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Polícia e MP apuram sumiço de documentos em nova fase da Operação Drácon

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Câmera de segurança da Câmara Legislativa mostra assessor Alexandre Cerqueira retirando documentos da Casa, no dia 20 de agosto (Foto: Reprodução)

Gabriel Luiz e Alexandre Bastos, do G1 DF – A Polícia Civil e o Ministério Público do Distrito Federal cumpriu nesta segunda-feira (17) mandados de busca e apreensão nas casas dos servidores da Câmara Legislativa Alexandre Braga Cerqueira e Sandro Vieira, ligados aos deputados distritais Bispo Renato (PR) e Celina Leão (PPS), respectivamente.

Os dois também foram alvos de condução coercitiva, quando são levados obrigatoriamente a depor. O G1 não conseguiu contato com a dupla.

Segundo o MP, eles foram flagrados pelas câmeras de segurança da Câmara carregando documentos antes da primeira fase da Operação Drácon, que apura desvios de verbas para pagamento de propina. As diligências foram autorizadas pelo relator do caso, o desembargador José Divino.

Na Câmara, Alexandre Braga Cerqueira foi responsável pelos contratos e pagamentos da Câmara. Em depoimento ao MP, o presidente da Associação Brasiliense de Construtores, o empresário Afonso Assad, aponta o servidor como emissário de deputados, tendo cobrado “ajuda” dele, ou seja, participação no suposto esquema que exigia pagamento de propina em troca de assinatura de contrato público.

A assessoria do deputado Bispo Renato informou que “não tem conhecimento de nenhum ato ilícito envolvendo” Cerqueira. O distrital aproveitou para dizer que reafirma a inocência e que as declarações contra eles são infundadas.

Sandro Vieira é suspeito de ocultar informações do gabinete de Celina no dia 22 de agosto, véspera da primeira fase da operação. O assessor parlamentar foi exonerado do cargo de secretário legislativo em 30 de agosto. Ligado à presidente afastada da Casa, Celina Leão, ele passou a exercer o “cargo especial de gabinete”. Com isso, o salário dele caiu de R$ 11,9 mil para R$ 6,6 mil.

Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa da deputada Celina Leão disse que ela só iria se pronunciar durante a tarde desta segunda.

Em 2 de setembro, a Polícia Civil apreendeu documentos na Câmara, em gabinetes de membros afastados da Mesa Diretora. A corporação também tentou acesso a filmagens e gravações de sessões plenárias da Casa de 2015, mas, segundo a assessoria da Câmara Legislativa, não havia material disponível.

 

Franquias no Centro-Oeste faturam mais de R$5 bilhões no 1º semestre de 2016

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O mercado da região central do País ampliou o número de unidades em 6,3%, chegando a 12.059 pontos de venda

Segundo o mais recente balanço da Associação Brasileira de Franchising – ABF, o mercado de franquias na Região Centro-Oeste faturou cerca de R$ 5 bilhões no primeiro semestre deste ano, o que representa 7,3% do faturamento do mercado nacional de franquias no período, que foi de R$ 68,888 bilhões.

De janeiro a junho de 2016, o mercado nacional de franquias teve um crescimento nominal de 7,9% no faturamento. Dentre os segmentos que apresentaram maior crescimento no segundo trimestre de 2016 comparado a igual período do ano anterior, destacam-se: Esporte, Saúde, Beleza e Lazer (15%), Acessórios Pessoais e Calçados (10%), Negócios, Serviços e Outros Varejos (10%), Lavandaria, Limpeza e Conservação (9%) e Serviços Automotivos (9%).

Neste primeiro semestre, o mercado do Centro-Oeste expandiu em 6,3% o número de unidades, registrando 12.059 pontos de venda (PDVs), o que representa 8,4% do mercado nacional. Para a diretora da ABF no Centro-Oeste Cláudia Vobeto, o setor de franquias na região é promissor. “Sentimos impacto do cenário econômico atual, mas tivemos um bom crescimento no primeiro semestre de 2016 em relação ao mesmo período 2015. Somos uma região central, que mescla os mercados urbano e rural, e isso dá um novo dinamismo para o crescimento do setor. Temos o nosso lugar de destaque na economia nacional”, destaca a diretora.

Até o fim de 2016, a ABF projeta para o mercado nacional um crescimento de 6% a 8% em faturamento; de 8% a 10% em número de unidades e de 4% a 6% em número de marcas. As previsões são positivas diante de um cenário geral de retração.

