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Waldir Maranhão revoga sua própria decisão de anular sessões do impeachment na Câmara

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Waldir Maranhão revoga sua própria decisão de anular sessões do impeachment (Foto: Reprodução)
Waldir Maranhão revoga sua própria decisão de anular sessões do impeachment (Foto: Reprodução)

Ele também comunicou o presidente do Senado, Renan Calheiros, sobre a revogação de sua decisão

Por Murilo Ramos, do Expresso Epoca – O presidente em exercício da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, revogou decisão proferida por ele na manhã da segunda-feira (9) em que anulava as sessões do “plenário da Câmara dos Deputados ocorridas nos dias 15,16 e 17 de abril nas quais se deliberou sobre a denúncia por crime de responsabilidade” da presidente Dilma Rousseff. EXPRESSO teve acesso com exclusividade ao documento. Maranhão também assinou um ofício direcionado ao presidente do Senado, Renan Calheiros, em que comunica a revogação de sua decisão, que anulava o trâmite do processo na Câmara dos Deputados.
Waldir Maranhão comunica Renan Calheiros sobre revogação (Foto: Reprodução)
Waldir Maranhão comunica Renan Calheiros sobre revogação (Foto: Reprodução)

Mais cedo, Renan classificou o ato de Maranhão como uma “brincadeira com a democracia”. Diante da revogação, Renan não deverá ter problemas para autorizar a sessão que vai deliberar sobre o afastamento da presidente Dilma Rousseff, marcada para quarta-feira (11).

Governo de Brasília contrata 593 máquinas para operar nas regiões administrativas

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maquinas gdf
Foto: Dênio Simões

O investimento em caminhões-pipa, retroescavadeiras, pás-carregadoras e motoniveladoras será de R$ 66,2 milhões anuais

Por Guilherme Pera – O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou do evento que autorizou cinco ordens de serviço para a execução de contratos de locação de equipamentos para todas as regiões administrativas. É um reforço de 593 máquinas — entre pás-carregadoras, motoniveladoras, retroescavadeiras e caminhões-pipa — para trabalhos em todo o Distrito Federal, com custo de R$ 66,2 milhões anuais. O evento ocorreu nesta segunda-feira (9), no estacionamento do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.Os contratos foram firmados com a Cooperativa dos Caminhoneiros Autônomos de Cargas e Passageiros em Geral (Coopercam). A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) ficará responsável pela gestão dos equipamentos que serão utilizados pelas administrações regionais.

Assim como ocorre com caminhões e máquinas da Novacap, os equipamentos terão sistema de monitoramento por GPS. Ao todo, 160 já receberam o GPS e estão prontos para começar a operar hoje. Atualmente, 317 máquinas estão em funcionamento em todas as regiões administrativas.

Trabalho em equipe
Rodrigo Rollemberg falou sobre o cumprimento dos pagamentos em dia com os caminhoneiros, elogiou o trabalho da Novacap e ressaltou a importância de atuar em equipe. “Com essas máquinas teremos quase mil equipamentos nas ruas de Brasília”, afirmou. “Isso será importante para a manutenção nas nossas vias, nossas estradas, nossos gramados, o embelezamento de nossos jardins, as operações tapa-buraco e várias outras intervenções que a Novacap vai poder realizar com a parceria das administrações regionais”, continuou.

O diretor-presidente interino da companhia, Júlio Menegotto, reforçou o trabalho em equipe. “Compete à Novacap executar os serviços e, às administrações regionais, demandar os serviços e ajudar a fiscalização”, disse.

Homenagem ao “jardineiro do Cerrado”
A entrega ocorreu um dia após a morte do engenheiro agrônomo e funcionário aposentado da Novacap Francisco Ozanan Coelho, de 72 anos, chefe do Departamento de Parques e Jardins por mais de 30 anos. Ontem, o governador decretou luto de três dias pelo falecimento do homem conhecido como “jardineiro do Cerrado”.

Durante a cerimônia, foi decretado um minuto de silêncio antes dos pronunciamentos. “Quando olho os ipês e flamboyants dessa cidade, lembro meu querido amigo Ozanan, o jardineiro do Cerrado. Não há homenagem maior para ser feita a ele que manter essa cidade bonita e florida”, discursou o governador Rollemberg.

