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Concurso Musa e Mister Cadeirante Universo DF será realizado pela primeira vez no Brasil

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Os candidatos da capital federal serão apresentados e terão seu primeiro ensaio nesta sexta-feira (16), às 18h, no Centro de Treinamento Neuromotor, no Núcleo Bandeirante. Na ocasião, os participantes terão uma sessão de fotos, além da gravação de um vídeo institucional. A grande final do DF ocorrerá em (30/7), a partir das 15, no JK Shopping em Ceilândia

Cerca de 30 cadeirantes de diversas regiões administrativas participarão do concurso Musa e Mister Cadeirante Universo Distrito Federal 2017- que será realizado pela primeira vez no país.  Os candidatos serão apresentados nesta sexta-feira (16), a partir das 18h, no Centro de Treinamento Neuromotor, no Núcleo Bandeirante. A final regional que elegerá os cadeirantes mais bonitos do DF ocorrerá em 30 de julho e a grande final nacional em 9 de agosto, ambas a partir das 15h, no JK Shopping em Ceilândia.

Nesta sexta-feira (16), os cadeirantes participarão do primeiro ensaio e terão uma sessão de fotos profissionais, além de gravarem um vídeo institucional que terá como tema “Inclusão social, o amor não tem gênero”. Além disso, os candidatos já participaram de diversas atividades que, além fomentar a interação do grupo, já estão sendo utilizadas pela organização do concurso para conhecer melhor cada um dos candidatos e também descobrir novos talentos.

O idealizador do evento, Ralph Santos, que já trabalha com os mais importantes concursos de beleza do país, explica que a iniciativa tem como objetivo chamar atenção da sociedade para a inclusão social, além da quebra de preconceitos. “O propósito deste concurso é o de trabalhar a inclusão dessas pessoas em uma área tão sensível e ajudar na autoestima, pois muitas delas não sabem conviver com a deficiência e tolerar a diversidade estética. O que queremos é chamar a atenção sobre este tema junto aos governantes, autoridades e principalmente da população, além de mostrar que o cadeirante tem que ser reconhecido, respeitado e valorizado dentro da sociedade”, afirma o idealizador do evento.

Como parte da formação dos candidatos, a organização do evento oferece workshops, palestras motivacionais e atividades sociais, como visitas a creches e asilos da cidade. O concurso é realizado por parceiros e voluntários de vários segmentos da sociedade e não tem nenhum cunho partidário, financeiro ou político.  A proposta do concurso é também que os vencedores se tornem representantes das causas dos direitos e garantias da pessoa com deficiência física no DF, onde promoverão ações ligadas aos direitos e desenvolvimento social do cadeirante.

Paralelamente ao evento também serão realizados os concursos Musa e Mister Distrito Federal Universo, respectivamente nos dias 7 e 13 de agosto, a partir das 16h, no Jk Shopping em Ceilândia. Os vencedores irão representar o Distrito Federal no concurso nacional, que por sua vez escolhe  o representante para o Mister Universo.

 

SERVIÇO

O quê: apresentação dos candidatos Musa e Mister Cadeirante Universo Distrito Federal 2017

Quando: nesta sexta (16), no Centro de Treinamento Neuromotor, no Núcleo Bandeirante.

Endereço: SIBS quadra 02, conjunto C, lote 02 loja 03 Núcleo Bandeirante

Contato: 984535336

 

FINAIS

O quê: Musa e Mister Cadeirante Universo Distrito Federal 2017 (etapa regional)

Quando: 30 de julho de 2017, às 15h

Onde: JK Shopping em Ceilândia

 Quanto: Entrada franca

Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos.

Contato: 984535336

 

O quê: Musa e Mister Cadeirante Universo Nacional 2017

Quando: 9 de agosto de 2017, às 15h

Onde: JK Shopping em Ceilândia

 Quanto: Entrada franca

Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos.

Contato: 984535336

 

 

Código Penitenciário do Distrito Federal: respeito aos familiares dos presos

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O Código Penitenciário é mais um avanço na construção da cidadania e propiciará melhores condições para a reinserção social estabelecida na lei de execução penal

Esta semana a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou o Código Penitenciário do Distrito Federal de autoria dos deputados distritais Raimundo Ribeiro (PPS) e Rodrigo Delmasso (Podemos). O código traz importantes inovações na organização e humanização do sistema penitenciário do Distrito Federal.

