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Texto da reforma deve ser aproveitado em 2019, diz secretário da Previdência

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O secretário de Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, disse que, se o decreto de intervenção federal no Rio de Janeiro continuar até 31 de dezembro, como previsto, um novo governo poderia aproveitar o texto da atual Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para a Reforma da Previdência, que já tramita no Congresso, e economizar “no mínimo seis meses” na aprovação de uma reforma.

Segundo Caetano, o presidente que for eleito teria de esperar a eleição de novos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado para dar continuidade à tramitação e, caso decida dar continuidade à que já ocorre, seria possível ter a aprovação da reforma ainda no primeiro semestre de 2019. “Do ponto de vista legislativo é possível, sim, aproveitar todo esse processo que já foi feito e é recomendado que se faça isso”, disse.

Caetano disse que se o novo governo decidir propor um novo texto, o processo demoraria pelo menos outros seis meses, já que seria necessário formar uma equipe técnica e um consenso entre ela, além de fazer a articulação no Executivo e apresentar um novo texto ao Congresso somente por volta de abril. “Se for um processo bastante acelerado, ele vai conseguir ter a aprovação de uma reforma da Previdência só no final de 2019”, concluiu.

A proposta de reforma da Previdência do governo passou pela Comissão de Constituição e Justiça e foi aprovada pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, criada para tratar do tema, em maio de 2017, mas sua tramitação foi interrompida quando o governo decretou a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro. A Constituição Federal não permite que sejam feitas emendas ao seu texto enquanto ocorrem intervenções.

O secretário da Previdência fez as declarações em Cambridge, nos Estados Unidos, onde participou da Brazil Conferência, organizada por alunos brasileiros das universidades de Harvard e do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Eleições

O secretário disse também que a reforma deve ser um dos principais temas da campanha eleitoral deste ano. “Já a partir de julho, quando o debate eleitoral presidencial e mesmo parlamentar começar a ficar mais presente, o tema da reforma da Previdência será retomado com força”.

Segundo ele, o tema “tem que estar em uma pauta de urgência independentemente de governo”, mesmo que um candidato se posicione contra a reforma durante a campanha. “Se houver candidatos que venham a negar a necessidade da reforma da Previdência, ele quase, com certeza, vai se deparar com uma contradição entre discurso e ação”, disse.

PROCURA POR CONDOMÍNIOS COM CASAS TEM CRESCIDO ENTRE OS BRASILIENSES

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Expectativa é de que lançamentos e vendas de imóveis residenciais no país cresçam 10%, ao longo do ano e aumente principalmente o número de loteamentos fechados

Morar em condomínios é uma tendência mundial. Seja em apartamento ou em casa, o condomínio oferece maior segurança ao morador. E a previsão é que este tipo de moradia cresça ainda mais. De acordo com a pesquisa Mercado Imobiliário Nacional, da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), divulgada em fevereiro deste ano, existe expectativa de crescimento de 10% em lançamentos e vendas de imóveis residenciais no Brasil, ao longo de 2018.

Mas você pensa que a tendência de mercado é apenas para condomínios verticais? Saiba que não! Os condomínios horizontais estão em alta e fazem parte da escolha de grande parte dos brasilienses.

No Distrito Federal, por exemplo, moradores encontram as duas opções. Em regiões como Águas Claras e Guará, os condomínios verticais são maioria, já em outras regiões os condomínios horizontais ganham cada vez mais destaque. Em Valparaíso diversos condomínios horizontais foram lançados nos últimos anos. Uma referência é o Botânico, empreendimento do GRUPO CAP em parceria com a Brasal Incorporações, que tem sido muito procurado por moradores do Distrito Federal e entorno. Apesar da crise o empreendimento lançado no terceiro trimestre de 2017 teve 85% as suas unidades comercializadas no lançamento.

E o que tem levado os brasilienses a migrarem para condomínios fechados horizontais? O diretor comercial do GRUPO CAP, o empresário Carlos Paes Leme, acredita que é a soma de vários fatores. “Como analista de mercado, eu vejo que o Botânico exemplifica a melhora do setor imobiliário na economia do Distrito Federal. E o lançamento do nosso loteamento fechado demonstrou o que os brasilienses têm procurado: espaço sustentável, com área verde, segurança, lazer e, ao mesmo tempo, perto das áreas centrais da cidade”.

Talvez o grande diferencial dos condomínios horizontais, em relação aos verticais, seja o espaço e a privacidade, pois apesar de ter áreas em comum, o espaço da casa é independente, é o que acredita o dono de um dos lotes do Botânico, Abdias Machado. “A escolha pelo Botânico se deu porque eu procurava um lote em condomínio fechado que fosse próximo a Brasília e que me oferecesse conforto e segurança a um preço acessível.”

