Início Site Página 2791

Saulo Batista, do Distrito Federal, irá coordenar mobilização nacional do PSDB

0

 

Secretário-executivo da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e membro do Secretariado Nacional de Relações Trabalhistas e Sindical do PSDB, Saulo Batista deverá coordenar os esforços para ampliar a interlocução dos tucanos com lideranças sindicais e representantes dos trabalhadores.

O convite foi feito nesta segunda (16), em nome do deputado Ramalho da Construção (SP), presidente nacional do PSDB-Sindical, pelo secretário-geral Atevaldo Leitão, que é também secretário municipal de segurança alimentar da prefeitura de Diadema.

Aliado próximo do governador Geraldo Alckmin (SP), Saulo Batista destacou a importância do PSDB aperfeiçoar os canais de comunicação com a sociedade.

“Nosso compromisso, do PSDB, com a estabilidade econômica e com a melhoria nas condições que possam permitir o Brasil voltar a crescer já é amplamente reconhecida. O que precisamos, hoje mais do que nunca, é fazer chegar ao trabalhador a mensagem de que, por trás de todo esse esforço para manutenção do equilíbrio fiscal, da redução de juros e na construção de um ambiente favorável ao investimento, está o objetivo de gerar emprego e renda”, afirmou Saulo.

O anúncio deve ser feito ainda nesta terça feira (17), após uma reunião do Secretariado Nacional do PSDB-Sindical e o governador de São Paulo, no Palácio dos Bandeirantes.

Caixa e BB antecipam em dois dias pagamento do PIS/Pasep a correntistas

0

Com dois dias de antecedência em relação ao calendário oficial, os correntistas da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil (BB) com mais de 70 anos recebem hoje (17) os depósitos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Serviço Público (Pasep). Os bancos transferirão, sem custos, o dinheiro aos beneficiários com conta nas instituições financeiras.

Quem não tiver conta na Caixa, que administra o PIS, ou no Banco do Brasil, que gerencia o Pasep, só poderá sacar os recursos a partir da próxima quinta-feira (19), quando começa o calendário oficial de saques. A retirada poderá ser feita nos terminais de autoatendimento, nas casas lotéricas, nos correspondentes bancários e nas casas lotéricas, dependendo do valor das cotas.

A retirada é válida somente para os trabalhadores com carteira assinada que contribuíram para algum dos dois fundos até 4 de outubro de 1988.

Em 17 de novembro, começará o saque para aposentados. Em 14 de dezembro, a retirada será liberada para homens a partir de 65 anos e para mulheres a partir de 62 anos. Não há data limite para os saques. Os herdeiros de cotistas falecidos podem sacar o dinheiro a qualquer momento.

Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição de 1988 passou a destinar a arrecadação do PIS/Pasep para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

De acordo com o governo, a medida vai injetar R$ 15,9 bilhões na economia e beneficiar 7,8 milhões de pessoas. Desse total, R$ 11,2 bilhões virão dos saques do PIS, vinculado aos trabalhadores da iniciativa privada e administrado pela Caixa Econômica Federal, que beneficiarão 6,4 milhões de cotistas. O restante virá do Pasep, vinculado aos servidores públicos e administrado pelo Banco do Brasil.

Retirada

Na Caixa Econômica, os cotistas do PIS poderão fazer a retirada de três maneiras. Os pagamentos de até R$ 1,5 mil serão feitos nos caixas eletrônicos, digitando a Senha Cidadão, sem a necessidade de cartão bancário. Quem não tiver a senha pode obtê-la no seguinte endereço, bastando clicar em “esqueci a senha” e preencher os dados.

Os saques de até R$ 3 mil podem ser feitos nos caixas eletrônicos, mas o cliente precisará usar o Cartão Cidadão e digitar a Senha Cidadão. Nas lotéricas e nos correspondentes bancários, o cotista poderá retirar o dinheiro, levando o Cartão Cidadão, a Senha Cidadão e algum documento oficial de identificação com foto. Acima desse valor, o beneficiário deverá ir a alguma agência da Caixa levando documento oficial com foto.

