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Epilepsia resistente ao tratamento pode melhorar com o uso do canabidiol

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Laboratório brasileiro deve produzir produto localmente e aumentar acesso

A epilepsia é uma doença neurológica caracterizada pela comunicação excessiva ou anormal dos impulsos elétricos dos neurônios (células cerebrais), levando às crises epiléticas. Quando não controlada, a epilepsia pode levar a lesões irreversíveis no cérebro, a acidentes e até mesmo à morte precoce, sem contar os prejuízos na vida social, profissional e acadêmica.

Estima-se que 30% dos pacientes com epilepsia não respondem ao tratamento convencional, feito com medicamentos anticonvulsivos. Essa epilepsia é chamada de refratária. Para estes pacientes, uma opção para controle das crises é o canabidiol, produto derivado da maconha que tem alto índice de sucesso, especialmente em crianças.

Segundo um estudo publicado na revista médica Epilepsy & Behaviour, o canadibiol se provou eficiente no tratamento de 71% dos casos de epilepsia refratária em crianças e em 90% dos casos adultos. Em países como a Austrália, 15% dos pacientes já são tratados com o produto. Porém, no Brasil, como ainda não há produção nem aprovação local, o produto é de difícil acesso e de alto custo. Atualmente, o canabidiol precisa ser importado com autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Epilepsia refratária em crianças
Entre as crianças, o sinal de que a epilepsia será resistente ao tratamento pode vir logo cedo. De acordo com um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro, crises epiléticas frequentes antes dos 6 anos de idade, diferentes tipos de crises e lesões estruturais no sistema nervoso podem ser indicativos de que o distúrbio será resistente ao tratamento e, para estes pacientes, o canabidiol é uma opção terapêutica.

Segundo a neuropediatra Dra. Andrea Weinmann, especialista no diagnóstico e tratamento da epilepsia, os pacientes que têm epilepsia refratária são os que mais sofrem, pois estão sob risco de lesões mais graves ao longo do tempo. “Na prática clínica tenho poucos pacientes usando o canabidiol, mas com excelentes resultados. Entretanto, o acesso é muito difícil no Brasil”.

Produção local pode melhorar acesso
A realidade desses pacientes pode mudar, entretanto, com o anúncio de que um laboratório em Toledo, no interior do Paraná, pode ser o primeiro produtor brasileiro da substância. O produto está em fase de testes clínicos e deve ser disponibilizado no mercado até o final de 2018.

“Essa é uma boa notícia para muitos pacientes brasileiros. O canabidiol tem se mostrado uma opção muito boa para crianças e adolescentes com o quadro de epilepsia refratária e ter uma produção brasileira pode tornar esse tratamento muito mais acessível”, reflete Dra. Andrea.

Como o tratamento é feito hoje
Segundo Dra. Andrea, hoje um dos tratamentos mais promissores para a epilepsia refratária é a Terapia de Estimulação do Nervo Vago (VNS). “Trata-se de um implante de um gerador de pulsos elétricos programáveis, que fica ligado a eletrodos que são conectados ao nervo vago cervical esquerdo. Podemos comparar o gerador a um marca-passo. Depois do implante, esse dispositivo irá enviar impulsos elétricos para o cérebro por meio do nervo vago para evitar as crises epiléticas”.

A técnica de neuroestimulação cerebral pode levar à redução de até 90% das crises epiléticas e é amplamente utilizada em países da Europa e nos Estados Unidos. As crises epiléticas não controladas levam à perda da qualidade de vida, assim como a comorbidades psiquiátricas e à prevalência mais elevada de morte súbita.

Pré-reservas para show de Andrea Bocelli em Brasília estão disponíveis

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Confirmada a data de 26 de setembro para a apresentação do tenor italiano em Brasília

As reservas para a primeira apresentação do tenor mais querido do mundo em Brasília estão disponíveis no site da Dançar Marketing:  www.dancarmarketing.com.br, empresa responsável pela turnê de Andrea Bocelli no Brasil em 2018, além dos sites oficiais de vendas www.livepass.com e www.tudus.com.br.

Em sua turnê brasileira, os palcos não poderiam ser mais gigantescos: Estádio Nacional de Brasília dia 26 de setembro; Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre dia 23 de setembro e Allianz Parque, em São Paulo no dia 29 de setembro.

