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Fort Atacadista inaugura em Taguatinga Norte a segunda loja no DF, a 24ª do País

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Cerca de mil pessoas compareceram ao evento de lançamento da 24ª loja da rede no país. Ofertas atraíram a atenção do consumidor, que esperava ansioso pela abertura da segunda loja da marca no DF

Cerca de mil pessoas participaram, na última quarta-feira (3), da inauguração da loja Fort Atacadista, em Taguatinga Norte – a segunda unidade do DF, fruto de um investimento de aproximadamente R$ 8 milhões.

Os clientes puderam conferir mais uma opção de compras na região, em instalações modernas, com diversidade de produtos e diversar promoções de inauguração e bons preços no sistema atacarejo – vendas em varejo e atacado.

A inauguração era aguardada há meses pela comunidade da região circunvizinha à loja. Dalila Maria Nunes, cliente da rede, conta que ficou muito feliz com a inauguração e com a possibilidade de comprar no atacado ou no varejo. “Quem tem família grande pode vir e comprar no atacado, fica bem melhor”, completa Dalila.

Com um mix de 7.500 produtos, divididos em amplas seções de alimentação básica, complementar, bebidas, perecíveis, perfumaria, limpeza, bazar e hortifrúti, a loja busca atrair os pequenos varejistas e os transformadores, além dos consumidores finais, que querem realizar uma maior economia nas suas compras em busca de preços acessíveis com um sortimento completo.

A cliente Maria José da Silva, moradora de Taguatinga e uma das convidadas a cortar a faixa de inauguração, disse que já é cliente da rede e acrescenta: “tudo que vem para ajudar a comunidade, é muito bom”.

A loja também disponibiliza o cartão COMPCARD. Com ele, é possível parcelar as comprar e obter alguns descontos. A proposta pode ser solicitada com o RG e CPF.

A expectativa é de que haja uma circulação de quarto mil clientes por dia, que poderão fazer suas compras de segunda a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos, das 8h às 20h. Serão aceitos todos os cartões de débito, crédito e alimentação.

Ao todo, foram contratadas 135 pessoas diretamente e outras 100 indiretamente. Janaina Miriella, supervisora de cartão do Fort Atacadista, está a dois anos e meio na empresa. Relata que começou como vendedora e com cerca de três meses foi promovida.

Exibindo Inácio Pereira, vice-presidente administrativo do Grupo Pereira - Myke Sena.jpgInácio Pereira (foto), vice-presidente administrativo do Grupo Pereira, discursou durante a inauguração da loja e afirmou: “Nós, nessa época de crise, estamos investindo e gerando emprego”. Inácio também contou que existem planos para Brasília para os próximos anos. “Brasília é um mercado que interessa para todo mundo. Nossa empresa está focada, nesse momento, em expandir a marca em todo o DF”, disse, lembrando que este é o segundo Fort Atacadista inaugurado no DF.

Fort Atacadista

O Fort Atacadista é a bandeira de atacarejo do Grupo Pereira, que comercializa produtos alimentícios e não alimentícios para os clientes profissionais do mercado de alimentação fora do lar como os donos de restaurantes, as pizzarias, os bares, as lanchonetes e os mercados, e os consumidores finais, que buscam ter uma maior economia em suas compras de abastecimento e de reposição.

Nos últimos anos, a rede, que conta com 23 lojas em diversos Estados brasileiros, foi uma das que mais cresceram no segmento, sempre apresentando lojas completas e atrativas, além de um sortimento eficiente e que contempla os hábitos de consumo para que o comerciante e as grandes famílias encontrem tudo o que precisam num só lugar.

São 15 lojas no Estado de Santa Catarina, 4 unidades em Mato Grosso do Sul, 2 em Mato Grosso e 1 no Distrito Federal.

Prédio abandonado conhecido como Batcaverna, em Ceilândia, começa a ser demolido

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Conhecida como Batcaverna, edificação que incomoda moradores há mais de 25 anos atraía criminosos e usuários de drogas. Rodrigo Rollemberg acompanhou o início dos trabalhos nesta quinta-feira

Após mais de 25 anos de espera, Maria do Socorro de Sousa, de 62 anos, finalmente vai “dormir tranquila”, como ela própria disse. A aposentada mora a pouco menos de 30 metros da Batcaverna, uma estrutura de cinco pavimentos abandonada na Entrequadra EQNN 18/20, em Ceilândia. A construção ocupa uma área de 3,6 mil metros quadrados e tem aproximadamente 15 metros de altura.

