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Campus Party, a festa da tecnologia, começa oficialmente em Brasília

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Cerimônia foi conduzida pelo presidente do instituto, Francesco Farruggia, com a participação do governador Rodrigo Rollemberg, na noite desta quarta-feira (14)

A Campus Party Brasília foi oficialmente aberta na noite desta quarta-feira (14). Ao lado do presidente do instituto que promove o evento, Francesco Farruggia, o governador Rodrigo Rollemberg puxou a contagem regressiva para a maratona de mais de 250 horas de conteúdo.

Rollemberg deu as boas-vindas aos campuseiros. “A Campus Party é uma grande oportunidade de interação entre jovens do Brasil todo e de outras partes do mundo, dentro do que há de mais desafiador, do ponto de vista tecnológico”, observou.

Farruggia agradeceu o apoio para trazer o evento pela primeira vez à cidade. “Nunca vimos um governador que se interessasse tanto. Até as duchas ele veio checar para saber que estava tudo bem”, descontraiu. O governo de Brasília é correalizador da iniciativa.

Segundo ele, o evento fortalece uma vocação de Brasília de ser um importante centro de inovação tecnológica e empreendedorismo. Com a inciativa, busca-se construir uma cidade com serviços públicos mais modernos e de melhor qualidade. “Ao mesmo tempo, buscamos incentivar os nossos jovens a buscarem as profissões do futuro, do conhecimento, vinculadas à informação”, enfatizou.

“Busca-se construir uma cidade com serviços públicos mais modernos e de melhor qualidade. Ao mesmo tempo, incentivamos nossos jovens a buscarem as profissões do futuro, do conhecimento, vinculadas à informação”Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília

O governador anunciou que quer promover novas edições do evento nos próximos anos e se disse muito feliz com a iniciativa. “Quando estive na edição de São Paulo, vi que era a cara de Brasília. Um ambiente inovador. Aproveitem muito esses dias, e tenham consciência de que o lugar melhor do mundo é aqui e agora.”

Em seguida, o CEO e cofundador do evento tecnológico, Paco Ragageles, deu início à maratona de mais de 250 horas de conteúdo inovador, estreando o palco principal. Na primeira palestra da edição, ele debateu o futuro do mundo de trabalho com a presença de robôs.

A Campus Party Brasília segue até domingo (18). Os palestrantes se dividirão em quatro palcos: no principal, no de criatividade e entretenimento, no de inovação e no de ciência.

Além disso, haverá a Open Campus, gratuita. Em 15 e 16 junho, ela abrirá das 10 às 21 horas, e os visitantes poderão permanecer até as 22 horas. No dia 17, o horário de funcionamento será das 10 às 18 horas, com circulação até as 19 horas.

Mais de 40 mil pessoas são esperadas na Campus Party até domingo (18).
Mais de 40 mil pessoas são esperadas na Campus Party até domingo (18). Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília

Nesse espaço, haverá disputa de hackathons, simuladores, workshops, campeonato de drones e hóquei com robôs, entre outras atrações.

Entre os representantes do governo local presentes, estava o secretário adjunto do Trabalho, Thiago Jarjour, que ajudou a trazer o evento para Brasília.

Ele destacou a atuação do governo na área de empreendedorismo. “Foi um ano e sete meses de trabalho para fazer isso acontecer. A Campus é feita por vocês, e Brasília vai mostrar que tem ecossistema de inovação, empreendedorismo”, afirmou.

Cidades Inteligentes

Para debater o tema da edição, ocorrerá na Open Campus, nesta quinta (15), o Fórum Cidades Inteligentes e Humanas. Em quatro painéis, representantes das três esferas do governo (federal, estadual ou distrital e municipal), especialistas e autoridades no assunto debaterão soluções para melhorar a qualidade de vida nas cidades.

O terceiro painel, às 14h30, tratará do papel do Biotic – Parque Tecnológico na formação de um ecossistema de inovação na cidade e seu alinhamento com a política de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal.

Entre os hackathons (espécie de maratona de programação), que serão disputados na Campus Party, está o Inova Brasília, organizado pelo governo local. O foco da disputa será a busca de melhorias no atendimento ao cidadão em três áreas: segurança pública, educação e mobilidade.

