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Eleições 2018: Acordo entre Alckmin e PSD mexe na disputa pelo Palácio do Buriti

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O presidenciável e presidente do PSDB Geraldo Alckmin (PSDB) fechou uma aliança com o PSD para as eleições 2018, que mexe diretamente bna disputa pelo Palácio do Buriti. O partido tiraria o deputado Izalci Lucas (PSDB) do páreo e apoiaria o ex-governador e deputado federal Rogério Rosso (PSD) para o governo do Distrito Federal. A informação foi publicada pelo jornal Estado de S.Paulo. Izalci negou e disse que sua candidatura está mantida.

Segundo o jornal, o anúncio oficial deverá ocorrer na convenção da sigla, prevista para o dia 28 deste mês ou 4 de agosto. O acordo injetou ânimo na pré-campanha tucana no momento em que partidos do Centrão, bloco partidário liderado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vivem um impasse sobre a corrida pelo Palácio do Planalto.

Nas eleições de 2014, o PSD elegeu 36 deputados – a quinta maior bancada da Câmara. Isso garantiria à legenda fundada pelo ministro Gilberto Kassab cerca de 1 minuto e 40 segundos de tempo de rádio e TV por dia nos dois blocos do horário eleitoral. O PSD tem 7,02% da fatia total do palanque eletrônico. Para efeito de distribuição de tempo de exposição no horário eleitoral, o critério é o tamanho da bancada eleita há quatro anos.

O acordo com o PSD é tratado por tucanos com uma vitória política em uma etapa decisiva das articulações partidárias. As convenções começam em menos de 15 dias e a campanha do ex-governador de São Paulo é vista com desconfiança por potenciais aliados por causa do seu desempenho nas pesquisas de intenção de voto – considerado aquém das expectativas.

Na negociação com Kassab, o PSDB abriu mão de lançar candidatos ao governo para apoiar nomes do PSD. É o caso do deputado Izalci Lucas, que abdicou da disputa no Distrito Federal em favor do deputado Rogério Rosso. No Rio Grande do Norte, o PSDB tirou da disputa o ex-governador Geraldo Melo para apoiar a reeleição do governador Robinson Faria. O PSD espera ainda suporte dos tucanos para a candidatura de Índio da Costa no Rio.

Com esse acordo, Alckmin caminha para cumprir a meta traçada por seus aliados no começo do ano: formar até julho um arco de alianças com pelo menos quatro partidos médios e grandes. O tucano já tem promessas de apoio do PPS, PTB e PV. Isso garantiria cerca de 20% do tempo reservado aos presidenciáveis no horário eleitoral.

“Esse bloco assegura um tempo de TV competitivo. Não dá para saber qual será o peso das redes sociais, mas a TV ainda tem a centralidade”, disse o deputado Marcus Pestana (MG), secretário-geral do PSDB.

“Não vai ter outra candidatura com um bloco maior que esse”, afirmou Roberto Freire, presidente nacional do PPS. O partido se ofereceu para abrigar a candidatura do apresentador Luciano Huck, que acabou desistindo de entrar na disputa presidencial. Depois disso, foi procurado por interlocutores de Marina Silva (Rede), mas optou por ficar com Alckmin.

A cúpula do PSDB também comemorou o que considera um refluxo na negociação entre o DEM e o ex-ministro e presidenciável do PDT, Ciro Gomes. Os tucanos já davam como certo que o partido de Maia subiria no palanque pedetista. A avaliação é de que, se isso ocorrer, outras legendas do Centrão seguirão o mesmo caminho.

Para atrair o DEM, o PSDB também oferece apoio à sigla em disputas estaduais, como na Bahia, Pará e Amapá, ampliando o sacrifício de pré-candidaturas tucanas a governador.

Pré-campanha reforça ofensiva para convencer Alvaro Dias a ser vice de Alckmin

Em outra frente considerada essencial, o núcleo político da pré-campanha de Alckmin reforçou uma ofensiva para convencer o senador Alvaro Dias (Podemos) a desistir de sua pré-candidatura e aceitar ser vice na chapa encabeçada pelo tucano. As conversas, segundo um aliado próximo ao ex-governador, estão acontecendo em “tons objetivos”.

