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Eleitor que não justificou ausência tem até dezembro para regularizar situação

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Os eleitores que não votaram no primeiro turno das eleições e também não justificaram a ausência no prório domingo (2), podem justificar o voto até o dia 1º de dezembro em um formulário de justificativa pós-eleição. O primeiro turno das eleições municipais aconteceu no último dia 2 de setembro e o segundo será realizado no dia 30 deste mês em 55 cidades.

O formulário está na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e depois de preenchido deve ser entregue em um cartório da zona eleitoral onde o eleitor está inscrito. Para saber onde encontrar um cartório basta acessar a página do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado ou clicar aqui. Para quem mora no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Ceará, Rondônia e Rio Grande do Norte é possível acessar a página do TRE e usar o Sistema Justifica seguindo as orientações do site.

Outro ponto que o eleitor deve estar atento é a documentação que precisa ser entregue para comprovar que estava impossibilitado de votar no dia do primeiro turno. Também precisam justificar o voto os brasileiros que estavam fora do país durante o primeiro turno das eleições.

O eleitor que não fizer a justificativa não poderá obter alguns documentos como passaporte e carteira de identidade, por exemplo. A pessoa não poderá também se inscrever em concurso público entre outras penalidades.

Artigo | Ruas e casas barulhentas, riscos à audição

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Por Isabela Carvalho


As pessoas parecem estar a cada dia mais habituadas ao barulho das metrópoles e nem percebem o quanto isso pode afetar a saúde de seus ouvidos. Resultado: a perda auditiva está chegando mais cedo e já afeta indivíduos adultos e mesmo jovens, principalmente aqueles que não desgrudam do fone de ouvido para ouvir música e falar ao celular.

Em certos bairros – onde o nível máximo de ruído permitido é de 55 decibéis no  período diurno e de 50 decibéis à noite –, medições mostram alarmantes 90 decibéis. Nessa intensidade, após quatro horas diárias de exposição ao ruído, podemos ter nossa acuidade auditiva afetada. Quem mora em grandes cidades percebe o quanto incomoda o barulho do trânsito, das buzinas, das sirenes e das britadeiras. Para se ter uma ideia, uma conversa normal entre duas pessoas varia de 45 a 55 decibéis. Já o barulho de uma de uma britadeira chega a 100 decibéis.

O pior é que, dentro de casa, o som alto, muitas vezes, é prática corriqueira, que também pode afetar a capacidade de ouvir, ao longo do tempo. O nível de barulho em nossas casas tem grande impacto. Em muitas residências, o volume da TV, do aparelho de som, do rádio ligado na cozinha são altíssimos, sem falar do barulho proveniente do liquidificador, do aspirador de pó, do secador de cabelos. Quando se utiliza uma furadeira, o ruído atinge 81 decibéis. E o pior é que, se forem ligados ao mesmo tempo, o barulho se torna insuportável.  É importante informar que o nível de ruído do aspirador de pó varia de 70 a 85 decibéis; do liquidificador, de 85 a 93 decibéis e, no caso do secador de cabelo, o ruído pode chegar a 90 decibéis.

Por tudo isso, atenção! A exposição contínua a ruídos superiores a 50 decibéis pode causar perda progressiva da audição. Os primeiros sintomas são em geral dificuldade de ouvir conversar, TV, toque do celular, dentre outros. Infelizmente é comum que a pessoa só procure tratamento quando o caso já está mais grave. Qualquer dano à audição vai se somando ao longo do tempo e os efeitos podem não ser logo sentidos. A exposição frequente ao barulho pode levar, com o tempo, à perda permanente e irreversível da audição.

Se já há suspeitas de problemas para ouvir, o melhor é procurar um otorrinolaringologista, que vai diagnosticar a causa da perda auditiva. Muitas vezes o uso do aparelho auditivo é o tratamento indicado. Cabe então ao fonoaudiólogo a escolha do melhor aparelho, para cada caso específico, e as orientações ao paciente. Atualmente existem diversos modelos de soluções auditivas atrativas, discretas, modelos intraauriculares e retro auriculares com tecnologia ultra moderna e, adequados a diferentes graus de perda auditivas. O uso diário da prótese auditiva é essencial para que o indivíduo resgate os sons da vida, a autoestima e a alegria de viver.