O governador explicou que a ideia é criar um novo tipo de ativismo. “É o hackativismo. Ou seja: fazer com que os hackers possam utilizar sua criatividade, inventividade e capacidade, para construir alternativas de vida melhor para a população de Brasília e do Brasil.”

Fachin nega pedido da defesa de Lula para suspender processo do triplex

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O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quarta-feira  (14) um pedido para suspender a tramitação da ação penal na qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é réu na 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba, comandada pelo juiz Sérgio Moro. O processo trata do triplex em Guarujá, litoral de São Paulo.

Na ação, a defesa de Lula pediu a suspensão do processo até que tenha acesso às negociações do acordo de delação premiada dos executivos da empreiteira OAS Léo Pinheiro e José Aldelmário.

Ao rejeitar a suspensão, Fachin entendeu que não há motivos legais para interromper a tramitação do processo. “Num juízo de cognição sumária, próprio desta fase processual, não depreendo ilegalidade flagrante na decisão atacada a justificar a concessão da liminar.”

Nessa ação, uma das três contra o ex-presidente no âmbito da Lava Jato, Lula é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de receber vantagens indevidas da empreiteira OAS por meio das reformas de um apartamento triplex em Guarujá. Em depoimento prestado no mês passado ao juiz Sérgio Moro, Lula disse que não é dono do imóvel e que nunca manifestou intenção de adquirir o apartamento.

Termina amanhã o prazo para renovação de contratos do Fies

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Os alunos que quiserem renovar seu contrato do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referente ao primeiro semestre deste ano têm até amanhã (16) para validar as informações no Sistema Informatizado do Fies (SisFies). O prazo começou em janeiro e foi prorrogado para garantir que os estudantes concluíssem o processo.

A renovação do Fies é feita a cada seis meses, e o pedido de aditamento é apresentado inicialmente pelas faculdades. Em seguida, os estudantes devem validar as informações inseridas pelas instituições no Sistema Informatizado do Fies (SisFies).

A renovação pode ser feita em dois modelos: o simplificado e o não simplificado. No primeiro, não há necessidade de alterar nenhuma informação inicial, bastando apenas a validação no SisFies. Já no modelo não simplificado, quando há alteração nas cláusulas do contrato firmado, como mudança de fiador, o estudante precisa levar a documentação comprobatória ao banco para finalizar a renovação.

O financiamento é destinado a alunos matriculados em instituições privadas de ensino superior. Segundo o Ministério da Educação, atualmente, mais de 2 milhões de jovens e adultos que não têm condições de pagar a faculdade são beneficiados pelo programa, que oferece uma taxa de juros efetiva de 6,5% ao ano.

BRBCARD deve renovar contrato de patrocínio com time de basquete de Brasília

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“A BRBCARD tem todo interesse em dar continuidade a esta parceria com o time de basquete de Brasília, que representa a nossa cidade com tanta excelência”, destacou o diretor-presidente da BRBCARD, Ralil Nassif Salomão.

O time de basquete de Brasília é patrocinado pela BRBCARD há dois anos e foi, pelo Banco de Brasília (BRB), durante uma década. A equipe conta em seu elenco com atletas de grande reconhecimento nacional e internacional.

“A BRBCARD tem todo interesse em dar continuidade a esta parceria com o time de basquete de Brasília, que representa a nossa cidade com tanta excelência. A companhia vê uma equipe que tem a cara de Brasília, jogadores de garra e vencedores, que elevam constantemente e positivamente a imagem da cidade”, reforçou o diretor-presidente da BRBCARD, Ralil Nassif Salomão.

O atual contrato de patrocínio da BRBCARD com o basquete de Brasília encerra em 31 de julho. Porém, entendemos que diante do sucesso, conquistas e representatividade expostas pelo time, a renovação desta parceira seria bastante assertiva.

A equipe trouxe importantes títulos nacionais e internacionais. Entre as conquistas estão: campeonato da Liga Sul-Americana de Basquete em 2010/2013/2015 e o campeonato brasileiro de basquete em 2011/2012.

