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TSE assina memorando com Facebook e Google contra fake news

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assinou hoje (28) um memorando de entendimento com o Facebook e o Google para evitar a proliferação de notícias falsas (fake news) no período eleitoral.

As empresas se comprometeram a “combater a desinformação gerada por terceiros”, observando para isso o cumprimento a normas internacionais de direitos humanos e às boas práticas da indústria.

O documento de apenas duas páginas, no entanto, não detalha nenhuma iniciativa nesse sentido, dizendo apenas que o combate se dará por meio de “prevenção de práticas dolosas de desinformação, projetos de fomento à educação digital e iniciativas que promovam o jornalismo de qualidade”.

Outro memorando foi assinado também com a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), com o mesmo objetivo de combater as fake news.

O presidente do TSE, ministro Luiz Fux, participou de solenidade em que os documentos foram assinados nesta quinta-feira. No início deste mês, ele firmou acordo semelhante com representantes de partidos políticos, que se comprometeram a “manter um ambiente eleitoral imune de disseminação de notícias falsas”.

Eleições 2018: CNI/Ibope || Jair Bolsonaro (PSL), 17%; Marina (Rede), 13%; Ciro Gomes (PDT), 8%; Geraldo Alckmin (PSDB), 6%

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Pesquisa Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), sob o registro BR-02265/2018 no Tribunal Superior Eleitoral), divulgaou nesta quinta-feira (28) os índices de intenção de voto para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018.

A pesquisa foi realizada entre 21 e 24 de junho com 2 mil eleitores em 128 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Veja os cenários da pesquisa estimulada (quando são apresentados os nomes dos candidatos):

Cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 17%
  • Marina Silva (Rede): 13%
  • Ciro Gomes (PDT): 8%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
  • Álvaro Dias (Podemos): 3%
  • Fernando Collor de Mello (PTC): 2%
  • Fernando Haddad (PT): 2%
  • Flávio Rocha (PRB): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • Henrique Meirelles (MDB): 1%
  • Levy Fidelix (PRTB): 1%
  • Manuela D’ Ávila (PC do B): 1%
  • Rodrigo Maia (DEM): 1%
  • João Goulart Filho: 1%
  • Outro com menos de 1%: 1%
  • Branco/nulo: 33%
  • Não sabe/não respondeu: 8%

Cenário com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 33%
  • Jair Bolsonaro (PSL): 15%
  • Marina Silva (Rede): 7%
  • Ciro Gomes (PDT): 4%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 4%
  • Álvaro Dias (Podemos): 2%
  • Manuela D’Ávila (PC do B): 1%
  • Fernando Collor de Mello (PTC): 1%
  • Flávio Rocha (PRB): 1%
  • Levy Fidelix (PRTB): 1%
  • João Goulart Filho (PPL): 1%
  • Outros com menos de 1%: 2%
  • Branco/nulo: 22%
  • Não sabe/não respondeu: 6%
Intenção de voto espontânea (quando não é apresentada uma lista de candidatos):
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 21%
  • Jair Bolsonaro (PSL): 11%
  • Marina Silva (Rede): 2%
  • Ciro Gomes (PDT): 2%
  • Álvaro Dias (Podemos): 1%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 1%
  • João Amôedo (Novo): 1%
  • Outro com menos de 1%: 3%
  • Branco/nulo: 31%
  • Não sabe/não respondeu: 28%

O Ibope não pesquisou cenários para segundo turno. Isso porque essa é a primeira pesquisa Ibope/CNI de intenção de votos deste ano. Segundo o gerente-executivo de pesquisa e competitividade da CNI, Renato da Fonseca, é preciso ter um histórico para poder traçar cenários de segundo turno a serem apresentados para os entrevistados.

Na próxima pesquisa do Ibope/CNI, prevista para setembro, deverão ser levantados os cenários de segundo turno.