(*) Isabela Carvalho é fonoaudióloga da Telex Soluções Auditivas, especialista em audiologia.

Ex-vice-governador Tadeu Filippelli diz que Brasília “precisa ser reconstruída”

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Por Delmo Menezes – Em evento na manhã deste sábado (08) na Candangolândia, que contou com a presença do senador Hélio José (PMDB-DF), do deputado federal Roney Nemer (PP-DF), de ex-administradores regionais do DF, policiais militares e do corpo de bombeiros, além de lideranças e suplentes de deputados, o ex-vice-governador e assessor especial da Presidência da República, Nelson Tadeu Filippelli (PMDB-DF), disse em seu discurso que “não tem sentido as pessoas chegarem no balcão do Buriti e serem mal recebidas. O governo só existe para quem precisa de governo. No governo Roriz era impossível isso acontecer”, declarou.

Segundo Filippelli, em relação a derrubada de casas pela Agefis, “não adianta colocar a culpa na Bruna” (diretora da Agefis). “Na nossa gestão, ela desempenhava muito bem cuidando da frota de veículos”. De acordo com Filippelli, “colocar a Bruna para ter interlocução com a sociedade, não é da formação dela. Cada um dá o que tem. A culpa é do governador”, concluiu.

O ex-vice-governador declarou que Brasília precisa ser reconstruída. “Nós podemos voltar a viver um momento diferente no DF, se a gente reconstruir o antigo caminho que trilhávamos, do ponto de vista do pensamento político, do pensamento ideológico, e da forma de administrar e de respeitar a população”, disse.

Filippelli pregou a união das lideranças presentes e destacou que caso um dia seja eleito governador do Distrito Federal, irá redigir um documento e registrar em cartório, se comprometendo a não ser candidato a reeleição. Disse ainda que “temos que colocar a fila para andar”, concluiu.

 

Salin Siddartha nega autoria de dossiê contra Jaqueline Roriz e Celina Leão

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No dia 7 do corrente mês de outubro, fui surpreendido por matéria publicada pelo portal Guardian DF, trazendo meu nome como o autor de denúncias contidas em um dossiê acusatório, aparentemente apócrifo, sobre a ex-deputada federal Jaqueline Roriz e a atual deputada distrital Celina Leão. A matéria, sob o título “Na íntegra – dossiê detalha ‘organização criminosa’ na CLDF”, assinada pelo jornalista Elton Santos, afirma que a deputada Celina Leão é “uma” (sic) de meus alvos no dossiê, e que, tendo sido procurado pela reportagem daquele conceituado portal de notícias, preferi “não comentar sobre o assunto”.

Nego veementemente qualquer autoria que possa ser atribuída a mim por tal dossiê. De fato, procurado pelos jornalistas Elton Santos (do portal Guardian DF) e Odir Ribeiro (do Blog Radio Corredor), com eles conversei sobre diversos assuntos, até que, mudando o rumo da interlocução, o Sr. Elton Santos indagou-me, de chofre, se eu tinha conhecimento a respeito de malfeitos da Senhora Jaqueline Roriz e da deputada Celina Leão. Disse-lhe que não poderia declarar nada a respeito de tal assunto, já que não sabia do que se tratava e, quanto à Senhora Jaqueline Roriz, sequer a conhecia bem, pois o único contato que tive com ela foi por ocasião de uma entrevista que me concedeu no Programa Cidade em Foco, que eu mantinha como âncora na Rádio Regional FM Brasília.

Perguntei ao jornalista Elton Santos o porquê de tal inquirição. Respondeu-me ele que não havia motivo algum, apenas estava pesquisando sobre corrupção envolvendo o nome das duas Senhoras a fim de ver se seria possível publicar alguma matéria sobre o assunto, mas que, como achava que eu era bem informado sobre a política do Distrito Federal, resolveu procurar saber se eu conhecia algum envolvimento delas em crime de tal extirpe. Insistiu o repórter mais duas vezes na mesma interpelação, ao que eu voltei a dizer-lhe que não tinha nada a declarar sobre assunto que eu não conhecia.

A conversa, que aconteceu no dia 3 de setembro passado, em torno das 17 horas, transcorreu no restaurante Sanduba’s do Cruzeiro Velho, próximo à minha casa. Ela foi presenciada por Marcelo Virgínio, servidor público da Secretaria de Saúde do DF, a quem chamei como testemunha, pois não tenho o habito de dialogar com jornalistas que me procuram sem que esteja presente uma testemunha.

