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Rollemberg exonera indicado por Liliane Roriz e deixa alguns distritais com as barbas de molho

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Da coluna Na Varanda, por Edson Sombra


Será que o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) acredita que fez um grande negócio ao mandar exonerar o administrador do Paranoá, Roberto Charles, indicado pela distrital Liliane Roriz? Alguns deputados distritais ficaram com uma pulga atrás da orelha.

Liliane, que é pivô da grande crise política vivida hoje no Distrito Federal, foi pega de surpresa com a ação do governador. Seria retaliação? Afinal, foi dela a iniciativa de denunciar ao Ministério Público supostos esquemas de desvio de recursos da saúde envolvendo a Câmara Legislativa do DF.

Ao tomar a decisão de exonerar o administrador, Rollemberg peca, aliás não pela primeira vez. Se o governador ouviu de algum conselheiro brilhante a ideia ou se partiu dele próprio, não importa. O que interessa é que o governador, ao seguir por esse caminho, pode ter deflagrado um tiro no próprio pé.

Será que Rollemberg tenta, com a decisão, demonstrar que não compactua com a decisão da distrital, de colaborar com a Justiça? Aliás, por um curto histórico de denúncias recentes, o governador tem sinalizado em outras oportunidades que não é muito fã de investigações.

Demitiu o servidor que denunciou supostas cobranças de propina no seu governo, tentou desqualificar a CPI da Saúde e chegou a ameaçar a sindicalista Marli Rodrigues, também autora de denúncias graves contra a gestão socialista.

Quem não se lembra da frase: “Ela vai pagar caro”?

No caso específico da demissão do administrador do Paranoá, o governador Rollemberg, ao que parece, tenta afagar os deputados atingidos pelas gravações da distrital. Cabe destacar que quase todos são opositores ferrenhos de seu governo e davam dores de cabeça sistemáticas ao núcleo de sua administração.

Aqui cabe o comentário que ouvimos de um deputado distrital: “Não sei que nome se dá ao gesto do governador do DF: covardia, estratégia ou quem sabe burrice mesmo”. Se for estratégia, é no mínimo tabajara.

Afinal, foram justamente as gravações da distrital Liliane Roriz que deram um suspiro maior para que o Executivo saísse da mira das investigações do Ministério Público e da CPI da Câmara Legislativa, que apuram denúncias levadas pela sindicalista Marli Rodrigues contra integrantes de seu governo.

A crise atravessou a rua e atingiu alguns deputados distritais, a ponto de a Justiça determinar o afastamento de todos os membros da Mesa Diretora da Casa, quatro ao todo e um quinto que compõe, teoricamente, a sua base parlamentar.

Rollemberg não sabe o que vem por aí. Aliás, nem ele nem ninguém. Apenas os investigadores das várias promotorias envolvidas sabem até onde pode chegar esse trem desgovernado. Mas uma coisa é certa: em estratégia, um dos princípios clássicos da crise é ter cautela.

Meter os pés pelas mãos a fim de tentar surfar nos cinco minutos de fama e da desgraça de outros é muito arriscado para um chefe de Estado. Suas atitudes, seus embaraços, as determinações, como exemplo a de proibir que pessoas entrem com celulares em reuniões, só demonstram imaturidade e insegurança. Afinal, no caso específico dos celulares, qual seria o problema de ser feita alguma gravação se o conteúdo não fosse comprometedor?

Imagine como devem estar os outros deputados distritais, os simpatizantes de sua gestão, com essa ação de romper com a distrital Liliane Roriz.

Agora pense o que se passa na cabeça de um deputado por saber que não é de confiança e que está sendo colocado sob suspeição…

Alguns já começam a antever o que poderá acontecer com eles, caso protagonizem alguma situação parecida: serão abandonados pelo socialista, sem nenhuma cerimônia.

Agora, se os deputados estão pensando desta forma, imagina como não está a cabeça dos eleitores de Rollemberg? E da população?

Definitivamente, não dá para agradar a todos, isso qualquer um entende. Mas sair metralhando quem tem dado auxílio indispensável para que a Justiça seja feita dá pistas de qual lado da bancada o estrategista ou o próprio governador está. E posso garantir que não é da verdade.

Partindo do pressuposto que o governador realmente acredita no que ele repete insistentemente, “que o governo não possui o DNA da corrupção”, uma das possibilidades ventiladas pelo distrital aliado, conforme relatado logo acima, já estaria descartado.

Só sobraria, portanto, seguindo a lógica dos mero mortais, duas possibilidades: a covardia e burrice. Ou não?