Os fãs interessados na aquisição de ingressos podem desde já fazer seu pré-cadastro nas páginas oficiais e terão a oportunidade de garantir os melhores assentos para assistir o tenor mais amado no Brasil e no mundo, em Brasília, a partir de sexta-feira, 4 de maio. Ingressos a partir de R$ 125,00.

Com mais de 90 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, o artista já se apresentou para três presidentes norte-americanos, três papas e famílias reais de todo o mundo.

Bocelli é dono de um timbre específico de voz que se tornou sua assinatura. O artista costuma arrebatar fãs de música pop e clássica, indistintamente, assim como emociona com sua voz potente, a homens e mulheres. Seu repertório varia do estilo clássico às baladas populares, já que ele se destaca por sua interpretação das letras e em sua percepção das sutilezas de expressão musical.

 

Para mães empreendedoras

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Quando tudo pode dar errado, mas dá certo: cuidar do negócio, licença maternidade e a difícil tarefa para quem leva carreira a solo
*Por Talita Scotto

Empreender é um caminho muito solitário. É solitário para você se “auto motivar” diariamente, para a superação dessa jornada e principalmente para as decisões que terão de ser tomadas. Eu acreditava, mas pensava que em algum momento poderia dar errado. Não deu, mas sempre acho que pode dar. Achei que poderia dar errado quando chegasse o primeiro filho. Não deu. Empreendedores têm uma essência mais inquieta e esse ponto forte é, sem dúvida, um motor capaz de fazer a engrenagem funcionar – mesmo com um bebê no colo.

Vi meu projeto de TCC virar meu projeto de vida aos 22 anos de idade. E a maternidade acompanhou todo o processo sem precisar ser adiada. Essa história eu gosto de contar para você que, assim como eu, empreende solitária. Não tenha medo, pois é realmente possível unir as duas coisas. Casei aos 25 anos e engravidei a primeira vez aos 27. Perdi dois bebês e descobri a trombofilia, que me trouxe uma outra jornada: engravidar e continuar mantendo o foco. Depois de 333 injeções dei à luz uma menina – que chegou para completar a família e, claro, ensinar ainda mais a colocar as prioridades no lugar.

Fiz home-office desde que cheguei em casa com ela. Embora tivesse me estruturado internamente, há assuntos que só o dono é capaz de responder pelo seu negócio. E quem empreende sabe que se desconectar do negócio é difícil. Às vezes, aquele projeto que você tanto queria chega na hora mais conturbada da sua vida. E comigo não foi diferente. Vi novos clientes e projetos irrecusáveis chegarem quando ela tinha 45 dias de vida e aquela pessoa que você apostou para te cobrir sair da empresa. Me vi ali, aceitando o crescimento da empresa no momento em que deveria estar assistindo Discovery Kids e acertando a pega da amamentação.

Tive vontade de jogar tudo para o alto, mas já tinha percorrido 8 anos de trabalho e isso me dava um orgulho imenso – sei que ela vai se orgulhar no futuro também. Nunca esqueço que montei um berço do lado da minha mesa, com trocador e mamadeiras, e fiz um processo seletivo amamentando. Por escolha minha, tomei decisões com a realidade que tinha naquele momento. Mais uma vez, tinha a certeza que não daria certo. Deu e não só deu, como foram as melhores profissionais que poderiam estar do meu lado naquela fase. Por isso, cerque-se de bons profissionais para lhe auxiliar nessa etapa. Por mais que você se estruture, imprevistos sempre podem acontecer.

Depois de três meses em home-office com contatos diários por telefone e por vídeo com a equipe, voltei ao escritório alguns dias da semana e fui aumentando gradativamente minhas idas. Mudei a empresa de bairro para estar ao lado do meu maior suporte familiar: os avós. Trabalhava, amamentava, voltava para trabalhar, e vez ou outra levava trabalho para casa quando o prazo apertava.

A rotina é puxada? Sim. Conciliar é difícil? Sim. Dá vontade de surtar? Sim. É perfeitamente compreensível que a tarefa de cuidar de um bebê e de uma empresa é desgastante mas, a decisão do que será melhor só você pode tomar. Eu escolhi dançar conforme a música. Não perdi o prazo dos clientes e nem o prazo da amamentação, dos horários com o pediatra, dos remédios, trocas de fraldas, das brincadeiras, os primeiros passos. Empreender ainda te dá a liberdade de, com o passar dos meses, estabelecer uma nova rotina de horários e de trabalho

Aquele ser que parece tão frágil vai ser o que vai te fazer mais forte no final. Aquele que lhe dará mais força para lutar diariamente pelo seu negócio. Nessa rotina de equilibrar pratos, consegui manter ela comigo até 1 ano e 3 meses, depois a escola entrou para deixar tudo mais regrado, e ela deixou saudades no escritório.

