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Jornalista Jorge Bastos Moreno morre aos 63 anos no Rio de Janeiro

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O jornalista Jorge Bastos Moreno, repórter e colunista político do jornal O Globo, morreu na madrugada de hoje (14), aos 63 anos, no Rio de Janeiro. Segundo O Globo, jornal onde trabalhou por 35 anos, ele sofreu um edema agudo de pulmão, decorrente de complicações cardiovasculares, por volta da 1h desta quarta-feira.

Moreno foi o primeiro jornalista a noticiar a escolha do general João Baptista Figueiredo como sucessor do também general Ernesto Geisel na Presidência da República, quando ainda era repórter do Jornal de Brasília.

Ele também teve papel importante com a publicação de informações em 1992 que levaram ao impeachment do então presidente Fernando Collor. Conquistou o Prêmio Esso de Informação Econômica de 1999 com a notícia da queda do então presidente do Banco Central, Gustavo Franco.

Desde o fim da década de 90, mantinha uma coluna política em O Globo e, desde março deste ano, apresentava um programa de entrevistas na rádio CBN.

Câmara Legislativa homenageia PMs feridos em protesto na Esplanada

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Um grupo de 22 policiais militares que fazia parte do efetivo da PM, que trabalhou na manifestação intitulada ‘Ocupa Brasília’, no dia 24 de maio passado, na Esplanada dos Ministérios, recebeu homenagem na Câmara Legislativa do DF (CLDF), nesta terça-feira (13). Eles receberam moção de louvor, de autoria da deputada Celina Leão (PPS).

A deputada justificou a homenagem dizendo que a moção visa manifestar aplausos aos policiais que foram feridos pelos manifestantes, durante o confronto. “Tumulto e protesto se misturaram naquele dia e os PMs sofreram diversos tipos de lesão, como ferimentos no queixo, mãos, no pescoço e pernas. Alguns dos ferimentos se deram em decorrência de explosões e outros objetos que foram arremessados nos policiais”, exemplificou a parlamentar.

Os manifestantes depredaram oito prédios públicos, além da Catedral, destruíra, pontos de ônibus e atearam fogo em banheiros químicos. Além das pessoas que ficaram feridas, 22 PMs foram atingidos. “Por isso, entregamos, hoje, no Plenário da CLDF, moções de louvor, que propus, aos policiais militares feridos durante protesto. Eles estavam em serviço, garantindo a ordem e segurança das pessoas de bem que estavam se manifestando. Foram agredidos por vândalos e criminosos que atentaram contra as pessoas e órgãos públicos”, relembrou Celina.

Os militares receberam a homenagem no Plenário da Casa Legislativa, sob os aplausos dos parlamentares.

Rollemberg participa de jantar com Temer, governadores e ministros

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Por Gustavo Aguiar, G1, Brasília – O presidente Michel Temer ofereceu na noite desta terça-feira (13), no Palácio da Alvorada, um jantar a governadores e vice-governadores de diversos estados, além de ministros, parlamentares e presidentes de bancos públicos (saiba quem esteve presente ao encontro ao final desta reportagem).

A assessoria de Temer não informou o que será discutido no encontro, mas, segundo a GloboNews, um dos temas do encontro é a liberação de crédito aos estados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Há pouco mais de duas semanas, a então presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos, pediu demissão. De acordo com a GloboNews, ela sofria pressão de empresários e do governo para liberar créditos.

Após a saída de Maria Silvia, Temer nomeou o economista Paulo Rabello Castro como novo presidente do BNDES – ele comandava o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e é aguardado para o jantar da noite desta terça no Alvorada.

Segundo apurou o G1, o governador do Goiás, Marconi Perillo (PSDB), foi o principal encarregado de convidar os demais governadores para o encontro.

A assessoria de imprensa da Presidência divulgou a fala de Temer aos governadores durante o jantar, em que o presidente prega “um caminho que seja saudável para os estados e que também não seja prejudicial para o BNDES e para a União”.

De acordo com o presidente, Rabello fará um estudo preliminar para tratar do refinanciamento da dívida dos estados.

“Eu apreciaria muito que nós todos pudéssemos ter também uma solução para a questão do BNDES. Há dívidas lá que são garantidas pela União, têm um determinado tratamento, e dívidas não garantidas pela União, que têm outro tratamento”, declarou o presidente.