Dias ainda resiste à ideia, mas aceitou conversar com seu antigo partido. O interlocutor é o ex-senador Jorge Bornhausen (DEM). A avaliação no entorno de Alckmin é de que o presidenciável do Podemos agrega pouco tempo de TV, mas fortalece a campanha na Região Sul.

A vaga de vice também pode ficar com um nome indicado pelo Centrão. Coordenador político da campanha tucana, o ex-governador Marconi Perillo citou três opções a empresários recentemente: Aldo Rebelo (Solidariedade), Flávio Rocha (PRB) e Mendonça Filho (DEM). A definição ficará para agosto.

Pela primeira vez, país terá política de ações de vigilância em saúde

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Pela primeira vez, o Brasil terá um documento norteador do planejamento das ações de vigilância em saúde, com definições claras de responsabilidades, princípios, diretrizes e estratégias. O Conselho Nacional de Saúde aprovou, por unanimidade, a Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS).

A criação da política, de acordo com o Ministério da Saúde, é resultado de propostas apresentadas na Conferência Nacional de Vigilância em Saúde, que ocorreu entre os dias 27 de fevereiro e 2 de março, formuladas por acadêmicos, especialistas, conselheiros de saúde, trabalhadores, usuários e gestores do Sistema Único de Saúde (SUS).

O documento, aprovado nessa quinta-feira (12), prevê a garantia do financiamento das ações da vigilância em saúde, de forma tripartite, com recursos e tecnologias necessários ao cumprimento do papel institucional das três esferas. “A PNVS está centrada no direito à proteção da saúde e alicerçada no SUS público e de qualidade”, informou o ministério.

Entre os avanços citados pela pasta está a promoção do controle social e da formação e capacitação em vigilância para os profissionais de saúde do SUS e o desenvolvimento de estratégias e ações de educação, comunicação e mobilização social.

Vigilância em saúde

A vigilância em saúde é responsável por ações de vigilância, prevenção e controle de doenças transmissíveis, pela vigilância de fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, saúde ambiental e do trabalhador e também pela análise de situação de saúde da população brasileira.

Evento internacional transformará Brasília na capital do Pilates

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Entre os dias 20 e 22 desse mês, Brasília recebe o 1º Congresso Mundial de Pilates e se fortalece, mais uma vez, como importante cidade do circuito dos grandes eventos

Brasília já se consolidou como um importante polo para a realização de grandes eventos nacionais e internacionais. Nesse mês, a capital federal se prepara para receber mais um que promete movimentar o calendário local. Trata-se do 1º Congresso Mundial de Pilates, que reunirá, de 20 a 22 de julho, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, alguns dos maiores especialistas do assunto para trazer novas técnicas e abordagens do método criado pelo alemão Joseph Pilates.

Durante o congresso, será possível, ainda, entender um pouco mais sobre o Mat Pilates, uma modalidade do método, com o italiano Serafino Ambrosio. Ele é formado em Educação Física e certificado pela VICFIT, ACE e PMA, ganhador de prêmios e títulos na área aeróbica. Atualmente é o instrutor principal da Polestar Pilates, na Itália, certificado pela PMA. Serafino ministrará o workshop “Creative Matwork com e sem pequenos aparelhos.

O 1º Congresso Mundial de Pilates, também contará com a presença de Alexander Bohlander, da Alemanha, oferecendo um workshop do método aplicado a patologias. Ele ensinará a compreender os estágios de reabilitação, que irá ajudar a escolher o exercício, equipamento e modificação certos para levar uma vida saudável aos clientes que estejam passando por dificuldades físicas.