Hoje, ao olhar para trás, me pergunto como consegui e vejo que, a jornada está ainda melhor. Aprendi que as horas extras são na minha casa, com minha filha. Que o horário comercial é comercial mesmo. Que casos especiais são casos especiais – mesmo. Que é perfeitamente possível resolver as coisas das 9h as 18h e que tem o dia seguinte para continuar. As prioridades me ajudaram a ser mais produtiva e não ter distrações, porque produtividade virou sinônimo de resultados e mais tempo com ela. Afinal, eu tenho um compromisso muito importante me esperando em casa: minha família.

Hoje ela está com quase 2 anos. Sua chegada me ajudou a reestruturar a empresa, a equipe, a marca, o nosso posicionamento e os nossos resultados. Mudei de endereço novamente e escolhi outra cidade, que me permite ter qualidade de vida no trabalho e na vida pessoal. E quando, no auge das emoções, alguém te disser “Calma, essa fase vai passar”, acredite. Ela passa.

Talita Scotto é jornalista e diretora da Agência Contatto, especializada em assessoria de imprensa e conteúdo, empreendedora desde os 22 anos e mãe da pequena Theodora.

 

Vendas no Dia das Mães devem movimentar R$ 17 bilhões no comércio, mostram SPC Brasil e CNDL

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Cerca de 111,5 milhões de pessoas devem ir às compras. Gasto médio com presentes será de R$ 153. Para 59% dos consumidores, produtos estão mais caros do que em 2017

Segunda data comemorativa mais importante para o varejo em faturamento, o Dia das Mães deve fazer com que 74% dos brasileiros realizem ao menos uma compra no período. Segundo estimativas do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), aproximadamente 111,5 milhões de brasileiros devem presentar alguém neste Dia das Mães, o que deve injetar cerca de 17,05 bilhões de reais nos setores do comércio e serviços.

Embora o percentual de consumidores que devem ir às compras seja elevado, a maior parte dos compradores está receosa para aumentar gastos na comparação com o ano passado, procurando manter o orçamento livre de dívidas. Cerca de 19% dos consumidores entrevistados disseram que têm a intenção de desembolsar mais com os presentes. A maior parte, no entanto (36%), planeja gastar a mesma quantia que em 2017, enquanto 18% pensam em diminuir.

Entre os que pretendem gastar mais, as principais razões são comprar um presente melhor (58%), estar com uma renda melhor este ano (33%) e por acreditar que os presentes estão mais caros (29%). Já entre os que pretendem gastar menos, o fato de estar com o orçamento apertado (48%), querer economizar (27%) e estar desempregado (26%) são os principais motivos.

Gasto médio com Dia das Mães deve ser de R$ 153

O pagamento à vista será o meio mais utilizado pelos consumidores, sendo que em 53% dos casos o pagamento será em dinheiro e em 24%, no cartão de débito. O cartão de crédito parcelado será usado por 28% dos entrevistados. Entre os que dividirão as compras, a média é de quatro prestações por entrevistado.

De acordo com o levantamento, a maioria (44%) dos consumidores deve comprar apenas um único presente. Somente 8% dos entrevistados disseram que iriam comprar quatro ou mais itens.

Considerando a soma de todos os presentes adquiridos, o gasto médio do brasileiro no Dia das Mães deve ser de R$ 152,98. No entanto, praticamente um terço dos entrevistados (34%) estão indecisos e ainda não sabem ou não decidiram o valor que pretendem desembolsar este ano.

A maioria (59%) dos consumidores ouvidos pela pesquisa acredita que os produtos estão mais caros do que em 2017. Por outro lado, 38% consideram que os presentes estão na mesma faixa de preço e somente 2% acreditam que os produtos estão mais baratos.

Quatro em cada cinco entrevistados (83%) pretendem comprar o presente pagando sozinhos, 8% pretendem dividir o valor integral com outras pessoas e 4% afirmam que vão pagar sozinhos parte do presente, porém o restante será rateado com outras pessoas. A maior parte dos que vão dividir (44%) afirma que vai presentear juntamente com os irmãos, 24% com o cônjuge ou companheiro, 22% com outros familiares e 18% vão dividir com o pai.

