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Laudos da Vigilância Sanitária atestam qualidade da água da ETA Lago Norte

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Resultados confirmam análises periódicas feitas pela Caesb 

Dois laudos da Vigilância Sanitária atestam a qualidade da água produzida e distribuída pela Estação de Tratamento de Água (ETA) Lago Norte, em sintonia com os resultados obtidos pela Caesb em suas frequentes análises feitas na Estação, que capta água no Lago Paranoá e entrou em funcionamento no início do mês de setembro passado. As análises foram feitas em duas amostras de água tratada, colhidas em dois pontos diferentes da ETA Lago Norte, no dia 20/12, e que tiveram seus resultados liberados nesta terça-feira (26/12).

Os laudos incluem análises microbiológicas de coliformes totais e escherichia coli, com resultado satisfatório e ausência de bactérias. Com mais esse resultado de exame laboratorial, a Caesb reafirma a excelência da água distribuída para as regiões abastecidas pela ETA Lago Norte, no mesmo padrão de qualidade da água distribuída para os moradores de todas as regiões do Distrito Federal.

Nessa Estação, o processo de tratamento é feito por membranas de ultrafiltração, tecnologia que garante elevados níveis de remoção de contaminantes. Além disso, permite um menor consumo de produtos químicos, melhor qualidade da água tratada e automatização mais simples. Permite também a eliminação de microrganismos (vírus, bactérias, protozoários como Giárdia e outros), partículas, sólidos em suspensão, gerando uma água de excelente qualidade.

A Caesb distribui água para a população dentro dos padrões estabelecidos pelos órgãos de saúde pública. É feito um controle rigoroso, que inclui análises operacionais de hora em hora, embora a exigência pela legislação vigente é que sejam feitas de duas em duas horas. Também é realizado um controle rigoroso da qualidade da água nas redes de distribuição, num nível de pelo menos 15% a mais do exigido pelo MS.

A Caesb, sempre que é demandada sobre dúvidas quanto à qualidade da água, envia equipe ao local para colher amostras. Em nenhum caso houve qualquer tipo de suspeita sobre a qualidade da água no local pesquisado. A Caesb lamenta o surgimento especulações a respeito da qualidade da água e reafirma que elas foram feitas sem base científica, sem investigações e pesquisas absolutamente indispensáveis.

Link dos laudos:

https://www.caesb.df.gov.br/images/seca_DF/LAUDO_391_ETA_LAGO.pdf

https://www.caesb.df.gov.br/images/seca_DF/LAUDO_392_ETA_LAGO.pdf

Crise hídrica: reservatório de Santa Maria supera a meta de dezembro

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Nesta terça-feira (26), o nível de água marcou 28,5%. A média para o mês era de 26%. Curva de acompanhamento para os primeiros meses de 2018 já está definida

Há poucos dias para acabar o mês, o reservatório de Santa Maria supera a média esperada para dezembro. Nesta terça-feira (26), o nível de água na represa marcou 28,5% — o esperado era de 26%. No entanto, os cuidados para economia de recursos hídricos devem continuar.

Metas para o reservatório de Santa MariaDe acordo com a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento (Adasa), a captação no Santa Maria tem sido fortalecida com a chuva mais intensa este ano e com o volume mais abundante de água do Ribeirão do Torto. Tudo isso somado ao programa de economia de consumo que o governo adotou.

O diretor-presidente da agência, Paulo Salles, explica a importância desse tributário. “Numa época como esta, em que tem chovido bastante, a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) retira maior volume do ribeirão, o que mantêm o nível do reservatório mais estável”.

As novas metas mensais da curva de acompanhamento para o reservatório de Santa Maria já foram divulgadas. A resolução nº 28 foi publicada nesta terça-feira (26) no Diário Oficial do Distrito Federal.

O manancial do Santa Maria é responsável pelo abastecimento da maior parte do Plano Piloto de Brasília, do Lago Sul e da região do Paranoá.

Os níveis mínimos de volume estipulados valem para o período de dezembro de 2017 a maio de 2018. De acordo com a projeção, as metas para os primeiros meses do ano são:

  • Janeiro: 28%
  • Fevereiro: 36%
  • Março: 41%
  • Abril: 46%
  • Maio: 47%

As porcentagens são definidas por critérios como precipitação e vazão dos afluentes, aferidas semanalmente pela Adasa.