Crise política

O encontro no Alvorada ocorre em meio à maior crise política do governo desde que Temer assumiu a Presidência, em maio do ano passado.

Executivos da JBS fecharam acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal e as informações prestadas por eles nos depoimentos atingiram, principalmente, o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG), afastado do mandato parlamentar.

Desde que as delações da JBS se tornaram públicas, partidos de oposição no Congresso Nacional passaram liderar um movimento a favor do impeachment de Temer. Além disso, algumas legendas deixaram a base aliada.

Segundo a colunista do G1 Andréia Sadi, diante da crise política, o presidente tem buscado apoio de alguns aliados, como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para tentar fazer com que os trabalhos no Congresso não parem e, assim, o governo consiga aprovar as reformas da Previdência Social (em análise na Câmara) e trabalhista (atualmente no Senado).

Lista

Saiba abaixo que está presente ao jantar no Alvorada, segundo a assessoria de Temer:

GOVERNADORES E VICE-GOVERNADORES

  • Rodrigo Rollemberg (PSB), governador do Distrito Federal;
  • Luiz Fernando Pezão (PMDB), governador do Rio de Janeiro;
  • Geraldo Alckmin (PSDB), governador de São Paulo;
  • Fernando Pimentel (PT), gOvernador de Minas Gerais;
  • Marconi Perillo (PSDB), governador de Goiás;
  • Pedro Taques (PSDB), governador de Mato Grosso;
  • José Ivo Sartori (PMDB), governador do Rio Grande do Sul;
  • Camilo Santana (PT), governador do Ceará;
  • Wellington Dias (PT), governador do Piauí;
  • Robinson Faria (PSD), governador do Rio Grande do Norte;
  • João Raimundo Colombo (PSD), governador de Santa Catarina;
  • Jackson Barreto de Lima (PMDB), governador de Sergipe;
  • Tião Viana (PT), governador do Acre;
  • Reinaldo Azambuja (PSDB), governador do Mato Grosso do Sul;
  • Marcelo Miranda (PMDB), governador de Tocantins;
  • Simão Jatene (PSDB), governador do Pará
  • Carlos Brandão (PSDB), vice-governador do Maranhão;
  • Raul Henry (PMDB), vice-governador de Pernambuco;
  • César Colnago (PSDB), vice-governador do Espírito Santo;
  • Paulo César Quartiero, vice-governador de Roraima.

MINISTROS E PARLAMENTARES

  • Eunício Oliveira (PMDB), presidente do Senado;
  • Eliseu Padilha (PMDB), ministro da Casa Civil;
  • Henrique Meirelles, ministro da Fazenda;
  • Dyogo Oliveira, ministro do Planejamento;
  • Antonio Imbassahy, ministro da Secretaria de Governo;
  • Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Senado.

BANCOS PÚBLICOS

  • Paulo Rabello, presidente do BNDES;
  • Gilberto Occhi, presidente da Caixa;
  • Gustavo do Vale, vice-presidente de Tecnologia do Banco do Brasil.

DEMAIS PRESENTES

  • Ana Paula Vescovi, secretária do Tesouro Nacional.

Câmara Legislativa lança o Prêmio Carlos Chagas de Jornalismo

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Para celebrar o Dia Nacional da Liberdade de Imprensa – 7 de junho -, a Câmara Legislativa realizou na manhã desta terça-feira (13) sessão solene no plenário da Casa, com a presença de parlamentares, representantes de classe, profissionais da Imprensa e autoridades.

A iniciativa da sessão partiu do deputado Raimundo Ribeiro (PPS), que aproveitou a ocasião para assinar projeto de resolução de sua autoria que institui o Prêmio Jornalista Carlos Chagas da Câmara Legislativa”.

Ao abrir a sessão, Ribeiro ressaltou que a história da Câmara se confunde com a própria liberdade de imprensa, pois o Distrito Federal, até 1986, não possuía representação política, nem liberdade de expressão. Destacou que a liberdade de imprensa é um dos pilares do estado democrático de direito, pois sem ela não há democracia. “Esse direito é um bem da sociedade conquistado com muito esforço e, até mesmo, custando vidas. A defesa dele contribui muito para o fortalecimento das instituições democráticas no Brasil”, destacou.