Além desses, o congresso trará muitos outros profissionais da área, como Cecília Panelli, Jorge Viera, Silvia Gomes, Fernando Sadir e Alice Becker. Para Erick Assis, organizador do evento, esta será uma oportunidade para os brasilienses se capacitarem com profissionais de nível internacional em sua casa. E para os de fora, além de uma grande capacitação profissional, a oportunidade de conhecer a capital do país”, afirma.

ExpoPilates – Paralelamente ao evento, acontece a ExpoPilates, feira e exposição de acessórios, roupas, equipamentos e tudo o que envolve o mundo do Pilates e bem-estar. Serão cerca de 15 estandes para receber um público estimado em 15.000 pessoas.

A ExpoPilates contará com fornecedores de serviços e produtos da área, como a Empower Pilates, a Equipilates e a Physio Pilates, que oferecerão equipamentos especializados, e a Onda Viva, que trabalha com roupas fitness.

A Physio Pilates, pioneira em equipamentos da modalidade, terá um estande na exposição, onde será possível conferir e testar os serviços disponibilizados hoje pela empresa. Ariane Carvalho, coordenadora de Marketing da marca, ressalta a importância de participar da ExpoPilates: “Vamos apresentar equipamentos de qualidade para os adeptos da modalidade. Os congressistas poderão conhecer um pouco do nosso método, desfrutando do workshop com Alice Becker, que é a presidente da Physio Pilates e quem trouxe o Pilates para o Brasil”.

Durante a Expo, a Balance Fit, que traz um novo conceito de academia, unindo Pilates, musculação e exercícios funcionais, maximizando os resultados, lançará sua nova franquia e apresentará o FIT 3D, um equipamento exclusivo de escaneamento corporal, que possibilita uma avaliação rápida e precisa da forma corporal do praticante, como peso, equilíbrio e postura. O FIT 3D também acompanha a progressão do usuário, podendo detectar possíveis inchaços e atrofias, por exemplo. Desse modo, o aparelho acompanha a evolução física do praticante de Pilates ao mesmo tempo em que pode indicar problemas de forma rápida e eficaz.

Conveniência – Como opção de alimentação, os eventos contarão com uma praça de food trucks para todos os paladares, inclusive vegetarianos e veganos. Localizados no pátio interno do Centro de Convenções, food trucks como Apetit Natural, Crepe Voyage, Hamburgueria do Cheff e Samurai Truck, estarão à disposição para os participantes da Expo e do congresso. Para a ExpoPilates, a entrada será um quilo de alimento não perecível.

Pilates –  O método busca consciência corporal e fortalecimento da musculatura interna, o que, ao longo do tempo, permite uma aula com ritmo mais intenso, proporcionando, assim, queima calórica pela atividade e aceleração do metabolismo. Para quem não gosta das academias convencionais, o Pilates possui diferenciais em relação às academias que oferecem musculação, por exemplo. Além de causar o emagrecimento e tonificar os músculos, também ensina práticas de respiração, trabalha com o corpo e a mente e é indicado para casos de depressão, problemas na coluna, entre outros.

Segundo Erick Assis, fisioterapeuta e instrutor de Pilates, o método traz um equilíbrio muscular, tratando a maioria das disfunções, como por exemplo hérnia de disco, disfunções neurológicas, desvios posturais, bem como benefícios para as gestantes e atletas de alto rendimento.

Sobre o Congresso – O 1º Congresso Mundial de Pilates conta com o apoio do Conselho Regional de Educação Física do Distrito Federal (CREF 7), da Balance Pilates, do Restaurante Toro, do Manhattan Plaza, da Bio Mundo, da Physio Pilates, da Equipilates e da Empower Pilates, Onda Viva, Sam’s Club, UNICOM, dentre outros. Ao todo, serão dez palestrantes, 500 congressistas, 10 salas simultâneas, 20 horas de capacitação técnica, 10 workshops, seis países representados, 15 expositores, 10 mil m² de espaço físico ocupado; além de R$ 1 milhão em investimentos. A entrada para a ExpoPilates é um quilo de alimento não perecível.