Para Salles, as curvas de acompanhamento são cheias de incertezas, pois não há como prever um período de chuvas a longo prazo. No entanto, a autarquia trabalha com três cenários possíveis:

  • com o ciclo de chuvas nos próximos meses semelhante ao dos primeiros cinco meses de 2017
  • com 20% a menos de chuvas no referido período
  • com 20% a mais de chuvas

Previsão para 2018 é de chuvas na média

Pelas projeções do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os primeiros meses de 2018 terão chuvas dentro da média.

De acordo com o instituto, é esperada para janeiro uma precipitação de 247,4 milímetros. Já em fevereiro, a quantidade de chuva deve atingir a média de 217,5 milímetros. Em março, o esperado é de 180,6 milímetros.

Marconi Perillo é pressionado por tucanos a disputar ao Governo de Brasília

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Governador de Goiás quatro vezes (eleito e reeleito em duas ocasiões), o tucano Marconi Perillo é curiosamente bem avaliado pelos eleitores de Brasília, e por essa razão seus amigos na capital o pressionam a disputar o mandato de governador do Distrito Federal. Para tanto, bastaria Perillo se desincompatibilizar do cargo, no governo goiano, e trocar seu domicílio eleitoral até seis meses antes das eleições. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A boa aceitação de Perillo decorre da forte ligação dos brasilienses ao Goiás, onde observam as transformações promovidas pelo governador.

O PSDB está rachado no DF: um grupo apóia a reeleição de Rodrigo Rollemberg (PSB), e Perillo poderia promover a unidade do partido.

A má notícia dos defensores da candidatura de Perillo é ele próprio. O político goiano alega ser amigo de Rollemberg e jamais o enfrentaria.

A boa notícia para quem defende a opção Marconi Perillo em Brasília são os rumores de que Rollemberg pode disputar vaga no Senado.

Presidente Temer faz novo apelo para aprovar a reforma da Previdência

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Por Marquezan Araújo – Em pronunciamento de Natal, na noite deste domingo (24), o presidente Michel Temer voltou a pedir apoio para aprovação da reforma da Previdência. Com um tom otimista, Temer destacou que as mudanças nas regras para se aposentar são essenciais para o desenvolvimento do país. Alegando que a proposta não é uma que questão partidária, o presidente afirma que as novas regras são a garantia de pagamento dos benefícios no futuro.

“Devo dizer uma palavra sobre a reforma da Previdência. Não é uma questão ideológica ou partidária. É uma questão do futuro do País, para garantir que os aposentados de hoje e os de amanhã possam receber suas pensões”, disse.

A votação da matéria está prevista para o dia 19 de fevereiro. Até lá, o governo Federal deve trabalhar para conquistar votos de parlamentares indecisos. E, no discurso do último domingo, Temer disse que tem convicção de que o Congresso Nacional vai aprovar a reforma da previdência.

“Nosso país vizinho, a Argentina, num gesto consciente e de união pelo país, de exemplo e acaba de aprovar a sua reforma. Tenho plena convicção de que os nossos parlamentares darão o seu voto e o seu aval, para que isso também aconteça aqui. Tenho certeza que eles não faltaram”, afirmou o presidente.

A reforma da Previdência  está sendo discutida na Câmara e para seguir ao Senado Federal, deve ter o apoio de pelo menos 308 deputados. De acordo com o texto, as mulheres só poderão se aposentar com 62 anos de idade. Já os homens, com 65. Contudo, será respeitada uma regra de transição para diminuir o impacto da medida para os trabalhadores que estariam perto de se aposentar.

Caso a reforma seja aprovada, a idade mínima começaria com 55 anos para os homens e 53 anos para as mulheres. A partir de 2020 essa idade começa a subir, na proporção de um ano de idade a cada dois anos que se passam. Assim, somente em 2038 o piso para a aposentadoria seria atingindo, fixando as idades de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.

Cartórios divulgam os nomes mais registrados no Distrito Federal em 2017

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 Miguel aparece disparado como o nome mais registrado, seguido por Arthur e Heitor. Nova metodologia do estudo compila variações de nomes simples e compostos.

Miguel foi disparado o nome mais registrado pela população brasiliense no ano de 2017. Com uma diferença de mais de 140 registros, o nome de origem hebraica está no topo da lista dos mais registrados no Distrito Federal, dando nome a 904 recém-nascidos neste ano. Na sequência aparecem Arthur, com 762 registros de nascimentos, e Heitor com 689 registros.