Sobre o Botânico – O Botânico é um verdadeiro paraíso colado à Capital Federal, cercado por 278 mil m² de área verde, com infraestrutura de alto padrão, área de lazer, segurança 24 horas e localização privilegiada perto de tudo que os futuros moradores precisam.

Governador Rollemberg participa de cerimônia de troca da bandeira

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Rollemberg autorizou o hasteamento durante cerimônia na manhã deste domingo (8), na Praça dos Três Poderes

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou neste domingo (8) da troca da bandeira nacional. O chefe do Executivo autorizou o hasteamento durante cerimônia nesta manhã, na Praça dos Três Poderes.

Troca da bandeira nacional neste domingo (8), na Praça dos Três Poderes, foi feita pelo Corpo dos Bombeiros Militar do Distrito Federal e a Polícia Federal e acompanhada pelo governador Rollemberg.
Troca da bandeira nacional neste domingo (8), na Praça dos Três Poderes, foi feita pelo Corpo dos Bombeiros Militar do Distrito Federal e pela Polícia Federal e acompanhada pelo governador Rollemberg. Foto: Tony Winston/Agência Brasília

O Corpo dos Bombeiros Militar do Distrito Federal e a Polícia Federal foram as corporações responsáveis pelo evento de hoje. A cada mês, cabe a uma Força Armada (Aeronáutica, Exército e Marinha) ou às forças auxiliares (bombeiro e polícia) a responsabilidade de organizar a troca.

Com 286 metros quadrados, a bandeira, ou Pavilhão Nacional, fica presa por 24 hastes de metal a 100 metros de altura. Normalmente, é hasteada no 1º domingo do mês. No entanto, em abril, a data caiu no feriado nacional de Páscoa, por isso foi adiada para a segunda semana.

Abril é um mês com importantes comemorações para o país e para a capital. O aniversário de Brasília e o Dia de Tiradentes, que marca a inconfidência mineira, são comemorados no dia 21, e o descobrimento do Brasil pelos portugueses, em 22 de abril.

Lula é preso e segue para a cela na Polícia Federal de Curitiba

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Pela segunda vez, só que a pé, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentou deixar a sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo (SP). Novamente, uma multidão de apoiadores tentou impedir que Lula deixasse o local. Por volta das 18h45, o ex-presidente conseguiu sair da sede do sindicato onde estava desde a última quinta-feira (5) e está se dirigindo ao aeroporto de Congonhas, mas antes pode passar pela Polícia Federal para fazer exame de corpo de delito.

Tecnicamente, o ex-presidente já está preso, por estar sob custódia da Polícia Federal, cujos agentes foram buscá-lo na sede do sindicato, onde Lula se encontrava desde quinta-feira. De São Paulo, o ex-presidente deve seguir para Curitiba.

João Paulo, da coordenação do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), pediu que a militância não “entrasse em provocação” e buscasse “manter a concentração”. Referindo-se à presença de agentes das forças de segurança em meio à multidão, o representante do MST ressaltou:  “Nós estamos em uma negociação séria com a nossa militância, é difícil, mas nós nao vamos topar qualquer tipo de repressão contra o nosso povo”, afirmou. “Estamos em uma luta democrática”.

Integrantes do PT se revezaram nos apelos à multidão para garantir a saída de Lula do sindicato. Manifestantes gritavam palavras de ordem e frases de incentivo para o ex-presidente.

Antes, a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), afirmou que a Polícia Federal havia concedido o tempo de 30 minutos para que o presidente se apresentasse.

Ministro Edson Fachin nega novo recurso de Lula

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negou neste sábado (7) o recurso apresentado ontem (6) pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para suspender a decisão do juiz federal Sérgio Moro que determinou a execução provisória da pena de 12 anos e um mês de prisão na ação penal do triplex do Guarujá (SP).

No recurso, a defesa de Lula sustentava que Moro não poderia ter executado a pena de prisão porque não houve esgotamento dos recursos no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), segunda instância da Justiça Federal. Para os advogados, a decisão do STF que autorizou, em 2016, as prisões após condenação em segunda instância, deve ser aplicada somente após o trânsito em julgado no TRF4.

Ao negar o pedido, Fachin citou que a jurisprudência atual do Supremo Tribunal Federal (STF) que permite a prisão em segunda instância e lembrou a decisão do plenário que na última quarta-feira (4) negou o habeas corpus preventivo do ex-presidente Lula.

