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Moments: My House realiza segundo episódio da trilogia de aniversário da marca

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Segunda parte da comemoração de 10 anos da label promete agitar cena eletrônica da cidade no dia 13 de julho

Os brasilienses que curtem música eletrônica de qualidade podem comemorar: vem aí a segunda parte da trilogia de 10 anos da My House. Após o sucesso da primeira festa no dia 10 de março, a edição, batizada de Episódio 2 – Moments, promete surpreender ainda mais seu público. Com data e local marcados, o evento será no dia 13 de julho no Estádio Nacional, com mood totalmente open air. “Nós apreciamos muito quando podemos oferecer esse tipo de experiência ao público, principalmente por causa das diferentes sensações que o amanhecer em um local aberto traz”, explica a produção.

Como de costume, a festa, que vem quebrando recordes de público a cada edição, vai trazer o melhor da cena para solo brasiliense no que diz respeito às atrações. Encabeçando o line-up, um duo com Lee Foss, dono do selo Hot Creations e renomado na cena underground de techno e house, com a cantora americana Anabel Englund. Além deles, também marcarão presença os “brazucas” Gabe, indicado como um dos DJ Mag Top 50; Barja, com seu timbre vocal grave e influência tech house; Clubbers, duo de mineiros que fizeram recentemente uma parceria de sucesso com o projeto Vintage Culture; e os brasilienses do Simple Jack, que são residentes da My House.

De acordo com Henrique Ferreira, produtor e sócio da My House, as três partes da comemoração estão conectadas, cada uma formando um capítulo desta primeira década de história. “As três festas submergirão o público em um mar de experiências únicas, que vão brincar com a noção de espaço e tempo. Vale ressaltar que, para compreender e aproveitar 100% dessa experiência, é importante estar presente nos três episódios”, diz.

Parte da experiência serão os drinks My House. Os presentes terão à disposição cinco opções de bebidas para curtir ainda mais o evento: o Tropical Gin, com Gin Tanqueray, Laranja e Red Bull Tropical; o Muv de Uva, com espumante Mumm e suco de uva MUV com pedaços da fruta; o My House Drink, com Gin Tanqueray, cajá, hortelã e gotas de limão, e a tradicional Gin com Tônica. A produção também pensou em quem segue uma alimentação balanceada e quer curtir sem sair da dieta. O drink 67 Calorias é feito com vodka, Red Bull Sugar Free e limão. Todas estas delícias custarão R$ 26.

 

Imersão visual

Nesta edição do evento, o público poderá desfrutar de dois momentos diferentes. No nível inferior, uma pista alongada e um palco grandioso, com 12 metros de altura e linguagem hexagonal. “A proposta é uma desconstrução do palco do primeiro episódio, que fará a transição para o grand finale no terceiro, que será em Dezembro”, entrega a produção do evento. Para complementar a experiência visual, um mapping 3D com conteúdo exclusivo, elaborado pelos VJs Reyzek e Artur Pessoa.

Já no piso superior, os my housers encontrarão uma grande novidade: a Varanda My House. Com vista panorâmica de todo o evento, o local contará com praça de alimentação, bar com drinks exclusivos, área de descanso com mobiliário sustentável de pallets e, pela primeira vez, um loja oficial da My House, na qual os presentes poderão encontrar chaveiros, copos, bonés, entre outros artigos da label.

 

Serviço

My House 10 Anos – EP.2

Data: 13 de julho, sexta-feira

Horário: a partir das 22h

Local: Estádio Nacional

Facebook:  /myhousebsb

Instagram: @myhousebsb

Ingressos: https://www.sympla.com.br/my-house–lee-foss–anabel–gabe__255656?afid=4268&d=rafaelsilvabsb

Classificação: 18 anos

Eleições 2018: Indefinição na disputa pelo governo do Distrito Federal

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Por Delmo Menezes

O cenário político no Distrito Federal continua ainda totalmente indefinido. Muitas especulações e blefes de todos os lados, na tentativa de cacifar este ou aquele candidato, principalmente na disputa majoritária deste ano. Como o tempo urge, alguns pré-candidatos que se lançaram antecipadamente pleiteando uma vaga ao Senado, como é o caso do deputado Rogério Rosso (PSD), começam a recuar dentro de um cenário mais realista, onde de acordo com pesquisas, mais de 40% do eleitorado ainda continua indeciso na sua escolha.