Um novo ranking, mais completo e detalhado, desenvolvido pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-BR) com base nas informações Cartórios do Distrito Federal prestadas à Central Nacional de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), mapeou um estudo completo sobre os nomes mais registrados no Distrito em 2017.

A nova metodologia permitiu a segura identificação de nomes simples e compostos e a comparação efetiva para se chegar aos nomes mais escolhidos dentre os 45.951 nascimentos registrados no DF até o dia 10 de dezembro deste ano. Ao todo, a população brasiliense escolheu um total de 7.127 nomes diferentes, alguns deles com ampla variação de grafia, além dos tradicionais nomes diferentes escolhidos pelos pais.

Em 2017, além dos três primeiros colocados, a lista dos “10 Mais” conta com Alice (603 registros), Davi (520 registros), Bernardo (495 registros), Valentina (486 registros), Gabriel (429 registros), Helena (425 registros) e João Miguel (417 registros).

No ranking separado por sexo, os 10 nomes masculinos mais escolhidos foram Miguel (904 registros), Arthur (762 registros), Heitor (689), Davi (520 registros), Bernardo (495 registros), Gabriel (429 registros), João Miguel (417 registros), Enzo Gabriel (364 registros), Samuel (351 registros) e Theo (282 registros).

Já entre as mulheres, o ranking dos 10 nomes mais registrados foram Alice (603 registros), Valentina (486 registros), Helena (425 registros), Laura (404 registros), Sophia (373 registros), Heloisa (335 registros), Julia (309 registros), Maria Eduarda (296 registros), Cecilia (276) e Isabella (261 registros).

No Brasil

No Brasil, o ranking dos nomes mais registrados em 2017, elaborado com base nas informações prestadas por todos os Cartórios dos Estados do RS, SC, PR, SP, ES, MG, MS, GO, DF, RO, AC, AP, RR, CE, PE e AL à CRC Nacional, é formado por: Miguel (25.710), Arthur (21.161 registros), Alice (18.508 registros), Davi (15.372 registros), Heitor (13.718 registros), Valentina (13.193 registros), Gabriel (12.636 registros), Helena (12.615 registros), Laura (12.594 registros) e Bernardo (12.529 registros).

No ranking separado por sexo, os 10 nomes masculinos mais escolhidos foram Miguel (25.710), Arthur (21.161), Davi (15.372), Heitor (13.718), Gabriel (12.636), Bernardo (12.529), Lorenzo (11.098), Enzo Gabriel (10.195), Pedro Henrique (9.237) e Pedro (8.830).

Já entre as mulheres, o ranking dos 10 nomes mais registrados foram Alice (18.508), Valentina (13.193), Helena (12.615), Laura (12.594), Sophia (12.449), Maria Eduarda (9.922), Lorena (9.202), Júlia (9.122), Heloísa (8.639) e Lívia (8.019).

 

Nomes tradicionais, da moda e variações

O estudo possibilitou identificar ainda um ranking nacional considerando-se apenas o primeiro nome, as variações dos nomes mais comuns, além dos nomes menos comuns ou que caíram em desuso nos últimos anos. Considerando-se apenas o primeiro nome dos registros, o ranking muda completamente de patamar.

Nesta situação Maria passa a ser o nome mais registrado, com 80.192 registros de nascimento, seguido por João (44.450), Ana (41.500), Davi (36.723), Arthur (34.831), Alice (24.420), Pedro (28.327), Enzo (24.923), Sophia (19.775) e Heitor (18.483).

Interessante observar que nomes tradicionais, como Maria, possuem 885 variações de registros, sendo Maria Eduarda o mais comum, com 9.922 registros. Na sequencia estão Maria Clara (7.768), Maria Luiza (6.183) e Maria Julia (5.655). Dos 80.192 registros de nomes com Maria, 73.775 são nomes compostos. Já Ana, possui 270 variações de nomes registrados, com destaque para Ana Julia (6.551), Ana Clara (5.885) e Ana Luíza (3.641). Dos 41.500 registros com o nome Ana, 38.653 dão origem a nomes compostos.