Na manhã desta quinta-feira (4), a edificação começou a ser retirada. Uma força-tarefa do governo de Brasília iniciou a demolição do esqueleto, construído muito próximo a várias casas e edifícios comerciais.

A ação foi acompanhada pelo governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg. “Além de ser uma reivindicação antiga dos moradores, há uma recomendação do Ministério Público do DF e Territórios de que esse prédio seja derrubado por desobedecer aos padrões urbanísticos”, explicou o chefe do Executivo local.

A segurança é a maior preocupação da Maria do Socorro. “Aqui já ocorreram assaltos, estupros, tráfico de drogas e vários outros crimes”, contou a moradora, que vive próximo ao local desde a década de 1980. “Eu mesma já ajudei muitas pessoas que estavam indo cedo para o trabalho e foram roubadas por ladrões escondidos nesse lugar”, complementa.

Rollemberg confirmou que há diversos relatos da população sobre ocorrências criminais na área. “A partir de agora, certamente teremos uma melhoria da segurança nessa região”, destacou.

O diretor-geral da Polícia Civil, Eric Seba, citou que, além de roubos e tráfico de drogas, a 23ª Delegacia de Polícia de Ceilândia investiga uma suspeita de estupro no local.

Órgãos do governo trabalham em parceria

A ação desta manhã começou com o fechamento das vias próximas pelo Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF). Em seguida, a Polícia Civil do DF fez uma varredura em busca de drogas e de armas, mas nada foi encontrado.

Fiscais da Agência de Fiscalização (Agefis) e agentes da Subsecretaria de Proteção e Defesa Civil, da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, percorreram o lugar para avaliar a segurança da iniciativa.

A demolição começou às 9h15, quando duas retroescavadeiras tombaram parte da laje. O serviço foi continuado no último pavimento com britadeiras da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap).

A previsão é que essa operação siga até sábado (6). Segundo o diretor-presidente da Novacap, Júlio Menegotto, o trabalho é feito em etapas por questão de segurança. “Começamos por cima e vamos descendo até chegar ao subsolo, quando, então, limparemos e aterraremos o local”, explicou.

Comunidade vai participar da revitalização do local

O apelido Batcaverna é em alusão à moradia sombria do herói dos quadrinhos Batman. O lugar está degradado, malcheiroso e acumula lixo, como vidro, móveis velhos, azulejos quebrados, garrafas, tijolos, roupas e plásticos. O risco de atrair o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, e outros animais é grande.

De acordo com o administrador regional de Ceilândia, Vilson José de Oliveira, a comunidade será mobilizada para um grande mutirão com o objetivo de revitalizar o espaço.

A área é uma propriedade privada. De acordo com a diretora-presidente da Agefis, Bruna Pinheiro, foram feitas todas as notificações prévias cabíveis até chegar ao ato demolitório. “Os responsáveis ignoraram todos os trâmites”, disse.

Ao fim da operação, as custas serão calculadas e encaminhadas aos proprietários da edificação.

Além dos órgãos já citados, participam da operação a Companhia Energética de Brasília (CEB), a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), o Corpo de Bombeiros Militar do DF, a Polícia Militar do DF e a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos do DF.

Rollemberg define regras para venda direta de lotes em condomínios

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Decreto assinado pelo governador de Brasília nesta quinta (4) estabelece que o programa comece por 885 unidades unifamiliares no Setor Residencial São Bartolomeu

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, assinou dois decretos na manhã desta quinta-feira (4). Um estabelece regras para a venda direta de lotes em condomínios, e o outro institui a certidão de regularização fundiária (CRF) no Distrito Federal. A cerimônia ocorreu no Palácio do Buriti.

Em um primeiro momento, a venda direta engloba apenas lotes residenciais unifamiliares (que abrigam uma só família) ocupados até 22 de dezembro de 2016, data da Medida Provisória nº 759.

O decreto regulamenta o artigo 4º da Lei nº 4.996, de 19 de dezembro de 2012, que define diretrizes para venda de imóveis situados nas chamadas áreas de regularização de interesse específico — caso dos condomínios.

Rollemberg destacou a assinatura dos decretos como mais um avanço na regularização fundiária do DF. “Regulamentamos uma lei distrital e uma Medida Provisória. A partir de hoje, temos os elementos necessários para a venda direta de condomínios”, disse.