SERVIÇO:

O que: 1º Congresso Mundial de Pilates

Onde: Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Quando: De 20 a 22 de julho de 2018

Horário: Das 9h às 22h

Quanto: Desconto promocional Copa do Mundo (30%) e meia entrada para estudantes

Informações: http://wcpilates.com.br / Whatsapp (61) 99992-8115 / (61) 3468-2487 / Facebook: https://www.facebook.com/wcpilates/

Saiba por que carros da Uber com aparelhos no teto estão andando em Brasília

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Empresa realiza projeto de mapeamento de ruas e estradas brasileiras com o objetivo de oferecer mais precisão em sua plataforma

Veículo de mapeamento da Uber em frente à Catedral de Brasília

No final do ano passado, foi iniciado o mapeamento da Uber no Brasil, começando pela cidade de São Paulo. No total, já foram mapeados cerca de 200 mil km de vias em mais de 18 cidades do país, incluindo agora Brasília.

O trabalho de mapeamento na cidade está sendo realizado ao longo das últimas semanas por cerca de vinte veículos equipados com dispositivos de alta tecnologia, como receptores, radares a laser e câmeras de alta precisão conduzidos por uma equipe específica da Uber.

O trabalho consiste em uma combinação de tecnologias de mapeamento (incluindo o seu próprio mapeamento) para fornecer a infraestrutura adequada para os aplicativos da Uber. “Mapas precisos são o coração do nosso serviço e a espinha dorsal do nosso negócio. Na verdade, a Uber não existiria se os mapas digitais não tivessem sido criados primeiro”, afirma Ruddy Wang, gerente geral da Uber no Centro-Oeste.

Essa iniciativa é fundamental para a Uber porque a experiência do usuário com o aplicativo baseia-se principalmente em informações fornecidas pelos mapas: quando ele insere o local em que quer esperar pelo carro e qual será seu destino, por exemplo. Da mesma forma, é com base nas informações dos mapas e GPS que o algoritmo da Uber calcula o horário estimado de chegada e o local e horário exatos onde os usuários devem esperar pelo motorista.

Os mapas já existentes são um bom ponto de partida, mas algumas informações não são relevantes para a Uber, como a topografia oceânica, por exemplo. Segundo Ruddy, “há dados sobre os quais precisamos saber muito mais, como padrões de tráfego e locais precisos para embarque e desembarque. Precisamos também ser capazes de proporcionar uma experiência perfeita aos usuários em partes do mundo onde não há mapas detalhados ou nem mesmo sinais de rua”.

Com isso, Brasília soma-se a outras cidades do mundo em que o projeto de mapeamento já foi concluído ou está em vigor, como nos Estados Unidos, México, Reino Unido, África do Sul e Austrália, por exemplo. Para acompanhar as próximas cidades do projeto, visite uber.com/mapping.

Confira aqui o vídeo do carro nas ruas de Brasília.

Hplus Hotelaria lança campanha cultural no Instagram em homenagem ao Centenário de Athos Bulcão

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A promoção presenteará os ganhadores com diárias no hotel da rede

Para celebrar o centenário do artista Athos Bulcão, a Hplus Hotelaria lança campanha cultural na rede social Instagram para divulgar as obras do artista brasileiro espalhadas por Brasília. O participante da promoção deve tirar uma foto junto a uma das diversas obras disponíveis na capital federal e usar a hashtag #HplusEstouNoAthos e #AthosBulcao na publicação.

A foto vencedora será aquela que obter o maior número de curtidas entre os concorrentes no bimestre: julho e agosto, setembro e outubro, novembro e dezembro. Como premiação, o ganhador e um acompanhante poderão curtir um final de semana no hotel Athos Bulcão Hplus Executive. O prêmio também inclui um jantar no restaurante do hotel durante a estada. Até o final do ano serão três vencedores.