Conforme o Sr. Marcelo Virgínio pode atestar, em nenhum momento foi falado por ninguém, naquele encontro, a respeito de qualquer dossiê sobre a Sr.ª Jaqueline Roriz ou sobre a deputada Celina Leão. Neguei-me peremptoriamente a confabular sobre ambas, não só porque não sabia sobre o que se tratava, bem como não gostaria de colocar-me no meio de um possível embate entre o Buriti e a Câmara Legislativa. Além disso, pedi aos jornalistas presentes que não vinculassem meu nome sobre qualquer especulação a respeito das duas dignas Senhoras, já que eu não havia declarado nada a eles, ao que me foi garantido pelos referidos jornalistas que eu ficasse tranquilo porque eram pessoas sérias e que não fariam qualquer “picaretagem” a fim de sensacionalizar o que não era verdade.

Pois bem, qual não foi a minha surpresa quando, no dia de ontem, decorridos 35 dias, li, em Guardian DF, a publicação do jornalista Elton Santos, citando-me como autor das denúncias contidas em um dossiê que acusa as Senhoras Jaqueline Roriz e Celina Leão de improbidades e crimes de malversação ao erário público.

Rechaço com indignação essa acusação mentirosa e maliciosa do referido portal. Até hoje, não fui nem sou autor de denúncias contra qualquer pessoa em dossiê algum. Tenho telefonado para o jornalista Elton Santos, mas ele não tem atendido minhas ligações. Exijo do portal Guardian DF a reparação da matéria quanto à minha pessoa, sem prejuízo de possível ação que eu possa promover em instância judicial.

Matérias produzidas assim, como o fez o Guardian DF, assacando falsidades contra mim, não fazem uma boa prática jornalística e só depõem contra o portal que a editou e contra o periodista que a redigiu.

Cruzeiro-DF, 8 de outubro de 2016

Salin Siddartha Martins Diniz

Parque Ana Lídia terá brinquedos com acessibilidade para crianças com deficiência

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Inauguração neste sábado (8) faz parte da programação para celebrar o Dia da Criança. Atividades ocorrerão em outubro em todo o DF

O Parque Ana Lídia, no Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, receberá novos brinquedos: dois balanços adaptados para crianças com deficiência. A inauguração será neste sábado (8), às 9 horas. Os equipamentos têm rampas e corrimãos para que cadeiras de rodas e muletas sejam encaixadas.

Os brinquedos foram doados por empresas de Brasília para a Secretaria do Esporte, Turismo e Lazer e instalados nesta sexta-feira (7) pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). Chamados de balanço cadeirante e de balanço frontal, eles foram colocados um ao lado do outro, à direita da entrada do parque.

Festa para as crianças durante todo o mês de outubro

A inauguração integra a programação para comemorar o Dia da Criança (12 de outubro). Durante este mês, haverá festas em todo o Distrito Federal, organizadas pela Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude em parceria com a Governadoria e a colaboradora do governo Márcia Rollemberg. A campanha Mês da Criança será lançada oficialmente na segunda-feira (10), às 14 horas, na Residência Oficial de Águas Claras, com a programação de festividades em outubro.

Os Restaurantes Comunitários da Estrutural, de Planaltina e de Samambaia oferecerão a oficina Cozinha Infantil, programa Coma Bem, Viva Bem, da Secretaria Adjunta do Trabalho. Poderão participar crianças de 6 a 11 anos que frequentam o centro de convivência nos restaurantes comunitários das regiões administrativas.

Datafolha: Crivella, 44%, Freixo, 27% no segundo turno do Rio de Janeiro

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A primeira pesquisa Datafolha de intenção de voto para a Prefeitura do Rio de Janeiro no segundo turno foi divulgado na quinta-feira sob encomendado pela TV Globo e publicada também pelo G1.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Segundo o Datafolha, isso significa que, considerando a margem de erro, a chance de o resultado retratar a realidade é de 95%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Votos totais:

– Marcelo Crivella (PRB): 44% (pela margem de erro, entre 41% e 47%)
– Marcelo Freixo (PSOL): 27% (entre 24% e 30%)
– Branco/nulo/nenhum: 18%
– Não sabe/não respondeu: 10%

Votos válidos:

– Crivella (PRB): 62% (pela margem de erro, entre 59% e 65%)
– Marcelo Freixo (PSOL): 38% (entre 35% e 41%)

Para calcular os votos válidos, são excluídos da mostra os votos brancos, nulos e os eleitores que se declaram indecisos. Esse procedimento é o mesmo usado pela Justiça Eleitoral na hora de divulgar o resultado oficial da eleição.