O governador ainda citou outras medidas para promover a regularização fundiária em todo o DF:

  • Regulamentação da Lei dos Puxadinhos da Asa Norte

  • Assinatura de contratos nos puxadinhos da Asa Sul, que têm a lei regulamentada desde janeiro

  • Entrega de mais de 26 mil escrituras desde janeiro de 2015. Em toda a história do DF, até o fim de 2014, foram entregues 62.990

  • Devolução da orla do Lago Paranoá para a população, por meio do Plano Orla Livre

Venda direta começa por São Bartolomeu, Jardim Botânico e Vicente Pires

A legislação determina que o programa inicie pelo Trecho 1 do Setor Residencial São Bartolomeu, que tem 885 lotes desse tipo. A área compreende o Condomínio Ville de Montaigne e parte da Quadra 3 do Solar de Brasília.

Os próximos contemplados serão Jardim Botânico — Etapa 2 (Condomínios Estância Jardim Botânico, Jardim Botânico I, Jardim Botânico IV, Jardim das Paineiras e Mirante das Paineiras, com 1.042 lotes residenciais unifamiliares) e Vicente Pires — Trecho 3, antiga Colônia Agrícola Samambaia, com 4,1 mil lotes.

As unidades de uso misto, comercial ou industrial, além das desocupadas, entrarão em uma próxima fase.

Para a presidente da União de Condomínios Horizontais e Associações de Moradores do Distrito Federal, Junia Maria Bittencourt, os decretos trazem “avanços substanciais”. “O direito de quem ocupa as áreas agora será respeitado com essa antecipação dos dispositivos da Medida Provisória”, disse.

Quem pode participar da venda direta de condomínios

Somente pessoas físicas podem participar da venda direta, e apenas um lote por indivíduo. O interessado não pode ser dono de outro imóvel residencial no Distrito Federal.

O cadastro deve ser feito pelo site da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). A convocação será de um parcelamento por vez.

Haverá dedução de valores referentes a benfeitorias promovidas por moradores ou pelo próprio condomínio, como rede de energia elétrica, de água e esgoto, de drenagem e pavimentação.

“O valor será o da terra nua, sem construções”, detalhou o presidente da Terracap, Júlio César Reis. Ele estima que o processo beneficie cerca de 40 mil famílias. “O número exato será conhecido por meio do cadastro.”

O pagamento pode ser à vista, com desconto de 15%; parcelado por meio de instituição financeira, com abatimento de até 15% no valor; e direto com a Terracap, em até 240 meses.

Certidão de regularização fundiária

A certidão de regularização fundiária, instituída hoje pelo governador de Brasília, será expedida pela Secretaria de Gestão do Território e Habitação.

O documento marca o término do processo administrativo de regularização fundiária e vai funcionar nos moldes do artigo 33 da Medida Provisória n° 759, de 2016, em tramitação no Congresso Nacional. Uma MP entra em vigor antes mesmo de virar lei.

Com a CRF, a Terracap pode iniciar o procedimento de venda direta dos imóveis. “O processo fica mais rápido, pois não precisa passar pelo governador, e com maior segurança jurídica, já que, antes de a certidão ser publicada, sai chamamento para a população fazer questionamentos”, explicou o secretário de Gestão do Território e Habitação, Thiago de Andrade.

Ainda segundo Andrade, a medida de chamar a sociedade antes do término dificulta a ação de grileiros que tentam barrar a regularização fundiária por meio de questionamentos judiciais após a publicação da certidão. Caso o impasse continue, a Procuradoria-Geral do DF promoverá uma câmara de conciliação para resolvê-lo.

Com a certidão de regularização fundiária, Brasília se adapta à nova legislação federal e substitui o decreto de aprovação de projeto, assinado pelo governador. Esse rito seguia a Lei Federal n° 6.766, de 19 de dezembro de 1979.

Lener Silva é o novo diretor-presidente da CEB para o biênio 2017-2019

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A Companhia Energética de Brasília (CEB) tem nova Diretoria para o biênio 2017-2019. A eleição se deu em reunião extraordinária do Conselho de Administração da empresa de economia mista, nesta quarta-feira (3), e passa a valer de imediato.