Entre os pré-candidatos ao Palácio do Buriti, o cenário continua nublado. Ao que tudo indica o jogo vai mesmo para o segundo turno. Nomes que até então estavam fora do páreo, começam a ganhar corpo, como é o caso da ex-deputada distrital Eliana Pedrosa (PROS), que tem se saído bem nos últimos levantamentos.

O líder em todas as pesquisas Jofran Frejat (PR), segue com a indefinição do seu vice e dos dois nomes para o Senado. Nos bastidores comenta-se que Paulo Octávio (PP) e o deputado federal Alberto Fraga (DEM), não abrem mão de participar da chapa majoritária. Um dos principais entraves que atinge a futura composição do ex-secretário de saúde, é explicar à população e aos seus opositores, as alianças feitas com aliados que respondem a processos na justiça. Frejat tem uma oportunidade única, e caso não atue como líder nesse processo, poderá jogar tudo por água abaixo.

O atual Chefe do Executivo, Rodrigo Rollemberg (PSB), apesar da alta rejeição do seu governo, não é carta fora do baralho como muita gente pensa. Rollemberg tem a máquina nas mãos, e nos últimos dias tem se esforçado para passar à população uma imagem de gestor eficiente, com a inauguração de pequenas obras em todo o DF. Carrega sobre seus ombros a imagem de ter desconstruído tudo de bom que seu antecessor fez, principalmente na área da Saúde, na qual tem a pior avaliação, seguido pela segurança pública. Outro grande problema de Rollemberg foi a falta de habilidade política no trato com a Câmara Legislativa e a escolha do seu secretariado que deixa muito a desejar.

O deputado federal Izalci Lucas (PSDB), tem a seu favor um partido grande, mas ao mesmo tempo a legenda passa por uma grande rejeição no cenário nacional. Izalci que é considerado um bom executivo, tem se desgastado muito em disputas judiciais para se consolidar na presidência do partido no DF. O parlamentar tem visitado todas a cidades do DF, colhendo informações e necessidades, para montar o seu plano de governo. Seu vice ainda não está definido e nem os nomes para o Senado. O senador Cristovam Buarque (PPS), aparentemente será um reforço importante na chapa majoritária de Izalci, porém  Cristovam costuma trocar de lado conforme as suas conveniências políticas.

No caso do PT, segue a indefinição sobre a escolha do candidato ao GDF. De acordo com interlocutores da legenda, aguarda-se a definição do nome que disputará a Presidência da República, para só então o partido se posicionar em relação ao Buriti. Para o Senado, a escolha do deputado Wasny de Roure é dada como certa.

Apesar de o prazo estar se esgotando, o certo mesmo é que o cenário ainda está muito incerto e muita água vai rolar por debaixo desta ponte.

Como dizia Magalhães Pinto: “Política é igual uma nuvem. Você olha, está de um jeito. Olha de novo, e já mudou”.

Enquanto isso, o senador Reguffe fica só observando!!!

Da Redação do Agenda Capital

Alimentos levam inflação oficial à maior alta para junho desde 1995

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Impulsionada pela variação dos preços dos alimentos, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o mês de junho com alta de 1,26%, a maior taxa para o mês desde os 2,26% de junho de 1995.

Os dados relativos ao IPCA, a inflação oficial do país, foram divulgados hoje (6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os 1,26% relativos ao IPCA de julho significam uma variação de preços 0,86 ponto percentual acima do 0,40% registrado em maio e é, segundo o IBGE, a primeira vez desde os 1,27% de janeiro de 2016 que o índice fica acima de 1,0%.

Com o resultado de julho, o IPCA acumulado no ano passou a 2,60%, ficando acima dos 1,18% registrado em igual período do ano passado. Já a taxa acumulada nos últimos 12 meses subiu para 4,39%, contra os 2,86% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em junho do ano passado, a taxa fechou com deflação (inflação negativa) de 0,23%.

Encontro em Brasília debate situação de 63 milhões de inadimplentes

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Evento terá debates e palestras sobre educação financeira

O cenário de inadimplência no Brasil segue trazendo números alarmantes. De acordo com os últimos dados divulgados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), o número de inadimplentes chegou a 63,29 milhões no mês de maio. Os dados por setor credor indicam um crescimento de 6,42% nas dívidas bancárias, que incluem cheque especial, cartões de crédito, empréstimos e financiamentos.

