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Cartórios divulgam os nomes mais registrados no Distrito Federal em 2017

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 Miguel aparece disparado como o nome mais registrado, seguido por Arthur e Heitor. Nova metodologia do estudo compila variações de nomes simples e compostos.

Miguel foi disparado o nome mais registrado pela população brasiliense no ano de 2017. Com uma diferença de mais de 140 registros, o nome de origem hebraica está no topo da lista dos mais registrados no Distrito Federal, dando nome a 904 recém-nascidos neste ano. Na sequência aparecem Arthur, com 762 registros de nascimentos, e Heitor com 689 registros.

Um novo ranking, mais completo e detalhado, desenvolvido pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-BR) com base nas informações Cartórios do Distrito Federal prestadas à Central Nacional de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), mapeou um estudo completo sobre os nomes mais registrados no Distrito em 2017.

A nova metodologia permitiu a segura identificação de nomes simples e compostos e a comparação efetiva para se chegar aos nomes mais escolhidos dentre os 45.951 nascimentos registrados no DF até o dia 10 de dezembro deste ano. Ao todo, a população brasiliense escolheu um total de 7.127 nomes diferentes, alguns deles com ampla variação de grafia, além dos tradicionais nomes diferentes escolhidos pelos pais.

Em 2017, além dos três primeiros colocados, a lista dos “10 Mais” conta com Alice (603 registros), Davi (520 registros), Bernardo (495 registros), Valentina (486 registros), Gabriel (429 registros), Helena (425 registros) e João Miguel (417 registros).

No ranking separado por sexo, os 10 nomes masculinos mais escolhidos foram Miguel (904 registros), Arthur (762 registros), Heitor (689), Davi (520 registros), Bernardo (495 registros), Gabriel (429 registros), João Miguel (417 registros), Enzo Gabriel (364 registros), Samuel (351 registros) e Theo (282 registros).

Já entre as mulheres, o ranking dos 10 nomes mais registrados foram Alice (603 registros), Valentina (486 registros), Helena (425 registros), Laura (404 registros), Sophia (373 registros), Heloisa (335 registros), Julia (309 registros), Maria Eduarda (296 registros), Cecilia (276) e Isabella (261 registros).

No Brasil

No Brasil, o ranking dos nomes mais registrados em 2017, elaborado com base nas informações prestadas por todos os Cartórios dos Estados do RS, SC, PR, SP, ES, MG, MS, GO, DF, RO, AC, AP, RR, CE, PE e AL à CRC Nacional, é formado por: Miguel (25.710), Arthur (21.161 registros), Alice (18.508 registros), Davi (15.372 registros), Heitor (13.718 registros), Valentina (13.193 registros), Gabriel (12.636 registros), Helena (12.615 registros), Laura (12.594 registros) e Bernardo (12.529 registros).

No ranking separado por sexo, os 10 nomes masculinos mais escolhidos foram Miguel (25.710), Arthur (21.161), Davi (15.372), Heitor (13.718), Gabriel (12.636), Bernardo (12.529), Lorenzo (11.098), Enzo Gabriel (10.195), Pedro Henrique (9.237) e Pedro (8.830).

Já entre as mulheres, o ranking dos 10 nomes mais registrados foram Alice (18.508), Valentina (13.193), Helena (12.615), Laura (12.594), Sophia (12.449), Maria Eduarda (9.922), Lorena (9.202), Júlia (9.122), Heloísa (8.639) e Lívia (8.019).

 

Nomes tradicionais, da moda e variações

O estudo possibilitou identificar ainda um ranking nacional considerando-se apenas o primeiro nome, as variações dos nomes mais comuns, além dos nomes menos comuns ou que caíram em desuso nos últimos anos. Considerando-se apenas o primeiro nome dos registros, o ranking muda completamente de patamar.