“Como se vê, o cerne do pronunciamento do Plenário reside na compatibilidade constitucional da execução de pena assentada em segundo grau de jurisdição, salvo atribuição expressa de efeito suspensivo ao recurso cabível. Segundo compreendeu o Tribunal Pleno, portanto, o cumprimento da pena, em tais circunstâncias, constitui regra geral, somente inadmitido na hipótese de excepcional concessão de efeito suspensivo quanto aos efeitos do édito condenatório”, disse Fachin.

“Cumpre registrar que o Plenário desta Suprema Corte decidiu, recentemente (HC 152.752/PR, julgado em 4.4.2018), que a determinação de execução da pena imposta ao paciente não representa ato configurador de ilegalidade ou abuso de poder”, acrescentou.

Histórico

Ontem (6), a defesa do ex-presidente havia pedido que o recurso, protocolado no início da noite, fosse encaminhado para o ministro Marco Aurélio, que é contra a prisão em segunda instância. No entanto, a seção responsável pela distribuição das ações entendeu que o caso deveria ser relatado por Fachin, que também atuou em outros casos envolvendo o ex-presidente.

Diante do impasse, Fachin pediu que a presidência do STF se manifestasse sobre a questão. Marco Aurélio é relator das ações que discutem de forma mais ampla a questão da segunda instância. Ao decidir sobre a questão, Carmem Lúcia manteve a relatoria com Fachin.

Eleições fazem com que dez ministros deixem seus cargos no governo

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Com o fim do prazo para desincompatibilização de cargos públicos, dez ministros deixaram o governo do presidente Michel Temer para concorrerem nas eleições deste ano. Outro ministro deve ser exonerado neste sábado (7), além do ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, que deixou o cargo no fim do mês de março.

Segundo a legislação eleitoral, os ministros de Estado devem estar afastados de funções públicas seis meses antes da eleição caso queiram se candidatar para mandatos eletivos. Este é o mesmo prazo para que ocorram as filiações partidárias dos aspirantes às eleições. À meia-noite de ontem (6), também se encerrou a chamada janela partidária, que permite, durante 30 dias, aos deputados mudarem de partido sem risco de perder os mandatos.

A maioria dos agora ex-ministros retoma seus mandatos na Câmara dos Deputados e concorrerá à reeleição para o cargo, mas alguns decidiram, pela primeira vez, buscar uma vaga no Senado, que desta vez terá renovação de 2/3 dos senadores, cujo mandato é de oito anos.

É o caso de Marx Beltrão (PSD), que comandou o Ministério do Turismo até a última quinta-feira (5) e agora vai disputar o Senado por Alagoas. Ele deve, inclusive, disputar em uma chapa concorrente à de seu colega de Esplanada dos Ministérios, Maurício Quintella (PR), que deixou o ministério dos Transportes nos últimos dias para disputar uma das duas vagas ao Senado pelo mesmo estado.

Embora tenha retornado à Câmara, o ex-ministro Mendonça Filho (DEM), que chefiava a Educação, ainda não decidiu se vai se candidatar ao governo de Pernambuco ou se concorrerá à reeleição como deputado. Já Paulo Rabello de Castro, que era presidente do BNDES, quer ocupar o cargo mais alto do Executivo. Pré-candidato à Presidência da República pelo PSC, ele já tem participado de eventos partidários pelo país.

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho (MDB), teve a exoneração publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) nessa sexta-feira (6), mas ainda não tem uma posição fechada sobre sua candidatura ao governo do Pará.

As negociações com o partido de Barbalho vão continuar nos próximos meses e levarão em conta a análise do cenário político do estado. Em 2014, ele concorreu ao governo local, mas foi derrotado no segundo turno por Simão Jatene (PSDB).

Outra candidatura indefinida é a de Henrique Meirelles, que confirmou a saída do ministério da Fazenda nessa sexta-feira (6) e a sua exoneração também foi publicada na edição extra do DOU. Após se filiar ao MDB no início da semana, ele ainda mantém segredo se vai disputar o cargo de vice na possível tentativa de reeleição do presidente Michel Temer, ou se buscará uma união do partido em prol do seu nome à frente da chapa.

De acordo com a Lei de Inelegibilidades (Lei Complementar nº 64/1990), além de ministros de Estado e magistrados, presidentes, diretores e superintendentes de empresas públicas, bem como chefes de órgãos que fazem assessoramento direto, também devem pedir exoneração na mesma data. Candidatos à reeleição para os cargos de governador e presidente da República não precisam deixar o cargo.