A discussão do projeto teve início em 2015 e buscou regular inúmeras situações vivenciadas no dia-a-dia carcerário. A elaboração de cada artigo contou com a participação direta da Vara de Execuções Penais (VEP), Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Ordem dos Advogados do Brasil seccional Distrito Federal (OAB/DF), sindicatos representando os servidores do sistema prisional, Subsecretaria do Sistema Penitenciário, Defensoria Pública, Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap) e assessores técnicos de diversos parlamentares.

Buscando uma participação ampla, foram ouvidos em audiência, representantes de segmentos religiosos, familiares de presos e outros grupos sociais interessados na matéria. O Código traz modificações importantes quanto aos deveres, sua aplicação e também direitos dos presos, sempre observando os ditames da Lei de Execução Penal.

A Lei Distrital buscou equacionar algumas questões que se arrastavam a muitos anos, entre elas, a visitação de presos durante a semana, o que ocasionava a perda do dia de trabalho pelos familiares e ainda, a revista pessoal, que por falta de equipamento eletrônico adequado, acabava sendo constrangedora para o visitante e para os servidores do sistema penitenciário.

Outra questão abordada e que a muito merecia uma atenção especial era o tratamento adequado a ser dado aos travestis e transexuais.

Diferente da alegação de alguns que tiveram a oportunidade de participar e não quiseram, nenhuma regalia foi concedida, observou-se sempre o previsto na legislação federal. Segundo o deputado Raimundo Ribeiro, o Código Penitenciário é mais um avanço na construção da cidadania e propiciará melhores condições para a reinserção social estabelecida na lei de execução penal.

Ponto de Vista | Os ventos da mudança no PSDB, por Saulo Batista

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A longa reunião ao fim da qual foi anunciada a permanência do PSDB no governo expôs, mais uma vez de forma clara, as profundas divisões do ninho tucano. Para muitas de suas lideranças, o partido errou ao estabelecer um prazo para anunciar uma decisão ainda não devidamente amadurecida.

Um dos sinais inequívocos de que os tucanos continuam divididos pode ser percebido na fala do seu líder na Câmara dos Deputados que, logo após o partido decidir pela manutenção do apoio ao governo, insinuou que a possibilidade da bancada votar pela admissibilidade da denúncia contra o presidente Temer a qual, segundo os rumores que correm na Esplanada, será apresentada ainda esse mês pela Procuradoria Geral da República.

Apesar do sucesso em contornar a crise gerada pelos movimentos dos descontentes com a permanência no governo Temer – os insatisfeitos continuarão com sua postura crítica à manutenção da aliança, mas reconhecem que não conseguiram formar uma maioria neste sentido -, o senador Tasso Jereissati se viu obrigado a reconhecer a posição majoritária do partido, apoiada inclusive pelo governador Geraldo Alckmin e o prefeito João Dória, no sentido de que é preciso antecipar as eleições internas.

O presidente interino do PSDB tem agora diante de si um abacaxi ainda maior e mais difícil de descascar que os movimentos até aqui promovidos pelos descontentes com o apoio ao governo Temer: a pressão pela realização das convenções partidárias que culminarão com a renovação do Diretório Nacional e dos diretórios regionais.

Na posição de virtual candidato à presidência, Aécio Neves teve condições de, já em 2013, assumir o comando do PSDB com uma direção nacional formatada em função de seu projeto eleitoral. Tanto isso que, talvez pela primeira vez na história do partido, foi eleita uma comissão executiva – que, tradicionalmente, reflete o equilíbrio de forças entre as principais lideranças e onde a construção de maiorias demanda um processo de negociação -, na qual o presidente e o secretário-geral, além do mesmo estado, eram ambos do mesmo grupo político.

A força que lhe garantia a condição de ser, a um só tempo, presidente do partido e pré-candidato a presidente da República, lhe permitiu – como a nenhum outro candidato tucano desde o fim do governo FHC -, de maneira firme e de forma centralizada, conduzir a construção das candidaturas e palanques estaduais e exercer a direção partidária.