Rejeição de voto para presidente da República:

  • Fernando Collor de Mello (PTC): 32%
  • Jair Bolsonaro (PSL): 32%
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 31%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 22%
  • Ciro Gomes (PDT): 18%
  • Marina Silva (Rede): 18%
  • Rodrigo Maia (DEM): 13%
  • Fernando Haddad (PT): 12%
  • Henrique Meirelles (MDB): 11%
  • Levy Fidelix (PRTB): 10%
  • Aldo Rebelo (SD): 9%
  • Álvaro Dias (Podemos): 9%
  • Flávio Rocha (PRB): 9%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 9%
  • João Gourlart Filho (PPL): 9%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 9%
  • João Amôedo (Novo): 8%
  • Guilherme Afif: 8%
  • Paulo Rabello (PSC): 8%
  • Valéria Monteiro (PMN): 8%
  • Poderia votar em todos: 2%
  • Não sabe/não respondeu: 11%

Pesquisa CNI-Ibope aponta recuo na confiança do governo de 8% para 6%

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A pesquisa Pesquisa CNI-Ibope, divulgada hoje (28), apontou que o percentual de confiança no governo Michel Temer recuou de março para junho, passando de 8% para 6%, assim como, em proporção inversa, cresceu o número de pessoas, de 67% para 74%, que acreditam que o restante do atual governo será ruim ou péssimo.

A insatisfação da população com o governo também aumentou. A porcentagem de pessoas que consideram o governo como ruim ou péssimo passou de 72% para 79%, entre os 2 mil entrevistados em 128 cidades brasileiras. Renato da Fonseca, gerente executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, destacou que a maior insatisfação foi registrada na Região Nordeste e entre os jovens com idades entre 16 e 24 anos.

Segundo o levantamento, os índices que apontam a pior avaliação do governo são resultados de uma redução no volume de pessoas que consideravam a administração de Temer como regular, de 21% para 16%, nesse mesmo intervalo de tempo. A porcentagem de entrevistados que classificam como ótimo ou bom também caiu de 5% para 4%.

Mais de 75% dos entrevistados também desaprovaram as políticas e ações do governo em todas as nove áreas pesquisadas pela CNI. O levantamento apontou, nesse ponto, apenas uma mudança no ranking de melhores avaliadas, tendo a segurança pública assumido o terceiro lugar entre as melhores avaliadas, com 14% de aprovação, antecipada pelas áreas de meio ambiente (17%) e educação (15%).

Como a Reforma Trabalhista pode beneficiar as empresas que querem premiar seus funcionários?

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*Por Emerson Moreira

Aumentar a lucratividade, aprimorar a produtividade e conseguir engajar os colaboradores a buscarem seu melhor desempenho. Podemos dizer que estas preocupações permeiam a mente da maioria dos líderes que estão sempre investindo em técnicas de gestão mais eficientes, com o objetivo de motivar e valorizar suas equipes. Quando nos deparamos com um cenário de incertezas econômicas e políticas – como o atual – esta missão parece ser ainda desafiadora.

Diante desse desafio faço uma provocação: qual o melhor caminho para unir, em uma única ação: reconhecimento, entrega efetiva de valor para o funcionário e, com isso, motivá-lo a ponto de impactar, inclusive, sua produtividade?

Os programas de incentivo endereçam todas essas questões acima, gerando um resultado muito positivo na gestão das companhias. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva, em parceria com a LTM, dos trabalhadores com carteira assinada que recebem prêmios por performance, 45% estão mais satisfeitos com seu emprego do que aqueles que não recebem, que somam 31%. Ainda de acordo com esta pesquisa, 80% acreditam que programas de premiação incentivam muito a sensação de reconhecimento, a produtividade e a melhora do ambiente de trabalho.

A Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017), em vigor desde novembro de 2017, normatizou as regras que tratam dessas premiações. Segundo a nova lei, os valores das premiações não integram a remuneração do empregado e não podem ser incorporados ao Contrato de Trabalho. Dessa forma, não constituem base de incidência para encargos trabalhistas e previdenciários – antes eram considerados bônus salarial. Com esta segurança jurídica, as companhias podem agora definir como e quais serão esses benefícios.