São muitos fatores que contribuem para que isso ocorra, mas o principal deles é a falta de entendimento do uso correto do dinheiro, por isso a Associação Brasileira de Educadores Financeiros (ABEFIN), em parceira com a DSOP Educação Financeira, realiza o primeiro Encontro Nacional de Educação Financeira, no dia 19 de Julho, quinta-feira, no Hotel San Marco, em Brasília (DF). A proposta é debater as causas da inadimplência e mostrar como a educação financeira pode combater esse problema.

Das 14h às 20h, o evento contará com uma cronograma especial para discutir o tema, trazendo debates, painéis e palestra para mostrar a importância do assunto para a população brasileira. O encontro é aberto ao público com entrada gratuita mediante inscrição, pois as vagas são limitadas.

“O encontro acontece em um momento no qual a educação financeira está ganhando mais visibilidade com importantes iniciativas públicas (ENEF) e também no campo privado (DSOP). Sabendo disso, queremos mostrar a relevância desse tema, não só para as crianças, mas também para as famílias, que hoje se encontram em uma situação de endividamento preocupante”, analisa o Presidente Reinaldo Domingos.

Serão três conversas para abranger todas as esferas de atuação da educação financeira.

No primeiro Painel será discutida a obrigatoriedade do ensino de educação financeira na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), resolução que irá preparar as nossas crianças para uma vida financeira mais saudável e ampliará os horizontes da educação financeira do País.

Já no Painel 2, um debate com o Presidente Reinaldo Domingos sobre os investimentos da aposentadoria para saber como potencializar e poupar dinheiro para o futuro.

O encontro contará ainda com uma conversa sobre o novo papel das empresas no universo da educação financeira e se encerra com uma palestra dos membros da Diretoria ABEFIN.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo site (https://info.dsop.com.br/encontro-nacional-abefin) ou no local do evento, que é gratuito.

Cronograma

 

14h – Abertura

14h30 – Painel 1: Obrigatoriedade da Educação Financeira na Base Nacional Comum Curricular – BNCC – Rede Alub de Ensino, Lauri Cericato, Ana Rosa Vilches

16h – Painel 2: Investimentos e Aposentadoria- Como potencializar e poupar seu dinheiro no cenário atual? – Mauro Calil e Mutuo Prev

17h30 – Coffee Break

17h45 – Painel 3: O novo papel das empresas no universo da Educação Financeira – Reinaldo Domingos, Edward Claudio Jr.

19h15 – Diretoria Abefin

20h – Encerramento

Encontro Nacional de Educação Financeira

Data: 19 de Julho de 2018
Horário: das 14h às 20h
Local: Hotel San Marco – SHS Q. 05 BLOCO C – Setor Hoteleiro Sul – Asa Sul, Brasília/DF

Inscrições: No local ou https://info.dsop.com.br/encontro-nacional-abefin

Mega-Sena acumula; próximo concurso deve pagar mais de R$ 27 milhões

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O prêmio da Mega-Sena mais uma vez acumulou. Ninguém acertou as dezenas: 18 – 22 – 29 – 34 – 36 – 47. Elas foram sorteadas pelo Caminhão da Sorte na noite dessa quinta-feira (5), na cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul.

A quina registrou 80 apostas vencedoras. Cada ganhador receberá R$ 24.597,04. A quadra teve 4.927 apostas premiadas; cabendo a cada acertador levará R$ 570,54.

A estimativa da Caixa é de um prêmio de R$ 27,5 milhões para o próximo concurso da Mega-Sena, marcado para este sábado (7), às 20h.

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) de amanhã, em qualquer loja lotérica credenciada pela Caixa em todo o país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Rodrigo Rollemberg: ‘Vi a minha base se dissolver e isso atrasou algumas ações do governo’

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Por Wesley Oliveira (Destak)

Faltando menos de seis meses para encerrar seu mandato de governador, Rodrigo Rollemberg (PSB) conversou com exclusividade com o Destak e fez um balanço sobre suas principais ações à frente do Executivo local e quais serão metas para esse último semestre de governo. Entre os temas debatidos, Rollemberg falou sobre a falta de apoio da Câmara Legislativa, problemas da saúde, concessão do Mané Garrincha e supersalários das estatais. Leia a seguir os principais trechos.