Nesta situação Maria passa a ser o nome mais registrado, com 80.192 registros de nascimento, seguido por João (44.450), Ana (41.500), Davi (36.723), Arthur (34.831), Alice (24.420), Pedro (28.327), Enzo (24.923), Sophia (19.775) e Heitor (18.483).

Interessante observar que nomes tradicionais, como Maria, possuem 885 variações de registros, sendo Maria Eduarda o mais comum, com 9.922 registros. Na sequencia estão Maria Clara (7.768), Maria Luiza (6.183) e Maria Julia (5.655). Dos 80.192 registros de nomes com Maria, 73.775 são nomes compostos. Já Ana, possui 270 variações de nomes registrados, com destaque para Ana Julia (6.551), Ana Clara (5.885) e Ana Luíza (3.641). Dos 41.500 registros com o nome Ana, 38.653 dão origem a nomes compostos.

Entre os homens João, possui 154 variações de nomes registrados, com destaque para João Miguel (10.343), João Pedro (6.303) e João Lucas (4.830). Das 44.450 crianças registradas com o primeiro nome João, 40.896 ficaram com nomes compostos. Já Pedro possui 232 variações de nomes, com destaque para Pedro Henrique (9.237), Pedro Miguel (1.741) e Pedro Lucas (1.585). Dos 28.327 Pedros registrados, 19.433 ficaram com nomes compostos.

Nomes considerados “da moda”, também aparecem na lista, sendo Enzo uma das situações mais curiosas, já que duas formas quase empatadas dominam o registro de crianças com este nome: Enzo Gabriel (10.195 registros) e Enzo (8.196). Em número maior registram-se as variações de Davi, sendo David Lucas o mais comum, com 4.485 registros, seguido por Davi Lucca, David, David Miguel e Davi Henrique.

Por fim, os registros de nomes que chegaram a ser comuns em outras épocas e que cada vez mais caem em desuso, como Liliana, Sonia, Regis, Vicente, Raquel, Otacílio, Vicente, Émerson e Regis. A lista traz ainda nomes “bem” diferentes, como Riquelmi, Moa, Darcksson, Ambar, Iasã, Zeonilde, Dã, Steice e até um Donald, mas sem Trump.

10 NOMES MAIS FREQUENTES – GERAL (DF)

MIGUEL

904

ARTHUR

762

HEITOR

689

ALICE

603

DAVI

520

BERNARDO

495

VALENTINA

486

GABRIEL

429

HELENA

425

JOÃO MIGUEL

417

10 NOMES MAIS FREQUENTES – MASCULINO (DF)

MIGUEL

904

ARTHUR

762

HEITOR

689

DAVI

520

BERNARDO

495

GABRIEL

429

JOÃO MIGUEL

417

ENZO GABRIEL

364

SAMUEL

351

THEO

282

10 NOMES MAIS FREQUENTES – FEMININO (DF)

ALICE

603

VALENTINA

486

HELENA

425

LAURA

404

SOPHIA

373

HELOISA

335

JULIA

309

MARIA EDUARDA

296

CECILIA

276

ISABELLA

261

Fonte: Arpen/SP – Central de Informações do Registro Civil

Prazo para saque do abono salarial ano-base 2015 termina quinta-feira

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Trabalhadores com direito ao abono salarial ano-base 2015 têm até quinta-feira (28) para sacar o beneficio. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informou que esse é o prazo final e não haverá nova prorrogação. Segundo o MTE, até o fim de novembro 1,4 milhão de brasileiros com direito ao benefício ainda não tinham sacado o dinheiro.

Quem trabalhou na iniciativa privada em 2015 pode retirar o dinheiro em qualquer agência da Caixa Econômica Federal ou em uma casa lotérica. Servidores públicos devem procurar o Banco do Brasil. Cada trabalhador recebe valor proporcional à quantidade de meses trabalhados formalmente naquele ano. Se a pessoa trabalhou o ano todo, recebe o valor na íntegra. Quem trabalhou por seis meses, por exemplo, recebe metade do valor. Os pagamentos variam de R$ 79 a R$ 937.