Veja abaixo os integrantes que deixaram o governo e os mandatos para os quais devem concorrer no pleito de outubro:

Ricardo Barros (PP) – Ministério da Saúde – reeleição para a Câmara

Maurício Quintella (PR) – Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil – Senado

Mendonça Filho (DEM) – Ministério da Educação – reeleição para a Câmara ou governo de Pernambuco

Marx Beltrão (MDB) – Ministério do Turismo – Senado

Osmar Terra (MDB) – Ministério do Desenvolvimento Social – reeleição para a Câmara

Fernando Coelho Filho (MDB) – Ministério de Minas e Energia – reeleição para a Câmara

Leonardo Picciani (MDB) – Ministério do Esporte – reeleição para a Câmara

Sarney Filho – Ministério do Meio Ambiente – Senado

Paulo Rabello de Castro – BNDES – Presidência

Helder Barbalho (MDB) – Ministério da Integração Nacional – Governo do Pará

Henrique Meirelles – Ministério da Fazenda – Presidência da República ou vice

Movimento tranquilo em frente à sede da Polícia Federal em Curitiba

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Após a grande mobilização de manifestantes contrários ao ex-presidente Lula na noite desta sexta-feira, o dia hoje (7) amanheceu tranquilo na porta da Superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba. Apenas jornalistas e vendedores ambulantes marcam presença. A polícia ainda não está mobilizada e não há bloqueios nas vias próximas.

Como não há expediente neste sábado, o acesso ao interior do prédio e ao estacionamento está fechado. Trata-se de um complexo inaugurado em fevereiro de 2007, quando Lula era o presidente da República e Márcio Thomaz Bastos, o ministro da Justiça.

A carceragem da PF na capital paranaense abriga presos da Lava Jato, como o ex-ministro Antônio Pallocci e o empreiteiro José Aldemário Pinheiro, o Léo Pinheiro, da OAS, que revelou a relação entre o ex-presidente da República e o triplex do Guarujá.

O esquema de segurança montado pela Polícia Federal e pelas forças de segurança do Paraná está pronto e envolve homens do Batalhão de Choque da PM e do Grupo de Pronta Intervenção da PF, com munições não letais e bombas de efeito moral, como equipamentos.

Um helicóptero deve ser utilizado para trazer Lula do aeroporto ao heliponto do prédio da PF, evitando a exposição do ex-presidente e os riscos do deslocamento pelas ruas da capital paranaense.

Lula vai ficar em uma sala com cerca de 15 metros quadrados, com uma cama, mesa, cadeira, banheiro e janela interna, para o corredor. Ela fica no quarto andar do prédio e era usada como alojamento dos agentes.

O ex-presidente não terá contato com os demais presos. Lula terá ainda direito a banho de sol de duas horas e uma visita semanal, além dos advogados.

Governador visita famílias afetadas por temporal no Sol Nascente

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Rodrigo Rollemberg esteve no local neste sábado (7). Doze casas ficaram alagadas e uma foi interditada após chuvas nessa sexta (6)

O governador Rollember visitou pontos afetados pelo temporal de sexta-feira (6) no Sol Nascente. Foto: Tony Winston/Agência Brasília

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, visitou neste sábado (7) famílias atingidas pela chuva no Sol Nascente, em Ceilândia. O temporal caiu na sexta-feira (6) e afetou 13 residências, além de áreas comerciais.

Doze casas ficaram alagadas. Outra, no Trecho 2, chácara 194, precisou ser interditada, devido a queda de paredes. Não houve feridos e os moradores foram orientados a se hospedar com parentes. “Dentro de 30 dias no máximo, toda essa rua vai estar com bloquetes e problemas como esse não acontecerão mais”, disse Rollemberg.

A Defesa Civil prestou a ajuda humanitária a todas as famílias, com a doação de 33 colchões e de 15 cestas básicas.

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) vai remover o entulho que ficou acumulado pela chuva. Vinte caminhões e duas pás-mecânicas da empresa são usadas para fazer o trabalho.

Segundo o Instituto Nacional Meteoreológico (Inmet), a previsão para hoje é que o tempo continue nublado, com pancadas de chuvas e trovoadas em áreas isoladas, principalmente na parte da tarde e noite. A temperatura varia entre 17 e 26 Cº, e a umidade, entre 60% e 95%.

Mega-Sena pode pagar hoje R$ 3 milhões a quem acertar o prêmio principal

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A Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 3 milhões para quem acertar as seis dezenas do concurso 2.029, que o sorteio está marcado para ocorrer às 20h (horário de Brasília) deste sábado (7) na cidade de Seara, em Santa Catarina, onde estará o caminhão da Sorte.