Além disso, nas últimas partidas a torcida do basquete de Brasília demonstrou-se fiel, batendo recorde de público nas competições. Isso reforça a qualidade, o respeito e carinho dos brasilienses com o basquete local.

A parceria entre BRBCARD e o time de basquete de Brasília mostrou-se vitoriosa durante todo o tempo. Uma história de triunfos e glórias entre o esporte e esta companhia genuinamente brasiliense.

Opinião | A política não é feita por lobos solitários nem pelo cada-um-por-si

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Por Ricardo Callado

No cenário local, nesse momento, inexistem grupos políticos. O que há são classificações por tendências ideológicas. Cada político é uma ilha. E nenhum deles ainda não conseguiu agregar. Conversas existem e os flertes para formação de grupo são constantes.

O arquipélago da esquerda está dividido em quatro ilhas.

A principal delas é o governador Rodrigo Rollemberg, do PSB. A reeleição e a formação de uma bancada parlamentar genuína são os desafios. A rejeição atrapalha os dois projetos. Há muito a ser feito para rever esse quadro.

O presidente da Câmara Legislativa, deputado Joe Valle, é o nome do PDT. Pode ser uma surpresa na eleição. Tem que estancar a desconfiança. E isso se faz com ação, não com discurso. Só assim a dubiedade é superada.

PT tenta se organizar para chegar em 2018 com os danos da Lava Jato reduzidos. Mas, ainda se perde no discurso repetitivo de golpe. O enredo não pegou. Tem que achar algo mais convincente do que isso.

O partido titubeia entre ser governo ou oposição. Por mais que se esforce, a população ainda não entendeu a posição petista. Erika Kokay, Geraldo Magela, Wasny de Roure e Chico Vigilante são os nomes que podem disputar a majoritária. A prisão do ex-governador Agnelo Queiroz foi um duro golpe.

O Psol vem novamente fazer figuração, com Toninho e Maninha. Chico Sant’Anna vem ganhando espaço, mas a legenda necessita de renovação.

Ainda no campo da esquerda, Rede, PCdoB, PV continuarão como satélites.

Rede tem Chico Leite e Rômulo Neves como expoentes. Precisa ampliar seus quadros. O partido sempre é lembrado por sua atuação em tribunais superiores e conselhos parlamentares de ética. Precisa se aproximar da população.

O PV, do deputado Israel Batista, namora uma união com outros campos ideológicos que coloque a legenda em outro patamar.

E o PCdoB segue abraçado com o PT.

Quem não se reciclar e mantiver o ranço vai ficar para trás. A caduca política da esquerda ficou literalmente velha.

O presente da direita é de responder o passado para tentar sobreviver no futuro. São raros os políticos que não estão respondendo alguma ação na justiça.

Dos que se salvam estão o ex-deputado Jofran Frejat (PR) e o deputado Izalci Lucas (PSDB). Coincidentemente, são os dois mais bem colocados nas pesquisas no campo da direita.

Frejat seria hoje o melhor candidato para repetir a disputa de 2014 com Rollemberg. Mas a teoria é diferente da prática. Primeiro porque não deve haver apenas um candidato de oposição. E, segundo, Frejat precisa de um grupo que apoie o seu nome.

Izalci está na mesma. O parlamentar tucano vem cacifando o seu nome, mas só se viabiliza com apoio de outros políticos e partidos. Juntos seriam fortes. Separados expõem suas fraquezas.

Ainda na direita, um nome sempre cogitado é o do deputado Alberto Fraga (DEM). O fantasma da Secretaria de Transportes no governo Arruda ainda ronda sua candidatura. Vez ou outra surge alguma denúncia que o deputado precisa responder.

Outros dois nomes são comentados: Eliana Pedrosa (sem partido) e o suplente de deputado Alírio Neto (PTB).

Nos bastidores, fala-se do apoio de Eliana a Frejat. Respeitada por possuir uma boa articulação, a ex-deputada seria um bom nome ao governo ou ao Senado.