Para o cargo de diretor-presidente foi eleito Lener Silva Jayme. A não recondução ao cargo do atual titular, Ari Joaquim da Silva, foi a pedido.

Formado em engenharia elétrica, Lener tem especialização em Eletrônica e Telecomunicações pelo Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), além de MBA em Gestão e Gerenciamento de Projetos pela The George Washington University.

Até então, ele atuava na CEB como diretor de Planejamento Estratégico — cargo que acumulará com o de diretor-presidente, com exceção dos vencimentos.

O governador Rodrigo Rollemberg desejou êxito ao novo titular. “Ele dará sequência ao excelente trabalho iniciado pelo Francisco Santiago, continuado pelo Ari e que terá continuidade com a nova gestão da CEB”, destacou ele, após participar, hoje, de atividade de vacinação na Escola Classe 302 Norte.

Na Diretoria Administrativo-Financeira e de Relações com Investidores, permanece o engenheiro eletricista Fernando Oliveira Fonseca. O diretor-técnico será Paulo Afonso Teixeira Machado, também engenheiro eletricista. Entre as atribuições desse cargo está o gerenciamento da iluminação pública do DF.

WWF-Brasil inaugura espaço exclusivo para a divulgação de iniciativas socioambientais

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O principal objetivo do estande é levar, ao público frequentador do shopping, noções e conceitos de sustentabilidade

O WWF-Brasil inaugurou, nesta quinta-feira, o “Espaço WWF”, um estande no CasaPark que terá como objetivo promover as ações, campanhas e iniciativas de conservação da natureza desenvolvidas pela organização ambientalista.

O espaço estará aberto para visitação pública, em que estarão expostos no local diversos produtos relacionados ao Programa Madeira é Legal, iniciativa do WWF-Brasil que promove o uso sustentável e responsável da madeira na construção civil.

O estande foi feito com o material usado na fachada de Casa Cor Brasília 2016. A proposta foi reaproveitar a madeira do evento, colocando em prática os conceitos de sustentabilidade e de exploração responsável dos recursos naturais. O índice de aproveitamento daquela estrutura no novo espaço foi de 90%, segundo os responsáveis técnicos pela obra.

Tecnologias

O Espaço WWF tem 20 metros quadrados, mas possui um teto que avança sobre as áreas comuns do shopping e soma uma área total de 115 metros quadrados. A intervenção no telhado do centro de compras é uma proeza da engenharia: tem a primeira viga estrutural em madeira com dupla curvatura do Brasil.

Para montar o estande, foram usados 10 metros cúbicos de madeira, divididos em mais de 500 peças, tanto estruturais quanto decorativas. Aproximadamente 6 toneladas de carbono estão estocadas no estande – contribuindo, assim, para minimizar os prejuízos causadas pelas mudanças climáticas.

Exibindo WWF_Gilberto Cardoso.jpgEm sua montagem, o estande junta duas tecnologias: a madeira laminada colada, que permite desenhos em curvas nas peças de madeira e foi usada no teto; e o aproveitamento de madeira tropical, que constitui o piso e os elementos decorativos. A madeira laminada colada é de eucalipto (pinus) e a madeira tropical é o cambará, também conhecido como mandioqueira.

Possibilidades

A concepção e execução do projeto foram feitos pela empresa Casacerta Arquitetura e Construção, de Brasília (DF). Um dos responsáveis pela obra foi o arquiteto Roberto Lecomte.

Para Ricardo Russo, especialista de conservação do WWF-Brasil, o principal objetivo do estande é levar, ao público frequentador do Casapark, noções e conceitos de sustentabilidade. “Queremos mostrar que o uso responsável da madeira na construção pode contribuir na gestão das florestas brasileiras, ajudando na conservação da biodiversidade e na diminuição dos efeitos das mudanças climáticas”, afirmou Ricardo.

A coordenadora de Marketing do CasaPark, Josie Fedrigo, lembrou que a parceria entre o WWF-Brasil e o centro de compras vem desde o início de 2016. “Já realizamos conjuntamente exposições e ciclos de palestras, todos voltados para a divulgação do uso responsável da madeira na arquitetura. A inauguração do estande é um passo importante para aprofundar e consolidar esta parceria”, disse a coordenadora.

Benefícios

O uso responsável da madeira na construção pode ajudar na gestão e conservação das florestas brasileiras; auxilia na manutenção da biodiversidade e é uma ferramenta no combate aos prejuízos causados pelas mudanças climáticas – a madeira estoca carbono que seria lançado na atmosfera e agravaria os problemas climáticos existentes hoje.