Entre os homens João, possui 154 variações de nomes registrados, com destaque para João Miguel (10.343), João Pedro (6.303) e João Lucas (4.830). Das 44.450 crianças registradas com o primeiro nome João, 40.896 ficaram com nomes compostos. Já Pedro possui 232 variações de nomes, com destaque para Pedro Henrique (9.237), Pedro Miguel (1.741) e Pedro Lucas (1.585). Dos 28.327 Pedros registrados, 19.433 ficaram com nomes compostos.

Nomes considerados “da moda”, também aparecem na lista, sendo Enzo uma das situações mais curiosas, já que duas formas quase empatadas dominam o registro de crianças com este nome: Enzo Gabriel (10.195 registros) e Enzo (8.196). Em número maior registram-se as variações de Davi, sendo David Lucas o mais comum, com 4.485 registros, seguido por Davi Lucca, David, David Miguel e Davi Henrique.

Por fim, os registros de nomes que chegaram a ser comuns em outras épocas e que cada vez mais caem em desuso, como Liliana, Sonia, Regis, Vicente, Raquel, Otacílio, Vicente, Émerson e Regis. A lista traz ainda nomes “bem” diferentes, como Riquelmi, Moa, Darcksson, Ambar, Iasã, Zeonilde, Dã, Steice e até um Donald, mas sem Trump.

10 NOMES MAIS FREQUENTES – GERAL (DF)

MIGUEL

904

ARTHUR

762

HEITOR

689

ALICE

603

DAVI

520

BERNARDO

495

VALENTINA

486

GABRIEL

429

HELENA

425

JOÃO MIGUEL

417

10 NOMES MAIS FREQUENTES – MASCULINO (DF)

MIGUEL

904

ARTHUR

762

HEITOR

689

DAVI

520

BERNARDO

495

GABRIEL

429

JOÃO MIGUEL

417

ENZO GABRIEL

364

SAMUEL

351

THEO

282

10 NOMES MAIS FREQUENTES – FEMININO (DF)

ALICE

603

VALENTINA

486

HELENA

425

LAURA

404

SOPHIA

373

HELOISA

335

JULIA

309

MARIA EDUARDA

296

CECILIA

276

ISABELLA

261

Fonte: Arpen/SP – Central de Informações do Registro Civil

Prazo para saque do abono salarial ano-base 2015 termina quinta-feira

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Trabalhadores com direito ao abono salarial ano-base 2015 têm até quinta-feira (28) para sacar o beneficio. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informou que esse é o prazo final e não haverá nova prorrogação. Segundo o MTE, até o fim de novembro 1,4 milhão de brasileiros com direito ao benefício ainda não tinham sacado o dinheiro.

Quem trabalhou na iniciativa privada em 2015 pode retirar o dinheiro em qualquer agência da Caixa Econômica Federal ou em uma casa lotérica. Servidores públicos devem procurar o Banco do Brasil. Cada trabalhador recebe valor proporcional à quantidade de meses trabalhados formalmente naquele ano. Se a pessoa trabalhou o ano todo, recebe o valor na íntegra. Quem trabalhou por seis meses, por exemplo, recebe metade do valor. Os pagamentos variam de R$ 79 a R$ 937.

Quem tem direito

Para ter direito ao abono salarial ano-base 2015, é preciso ter trabalhado formalmente em 2015 e atender a alguns requisitos, como estar vinculado formalmente a uma empresa ou a um órgão público por pelo menos 30 dias naquele ano, ter remuneração média de até dois salários mínimos no período, estar inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e ter os dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Para saber se tem direito ao benefício, é possível fazer uma consulta ao site do Ministério do Trabalho com o número do PIS ou do CPF e a data de nascimento. Também é possível obter informações nas agências bancárias ou ligando para o Alô Trabalho, 158. As ligações são gratuitas de telefone fixo em todo o país.

A Caixa Econômica Federal fornece a informação aos beneficiários do PIS também pelo telefone 0800-726 02 07. O Banco do Brasil atende os beneficiários do Pasep no número 0800-729 00 01.

Laboratório da Caesb garante leitura correta de hidrômetros em Brasília

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Setor da companhia recolhe amostras dos medidores de água residenciais e de comércios para análise de qualidade. Serviço prestado no DF é aprovado pelo Inmetro desde 2013 e mostra resultados satisfatórios em 100% das medições desde 2015

Para garantir a cobrança justa dos consumidores e evitar perdas no sistema de abastecimento de água, o laboratório de micromedição da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb-DF) analisa a qualidade dos hidrômetros usados pela população.