Alírio tem carta branca do seu partido para trabalhar a candidatura ao Buriti. Como está sem mandato, só em colocar o seu nome já ganha visibilidade. O bom uso das redes sociais que vem fazendo, ajuda muito, mas peca na animosidade quando parte para a desconstrução de possíveis aliados.

A direita sofreu importantes baixas com a prisão do ex-governador José Roberto Arruda (PR) e do ex-vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB). Todos sabiam que Arruda não seria candidato. Estava impedido. Já Filippelli trabalhava fortemente para ser o principal candidato de oposição.

A prisão e a investigação de irregularidades na construção do Estádio Mané Garrincha e outras obras o tirou do páreo ao Buriti. Mas, deve ser bastante atuante nos bastidores.

E, para não ficar no esquecimento, o rorizismo ainda tem bastante voto, mas não possui candidatos. Filippelli buscava ser o herdeiro desse eleitorado.

No centro político, os principais nomes são de Cristovam Buarque (PPS), Rogério Rosso (PSD) e Valmir Campelo (PPS).

Cristovam é candidato ao terceiro mandato de senador. Seu nome sempre é lembrado para uma disputa no cenário nacional, seja a presidente ou a vice. Se isso acontecer, Valmir Campelo teria mais facilidade de articular uma candidatura ao GDF.

Os dois são do mesmo partido, e não faz sentido duas candidaturas majoritárias. Faltaria espaço para aliados. Campelo é experiente ao mesmo tempo que surge como o novo. Sozinho não vai a lugar algum.

O deputado federal Rogério Rosso chegou a disputar a presidência da Câmara dos Deputados, o que tecnicamente o colocaria como primeiro nome da linha sucessória da Presidência da República. Ex-governador do DF, tem um bom discurso, faz o tipo boa praça e trabalha nos bastidores a vôos mais altos. A mesma operação que prendeu Arruda, Agnelo e Filippelli colocou o nome de Rosso em xeque. Diferente dos três, tem foro privilegiado e os danos foram menores. Mas a delação da Andrade Gutierrez traz problemas a sua candidatura.

Dois nomes cogitados até pouco tempo perderam força. O ex-presidente da OAB-DF Ibaneis Rocha e o conselheiro do Tribunal de Contas do DF, Renato Rainha. Ambos saíram da bolsa de apostas.

A formação de grupos deve começar a acontecer no final do ano e até início de 2018. Até lá o que veremos é o cada-um-por-si. A fragmentação ajuda quem tiver uma estrutura mais organizada.

Foi assim que Rollemberg chegou ao Buriti. Em 2014, o que tínhamos no tabuleiro era a candidatura de um governador mal avaliado (Agnelo-PT), duas candidaturas de direita (Arruda/Frejat-PR e Pitiman-PSDB) e uma terceira via (Rollemberg-PSB).

Hoje, temos um governo mal avaliado, a direita fragmentada, o PT em decadência e muitos candidatos a terceira via.

Os dois cenários possuem semelhanças.

Administração de Plano Piloto abre as aulas da 3ª turma da Escola de Gestão Comunitária em 2017

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Mais de quatrocentos síndicos, lideranças comunitárias, zeladores e porteiros já participaram das capacitações em 2017

Começou na segunda-feira (12) o curso para síndicos, com o módulo especifico de engenharia e arquitetura para os síndicos de condomínios, pelo programa Escola de Gestão Comunitária, da Administração Regional do do Plano Piloto. Esta é a 3° turma da escola em 2017 e tem a participação de cerca de 150 síndicos de diversos pontos do DF.

O administrador do Plano Piloto, Marcos Pacco, afirmou que sente “imensa alegria com a confirmação do sucesso dos cursos para síndicos, zeladores, porteiros e lideranças comunitárias, numa parceria com instituições como o CREA, Sindicondomínio, Abrassp e figuras destacadas como a professora Landejaine Maccori, além de órgãos do Governo de Brasília”.

Com o objetivo de apoiar o trabalho de lideranças comunitárias, o Governo de Brasília, por meio da Administração Regional do Plano Piloto, criou a Escola de Gestão Comunitária, um espaço voltado para a promoção de cursos e palestras para zeladores, porteiros, síndicos, prefeitos de quadras e membros de associações de moradores.