Destak: Ao longo deste três anos e meio, o GDF teve dificuldades junto à Câmara Legislativa para aprovar projetos de sua autoria. De alguma forma essa falta de apoio dos distritais prejudicou sua gestão?
Rollemberg: De fato tivemos muitas dificuldades com os deputados nesses três anos de governo. Vi a minha base se dissolver e o apoio ir embora. Porém, sempre buscamos o dialogo e pautas que eram importantes para a população a gente conseguiu que fossem aprovadas, como a criação do Instituto Hospital de Base, reestruturação do Iprev entre outros.

Destak: O senhor tenta agora que os distritais votem um projeto de lei que iria agilizar a concessão do Mané Garrincha. Acredita que conseguirá esse apoio em ano eleitoral?
Rollemberg: Eu não posso afirmar que o projeto será aprovado, mas estamos trabalhando para isso. Os nossos parlamentares aprovam aquilo que acreditam que seja bom para a cidade, e transformar o nosso estádio em um grande complexo de eventos será bom para todo o DF. Então, acho que teremos sim esse apoio.
Destak: O GDF tem divulgado que zerou filas de mamografia e de cirurgias eletivas, porém a saúde é um dos pontos mais criticados da sua gestão. Há como melhorar isso nos seis meses que restam do seu mandato?
Rollemberg: Sem dúvida nenhuma, a saúde é um dos nossos principais problemas e ainda não está do jeito que eu quero. Mudamos o modelo de gestão do Hospital de Base, ampliamos a cobertura do Saúde da Família, inauguramos Unidades Básicas e pagamos as contas que tinha da gestão passada. De fato demorou muito para darmos alguns passos, mas assim como conseguimos zerar algumas filas outras poderão ser zeradas.

Destak: O modelo Instituto Hospital de Base pode ser ampliado para outros hospitais do DF?
Rollemberg: Sem dúvidas. Nossa sociedade demorou um pouco para entender o que era o modelo, e hoje vê que o que fizemos lá funciona, é uma mudança de cultura. Hoje o o Instituto Hospital de Base consegue comprar medicamentos em 45 dias, enquanto em outros hospitais demora até oito meses. Então eu pretendo, sim, levar para outras regiões do DF.

Destak: O DF enfrenta um grande problema que é a falta de vagas nas creches públicas. O senhor prometeu construir novas unidades, entregou algumas porém a lista de espera de crianças de zero até três anos não foi zerada. Como resolver isso no tempo que lhe resta no governo?
Rollemberg: Poucos países universalizaram creche para crianças de até três anos de idade. De fato existe essa demanda no DF, porém construímos 25 novas unidades, outras várias estão sendo ainda construídas e serão entregues neste ano, só em Samamabia teremos mais cinco. Talvez não seja ainda suficiente, mas estamos buscando recursos e parcerias para que essa demanda seja cada vez menor.

Destak: O senhor não concedeu nenhum reajuste para os servidores no seu mandato, existe chance de sair algum aumento nesses próximos seis meses?
Rollemberg: Entramos agora no período eleitoral e a justiça não permite fazer reajustes de salários. Mas eu quero explicar que eu não concedi reajuste porque não havia previsão orçamentária para isso. Eu peguei o DF com bilhões em dívida e tentei trabalhar para pagar esse débitos e manter os pagamentos de salários em dia dos nossos servidores.

Destak: No começo do seu mandato o senhor declarou que tinha recebido o DF com uma dívida de mais de R$ 6 bilhões. Essa dívida já foi quitada?
Rollemberg: Quando eu assumi eu fiz o compromisso de pagar todas as contas que o governo passado tinha feito. Irei finalizar meu mandato com quase tudo pago, o que restar será coisa mínima. Se não fossem essas dívidas eu iria entregar o DF com superávit.

Destak: O racionamento foi encerrado às vésperas das eleições. Não foi uma decisão eleitoreira do senhor?
Rollemberg: De forma alguma, foi uma decisão técnica. Estamos na seca e com 90% do nível do Descoberto, por isso resolvemos acabar com o rodízio. Posso falar que resolvi a crise hídrica do DF.

Especializações de curta duração, a distância e com foco em tecnologia são tendência em educação

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A velocidade das mudanças do mercado de trabalho e as novas tecnologias têm despertado uma forte demanda por cursos de especialização. E em razão da pequena disponibilidade de tempo do profissional multifacetado de hoje, o SENAI CETIQT reformulou sua grade de cursos de pós graduação com programas rápidos que podem ser concluídos em menos tempo e à distância, mas que garantem a tão necessária atualização na carreira, inclusive no que se refere às novidades tecnológicas na área têxtil e de confecção.