Em nome da família do jornalista Carlos Chagas, a filha dele, Cláudia Chagas, que é promotora de Justiça do MPDFT, agradeceu a homenagem da Câmara Legislativa. Lembrou que a liberdade de imprensa foi o lema da vida de Chagas, falecido há pouco mais de um mês.

“Resistir era a palavra de ordem do meu pai, que sofreu na pele a censura e desde cedo aprendeu a cultuar a liberdade de expressão e a zelar pela divergência de ideias. A homenagem sob a forma de prêmio, nos fará lembrar sempre dele e de sua luta em prol do jornalismo brasileiro”, acrescentou.

Diálogo

O presidente da Câmara Legislativa, deputado Joe Valle (PDT), ressaltou a importância da liberdade de imprensa para o fortalecimento da democracia. Afirmou que a Casa está sempre aberta ao diálogo com os representantes da área de comunicação, uma vez que é dever do legislativo colocar à disposição da população todas as informações sobre o processo legislativo e as atividades dos distritais.

Anunciou que a Câmara em breve terá de volta a sua TV legislativa e prometeu que a reforma no plenário da Casa finalmente sairá do papel. O objetivo das mudanças é exatamente ampliar o espaço para os profissionais da imprensa que fazem a cobertura das atividades legislativas.

O deputado Bispo Renato Andrade (PR) observou que a liberdade de imprensa tem um limite que é a verdade. Por isso, segundo ele, os profissionais que lidam com a informação devem agir com responsabilidade e ter sempre o cuidado de apurar a verdade dos fatos antes da publicação de notícias.

O subsecretário de Movimentos Sociais e Participação Popular do DF, Acilino Ribeiro, lembrou o processo de redemocratização do Brasil que se consolidou com o fim do regime militar e a conquista da liberdade de imprensa. Para ele a luta dos profissionais da comunicação deve-se voltar atualmente para o combate à autocensura, que limita a liberdade de imprensa, tido por ele como “oxigênio da democracia”.

O presidente do Instituto Fecomércio, Adelmir Santana, observou que o avanço tecnológico e a vulgarização dos meios de comunicação ampliaram tanto a liberdade de imprensa quanto a capacidade de destruição da reputação das pessoas. Recomendou aos profissionais da comunicação que busquem agir com ética, além de ter muito cuidado quanto à replicação de notícias, que antes devem passar pela apuração detalhada dos fatos.

O representante da Associação Brasiliense dos Blogueiros de Política (ABBP), Toni Duarte, afirmou que, embora a categoria venha ocupando espaço e desenvolvendo um importante trabalho de divulgação dos fatos que trazem reflexo no cenário político do DF, os blogueiros não contam com o devido respeito e apoio do poder público local.

O jornalista Geraldo Naves, ex-deputado distrital, ressaltou que não existe liberdade de imprensa no Brasil, uma vez que a censura que emana dos detentores do poder econômico ainda impera nos meios de comunicação.

A importância da celebração do Dia Nacional da Liberdade de Imprensa também foi destacada durante a sessão solene por vários profissionais, representantes de classe e autoridades, entre eles: o Defensor Público-Geral do DF, Ricardo Batista Sousa, a secretária-geral da Comissão de Direitos Humanos da OAB/DF, Elaine Mazzaro, o superintendente do Arquivo Público do DF, Jomar Nickerson de Almeida, o diretor da TV Brasília, Marcos Pires, o cientista político e doutor em Sociologia pela UnB, Antônio Flávio Testa, o radialista Luciano Lima, o jornalista Walter Almeida, o representante da Associação dos Veículos de Comunicação Comunitária do DF e Entorno, Edvaldo Brito, e o publicitário e jornalista Carlos Pontes.

Aprovado Projeto de Lei que institui o Código Penitenciário do Distrito Federal

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A Câmara Legislativa aprovou, na tarde desta terça-feira (13), o Projeto de Lei n° 308/2015, que institui o Código Penitenciário do Distrito Federal. A proposta é de autoria dos deputados Raimundo Ribeiro (PPS) e Rodrigo Delmasso (Podemos), e tem como objetivo fixar os princípios e as normas que norteiam a execução das penas e das medidas de segurança que serão cumpridas no Sistema Prisional do DF.