Os cursos de capacitação profissional da Escola de Gestão Comunitária abordam temas diretamente relacionados ao dia a dia dos trabalhos das lideranças comunitárias. O curso para porteiros abrange estratégias de segurança, motivação e perfil profissional; o de síndico aborda gestão de condomínio, estratégias de negociação, motivação, contabilidade, direito, eventos, organização, engenharia; enquanto as aulas para zelador prestam informações que ajudam no planejamento da limpeza de edifícios, como os melhores horários e momentos, com metodologia específica.

Os outros cursos abrangem estratégias de segurança, motivação, regras de limpeza, estratégias de negociação, noções de contabilidade, direito, eventos, organização, engenharia, entre outros temas. Os horários das aulas vão de 19:30 às 22:30 e a carga horária varia de 7h/a à 80h/a.

Especialistas de organizações parceiras que ministram as aulas, referência em suas áreas de atuação. Incluem temas como legislação de condomínios, noções de contabilidade, mediação de conflitos, Brasília tombamento e regras para intervenção e a relação estado/sociedade civil no DF, engenharia dentre outros temas.

O professor Fernando Autran deu início à série de aulas da 3ª turma, no curso de regras de engenharia e arquitetura para síndico, o curso visa mostrar a importância da engenharia na manutenção da estrutura física do condomínio, pra trazer dessa forma, uma qualidade de vida melhor para todos.

Os participantes recebem um certificado, que é reconhecido pelo Ministério da Educação como curso livre. A formação tem duração de aproximadamente 4 semanas.

Segundo o administrador do Plano Piloto, Marcos Pacco, a Escola de Gestão Comunitária é uma ação importante e continuará inovando e oferecendo mais cursos no próximo semestre desse ano e em 2018. As inscrições, para as próximas turmas, serão feitas pelo site da administração, www.planopiloto.df.gov.br.

Está prevista a abertura para mais sete cursos, nas áreas de condomínios, empreendedorismo, eventos, administração do tempo, concurso e prè-enem.

ESCOLA DE GESTÃO COMUNITÁRIA

A escola foi criada pelo Governo de Brasília, na Administração Regional do Plano Piloto, com o intuito de apoiar o trabalho das lideranças comunitárias, por meio da capacitação profissional de porteiros, síndicos, empreendedores, lideranças, prefeitos de quadras e membros de associações de moradores. A primeira turma foi em abril de 2017.

Campus Party terá palestra com jornalista e youtuber Eldo Gomes

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A Campus Party é o maior evento da Internet e da inovação no mundo, com áreas como a Inovação, Criatividade, Ciência, Empreendedorismo e Entretenimento Digital. O jornalista multimídia Eldo Gomes sobe ao palco da Campus Party – edição Brasília – para palestrar sobre “Comunicação Multimídia em Novas Mídias”, na sexta, 17/06, às 11h30.

“Falar sobre jornalismo na web é uma paixão. Vivo e transito sobre essas plataformas diariamente. O jornalismo mudou, tomou novos rumos e requer constantes atualizações”, afirma Eldo Gomes.

O evento está com os ingressos esgotados, pois foi um sucesso de vendas na capital federal. Mesmo assim, o comunicador Eldo Gomes, fará uma ação no seu canal do youtube e levará 02 convidados – veja no link: http://www.youtube.com/EldoGomesTV

“Espero trocar diversas experiências na Campus. Transmitir um pouco do que aprendi com o jornalismo na web e aprender com os vários colegas da tecnologia”, finaliza Eldo.

Sobre a palestra e talk

Comunicação Multimídia em Novas Mídias: Uma geração inteira que tem sede de conteúdo, engajamento e publicações. Tomam café lendo o facebook, malham postando no instagram, chegam em casa e vão acompanhar seus youtubers favoritos e assim por diante. Na palestra, o jornalista e youtuber traz um resumo da sua trajetória em diversas plataformas e dos seus 10 anos atuando no jornalismo online.