Em 2015, sem que houvesse mais um governador de Minas entre os tucanos, havia a previsão de que a ala paulista passaria a exercer a condução do partido, não apenas pelo espetacular resultado alcançado pelo governador reeleito no primeiro turno – Geraldo Alckmin venceu em 644 dos 645 municípios paulistas, ficando em segundo lugar apenas na pequena Hortolândia, com menos de 200 mil eleitores -, mas também pelo fato de ter sido justamente no maior colégio eleitoral do país onde o PSDB teve sua maior votação, proporcionalmente ao número de eleitores, na disputa presidencial.

Ainda na presidência do partido, Aécio passou a controlar o processo de eleições regionais de forma a lhe assegurar que fossem os seus aliados a presidirem a maioria dos diretórios regionais. Os mais de 50 milhões de votos conquistados nas eleições de 2014, que o alçaram à condição de maior liderança nacional do PSDB, lhe garantiram a força necessária para impor nos estados acordos para a composição da direção partidária que nem sempre refletiam a realidade local. Muitas das vezes, quando tais acordos não eram aceitos, foi utilizado o instrumento da “intervenção” para garantir o controle dos diretórios por meio de “comissões provisórias”.

Mesmo quando constatamos que, muitas vezes, a troca da direção regional foi fundamental para a construção de vitórias nas eleições municipais em capitais e cidades importantes, o fato é que ficou cada vez mais claro que o discurso que defendia maior abertura da direção partidária –  apregoado em 2002 pelo então governador eleito de Minas Gerais ao lado de outros que, na época, ainda eram lideranças emergentes no partido, como os também governadores eleitos Cássio Cunha Lima e Marconi Perilo – ou a regulamentação de prévias partidárias – tão reivindicada durante sua disputa com Jose Serra, em 2010, pela candidatura presidencial – não encontraria eco na forma de agir do agora presidente nacional do PSDB.

Ao olharmos para a forma como são conduzidas as decisões do partido em Minas Gerais, nestes anos em que sua liderança no estado era incontrastável, fica ainda mais evidente que a defesa das prévias e da maior participação dos filiados é apenas para “consumo externo”. No PSDB-MG, a escolha dos candidatos e da composição da direção partidária segue o modelo mais autocrático possível: será quem Aécio quiser que o seja.

Aqui, no Distrito Federal, também foram sentidos os efeitos desse sistema bastante centralizador, visto que tanto a escolha da candidatura tucana ao GDF em 2014 como a imposição da comissão interventora que desde 2015 dirige o partido se deu na contramão daquilo que se percebia como a vontade da maioria dos filiados. Em muitos estados e no DF esses incidentes ainda hoje são motivos de rancores e rusgas não sanados a espera de uma oportunidade de revanche.

Quando se decidiu pela prorrogação do mandato desta executiva nacional presidida por Aécio – a qual, se já não representava de forma fiel a correlação de forças decorrentes da eleição de 2014, estava completamente descolada da nova realidade partidária que emergia das urnas em 2016 – aprofundaram-se ainda mais as divisões.

A face mais visível desta falta de unidade entre os tucanos tem sido as constantes divergências de posição entre a direção nacional e a bancada na Câmara dos Deputados, especialmente em relação à ala mais jovem – cujos membros, em conjunto com um grupo de igualmente jovens parlamentares estaduais e prefeitos, ficaram conhecidos como “cabeças pretas” -, que  reivindica ver seu crescimento político e eleitoral – em muitos casos superando os “caciques” do partido – refletido numa maior participação no processo decisório do PSDB.

Essa tensão cada vez mais constante entre os cardeais que desejam continuar a impor seu controle sobre a máquina partidária e essa nova geração de políticos com capital eleitoral suficiente para reivindicar uma dinâmica que seja mais fiel a realidade atual deve, sob pena de esvaziamento com a perda de quadros importantes nos estados e no cenário nacional, culminar com o deflagramento de eleições para a renovação das direções regionais e do Diretório Nacional do PSDB menos sujeitas a “intervenções nacionais” e “viradas de mesas”.

O sentimento é o de que a máxima – bem colocada pelo tucano Paulo Alexandre, o jovem prefeito reeleito de Santos – segundo a qual “político com medo de disputar eleição não serve para estar na vida pública” deve dar o tom destas convenções, a serem realizadas possivelmente ainda este ano, nas quais quem quiser dirigir o partido precisa conquistar esse direito pelo voto dos filiados. Esses novos ventos podem mudar muita coisa em vários estados e no Distrito Federal.