Migração de votos

O Datafolha também perguntou como vão votar no segundo turno os eleitores que, no primeiro turno, optaram por outros candidatos – ou seja, que não votaram em Crivella ou Freixo.

Entre os eleitores que votaram em Pedro Paulo (PMDB) no primeiro turno, 33% dizem que agora, no segundo turno, vão votar em Crivella, e 21%, em Freixo. Votariam em branco ou anulariam 28%, e 18% estão indecisos.

Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PSC), 69% dizem que vão votar em Crivella no segundo turno, e 5%, em Freixo. Brancos e nulos: 20%; indecisos: 6%

Eleitores de Osorio (PSDB): 35% pretendem votar agora em Crivella no segundo turno, e 26%, em Freixo. Brancos e nulos: 29%, e indecisos, 11%.

Eleitores de Indio da Costa (PSD): 33% dizem que vão votar em Crivella no segundo turno, e 26%, em Freixo. Brancos e nulos: 18%. Indecisos: 22%.

Eleitores de Jandira Feghali (PC do B): 30% pretendem votar em Crivella no segundo turno, e 57%, em Freixo. Brancos e nulos: 5%. Indecisos: 8%.

Entre os que disseram que, no primeiro turno, votaram em branco ou anularam o voto: 16% dizem que, no segundo turno, vão votar em Crivella, e 10%, em Marcelo Freixo. Outros 60% dizem que pretendem votar em branco ou anular novamente, e 14% estão indecisos.

Veja a tabela abaixo:

Migração de votos entre o primeiro e o segundo turno na eleição no Rio (Foto: Reprodução/Globo)

Decisão de voto

Totalmente decidido:

Total: 86%
Eleitores de Crivella: 86%
Eleitores de Freixo: 87%
Branco/nulo: 84%

Ainda pode mudar:
Total: 13%
Eleitores de Crivella: 13%
Eleitores de Freixo: 12%

Chance de mudar o voto

Grande:
Total: 14%
Eleitores de Crivella: 19%
Eleitores de Freixo: 8%

Média:
Total: 53%
Eleitores de Crivella: 55%
Eleitores de Freixo: 51%

Pequena:
Total: 33%
Eleitores de Crivella: 25%
Eleitores de Freixo: 41

Número para confirmar ou anular o voto para prefeito

Menções corretas:
Total: 69%
Eleitores de Crivella: 72%
Eleitores de Freixo: 62%

Não sabe o número:
Total: 24%
Eleitores de Crivella: 26%
Eleitores de Freixo: 36%

Menções incorretas:
Total: 2%
Eleitores de Crivella: 2%
Eleitores de Freixo: 2%

Não sabe como anular o voto:
Total: 5%
Eleitores de Crivella: 0%
Eleitores de Freixo: 0%

O Datafolha ouviu 1.151 eleitores de todas as regiões do Rio, com 16 anos ou mais, nos dias 5 e 6 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo RJ-03497/2016.

Observação: a soma dos valores pode não ser 100% devido a arredondamentos.

Câmara Legislativa comemora os 28 anos da Constituição Cidadã

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Proposta pelo deputado Raimundo Ribeiro (PPS), foi realizada hoje (7), no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal a Sessão solene em comemoração aos 28 anos da promulgação da Constituição Cidadã. O evento contou com a presença de constituintes que contaram um pouco da história de nossa constituição.

Durante a sessão, os presentes acompanharam um vídeo que relembrou a época em que a carta maior foi criada. Emocionada, a ex-governadora Maria de Lourdes Abadia, que participou da criação da nossa Constituição, leu o discurso feito por Ulisses Guimarães no dia da promulgação. Em um dos trechos, Ulisses Guimarães dizia: “Aqui estamos representando o Brasil, vamos corresponder essa confiança. O nosso primeiro compromisso é não ter medo”.