Também estiveram presentes o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio; o secretário de Gestão do Território e Habitação, Thiago de Andrade; o presidente da Terracap, Júlio César Reis; a diretora-presidente da Agência de Fiscalização (Agefis), Bruna Pinheiro; o diretor-geral do Departamento de Trânsito (Detran), Jayme Amorim; os secretários-adjuntos de Relações Institucionais e Sociais, Igor Tokarski, e de Assuntos Legislativos, José Flávio, ambos da Casa Civil; a diretora de Limpeza Urbana do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Alessandra Goulart; os deputados distritais Agaciel Maia (PR), Juarezão (PSB), Luzia de Paula (PSB) e Roosevelt Vilela (PSB); os administradores regionais de Brazlândia, Devanir Gonçalves, do Itapoã, Alexander Capalbo, do Plano Piloto, Marcos Pacco, de Samambaia, Paulo Silva, de Santa Maria, Nery Silva, de São Sebastião, Jean Duarte, e de Taguatinga, Ricardo Lustosa.

Eduardo Cunha diz que decisão de Waldir Maranhão é “irresponsável”

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Eduardo Cunha
Eduardo Cunha

Deputado e presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) criticou a decisão do presidente em exercício da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), de anular as sessões da Câmara dos dias 15, 16 e 17 de abril, quando foi aprovada a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff e, consequentemente, anular a  admissibilidade do processo. Em nota, Cunha diz que a decisão é “antirregimental”.

“A decisão do presidente em exercício da Câmara dos Deputados é absurda, irresponsável, antirregimental e feita à revelia do corpo técnico da Casa, que já tinha manifestado a posição de negar conhecimento ao recurso, cuja assinatura eu iria apor na quinta-feira (5), data do meu afastamento”, diz trecho da nota de Cunha.

Em outro trecho do documento, Eduardo Cunha critica a participação do advogado-geral da União, ministro José Eduardo Cardoso, e do governador do Maranhão, Flávio Dino, na elaboração da decisão de Waldir Maranhão no recurso da AGU. “A participação do advogado-geral da União e do governador do Maranhão na confecção da decisão mostra a interferência indevida na tentativa desesperada de evitar a consumação, pelo Supremo Tribunal Federal, da instauração do processo de impeachment da presidente da República”.

Eduardo Cunha condenou também insinuações feitas por alguns veículos de comunicação de que ele (Cunha) teria participado do episódio que levou ao deferimento do recurso do AGU, para mostrar que a Câmara dependeria dele para levar adiante o processo de afastamento da presidenta Dilma Rousseff. “Condeno as insinuações de qualquer natureza publicadas por jornalistas inescrupulosos de qualquer participação minha no episódio”.

GDF avisa que cerca do impeachment na Esplanada fica até decisão do Senado

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Preparativos na Esplanada para receber manifestantes favoráveis e contrários ao impeachment, durante votação do relatório do senador Antonio Anastasia no plenário do Senado Wilson Dias/Agência Brasil
Preparativos na Esplanada para receber manifestantes favoráveis e contrários ao impeachment, durante votação do relatório do senador Antonio Anastasia no plenário do Senado Wilson Dias/Agência Brasil

Presidente interino da Câmara anulou votação da Casa do dia 17 de abril. Esquema de segurança separou manifestantes pró e contra impeachment

Do G1 DF – Mesmo com a anulação da sessão do impeachment na Câmara, o governo do Distrito Federal decidiu manter o esquema de segurança montado para evitar confrontos durante a votação do Senado sobre o afastamento temporário da presidente Dilma Rousseff. O GDF informou que vai aguardar uma decisão do Senado sobre um possível adiamento das votações, previstas para começar nesta quarta-feira (11).

Nesta segunda-feira (9), o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), decidiu monocraticamente anular a votação do impeachment da presidente – realizada na Casa no dia 17 de abril. Ele acolheu pedido feito pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. Um dos argumentos era o fato de partidos terem orientado deputados sobre como deveriam votar.

Responsável pelo pagamento do muro que separa manifestantes pró e contra impeachment, o Senado não se posicionou até a publicação desta reportagem sobre a estrutura na Esplanada dos Ministérios. Com 1 km de extensão e cerca de 500 grandes placas de ferro, o alambrado também foi montado durante a votação do impeachment na Câmara.