Além disso, utilizada da maneira adequada, a madeira reduz o tempo de construção; promove a diminuição do tempo e de resíduos no canteiro de obras e dá efeito visual diferenciado às estruturas que compõe. Ela também é um material mais leve e de fácil manuseio.

É possível saber mais sobre o projeto em www.wwf.org.br/madeiraelegal

Entidade responsável pela Hospital da Criança responde nota da Prosus

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O Instituto de Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe) faz alguns esclarecimentos sobre nota divulgada em 02/05/2017 pela 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus)

1 – O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) é um hospital público, cujo Bloco I foi construído pela Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace), que, com sua credibilidade, mobilizou a sociedade civil a doar os recursos necessários, onde o valor investido na construção foi arrecadado por meio de campanhas, eventos e contribuições diretas além da doação de parceiros e colaboradores por meio da Lei de Incentivo Fiscal do Fundo da Infância e da Adolescência(FIA). O HCB atende somente pacientes encaminhados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A gestão do Hospital expõe cartazes e adesivos em seus corredores explicitando essas informações.

2 – Todas as imagens e informações de menores registradas pela imprensa no Hospital da Criança de Brasília foram feitas pelos veículos de comunicação no exercício do direito democrático da liberdade de imprensa. As imagens foram captadas por esses veículos com autorização dos responsáveis legais das crianças.

3 – O Conselho Federal de Medicina (CFM) em nenhuma das suas resoluções determina ou recomenda que os diretores-gerais de os hospitais públicos ou privados sejam os seus diretores técnicos. A Resolução do CFM 2.147/2016 estabelece normas sobre a responsabilidade, atribuições e direitos de diretores técnicos, diretores clínicos. Um dos diferenciais do Hospital da Criança de Brasília é a gestão profissionalizada. Consequentemente, as funções de superintendente-executivo e diretor-técnico são complementares, com papéis distintos. O superintendente ou diretor geral deve sim ter capacidade técnica, como é o caso do superintendente executivo do Hospital da Criança de Brasília.

4 – Os salários dos funcionários contratados pelo Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe), que trabalham no Hospital da Criança de Brasília, estão disponíveis no site do Hospital. Os valores são baseados em pesquisas de mercado realizadas regularmente.

5 – O Icipe não foi criado às  vésperas de sua contratação. Ele foi cuidadosamente constituído por gestores e profissionais de saúde que, dada a ampla experiência em gestão de saúde, conferiram a necessária qualificação à instituição. Após cinco anos, fica evidente a administração profissional eficiente que tem a aprovação de mais de 98% dos usuários e é motivo de orgulho para 95% de seus funcionários.

6 – O Icipe concorda plenamente com o seu dever de prestar contas do uso dos recursos públicos e o faz regularmente para os órgãos de controle que estão previstos em contrato. Além disso, o HCB já foi submetido a auditorias da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF), além de inúmeros outros órgãos de fiscalização e controle. As contas de 2011, 2012 e 2013 foram aprovadas pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). As contas subsequentes (2014, 2015 e 2016) já foram enviadas à Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF) e estão em análise.

7 – O Icipe não foi escolhido sem concorrência. Foi realizado um processo de dispensa de licitação como previsto na Lei de Licitações 8.666, sendo, portanto, legal sua contratação pelo GDF. Sobre este assunto, o TCDF já se manifestou pela sua regularidade.

Mesmo assim, o Supremo Tribunal Federal (STF) não deixou nenhuma dúvida ao discutir esse assunto por anos e votar a Ação Direta de Inconstitucionalidade ADI 1.923/DF em 2015: não há necessidade, muito menos obrigatoriedade de licitação para a contratação de Organização Social. Igualmente, o TCDF já se manifestou pela regularidade do processo de qualificação do Icipe como Organização Social nos termos da Lei específica do DF.

8 – Os profissionais cedidos pela SES/DF não são a maioria. Ao contrário: se consideradas apenas as horas médicas, esse percentual não chega a 5% da força de trabalho que atua no Hospital.  É preciso explicar que só foram cedidos profissionais daqueles serviços transferidos para o Hospital da Criança de Brasília. Qual seria a lógica de manter uma médica especialista em oncologia e hematologia pediátrica em outro hospital, se esse serviço pediátrico especializado foi transferido para o HCB?