Quer participar? Baixe agora o mapa das obras do Athos Bulcão no site Hplus, visite um dos pontos turísticos e faça uma foto bem legal ao lado de uma obra do artista. Depois é só postar a foto no seu Instagram e convidar os amigos para curtir. Fique na torcida para que sua publicação seja a mais curtida! Os ganhadores da promoção serão divulgados nas redes sociais da Hplus Hotelaria no início de cada novo bimestre.

 

O prêmio:
– 2 diárias de final de semana, com direito a um acompanhante no hotel Athos Bulcão Hplus Executive.
– Café da manhã servido no restaurante.
– 1 jantar no restaurante do hotel para o vencedor e o acompanhante durante a hospedagem.

– Estacionamento

– Internet Free

Bimestres:

– Julho e agosto – anúncio do 1º ganhador no 1º dia útil de setembro

– Setembro e outubro – anúncio do 2º ganhador no 1º dia útil de novembro

– Novembro e dezembro – anúncio do 3º ganhador no 1º dia útil de janeiro

Sobre a Hplus Hotelaria – Fundada em 2002 em Brasília, a Hplus Hotelaria é a maior rede de hotéis do Centro-Oeste e conta com 16 unidades, sendo cinco hotéis em Brasília e dois no Nordeste (João Pessoa e Natal) e nove apart hotéis no Distrito Federal. Estão previstas também novas inaugurações em São Paulo, Rio de Janeiro, Palmas e Manaus.

Sobre Athos Bulcão – Nascido na cidade do Rio de Janeiro, Athos Bulcão (1918-2008) explorou diversas técnicas, sendo um artista múltiplo. Durante os 70 anos de sua carreira, criou pinturas, desenhos, gravuras, esculturas e sua monumental obra de integração entre arte e arquitetura. Em 1958, mudou-se para Brasília, onde viveu até sua morte, em 2008. Um dos artistas brasileiros mais conhecidos do século XX, Athos encontrou na azulejaria sua expressão artística mais significativa. Trabalhou com vários arquitetos brasileiros, mas seus projetos com Oscar Niemeyer e João Filgueiras Lima, o Lelé, tornaram-se um marco na arquitetura brasileira.

 Sobre a Fundação Athos Bulcão – Foi criada em 1992 e atua na promoção, documentação, preservação, pesquisa e difusão da obra de Athos Bulcão, além de comercializar múltiplos de seus trabalhos. A instituição, com sede em Brasília, também desenvolve importantes projetos na área de arte-educação, comunicação e mobilização juvenil. Visite www.fundathos.org.br e conheça mais sobre a obra de Athos, os projetos da Fundação e seus produtos.

Participe: https://www.hplus.com.br/promocao-100-anos

Adotar hábitos saudáveis previne doenças renais

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Semelhantes ao formato de grãos de feijão, os rins desempenham funções vitais para o nosso organismo. A cada minuto os órgãos recebem cerca de 1,2 litros de sangue, o que corresponde a aproximadamente 1/4 do volume total de um adulto. Calcula-se que a cada hora todo o sangue de uma pessoa é filtrado aproximadamente 12 vezes pelos rins. As toxinas são eliminadas em forma de urina e o sangue retorna ao nosso organismo filtrado. Além disso, os rins atuam na regulação da formação do sangue e dos ossos, produzem hormônios que impedem a anemia e a descalcificação óssea, eliminam alguns medicamentos e outras substâncias ingeridas, regulam a pressão sanguínea e controlam o balanço químico e de líquidos do corpo.

Apesar da importância da saúde renal para o bom funcionamento do organismo, as pessoas não dão muita atenção para os rins. Estimativas apontam que existem atualmente cerca de 641 milhões de pessoas com doenças renais crônicas no Brasil. A previsão é que, até o ano de 2025, 13% da população mundial adulta sofra desse problema. A cada ano, aproximadamente, 21 mil brasileiros iniciam tratamento de terapia renal substitutiva, mais conhecida como diálise.