Segundo um dos donos da empresa contratada para montar a separação, Agnaldo Costa, são necessários três dias para instalar o muro e dois para retirá-lo. “Nós devemos concluir [a instalação] ainda hoje, por volta das 20h”, disse o empresário. Foram deslocados 15 funcionários para realizar a montagem.

Mapa mostra divisão de grupos contra e favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff durante votação do processo (Foto: Secretaria de Segurança Pública do DF/Divulgação)
Mapa mostra divisão de grupos contra e favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff durante votação do processo (Foto: Secretaria de Segurança Pública do DF/Divulgação)

Esquema de segurança
O governo do DF informou que não vai mudar o esquema de segurança aplicado durante a votação da Câmara, caso o Senado mantenha o crongrama de votação. Na ocasião, manifestantes pró-impeachment ficaram do “lado Sul” do Eixo Monumental. Já o grupo favorável à manutenção do governo ficou no “lado norte”.

O trânsito foi fechado na Esplanada no dia 17 de abril. O GDF determinou que a área em frente ao Congresso Nacional ficasse isolada e restrita apenas a policiais, bombeiros e militares da Força Nacional.

Balões aéreos de identificação dos movimentos e bonecos considerados ofensivos e provocativos, independentemente do tamanho, estavam proibidos por poderem “inflar” os ânimos dos grupos antagônicos. O pato inflável de 20 metros de altura montado pela Fiesp e o “placar do impeachment” chegaram a ser retirados da área central por causa disso.

Acampamentos na Esplanada dos Ministérios e nas adjacências foram proibidos. Manifestantes a favor do impeachment ficaram em barracas no Parque Ana Lídia, a cerca de cinco quilômetros de distância do Congresso. Grupos contrários ao afastamento da presidente Dilma Rousseff chegaram a montar estruturas no Teatro Nacional, mas foram remanejados para o estacionamento do ginásio Nilson Nelson – a quatro quilômetros de distância.

Ato de Maranhão contra o impeachment foi orientação de Eduardo Cunha

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Por Guilherme Amado

A decisão de Waldir Maranhão de anular a tramitação do impeachment de Dilma Rousseff foi uma orientação de Eduardo Cunha (foto).

Maranhão e Cunha encontraram-se na sexta-feira em Brasília, quando Cunha tocou no assunto com ele.

O objetivo do peemedebista é tentar retomar o controle do processo de impeachment.

Seguindo esse raciocínio, Cunha poderia ter novamente ascendência sobre o fim do governo Dilma e/ou o começo do governo Michel Temer.

Inicialmente, Maranhão rejeitou a ideia, mas foi convencido diante do argumento de que, ao fazer isso, manteria também sua coerência por ter chamado de “golpe” o processo contra Dilma, na votação do impeachment na Câmara.

(Com informações da coluna do jornalista Lauro Jardim, de O Globo)

OAB vai ao STF contra a decisão de Waldir Maranhão, diz Claudio Lamachia

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Claudio Lamachia
Claudio Lamachia

A Ordem dos Advogados do Brasil informou hoje (9) que vai recorrer no Supremo Tribunal Federal da decisão do presidente interino da Câmara dos Deputados Waldir, Maranhão (PP-MA), de anular as sessões da Câmara que aprovaram a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

O presidente da entidade, Claudio Lamachia, disse que  “a OAB não aceita que, neste momento em que a sociedade brasileira espera que a crise seja superada, com respeito à Constituição Federal, coloque-se em prática um vale-tudo à margem da Carta”.

“A OAB vê com extrema preocupação a decisão tomada pelo presidente interino da Câmara. Esse tipo de ação atende a interesses momentâneos de alguns grupos políticos, mas ignora as decisões legítimas já tomadas. O Brasil está na UTI política, vivendo o ápice de uma crise ética e institucional. A OAB não aceita que, neste momento em que a sociedade brasileira espera que a crise seja superada com respeito a Constituição Federal, coloque-se em prática um vale-tudo à margem da Carta”, afirmou Lamachia.

Presidente interino da Câmara anula tramitação do impeachment

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Presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão
Presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão

Da Folha de S.Paulo – O presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-­MA), assinou decisão nesta segunda-­feira (9) para anular a tramitação do impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso.
Ainda não há detalhes completos da decisão, que será publicada na edição do Diário da Câmara desta terça (10).
A Folha apurou, porém, que o motivo seria a interpretação de que a votação ultrapassou os limites da denúncia oferecida contra Dilma por crime de responsabilidade –tratando da questão da Lava Jato e não só das supostas irregularidades orçamentárias.
Maranhão é aliado do governador Flávio Dino (PC do B­-MA), um dos principais correligionários de Dilma.