A instituição, que é referência em tecnologia, consultoria e formação de mão de obra para o setor têxtil – conceito 4 no MEC – está oferecendo a pós-graduação em ‘Design de Produto de Moda’, a única no Brasil na modalidade à distância, com a finalidade de formar Designers de Produto de Moda. Com duração de um ano, o curso abrange não apenas o vestuário, mas também outros itens do universo da Moda. As aulas teórico-práticas permitem aos alunos uma estreita relação com o mercado por meio de vídeoaulas e webinars com a participação de profissionais de empresas do setor e professores tutores – grandes nomes do mercado – para uma total integração.

E que tal unir a tradição da alfaiataria com a modernidade da tecnologia? Esta é a proposta da nova pós-graduação ‘Gestão e Planejamento de Modelagem: Alfaiataria Industrial’, que tem duração de 360 horas, sendo 288 horas presenciais e 72 horas a distância. Com um programa de capacitação inovador e relevante para modelistas e designers que desejam ampliar as possibilidades de carreira, a especialização fornece ao aluno a habilidade de gerir, planejar e produzir modelagem de alfaiataria industrial.

“O objetivo é formar profissionais de alto nível para atender bem o atual mercado”, pontua Robson Wanka, gerente de educação do SENAI CETIQT. Para tal, o curso é estruturado em módulos que são inaugurados com palestras e workshops de sensibilização ministrados por profissionais de renome. Além disso, os alunos recebem um kit de estudo com software AUDACES360, LECTRA, manequim de moulageprofissional e quatro réguas próprias de modelagem.

Além dessas especializações, o CETIQT lançou a pós-graduação Especialização Master In Business Innovation em Indústria Avançada: Confecção 4.0. O MBI tem duração de seis meses e capacita CEOs e executivos de indústrias do segmento têxtil, de vestuário e confecção para que sejam capazes de elaborar projetos de implantação da Confecção 4.0 em suas empresas, gerando processos industriais mais eficientes, produtivos e sustentáveis. O foco é uma mudança no mindset dos gestores para que consigam trazer inovação para seus processos produtivos.

“A forma de fazer e de consumir moda vem passando por diversas transformações e as empresas brasileiras estão percebendo a necessidade de absorver as novidades. O empresariado têxtil já se movimenta para acompanhar essa transformação e o MBI proporciona um contato real com o que podemos trazer da teoria para a realidade. A partir dele damos corpo a uma comunidade empresarial que pode construir na prática a fábrica do futuro”, explica o gerente de educação do SENAI CETIQT, Robson Wanka, que complementa: “Essa é a hora de repensar, reformular, adequar – e, por que não dizer, superar e surpreender – na descoberta de fontes, tecnologias e novas formas de atuar e produzir. É o futuro que começa a se transformar em presente; uma grande oportunidade para se desenhar o novo parque fabril brasileiro”.

Ao longo de toda a especialização – carga horária de 360 horas à distância e seis encontros presenciais mensais – os alunos-executivos contam com aulas, palestras, videoaulas e dinâmicas colaborativas com vários especialistas, profissionais conceituados em suas áreas de atuação, que compartilham conteúdo, dão dicas e orientações para que os participantes incluam cada vez mais soluções tecnológicas em seus processos e possam aos poucos implantar em suas fábricas o modelo 4.0.

E não é só. A capacitação de educadores ligados à temas da indústria também é preocupação do CETIQT. A pós-graduação em ‘Docência na Educação Profissional e Tecnológica’ tem duração de apenas dois meses e capacita catedráticos do SENAI, graduados em nível superior, para o exercício da docência na educação profissional e tecnológica. O curso, totalmente online, tem foco na formação profissional significativa e qualitativa, atendendo aos pressupostos da Metodologia SENAI de Educação Profissional.

Todos os cursos de pós graduação do SENAI CETIQT estão com as inscrições abertas para turmas que se iniciam ainda este ano. Para saber mais ou se inscrever, acesse https://bit.ly/2CVQJFp.