Quem tem direito

Para ter direito ao abono salarial ano-base 2015, é preciso ter trabalhado formalmente em 2015 e atender a alguns requisitos, como estar vinculado formalmente a uma empresa ou a um órgão público por pelo menos 30 dias naquele ano, ter remuneração média de até dois salários mínimos no período, estar inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e ter os dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Para saber se tem direito ao benefício, é possível fazer uma consulta ao site do Ministério do Trabalho com o número do PIS ou do CPF e a data de nascimento. Também é possível obter informações nas agências bancárias ou ligando para o Alô Trabalho, 158. As ligações são gratuitas de telefone fixo em todo o país.

A Caixa Econômica Federal fornece a informação aos beneficiários do PIS também pelo telefone 0800-726 02 07. O Banco do Brasil atende os beneficiários do Pasep no número 0800-729 00 01.

Laboratório da Caesb garante leitura correta de hidrômetros em Brasília

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Setor da companhia recolhe amostras dos medidores de água residenciais e de comércios para análise de qualidade. Serviço prestado no DF é aprovado pelo Inmetro desde 2013 e mostra resultados satisfatórios em 100% das medições desde 2015

Para garantir a cobrança justa dos consumidores e evitar perdas no sistema de abastecimento de água, o laboratório de micromedição da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb-DF) analisa a qualidade dos hidrômetros usados pela população.

O serviço prestado pelo laboratório recebe duas avaliações externas. Uma é anual, feita pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Nessa, o órgão distrital consegue nível de excelência desde 2013.

A outra é organizada por empresas de saneamento, fabricantes de hidrômetros e laboratórios de medição. O objetivo é estabelecer um padrão para as análises de medidores de água no Brasil. Desde 2015, o laboratório da Caesb apresenta resultados satisfatórios em 100% das medições.

Medições feitas pela Caesb

Os laboratórios de macromedição da Caesb medem a quantidade de água que sai de reservatórios e estações de tratamento. Já o de micromedição inspeciona a qualidade dos medidores residenciais e de comércios.

Segundo o coordenador de Tecnologia de Micromedição, da Caesb, Clóvis Ribeiro, a avaliação é feita por amostragem de lotes, para não precisar recolher todos os hidrômetros de uma vez. “Digamos que uma série tenha 4 mil medidores. Nós recolhemos cerca de 200 para analisar”, explica.

De acordo com Ribeiro, aproximadamente 300 contadores de água são aferidos por mês no laboratório. O número, na prática, representa os milhares de equipamentos dos lotes dos quais eles fazem parte.

Assim, apenas em 2016, com base nas amostras, a Caesb concluiu que 78 mil hidrômetros não estavam dentro dos padrões de qualidade. Por isso, todos foram trocados.

Hidrômetros são avaliados de acordo com normas do Inmetro e da ABNT

Na avaliação dos contadores usados, o laboratório no DF segue a Portaria nº 246 do Inmetro. Para os recém-fabricados, a norma é a 15.538, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Quando a companhia precisa de novas unidades, faz uma licitação. “A empresa ganhadora manda a amostra, e a gente determina se a Caesb pode fazer a aquisição”, informa o coordenador de Tecnologia de Micromedição.

Se um lote é reprovado pelo laboratório, a empresa deve fazer outra série de hidrômetros, sem custos extras para a Caesb.

Para os medidores instalados em residências, o órgão tem registro dos anos em que foram colocados e dos resultados das avaliações. “A média de troca é de oito anos, mas existem diferenças nos padrões de qualidade de cada lote”, detalha Clóvis Ribeiro.

Como exemplo, ele mostra, na tabela de lotes dos registradores instalados em Brasília, uma série implementada há 15 anos que ainda passa nas avaliações.

