas em Brasília. São previstas mudanças em cerca de 60 dos 71 parques administrados pelo Ibram. A do Burle Marx foi a primeira. A Comissão de Recategorização da autarquia vai trabalhar em textos de acordo com a legislação que rege cada um dos locais.

Também estavam na assinatura do decreto o secretário do Meio Ambiente, André Lima; o chefe da Casa Militar, coronel Cláudio Ribas; o diretor-presidente da Companhia Energética de Brasília, Ari Joaquim da Silva; os administradores regionais do Plano Piloto, Marcos Pacco; e de Águas Claras, Manoel Valdeci Machado; o diretor-executivo do Jardim Botânico, Jeanitto Sebastião Gentilini Filho; o deputado distrital Chico Leite (Rede); o diretor-técnico Carlos Leal e o diretor de Parques e Jardins, Rômulo Ervilha, ambos da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil.

Infraestrutura
Rollemberg aproveitou a ocasião para falar dos investimentos previstos para o Noroeste. “Temos R$ 50 milhões no orçamento da Terracap [Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal] para infraestrutura do Noroeste.” De acordo com o governador, apenas no ano passado foram investidos pela empresa pública R$ 20 milhões no setor, além da inauguração da subestação de energia da área em fevereiro.

Meirelles nega convite de Temer para comandar economia

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henrique meirelles

Por Iolando Lourenço – Ao deixar, neste sábado (23), o Palácio Jaburu, onde se encontrou com o vice-presidente Michel Temer, o ex-presidente do Banco Central (BC) Henrique Meirelles negou ter sido convidado para comandar a economia em um eventual governo Temer, mas destacou que, mesmo se não for ministro, estará disposto a ajudar.

Apontado como um dos possíveis indicados para o Ministério da Fazenda caso a presidenta Dilma Rousseff seja afastada do governo com o processo de impeachment, Meirelles disse que Temer mostrou uma “visão bastante correta e adequada da economia”.  “Pelas perguntas que Temer fez, me parece que ele está com uma visão bastante correta e adequada, o que eu acho muito positivo, sobre a economia.”

O ex-presidente do BC destacou que o mercado “reagirá bem” a medidas que sinalizem para o equilíbrio das contas públicas, mas ressaltou que não conversa sobre hipóteses. “Não converso sobre hipóteses. [Mas] os mercados tenderão a reagir ao direcionamento concreto com medidas que sinalizem uma sustentabilidade do estado brasileiro no longo prazo, com uma série de medidas pró-investimento, que possam viabilizar a economia, para que funcione de forma cada vez mais eficiente dentro da experiência que o Brasil já teve e tem e que nos estamos vendo em diversos outros países”, declarou.

Henrique Meirelles presidiu o Banco Central de 2003 a 2011, durante os dois mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência da República. Antes de exercer a Presidência do Banco Central, foi presidente de Global Banking do FleetBoston Financial e presidente mundial do BankBoston.

Em 2002, foi eleito deputado federal pelo PSDB de Goiás. Com 183 mil votos, foi o deputado mais votado naquele ano no estado.

DataBlog lança levantamento sobre a melhor forma de escolha dos administradores regionais

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datablog

 

Enquete iniciada hoje no Blog do Callado sob responsabilidade do DataBlog vai aferir a opinião dos internautas sobre quais os melhores critérios para escolha dos administradores regionais. O participante do levantamento tem cinco opções:

  1. A favor de eleição direta para administrador;
  2. A escolha deve ser feita pela Câmara Legislativa;
  3. Manter o modelo atual, mas o administrador deve ser morador da cidade;
  4. Eleição definida por conselhos comunitários;
  5. As administrações devem ser extintas.

A votação foi iniciada hoje e ficará no ar por uma semana, quando será conhecido o resultado.

O Blog do Callado adota regras para a criação, votação e manutenção de enquetes. A principal delas diz respeito ao prazo de vigência dessas sondagens, que buscam aferir opiniões da sociedade sobre temas variados.

O DataBlog usa mecanismos de segurança para inibir a possibilidade de manipulação dos resultados. Cada leitor poderá votar apenas uma vez. O Blog está dotado de mecanismo de segurança para evitar que o internauta vote mais de uma vez. Os votos com suspeita de violação desse mecanismo serão desconsiderados. O voto uma vez computado no sistema, não poderá ser mudado.

Os números gerados em enquetes de portais não têm valor científico, como em pesquisas de opinião pública, nas quais se prepara uma amostragem específica do público-alvo. A votação nas enquetes é livre a quem quiser.