DIRETORIA DA BPW BRASÍLIA É RENOVADA EM CERIMÔNIA FESTIVA

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Além do corpo diretor, nove novas associadas tomaram posse durante a solenidade

A nova diretoria da Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais (BPW Brasília/DF), eleita para o biênio 2018/20019, tomou posse na última segunda-feira (3), na sede da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), no Setor Comercial Sul. Cristina Melo, atual presidente, foi reconduzida, por aclamação, para o segundo mandato à frente da entidade. Marta Cury, assumiu como primeira vice-presidente, ao lado de Marília Furlan como segunda vice-presidente. Meire Neme, Rita Silva e Glauciene Moura assumiram como primeira diretora-financeira, segunda diretora financeira e diretora secretária, respectivamente.

Além da Diretoria Executiva, também houve renovação do Conselho Fiscal e do Conselho Diretor da instituição. Ao todo, nove novas associadas tomaram posse: Kátia Arruda, Lu Alves, Rose Meire Cyrillo, Aparecida Carvalho, Ana Jacqueline, Bernadeth Martins, Daniela Nogueira, Giuliani Silva Barbosa de Freitas e Priscila Fernandes. “Estamos muito felizes com o que a BPW Brasília vem construindo ao longo dos anos e também com os novos ares e os novos projetos que temos conseguido implementar”, comemora Cristina Melo. “Projetos como o Trocas Inteligentes e o Global Embassy têm criado oportunidades efetivas de debater questões importantes como equidade salarial, por exemplo”, completa Cristina.

Após a cerimônia de posse, houve uma confraternização para as novas integrantes da entidade e para convidados.

Sobre a BPW Brasilia-  A BPW Brasília (Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais) é uma Organização Não Governamental – ONG, de utilidade pública, sem fins lucrativos e sem finalidade política partidária. Ela tem como objetivo a promoção de melhores condições para a participação feminina nos setores produtivos e nos diversos espaços de poder. Realiza inúmeros projetos que fomentam o empreendedorismo e a capacitação de lideranças para melhorar a qualidade de vida de mulheres e meninas em todo o mundo, como o Trocas Inteligentes, Global Embassy e Chá das Damas do Cerrado, além de campanhas, rodadas de negócios, feiras, exposições e outros.

Fundada na Suíça em 1930, a organização internacional está presente em mais de 100 países e conta com cerca de 40 mil mulheres associadas. A BPW integra agências da ONU, ECOSOC, CSW, OEA, OIT e participa de eventos internacionais públicos e privados, que discutem, apoiam e fiscalizam o desenvolvimento das políticas públicas para mulheres e cumprimento dos acordos internacionais.

Secretaria de Educação do DF faz eleição complementar para diretor, vice e conselheiro escolar

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Processo ocorrerá em 13 unidades escolares. Candidatos devem se inscrever em 7 e 8 de agosto

A Secretaria de Educação publicou os editais com as normas e o calendário das eleições complementares para diretores e vice-diretores e conselheiros escolares.

As eleições vão ocorrer em 13 unidades onde os atuais ocupantes dos cargos foram indicados – por ausência de inscritos nas eleições de 2017; em razão de pedidos de exoneração; ou, ainda, por se tratar de colégios recém-inaugurados.

As datas e os horários dos dois processos eleitorais são coincidentes. Ambos em 5 de setembro, com divulgação dos resultados em 6 de setembro. As atividades escolares previstas para o dia da votação serão normais.

As inscrições para os candidatos a gestores — diretor e vice-diretor — e a conselheiros escolares serão em 7 e 8 de agosto, das 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas. Os registros deverão ser feitos nas unidades escolares, por meio das comissões eleitorais locais.

As campanhas eleitorais só poderão ocorrer de 17 de agosto a 4 de setembro. A comissão eleitoral local (em cada escola) deverá organizar audiência pública para apresentação dos candidatos de 27 a 31 de agosto.

Podem se candidatar a diretor e a vice-diretor o servidor que estiver:

  • Ativo da carreira magistério público ou assistência à educação
  • Em exercício em alguma unidade escolar da coordenação regional de ensino para a qual concorrerá
  • Na condição de efetivo há, no mínimo, três anos na rede pública de ensino
  • Na condição de efetivo no caso de pedagogo-orientador educacional e de profissional da carreira assistência à educação há, no mínimo, três anos na unidade escolar
  • Apresentar plano de trabalho para a gestão da escola

Podem se candidatar a conselheiro escolar os integrantes da comunidade escolar, composta por:

  • Profissionais da educação
  • Estudantes maiores de 13 anos
  • Servidores efetivos da escola
  • Pais, mães ou responsáveis pelos alunos

São aptos a votar:

  • Profissionais da educação
  • Estudantes maiores de 13 anos
  • Servidores efetivos da escola
  • Pais, mães ou responsáveis pelos alunos

Veja a íntegra do edital para eleição de diretores e vice-diretores.