Buriti envia à Câmara Legislativa projetos para recompor fundo do Iprev

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 Foram enviados à Câmara Legislativa na segunda-feira (12) dois projetos de lei que tratam sobre a doação e a desapropriação de 108 terrenos para que sejam incorporados ao patrimônio do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF). A medida diz respeito à recomposição prevista na Lei Complementar nº 899, de 30 de setembro de 2015, que autorizou, temporariamente, o Iprev a reverter parte do superávit do Fundo Previdenciário do DF para a manutenção do Fundo Financeiro. Os textos foram lidos pela Casa nesta terça-feira (13).

O Projeto de Lei nº 1.252, de 2016, visa permitir que a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) doe ao DF 72 imóveis de sua propriedade para a incorporação imediata ao patrimônio do instituto. A lista é avaliada, no total, no valor aproximado de R$ 1 bilhão e envolve propriedades no Gama e glebas no Polo JK, em Santa Maria. O texto ainda antevê que a Terracap assessore tecnicamente o Iprev quanto, por exemplo, à gestão, à alienação e ao desenvolvimento de planos de negócio dos bens transferidos.

Já o Projeto de Lei Complementar nº 74, de 2016, se aprovado, autorizará adesafetação de 36 imóveis do Distrito Federal, também para que sejam incorporados ao patrimônio da autarquia de regime especial. Com isso, o instituto de previdência terá a opção de aliená-los ou explorá-los economicamente. Os bens totalizam cerca de R$ 300 milhões e estão em regiões como Plano Piloto (na Asa Sul), Samambaia e Setor de Indústria e Abastecimento (SIA).

Depois de consultas públicas e recomendação do Ministério Público de Contas do Distrito Federal, o governo optou por modificar a lista, antes composta por 44 bens.

Transferência entre fundos ajudou o governo a pagar salários em dia

Com a transferência entre fundos autorizada pela Lei Complementar nº 899, o governo de Brasília pôde contar com R$ 1,2 bilhão, de outubro de 2015 a janeiro deste ano, para pagar os salários dos servidores em dia. A medida ainda contribuiu para que o Executivo local voltasse, no último quadrimestre de 2015, ao limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). “Estamos recompondo pouco mais de R$ 1,3 bilhão, pois estamos incluindo o 5% de meta atuarial”, explicou o secretário adjunto de Planejamento e Orçamento, daSecretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão, Renato Jorge Brown. A meta à qual ele se refere é a rentabilidade que o valor teria caso continuasse no fundo de origem.

Os bens foram destacados pelas Secretarias de Planejamento e de Gestão do Território e Habitação, pela Terracap e pela Procuradoria-Geral do DF. Foram observadas questões urbanísticas, legais e comerciais.

Judicialização da saúde e centros para presas grávidas foram assuntos dos governadores no STF

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Na primeira reunião de trabalho de Cármen Lúcia nesta terça-feira (13), também foram debatidas as questões dos precatórios e das dívidas entre as unidades da Federação

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, e 24 chefes de Executivos estaduais estiveram no Supremo Tribunal Federal (STF) na manhã desta terça-feira (13) para a primeira reunião de trabalho da ministra Cármen Lúcia como presidente da Corte. Apenas os do Espírito Santo e de Santa Catarina não compareceram. No encontro, feito a convite da ministra, ela mostrou interesse na pauta federativa e disse querer fazer do Supremo um conciliador entre as unidades da Federação, com reuniões a cada 60 dias com os governadores.

“É um momento histórico, em que a presidente do STF demonstra seu compromisso federativo e convida os governadores para buscar contribuir juntos com soluções para melhorar o ambiente econômico”, disse Rollemberg.

Precatórios e dívidas entre unidades da Federação

Entre outros assuntos, estavam na pauta os precatórios, ou seja, dívidas que os governos têm com cidadãos e empresas, decorrentes de processos judiciais transitados em julgado. Tramita no Congresso Nacional a Proposta de Emenda à Constituição nº 159, de 2012, que permite o uso de dinheiro depositado na Justiça para pagar essas pendências.

Outro ponto debatido foi o papel do STF como mediador em questões que envolvem desequilíbrios fiscais entre as unidades da Federação. Correm diversas ações na Suprema Corte em que uma unidade cobra valores de crédito de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) de outra, travando a pauta e criando impasses fiscais entre elas.

Judicialização da saúde e centros de proteção para detentas grávidas

Os governadores também trataram da judicialização da saúde, que compromete grande parte dos respectivos orçamentos para cumprir decisões judiciais, principalmente na compra de medicamentos que não constam da lista do Ministério da Saúde. Cármen Lúcia sugeriu que os tribunais de Justiça criem câmaras técnicas para avaliar as demandas e embasar cientificamente as decisões dos juízes.