“ Este projeto trará mudanças e uma grande contribuição para o Sistema Prisional. Agora, a capital federal possuirá uma legislação própria sobre o tema, graças ao esforço conjunto entre o Legislativo, Judiciário, defensoria publica, executivo, Ministério Público, servidores e parentes dos internos”, destacou Ribeiro.

Simplificar para reduzir a ilegalidade e crescer a economia do DF

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Entrevista Márcio Faria Jr. subsecretário de Relação com o Setor Produtivo

 

Por André Giusti

O secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável (SEDES), Valdir Oliveira, aposta na formalização como caminho para gerar empregos. O que a SEDES está fazendo para que o empreendedor se formalize?

Várias ações estão sendo executadas em parceria com outras instituições públicas, privadas e de fomento ao empreendedorismo. A execução de projetos como o Simplifica PJ, Regularização e Licenciamento de Empresas (RLE), Compras Governamentais com o Projeto Pequenos Reparos estão em pleno desenvolvimento nesse sentido. As ações estão previstas e contam com o apoio do Programa Rede Simples (Previsto no Acordo de Cooperação firmado entre SEDES/DF e SEBRAE/DF).

Outra ação de grande relevância é a promoção, junto aos empreendedores novos e informais, de atividades voltadas à capacitação, consultorias e atendimentos que objetivam, principalmente, a promoção de esclarecimentos quanto aos benefícios da formalização. Nesse contexto, estamos trabalhando na reestruturação de uma sala denominada “Sala do Empreendedor”, junto às Administrações das Regiões Administrativas (RA’s), que deveriam funcionar como um “braço da SEDES/DF” para atendimento à população, em especial, ao empresário.

Estamos também contribuindo, na busca de apoio e parcerias, para a reestruturação dos espaços, capacitação das equipes das Administrações e demais procedimentos necessários para que possamos desenvolver um trabalho articulado, simplificado e on line. O trabalho da nossa Secretaria é realizado de forma integrada, articulada e com vistas à melhoria do ambiente empreendedor e de promoção do desenvolvimento econômico, social e sustentável do Distrito Federal. Isso irá propiciar um futuro mais próspero, com maiores chances de sucesso para as empresas aqui sediadas, gerando bem estar econômico e social para toda sociedade.

 

A queixa dos empreendedores contra burocracia é grande. O que está sendo feito para que o empreendedor encontre mais facilidade para se formalizar?

Hoje, o Sistema de Licenciamento e Registro de Empresas (RLE) está sendo atualizado com o desenvolvimento de um novo módulo, visando um maior atendimento com mais agilidade e maior integração dos processos junto aos órgãos licenciadores.

 

Os mutirões, a exemplo do que ocorrerá em julho, em Brazlândia, são uma boa chance de se formalizar?

Sim. O “Mutirão da Simplificação” é uma ação integrada com outras instituições do Governo do Distrito Federal (Administrações Regionais) e outros órgãos responsáveis pelo registro, abertura e licenciamento de empresas. Contamos, também, com ações específicas de outras entidades do DF como Embrapa, Emater e Sebrae. Todos com a missão de esclarecer, orientar, simplificar e regularizar os empreendimentos para abertura de novos negócios.

 

Regularizar tudo em só local, sem precisar correr de um lado para outro, pode se tornar realidade no DF?

Claro que sim, com a implementação do SIMPLIFICA PJ.  O objetivo é simplificar, desburocratizar o atendimento às empresas, fomentar o empreendedorismo visando melhorar o ambiente de negócio no DF. O atendimento será realizado em uma central, que reunirá, em um só local, os órgãos responsáveis pela abertura, registro, licenciamento e baixa de empresas, bem como demais procedimentos e orientações para o desenvolvimento de novos negócios no Distrito Federal.

 

Como o empreendedor pode utilizar o RLE?

O RLE é um sistema on line (ambiente digital), de fácil interação com o usuário e que permite a circulação de informações e não de pessoas. O RLE é um grande avanço para a desburocratização dos processos. Cabe destacar que o empreendedor poderá esclarecer suas dúvidas junto a equipe do RLE da Subsecretaria de Relação com o Setor Produtivo (SURESP/SEDES/DF) ou por meio eletrônico. (www.rle.empresasimples.gov.br)

 

Ações integradas, como a que aconteceu na Orla JK, semana passada, acontecerão em todo o DF ou apenas na beira do Lago?