Outra deputada constituinte, Moema Santiago, fez questão de frisar que este momento, realizado pelo deputado Raimundo Ribeiro, é um resgate da história do Brasil e que os verdadeiros golpistas são aqueles que não quiseram assinar a Constituição. “Dr. Ulisses, hoje, seria a representação maior dessa luta”, disse.

Para o deputado Raimundo Ribeiro a Constituição, hoje, está sendo maltratada. “A gente não consegue conter o grito quando agridem a nossa Constituição. A liberdade que hoje temos é graças a essa Assembleia Constituinte que criou a nossa Lei Maior”.

De acordou com o distrital, o Brasil convive hoje com a omissão do Legislativo, a tirania do Executivo e a lentidão do judiciário. “Tomei a liberdade de preparar uma indicação e estou colhendo o apoio dos outros parlamentares desta casa para encaminhá-la ao Congresso Nacional, onde pediremos, além da reflexão, que seja feita uma assembleia nacional constitucional exclusiva para repensar e, se for o caso, fazer uma nova carta política, pois a atual Constituição deixa tantas dúvidas que a população tem inúmeras deturpações”, avisou.

O parlamentar encerrou a sessão fazendo um apelo. “É fundamental que estejamos atentos para não deixar que essa Carta Cidadã, fruto da mais linda história de luta do povo brasileiro, se transforme em outra coisa, através da sandice de algumas pessoas não preparadas para exercer determinadas funções públicas”.

Estiveram presentes no evento o Diretor Geral da Defensoria Pública do DF, Dr. Ricardo Batista, a Presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais, Dra. Michele Leite e a representante da OAB/DF, Dra. Elise Corrêa, dentre outras autoridades.

Audiência na CLDF aponta caminhos para o desenvolvimento econômico do DF

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Iniciativa da deputada Sandra Faraj, evento serviu para cobrar do Governo e órgãos competentes estímulos para investimentos no setor produtivo e varejista

A falta de flexibilização tributária e o excesso de burocracia governamental são algumas das causas apontadas pelo setor produtivo e varejista do DF como fortes incentivadores da crise econômica local. Nesta quinta-feira (06/10), durante audiência pública na Câmara Legislativa, promovida por iniciativa da deputada Sandra Faraj (SOLIDARIEDADE), os empresários pediram apoio para estimular o comércio e a indústria local.

“Quem faz a economia girar é o empresário. Não podemos deixar o comércio fechar as portas, indústrias irem para outro estado e ficarmos assistindo a tudo isso, sem fazer nada. Famílias estão ficando sem emprego”, alertou a parlamentar, que preside a Frente Parlamentar em Defesa do Comércio Varejista.

Secretário de Fazenda do DF, João Antônio Fleury disse que o governo busca construir uma política de incentivo fiscal e tributário para ajudar a reerguer o setor produtivo do DF. “Estamos trabalhando para que as empresas aqui instaladas possam ter igualdade de competição com Minas Gerais e Goiás”, afirmou.

No entanto, Fleury alertou para as dificuldades encontradas. “Temos de construir um grande pacto entre o Ministério Público, Governo, Câmara Legislativa e empresários para que não haja questionamentos, porque não dá para aprovarmos leis e estas serem questionadas com ADI (Ação Direta de Constitucionalidade)”, criticou Fleury.

Vários participantes lamentaram a ausência do Ministério Público e do Tribunal de Contas do DF na audiência pública. No entanto, a deputada Sandra Faraj se comprometeu em encaminhar todas as sugestões e apontamentos aos órgãos competentes.

Diversas entidades do setor estiveram presentes. Entre eles: a Federação da Indústria (Fibra-DF); Federação do Comércio (Fecomércio-DF); Federação da Agricultura e Pecuária do DF; Associação Comercial do DF; além do Sindicato do Comércio Varejista (Sindvarejista), entre outros.

OPINIÃO | Um governo sem líder e um Legislativo sem presidente e acovardado

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Por Ricardo Callado


O Distrito Federal passa por uma situação inusitada. A Câmara Legislativa não tem Mesa Diretora, o governo não tem líder. Para completar, oposição e governistas se confundem e se alternam, dependendo da situação. E da votação.