Clientes da Caixa receberão o depósito automaticamente nas contas correntes dois dias úteis antes do calendário de saques. A Caixa informou que também fará a transferência do dinheiro para clientes de outros bancos, desde que a conta esteja no mesmo nome do beneficiário. A operação não terá custos.

Pasep

Em relação aos saques do Pasep, o Banco do Brasil também depositará o dinheiro automaticamente nas contas dos correntistas dois dias antes do calendário de saques.

Os cotistas com saldo de até R$ 2,5 mil sem conta no banco poderão pedir transferência para qualquer conta em seu nome em outra instituição financeira na página do banco na internet ou nos terminais de autoatendimento. Não correntistas com saldo acima desse valor ou herdeiros de cotistas falecidos deverão ir às agências.

Os clientes com dúvidas podem consultar as páginas da Caixa www.caixa.gov.br/cotaspis ou do Banco do Brasil www.bb.com.br/pasep.

Temer envia carta a parlamentares e fala em “conspiração” para derrubá-lo

0

O presidente Michel Temer escreveu uma carta a deputados e senadores se defendendo de acusações contra ele. No texto, Temer diz que é vítima de “uma campanha implacável com ataques torpes e mentirosos” e que há uma “conspiração” para derrubá-lo do cargo.

A carta foi enviada por Temer a parlamentares da base aliada e da oposição no momento em que a segunda denúncia da Procuradoria-geral da República (PGR) contra ele está sendo analisada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

Temer inicia a carta, entregue hoje (16), dizendo que a “indignação” é o que o faz se dirigir a eles. “São muitos os que me aconselham a nada dizer a respeito dos episódios que atingiram diretamente a minha honra. Mas para mim é inadmissível. Não posso silenciar. Não devo silenciar”, escreveu.

O presidente diz aos parlamentares que “afirmações falsas, denúncias ineptas alicerçadas em fatos construídos artificialmente sustentaram as inverdades que foram divulgadas” e que “a armação está sendo desmontada”.

Ao longo de quatro páginas, Temer cita os áudios das conversas entre os dirigentes da JBS Joesley Batista e Ricardo Saud e diz que neles fica claro que o objetivo era derrubar o presidente da República. Faz menção também à delação premiada do doleiro Lúcio Funaro, cujos vídeos foram divulgados pela imprensa nos últimos dias. “Agora trazem de volta um delinquente conhecido de várias delações premiadas não cumpridas para mentir, investindo contra o presidente, contra o Congresso Nacional, contra os parlamentares e partidos políticos”, defende na carta.

Temer ainda faz críticas à atuação do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e cita o ex-deputado Eduardo Cunha ao dizer que, em uma entrevista, Cunha relatou que sua delação não foi aceita porque o procurador-geral exigia que ele incriminasse o presidente da República.

“Jamais poderia acreditar que houvesse uma conspiração para me derrubar da Presidência da República. Mas os fatos me convenceram. E são incontestáveis”, diz Temer aos parlamentares.

Temer finaliza o texto citando dados positivos da economia como a redução da inflação, criação de emprego e ações como a aprovação da reforma trabalhista. Ele diz aos parlamentares que a retomada do crescimento no país foi alcançada com o “apoio decisivo” da Câmara e do Senado.

A partir de amanhã (17), os deputados se concentrarão na análise, discussão e votação na CCJ da Câmara da denúncia contra Temer e os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco. O parecer sobre a peça foi apresentado na última terça-feira (10) pelo relator, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), que recomendou a rejeição do prosseguimento da denúncia, afirmando que ela se baseia em “delações espúrias, sem credibilidade não havendo justa causa para o prosseguimento da ação penal”.

Artigo | A beleza e o poder da gratidão em nossas vidas

0

Flávio Resende*

Com os anos, fui descobrindo que a gratidão é, além de um dos sentimentos mais nobres, a cura para vários males. Incluindo, os mais profundos e destrutivos.

Ser grato, para mim, ao longo do tempo, passou a implicar em reconhecer que não somos autossuficientes como pensamos. Que precisamos do outro o tempo todo e, sobretudo, de um Ser maior, que nos guia e protege.