Com certeza em todos os locais onde houver reclamações ou denúncias. As ações realizadas na Orla JK para identificação, orientação e capacitação do empreendedor informal com vistas à regularização de sua atividade de negócio, da mesma forma que foram realizadas também no Setor de Autarquias Norte, serão estendidas para todo o DF. Esses locais foram atendidos num primeiro momento por parte dessa Secretaria, por termos recebido demandas do setor produtivo.

 

O que vai acontecer com quem não se formalizar?

Os empreendedores informais perderão os benefícios previstos em lei, ficando impossibilitados, por falta de cadastro no registo nacional para emissão de nota fiscal (CNPJ), de abrirem conta bancária em nome da empresa ou do microempreendedor individual. A condição formal possibilita a obtenção de empréstimos e incentivos de fomento, representa aumento no volume de vendas e permite acesso aos novos mercados por estarem aptos para atender às compras públicas e de outras empresas privadas. Além disso, outro ganho para quem se formaliza é a fidelização de novos clientes por estarem aptos a oferecer garantias do serviço ou produto comercializado e ainda terem benefícios junto à Previdência Social, como aposentadorias, Salário Maternidade, Auxílio Doença e benefícios para família, como Pensão por Morte e Auxílio Reclusão. Lembrando que a formalização é gratuita, isenta de qualquer tarifa ou taxa e pode ser efetuada a qualquer momento por meio do Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br). Os empreendedores e interessados podem obter informações junto à equipe do SEBRAE e na nossa Subsecretaria (SURESP/SEDES/DF).

 

Você pode explicar como vai funcionar o Projeto Pequenos Reparos?

O Projeto Pequenos Reparos (Compras Governamentais) possui por objetivo facilitar o acesso aos microempreendedores individuais, de forma simplificada, facilitada e favorecida para prestação de serviços de pequenos reparos em Escolas Públicas na Região Administrativas de São Sebastião. Para isso, o microempreendedor individual deve estar devidamente regularizado e com seus compromissos fiscais em dia para ser credenciado. Assim, eles estarão aptos para as futuras prestações de serviços que vierem a ser demandadas pela Secretaria de Educação. O credenciamento é gratuito, realizado pela equipe de execução do Projeto Pequenos Reparos, na SURESP/SEDES/DF, e visa o atendimento das seguintes categorias: eletricista, bombeiro hidráulico, pintor, serralheiro, chaveiro, técnico em informática, técnico em eletroeletrônico, jardineiro, pedreiro e marceneiro. Outra informação importante é que uma pesquisa de preços é realizada pela equipe, visando subsidiar o credenciamento.

 

Como garantir a lisura desse projeto, ou seja, assegurar que uma pessoa da comunidade não seja preterida por outra? Quais são os critérios técnicos na escolha do profissional? 

Todos os microempreendedores individuais (MEI´s) que forem credenciados junto a SURESP/SEDES/DF, conforme Edital de Chamamento Público nº 02/2016, estarão distribuídos de acordo com sua atuação nas categorias previstas. Eles participaram de um sorteio (Aberto aos representantes dos MEI´s que se disponibilizaram a testemunhar o sorteio) para definir a ordem de classificação, por categoria, visando compor o banco de dados de técnicos para futuras contratações. Os MEI´s serão, futuramente, chamados pela Secretaria da Educação para contratações de serviços de pequenos reparos obedecendo a ordem de classificação definida pelo sorteio e publicada no DODF.

Intolerância e o ódio do PT da imprensa livre gera agressão a jornalista Miriam Leitão

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A jornalista Miriam Leitão foi agredida dentro de avião por dirigentes do PT. O ódio do partido pela imprensa livre gerou a agressão contra a jornalista. O ex-presidente Lula destila ódio, ataca a imprensa todos os dias em seus discursos e insufla militantes petistas a agredir profissionais da área de comunicação. Miriam Leitão é mais uma vítima do ódio e da intolerância do PT. Além de ser agressão a uma mulher.