Portanto, o mais importante para as companhias que decidem aderir à política de incentivos é estar cercada de parceiros especializados no assunto, que desenvolvam um programa customizado que entregue benefícios efetivos para as equipes e para a corporação e, ao mesmo tempo, com garantia de proteção legal.

As companhias que aderirem aos programas de incentivo conseguirão obter resultados positivos em pouco tempo. Além do aumento da motivação, existem companhias que tiveram uma melhora exponencial do clima e da satisfação dos colaboradores. Isto sem mencionar a retenção de talentos, pois as empresas que investem no bem estar dos funcionários se tornam mais atraentes para bons profissionais e saem na frente de concorrentes.

*Emerson Moreira é CEO da LTM

Fux tenta costurar acordo sobre tabelamento do frete em reunião nesta quinta

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Por Paulo Henrique Gomes – O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), se reúne nesta quinta-feira (28) com empresários e caminhoneiros para tentar um acordo sobre o tabelamento do frete rodoviário no país. Há uma semana, o magistrado também mediou uma conversa entre os setores, mas não teve sucesso.

Se não houver consenso entre as partes envolvidas, Fux realizará uma audiência pública para colher informações de especialistas e, somente então, decidir sobre o assunto. A audiência está pré-agendada para 27 de agosto.

O ministro do STF é o relator de três ações diretas de inconstitucionalidade movidas contra a Medida Provisória 832/18, editada pelo governo em 27 de maio e que prevê o tabelamento do preço mínimo do frete para o transporte de cargas em rodovias. As ações foram abertas pela Associação do Transporte Rodoviário do Brasil (ATR Brasil), que representa empresas transportadoras, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

A discussão sobre o tema, porém, já virou uma verdadeira novela. O tabelamento do preço mínimo do frete era uma das reivindicações dos caminhoneiros, que paralisaram suas atividades por 11 dias no fim de maio, provocando uma grave crise de abastecimento no país.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade, se manifestou contrário à criação de uma tabela com valores mínimos de frete. Em posicionamento formalizado em parecer enviado ao STF, a autarquia sustenta que o tabelamento do frete limita a concorrência e dá margem para criação de cartel no setor.

O advogado especializado em Direito Econômico José Del Chiaro considera que o governo se equivocou ao cogitar a criação de um piso no tabelamento do frete. Ele acrescenta ainda que, se a medida for colocada em prática, quem vai sentir a diferença no bolso será a população.

“Uma tabela vinculativa, uma tabela obrigatória leva à cartelização, leva ao aumento de preço. Ela prejudica a sociedade como um todo. Eu acho que nesse momento, o próprio caminhoneiro precisa pensar que ele está entrando na construção de uma bola de neve, porque na hora que ele sobe todos os preços da forma que ele vai subir, ele também será prejudicado”, defende o especialista.

Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que havia sido elaborado cinco pareceres contrários ao tabelamento do frete, em 2015, as tabelas foram elaboradas conforme as características das cargas, que foram divididas em carga geral, a granel, frigorificada, perigosa e neogranel.

Se não sofrer mudanças, a tabela publicada no fim de maio terá validade até 20 de janeiro de 2019. No início de junho, a ANTT chegou a divulgar uma nova tabela. Poucas horas após o anúncio, no entanto, o Ministério dos Transportes informou que ela seria revogada. Segunda a pasta, a decisão foi tomada porque os caminhoneiros reagiram negativamente aos novos valores definidos, voltando a valer o tabelamento divulgado em maio.

Congresso

Escolhido como relator de uma das medidas provisórias que trata da situação dos caminhoneiros no país, o deputado Osmar Terra, do MDB do Rio Grande do Sul, defende que é o melhor caminho a ser seguido é do diálogo.