Shopping será o principal local de compra. Roupas e perfumes lideram a preferência dos presentes

Neste ano, os produtos mais procurados serão as roupas (42%), perfumes (36%), calçados (23%) e cosméticos (21%). Questionados sobre o principal fator que os entrevistados levam em consideração na hora de comprar o presente, 27% elegeram a qualidade do presente, 21% priorizam o perfil da presenteada, 16% o desejo da presenteada e 13% o preço do presente. A própria mãe (79%) será a mais presenteada, como também as esposas (23%) e as sogras (19%).

Quanto aos locais de compras, os shopping centers são os destaques, com preferência para a compra da maioria dos presentes de 36% dos entrevistados. Na sequência aparecem as lojas virtuais (29%), os shoppings populares (19%), as lojas de rua/bairro (17%) e as lojas de departamento (17%). Para escolher o local, os fatores mais decisivos são o preço (56%), as promoções e descontos (43%), a qualidade dos produtos ofertados (42%) e a diversidade de produtos (25%).

O velho hábito de deixar tudo para a última hora também aparece nas respostas dos entrevistados. Cerca de 12% dos compradores acham que vão realizar as compras nas vésperas do Dia das Mães. Os que vão fazer as compras no início de maio representam 46% das pessoas ouvidas. A celebração será principalmente na casa da mãe (46%) e 27% comemorarão em suas próprias casas.

80% pretendem fazer pesquisa de preço antes de comprar

Perguntados se pretendem fazer pesquisa de preço antes de irem às compras, a maioria dos entrevistados (80%) afirma que sim, já 14% não pretendem, seja porque vão comprar nos estabelecimentos que já têm costume (6%), por gostarem de comprar o que veem e agrada (6%) ou por não terem tempo (2%).

Entre os que costumam fazer pesquisa de preços, a maioria (73%) utiliza sites na internet. Já 50% procuram os melhores preços em lojas de shopping, 46% em lojas de rua e 28% utilizam aplicativos de oferta.

Levando em consideração somente os que costumam pesquisar preços na internet, 72% recorrem ao Google, 51% utilizam sites de comparação de preços e 43% pesquisam nos mais variados sites de varejistas.

A pesquisa sinaliza que muitos dos consumidores que pretendem comprar presentes já extrapolaram o limite das suas finanças. Cerca de 36% dos entrevistados declararam ter atualmente alguma conta em atraso e 20% costumam gastar mais do que podem para presentear no Dia das Mães. Outros 5% pretendem deixar de pagar alguma conta para comprar o presente. A pesquisa mostra que dos 60% de consumidores que compraram presentes para o Dia das Mães em 2017, 21% ficaram com o nome sujo por causa dessas compras.

Metodologia

pesquisa foi realizada através de entrevistas com 767 casos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de comprar presentes no Dia das Mães. Em seguida, continuaram a responder o questionário 602 casos, que tinham a intenção de comprar presente no Dia das Mães este ano. As margens de erro, respectivamente, são de 3,5 pontos percentuais e 4,0 p.p. para um intervalo de confiança a 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Sessão Solene em comemoração aos 49 anos do Guará

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Nesta quinta-feira (3) a Câmara Legislativa do DF realizará uma Sessão Solene em comemoração aos 49 anos do Guará. De iniciativa do deputado Delmasso (PRB), o evento contará com o administrador do Guará, Luiz Carlos Júnior, a Superintendente da Região de Saúde Centro-Sul, Moema Liziane Campos, o comandante do Corpo de Bombeiros Militar do DF, Major Abreu, o delegado-chefe da 4ª DP, Dr. Jonhson Kenedy e com a participação da comunidade.
O Guará foi criado em 1969 com o objetivo de abrigar os funcionários públicos do Distrito Federal. O nome da região é uma homenagem ao lobo-guará, espécie típica do Cerrado, encontrada comumente antes da urbanização. Alvo de forte adensamento nos anos seguintes, o Guará passou a ser a décima região administrativa do Distrito Federal com a edição do Decreto n° 11.921, de 25 de outubro de 1989, que estabeleceu os novos limites dos núcleos residenciais do DF.
De acordo com dados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) de 2015, da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), o Guará, entre as 31 regiões administrativas do Distrito Federal, é a sexta com maior renda per capita — R$ 2.683 mensais. A população estimada é de 132 mil habitantes. A região administrativa é conhecida pela Feira Permanente do Guará, criada em 1983. O local é um dos centros de compras mais tradicionais do DF onde os consumidores encontram de roupas e comidas, a eletrônicos e serviços como costura e sapataria. Por semana, passam por lá, em média, 30 mil pessoas, segundo informações do presidente da Associação de Comércio Varejista de Feirantes do Guará (Ascofeg), Cristiano Jales.
O deputado Delmasso, que é morador do Guará, disse que tem muito orgulho de morar nesta cidade. “Aqui eu construí a minha família. Eu moro no Guará há 13 anos e tenho um carinho especial por este lugar. Desde o início do meu mandato, tenho olhado de uma maneira especial para a cidade”, finaliza.
SERVIÇO:

Data: 3/5/18
Hora: 19h30
Local: Auditório da Administração Regional do Guará, QE 25, Guará II

Plano fortalecerá polícias militares e corpos de bombeiros

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As policias militares e os corpos de bombeiros de todo país devem passar por uma reestruturação, segundo o Plano Nacional de Apoio e Fortalecimento das Policias Militares, uma parceria entre os Ministérios da Defesa e da Segurança Pública, assinada hoje (2) em Brasília.

“Esse convênio coloca em linha o Exército Brasileiro, seus recursos, seu pessoal, sua expertise, suas instalações em linha com as policias militares do Brasil. Isso representa um reforço extraordinário não só para o aperfeiçoamento das nossas policias miliares, mas representa a elevação do patamar de combate ao crime organizado e o fortalecimento da segurança em todo país”, destacou o ministro da Segurança Pública, Raul Jungaman.

Na prática, o Exército, responsável por fiscalizar as policias militares e corpos de bombeiros do país, por meio da Inspetoria Geral das Policias Militares (IGPM), fará, junto com os estados, um diagnostico das necessidades das duas forças. “Aquilo que será disponibilizado será negociado, não será imposto. É preciso discutir com nossos parceiros, que são as policias e corpos de bombeiros, para que se saiba exatamente onde nós podemos disponibilizar os recursos, a capacidade, o planejamento e a logística do Exército Brasileiro”, explicou o ministro da Segurança Pública.

Forças Armadas

Questionado se há uma tendência de que as Forças Armadas sejam empregadas cada vez mais na área de segurança pública, Jungmann garantiu que não. “O que nós estamos fazendo aqui é apoiar e fortalecer. Não é assumir o lugar ou substituir as polícias, mas dar a elas melhores condições de enfrentamento do crime organizado e redução da violência colocando à disposição o conhecimento do Exército Brasileiro, das Forças Armadas brasileiras, cuja formação está entre as melhores do mundo, alinhando com os recursos e as necessidades das polícias. Tenho certeza que esse resultado vai ser sentido pela população”, esclareceu Raul Jungmann.

Armamento

Apesar de a parceria não implicar em doação de armamento do Exército para as polícias, os ministros da Defesa e da Segurança Pública disseram que há possibilidade de acontecer de forma pontual. “No caso do Rio de Janeiro, nós fizemos a entrega de fuzis novos, que foram colocados à disposição das policias locais. Em outros momentos, nós já cedemos capacetes, coletes, por exemplo. Evidentemente que não a ponto de cobrir toda a necessidade das policias, porque não seria o caso, mas sempre que necessário e, pontualmente, o Ministério da Defesa e as Forças Armadas têm feito essa doação”, ressaltou.

Uma verba para armamentos está disponível por meio de uma linha de crédito no valor de R$ 42 bilhões, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que será liberada ao longo de cinco anos.

Recursos

Para essa primeira etapa do plano, o ministro da Defesa, general Silva e Luna, disse que serão empregados R$ 5 milhões. Ele reconheceu que os recursos são poucos, mas acredita que, se bem geridos, podem ser suficientes. A verba deve ser priorizada para capacitação. “A falta de recursos que aconteceu de modo geral nos estados da federação, nos organismos de segurança pública, levou a uma série de consequências, muitas delas visíveis. E isso desmotiva o nosso profissional. Nosso policial militar. Nossa polícia civil. Então quando eles se verem motivados, melhor capacitados, melhor preparados, se sentem valorizados. E é um passo importante”, destacou Silva e Luna.