Em vigor Lei que traz novas regras para compra de produtos pela internet

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Já está em vigor a Lei 13.543, que traz novas exigências para a disponibilização de informações sobre produtos em sites de comércio eletrônico,. Pela norma, sancionada na semana passada pelo presidente Michel Temer, o preço dos produtos postos à venda nos sites têm de ser colocados à vista, de maneira ostensiva, junto à imagem dos artigos ou descrição dos serviços. Segundo a lei, as fontes devem ser legíveis e não inferiores ao tamanho 12.

A norma inclui essas exigências relativas às vendas online na Lei 10.962, de 2004, que disciplina as formas de afixação de preço de comerciantes e prestadores de serviços. Entre as obrigações gerais de empresas estão a cobrança de valor menor, se houver anúncio de dois preços diferentes, e a necessidade de informar de maneira clara ao consumidor eventuais descontos.

A Lei é um detalhamento do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078, de 1990), que também versa sobre requisitos a serem seguidos pelos vendedores, como a disponibilização de informações corretas e claras quanto aos produtos, incluindo preço e características.

Benefícios

O Ministério da Justiça argumenta que a lei será um importante instrumento para facilitar a busca de informações pelos consumidores nesse tipo de comércio. “Hoje em dia temos dificuldades de conseguir essas informações porque há produtos em sites ou plataformas sem preço. Isso já era vedado pelo Código de Defesa do Consumidor, e essa lei veio para deixar tais obrigações mais claras, garantindo o direito à informação de quem compra”, afirmou a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do ministério, Ana Carolina Caram.

Para a supervisora do Procon de São Paulo, Patrícia Alvares Dias, a Lei é positiva. “Os consumidores estão tendo dificuldade, porque, em sites de comércio eletrônico, em geral, há as características do produto, mas dados sobre o preço não são apresentados com tanto destaque.”

Expansão

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), 25,5 milhões de pessoas fizeram compras pela internet no primeiro semestre deste ano. Apesar do número representativo, a entidade ressalta que as transações são concentradas nos dois principais centros urbanos do país: São Paulo foi responsável por 35,5% das vendas e o Rio de Janeiro, por 27,6%.

De acordo com a consultoria Ebit, o comércio eletrônico no Brasil no primeiro semestre do ano cresceu 7,5% em comparação com o mesmo período no ano anterior, com faturamento total de R$ 21 bilhões.

Reclamações

O consumidor que encontrar uma situação em que o preço do produto não está apresentado de maneira clara e em destaque, ou que a fonte seja menor do que o tamanho 12, deve acionar órgãos de proteção e defesa como os Procons, o Ministério Público e a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça. Os sites que estiverem violando artigos da lei podem ser multadosm, ou até suspensos.

Estimativa de inflação cai pela quinta vez e fica mais distante da meta

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O mercado financeiro reduziu pela quinta semana consecutiva a estimativa de inflação, que permanece abaixo da meta para este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou, desta vez, de 2,83% para 2,78%. A estimativa consta do boletim Focus, uma publicação divulgada no site do Banco Central (BC) todas as semanas com projeções para os principais indicadores econômicos.

A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, tem como centro 4,5%, limite inferior de 3% e superior de 6%. Quando a inflação fica fora desses patamares, o BC tem que elaborar uma carta aberta ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, explicando os motivos do descumprimento da meta.

No boletim do dia 11 deste mês, as instituições financeiras já haviam reduzido a projeção para abaixo da meta. Em setembro, a estimativa também ficou abaixo do piso, mas depois voltou a ficar dentro do intervalo de tolerância.

Se a estimativa se confirmar, será a primeira vez que a meta será descumprida por ficar abaixo do piso. A meta ficou acima do teto quatro vezes: em 2001, 2002, 2003 e 2015.

Nos 11 meses do ano, o IPCA chegou a 2,5%, o menor resultado acumulado para o período desde 1998 (1,32%). Em janeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai informar o resultado do IPCA neste ano.