Especializado em Jornalismo Digital e Multimídia há 10 anos. Jornalista com experiência em Rádio e TV. Apresentou por 02 anos o programa Acontece Brasília ao vivo na Rádio Federal. É youtuber criativo e apresentador do Encontro de Youtubers, que fez turnê em Goiânia, Rio de Janeiro e no DF. Atualmente mantém um site sobre Turismo, Política, Cultura e Entretenimento, que leva seu nome: www.eldogomes.com.br

Saiba mais:
Link para inscrição na palestra e talk: “Comunicação Multimídia”: http://campuse.ro/events/campus-party-brasilia-2017/talk/comunicacao-multimidia-em-novas-midias-facebook-youtube-e-outros/
Site oficial: http://eldogomes.com.br/jornalistamultimidia/
Sobre ingressos com o youtuber Eldo Gomes: https://youtu.be/gqb5zB1dP70
Contato: comercial@eldogomes.com.br ou (61) 3202-8270

FONTE Eldo Gomes

Artigo | Qual o dever do cidadão para com os políticos corruptos?

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Por Samuel Sabino

Recentemente, Joesley Batista, um dos donos do Grupo JBS, um dos maiores do ramo de processamento de carne no mundo, realizou uma delação que colocou em cheque o governo de Michel Temer, atual presidente da República. Apesar do tempo e esforço dispendido questionando Temer, foi o senador afastado Aécio Neves, que acabou se tornando o primeiro réu diante da denúncia. As gravações entregues a policia na delação mostram Aécio pedindo R$ 2 milhões a Joesley. Dinheiro que seria usado para pagar o advogado do senador afastado na sua defesa nas investigações que envolvem a Lava-Jato, em que também é investigado.

Todo o cenário envolvendo Aécio e diversos outros relacionados a crimes de corrupção, levantaram uma reflexão em mim sobre o papel do governo, do governante, do povo e da ética, sobretudo quando, em casos como esse, em que a lei se mostra insuficiente ou até mesmo impotente. Esse homem poderia ter sido presidente do país. Ainda é um senador. Seu comparsa, que entregou a delação mais comentada do momento, está refugiado nos Estados Unidos. Michel Temer ainda é presidente. Eu poderia estender essa lista infinitamente. Paulo Maluf foi condenado e voltou para a política, sendo bem aceito por seus eleitores, só para citar um caso de real condenação. O ex-presidente Lula também está sendo investigado, mas mesmo assim há quem o defenda com unhas e dentes para o cargo de presidente em 2018.

Quando uma nação inteira trabalha todo dia, paga seus impostos e contribui para sua sociedade, nada mais justo do que esses impostos e contribuições que, às vezes tornam a vida muito complicada, sejam usados para refletir benefícios para melhores condições de viver em seu país.  Cada valor pago carrega o custo do suor do trabalhador e deveria ser tratado com o respeito de se transformar em bem estar social, já que essa é a função do governo: liderar e transformar os recursos do povo em uma nação próspera e soberana.

Existe uma grande responsabilidade por parte dos políticos, já que o governo deve servir ao povo e não o contrário. Quando os governantes aplicam o fruto desse suor e trabalho de forma injusta, irresponsável, buscando o benefício próprio em detrimento do viver populacional, isso gera angústia, não só no cidadão, mas em toda a nação. A angustia está ligada à sensação de vazio quando se está em um estado negativo do direito de viver de cada ser humano. Ai está a conseqüência comum da corrupção.

“O povo não tem que temer seu governo, o governo é que tem que temer seu povo”. A citação retirada da adaptação cinematográfica da obra “V de Vingança” criada pelo quadrinista Alan Moore, ganhou as ruas junto da icônica máscara de Guy Fawkes nos protestos de 2013, onde cidadãos de todo o país foram às ruas para mostrar uma voz há muito esquecida pelo povo brasileiro. Infelizmente, essa voz parece ter se calado novamente, pois apesar de alguns focos isolados e tolas brigas partidárias, toda a sujeira que cria uma crosta de corrupção e crime que infecta o governo de nosso país, continua a se proliferar. Parece que criminosos que roubam milhões e comandam o país não são tão relevantes quanto alguns centavos a mais em uma passagem de ônibus.