Investigação do TSE expõe submundo das finanças eleitorais

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Dilma Rousseff e Michel Temer (Foto: Orlando Brito)

Inspeção em campanha da chapa Dilma-Temer mostra gasto de R$ 416 mil com caminhada de 1 quilômetro

Por José Casado, O Globo


Na mesa havia uma montanha de dinheiro: R$ 14 bilhões em contratos, 80% financiados pelo banco estatal BNDES, para a construção da Usina de Belo Monte, no Pará, uma das maiores hidrelétricas do mundo.

O governo Lula decidira obrigar as empreiteiras concorrentes a se juntar num consórcio liderado pelos grupos Andrade Gutierrez, Odebrecht e Camargo Correa. Otávio de Azevedo Marques, então presidente do grupo Andrade Gutierrez, não esquece daquele outono de 2010: “Eu fui chamado pelo deputado, ex-ministro Antonio Palocci, para uma reunião. Na época ele não era ministro, né? Trabalhava na arrecadação de fundos da presidente Dilma, futura presidente, candidata.”

A conversa foi objetiva, contou dias atrás a Herman Benjamin, juiz-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral: “Ele me disse que aquela escolha, feita pela ministra Erenice (Guerra, chefe da Casa Civil na época), precisaria ter um entendimento de que havia um projeto político para ser apoiado. E que nós deveríamos recolher 1% do valor dos nossos faturamentos naquele consórcio: 0,5% para o PT e 0,5% para o PMDB.”

As empresas privadas pagaram na proporção da sua participação no negócio, relatou o executivo. À Andrade coube uma fatura de R$ 20 milhões. “Também pagaram nos outros projetos federais?”, quis saber o juiz-auxiliar Bruno Cesar Lorencini, referindo-se às obras em rodovias, ferrovias e aeroportos. “Também houve contribuições”, confirmou o executivo.

O dinheiro de empresas investigadas por corrupção em contratos públicos irrigou o caixa das campanhas da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer (PT-PMDB) nas eleições de 2010 e 2014. Algumas usaram métodos convencionais de lavagem. Outras, como a Andrade, preferiram disfarçar pagamentos como doações eleitorais.

Recursos fartos levaram a um recorde de gastos. Nunca uma campanha presidencial foi tão cara quanto a de 2014. A chapa Dilma-Temer liderou nos votos e na gastança: declarou despesas equivalentes a R$ 514,2 milhões (valor atualizado pelo índice IGPM/FGV). A oposição achou que a derrota foi provocada pelo “abuso de poder econômico” do governo e pediu uma devassa nas contas.

Há 21 meses a Justiça investiga a origem e o destino desses recursos. Financiamento eleitoral ilícito é punível com a cassação dos eleitos. Desde o impedimento de Dilma, em maio, o processo avança no TSE com um único alvo: o antigo vice-presidente. Numa ironia da história, Temer, o sucessor de Dilma, hoje é um presidente “sub judice” — por iniciativa do seu principal avalista político, o PSDB. O inquérito sobre o caixa da campanha presidencial de 2014 está expondo em detalhes, pela primeira vez, como funciona o submundo dos negócios e das finanças eleitorais.

Na quinta-feira, por exemplo, o TSE resolveu decretar a quebra do sigilo de três gráficas (Red Seg, Focal e VTPB). Juntas, teriam sido responsáveis por 15% dos gastos totais declarados pela chapa DilmaTemer na eleição de 2014. A documentação coletada mostra o seguinte: do total de despesa declarada pela chapa PT-PMDB com serviços dessas empresas (R$ 77 milhões, em valores corrigidos), o tribunal só conseguiu comprovar regularidade sobre 21% (R$ 16,1 milhões).

Significa que só existem comprovantes fiscais para R$ 16 de cada R$ 100 gastos pela chapa Dilma-Temer nessas gráficas. Dois terços desses gastos da chapa Dilma-Temer foram concentrados em gráficas (Focal e VTPB) que não dispunham de empregados ou maquinário suficiente e multiplicaram por dez seu movimento de caixa com “serviços” ao PT e PMDB nas eleições presidenciais de 2010 e 2014.