Para 2018, a projeção do mercado financeiro para o IPCA caiu de 4% para 3,96%

O principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 7% ao ano, o menor nível histórico. No último dia 6, a Selic foi reduzida pela décima vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) diminuiu a Selic em 0,5 ponto percentual, de 7,5% ao ano para 7% ao ano.

A expectativa do mercado financeiro para a Selic, ao final de 2018, caiu de 7% para 6,75% ao ano.

A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi ajustada de 0,96% para 0,98%, neste ano, e de 2,64% para 2,68%, em 2018.

Michel Temer diz que eleitor vai buscar “política de resultados” em 2018

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O presidente Michel Temer comentou nesta sexta-feira (22) o cenário eleitoral para 2018 e disse que os brasileiros querem um candidato “comprometido com a política de resultados” e que leve adiante as reformas estruturais do país.

“O que as pessoas querem é uma política de resultados. O que as pessoas querem é alguém moderado, que saiba se opor às várias correntes políticas do país, alguém que não seja guiado pelo ódio. Os que se extremarem, eu tenho impressão de que terão dificuldade”, disse Temer em café da manhã com jornalistas nesta sexta-feira.

O presidente reafirmou que não tem pretensão de ser candidato em 2018 e reconheceu que sua baixa popularidade poderá prejudicar um eventual candidato do governo à sucessão presidencial. “Essa questão da corrupção, etc, prejudicou muito o governo e prejudica muito a popularidade”. No entanto, segundo Temer, todos os seus detratores foram deslegitimados. “Em outras palavras, aqueles que nos acusaram ou estão presos ou estão desmoralizados”, afirmou.

O presidente citou a pesquisa CNI/Ibope mais recente, que mostrou que seu governo tem 6% de aprovação e fez uma brincadeira com índice. “Quero dizer que nossa popularidade aumentou 100%. Foi de 3% para 6%”, disse o presidente, aos risos.

Temer comparou a popularidade “a uma jaula” e disse que está fazendo “o que o Brasil precisa”, sem se preocupar com possíveis resultados eleitorais. “Quando você procura o populismo, você se enjaula, porque você quer se reeleger e fica com medo de praticar certos atos indispensáveis para o Brasil”, afirmou.

Rufino participa de encontro em comemoração a promoção de dois mil PMs

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A deputada distrital Telma Rufino, acompanhada pelo comandante-geral da Polícia Militar do DF, coronel Nunes, participou de encontro em comemoração a promoção de dois mil policiais militares, na noite desta sexta-feira (23). Após articulação da parlamentar junto ao Executivo, o governador dispensou o interstício para a promoção de 1.900 praças e 90 oficias. Para a parlamentar, é fundamental reconhecer o trabalho dos responsáveis pela segurança da população do Distrito Federal e que, de forma heróica, superam todos os desafios para assegurar o livre direito de ir e vir da população.

“Hoje estou aqui para cumprimentar cada um dos promovidos. Só Deus para proteger e retribuir a vocês e a suas famílias tudo o que fazem por nós. Essa promoção é o reconhecimento pelo trabalho em prol de nossa cidade. Muito obrigado”, declarou.

Desde que assumiu seu mandato a distrital é uma defensora dos Policiais Militares e tem buscado garantir melhores condições de vida e trabalho para a corporação. Telma Rufino já encaminhou emendas para a manutenção das viaturas e tem mantido suas portas abertas às necessidades dos policiais.

Outra preocupação da distrital consiste em assegurar o acesso à saúde para os militares e seus familiares. No primeiro semestre de 2016 aportou 4 milhões em emendas para o pagamento de parte das dívidas com os hospitais que atendem ao plano da PM e, no final do ano, conseguiu a liberação de mais de 24 milhões de reias com o apoio das emendas dos demais parlamentares.

“Quem cuida de nossa segurança não pode ficar desprotegido, sem direito a uma saúde de qualidade. Estou trabalhando para garantir o funcionamento do hospital da PM, pois é a melhor solução para o problema”, afirmou.