Especialista em orçamento e políticas públicas, diretor de relações institucionais da Associação Nacional do Transportador e dos Usuários de Estradas, Rodovias e Ferrovias (ANTUERF) e secretário-executivo da União Geral dos Trabalhadores (UGT).

Câmara Legislativa adia decisão sobre Instituto Hospital de Base para terça

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Após mais de quatro horas de discussão no plenário da Câmara Legislativa, a apreciação do projeto de lei que cria o Instituto Hospital de Base (PL nº 1.486/2017) foi adiada para a próxima terça-feira (20). O acordo foi feito ao final da sessão desta quarta (14), envolvendo não apenas os líderes de bancadas, mas todos os deputados presentes, favoráveis e contrários à proposta do governo. Sob gritos de “O Base é do SUS” na galeria, os distritais assumiram o compromisso de discutir e votar nos dois turnos a matéria na próxima sessão.

Antes de chegarem ao acordo, houve muita discussão sobre o projeto, que já conta com dezenas de emendas. O deputado Cláudio Abrantes (sem partido) chegou a questionar o quórum necessário para a aprovação do texto. Segundo apontou, o PL prevê isenções tributárias ao Instituto, exigindo, portanto, o mínimo de 16 votos favoráveis – e não 13, como tem sido considerado. O distrital destacou, ainda, não haver definição da vigência das isenções, as quais devem ser restritas aos planos plurianuais.

O líder do governo na Casa, Rodrigo Delmasso (Podemos), argumentou, contudo, haver uma emenda que retira a previsão das isenções do texto. E o deputado Agaciel Maia (PR) completou alegando que o quórum para aprovação já passou pelo crivo da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Ainda durante os pronunciamentos, a deputada Celina Leão (PPS) criticou o projeto – o qual prevê contratação de pessoal sem concurso e compras sem licitação – e sugeriu a implantação nos hospitais de um modelo semelhante ao Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF), em funcionamento nas escolas da rede pública, de forma a dar autonomia aos gestores públicos da Secretaria de Saúde.

Proposta semelhante foi apresentada pelo deputado Chico Vigilante (PT) na forma de um substitutivo ao projeto do Executico. Pela proposta do distrital, o Hospital de Base seria transformado em órgão especializado da administração direta, com autonomia administrativa, financeira e operacional e vinculação à Secretaria de Saúde. “O projeto do governo é tão ruim que nem merece emenda”, disse. Ao ler o substitutivo, Vigilante dirigiu-se ao secretário de Saúde do DF, Humberto Fonseca, que acompanhou a sessão, e propôs discutir o novo texto.

Também presente no plenário, a ex-deputada e médica, Arlete Sampaio, listou uma série de críticas à transformação do Hospital de Base em Instituto. “O projeto é um equívoco e não corresponde à solução necessária para tirar a área da saúde da crise”, afirmou.

Campus Party, a festa da tecnologia, começa oficialmente em Brasília

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Cerimônia foi conduzida pelo presidente do instituto, Francesco Farruggia, com a participação do governador Rodrigo Rollemberg, na noite desta quarta-feira (14)

A Campus Party Brasília foi oficialmente aberta na noite desta quarta-feira (14). Ao lado do presidente do instituto que promove o evento, Francesco Farruggia, o governador Rodrigo Rollemberg puxou a contagem regressiva para a maratona de mais de 250 horas de conteúdo.

Rollemberg deu as boas-vindas aos campuseiros. “A Campus Party é uma grande oportunidade de interação entre jovens do Brasil todo e de outras partes do mundo, dentro do que há de mais desafiador, do ponto de vista tecnológico”, observou.

Farruggia agradeceu o apoio para trazer o evento pela primeira vez à cidade. “Nunca vimos um governador que se interessasse tanto. Até as duchas ele veio checar para saber que estava tudo bem”, descontraiu. O governo de Brasília é correalizador da iniciativa.

Segundo ele, o evento fortalece uma vocação de Brasília de ser um importante centro de inovação tecnológica e empreendedorismo. Com a inciativa, busca-se construir uma cidade com serviços públicos mais modernos e de melhor qualidade. “Ao mesmo tempo, buscamos incentivar os nossos jovens a buscarem as profissões do futuro, do conhecimento, vinculadas à informação”, enfatizou.