Na área da segurança pública, a recém-empossada presidente do STF levantou o debate sobre a situação carcerária do País. A ministra cobrou a criação de centros de proteção para que detentas grávidas possam ter os filhos fora da prisão.

O encontro, parte da agenda do Fórum Permanente de Governadores, durou cerca de cinco horas. No fim da conversa, os governadores seguiram para a Câmara dos Deputados. Lá, se reuniram com o presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Caiado defende integração do DF com municípios do Entorno

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O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) comentou a proposta (PLC 102/2015) de incluir na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride-DF) 13 novos municípios, sendo 11 goianos e dois mineiros.

Para Caiado, a medida é importante porque amplia a capacidade de investimentos na região.

senador, no entanto, disse que o desafio é transformar o projeto em realidade.

“Uma região que deveria ter uma qualidade de vida comparável com Brasília apresenta distorções enormes˜, afirmou Caiado.

 

Aprovado projeto que institui a Semana de Combate à Automedicação no DF

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Foi aprovado em primeiro turno pela Câmara Legislativa o projeto de lei nº 1.667/2013, de autoria da deputada Luzia de Paula (PSB), que institui a Semana de Conscientização e Combate à Automedicação no Distrito Federal. A proposta, segundo a parlamentar, objetiva alertar os cidadãos sobre o perigo da automedicação.

A Semana de Conscientização e Combate à Automedicação será realizada anualmente, na primeira semana do mês de agosto e passará a integrar o Calendário Oficial de Eventos do DF.

A criação da data possibilitará que os Poderes Públicos do DF realizem palestras, conferências, seminários, simpósios e outros eventos, além de campanhas publicitárias e distribuição de materiais informativos visando o esclarecimento da população sobre o tema.

Outro fator de destaque é que as ações deverão contar com a participação das redes públicas de educação e saúde, das instituições de defesa e proteção dos direitos do consumidor e entidades do terceiro setor. “A Semana de Conscientização e Combate à Automedicação pretende assegurar proteção à saúde das pessoas, tendo em vista os males e óbitos ocorridos por causa dessa prática desaconselhável que resulta em danos à vida. Precisamos conscientizar a população para o fim do uso de medicamentos sem prescrição médica”, afirma a deputada.

O projeto segue agora para votação em segundo turno no Plenário da Câmara Legislativa, para, em seguida, ser submetido à sanção do governador Rodrigo Rollemberg.

Policial Civil acusada de tentativa de homicídio após término de namoro vai a júri

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Juiz do Tribunal do Júri de Brasília acatou denúncia do Ministério Público e pronunciou a policial civil Paula de Carvalho Baptista como incursa no art. 121, § 2º, I e IV, c/c art. 14, II, ambos do Código Penal. Diante disso, a acusada deverá ser submetida a julgamento popular, ainda sem data marcada.

Segundo a denúncia, no dia 25 de julho de 2015, por volta das 21h20, em via pública, a denunciada tentou contra a vida de Carlos Augusto Conforte, mediante disparos de arma de fogo. O crime só não se consumou por circunstâncias alheias à vontade da ré, uma vez que a vítima não foi atingida em região imediatamente letal e recebeu pronto atendimento médico.

De acordo com o Ministério Público, o crime teve motivação torpe, pois praticado em virtude de a acusada não se conformar com o fim do relacionamento amoroso que mantinha com a vítima.

A prisão em flagrante da acusada foi convertida em preventiva e posteriormente passou a ser cumprida sob a forma de prisão domiciliar, conforme decisão do STJ. Na fase de alegações finais, o Ministério Público do DF requereu a revogação da prisão preventiva, o que foi acatado pelo juiz e determinada a soltura da ré, com a aplicação das seguintes medidas cautelares:

a) comparecimento mensal em Juízo para informar e justificar suas atividades; b) obrigação de manter seus telefones e endereços atualizados, comunicando previamente, a este Juízo, qualquer alteração; c) proibição de ausentar-se do Distrito Federal; d) proibição de ausentar-se do País, com entrega de seu passaporte; e) proibição de manter qualquer tipo de contato, direto ou indireto, inclusive virtuais (Facebook, Whatsapp, Instagram etc) com a vítima, seus familiares e testemunhas arroladas pela acusação; f) recolhimento domiciliar no período noturno, a partir das 20h.