Outra iniciativa da parlamentar, aprovada no final de novembro pelo plenário da CLDF, foi o Projeto de Emenda a Lei Orgânica que assegura o direito a defesa gratuita e oferecida pelo estado, quando os Policiais Militares, Civis e Bombeiros se envolverem em alguma situação judicial no exercício de sua atividade. Mais um trabalho em benéfico dos policiais do Distrito Federal.

Caixa Cultural Brasília recebe Achadouros – Teatro para bebês, com entrada gratuita

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Espetáculo premiado acontece nos dias 12, 13 e 14 de janeiro e é indicado para bebês de 6 meses a 3 anos

Sucesso junto ao público infantil, o espetáculo Achadouros – Teatro para bebês, concebido especialmente para crianças de 6 meses a 3 anos de idade, faz curta temporada na Caixa Cultural Brasília. Serão seis apresentações nos dias 12, 13 e 14 de janeiro, com duas sessões diárias, às 11h e às 16h. A entrada é gratuita e os ingressos serão distribuídos meia hora antes de cada apresentação, com público reduzido a 50 lugares por sessão. O projeto tem patrocínio da Caixa e do Governo Federal.

Sob a direção de José Regino, o espetáculo traz para a cena as atrizes Caísa Tibúrcio e Nara Faria, que convidam o público a se aventurar com elas em seu “quintal imaginário”. Num pequeno cercado de madeira, envoltas em mais de 4 mil sacolas plásticas que compõem o cenário, as atrizes conduzem os espectadores a uma arqueologia das memórias da infância e apresentam a cada um a possibilidade de escrever sua própria história. Por meio de encenação poético-teatral e da exploração da linguagem não verbal, a peça propõe uma reflexão sobre a chegada do ser humano ao mundo e sobre sua capacidade transformadora e criativa.

Livremente inspirado no livro Memórias inventadas – para crianças, do renomado poeta Manoel de Barros, Achadouros – Teatro para bebês é resultado de um trabalho autoral desenvolvido em Brasília, em agosto de 2015, num processo de criação colaborativa entre Regino, Caísa e Nara. Em cena, as descobertas acontecem dentro de um universo que é a própria metáfora da vida, com o nascimento, encontros e frustrações. Ao mesmo tempo, a dramaturgia traz à tona o mundo invisível e mágico, que extrapola a consciência cotidiana e ingressa no campo das sensações e emoções comuns à humanidade.

Durante o processo de criação, os idealizadores estudaram e mergulharam no universo infantil em visitas a uma creche. O resultado desse aprendizado foi essencial para a montagem. “A primeira infância é um lugar onde o jogo poético surge de brincadeira. Nela, encontramos fecundo material para o ‘fazer artístico’, pois, nessa fase, o espanto com as coisas ‘óbvias’ da vida é evidente. As crianças estão em ‘estado de poesia’, a linguagem e o corpo estão ainda brincando na sua formação”, afirma José Regino. O diretor traz, em sua bagagem, a experiência de outros projetos teatrais para crianças da primeira infância e bebês, como Panapanã e Alma de Peixe.

Desde a sua estreia em Brasília, em agosto de 2015, a peça integrou a programação do II Festival Primeiro Olhar – Festival Internacional de Teatro para a Primeira Infância do DF (mostra associada ao Festival Cena Contemporânea 2015), participou da Primavera do Teatro – Mostra para Infância e Juventude, em Brasília (DF) e do 5º Engatinhando Londrina (PR), da Mostra Espetacular – Mostra de Arte para Crianças em Curitiba (PR), entre outros. O espetáculo foi contemplado com o Prêmio SESC do Teatro Candango 2015 como Melhor Espetáculo Infantil, além de ter sido encenado em teatros e creches em diversas localidades do Distrito Federal e outros estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Goiás.