Criada como empresa de “banca de jornais e revistas”, a VTPB se transformou em “impressora de material publicitário” em julho de 2014, às vésperas da campanha eleitoral. É controlada por Beckembauer Rivelino de Alencar Braga, filiado ao PT paulista, segundo o TSE. Já a Focal tem como controlador Carlos Alberto Cortegoso, militante do PT mineiro com histórico em inquéritos sobre lavagem de dinheiro na política.

Foi personagem no caso do mensalão, delatado pelo publicitário Marcos Valério Fernandes, que repassou-lhe R$ 1 milhão (valor atualizado). Cortegoso também aparece em dois processos sobre corrupção em curso na Justiça Federal, em Curitiba. Num deles figura como receptor de sete imóveis do pecuarista José Carlos Bumlai, que se confessou à Justiça como o “trouxa perfeito do PT” em negócios ilícitos com a Petrobras.

Em outro foi delatado como intermediário da empresa Consist na lavagem de R$ 67 milhões para o PT (80% obtidos na cobrança de taxas ilegais sobre empréstimos consignados tomados por servidores do Ministério do Planejamento). Ao conferir as despesas declaradas pela chapa Dilma-Temer em 2014, peritos judiciais estranharam pagamentos elevados por alguns “serviços” em eventos de campanha.

À Focal, por exemplo, pagou-se R$ 204 mil pela “organização” de um “comício de Michel Temer na quadra da Portela”, no Rio. E R$ 431 mil pela “organização” de uma “coletiva de imprensa no Hotel Royal Tulip Brasília” para Dilma. Os documentos apresentados para justificar gastos de R$ 77 milhões com as gráficas são sugestivos. A “organização” de carreatas custou R$ 390 mil em Aracaju, R$ 204 mil em Campinas e R$ 138 mil em Padre Miguel, no Rio.

Gastou-se R$ 322 mil para “organizar” uma ca- minhada de Dilma em Canoas (RS). Outros R$ 416 mil num percurso de 1,3 mil metros no Centro do Recife, e R$ 127 mil em 500 metros da rua Barão de Itapetininga, em São Paulo. Cobrou-se R$ 404 mil pela “organização” de um encontro de Dilma com estudantes em Maceió. E R$ 314 mil pela reunião com artistas no Leblon, Rio. E um “ato pela Igualdade Racial”, em Nova Lima (MG), custou R$ 302 mil.

Os preços da “organização” de comícios oscilaram entre R$ 433 mil (Guaianases, SP), R$ 639 mil (Goiânia) e R$ 719 mil (Ceilândia, DF). Nesses eventos, supostamente, foi consumida parte dos 693 milhões de santinhos da chapa Dilma-Temer que teriam sido impressos por uma das gráficas sob investigação. Volume suficiente para distribuir três panfletos a cada brasileiro, com ou sem título de eleitor.

Michel Temer diz nos Brics que “Brasil começa a entrar nos trilhos”

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O presidente Michel Temer disse hoje (16), em Goa, na Índia, que o Brasil “começa a entrar nos trilhos”. Em discurso para chefes de Estado e de Governo do Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o presidente ressaltou que as previsões para a economia brasileira em 2017 melhoraram e que o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima o fim da recessão e a volta do crescimento econômico no próximo ano.

“Já é possível verificar positiva reversão de expectativas, com decidida elevação nos níveis de confiança dos agentes econômicos”, disse Temer.

Temer começou o discurso dizendo que o mundo ainda se recupera da crise financeira global. “Já diante do primeiro impacto da crise, o Brics afirmou-se como esteio da reforma da governança financeira internacional. Consolidaram-se como fonte de dinamismo e como atores essenciais para a retomada da atividade econômica”, declarou. Temer ainda ressaltou que é preciso resistir à tentação do protecionismo entre os países: “Há muito que podemos fazer para garantir mais comércio, mais crescimento e mais prosperidade.”

O presidente citou a responsabilidade fiscal como um dever maior e tarefa urgente do governo para conter a crise: “É dever maior porque, sem ela, põem-se em risco os avanços sociais do Brasil. É tarefa urgente porque o desarranjo das contas públicas é a causa-mor da crise que enfrentamos.”

Para o presidente, a superação da crise econômica brasileira está desenhada e passa pela aprovação da PEC 241, que impõe um limite aos gastos públicos.“Será a combinação da responsabilidade fiscal com a responsabilidade social. Promoveremos sim, o ajuste das contas públicas. Estamos estabelecendo um teto de gastos, que será inscrito na própria Constituição”, ressaltou.