9 – O Icipe sempre agiu com transparência.  Os relatórios do Hospital da Criança de Brasília são enviados mensalmente para a SES/DF, que conta com uma Comissão de Acompanhamento do Contrato de Gestão e verifica pormenorizadamente se o alcance das metas e a aplicação dos recursos estão de acordo com o pactuado entre o GDF e o Icipe.

10 – O Hospital da Criança de Brasília é complementar às demaismas sim aqueles que têm doenças graves ou de alta complexidade. Todos os pacientes do HCB são encaminhados pelas unidades de saúde da SES/DF por meio da Central de Regulação da Secretaria de Saúde.

11 – Entendemos que qualquer comparação de custos em saúde deve ser dotada de alinhamento e rigor metodológico. Não é legítima a comparação de custos sem contextualização do perfil institucional, da proposta de qualidade assistencial e segurança do paciente, além do respeito aos princípios da economicidade.

Quanto à comparação dos valores pagos à empresa que fornece alimentos aos pacientes, acompanhantes e funcionários do HCB e a outros hospitais da SES/DF, esclarecemos inicialmente que a escala de produção de alimentos interfere na definição do preço e que o consumo de alimentos do HCB representa 2% da quantidade produzida para os demais serviços de saúde da SES/DF.

Outra razão para a diferença de preços apontada é a necessidade de um cardápio diferenciado para crianças e adolescentes com doenças graves. Os pacientes internados no HCB que recebem refeições são pacientes pediátricos oncológicos, que requerem uma atenção nutricional adequada. De acordo com as faixas etárias e os protocolos de tratamento oncológico, há necessidade de prescrição de dietoterapia específica a fim de minimizar efeitos colaterais e auxiliar no crescimento e desenvolvimento das crianças e adolescentes.

Outro fator é que o HCB não conta com uma cozinha na sua primeira etapa (Bloco I). Portanto, os alimentos vêm prontos da cozinha da empresa para o Hospital, ou seja, a empresa assume os custos com estrutura, eletricidade, água e esgoto, além daqueles referentes ao acondicionamento e transporte das refeições. Totalmente diferente da situação do fornecimento para a SES/DF, onde a empresa utiliza toda a estrutura da Secretaria de Saúde (instalações, equipamentos, eletricidade, etc.). Diariamente, são realizadas, no mínimo 10 (dez) viagens entre a cozinha central da empresa e o HCB, com o objetivo de garantir a segurança alimentar dos pacientes e funcionários, representando cerca de 300 viagens por mês.

12 – O Icipe entende que o Hospital da Criança de Brasília não deve ser comparado com maus exemplos de Organizações Sociais. O Hospital tem feito esforços em toda a sua existência para aprimorar a sua gestão e realizar o controle mais estrito do gasto do dinheiro público e está salvando vidas e dando qualidade de vida para os casos em que não há cura. Uma prova disso são os dados que mostram o que foi possível oferecer com a abertura do Hospital:

– 100% de aumento médio na oferta de consultas médicas em diversas especialidades. Nos casos de consultas de cirurgias pediátricas e de genética clínica, esses números superam a marca dos 500%.  Na Neurocirurgia, 217% e, na Alergia, 198 %. Ou seja, a oferta de consultas médicas dobrou – em alguns casos, mais que isso.

– 7 novas especialidades pediátricas: Psiquiatria, Imunologia, Infectologia, Ortopedia, Dermatologia, Anestesia e Ginecologia Infanto-Puberal.

– 285% de aumento em procedimentos e consultas na Assistência Complementar Especial como Enfermagem, Nutrição, Odontologia, Psicologia e Serviço Social.

– 5 novos serviços a partir de 2012: Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Farmácia Clínica, Fonoaudiologia e Musicoterapia.

– Ao considerarmos outros procedimentos como quimioterapias, hemoterapia e análises clínicas, o aumento médio de ofertas foi de mais de 300%.

– A partir de 2012, também foram oferecidos serviços de ultrassom, endoscopia, imunologia, cirurgia em regime de hospital-dia, tomografia, Raio X, ecocardiograma, hemodiálise e diálise peritoneal.