Mas vale destacar que a gratidão não está atrelada a qualquer caráter espiritual. Independentemente de qual seja a crença de cada um, ou mesmo na ausência de uma, o sentimento age igualmente no nosso desenvolvimento pessoal.

Exercitar este sentimento, cotidianamente, faz bem para a gente e para quem nos cerca, além de estreitar o caminho para a paz interior que tanto almejamos.

Portanto, ser grato não te fará imune aos problemas, mas irá te fortalecer para lidar com eles.

Entendido o conceito, pode vir a dúvida: mas como aplica-lo na prática? Adotar a gratidão como uma postura de vida pode ser um caminho. No entanto, não será de um dia para o outro que você irá conseguir trabalhá-la totalmente, até porque a gratidão não deve estar presente apenas em nossas ações, ou em nossas palavras; ela precisa ocorrer em nossos sentimentos também.

Em termos práticos, significa que não adianta agir de uma forma positiva, mas estar triste, fazer reclamações e estar insatisfeito com a vida, constantemente, mesmo que em pensamento.

A analogia mais próxima que me vem à mente é a da dieta recomendada por uma nutricionista. Você sabe que precisa emagrecer, mas não se sente motivado e feliz com a ideia de restringir alguns alimentos, além de não conseguir perseverar na escolha. Resultado: a força de vontade vai durar pouco.

Trata-se quase de uma equação matemática: os campos eletromagnéticos nos quais vibramos também puxam para perto de nós tudo o que está na mesma frequência. Sendo assim, se estivermos na sintonia do bem, mais experiências positivas virão. No entanto, se o pensamento negativo estiver em foco, é exatamente isso que aparecerá com mais intensidade em nossa vida. E é por isso que temos a tendência a atrair pessoas que estão na mesma sintonia que a gente.

Quando percebemos que nossas realidades são resultado da nossa vibração mais dominante, passamos, então, a ter o senso de responsabilidade.

Isso é o princípio da física – ação e reação. Além disso, a gratidão desbloqueia o fluxo da abundância, conecta com o coração e com a energia mais poderosa do universo: o amor.

Gratos, passamos a ter olhos mais amorosos para a vida, e entender que é preciso agradecer por aquilo que se tem e aquilo que está a caminho, como algo já concreto em nossas vidas. 

Aos poucos, vamos compreendendo que todas as coisas, boas e ruins, estão nesse exato momento à nossa volta. Só que dependendo da forma como você está vibrando, enxergará o que estiver na mesma frequência. E isso fará toda a diferença.

Outra linha de raciocínio nos leva a questionar quantas guerras, intempéries, furacões, terremotos, pestes, fome, miséria, descobertas, amizades, amores, fartura, riquezas e uma gama de outras situações foram vividas por aqueles que vieram bem antes de nós para que pudéssemos agora estar exatamente no lugar em que estamos?

Por fim, a gratidão tem relação direta com a nossa capacidade de treinar o corpo para viver o estado de presença. À medida que trabalhamos a gratidão, conscientemente, produzimos bem-estar.

É importante ter em mente, ainda, que quando a gratidão é expressa de maneira sincera, ela não só atua em você, mas tende a se multiplicar para mais pessoas ao seu redor.

Para aplicar a gratidão, você terá que se policiar até que a prática vire um hábito.

A boa notícia é que tudo isso pode ser bem divertido e prazeroso. Que tal começar hoje mesmo?

* Jornalista, empresário e coach ontológico

Humorista piauiense traz comédia “Show das Professoras”, de Maria dos Prazer, para o Sesc/DF

0

Outubro é o mês das professoras! Por isso, o comediante Carlos Anchieta traz seu espetáculo “Show das Professoras – é rindo que se aprende”, que faz uma narrativa humorística do dia a dia dos professores em sala de aula. Durante dois finais de semana de outubro, dias 21 e 22/10 e também dias 29 e 29/10, sempre às 20h, no Sesc 504 Sul, com ingressos por R$ 15 (meia). Informações: (61)  9 8611-6620 

O projeto Brasília Capital do Riso, de Carlos Anchieta, apresenta uma professora do ensino fundamental. “Cê com A – cá, Cê com o – co e Cê com U… No espetáculo vocês ficarão sabendo o que passa uma professora dentro e fora de sala de aula. E o que os alunos e a coordenadora, aprontam com a tia Maria dos Prazer”, declara Carlos Anchieta, que ficou os últimos 3 meses em estudo, com o diretor/roteirista, João Carlos Sousa.