O presidente também disse que enviará em breve ao Congresso a proposta de reforma do sistema de Previdência Social.”Queremos uma seguridade social que elimine privilégios e possa servir a todos, no médio e no longo prazo. Queremos preservar a saúde fiscal do Estado, condição para o bem-estar de cada um dos brasileiros”, acrescentou.

Durante o discurso, Michel Temer destacou que os ajustes no programa de concessões à iniciativa privada estimularão a criação de empregos. “O Brasil está promovendo novo modelo de parcerias com o setor privado para gerar empregos e aprimorar sua infraestrutura. Estamos articulando modelo previsível e seguro, que oferece as mais variadas oportunidades de investimento em portos, aeroportos, rodovias, ferrovias, exploração de petróleo e gás, entre outras áreas”, declarou. Segundo ele, a responsabilidade social passa pela criação de empregos.

Como um dos principais desafios da atualidade, o presidente citou o combate ao terrorismo. “Nenhuma pessoa ou lugar está imune a esse flagelo”, disse. “Só venceremos esse mal por meio da cooperação.”

Primeira edição do Dançando na Praça reúne 450 pessoas no Núcleo Bandeirante

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Ao ritmo de samba de gafieira e forró, cerca de 450 pessoas encheram o salão do Centro Comunitário do Núcleo Bandeirante na tarde deste sábado (15) para participar do Dançando na Praça. Coordenada pela Secretaria do Esporte, Turismo e Lazer, a iniciativa tem o objetivo de proporcionar alternativas de lazer gratuito em locais públicos de forma itinerante. A primeira edição do evento foi dedicada ao Dia Internacional do Idoso, celebrado em 1º de outubro.

Das 15 às 19 horas, grupos de dança e músicos intercalaram-se em apresentações para animar a tarde dos idosos. O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, destacou a animação daqueles que somavam mais anos vividos. “Vocês têm que me ensinar a fórmula para chegar até essa idade com essa vivacidade”, elogiou durante homenagem aos maiores de 90 anos.

Para garantir a presença dos convidados, a Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, por meio da Coordenação de Pessoas Idosas, ajudou no transporte até o local da festa. Idosos de associações e centros de convivência de Brazlândia, Ceilândia, Cruzeiro, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Planaltina, Plano Piloto, Riacho Fundo, Samambaia, Sobradinho e Varjão participaram da primeira edição do projeto.

“É uma ação que conta com a mobilização de todos para atendermos essa demanda tão importante na política dos direitos dos idosos”, definiu o secretário da pasta, Gutemberg Gomes. Além dos órgãos de governo, o evento tem o apoio do Fórum de Dança do Distrito Federal e do Entorno e da Federação das Indústrias do DF (Fibra-DF).

Mais duas edições do evento estão programadas para 2016: uma em 5 de novembro, no Museu Nacional da República (Eixo Monumental), e a última desse ano em 8 de dezembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães (Eixo Monumental). “Pensamos em uma temática que tivesse a ver com o público desta edição, para as próximas, vamos trazer outros ritmos e apresentações”, adiantou o subsecretário de Promoção e Marketing da Secretaria Adjunta de Turismo, da pasta do Esporte, Turismo e Lazer, Sandro Cunha.

Também participaram do evento o administrador regional da Candangolândia, Cleudimar Sardinha, e o secretário e o secretário-adjunto das Cidades, Marcos Dantas e Roosevelt Vilela.

Artigo | Professores do Distrito Federal: greve agora ou ano que vem?

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Por Washington Dourado


Nesta sexta-feira, dia 14, o governador do Distrito Federal oficializou a decisão de não implantar a tabela salarial contida no Anexo VII do Plano de Carreira do Magistério Público do Distrito Federal, bem como de outras categorias. A decisão do governador não é exatamente uma surpresa, pois no ano passado esta mesma tabela estava prevista para entrar em vigor em 1º de setembro e foi adiada para outubro deste ano, mesmo após longa greve.

A implantação da tabela salarial prevista no Anexo VII do Plano de Carreira vai gerar para os professores um “ganho” em média de 3.5%. No caso das demais categorias, o impacto médio é parecido. Entretanto, o Governo alega que em caso de pagamento deste “reajuste”, o Distrito Federal vai quebrar. Aliás, o discurso do governador para anunciar o calote foi até em tom apocalíptico do tipo: “não quero ficar conhecido como o Governador que quebrou o Distrito Federal“.