O serviço prestado pelo laboratório recebe duas avaliações externas. Uma é anual, feita pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Nessa, o órgão distrital consegue nível de excelência desde 2013.

A outra é organizada por empresas de saneamento, fabricantes de hidrômetros e laboratórios de medição. O objetivo é estabelecer um padrão para as análises de medidores de água no Brasil. Desde 2015, o laboratório da Caesb apresenta resultados satisfatórios em 100% das medições.

Medições feitas pela Caesb

Os laboratórios de macromedição da Caesb medem a quantidade de água que sai de reservatórios e estações de tratamento. Já o de micromedição inspeciona a qualidade dos medidores residenciais e de comércios.

Segundo o coordenador de Tecnologia de Micromedição, da Caesb, Clóvis Ribeiro, a avaliação é feita por amostragem de lotes, para não precisar recolher todos os hidrômetros de uma vez. “Digamos que uma série tenha 4 mil medidores. Nós recolhemos cerca de 200 para analisar”, explica.

De acordo com Ribeiro, aproximadamente 300 contadores de água são aferidos por mês no laboratório. O número, na prática, representa os milhares de equipamentos dos lotes dos quais eles fazem parte.

Assim, apenas em 2016, com base nas amostras, a Caesb concluiu que 78 mil hidrômetros não estavam dentro dos padrões de qualidade. Por isso, todos foram trocados.

Hidrômetros são avaliados de acordo com normas do Inmetro e da ABNT

Na avaliação dos contadores usados, o laboratório no DF segue a Portaria nº 246 do Inmetro. Para os recém-fabricados, a norma é a 15.538, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Quando a companhia precisa de novas unidades, faz uma licitação. “A empresa ganhadora manda a amostra, e a gente determina se a Caesb pode fazer a aquisição”, informa o coordenador de Tecnologia de Micromedição.

Se um lote é reprovado pelo laboratório, a empresa deve fazer outra série de hidrômetros, sem custos extras para a Caesb.

Para os medidores instalados em residências, o órgão tem registro dos anos em que foram colocados e dos resultados das avaliações. “A média de troca é de oito anos, mas existem diferenças nos padrões de qualidade de cada lote”, detalha Clóvis Ribeiro.

Como exemplo, ele mostra, na tabela de lotes dos registradores instalados em Brasília, uma série implementada há 15 anos que ainda passa nas avaliações.

Em vigor Lei que traz novas regras para compra de produtos pela internet

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Já está em vigor a Lei 13.543, que traz novas exigências para a disponibilização de informações sobre produtos em sites de comércio eletrônico,. Pela norma, sancionada na semana passada pelo presidente Michel Temer, o preço dos produtos postos à venda nos sites têm de ser colocados à vista, de maneira ostensiva, junto à imagem dos artigos ou descrição dos serviços. Segundo a lei, as fontes devem ser legíveis e não inferiores ao tamanho 12.

A norma inclui essas exigências relativas às vendas online na Lei 10.962, de 2004, que disciplina as formas de afixação de preço de comerciantes e prestadores de serviços. Entre as obrigações gerais de empresas estão a cobrança de valor menor, se houver anúncio de dois preços diferentes, e a necessidade de informar de maneira clara ao consumidor eventuais descontos.

A Lei é um detalhamento do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078, de 1990), que também versa sobre requisitos a serem seguidos pelos vendedores, como a disponibilização de informações corretas e claras quanto aos produtos, incluindo preço e características.

Benefícios

O Ministério da Justiça argumenta que a lei será um importante instrumento para facilitar a busca de informações pelos consumidores nesse tipo de comércio. “Hoje em dia temos dificuldades de conseguir essas informações porque há produtos em sites ou plataformas sem preço. Isso já era vedado pelo Código de Defesa do Consumidor, e essa lei veio para deixar tais obrigações mais claras, garantindo o direito à informação de quem compra”, afirmou a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do ministério, Ana Carolina Caram.

Para a supervisora do Procon de São Paulo, Patrícia Alvares Dias, a Lei é positiva. “Os consumidores estão tendo dificuldade, porque, em sites de comércio eletrônico, em geral, há as características do produto, mas dados sobre o preço não são apresentados com tanto destaque.”