Câmara Legislativa escolhe FCC para realização de concurso público

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A instituição escolhida para realizar o concurso para provimento de 86 vagas da Câmara Legislativa é a Fundação Carlos Chagas (FCC). A Mesa Diretora ratificou o relatório final da Comissão Coordenadora do certame em reunião na manhã desta quarta-feira (2) na Presidência da Casa. Pela previsão da comissão, o edital deverá ser publicado em trinta dias. O documento foi aprovado por unanimidade pelos integrantes da Mesa. Participaram do encontro os deputados Joe Valle (PDT), Wellington Luiz (MDB), Sandra Faraj (PR), Robério Negreiros (PSD) e Raimundo Ribeiro (PPS).

As 86 vagas serão distribuídas entre cargos de nível médio e superior (várias formações), como consultor legislativo, consultor técnico-legislativo e procurador. A Câmara Legislativa não terá gastos para realização do certame, que será custeado com os valores arrecadados com as taxas de inscrição.

Além da FCC, outras cinco instituições apresentaram propostas: Cebraspe, Funrio, Instituto AOCP, Idib e Instituto Quadrix. Após análise de documentos fiscais e legais, de portfólio, de atestados e outras declarações, as bancas foram ranqueadas, levando em conta o cumprimento dos pré-requisitos e dos respectivos pesos dados a cada item. Em primeiro lugar ficou a FCC, com a pontuação final de 106,30; em segundo, o Instituto AOCP, com 60,90; em terceiro, a Cebraspe, com 53,70; em quarto, o Idib, com 19,70, e, em quinto, a Funrio, com 13,70. O Instituto Quadrix ficou de fora por não ter enviado toda a documentação exigida. A pontuação máxima era de 190.

Processo – No final de 2017, o concurso da Câmara foi suspenso pelo Tribunal de Contas do DF, após a Casa já ter escolhido a banca organizadora e ter, inclusive, publicado o edital e a data para as provas. Atendendo às recomendações daquela Corte, a Câmara Legislativa reiniciou todo o processo de organização do certame, dando ampla publicidade a todas as etapas.

NutriCoaching Kids dá dicas de como combater a Obesidade Infantil

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Problema crescente nas famílias contemporâneas, a obesidade na infância precisa ser olhada de forma cuidadosa. Hipertensão e Diabetes do Tipo 2 são cada vez mais comuns entre os pequenos

Uma das mais completas pesquisas sobre Obesidade Infantil, feita em 2008 pelo IBGE, revelou que uma em cada três crianças brasileiras, de até cinco anos de idade, estão com sobrepeso. Destas, 20% estão com obesidade. O que mais assusta nutricionistas e profissionais de saúde de forma geral é que a obesidade não é o principal problema, mas os fatores associados, como crianças de dois anos com hipertensão e diabetes do tipo 2. “Até a década de 70, crianças sofriam de desnutrição e chegavam a morrer de fome. Hoje, devido a vários fatores, o quadro se inverteu e temos esta realidade”. O alerta é da nutricionista Mariana Olival, da NutriCoaching-Kids.

A NutriCoaching-Kids trabalha, prioritariamente, com a questão de mudança de comportamento, que para o público infantil é ainda mais determinante do que para o público adulto. Afinal, é entre dois e três anos que se forma o comportamento alimentar. Para a nutricionista, normalmente, o que consegue se conquistar de bons hábitos alimentares nessa idade são os que conseguem se perdurar até a vida adulta. “Basicamente, trabalhamos a qualidade nutricional e mudança significativa de comportamento nutricional”, pontua Mariana.

As crianças têm um modelo de aprendizagem, descrito na literatura, que se chama Modelagem. O que significa que ela aprende por meio de exemplos. Nesta fase de formação de comportamento alimentar, ela convive praticamente todo o tempo com a família. Então, nesse contexto, os pais têm um papel determinante na formação do comportamento alimentar da criança, tanto no que se consome em casa, quanto fora de casa.

Idades mais críticas – O comportamento alimentar começa a ficar crítico quando ela começa a andar. A criança começa a descobrir o mundo ao seu redor, porém é a partir dos dois anos que a criança começa a negar tudo e apresentar dificuldade de aceitação. Aprende a rejeitar alguns alimentos que antes a mãe, ou o responsável, conseguia servir com mais facilidade.

Para Mariana Olival, o que mais se discute nesse modelo de tratamento é a validade daquele modelo biomédico e quantitativo que a gente tinha. “Parece clichê, mas hoje a mudança de comportamento é mais preconizada para o público infantil. Comer respeitando a tradição, não consumir industrializados, comer comida de verdade e, especialmente, usar essas ferramentas de conscientização e mudança de comportamento para uma relação saudável com a comida são o que há de mais moderno na Nutrição. Mas, obviamente, que dependendo do caso pode ser associado ao tratamento fitoterápico e outros. E dieta calculada não é usual”, explica.