O espetáculo mostra a vida real de uma professora da Rede Pública de ensino. Maria dos Prazer se sente injustiçada, queixa-se de muito serviço, baixo salário e da falta de reconhecimento. Sobe ameaça dos alunos do sistema educacional e mesmo assim, ela diz amar muito sua profissão e se sente realizada. Agora, dinheiro que é bom? Nada! 

A pátria educadora nunca mais será a mesma depois dessa divertida comédia. A professora Maria dos Prazer tem 25 anos de trabalho e está prestes a se aposentar. Embora acredite que só quinze já era o suficiente. “Meu Deus, que minha aposentadoria venha logo. Eu quero descansar em paz. Viajar e gastar o que eu nem ganhei”, conta a personagem Maria dos Prazer, na peça.

Em turnê desde janeiro, sempre com agenda nas cidades do nordeste, em destaque pelo Piauí, o ator e humorista Carlos Anchieta, já se apresentou para mais de 20 000 mil pessoas só em 2017.

Texto: João Carlos Sousa, direção: Carlos Anchieta.

Serviço:

COMÉDIA: Show das Professoras | É rindo que se aprende | #PátriaEducadora
“Cê com A – cá, Cê com o – co e Cê com U – …”
1ª semana | Dias 21 e 22/10, sábado e domingo, sempre às 20h
2ª semana | Dias 28 e 29/10, sábado e domingo, sempre às 20h.
Local: Sesc da 504 sul – Teatro Ary Barroso
Endereço: W3 sul Quadra 504/505  – DF
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
Classificação: 14 anos
Informações: (61)  9 8611-6620 

Voto aberto ou secreto ainda é dúvida na votação sobre o futuro de Aécio

0

Sem atividade parlamentar, passaporte e proibido de sair de casa à noite, desde 26 de setembro, por decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) terá o futuro decido amanhã (17) pelos colegas no Senado. Em uma sessão no plenário da Casa o tucano pode retornar ao cargo caso a maioria dos senadores, 41, opte pela derrubada da decisão do Supremo.

Contra Aécio pesa a decisão liminar do juiz federal Márcio de Freitas, do Distrito Federal. Ele proibiu que a votação seja secreta. Caso a liminar seja derrubada, o presidente da Casa, Eunício Oliveira  (PMDB-CE), vai decidir como encaminhará a votação, antes porém, pretende discutir o assunto com os líderes dos partidos.

Votação

Para garantir a decisão da Justiça Federal de Brasília de fazer a votação aberta, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), favorável ao afastamento de Aécio, protocolou na manhã hoje mandado de segurança no STF. “A regra da Constituição é clara: o voto neste caso tem que ser aberto, claro e transparente”, defendeu.

O líder do PMDB, Raimundo Lira (PB), não declarou voto, mas afirmou ser pessoalmente favorável a votação aberta. O PMDB tem 23 dos 81 votos. Em uma rede social a senadora Ana Amélia (PP-RS) adiantou como vai votar. “Espero que essa votação seja com voto aberto, de forma transparente! Votarei para manter a decisão do STF, pelo afastamento do senador”. Para o senador Roberto Requião (PMDB-PR), o Senado deve agora apoiar o afastamento, sob o risco de se desmoralizar. De acordo com ele, cabe à Casa legislativa mostrar que não é complacente com a corrupção.

Outro partido, o PT, que inicialmente chegou a criticar a decisão do STF de afastar Aécio do mandato, voltou atrás. Em reunião prevista para amanhã, antes da votação, a sigla deve fechar questão e votar pela manutenção das medidas contra o tucano.