Postos de saúde do Distrito Federal retomam vacinação contra a gripe

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Todos os centros e postos de saúde do Distrito Federal já estão reabastecidos com doses da vacina contra a gripe e devem retomar a imunização a partir de hoje (9), segundo informações da Secretaria de Saúde. A alta procura pelo imunobiológico fez com que os estoques de algumas salas de vacinação se esgotassem.

Em nota, a secretaria informou que na última quinta-feira (5) recebeu do Ministério da Saúde uma nova remessa, com 143.400 doses, o que permitirá a normalização da vacinação a partir desta semana. Até a próxima sexta-feira (13), está prevista a entrega de mais um lote, que vai reforçar o estoque da segunda dose da vacina para crianças de 6 meses a 2 anos incompletos.

Até o momento, 435.333 pessoas já foram imunizadas em unidades públicas do Distrito Federal contra a gripe – 71,5% do público-alvo, formado por crianças entre 6 meses e menores de 5 anos, gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto (puérperas), profissionais de saúde, idosos, pessoas com doenças crônicas, povos indígenas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

A meta é imunizar 80% das 609 mil pessoas que fazem parte dos grupos considerados prioritários. Os dados da secretaria mostram que profissionais de saúde e puérperas foram os que mais se vacinaram (100% e 82,4%, respectivamente), seguidos por pacientes com algum tipo de comorbidade (77,4%). Já os idosos são os que menos buscaram a imunização até o momento (65,9%).

A campanha vai até o dia 20 de maio em todo o país. A vacina aplicada é a trivalente, que protege contra Influenza A H1N1, Influenza A H3N2 e Influenza B (subtipo Brisbane).

Morre Francisco Ozanan, o jardineiro de Brasília

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Francisco Ozanan (Foto: Michael Melo)
Francisco Ozanan (Foto: Michael Melo)
Francisco Ozanan Coelho de Alencar morreu na manhã de hoje (08), aos 72 anos. Ele era engenheiro agrônomo e ex-diretor do Departamento de Parques e Jardins da Novacap. Mas era conhecido mesmo como o Jardineiro de Brasília. E deixou sua marca na história da cidade.
O governador Rodrigo Rollemberg, decretou luto oficial de três dias pela morte de Ozanan.

“Perdi um amigo que me inspirou a ser apaixonado pelas árvores e pela natureza. Todas as vezes que olharmos para a beleza dos ipês, das sapucaias, das quaresmeiras, das bouganvilles, dos espartóides, dos guapuruvus e de tantas outras vamos lembrar de Ozanan, que suavizou e embelezou os nossos olhares e fez de Brasília uma cidade linda e reconhecida mundialmente. Terá sempre a nossa eterna gratidão”, afirmou Rollemberg.

OPINIÃO | O Supremo comanda o País, por Andréa Dutra

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supremo

 

POR ANDRÉA DUTRA

Uma das frases mais ouvidas esta semana em Brasília entre políticos influentes: “O Supremo comanda o Brasil”. A política foi judicializada. Não tem nada que não passe pelo crivo dos ministros da Suprema Corte.

Vem sendo assim nos últimos anos. Decisões de competências do Executivo e do Legislativo são contestadas. E o Supremo Tribunal Federal é chamado para dar a decisão final.

Há no Brasil hoje uma desarmonia entre os poderes. Enquanto o Legislativo coloca como refém o Executivo, implantando um semiparlamentarismo, o Judiciário surge como um poder acima dos outros dois.

A incontestada politicamente retirada de Eduardo Cunha da Presidência da Câmara dos deputados e o afastamento do seu mandato é uma mostra disso. A decisão agradou as mais diversas tendências políticas. Mas há quem diga no meio jurídico que houve uma extrapolação por parte do STF.

Foi assim também quando se definiu o rito do impeachment. Uma interferência no regimento da Câmara.

Um poder interferir de forma direta em outro mostra a fragilidade de nossa democracia. O amadurecimento de nossas instituições anda muito lento.

É preciso que cada poder assuma as suas responsabilidades. E que a harmonia entre eles seja reestabelecida. Um poder com poder demais não é saudável para o país.