Após o anúncio, imediatamente instalou-se entre os professores, orientadores e servidores públicos em geral um intenso debate nas redes sociais e locais de trabalho sobre qual deverá ser a reação adequada das categorias e seus sindicatos à esta falta de respeito do Governo. No casos dos professores e orientadores, a discussão é se o caminho mais adequado é fazer greve ainda neste ano ou no início de 2017.

É importante lembrar que os professores e orientadores já fizeram uma longa greve no final de 2015 para garantir a implantação desta mesma tabela salarial. Também não pode ser esquecido que desde a posse do atual governador, a perda salarial acumulada da categoria já se aproxima dos 18%. Portanto, mesmo que estes 3.5% sejam conquistados após mais uma greve agora, ainda assim a categoria terá enorme perda de poder aquisitivo.

Diante disso, mesmo considerando a indignação de todos com a falta de respeito do Governo, penso que o caminho correto neste momento é o início imediato de efetivo processo de mobilização, que pode ser também com paralisações e protestos, mas com o objetivo de preparar a greve para o início do ano letivo de 2017. E que a greve no ano que vem não seja mais pelos 3.5%, mas pela recomposição das perdas salariais a contar de 1º de janeiro de 2015 até pelo menos março de 2017, além de percentual de ganho real.

Quanto aos 3.5% previstos na tabela do Anexo VII do Plano de Carreira, como se trata de lei que vem sendo descumprida, então que os advogados do sindicato tomem as medidas necessárias. Pois nesta nova greve não devemos cair na manobra do Governador de nos manter na discussão de percentual tão pequeno. Agora o que precisamos é de reajuste salarial que recomponha as perdas provocadas por este Governo, mais ganho real que efetivamente valorize a profissão.


Por Washington Dourado é professor da Secretaria de Educação do DF

BRB aparece entre os 100 maiores bancos em ranking do Valor Econômico

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Os últimos dois anos, o Banco ocupou o 32º lugar

O Valor Econômico publicou ranking com as 1000 Maiores empresas do mundo e as campeãs em 25 setores e 5 regiões. O trabalho também apresenta uma classificação dos 100 maiores bancos.
Nesse último estudo, nos anos de 2014 e 2015, o BRB aparece em 32º lugar. Em 2015, o Banco apresentou um ativo total de R$ 13,5 milhões, R$ 8,9 milhões em operações de crédito, patrimônio líquido de R$ 1,34 bilhão e resultado líquido de R$ 84 milhões.
“Estar nesse ranking é algo muito positivo para a instituição. Manter uma posição de destaque no atual cenário econômico é de extrema importância”, comentou o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Instituição, Nilban de Melo Junior.
No dia 13 de setembro do corrente ano, nota publicada no site do Valor Econômico afirmou que o desempenho das mil maiores empresas do país, em 2015, foi o pior da série histórica desde que o anuário foi criado, no ano 2000. Portanto, o fato de o BRB ter mantido sua posição ganha ainda mais relevância.
Nesse contexto, Melo Junior acrescenta que os resultados alcançados recentemente pelo BRB, demonstram um trabalho contínuo de expansão da instituição, e ainda, melhorias nas características e condições das linhas de crédito, de governança corporativa, e de um relacionamento mais próximo ao cliente.
O ranking completo está disponível em formato interativo no site www.valor.com.br/valor1000/2016.

Governo do DF abre concurso com 2,9 mil vagas para Secretaria de Educação

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Serão contratados docentes, analistas, monitores e técnicos para suprir aposentadorias, mortes e demissões. Inscrição vai de 2 a 23 de dezembro, pelo site do Cespe/UnB

 

A Secretaria de Educação do Distrito Federal publicou nesta sexta-feira (14), na edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal, a abertura de concurso para contratar servidores. São 2,9 mil vagas: 2 mil para professores —  800 imediatas e 1,2 mil para cadastro reserva — e 900 para servidores em assistência à educação: 90 analistas, 250 monitores e 560 técnicos. Desse total, 530 candidatos ficarão para cadastro reserva.

 

Com o concurso, o governo abre 38 cargos: 26 para professores, 9 para analistas, 2 para técnicos e 1 para monitor (veja o edital). Segundo o secretário de Educação, Júlio Gregório Filho, as vagas destinam-se a professores com afastamento definitivo: “Elas suprem aposentados, docentes que morreram e demissões”. As vagas serão preenchidas em 2017, 2018 e 2019 e estavam previstas desde julho.