Veja o relato da própria jornalista:

Sofri um ataque de violência verbal por parte de delegados do PT dentro de um voo. Foram duas horas de gritos, xingamentos, palavras de ordem contra mim e contra a TV Globo. Não eram jovens militantes, eram homens e mulheres representantes partidários. Alguns já em seus cinquenta anos. Fui ameaçada, tive meu nome achincalhado e fui acusada de ter defendido posições que não defendo.

Sábado, 3 de junho, o voo 6237 da Avianca, das 19h05, de Brasília para o Santos Dumont, estava no horário. O Congresso do PT em Brasília havia acabado naquela tarde e por isso eles estavam ainda vestidos com camisetas do encontro. Eu tinha ido a Brasília gravar o programa da Globonews.

Antes de chegar ao portão, fui comprar água e ouvi gritos do outro lado. Olhei instintivamente e vi que um grupo me dirigia ofensas. O barulho parou em seguida, e achei que embarcariam em outro voo.

Fui uma das primeiras a entrar no avião e me sentei na 15C. Logo depois eles entraram e começaram as hostilidades antes mesmo de sentarem. Por coincidência, estavam todos, talvez uns 20, em cadeiras próximas de mim. Alguns à minha frente, outros do lado, outros atrás. Alguns mais silenciosos me dirigiram olhares de ódio ou risos debochados, outros lançavam ofensas.

— Terrorista, terrorista — gritaram alguns.

Pensei na ironia. Foi “terrorista” a palavra com que fui recebida em um quartel do Exército, aos 19 anos, durante minha prisão na ditadura. Tantas décadas depois, em plena democracia, a mesma palavra era lançada contra mim.

Uma comissária, a única mulher na tripulação, veio, abaixou-se e falou:

— O comandante te convida a sentar na frente.

— Diga ao comandante que eu comprei a 15C e é aqui que eu vou ficar — respondi.

O avião já estava atrasado àquela altura. Os gritos, slogans, cantorias continuavam, diante de uma tripulação inerte, que nada fazia para restabelecer a ordem a bordo em respeito aos passageiros. Os petistas pareciam estar numa manifestação. Minutos depois, a aeromoça voltou:

— A Polícia Federal está mandando você ir para frente. Disse que se a senhora não for o avião não sai.

— Diga à Polícia Federal que enfrentei a ditadura. Não tenho medo. De nada.

Não vi ninguém da Polícia Federal. Se esteve lá, ficou na porta do avião e não andou pelo corredor, não chegou até a minha cadeira.

Durante todo o voo, os delegados do PT me ofenderam, mostrando uma visão totalmente distorcida do meu trabalho. Certamente não o acompanham. Não sou inimiga do partido, não torci pela crise, alertei que ela ocorreria pelos erros que estavam sendo cometidos. Quando os governos do PT acertaram, fiz avaliações positivas e há vários registros disso.

Durante o voo foram muitas as ofensas, e, nos momentos de maior tensão, alguns levantavam o celular esperando a reação que eu não tive. Houve um gesto de tão baixo nível que prefiro nem relatar aqui. Calculavam que eu perderia o autocontrole. Não filmei porque isso seria visto como provocação. Permaneci em silêncio. Alguns, ao andarem no corredor, empurravam minha cadeira, entre outras grosserias. Ameaçaram atacar fisicamente a emissora, mostrando desconhecimento histórico mínimo: “quando eles mataram Getúlio o povo foi lá e quebrou a Globo”, berrou um deles. Ela foi fundada onze anos depois do suicídio de Vargas.

O piloto nada disse ou fez para restabelecer a paz a bordo. Nem mesmo um pedido de silêncio pelo serviço de som. Ele é a autoridade dentro do avião, mas não a exerceu. A viagem transcorreu em clima de comício, e, em meio a refrões, pousamos no Santos Dumont. A Avianca não me deu — nem aos demais passageiros — qualquer explicação sobre sua inusitada leniência e flagrante desrespeito às regras de segurança em voo. Alguns dos delegados do PT estavam bem exaltados. Quando me levantei, um deles, no corredor, me apontou o dedo xingando em altos brados. Passei entre eles no saguão do aeroporto debaixo do coro ofensivo.

Não acho que o PT é isso, mas repito que os protagonistas desse ataque de ódio eram profissionais do partido. Lula citou, mais de uma vez, meu nome em comícios ou reuniões partidárias. Como fez nesse último fim de semana. É um erro. Não devo ser alvo do partido, nem do seu líder. Sou apenas uma jornalista e continuarei fazendo meu trabalho.