“Eu acho que nós vamos ter que fazer aí pelo menos três, quatro grandes audiências públicas, ouvir todos os setores, e ouvir com atenção. Hoje, o agronegócio é o grande responsável pelo progresso do país, pelo PIB brasileiro. Está onde está pela recuperação da economia. Todos têm que ser considerados, inclusive o motorista autônomo”, disse o parlamentar.

As críticas de entidades do setor produtivo mostra que o debate está longe do fim. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), por exemplo, estima que os fretes tiveram aumentos médios de 25% a 65% com o tabelamento. Em algumas situações, os custos de transporte subiram mais de 100%, de acordo com a entidade.

A tendência, com isso, é que a população perceba um aumento geral nos preços, já que praticamente todo o transporte de mercadorias passa pelas estradas brasileiras.

José Dirceu deve se apresentar a juiz Sérgio Moro em 5 dias, determina Justiça do DF

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Vara de Execuções Penais diz que a decisão sobre medidas cautelares, incluindo tornozeleira eletrônica, cabe a Curitiba. STF mandou soltar ex-ministro nesta terça

Por Gabriel Luiz, G1 DF – A Justiça do Distrito Federal deu cinco dias para o ex-ministro José Dirceu se apresentar ao juiz Sérgio Moro, em Curitiba. A determinação é da juíza Leila Cury, da Vara de Execuções Penais (VEP), nesta quarta-feira (27).

O advogado de Dirceu, Roberto Podval, disse que a defesa está “tranquila” e que vai cumprir a ordem judicial.

Segundo a magistrada, cabe à Justiça paranaense determinar quais medidas cautelares devem ser aplicadas durante a soltura – “inclusive para instalação de nova tornozeleira eletrônica, se [for] o caso”. Dirceu foi condenado a 30 anos e 9 meses de prisão (veja detalhes abaixo).

Com isso, as regras de cumprimento da liberdade devem ficar a cargo da 13ª Vara Federal do Paraná, onde o processo teve início. Caberá ao juiz Sérgio Moro, inclusive, determinar onde o ex-ministro ficará morando enquanto aguarda o fim do julgamento.

Além disso, a Justiça do DF encaminhou para Curitiba todo o processo envolvendo o mês de prisão cumprido por Dirceu no Complexo da Papuda, em Brasília, antes de ser solto por decisão da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça (26).

Trecho de decisão judicial que manda José Dirceu comparecer ao juiz Moro (Foto: Reprodução)
Trecho de decisão judicial que manda José Dirceu comparecer ao juiz Moro (Foto: Reprodução)

Saída da Papuda

Dirceu voltou para casa, no apartamento dele no Sudoeste (área nobre de Brasília), na madrugada desta quarta-feira (27). Ele entrou de carro pelo lado oposto de onde deveria entrar – ou seja, pela saída da garagem. O petista carregava uma bolsa preta na mão e mais duas sacolas. A chegada dele foi registrada pelo repórter cinematográfico da TV Globo Edvaldo Lachu.

STF pode julgar hoje validade da reforma trabalhista

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O Supremo Tribunal Federal (STF) pode julgar hoje (28), a partir das 14h, ações protocoladas por diversos sindicatos de trabalhadores contra alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), feitas pela Lei 13.467/2017, a reforma trabalhista.

O primeiro item da pauta de julgamento será uma ação que trata de royalties de petróleo para Santa Catarina. Se o julgamento for concluído, as ações trabalhistas serão analisadas.

Entre os pontos contestados estão o fim da contribuição sindical obrigatória e o reconhecimento da prática do trabalho intermitente, modalidade de contratação de mão de obra autorizada pela nova legislação trabalhista.

As federações sindicais alegam que o fim do imposto sindical obrigatório viola a Constituição, pois inviabiliza suas atividades por extinguir repentinamente a fonte de 80% de suas receitas. Para os sindicatos, o imposto somente poderia ser extinto por meio da aprovação de uma lei complementar, e não uma lei ordinária, como foi aprovada a reforma.