Doenças mais comuns – As duas questões mais discutidas em consultório são: “A criança come demais” e “A criança não come nada”.  São dois extremos. O mais frequente é a questão do sobrepeso. Afinal, geralmente, uma coisa leva à outra. Quando a criança não come nada, os pais se desesperam e querem dar qualquer coisa só para manter a criança alimentada; e normalmente as crianças querem comer alimentos que levam ao sobrepeso. A dificuldade que a criança tem de se alimentar é o que a gente chama de seletividade alimentar e é o principal problema na faixa etária de dois a quatro anos. Esta seletividade leva ao extremo da má alimentação e causa doenças como diabetes, hipertensão e uma série de outros problemas precoces.

E como fica o papel da escola nisso? – A escola tem um papel fundamental nesse processo de saúde da criança. Lá é um ambiente que a criança vai programada para aprender coisas, absorver. “Então, ensinar sobre comportamento alimentar na escola é muito fácil da criança assimilar, porque como já foi citado, a criança aprende por modelagem, ou seja, ela aprende no coletivo. A escola é um ambiente fundamental na formação dessa educação alimentar. Inclusive, no tratamento e cultivo de alimentos”, enumera a nutricionista da NutriCoaching-Kids.

Mariana explica que embora exista o PENAI – Programa Nacional de Alimentação Escolar, que regulamenta toda a alimentação escolar, ele não tem muita aplicabilidade, infelizmente. “O PENAI é um programa maravilhoso no papel que deveria ser seguido na sua totalidade”, finaliza.

 

Confira as dez dicas da NutriCoaching para combater a Obesidade Infantil:

 1-) Seja um bom exemplo: Coma legumes, frutas, folhas, grãos integrais junto com a criança! Deixe que ela veja o quanto você aprecia esses alimentos!

2-) Faça compras com as crianças: Leve seu filho a uma feira ou mercado do produtor. Deixe que ele conheça, sinta e escolha o que quer levar para casa aproveitando esse momento para conversar sobre escolhas saudáveis.

3-) Cozinhe com seu filho: Deixe que ele participe do processo, seja escolhendo os ingredientes, lavando, cortando ou arrumando no prato. Incentive que ele crie novas preparações e use a criatividade para nomeá-las! Será um momento muito divertido e instrutivo!

4-) Ofereça a mesma comida para toda a família: Não faça pratos diferentes para cada membro da família. É mais fácil planejar as refeições dessa forma sendo possível agradar a todos com pelo menos um prato!

5-) Recompense com atenção, não comida: Mostre seu amor e sua compreensão com beijos, abraços, conversas e não com comida! Não ofereça doce como recompensa, isso só fará com que seu filho pense que esses alimentos são melhores que os outros. Se a criança não comer, ela não precisa de um substituto como doce, biscoito ou mesmo leite!

6-) Aproveitem o momento das refeições para interagir em família: Conversem sobre coisas engraçadas, sobre o dia, contem histórias, tornem esse momento ainda mais agradável! Desligue a televisão, os celulares, façam com que o momento das refeições seja livre de estresse.

7-) Escute seu filho: Respeite o apetite do seu filho, não seja tão duro com relação aos horários. Por exemplo, se a hora do lanche ainda não chegou e seu filho diz que está com fome, ofereça pequenas porções de fruta. Ofereça água constantemente! Essa regra funciona também para o oposto, se seu filho estiver sem apetite, não o obrigue a comer, não faça comentários negativos e frustrantes. Está tudo bem pular alguma refeição no dia (contanto que a saúde do pequeno esteja normal). Escute, sinceramente, o que seu filho diz!

😎 Limite o “tempo de tela” do seu filho: Televisão, tablet, videogame, celular, computador: tudo isso faz parte da vida das crianças, atualmente. Porém, o recomendado é que elas não passem mais de duas horas na frente da telinha. O tempo de tela está intimamente relacionado a obesidade infantil, além de outros prejuízos.

9-) Encoraje sua família a praticar atividade física: Andar, correr, nadar, pular, enfim, brincar! Atividade física não é, necessariamente, atividade paga! Organize, nos finais de semana, atividades em família e envolva seu filho no planejamento dessas atividades! Isso vai melhorar os laços da família, divertir a todos, e implantar nas crianças o gosto pela atividade física e uma vida mais movimentada e saudável!