Histórico

À época da prisão em flagrante do então senador Delcídio do Amaral, em 2015, com o apoio do PSDB e de Aécio, o Senado decidiu derrubar a prerrogativa de votação secreta e registrar abertamente o voto dos senadores. O ex-petista acabou afastado por 59 votos a favor, 13 contra e uma abstenção.

Artigo | Setor produtivo do Distrito Federal perde valor, por Ricardo Caldas

0

A falta de política industrial e de apoio ao empreendedor tem surtido efeitos no desempenho de diversos setores no Distrito Federal. Neste ano, o ranking atualizado pelo Valor Econômico aponta que das 1000 maiores empresas nacionais, apenas 15 têm sede no DF. Destas, somente quatro são privadas.

A OCS Investimentos (comércio varejista), Asa Participações (agroindústria), Grupo Santa (serviços hospitalares) e Brasal Refrigerantes (setor de bebidas) são as poucas sobreviventes a um mercado completamente desfavorável.

Na observação do ranking, o setor produtivo do DF perdeu muitas participações neste ano. Já tivemos várias empresas da construção civil, da Tecnologia da Informação, por exemplo, bem situadas entre as 500 maiores empresas. Agora, com uma amostra maior – o dobro de empresas – e pouquíssimas participações privadas.

Cabe observar que neste ranking, somente participam empresas que candidatam-se, portanto algumas optam por não participar. Ainda assim, há um recuo drástico do setor produtivo e industrial, que está muito aquém da representação que aconteceu nos últimos dez anos.

Na Construção Civil, pode-se considerar o efeito da Operação Lava Jato, que afetou algumas empresas com sede no DF e, principalmente, a recessão econômica que afetou todos os setores. Na Tecnologia – outro ramo que já teve representatividade entre as mil maiores empresas e, neste ano, nenhuma apareceu – há de se considerar a venda de empresas para grupos de outros estados da Federação. A CTIS, por exemplo, agora compõe a estrutura da Sonda, que tem sede em São Paulo.

Essa situação foi bastante comum devido às facilidades de se empreender em outras Unidades da Federação, enquanto, na Capital Federal, a burocracia e a falta de incentivos ainda reina.

O setor empresarial no DF está enfraquecido. O cenário é resultado do recuo da representação privada no DF, da falta de investimentos do GDF, que reduziu drasticamente para as empresas de construção civil e de TI, mas, especialmente, por uma sucessão de governos que não promoveram a indústria e o setor produtivo. Não criaram condições econômicas, nem fiscais, nem ambiente favorável para a criação e manutenção da Indústria no DF.

O peso dessa inoperância, gerada de maneira gradual ao longo dos últimos dez anos, levou a este resultado estampado pelo Jornal Valor. Somente neste ano, o governo local retomou algumas medidas no sentido de reanimar esses setores, que são primordiais para o crescimento sustentável da economia.

No mês passado, o Governo do Distrito Federal reativou o Financiamento ao Desenvolvimento Econômico e Sustentável do Distrito Federal (Ideas), inativo desde 2015. Também voltou a oferecer o Financiamento Especial para o Desenvolvimento (Fide), linha de crédito específica para o setor produtivo, inativa desde 2010. A reforma do Pró-DF conseguiu, finalmente, chegar à Câmara Legislativa, após dois anos de pressão, por meio do Projeto de Lei n° 1.743/2017.

Apesar de tardia, é louvável esse momento do despertar da Administração Pública. É uma pena, no entanto, que isso só ocorra quando a situação já é de extrema delicadeza.

Os dados mostram que o fechamento de unidades comerciais superou o de aberturas em 2,5 mil em 2016 no DF. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), estima que o volume de receita neste ano será de -3,0%. O consumo das famílias teve recuo de 4,2%.

Os índices funcionam como um empilhamento de peças de dominó: quando um setor não vai bem, os outros tendem a sofrer as consequências. A prova está na situação de desemprego, endividamento e aumento da miséria que já era considerada equilibrada dentro no limite de controle.