“Busca-se construir uma cidade com serviços públicos mais modernos e de melhor qualidade. Ao mesmo tempo, incentivamos nossos jovens a buscarem as profissões do futuro, do conhecimento, vinculadas à informação”Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília

O governador anunciou que quer promover novas edições do evento nos próximos anos e se disse muito feliz com a iniciativa. “Quando estive na edição de São Paulo, vi que era a cara de Brasília. Um ambiente inovador. Aproveitem muito esses dias, e tenham consciência de que o lugar melhor do mundo é aqui e agora.”

Em seguida, o CEO e cofundador do evento tecnológico, Paco Ragageles, deu início à maratona de mais de 250 horas de conteúdo inovador, estreando o palco principal. Na primeira palestra da edição, ele debateu o futuro do mundo de trabalho com a presença de robôs.

A Campus Party Brasília segue até domingo (18). Os palestrantes se dividirão em quatro palcos: no principal, no de criatividade e entretenimento, no de inovação e no de ciência.

Além disso, haverá a Open Campus, gratuita. Em 15 e 16 junho, ela abrirá das 10 às 21 horas, e os visitantes poderão permanecer até as 22 horas. No dia 17, o horário de funcionamento será das 10 às 18 horas, com circulação até as 19 horas.

Mais de 40 mil pessoas são esperadas na Campus Party até domingo (18).
Mais de 40 mil pessoas são esperadas na Campus Party até domingo (18). Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília

Nesse espaço, haverá disputa de hackathons, simuladores, workshops, campeonato de drones e hóquei com robôs, entre outras atrações.

Entre os representantes do governo local presentes, estava o secretário adjunto do Trabalho, Thiago Jarjour, que ajudou a trazer o evento para Brasília.

Ele destacou a atuação do governo na área de empreendedorismo. “Foi um ano e sete meses de trabalho para fazer isso acontecer. A Campus é feita por vocês, e Brasília vai mostrar que tem ecossistema de inovação, empreendedorismo”, afirmou.

Cidades Inteligentes

Para debater o tema da edição, ocorrerá na Open Campus, nesta quinta (15), o Fórum Cidades Inteligentes e Humanas. Em quatro painéis, representantes das três esferas do governo (federal, estadual ou distrital e municipal), especialistas e autoridades no assunto debaterão soluções para melhorar a qualidade de vida nas cidades.

O terceiro painel, às 14h30, tratará do papel do Biotic – Parque Tecnológico na formação de um ecossistema de inovação na cidade e seu alinhamento com a política de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal.

Entre os hackathons (espécie de maratona de programação), que serão disputados na Campus Party, está o Inova Brasília, organizado pelo governo local. O foco da disputa será a busca de melhorias no atendimento ao cidadão em três áreas: segurança pública, educação e mobilidade.

O governador explicou que a ideia é criar um novo tipo de ativismo. “É o hackativismo. Ou seja: fazer com que os hackers possam utilizar sua criatividade, inventividade e capacidade, para construir alternativas de vida melhor para a população de Brasília e do Brasil.”

Fachin nega pedido da defesa de Lula para suspender processo do triplex

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O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quarta-feira  (14) um pedido para suspender a tramitação da ação penal na qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é réu na 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba, comandada pelo juiz Sérgio Moro. O processo trata do triplex em Guarujá, litoral de São Paulo.

Na ação, a defesa de Lula pediu a suspensão do processo até que tenha acesso às negociações do acordo de delação premiada dos executivos da empreiteira OAS Léo Pinheiro e José Aldelmário.

Ao rejeitar a suspensão, Fachin entendeu que não há motivos legais para interromper a tramitação do processo. “Num juízo de cognição sumária, próprio desta fase processual, não depreendo ilegalidade flagrante na decisão atacada a justificar a concessão da liminar.”

Nessa ação, uma das três contra o ex-presidente no âmbito da Lava Jato, Lula é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de receber vantagens indevidas da empreiteira OAS por meio das reformas de um apartamento triplex em Guarujá. Em depoimento prestado no mês passado ao juiz Sérgio Moro, Lula disse que não é dono do imóvel e que nunca manifestou intenção de adquirir o apartamento.

Termina amanhã o prazo para renovação de contratos do Fies

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Os alunos que quiserem renovar seu contrato do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referente ao primeiro semestre deste ano têm até amanhã (16) para validar as informações no Sistema Informatizado do Fies (SisFies). O prazo começou em janeiro e foi prorrogado para garantir que os estudantes concluíssem o processo.