10-) Lanche é pra “hora do lanche”: Apesar do ajuste necessário entre o apetite e os horários, comida dever ser oferecida quando a criança está com fome, apenas! Não ofereça petiscos enquanto assiste televisão ou para passar o tempo! As crianças precisam se alimentar ao longo de todo o dia, porém de maneira consciente! Se seu filho quer consumir algo por um motivo que não seja fome, converse com ele e faça com que reflita. Ofereça sempre pequenas porções nas refeições e, caso necessário, deixe que a criança repita.

Saiba como identificar a qualidade de um açaí

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Cor, sabor e textura são aspectos importantes para se observar a qualidade do açaí, mas outras atenções são necessárias

Fruta típica da região amazônica, nos últimos anos o açaí se popularizou e ganhou muitos apreciadores em todo o país. Como consequência, estabelecimentos de venda do produto se multiplicaram em vários estados e passaram a levantar preocupação sobre sua procedência e qualidade. Assim, do consumidor, vem a pergunta: é possível identificar a qualidade do açaí? A resposta é sim.

Três fatores são importantes para isso: cor, sabor e textura. A cor deve ser um roxo vivo. O sabor é forte e característico, mas não deve ser adstringente. Na textura, deve-se observar uma grande quantidade de partículas sólidas. Além disso, quando servido, o açaí não deve se liquefazer de maneira rápida. Se isso ocorrer, é sinal de que houve acréscimo de água na polpa acima do normal. A presença de partículas sólidas, por sinal, é um dos critérios utilizado pelo Ministério da Agricultura para classificar a polpa do fruto em especial, média e popular, sendo a especial de melhor qualidade.

Sobre a tonalidade, Odilon Moura, gerente de franquias da Fast Açaí, adverte que o consumidor deve desconfiar de produtos de açaí de cor marrom. “Essa tonalidade indica alto grau de oxidação da polpa e, consequentemente, a perda de muitos benefícios originais do fruto.”, explica. No entanto, a cor roxa também não é um indicativo seguro. “Alguns estabelecimentos usam corantes artificiais para mascarar a baixa qualidade do açaí, o que o torna também prejudicial à saúde”, alerta o gerente.

Segundo Odilon, todos esses fatores são importantes, mas devem estar associados outro tipo de atenção. “É essencial procurar um açaí com marca de garantia de qualidade, como o Selo do Alimento Confiável (SIAEG). Este selo é a garantia de que todo o processo de beneficiamento do produto foi feito sob um rígido controle de segurança alimentar e de qualidade”, destaca o profissional.

Já as empresas e os vendedores de açaí devem se atentar também a aspectos importantes, como a origem da matéria-prima. “Nós só compramos matéria prima de fornecedores homologados, que passam por um rigoroso processo de controle de qualidade e segurança. É essencial priorizar isso”, conta Odilon, ao destacar que também não trabalha com adição de corantes artificiais, como o caramelo IV, ou mesmo conservantes.

Dificuldades orçamentárias da UnB serão discutidas em audiência na sexta-feira

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As restrições orçamentárias por que passa a Universidade de Brasília (UnB) serão tema de audiência pública da Comissão Senado do Futuro (CSF). O deficit nas contas esperado para 2018, de acordo com a universidade, é de R$ 92,3 milhões. A possibilidade de demissões já resultou em greve de terceirizados e na ocupação da reitoria por alunos da instituição. A audiência está marcada para sexta-feira (4), às 14h30.

Em carta recente à comunidade, a reitoria da UnB, Márcia Abrahão Moura, alega que reduções orçamentárias estão sendo impostas às universidades públicas federais em geral e à Universidade de Brasília. O Ministério da Educação (MEC), por sua vez, alega que não houve cortes em 2018 e que o orçamento da UnB para este ano é maior do que o de 2017.

No requerimento para a audiência, o presidente da comissão, senador Hélio José (Pros-DF), afirmou que as restrições podem comprometer a prestação de serviços à comunidade, a qualidade dos cursos oferecidos e a manutenção de pesquisas científicas.

Convidados

Além da reitora da universidade, foram convidados representantes do Ministério da Educação, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, das associações dos docentes e dos servidores da UnB, dos centros acadêmicos e do Comitê em Defesa da UnB.

COMO ACOMPANHAR E PARTICIPAR

Participe:

http://bit.ly/audienciainterativa

Portal e-Cidadania:

www.senado.gov.br/ecidadania

Alô Senado (0800-612211)