Apesar da óbvia situação, o povo vira o rosto e aceita, mesmo quando lutaram tanto por alguns centavos. Percebe a repetição? Não é um partido, um caso, um político ou um cargo específico. A corrupção está em toda parte nas esferas governamentais. A Justiça, além de lenta, por inúmeras vezes fecha os olhos para a volta dessas mesmas figuras ao poder. Isso quando ela não é mudada, distorcida para criar uma forma “legal” de ser corrupto. Aécio Neves estava trabalhando intensamente nos bastidores do Congresso para aprovar uma lei de anistia ao caixa 2 eleitoral. Quando a lei é escrita pelo criminoso, a vítima sofre a pena. O povo só teme seu governo. Só passa fome, frio, trabalha como louco e deve a vida e a felicidade a esse tipo de pessoa. Não está na hora de tomar as rédeas e responsabilidade?

Onde está “o gigante adormecido”? A moral não é clara à nossa frente? Como indivíduos, conseguimos perceber nossa dignidade, nosso desejo pela felicidade ser tirada de nós a cada dia. E ainda assim na época de eleição, lá estão milhões votando nas mesmas pessoas, aceitando os mesmos crimes e erros. O país precisa de mudanças e elas precisam vir do povo, de seus cidadãos. A lei precisa mudar, assim como seu cumprimento. Porém, isso precisa partir da moral, da ética diária, pois os governantes não se importam.

Como a moral antecede a obrigação legal, é dela que parte a lei. Entenda, não estou incitando revoluções baseadas no conflito, mas buscando trazer os olhos a uma mudança de postura. A paz fere muito mais o poder do que a guerra. Essa é uma mudança de consciência que precisa partir do povo para o governo, da ética para a lei. Não é certo nem mesmo premiar Joesley por sua “delação premiada”, porque mais da metade do dinheiro do BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento, que ele recebeu para expandir sua empresa, foi direcionado para fora do Brasil. Algo que era nosso e não vai voltar para nós na forma de nada, nem mesmo empregos. Só um homem se beneficiou. Ele expôs corruptos? Sim, mas não cometeu menos atos de corrupção por isso. Os mecanismos de governar as empresas no pais é todo errado. Só se tira do Brasil.

Nós não vivemos em uma ditadura, nós vivemos em uma democracia. Podemos usar isso a nosso favor, pois nada é mais legitimo do que o direito de escolher o nosso bem estar. Precisamos ser intolerantes para com o corrupto, para com o errado. É preciso se desviar dos discursos ideológicos que hipnotizam a massa. O discurso fanático que leva a população às urnas em favor de um bandido faz com que a própria massa crie uma blindagem para ele. Chega a parecer ficção, ou loucura, de tão imoral. O discurso leva o povo a criar justificativas para o mal cometido pelo corrupto. Constantemente o povo defende quem o oprime,

Não se percebe que o corrupto é uma ameaça ao país. Aquelas palavras são afrontas à felicidade e dignidade. A finalidade do governo não é fazer por si, e sim pelo coletivo. Não importa o que foi feito uma vez pelo político X, seu dever era fazer sempre, a corrupção não tem desculpa, não tem “foi só dessa vez”. É preciso honrar o presente, não tolerar o erro com fotos do passado. Usar a democracia a favor. Certa vez ao ler uma passagem de Einstein compreendi a importância de não honrar o homem e sim apenas a sua obra, porque a obra bem feita, está feita. O mesmo homem que pode produzir obras boas poderá por algum motivo produzir obras que sejam ruins para o outro ou até mesmo para a sociedade. É ai a relevância de separar as honras que vão para o homem ou para a sua obra.

Considerar esse cenário e distinguir estas duas formas de reconhecimento permite que discursos ideológicos sejam sempre evitados quando o homem produz obras más. O humano é composto de bem e mal, e não se deve ficar refém da oscilação dele. Pode levar tempo para que se prove que um ou outro fez ou deixou de fazer qualquer ato, mas sob a dúvida o povo deve assumir a responsabilidade de não confiar a ele nenhum cargo de poder até que seja esclarecida a justiça, e se culpado, ele deve ser banido de comandar a nação, seja em que cargo for.