Campus Party será aberta nesta quarta e terá mais de 250 horas de conteúdo

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Centro de Convenções Ulysses Guimarães abrigará 4 mil campuseiros de 14 a 18 de junho. De quinta (15) a sábado (17), haverá atrações gratuitas na Área Open

As 3,8 mil barracas que abrigarão os 4 mil inscritos na Campus Party Brasília — 200 delas duplas — estão em fase de montagem no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. O espaço sediará o evento, do qual o governo de Brasília é correalizador, de 14 a 18 de junho.

Em seguida, o CEO e cofundador da Campus Party, Paco Ragageles, iniciará a maratona de conteúdo. No palco principal, ele falará sobre Um Mundo sem Trabalho, onde os robôs substituirão os humanos nos postos de trabalho. A programação do evento está no portal da organização. Segundo a organização, a estrutura será finalizada nesta terça-feira (13), véspera da edição inédita de Brasília. A cerimônia de abertura está agendada para quarta (14), às 20 horas.

A edição inédita de Brasília contará com mais de 250 horas de conteúdo, e os palestrantes se dividirão em quatro palcos: no principal, no de criatividade e entretenimento, no de inovação e no de ciência.

Campeonato de drones, com pilotos profissionais, e torneio de hóquei com robôs são algumas atrações gratuitas da Área Open da Campus Party

Para quem não comprou ingresso, haverá a Área Open, que é gratuita. Em 15 e 16 junho, ela abrirá das 10 às 21 horas, e os visitantes poderão permanecer até as 22 horas. No dia 17, o horário de funcionamento será das 10 às 18 horas, com circulação permitida até as 19 horas.

Além de palestras e oficinas, o local recepcionará a Campus Future, com exposição de projetos acadêmicos inovadores, e o programa Startup & Makers — para a edição brasiliense, 50 startups foram selecionadas.

Estarão ainda entre as atrações no espaço gratuito simuladores de diferentes modelos. Eles serão expostos durante todo o horário em que funcionar a Área Open.

No local, será disputada também a etapa Brasília do Campeonato Brasileiro de Drones, com pilotos profissionais. Os visitantes que tiverem noção de pilotagem de drones poderão testar as habilidades durantes os intervalos da competição. Outra disputa será o torneio de hóquei com robôs. Os horários desses eventos, porém, ainda não estão confirmados.

Tema da Campus Party Brasília: Cidades Inteligentes

Debatendo o tema da edição, ocorrerá na Área Open, em 15 de junho, o Fórum Cidades Inteligentes e Humanas. Em quatro painéis, representantes das três esferas do governo (federal, estadual ou distrital e municipal), especialistas e autoridades no assunto debaterão soluções para melhorar a qualidade de vida nas grandes cidades.

Em quatro painéis, autoridades de todas as esferas de governo e especialistas debaterão soluções para melhorar qualidade de vida nas cidades

O terceiro deles, às 14h30, tratará do papel do Biotic – Parque Tecnológico na formação de um ecossistema de inovação na cidade e seu alinhamento com a política de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal.

Entre os hackathons (espécie de maratona de programação), que serão disputados na Campus Party, está o Inova Brasília, organizado pelo governo local. O foco da disputa será a busca de melhorias no atendimento ao cidadão em três áreas: segurança pública, educação e mobilidade.

Podem se inscrever pessoas físicas com idade igual ou superior a 18 anos e que estejam devidamente registradas no evento. As inscrições vão até 15 de junho, por meio do preenchimento do formulário eletrônico.

Retirada antecipada de credencial

Os campuseiros que compraram ingressos poderão pegar as credenciais com antecedência. O posto para atendimento, no local do evento, já está aberto e funcionará — até esta terça (13) — das 10 às 18 horas. Nos dias da Campus, o funcionamento será 24 horas.

Para retirada, é preciso apresentar apenas um documento oficial com foto. Como a compra é feita on-line com o preenchimento de um formulário, a organização já tem as informações, e não há necessidade de imprimir comprovante.

A Campus Party Brasília

Esta é a primeira vez que Brasília sedia a Campus Party. A ideia de trazer o evento, do qual o governo de Brasília é um dos organizadores, é fortalecer o ambiente local de inovação e tecnologia. No ano passado, a capital do País já recebeu uma Campus Day.