Entenda a sentença de pronúncia

“Como sabido, a pronúncia é decisão interlocutória mista não terminativa, pois encerra a primeira fase (judicium accusationis) do Procedimento Júri, sem, contudo, extinguir o processo. Trata-se de decisão de caráter processual que se limita a proclamar a admissibilidade da acusação, para que o réu seja submetido a julgamento perante o Conselho de Sentença, desde que o juiz se convença da materialidade do fato e da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação. Nesse sentido, dispõe o art. 413, caput, do Código de Processo Penal que: ‘O juiz, fundamentadamente, pronunciará o acusado, se convencido da materialidade do fato e da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação'”.

Rollemberg dá mais uma cartada para convencer base aliada a aprovar OSs

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Por Millena Lopes, do Jornal de Brasilia


Na tentativa de tentar convencer a própria base aliada a aprovar a implementação de organizações sociais para gerir unidades de saúde no DF, o governador Rodrigo Rollemberg convidou os deputados a formarem uma comissão para visitar, junto com ele, o Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês, OS que se dedica aos projetos sociais do Hospital Sírio-Libanês.

O convite não empolgou os nove – dos 13 – deputados aliados que foram à Residência Oficial de Águas Claras, ontem. Cláudio Abrantes (Rede), Juarezão (PSB), Julio César (PRB), Lira (PHS), Luzia de Paula (PSB), Reginaldo Veras (PDT), Rodrigo Delmasso (PTN), Sandra Faraj (SD) e Telma Rufino tomaram café com Rollemberg e ouviram quais as prioridades do Palácio doBuriti para os próximos dias.

Já é sabido por todos, no entanto, que a liberação das OSs é a proposta que está no topo dos projetos importantes. Formado por parlamentares que apoiam o governo, o maior bloco da Casa é contra a proposta. O líder do grupo formado por Rede, PDT e PV, deputado Reginaldo Veras (PDT), confirma: “Todo mundo está meio receoso”.

Ele, pessoalmente, não deve participar da comitiva que viajará à capital paulista na segunda quinzena do mês que vem. “O governador está tentando convencer os deputados que o caminho é este. Mas eu já tenho posição fechada sobre o assunto”, explica ele, que é completamente contra à implementação de organizações sociais.

A cargo de quem ficarão os custos da viagem não foi assunto discutido na reunião, conforme explicou o Palácio do Buriti, por meio da assessoria de comunicação da Secretaria da Casa Civil. Mas ficou subentendido que cada deputado arcará com a própria despesa.

Por conta própria

Pelo menos é o que pretende fazer o distrital Lira (PHS). Relator da CPI da Saúde, que, entre outras coisas, apura irregularidades em organizações sociais, ele diz que tem programadas viagens para visitar organizações sociais por conta própria. O objetivo, ele conta, é para poder ter uma opinião concreta sobre o assunto e ver como é a aplicação das OSs na prática. “É preciso ver o que dá certo e o que dá errado”, argumenta, ao reiterar que, hoje, é contra as parcerias.

“O momento não é favorável”, observa o parlamentar autor do requerimento que deu origem à Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar irregularidades na Secretaria de Saúde do DF.

Obstrução seletiva

O deputado distrital Cláudio Abrantes, que também é contra a implementação de organizações sociais na gestão da saúde, ouviu com atenção as prioridades do governo para a Câmara Legislativa. Embora considere produtivos os cafés da manhã promovidos pelo governador, sempre às segundas, ele diz que tem “muita dificuldade” para votar com o governo, enquanto a crise na Polícia Civil não for resolvida.

Oriundo da corporação, Abrantes conta que abraçou a reivindicação da categoria por melhores condições de trabalho e reajuste salarial. Ele reconhece, no entanto, que tem feito uma “obstrução seletiva” aos projetos do Executivo, como forma de pressão. “É claro que se forem recursos para a saúde, por exemplo, não terei dificuldade em votar”, explica.

O deputado disse que avalia “ponto a ponto” dos projetos encaminhados pelo Palácio do Buriti. “Estamos tentando sensibilizar o governo para resolver a questão”, reitera.

Médicos de clínica atenderão população de graça na próxima sexta-feira

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A população de Brasília terá atendimento médico gratuito nesta sexta-feira (16), no segundo mutirão da saúde promovido pela Docctor Med. Desta vez, três unidades vão oferecer juntas, até 1500 consultas médicas em diferentes especialidades. Também será ofertada aferição de pressão arterial, colesterol, glicemia e, somente em Recanto das Emas, atendimento com nutricionista e fisioterapeuta.

As consultas serão realizadas em Taguatinga, Planaltina e no Recanto das Emas, das 8h às 18 horas. Para ter direito ao atendimento é necessário comparecer desta segunda (12) até quinta-feira (15), em uma das unidades participantes para agendar. No dia do mutirão também será oferecido café da manhã para os pacientes.