 

Para professores e analistas será exigido nível superior e para técnico e monitor, nível médio. Os salários vão de R$ 2.068,43 a R$ 5.237,13, a depender da vaga preenchida e da carga horária.  As inscrições são de 2 a 23 de dezembro e devem ser feitas pelo site do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB).

 

O valor da inscrição varia conforme o cargo e a jornada de trabalho. Para professores da educação básica com 20 horas semanais, custa R$ 55; àqueles com 40 horas semanais, R$ 90; para analistas com 40 horas semanais, R$ 85; para técnicos com 40 horas semanais, R$ 55; e para monitores com 30 horas semanais, R$ 50.

Operação Drácon | O depoimento que complica Liliane Roriz

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Ao MP do DF, secretário-executivo da Câmara Legislativa envolve a deputada Liliane Roriz em esquema na Saúde

Por Ary Filgueira, da IstoÉ


A deputada distrital Liliane Roriz (PTB-DF), filha do ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz, foi personagem central do último escândalo político de Brasília, após gravar conversas com a presidente da Câmara Legislativa do DF, Celina Leão (PPS), sobre um suposto esquema de propina em contratos da área da saúde. Celina acabou afastada do cargo por ordem judicial. Nos áudios entregues espontaneamente pela filha mais nova do clã Roriz, Celina tenta tranqüilizar Liliane, afirmando que ela estaria dentro do projeto. “Você tá no projeto. Mandei o Valério (Neves, ex-secretário geral da Câmara Legislativa) já falar com você”, disse Leão. O “projeto”, segundo Liliane, tratava-se do pagamento de propina a cinco deputados distritais por empresários beneficiados por uma emenda parlamentar aprovada no apagar das luzes, em 2015, que tirou R$ 30 milhões da educação e destinou para a saúde. O dinheiro, porém, acabou destinado ao pagamento dos contratos com empresas de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), cujo pagamento estava em atraso. Um depoimento inédito de um ex-funcionário tomado pelos investigadores agora também pode implicar Liliane no esquema.

José Adenauer Aragão de Lima era secretário-executivo da vice-presidência da Câmara Legislativa, cargo ocupado por Liliane. Em depoimento ao Ministério Público do Distrito Federal, Adenauer admitiu que foi responsável por redigir uma mudança na emenda parlamentar, destinando os recursos ao setor que gerou os desvios. Depois de alterar o texto, Adenauer afirmou que “conversou com a deputada Liliane Roriz em plenário” sobre o assunto. Liliane, então, teria procurado Celina para saber o que estava ocorrendo. O servidor disse aos promotores que, após essa conversa, “ambas aprovaram a emenda”.

Até então, Liliane negava participação na aprovação e elaboração da emenda. O depoimento do servidor contradiz o discurso da deputada. Depois Liliane procurou Valério para saber o porquê da nova mudança na emenda. Sem saber que estava sendo gravado por Liliane, Valério explica a ela que o deputado Cristiano Araújo (PSD) “arrumou aquela parceria com as UTIs, e que nessa UTI teria (compromisso)”. O compromisso seria o pagamento de propina. De delatora à acusada, Liliane agora terá de dar explicações.

Foto: Sergio Lima/Folhapress

Atletas brasilienses da Gymnasiade 2016 são homenageados na Câmara

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O deputado Professor Israel (foto) irá homenagear nesta segunda-feira (17), às 15 horas, a delegação brasiliense que participou da Gymnasiade 2016, realizada na Turquia, em julho deste ano. Este é o maior evento de esporte escolar do mundo e contou com a presença de 13 atletas, sendo sete deles de escolas públicas do Distrito Federal.

O Brasil superou as expectativas na competição e conquistou o título de campeão geral, ficando à frente de países tradicionais como Rússia, China, Inglaterra, França e a própria Turquia. Foram conquistadas 128 medalhas, sendo 57 de ouro, 32 de prata e 39 de bronze. Dentre os atletas brasilienses, foram dois medalhistas pelo judô: Luana Costa do CED14 da Ceilândia levou a medalha de ouro e Arley Silva, do CEF 01 de Sobradinho ficou com o bronze.

 

SERVIÇO:

Sessão Solene em Homenagem à Delegação Brasiliense Campeã Geral da Gymnasiade 2016

Data: 17 de outubro de 2016

Horário: 15 horas

Local: Plenário da Câmara Legislativa do DF