As pessoas estão perdendo todo dia. O dever máximo do cidadão é levar sua voz, através da democracia, para a vida social, até que a ética do bem estar coletivo seja a lei. Aquele que prejudica o país não deveria ter direito de passar nem perto de um órgão de poder. Se a lei demora a fazer seu dever, cabe à ética levar a mudança à consciência do cidadão e através dela mudar o país.


Samuel Sabino é fundador da consultoria Éticas Consultoria, filósofo, mestre em bioética e professor.

Edital do Concurso Diplomata 2017 saiu hoje (14); inicial de R$ 17 mil

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Gran Cursos Online realizará, às 21h, a análise completa do edital. Evento será ao vivo, gratuito e com transmissão online

Foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 14 de junho, o edital de abertura do Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata 2017 (CACD 2017) do Ministério das Relações Exteriores (MRE). O responsável pela organização do concurso será o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).

O certame conta com 30 vagas imediatas, das quais 20% é reservada a candidatos negros e pessoas com deficiência. Os aprovados no concurso ingressarão na carreira como Terceiros-Secretários do MRE e farão jus à remuneração de R$ 16.935,40.
Os interessados deverão se inscrever no site www.cespe.unb.br, das 10h do dia 23 de junho às 23h59 do dia 10 de julho de 2017. O valor da taxa de participação é de R$ 225,00. “É um concurso muito aguardado e várias pessoas de todo o país estão se preparando há anos para essa seleção.

Muitos candidatos sonham com esse trabalho devido à sua importância, remuneração e respeitabilidade da carreira”, conta Gabriel Granjeiro, direto pedagógico do Gran Cursos Online.

Ainda nesta quarta-feira (14), às 21h, o Gran Cursos Online fará a análise completa do edital para a Carreira de Diplomata. O evento será ao vivo, gratuito e com transmissão online. O professor e Diplomata de Carreira Jean Marcel Fernandes. As inscrições podem ser feita pelo site www.grancursosonline.com.br.

O prazo de validade do concurso será de 90 dias, a contar da data de publicação do resultado final, sem possibilidade de prorrogação.

Serviço: Concurso Diplomata 2017

  • Banca organizadora: Cespe/UnB
  • Cargos: Diplomata
  • Escolaridade:Nível superior
  • Número de vagas: 30
  • Remuneração: R$ 17 mil
  • Inscrições: de 23 de junho a 10 de julho de 2017
  • Taxa de inscrição: R$ 225
  • Prova objetiva: 13 de agosto de 2017

Governo do DF define o cronograma de pagamento das pecúnias

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Datas foram acordadas em reunião do chefe da Casa Civil e do secretário de Fazenda com sindicalistas, na tarde desta terça-feira (13), no Palácio do Buriti

Em reunião no Palácio do Buriti, na tarde desta terça-feira (13), ficou acordado com representantes do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) o cronograma de pagamento das pecúnias.

A medida abrange as licenças-prêmio não usadas de todos os servidores públicos que se aposentaram em 2016.

No encontro, foi informado pelo chefe da Casa Civil do Distrito Federal, Sérgio Sampaio, e pelo secretário de Fazenda do DF, Wilson de Paula, que o pagamento começará em julho.

O desembolso seguirá a ordem cronológica em que as pecúnias foram pedidas e será feito de acordo com a disponibilidade de caixa.

“Estamos cumprindo o compromisso assumido com a categoria, dentro das nossas possibilidades.”Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, demonstrou satisfação com o desfecho dado à demanda. “Estamos cumprindo o compromisso assumido com a categoria, dentro das nossas possibilidades. É uma grande conquista para os professores”, pronunciou-se.

O pagamento é resultado de negociação feita por Rollemberg com os sindicalistas em maio deste ano.

A licença-prêmio tem caráter indenizatório e concede ao servidor efetivo três meses de repouso a cada cinco anos de trabalho. Caso ele abra mão dos descansos, poderá, ao se aposentar, transformá-los em dinheiro, como estabelece o artigo 142 da Lei Complementar nº 840, de 2011. Essa conversão é chamada de pecúnia.