Serviços médicos:

  • Planaltina e Taguatinga: Clínico Geral, Endocrinologista, Pediatra, aferição de pressão arterial, glicose e colesterol.
  • Recanto das Emas: Clínico Geral, Pediatra e Ginecologista, aferição de pressão arterial, glicose e colesterol, atendimento com fisioterapeuta e nutricionista.

 

SERVIÇO

Mutirão da Saúde Docctor Med

Data: 16 de setembro de 2016

Horário: 8h às 18h

Locais:

Docctor Med Taguatinga – CNC 03 Lt. 01/02, Av. Samdu Norte.

Docctor Med Planaltina – Avenida Independência, Qd. 51, lote 15A, Setor Tradicional.

Docctor Med Recanto das Emas – Av. Recanto, Qd 203, Lote 02, Loja 01.

Em reunião no Buriti, governadores elaboram pauta para levar à presidente do STF

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Governador Rodrigo Rollemberg foi o anfitrião da reunião. Foto Pedro Ventura
Governador Rodrigo Rollemberg foi o anfitrião da reunião. Foto Pedro Ventura

Recém-empossada, ministra Cármen Lúcia recebe os chefes de Executivo locais nesta terça-feira (13)

Ao contrário do que foi informado anteriormente, os governadores do Espírito Santo, Paulo Hartung, e da Paraíba, Ricardo Coutinho, não estavam presentes no evento.

Quinze governadores reuniram-se na noite desta segunda-feira (12), no Palácio do Buriti, para elaborar uma pauta a ser levada à nova presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia. Parte da agenda do Fórum Permanente dos Governadores, o encontro será na suprema Corte, nesta terça-feira (13), às 9 horas.

Encontro do Fòrum de Governadores ocorreu na tarde desta segunda-feira (12) no Palácio do Buriti.
Encontro do Fòrum de Governadores ocorreu na tarde desta segunda-feira (12) no Palácio do Buriti. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília
Os chefes de Executivo locais vão apresentar a necessidade de o governo federal descontingenciar os recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen). Os R$ 2,4 bilhões do fundo permitirão que os governadores invistam em melhorias no sistema prisional. Outra questão a ser tratada com a ministra Cármen Lúcia é a quantidade de processos que tramitam na Justiça brasileira.

Anfitrião do encontro entre os governadores, Rodrigo Rollemberg destacou que o estreitamento da relação dos chefes de Estado com a suprema Corte pode resultar em inúmeros benefícios aos brasileiros. “É muito saudável que o primeiro ato da presidente do STF seja receber os governadores, pois ela sabe que as unidades da Federação vivem uma situação difícil”, avaliou Rollemberg. E acrescentou: “Queremos um diálogo permanente a fim de melhorar as condições econômicas e retomar o desenvolvimento do País”.

Carência total da dívida dos Estados

A última reunião do Fórum Permanente de Governadores ocorreu em 20 de junho. Na ocasião, representantes dos 26 estados e do Distrito Federal encontraram-se, no Palácio do Planalto, com o presidente da República, Michel Temer, e fecharam o acordo em que o governo federal concede carência total da dívida dos Estados até dezembro de 2016 e o início do pagamento a partir de janeiro de 2017. A primeira parcela a ser paga será de 5,55% do débito. Esse valor aumentará de forma gradual, até atingir a quantia completa em 18 meses.

Participaram do encontro de hoje no Palácio do Buriti os governadores do Amazonas, José Melo de Oliveira; de Goiás, Marconi Perillo; de Mato Grosso, Pedro Taques; do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori; de Santa Catarina, Raimundo Colombo; de São Paulo, Geraldo Alckmin; do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão; de Minas Gerais, Fernando Pimentel; do Paraná, Beto Richa; do Pará, Simão Jatene; do Acre, Tião Viana; de Roraima, Suely Campos; e do Tocantins, Marcelo Miranda.

Esquemas de corrupção: valores nacionais bem aplicados no DF

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Por Caio Barbieri, do Blog do Sombra


Engraçado que no Brasil, quando algum cidadão de bem decide espontaneamente denunciar esquemas de corrupção, ele é perseguido, demitido, ameaçado e acaba “aprisionado” de alguma forma.

Já os bandidos de colarinho branco, da pior espécie, que passam anos driblando leis e valores, surrupiando de quem não tem, quando é pego no golpe, ganha incentivo para dizer “a verdade” e, como prêmio, a proposta de pagar com super desconto pelos crimes que deveriam deixá-lo apodrecer na cadeia.

Vai entender… E aqui em Brasília a coisa não é diferente.