A renovação do Fies é feita a cada seis meses, e o pedido de aditamento é apresentado inicialmente pelas faculdades. Em seguida, os estudantes devem validar as informações inseridas pelas instituições no Sistema Informatizado do Fies (SisFies).

A renovação pode ser feita em dois modelos: o simplificado e o não simplificado. No primeiro, não há necessidade de alterar nenhuma informação inicial, bastando apenas a validação no SisFies. Já no modelo não simplificado, quando há alteração nas cláusulas do contrato firmado, como mudança de fiador, o estudante precisa levar a documentação comprobatória ao banco para finalizar a renovação.

O financiamento é destinado a alunos matriculados em instituições privadas de ensino superior. Segundo o Ministério da Educação, atualmente, mais de 2 milhões de jovens e adultos que não têm condições de pagar a faculdade são beneficiados pelo programa, que oferece uma taxa de juros efetiva de 6,5% ao ano.

BRBCARD deve renovar contrato de patrocínio com time de basquete de Brasília

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“A BRBCARD tem todo interesse em dar continuidade a esta parceria com o time de basquete de Brasília, que representa a nossa cidade com tanta excelência”, destacou o diretor-presidente da BRBCARD, Ralil Nassif Salomão.

O time de basquete de Brasília é patrocinado pela BRBCARD há dois anos e foi, pelo Banco de Brasília (BRB), durante uma década. A equipe conta em seu elenco com atletas de grande reconhecimento nacional e internacional.

“A BRBCARD tem todo interesse em dar continuidade a esta parceria com o time de basquete de Brasília, que representa a nossa cidade com tanta excelência. A companhia vê uma equipe que tem a cara de Brasília, jogadores de garra e vencedores, que elevam constantemente e positivamente a imagem da cidade”, reforçou o diretor-presidente da BRBCARD, Ralil Nassif Salomão.

O atual contrato de patrocínio da BRBCARD com o basquete de Brasília encerra em 31 de julho. Porém, entendemos que diante do sucesso, conquistas e representatividade expostas pelo time, a renovação desta parceira seria bastante assertiva.

A equipe trouxe importantes títulos nacionais e internacionais. Entre as conquistas estão: campeonato da Liga Sul-Americana de Basquete em 2010/2013/2015 e o campeonato brasileiro de basquete em 2011/2012.

Além disso, nas últimas partidas a torcida do basquete de Brasília demonstrou-se fiel, batendo recorde de público nas competições. Isso reforça a qualidade, o respeito e carinho dos brasilienses com o basquete local.

A parceria entre BRBCARD e o time de basquete de Brasília mostrou-se vitoriosa durante todo o tempo. Uma história de triunfos e glórias entre o esporte e esta companhia genuinamente brasiliense.

Opinião | A política não é feita por lobos solitários nem pelo cada-um-por-si

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Por Ricardo Callado

No cenário local, nesse momento, inexistem grupos políticos. O que há são classificações por tendências ideológicas. Cada político é uma ilha. E nenhum deles ainda não conseguiu agregar. Conversas existem e os flertes para formação de grupo são constantes.

O arquipélago da esquerda está dividido em quatro ilhas.

A principal delas é o governador Rodrigo Rollemberg, do PSB. A reeleição e a formação de uma bancada parlamentar genuína são os desafios. A rejeição atrapalha os dois projetos. Há muito a ser feito para rever esse quadro.

O presidente da Câmara Legislativa, deputado Joe Valle, é o nome do PDT. Pode ser uma surpresa na eleição. Tem que estancar a desconfiança. E isso se faz com ação, não com discurso. Só assim a dubiedade é superada.

PT tenta se organizar para chegar em 2018 com os danos da Lava Jato reduzidos. Mas, ainda se perde no discurso repetitivo de golpe. O enredo não pegou. Tem que achar algo mais convincente do que isso.

O partido titubeia entre ser governo ou oposição. Por mais que se esforce, a população ainda não entendeu a posição petista. Erika Kokay, Geraldo Magela, Wasny de Roure e Chico Vigilante são os nomes que podem disputar a majoritária. A prisão do ex-governador Agnelo Queiroz foi um duro golpe.

O Psol vem novamente fazer figuração, com Toninho e Maninha. Chico Sant’Anna vem ganhando espaço, mas a legenda necessita de renovação.