A experiência da Campus Party surgiu em 1997 na Espanha. Desde então, já percorreu países como Alemanha, Colômbia, Equador, El Salvador, Inglaterra e México. Chegou ao Brasil em 2008 e já teve edições em São Paulo (SP), no Recife (PE) e em Belo Horizonte (MG).

Para 2017, além de Brasília, estão previstos eventos em Salvador (BA), em agosto, e em Pato Branco (PR), em outubro.


Campus Party Brasília

De 14 a 18 de junho (quarta-feira a domingo)

No Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Mais informações no site oficial

Open Campus

15 e 16 de junho (quinta e sexta-feira)

Das 10 às 21 horas

17 de junho (sábado)

Das 10 às 18 horas

No Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Mais informações no site da Campus Party

Rollemberg e Fiocruz firmam parceria para melhorar gestão pública no DF

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Governo assinou dois documentos: um para a construção de uma sala de controle com dados da Saúde e outro para pesquisas sobre políticas públicas em diversas áreas

O governo de Brasília e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) fecharam, na manhã desta terça-feira (13), duas parcerias para melhoria da gestão pública do Distrito Federal. As assinaturas ocorreram no Palácio do Buriti.

O outro documento é um protocolo de intenções para fins de pesquisa de interesse mútuo sobre políticas públicas nas áreas de saúde, educação, trabalho e relações de raça e gênero. Na prática, a fundação estudará a base de dados de todas as pastas do governo para análise das informações.Entre as iniciativas está o convênio com a Secretaria de Saúde para o aperfeiçoamento da regulação dos serviços oferecidos pela rede pública e para a construção de uma sala de controle, com dados do setor.

Para o governador Rodrigo Rollemberg, que assinou o protocolo ao lado da presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, a iniciativa possibilitará a criação de políticas públicas mais eficientes. “Isso permitirá uma melhor organização da rede pública.”

A Fundação Oswaldo Cruz é uma instituição pública vinculada ao Ministério da Saúde, com a missão de produzir e compartilhar conhecimentos e tecnologias para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a promoção de saúde e qualidade de vida, com a redução das desigualdades sociais no Brasil.

Moro condena ex-governador Sérgio Cabral a 14 anos e 2 meses de prisão

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O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral foi condenado nesta terça-feira (13) a 14 anos e 2 meses de prisão pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba. A sentença foi proferida pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro (12 vezes) em processo a que ele responde no âmbito da Operação Lava Jato.

“O crime insere-se em um contexto mais amplo, revelado nestes mesmos autos, da cobrança sistemática pelo ex-governador e seu grupo de um percentual de propina incidente sobre toda obra pública no Estado do Rio de Janeiro”, diz Moro na sentença. Além da pena de reclusão, cabral deve pagar uma multa de cerca de R$ 528 mil.

O juiz determinou, ainda, que Cabral terá de responder preso caso decida recorrer da decisão em primeira instância. A progressão de regime, segundo o despacho, só deve acontecer após a devolução das vantagens indevidas recebidas.

“A responsabilidade de um Governador de Estado é enorme e, por conseguinte, também a sua culpabilidade quando pratica crimes. Não pode haver ofensa mais grave do que a daquele que trai o mandato e a sagrada confiança que o povo nele deposita para obter ganho próprio”, escreveu Moro na sentença.

Outros réus

Também foram condenados o então secretário do governo Cabral Wilson Carlos Carvalho e o sócio do ex-governador Carlos Emanuel Miranda. Moro absolveu a esposa de Cabral, Adriana Ancelmo, por falta de provas de autoria e participação nos crimes. Mônica Carvalho, esposa de Wilson Carlos, foi absolvida pela mesma razão.

Wilson Carlos foi sentenciado a 10 anos e 8 meses por corrupção passiva e dois crimes de lavagem de dinheiro. Carlos Miranda, por sua vez, foi condenado a 12 anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro (quatro vezes).

Os ex-diretores da Andrade Gutierrez Clóvis Peixoto e Rogério Nora também são réus nesta ação penal. No entanto, ambos firmaram acordo de colaboração premiada com o Ministério Público Federal (MPF) que, por sua vez, pediu a suspensão do processo contra eles.