Outros números conquistados neste últimos cinco anos expressam a dimensão social do que estamos falando:

·        2,93 milhões de atendimentos
·        600 vagas mensais de atendimento para novos pacientes em 18 especialidades
·        166 voluntários da Abrace
·        667 funcionários
·        98% dos usuários satisfeitos
·        95% dos funcionários confiam, acreditam no trabalho da instituição e têm orgulho de trabalhar no HCB
·        8 grupos e linhas de pesquisa
·        40 mil famílias beneficiadas
·        1.242.044 exames laboratoriais realizados
·        51.676 diárias de internação
·        35.284 sessões de quimioterapia
·        14.338 transfusões de sangue
·        7.516 cirurgias
·        28.017 Raios-X
·        10.392 ecocardiogramas
·        19.415 ultrassons
·        14.639 tomografias computadorizadas

13 – O Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe) lamenta que a atuação da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus), quando se refere a questões relacionadas ao Hospital da Criança de Brasília, se limite sempre a ações judiciais. Temos tido sucesso com outros órgãos de controle com ações construtivas, extrajudiciais, que ajudam a aperfeiçoar a democracia, nossa gestão e a garantir um atendimento de qualidade para crianças e adolescentes do Distrito Federal, entorno e outros estados.

Após deixar a prisão, José Dirceu deve fixar residência em Brasília

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Após deixar a prisão, o ex-ministro José Dirceu chega em Brasília nesta quinta-feira (4), onde permanecerá sendo monitorado com o uso de tornozeleira eletrônica. Condenado a mais de 20 anos de prisão pela Operação Lava Jato, ele deixou nesta tarde o Complexo Médico-Legal, na região metropolitana de Curitiba, onde cumpria prisão preventiva desde 2015.

A soltura foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal nessa terça-feira (2), durante julgamento da Segunda Turma da Corte, que aceitou pedido de habeas corpus feito pela defesa de Dirceu.

De acordo com Roberto Podval, advogado do ex-ministro, o endereço de José Dirceu será mantido em sigilo pelo juiz federal Sérgio Moro, após solicitação feita pela defesa. Podval disse que, apesar das determinações de não deixar o país nem se comunicar com acusados e testemunhas das ações penais a que responde, não se trata de uma prisão domiciliar.

O advogado informou que o ex-ministro já havia deixado Curitiba na noite desta quarta-feira (3). Os ministros do Supremo decidiram, por 3 votos a 2, que há excesso de prazo na prisão preventiva do ex-ministro, que chega a quase dois anos. Após a votação, Moro determinou a saída de Dirceu do Complexo de Pinhais.

Márcia Rollemberg participa de fórum social na Espanha e divulga programas de Brasília

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Foto: Raphaella Maffra

A primeira-dama e colaboradora de Brasília, Márcia Rollemberg, divulga na Europa o programa Brasília Mais Jovem Candango, serviço de proteção social básica, de convivência e fortalecimento de vínculos que garante a promoção da integração dos jovens ao mercado do trabalho, além dos programas Brasília Cidadã e Criança Candanga.

Ela foi convidada pela Liga Iberoamericana, por ser madrinha do programa Brasília Mais Jovem Candango, para participar do VIII Fórum Fazendo Políticas Juntos – Os jovens de hoje e seus desafios de futuro: trabalho, participação e educação.

O evento começou nesta segunda-feira (2), em Barcelona e Madri, e reúne, até domingo (7), mais de 500 representantes de 18 países.

O Brasil chama a atenção dos participantes por possuir a lei nacional do Jovem Aprendiz desde 2000 e Brasília, por causa da lei distrital que efetivou o programa Jovem Candango, desde 2014, e também pelas instâncias executivas e de participação social.

A primeira-dama aproveita a ocasião para divulgar nossa cidade, presenteando as autoridades participantes com as gravuras de Brasília, feitas pelo artista plástico Armando Romanelli.