Ainda no campo da esquerda, Rede, PCdoB, PV continuarão como satélites.

Rede tem Chico Leite e Rômulo Neves como expoentes. Precisa ampliar seus quadros. O partido sempre é lembrado por sua atuação em tribunais superiores e conselhos parlamentares de ética. Precisa se aproximar da população.

O PV, do deputado Israel Batista, namora uma união com outros campos ideológicos que coloque a legenda em outro patamar.

E o PCdoB segue abraçado com o PT.

Quem não se reciclar e mantiver o ranço vai ficar para trás. A caduca política da esquerda ficou literalmente velha.

O presente da direita é de responder o passado para tentar sobreviver no futuro. São raros os políticos que não estão respondendo alguma ação na justiça.

Dos que se salvam estão o ex-deputado Jofran Frejat (PR) e o deputado Izalci Lucas (PSDB). Coincidentemente, são os dois mais bem colocados nas pesquisas no campo da direita.

Frejat seria hoje o melhor candidato para repetir a disputa de 2014 com Rollemberg. Mas a teoria é diferente da prática. Primeiro porque não deve haver apenas um candidato de oposição. E, segundo, Frejat precisa de um grupo que apoie o seu nome.

Izalci está na mesma. O parlamentar tucano vem cacifando o seu nome, mas só se viabiliza com apoio de outros políticos e partidos. Juntos seriam fortes. Separados expõem suas fraquezas.

Ainda na direita, um nome sempre cogitado é o do deputado Alberto Fraga (DEM). O fantasma da Secretaria de Transportes no governo Arruda ainda ronda sua candidatura. Vez ou outra surge alguma denúncia que o deputado precisa responder.

Outros dois nomes são comentados: Eliana Pedrosa (sem partido) e o suplente de deputado Alírio Neto (PTB).

Nos bastidores, fala-se do apoio de Eliana a Frejat. Respeitada por possuir uma boa articulação, a ex-deputada seria um bom nome ao governo ou ao Senado.

Alírio tem carta branca do seu partido para trabalhar a candidatura ao Buriti. Como está sem mandato, só em colocar o seu nome já ganha visibilidade. O bom uso das redes sociais que vem fazendo, ajuda muito, mas peca na animosidade quando parte para a desconstrução de possíveis aliados.

A direita sofreu importantes baixas com a prisão do ex-governador José Roberto Arruda (PR) e do ex-vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB). Todos sabiam que Arruda não seria candidato. Estava impedido. Já Filippelli trabalhava fortemente para ser o principal candidato de oposição.

A prisão e a investigação de irregularidades na construção do Estádio Mané Garrincha e outras obras o tirou do páreo ao Buriti. Mas, deve ser bastante atuante nos bastidores.

E, para não ficar no esquecimento, o rorizismo ainda tem bastante voto, mas não possui candidatos. Filippelli buscava ser o herdeiro desse eleitorado.

No centro político, os principais nomes são de Cristovam Buarque (PPS), Rogério Rosso (PSD) e Valmir Campelo (PPS).

Cristovam é candidato ao terceiro mandato de senador. Seu nome sempre é lembrado para uma disputa no cenário nacional, seja a presidente ou a vice. Se isso acontecer, Valmir Campelo teria mais facilidade de articular uma candidatura ao GDF.

Os dois são do mesmo partido, e não faz sentido duas candidaturas majoritárias. Faltaria espaço para aliados. Campelo é experiente ao mesmo tempo que surge como o novo. Sozinho não vai a lugar algum.

O deputado federal Rogério Rosso chegou a disputar a presidência da Câmara dos Deputados, o que tecnicamente o colocaria como primeiro nome da linha sucessória da Presidência da República. Ex-governador do DF, tem um bom discurso, faz o tipo boa praça e trabalha nos bastidores a vôos mais altos. A mesma operação que prendeu Arruda, Agnelo e Filippelli colocou o nome de Rosso em xeque. Diferente dos três, tem foro privilegiado e os danos foram menores. Mas a delação da Andrade Gutierrez traz problemas a sua candidatura.

Dois nomes cogitados até pouco tempo perderam força. O ex-presidente da OAB-DF Ibaneis Rocha e o conselheiro do Tribunal de Contas do DF, Renato Rainha. Ambos saíram da bolsa de apostas.