Expansão

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), 25,5 milhões de pessoas fizeram compras pela internet no primeiro semestre deste ano. Apesar do número representativo, a entidade ressalta que as transações são concentradas nos dois principais centros urbanos do país: São Paulo foi responsável por 35,5% das vendas e o Rio de Janeiro, por 27,6%.

De acordo com a consultoria Ebit, o comércio eletrônico no Brasil no primeiro semestre do ano cresceu 7,5% em comparação com o mesmo período no ano anterior, com faturamento total de R$ 21 bilhões.

Reclamações

O consumidor que encontrar uma situação em que o preço do produto não está apresentado de maneira clara e em destaque, ou que a fonte seja menor do que o tamanho 12, deve acionar órgãos de proteção e defesa como os Procons, o Ministério Público e a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça. Os sites que estiverem violando artigos da lei podem ser multadosm, ou até suspensos.

Estimativa de inflação cai pela quinta vez e fica mais distante da meta

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O mercado financeiro reduziu pela quinta semana consecutiva a estimativa de inflação, que permanece abaixo da meta para este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou, desta vez, de 2,83% para 2,78%. A estimativa consta do boletim Focus, uma publicação divulgada no site do Banco Central (BC) todas as semanas com projeções para os principais indicadores econômicos.

A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, tem como centro 4,5%, limite inferior de 3% e superior de 6%. Quando a inflação fica fora desses patamares, o BC tem que elaborar uma carta aberta ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, explicando os motivos do descumprimento da meta.

No boletim do dia 11 deste mês, as instituições financeiras já haviam reduzido a projeção para abaixo da meta. Em setembro, a estimativa também ficou abaixo do piso, mas depois voltou a ficar dentro do intervalo de tolerância.

Se a estimativa se confirmar, será a primeira vez que a meta será descumprida por ficar abaixo do piso. A meta ficou acima do teto quatro vezes: em 2001, 2002, 2003 e 2015.

Nos 11 meses do ano, o IPCA chegou a 2,5%, o menor resultado acumulado para o período desde 1998 (1,32%). Em janeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai informar o resultado do IPCA neste ano.

Para 2018, a projeção do mercado financeiro para o IPCA caiu de 4% para 3,96%

O principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 7% ao ano, o menor nível histórico. No último dia 6, a Selic foi reduzida pela décima vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) diminuiu a Selic em 0,5 ponto percentual, de 7,5% ao ano para 7% ao ano.

A expectativa do mercado financeiro para a Selic, ao final de 2018, caiu de 7% para 6,75% ao ano.

A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi ajustada de 0,96% para 0,98%, neste ano, e de 2,64% para 2,68%, em 2018.

Michel Temer diz que eleitor vai buscar “política de resultados” em 2018

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O presidente Michel Temer comentou nesta sexta-feira (22) o cenário eleitoral para 2018 e disse que os brasileiros querem um candidato “comprometido com a política de resultados” e que leve adiante as reformas estruturais do país.

“O que as pessoas querem é uma política de resultados. O que as pessoas querem é alguém moderado, que saiba se opor às várias correntes políticas do país, alguém que não seja guiado pelo ódio. Os que se extremarem, eu tenho impressão de que terão dificuldade”, disse Temer em café da manhã com jornalistas nesta sexta-feira.

O presidente reafirmou que não tem pretensão de ser candidato em 2018 e reconheceu que sua baixa popularidade poderá prejudicar um eventual candidato do governo à sucessão presidencial. “Essa questão da corrupção, etc, prejudicou muito o governo e prejudica muito a popularidade”. No entanto, segundo Temer, todos os seus detratores foram deslegitimados. “Em outras palavras, aqueles que nos acusaram ou estão presos ou estão desmoralizados”, afirmou.

O presidente citou a pesquisa CNI/Ibope mais recente, que mostrou que seu governo tem 6% de aprovação e fez uma brincadeira com índice. “Quero dizer que nossa popularidade aumentou 100%. Foi de 3% para 6%”, disse o presidente, aos risos.

Temer comparou a popularidade “a uma jaula” e disse que está fazendo “o que o Brasil precisa”, sem se preocupar com possíveis resultados eleitorais. “Quando você procura o populismo, você se enjaula, porque você quer se reeleger e fica com medo de praticar certos atos indispensáveis para o Brasil”, afirmou.