No caso do trabalho intermitente, os sindicatos alegaram que a modalidade precariza a relação de emprego e ofende os princípios constitucionais da vedação ao retrocesso social e da dignidade humana.

Pelo trabalho intermitente, o trabalhador autônomo poderá prestar serviços a mais de um contratante, em horários distintos, mesmo que os contratantes atuem no mesmo segmento econômico. Com ou sem exclusividade, de forma contínua ou não, o contrato de trabalho autônomo afasta o vínculo empregatício permanente.

Entretanto, o período de inatividade não será considerado tempo à disposição do empregador e nem será remunerado – hipótese em que restará descaracterizado o contrato de trabalho intermitente caso haja remuneração por tempo à disposição no período de inatividade.

Em parecer enviado ao STF, a Procuradoria-Geral da República (PGR) deu parecer a favor das alterações.

Estimativa de inflação para este ano sobe para 4,2%

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A estimativa de inflação para este ano subiu, segundo o Relatório de Inflação divulgado hoje (28) pelo Banco Central (BC) na internet. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 3,8% para 4,2%.

Essa é a projeção elaborada com base em perspectiva do mercado financeiro para a taxa de juros (6,5% ao ano) e para o dólar (R$3,63 no fim de 2018).

A estimativa ficou próxima do centro da meta de inflação, que é 4,5% este ano. Para 2019, o centro da meta é 4,25% e para 2020, 4%. O intervalo de tolerância é de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para 2019, a projeção para o IPCA passou de 4,1% para 3,7%. A estimativa para 2020 caiu em 4,1% para 3,7%.

Em todos os outros cenários, elaborados com diferentes parâmetros, a projeção para a inflação em 2018 ficou em 4,2%. O BC também elabora estimativas considerando câmbio e juros constantes (6,5% ao ano e R$ 3,70), juros constantes e perspectiva do mercado para câmbio e projeção das instituições financeiras para taxa de juros e câmbio constante.

Nesses diferentes cenários, a projeção para a inflação em 2019 variou de 3,7% a 4,1%. Para 2020, a variação ficou entre 3,7% e 4,1%.

Projetada por Niemeyer, “Igrejinha” de Fátima comemora 60 anos

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Primeiro templo religioso de Brasília, a Igreja Nossa Senhora de Fátima, também chamada de “igrejinha”, completa 60 anos em 2018. Nesta quinta-feira (28), as homenagens se darão em missas ao longo do dia, as quais serão encerradas com a apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro.

Construída em apenas 100 dias, a capela foi projetada por Oscar Niemeyer e sua arquitetura faz referência a um chapéu de freira, a partir da interligação de apenas três pilares por arestas sinuosas. Diz-se que o projeto foi feito a pedido da ex-primeira-dama Sarah Kubitschek, como agradecimento pela cura da filha.

Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2007, assim como outras obras, em homenagem ao centenário de Niemeyer, o templo é revestido por azulejos de Athos Bulcão e por pinturas de Francisco Galeno, aluno de Alfredo Volpi, responsável pelo primeiro painel da igreja. Antes, havia afrescos com bandeirolas e anjos de Volpi, que foram cobertos por tinta em uma reforma ocorrida na década de 60, segundo informações da Paróquia Nossa Senhora de Fátima.

Apesar da riqueza artística do local, a igrejinha não perde a simplicidade. Frei Clézio Menezes dos Santos considera que isso a torna ainda mais especial. “A igrejinha junta duas espiritualidades: a mariana, desde a sua construção, com a simplicidade de Maria, por ser tão pequenina, por acolher o povo peregrino, e a espiritualidade franciscana, que também é marcada pela simplicidade”, diz.

“Para nós, essa comemoração é importante por ser a primeira capela da nova capital, por ter esse símbolo forte de Nossa Senhora, por ser espaço para a devoção à mãe de Deus. E, em segundo lugar, porque desde a sua fundação ela é cuidada por frades capuchinos” – ordem religiosa de matriz franciscana -, acrescenta.