Veja a íntegra do edita para eleição do conselho escolar.

Transferência de servidores será feita a pedido de órgãos federais

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O secretário de Gestão de Pessoas do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Augusto Akira Chiba, disse que a movimentação de servidores públicos federais, regulamentada pela Portaria nº 193, ocorrerá por iniciativa dos órgãos públicos e empresas estatais que justificarem a necessidade de receber novos funcionários.

Ao Planejamento caberá analisar caso a caso e autorizar ou não a transferência, que não poderá ser recusada pelo órgão de origem, incluindo as empresas estatais dependentes do Tesouro Nacional. “Um órgão vai demandar nossa área, a Secretaria de Gestão de Pessoas, nós vamos analisar o que é demandado e ver se a gente encontra aquele perfil no serviço público, inclusive nas empresas [estatais] dependentes”, explicou.

No caso de empresas públicas ou sociedade de economia mista não dependentes de recursos do Tesouro Nacional, será necessária anuência prévia do órgão de origem. Esse é o caso, por exemplo, do Banco do Brasil, da Petrobras e da Eletrobras, entre outras, que não são dependentes do Tesouro.

Segundo a portaria, as movimentações somente poderão ser aplicadas em caso de “necessidade ou interesse públicos” ou “por motivos de ordem técnica e operacional”. Todas as migrações ocorrerão após análise e aprovação do Ministério do Planejamento.

“Quem precisa [de servidor público] tem que justificar porque está precisando. Muitas vezes, a gente recebe demanda de concurso e alguns órgãos tem uma sobra, um excesso de pessoal. Como [servidor público] não pode ser dispensado, então temos que aproveitar de outra forma”, disse Chiba.

Realocação respeitará carreiras

Ainda de acordo com o secretário, para o servidor ou funcionário de empresa estatal, em caso de transferência, “não muda nada, apenas o local de trabalho”. As realocações, segundo o governo, terão de respeitar as carreiras dos servidores, que terão mantidos os direitos e vantagens do órgão de origem, como salário, contagem do tempo de serviços, férias e progressão funcional.

Além disso, o caráter “irrecusável” da transferência, previsto na portaria, refere-se a uma imposição ao órgão de origem e não aos servidores, segundo o secretário. “O que tem acontecido é que muitas vezes a gente identifica o perfil que o órgão está procurando, mas aquela empresa pública ou o órgão que tem esse pessoal não quer liberar, por isso foi colocado isso [na portaria]”.

Para Chiba, se for identificada uma situação de “excesso de pessoal” em um órgão ou empresa, o Planejamento poderá fazer um trabalho de convencimento dos servidores para a movimentação funcional. Questionado sobre o prazo “indeterminado” da transferência, o secretário de Gestão de Pessoas do Planejamento justificou que a portaria não poderia prever o tempo necessário em cada caso de realocação, mas que o órgão que for receber o novo funcionário deverá apontar o período necessário da transferência.

Decisão elogiada

Para o professor István Kasznar, da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (Ebape) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a decisão do governo “faz sentido”. “Disciplinar a movimentação de força de trabalho é importante. No mundo moderno, com tecnologia ultra-avançada, tem uma característica de extinção da razão de ser de certos empregos. A gente não deve deixar essas pessoas criando teia de aranha. Deve haver uma forma de realocá-las adequadamente em outras áreas das quais se tenha necessidade”, argumenta.

O professor alerta, no entanto, que as movimentações devem ser temporárias e seguir critérios claros, para não colocar em risco a viabilidade de órgãos públicos que perderão servidores.

Banco de talentos

O Ministério do Planejamento também vai criar uma espécie de “banco de talentos” do serviço público federal para que os servidores possam inserir informações profissionais que podem ser usadas no processo de movimentação de pessoal entre órgãos e estatais. Esse banco ficará disponível para consulta pelos próprios órgãos interessados em determinado tipo de perfil funcional.