Estudo aponta queda nos recursos disponibilizados pelo GDF para construção de escolas técnicas em 2016

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Líder da Rede Sustentabilidade, deputado Chico leite
Líder da Rede Sustentabilidade, deputado Chico Leite

Dados levantados pelo mandato do deputado Chico Leite revelam que o governo reduziu em 93% os recursos destinados para construção de novas unidades profissionalizantes

Por Thiago Alves – No ano passado, o Governo do Distrito Federal anunciou um pacote de 52 obras ao custo de R$ 5 bilhões, que contemplaria, entre outras, as escolas técnicas nas cidades do Guará, Brazlândia, Paranoá e Santa Maria, cada uma ao custo estimado de R$ 11,7 milhões. Entretanto, de acordo com dados levantados pelo mandato do deputado Chico Leite (Rede), os valores liquidados pelo governo com as obras correspondem a apenas 8% dos recursos autorizados no ano.
De acordo com o estudo, em 2015, o GDF autorizou R$ 37,8 milhões para realização das obras; desse total, R$ 4,2 milhões foram empenhados e pouco mais de R$ 3 milhões foram gastos com a realização das obras, ou seja, apenas 8% do recurso disponível.
A situação ficou ainda pior este ano. Os recursos autorizados para 2016 correspondem a apenas 6,41% em relação ao ano passado. Ou seja, a redução foi aproximadamente de 93%, caindo para R$ 2,4 milhões. Até o momento, nenhum centavo foi empenhado ou liquidado.“As escolas técnicas do DF têm o papel de qualificar profissionalmente nossos jovens para o mercado de trabalho. É preocupante ver que o GDF tem investido tão pouco em melhorias e construção de novas unidades”, ressaltou Chico Leite.

A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2016 foi aprovada com o valor inicial de R$ 8 milhões, mas, após o contingenciamento de R$ 5,6 milhões, restaram apenas R$ 2,4 milhões autorizados para a execução das obras este ano.

Dilma antecipa retorno ao Brasil e passa o dia sem compromissos oficiais

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Por Yara Aquino – A presidenta Dilma Rousseff antecipou a volta de Nova York ao Brasil e já está em Brasília. Dilma participou da cerimônia da assinatura de acordo sobre mudanças climáticas, ontem (22), na sede na Organização das Nações Unidas (ONU), e a previsão era que ela partisse de Nova York hoje (23) com chegada a Brasília após as 23h. A presidenta, no entanto, desembarcou na Base Aérea da capital por volta de 11h40 e passará o dia no Palácio da Alvorada, sem compromissos oficiais.

Enquanto Dilma esteve fora do Brasil, o vice-presidente Michel Temer assumiu a Presidência da República.

Na manhã de ontem, Dilma assinou na ONU o Acordo de Paris, que visa a combater os efeitos das mudanças climáticas e reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Ao discursar na ONU, a presidenta citou a crise política brasileira ao dizer que o Brasil vive um “grave momento”.  No fim de seu discurso, Dilma disse que a sociedade brasileira soube vencer o autoritarismo, construir a democracia e saberá “impedir retrocessos”.

Mais tarde, a presidenta concedeu entrevista coletiva a jornalistas estrangeiros e depois a veículos brasileiros e voltou a falar sobre política. Dilma se disse vítima e injustiçada com o processo de impeachment, relatou que vai se esforçar “muito” para convencer os senadores de que não cometeu crime de responsabilidade e voltou a dizer que há um golpe em curso no país. “Dizer que não é golpe é tapar o sol com a peneira.”

Perguntada pelos jornalistas sobre a repercussão internacional que o tema está provocando, Dilma contou que recebeu solidariedade de alguns presidentes que lhe desejaram “força”.

A presidenta ainda sugeriu que o Mercosul e a União dos Países Sul-Americanos (Unasul) avaliem o processo de impeachment contra ela no Congresso Nacional.

Ida à Residência Oficial de Águas Claras encerra projeto com alunos de escolas públicas

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Foto Pedro Ventura
Foto Pedro Ventura

Governador Rodrigo Rollemberg e a esposa, Márcia, receberam 32 estudantes de Santa Maria nesta sexta-feira (22). Iniciativa promoveu passeios durante a semana em pontos turísticos de Brasília

Por Mariana Damaceno – Alunos do Centro de Ensino Fundamental 201 de Santa Maria tiveram uma manhã diferente nesta sexta-feira (22). Os 32 estudantes conheceram a Residência Oficial de Águas Claras em um passeio guiado pelo governador Rodrigo Rollemberg e sua esposa, Márcia.A visita encerra o projeto-piloto Brasília 56 anos — Educação Patrimonial e Turismo, da Secretaria-Adjunta de Turismo, da Secretaria do Esporte, Turismo e Lazer, que teve início na terça-feira (19) como parte das comemorações pelo aniversário da capital da República. A iniciativa envolveu mais de 200 alunos de escolas públicas de Samambaia, de Taguatinga, do Recanto das Emas e de Santa Maria.

Durante a semana, os estudantes passaram pela Quadra Modelo de Brasília, a 308 Sul, pela Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida e pela Praça dos Três Poderes. “Eu tenho o maior carinho por esse projeto. Vocês conheceram monumentos muito bonitos no coração do Brasil”, disse o governador ao propor que as crianças escrevam uma redação sobre o que mais gostaram no projeto.

As visitas, que duraram cerca de três horas cada uma, foi uma parceria da Secretaria do Esporte, Turismo e Lazer com a pasta de Educação, a Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial do DF (Senac-DF). A ideia é que futuramente o projeto se torne permanente para incentivar o turismo cívico em Brasília.

Também participaram do encerramento do Brasília 56 anos — Educação Patrimonial e Turismo o secretário de Educação, Júlio Gregório Filho; o chefe da Casa Militar, coronel Cláudio Ribas; o secretário-adjunto de Turismo, Jaime Recena; e a subsecretária de Produtos e Políticas de Turismo, Caetana Franarin.