A formação de grupos deve começar a acontecer no final do ano e até início de 2018. Até lá o que veremos é o cada-um-por-si. A fragmentação ajuda quem tiver uma estrutura mais organizada.

Foi assim que Rollemberg chegou ao Buriti. Em 2014, o que tínhamos no tabuleiro era a candidatura de um governador mal avaliado (Agnelo-PT), duas candidaturas de direita (Arruda/Frejat-PR e Pitiman-PSDB) e uma terceira via (Rollemberg-PSB).

Hoje, temos um governo mal avaliado, a direita fragmentada, o PT em decadência e muitos candidatos a terceira via.

Os dois cenários possuem semelhanças.

Administração de Plano Piloto abre as aulas da 3ª turma da Escola de Gestão Comunitária em 2017

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Mais de quatrocentos síndicos, lideranças comunitárias, zeladores e porteiros já participaram das capacitações em 2017

Começou na segunda-feira (12) o curso para síndicos, com o módulo especifico de engenharia e arquitetura para os síndicos de condomínios, pelo programa Escola de Gestão Comunitária, da Administração Regional do do Plano Piloto. Esta é a 3° turma da escola em 2017 e tem a participação de cerca de 150 síndicos de diversos pontos do DF.

O administrador do Plano Piloto, Marcos Pacco, afirmou que sente “imensa alegria com a confirmação do sucesso dos cursos para síndicos, zeladores, porteiros e lideranças comunitárias, numa parceria com instituições como o CREA, Sindicondomínio, Abrassp e figuras destacadas como a professora Landejaine Maccori, além de órgãos do Governo de Brasília”.

Com o objetivo de apoiar o trabalho de lideranças comunitárias, o Governo de Brasília, por meio da Administração Regional do Plano Piloto, criou a Escola de Gestão Comunitária, um espaço voltado para a promoção de cursos e palestras para zeladores, porteiros, síndicos, prefeitos de quadras e membros de associações de moradores.

Os cursos de capacitação profissional da Escola de Gestão Comunitária abordam temas diretamente relacionados ao dia a dia dos trabalhos das lideranças comunitárias. O curso para porteiros abrange estratégias de segurança, motivação e perfil profissional; o de síndico aborda gestão de condomínio, estratégias de negociação, motivação, contabilidade, direito, eventos, organização, engenharia; enquanto as aulas para zelador prestam informações que ajudam no planejamento da limpeza de edifícios, como os melhores horários e momentos, com metodologia específica.

Os outros cursos abrangem estratégias de segurança, motivação, regras de limpeza, estratégias de negociação, noções de contabilidade, direito, eventos, organização, engenharia, entre outros temas. Os horários das aulas vão de 19:30 às 22:30 e a carga horária varia de 7h/a à 80h/a.

Especialistas de organizações parceiras que ministram as aulas, referência em suas áreas de atuação. Incluem temas como legislação de condomínios, noções de contabilidade, mediação de conflitos, Brasília tombamento e regras para intervenção e a relação estado/sociedade civil no DF, engenharia dentre outros temas.

O professor Fernando Autran deu início à série de aulas da 3ª turma, no curso de regras de engenharia e arquitetura para síndico, o curso visa mostrar a importância da engenharia na manutenção da estrutura física do condomínio, pra trazer dessa forma, uma qualidade de vida melhor para todos.

Os participantes recebem um certificado, que é reconhecido pelo Ministério da Educação como curso livre. A formação tem duração de aproximadamente 4 semanas.

Segundo o administrador do Plano Piloto, Marcos Pacco, a Escola de Gestão Comunitária é uma ação importante e continuará inovando e oferecendo mais cursos no próximo semestre desse ano e em 2018. As inscrições, para as próximas turmas, serão feitas pelo site da administração, www.planopiloto.df.gov.br.

Está prevista a abertura para mais sete cursos, nas áreas de condomínios, empreendedorismo, eventos, administração do tempo, concurso e prè-enem.

ESCOLA DE GESTÃO COMUNITÁRIA

A escola foi criada pelo Governo de Brasília, na Administração Regional do Plano Piloto, com o intuito de apoiar o trabalho das lideranças comunitárias, por meio da capacitação profissional de porteiros, síndicos, empreendedores, lideranças, prefeitos de quadras e membros de associações de moradores. A primeira turma foi em abril de 2017.