Se o que move o poder público é a pressão, vamos fazê-la. Basta apenas termos em mente que a alteração da matriz econômica – de estritamente ligada ao serviço público para o setor privado – é o que vai possibilitar a mudança concreta e sustentável do cenário. Precisamos planejar esta mudança e eleger nossos timoneiros!

Boletim Focus prevê inflação de 3% para este ano, segundo Banco Central

0

O mercado financeiro aumentou a projeção para inflação pela segunda vez seguida. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez, passou de 2,98% para 3%, este ano. A estimativa é do Boletim Focus, uma publicação divulgada toda segunda-feira no site do Banco Central (BC), com projeções para os principais indicadores econômicos.

Para 2018, a estimativa para o IPCA permanece em 4,02%. As estimativas para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,5%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%.

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 8,25% ao ano.

Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. Já quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

A expectativa do mercado financeiro para a Selic permanece em 7% ao ano, tanto para o final de 2017 quanto para o fim de 2018.

A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, subiu de 0,70% para 0,72%, este ano. Para 2018, a estimativa de expansão passou de 2,43% para 2,50%.

Polícia Federal faz buscas no gabinete do deputado Lúcio Vieira Lima

0

Agentes da Polícia Federal estão desde as 6h de hoje (16) no gabinete do deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), no prédio da Câmara, em Brasília. Eles chegaram em três viaturas.

O parlamentar é irmão do ex-deputado e ex-ministro Geddel Vieira Lima, que se encontra preso no Complexo da Papuda, em Brasília. Geddel é suspeito de ser o dono de R$ 51 milhões apreendidos em um apartamento em Salvador.

Congresso terá semana com foco em denúncia contra Temer e retorno de Aécio

0

Nesta semana, as atenções de deputados e senadores estarão voltadas principalmente à análise pela Câmara da denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), além da decisão sobre o futuro de Aécio Neves (PSDB-MG), afastado do mandato pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A partir de terça-feira (17), quando retornam a Brasília depois do feriado prolongado do dia 12 de outubro, os deputados se concentrarão na análise, discussão e votação na Comissão de Constituição e de Justiça (CCJ) da Câmara da denúncia do Ministério Público Federal contra o presidente Temer e ministros. O parecer sobre a peça foi apresentado na última terça-feira (10) pelo relator, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), que recomendou a rejeição do prosseguimento da denúncia, afirmando que ela se baseia em “delações espúrias, sem credibilidade não havendo justa causa para o prosseguimento da ação penal”.

Como foi concedido pedido de vista coletivo, o presidente da CCJ, deputado Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), marcou para terça-feira (17), a partir das 10h, o início das dicsussões da denúncia e do parecer do relator. Pacheco informou que seguirá os mesmos procedimentos adotados na apreciação da primeira denúncia contra o presidente: cada membro da CCJ terá 15 minutos de fala – 66 titulares e 66 suplentes. Serão concedidos ainda 10 minutos para não membros da comissão, contra e a favor do prosseguimento da denúncia, com até 20 em cada grupo. Cada advogado dos denunciados terá 20 minutos para o pronunciamento final.

A votação do parecer na CCJ poderá ocorrer na quarta ou na quinta-feira, a depender do ritmo das discussões. Qualquer que seja o resultado da votação na comissão, o parecer será encaminhado para discussão e votação em plenário da Câmara, prevista para terça (24) ou quarta-feira (25). Para que a Câmara autorize o Supremo Tribunal Federal (STF) a investigar o presidente e os ministros, serão necessário 342 votos favoráveis de deputados ao prosseguimento da denúncia.

Senado

Enquanto a Câmara se dedica à analise da denúncia, os senadores devem deliberar já na terça-feira (17) sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que afastou do mandato o senador Aécio Neves. Na última semana, os ministros da Corte decidiram que caberá à Casa Legislativa confirmar ou não as medidas cautelares determinadas pelo STF a parlamentares, como o afastamento do mandato, o recolhimento noturno, dentre outras. Na sessão de terça-feira, os senadores devem decidir sobre o retorno de Aécio ao mandato, revogando ou não a medida cautelar adotada contra ele. A grande polêmica, ainda sem definição, é se essa votação será feita de forma aberta ou secreta.