Em Achadouros – Teatro para Bebês, a dramaturgia é evocativa e provocativa. Os elementos cênicos utilizados possibilitam uma recepção aberta, em que os signos evocam a diversidade das experiências cotidianas de bebês, crianças e adultos. As personagens/figuras permitem a comunicação com o público a partir dos gestos e de músicas originais executadas à capela, fazendo com que cada um compreenda a narrativa a partir de suas próprias referências e de sua criatividade. Enquanto isso, a encenação em várias camadas incita o espectador a elaborar uma fábula única, afastando-o da condição de um mero receptor de informações e auxiliando-o a se tornar um co-criador da obra.

Na peça, as atrizes trabalham o conceito de “ressignificação” dos objetos cotidianos, transformando as inúmeras sacolas de plástico branco que compõem o cenário em galinhas, cachorros, peixes, caramujos e até borboletas. Estes podem ganhar vida como tais figuras ou assumir o papel de água do mar, do rio ou do lago. “Em nosso trabalho, a ressignificação das sacolas plásticas é uma reflexão sobre a necessidade de reavaliação de uma cultura pautada no consumismo descartável. Seu uso massivo no cenário remete ao exagero e à banalização na relação com os materiais industrializados”, afirmam Caísa Tibúrcio e Nara Faria.

Ficha técnica:
Elenco e Criação Musical:
 Caísa Tibúrcio e Nara Faria
Direção e Figurino: José Regino
Dramaturgia: Criação coletiva
Cenografia: Chico Sassi
Iluminação: Marcelo Augusto
Produção: Pedro Caroca – V4 Cultural
Assistência de produção: Zizi Antunes
Cenotecnia: Rodrigo Lelis
Designer gráfico: Jana Ferreira
Fotografia: Diego Bresani
Registro Videográfico: Fabiano Morari – Cachecol Filmes
Edição de Vídeo: Márcia Regina – Baleia Filmes
Assessoria de Comunicação: Conversa Coletivo de Comunicação Criativa
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Serviço:
O quê: 
Achadouros – Teatro para bebês
Quando: De 12 a 14 de janeiro de 2018 (sexta a domingo), às 11h e às 16h
Onde: CAIXA Cultural Brasília (SBS Quadra 4, Lotes 3/4)
Quanto: Gratuito. Ingressos distribuídos na bilheteria meia hora antes do início
Duração: 30 minutos
Capacidade: 50 lugares
Classificação indicativa: Livre
Informações: (61) 3206-9448 e (61) 3206-9449
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1975711442667095/

Prazo para sacar o Abono Salarial ano-base 2015 termina nesta quinta-feira (28)

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Mais de 1,4 milhão de trabalhadores ainda não sacaram o beneficio; prazo não será prorrogado

Termina nesta quinta-feira (28) o prazo para que os trabalhadores que têm direito ao Abono Salarial ano-base 2015 saquem o beneficio nas agências bancárias. Cerca de 5,80% de inscritos no PIS e no Pasep, 1,4 milhão de pessoas, não haviam sacado o dinheiro até o fim de novembro.

O Abono Salarial é pago para inscritos no PIS/Pasep há cinco anos ou mais e que trabalharam com carteira assinada por pelo menos 30 dias naquele ano, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é preciso que seus dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, faz um alerta aos trabalhadores: “O dinheiro do Abono Salarial é do trabalhador e pode ajudar muito neste fim de ano. Então, se você trabalhou formalmente em 2015, não deixe de ver se têm direito ao benefício, e procure uma agência bancária para sacá-lo.”

Para conferir se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar o portal do Ministério do Trabalho (http://trabalho.gov.br/abono-salarial/consulta-abono-salarial). Basta inserir o CPF ou número do PIS/Pasep e a data de nascimento para fazer a consulta. Outra opção é a Central de Atendimento Alô Trabalho, que atende pelo número 158.