A Casa tem uma Mesa Diretora formada por suplentes, com um presidente em exercício, o deputado Juarezão (PSB), do partido do governador Rodrigo Rollemberg. Ele é o único efetivo da Mesa, mas na função de vice-presidente.

É recorrente o comentário que as decisões são tomadas sempre após consultas ao presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF), deputado Agaciel Maia (PR), partido adversário do governador nas eleições de 2014,

Agaciel, por sua vez, mesmo sendo de um partido de oposição, é governista. É o preferido do governador Rollemberg para ser o próximo presidente da Câmara Legislativa. A eleição acontece até no fim do ano e o mandato começa em 1º de janeiro.

Ao mesmo tempo, Agaciel faz às vezes de líder informal do governo. É a principal voz hoje em defesa dos projetos que chegam do Palácio do Buriti. Mas também faz as suas críticas e aponta erros na condução do Governo de Brasília.

Após a saída do deputado Júlio Cesar Ribeiro (PRB) da liderança do governo, o cargo ficou vago. E ai já se passou quase dois meses. No primeiro momento o nome de Rodrigo Delmasso (PTN) foi cogitado para ser líder. Até ensaiou discursos em plenário, mas acabou não sendo referendado. também não quis se esforçar para que isso acontecesse.

Delmasso, assim como Agaciel, é um dos nomes cotados para à Presidência da Casa. Trabalha o objetivo em silêncio. Tenta se cacifar nos bastidores. Os outros nomes são Joe Valle (PDT) e Sandra Faraj (Solidariedade).

Joe era cotado no início da Legislatura, mas o governador Rollemberg preferiu o nome de Celina Leão (PPS). Joe engoliu seco, mesmo chateado. Depois de muito tempo depois se tornou secretário de uma fusão de pastas do governo. Mas já retornou ao Legislativo. Achou o governo confuso.

Sandra Faraj pode surgir como a surpresa nessa disputa pelo comando da Câmara. Novata, ela tem um bom desempenho à frente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), uma das mais importantes da Casa.

Pode até surgir outro nome, mas a disputa deve ficar entre os quatro. Quem quiser chegar lá, precisa, é claro, costurar acordos. O PT, por exemplo, quer duas coisas.

A primeira é emplacar um nome na Mesa Diretora. A outra é fazer do deputado Wasny de Roure presidente da CEOF. São duas coisas fáceis. A oposição sempre teve um nome na Mesa. E o PT é uma das várias oposições que existem na Câmara. E que as vezes se faz de governo. Além disso, Wasny é um nome leve, experiente e está acima do desgaste do PT. A sua trajetória o blinda do inferno astral do partido.

Quanto ao líder do governo, essa é uma tarefa complicada. O principal problema é cumprimento dos acordos e a confiança. É sabido que Rollemberg vira a cara para a Câmara e não confia nos deputados. E a reciproca dos parlamentares é verdadeira. A desconfiança é mutua.

Todos querem ser presidente, mas fogem quando a missão é ser líder do governo.

Hoje, mesmo sem líder, quem manda no Legislativo é o Executivo. Aprova o que quer. Basta relembrar as últimas votações.

A Câmara está paralisada depois que a Operação Drácon, deflagrada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, afastou a Mesa Diretora. Quem acompanha a investigação de perto, sabe que alguns nomes estão colocados como boi de piranha. Sem muitos elementos que permitisse um afastamento. É o caso do deputado Raimundo Ribeiro (PPS), por exemplo. Serviu também para limpar terreno.

Uma coisa é afastar a presidente da Casa. Outra é defenestrar toda uma Mesa Diretora. O simbolismo é maior. E um troféu a ser pendurado na estante.

Somente em fevereiro tudo deve voltar a ordem. Por enquanto, a Câmara é uma casa sob intervenção do Judiciário e do Executivo. E não se vê uma reação dos parlamentares. A Casa se acovardou.

GDF deposita nas contas dos servidores da saúde as horas extras referentes a maio

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O Governo de Brasília anunciou que vai depositar hoje nas contas dos servidores da saúde as horas extras referentes ao mês de maio. São cerca de 10 milhões de reais.

A previsão é de que o valor das horas extras referentes a junho seja creditado na próxima semana.

Ainda ficarão pendentes as horas extras referentes a julho. O pagamento desta dívida vai depender da entrada de recursos nos cofres do GDF.