As comemorações ocorrem ao longo de todo este ano. Hoje, participantes poderão também ver as relíquias dos chamados pastorinhos de Fátima, Jacinta e Francisco, canonizados pela Igreja Católica em 2017. É a primeira vez que essas relíquias são exibidas em Brasília. A programação completa está disponível no site da instituição.

CONDOMÍNIOS PODEM PROIBIR MORADORES DE DECORAR PRÉDIOS COM ENFEITES DA SELEÇÃO BRASILEIRA

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Apesar da norma está prevista no regulamento interno de muitos lugares, consultor condominial ressalta que o bom senso deve falar mais alto em épocas festivas, como a Copa do Mundo

Em clima de Copa do Mundo, os brasileiros querem torcer junto com a seleção pelo título do Hexacampeonato. As ruas enfeitadas, carros, casas e apartamentos decorados estão por todos os lados das cidades. Contudo, quem mora em prédio precisa se lembrar que existe um regulamento interno e que ele, geralmente, não permite alterar a fachada do edifício, usar cornetas e soltar foguetes. Alguns condomínios no Distrito Federal, inclusive, já proibiram o uso de itens de torcida.

Todos sabem que os barulhos excessivos em dia de jogo podem causar discórdia entre os vizinhos. Mas segundo o diretor-geral da JR Office, o consultor condominial Dr. Condomínio Aldo Junior, as normas existem e devem ser cumpridas. No entanto, tudo pode ser resolvido, muitas vezes, com uma boa conversa. “É uma questão de bom senso. Estamos em uma época festiva, que as pessoas querem comemorar, torcer, um período passageiro, que vai passar”, argumenta o consultor. “Em muitas situações, um bom diálogo do síndico com os moradores pode evitar desconfortos e atritos desnecessários”, completa.

Uma boa solução pode ser uma reunião entre o síndico e os moradores para decidirem como o prédio deverá se comportar durante os jogos da Seleção Brasileira. Apesar de ser um período passageiro, o Dr. Condomínio lembra que o respeito deve vir sempre em primeiro lugar. “Mesmo que exista tolerância em relação aos enfeites que alteram a fachada de um edifício, por exemplo, os moradores precisam procurar não exagerar com os barulhos de cornetas, apitos e outros objetos barulhentos. A comemoração é válida, mas sempre se lembrando que existe outra família morando na porta ao lado”, alerta o consultor.

Sobre dr. Condomínio – O dr. Condomínio, Aldo Junior, é diretor-geral da JR Office Assessoria Condominial e se tornou conhecido pela vasta experiência em gestão condominial, palestrante renomado sobre temas condominiais em todo o País. Ele estudou Direito, é contabilista, consultor condominial há 30 anos, coordenador-geral e promotor de grandes eventos nacionais como a Unasíndico e o ciclo de palestras condominiais. Ele também é colunista da Franquia Nacional do Jornal do Síndico em 23 estados, dos portais Síndiconet e Universo Condomínio. Em Brasília, Aldo é editor-geral da Folha do Síndico DF.

Sobre a JR Office: a JR Office Assessoria Condominial com sua inteligência em serviços condominiais foi fundada em 1988, em Brasília, e tem 29 anos de experiência exclusivamente na área condominial. O grupo, que tem sede no SIA Trecho 4 e filial em Águas Claras, atende tanto condomínios residenciais, comerciais e abrange dois pilares de sustentação da administração condominial: transparência na prestação de contas e eficiência na cobrança.

 

Serviço

CONDOMÍNIOS PODEM PROIBIR MORADORES DE DECORAR PRÉDIOS COM EFEITES DA SELEÇÃO BRASILEIRA

Canal do dr. Condomínio, no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCLBt4K7oZt0WypW2ttkcxyA

Site: http://www.jroffice.com.br