O valor que cada trabalhador tem para receber é proporcional à quantidade de meses trabalhados formalmente em 2015. Quem trabalhou o ano todo recebe o valor na íntegra. Quem trabalhou um mês, por exemplo, recebe 1/12 do valor, e assim sucessivamente. Os pagamentos variam de R$ 79 a R$ 937.

Os trabalhadores da iniciativa privada, que são vinculados ao PIS, sacam o dinheiro nas agências da Caixa ou lotéricas de todo o país. Já os servidores públicos, com vínculo no Pasep, retiram o benefício no Banco do Brasil.

DF transfere cerca de R$ 1,7 bilhão em imóveis e ações para o Iprev

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Repasses de bens para o Instituto de Previdência dos Servidores do DF eram condições estipuladas para usar o superávit do fundo para pagar aposentadorias

Uma cartela de cerca de R$ 1,2 bilhão em imóveis e 16,47% do controle acionário do Banco de Brasília (BRB) — aproximadamente R$ 500 milhões — foi repassada para o Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev).

A transferência dos bens atende a condições de duas leis, uma de 2015 e outra de 2016, quando o governo de Brasília usou o superávit do fundo previdenciário capitalizado para pagar aposentadorias. Ambas as transações ocorreram antes da reestruturação da previdência, em setembro deste ano.

A notícia foi dada pelo governador Rodrigo Rollemberg, em entrevista coletiva no Palácio do Buriti nesta sexta-feira (22). “Isso garante segurança para a aposentadoria dos servidores. É importante registrar ainda que, após a reestruturação da previdência, a avaliação atuarial do Iprev teve redução do déficit de quase R$ 6 bilhões”, disse.

De acordo com o governador, as medidas tomadas pela equipe econômica desde 2015 contribuem para garantir o pagamento dos salários de servidores e de repasses a fornecedores e prestadores de serviço em dia, bem como para reduzir o desemprego e retomar a confiança da indústria.

A avaliação atuarial citada por Rollemberg não é feita pelo governo de Brasília. É desenvolvida pela Caixa Econômica Federal, com projeções para 2040.

Iprev é o principal acionista minoritário do BRB

Com as mudanças, o Iprev passa a ser o principal acionista minoritário do BRB. O único agente com maior controle sobre o banco é o próprio Distrito Federal. O processo de transferência dos terrenos, por sua vez, será finalizado ao longo de seis meses, com os registros em cartórios.

“O Iprev tem R$ 1,2 bilhão em imóveis, controle de parte do BRB e uma série de outros ativos que foram avaliados pela Caixa a longo prazo em um total de R$ 53 bilhões. Isso mostra que a aprovação da lei [reestruturação da previdência] trouxe um grande benefício para o fundo”, disse a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos.

A secretária ainda lembrou que o DF tinha que usar cerca de R$ 2 bilhões por ano do Tesouro (Fonte 100) para arcar com o déficit do fundo financeiro, tirando dinheiro de outras áreas para pagar aposentadorias. Após a reestruturação, essas operações cessaram.

O que mudou com a reestruturação da previdência do Distrito Federal

A reforma na previdência dos servidores públicos locais se sustenta em três pilares:

  • Criação de uma previdência complementar para novos funcionários públicos
  • Unificação dos fundos capitalizado e financeiro
  • Criação de um fundo solidário garantidor, que será abastecido por fontes extraordinárias de receitas

Entre essas fontes estão o fluxo da dívida ativa, parte do lucro de empresas estatais e ativos diversos. A instituição do novo fundo é uma garantia para a cobertura de eventuais rombos no sistema previdenciário.

Com esse mecanismo de proteção às aposentadorias futuras, o Executivo poderá usar os rendimentos do fundo capitalizado — que se juntará ao financeiro — para cobrir o déficit com o pagamento a inativos.

Com a criação da previdência complementar, aqueles que ingressarem na administração distrital terão aposentadorias limitadas ao teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) — R$ 5.531,31. O que passar desse valor será arcado pelo servidor.