 

Regularização de terras no campo e na cidade é aprovada na Câmara

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Foi aprovado nesta quarta-feira (3) o relatório sobre a Medida Provisória 759/2016 que trata da regularização rural e urbana, bem como de créditos concedidos aos assentados da reforma agrária e da regularização fundiária no âmbito da Amazônia Legal, além de instituir mecanismos relativos aos procedimentos de alienação de imóveis da União. Sob a presidência do deputado Izalci Lucas (PSDB/DF) e a relatoria do senador Romero Jucá (PMDB/RR), o colegiado se reuniu e aprovou por 16 votos a 4 o texto apresentado.
 Para Izalci, “A MP 759 é uma das medidas mais importantes votadas pelo Congresso Nacional nos últimos anos” . Segundo o parlamentar tucano, a importância da medida pode ser facilmente vista pelo número de brasileiros que serão beneficiados.  De acordo com dados do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), 85% de agricultores de assentamentos rurais não têm o título definitivo das terras. São cerca de 9 mil projetos de assentamento à espera de titulação. No Distrito Federal, 1,5 milhão de pessoas vivem em lotes irregulares e sob o horror de ver suas casas derrubadas. “Essa é a verdadeira reforma agrária”, destacou Izalci Lucas.
Entre as principais mudanças, a MP oferece os instrumentos legais para a regularização de condomínios de lote horizontal; a gratuidade para obter a titulação por pessoas de baixa renda, e prazo de 15 anos para regularizar os assentamentos rurais sob responsabilidade do Incra.
De acordo com o relatório apresentado e aprovado, ficaram garantidas a valorização das benfeitorias, a consolidação de condomínios fechados, a conquista de direito igual para os donos de lotes que construíram e aqueles que não construíram, bem como o equilíbrio de preços de áreas doadas pela União para os municípios. “As prefeituras e o DF não poderão vender as terras que receberam em doação pelo preço de mercado”, afirmou o tucano. Os brasileiros que atenderam ao chamado e vieram construir a capital, bem como aqueles que foram ajudar no desenvolvimento da Amazônia há 40, 50 anos, agora terão o título de propriedade de suas terras.

Rota do Cavalo é aprovado no plenário da Câmara Legislativa

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Deputados aprovaram projeto de Celina Leão que incentiva o turismo na região Norte do DF

Trabalhar pelo Plano de Desenvolvimento de Turismo Sustentável Rota do Cavalo foi a meta traçada pela deputada Celina Leão (PPS) quando apresentou o Projeto de Lei 822/2015, que institui este plano na região norte do Distrito Federal. A matéria foi aprovada, nesta terça-feira (2), no plenário da Câmara Legislativa do DF (CLDF). “Este Plano deve diagnosticar e apresentar resultados acerca da infraestrutura de turismo na região. E mais: proporcionar o desenvolvimento de manifestações folclóricas, vaquejadas, leilões, exposições agropecuárias, rodeios, atividade equestre, entre outros”, apontou Celina Leão.

Celina defende que o crescimento do turismo é influenciado por diferentes fatores, como questões ambientais, avanços tecnológicos e mudanças políticas. “Esses elementos influenciarão a vida social e econômica das populações anfitriãs. Portanto, a participação das comunidades nas atividades de planejamento e desenvolvimento do turismo é que possibilitará um desenvolvimento sustentável”, avalia.

Para a parlamentar, as políticas de desenvolvimento do turismo começam a associar a proteção ambiental, a eficiência econômica e a justiça social. “Nesse sentido, a responsabilidade socioambiental surge como um grande diferencial competitivo para organizações do setor turístico que, ao promoverem o turismo sustentável, contribuem para o desenvolvimento econômico e socioambiental das comunidades”, ressalta.

Para Celina, existe um universo de atrações no contexto da Rota do Cavalo, especialmente naquelas ligadas às atividades equestres. “Além disso, inclui cachoeiras, trilhas, fauna, flora, belas paisagens e propriedades rurais. Na região, o turismo sustentável se apresenta como atividade de grande econômico para a região norte do Distrito Federal”. E justifica: “o desenvolvimento do turismo sustentável da Rota do Cavalo deverá ser orientado por um Plano de Turismo Sustentável a ser elaborado. O documento deverá ser o referencial de governo para o planejamento do turismo sustentável da Rota do Cavalo”.

A região fica a cerca de 20 quilômetros do Plano Piloto e já se consolidou definitivamente no itinerário turístico da Capital. Há mais de 30 anos, um grupo de pequenos proprietários de terra deu início a uma atividade que se transformou em roteiro turístico e que, hoje, é a Rota do Cavalo. Com restaurantes, centros de treinamento, haras e hotéis-fazenda, os estabelecimentos estão reunidos em um quadrilátero delimitado por quatro rodovias (BR-020, DF-001, DF-330 e DF-440).  A região onde se encontra a Rota do Cavalo é habitada há mais de um século. Antes do surgimento do Distrito Federal, ela pertencia a Planaltina de Goiás.