No concurso 20.028, realizado na quarta-feira (4), quatro apostas simples acertaram o prêmio principal e cada um dos apostadores receberam R$ 10,2 milhões. Números sorteados foram 07, 11, 24, 36, 42 e 58

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Janela partidária movimenta 59 deputados federais

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Termina à meia-noite desta sexta-feira (6) o prazo para deputados federais, estaduais e distritais mudarem de partido para se candidatar às eleições deste ano, sem risco de perder o mandato. Balanço parcial divulgado pela Câmara dos Deputados mostra que, até o momento, 59 parlamentares trocaram de partido.

O período que permite a mudança, denominada “janela partidária”, começou no dia 8 de março. O prazo não inclui vereadores, porque não haverá eleições este ano na esfera municipal.

O DEM e o PSL foram os partidos que mais ampliaram suas bancadas: cada um ganhou sete deputados. Dessa forma, o DEM passou de 33 para 40 deputados; e o PSL, de 3 para 10 deputados. Já o PROS recebeu seis deputados, e a bancada passou de seis para 12 membros. As mudanças ganharam força com a atuação dos pré-candidatos à Presidência da República, Rodrigo Maia (DEM-RJ), atual presidente da Câmara, e Jair Bolsonaro (RJ), recentemente filiado ao PSL.

Durante a abertura da janela partidária, o DEM recebeu os deputados Arthur Maia (BA), Bilac Pinto (MG), Bonifácio de Andrada (MG), Carlos Henrique Gaguim (TO), João Paulo Kleinübing (SC), Laura Carneiro (RJ), Pedro Paulo (RJ), Roberto Sales (RJ), Rodrigo Pacheco (MG) e Sérgio Zveiter (RJ). Saíram os deputados Danilo Forte (CE), Marcelo Aguiar (SP) e Misael Varela (MG).

Já o PSL recebeu os deputados Eduardo Bolsonaro (SP), Jair Bolsonaro (RJ), Major Olímpio (SP), Carlos Manato (ES), Delegado Francischini (PR), Marcelo Álvaro Antônio (MG), Professor Victório Galli (MT) e Delegado Waldir (GO). Saiu a deputada Dâmina Pereira (MG). O PROS recebeu Jaime Martins (MG), Vitor Valim (CE), Clarissa Garotinho (RJ), Josi Nunes (PI), João Fernando Coutinho (PE), André Amaral (PB). Saiu o deputado Ronaldo Fonseca (DF).

O MDB registrou a maior perda: até o momento, 11 deputados saíram do partido. Durante a janela, a sigla recebeu oito deputados: Fernando Coelho (PE), Valtenir Pereira (MS), Maria Helena (RR), Ademir Camilo (MG), Herculano Passos (SP), Junge Abe (SP), Beto Mansur (SP), Vitor Mendes (MA). O PSDB perdeu dois deputados: Elizeu Dionizio (MS) e Daniel Coelho (PE).

Já a oposição ficou com praticamente o mesmo número de parlamentares. O PT perdeu os deputados Chico D’Angelo (RJ) e Givaldo Vieira (ES) e recebeu Celso Pansera (RJ). O PCdoB também manteve a bancada de 11 deputados. O PDT perdeu um deputado, Vicente Arruda (CE), e recebeu outro, Chico D’Angelo (RJ).

A comunicação sobre a troca de partido é feita diretamente à Justiça Eleitoral, e não há prazo para que essas informações sejam enviadas à Câmara. O balanço consolidado das trocas da janela partidária será divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 18 deste mês.

Segundo a legislação eleitoral, só é possível mudar de partido, sem risco de perder o mandato, quando houver incorporação ou fusão de legendas; criação de partido; desvio no programa partidário ou grave discriminação pessoal. Mas, em 2015, o Congresso incorporou a possibilidade de desfiliação, sem justificativa, durante a janela em ano eleitoral. Se o parlamentar se desfilia do partido fora do período da janela, sem justa causa, a legenda pode recorrer à Justiça Eleitoral e pedir a perda do mandato por infidelidade partidária, pois o entendimento é que o mandato pertence ao partido, e não ao eleito.

Na reforma política do ano passado, ficou definido que o candidato à Câmara dos Deputados poderá gastar, no máximo, R$ 2,5 milhões. Já a reforma eleitoral de 2015, retirou a exigência de que todo o tempo de propaganda seja distribuído exclusivamente para partidos ou coligações que tenham representação na Câmara, proporcionalmente ao tamanho da bancada, e também impediu que um parlamentar que migre de sigla transfira o tempo para o novo partido.