Adotar desde cedo um estilo de vida saudável é o principal aliado para prevenção de problemas nos rins. De acordo com a Associação Brasileira dos Centros de Diálise e Transplante (ABCDT), um dos principais fatores de risco é a obesidade. Comparados a indivíduos com um Índice de Massa Corporal (IMC) nos parâmetros saudáveis (entre 18,5 e 24,9), pessoas obesas possuem um risco 83% maior de desenvolver doença renal crônica. “A obesidade é uma epidemia mundial e o excesso de peso pode levar à hipertensão e à diabete, os dois maiores causadores de problemas renais”, completa Marcos Alexandre Vieira.

Para Marcos, presidente da ABCDT, ajustes simples no estilo de vida, como praticar exercícios físicos regularmente, não fumar e evitar o consumo excessivo de sal, carne vermelha, bebidas alcoólicas e gorduras são importantes aliados da saúde renal. “É importante controlar o peso corporal, a pressão arterial, o colesterol e a glicose. Além de conhecer os fatores de risco, recomenda-se que todas as pessoas realizem uma vez por ano exames laboratoriais para avaliar a saúde dos rins, como dosagem de creatinina no sangue e análise de urina”, explica o presidente da ABCDT.

Preço da gasolina sobe em refinarias, mas baixa nos postos, diz ANP

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Apesar de terem subido nas últimas semanas nas refinarias, nos postos, os preços da gasolina, em valores médios, vêm caindo nos estados, revela pesquisa feita semanalmente pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O litro da gasolina nas refinarias da Petrobras era de R$ 1,94 em 30 de junho e subiu, gradativamente, para R$ 2,02, valor do combustível partir deste sábado (7). Porém, de acordo com a ANP, era de R$ 4,57 na semana de 10 a 16 do mês passado, passou para R$ 4,53 entre os dias 17 e 23, caiu para R$ 4,498 entre 24 e 30 e ficou em R$ 4,49 de 1º a 7 de julho.

Da mesma forma, o diesel mantém-se em R$ 3,03 nas refinarias da Petrobras desde o dia 1º de junho, mas vem caindo nos postos: de R$ 3,43 na semana de 10 a 16 de junho caiu para R$ 3,38 entre 1º e 7 de julho, diz o levantamento da ANP.

O etanol, que não é refinado pela Petrobras, mas por dezenas de refinarias em várias regiões do país, também vem passando por uma curva descendente nos postos. De acordo com a ANP, o preço do litro caiu de R$ 2,94, na semana entre 10 e 16 de junho, para R$ 2,83 entre 1º e 7 de julho.

Além da lei de livre mercado, da oferta e da procura, incidem sobre os preços dos combustíveis fatores como impostos estaduais e o câmbio internacional, principalmente o valor do dólar frente ao real.

Lei Eleitoral restringe atos do poder público a partir de hoje

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Entre as condutas vedadas está a transferência voluntária de recursos

A transferência voluntária de recursos da União para os estados e municípios, bem como dos governos estaduais aos municipais, está proibida a partir de hoje (7), devido às eleições de outubro. Essa é uma das condutas vedadas pela Lei Eleitoral três meses antes do pleito, visando evitar que atos do poder público afetem a igualdade de oportunidades entre os diversos candidatos. O descumprimento das proibições pode levar desde a anulação do ato, passando por multa para o agente público responsável pela iniciativa até a cassação do registro ou do diploma do candidato beneficiado.

Segundo o assessor da Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Sérgio Ricardo dos Santos, a legislação proíbe atos que possam influenciar o pleito, desequilibrando a disputa eleitoral. “Essa previsão visa trazer equilíbrio à eleição, ainda mais no cenário em vivemos em que é possível a reeleição. Quem tem a caneta na mão, no caso o governante, poderia eventualmente explorar aquele ato de uma forma não ortodoxa, incluindo aspectos que possam favorecer possíveis candidatos”, argumentou. “A promoção do equilíbrio da disputa é fundamental para a garantia da democracia”, completou.

Conforme dados do Portal da Transparência, neste ano, a União transferiu R$ 157,7 bilhões, o que representa 11,5% dos gastos públicos. Desse total, R$ 107,3 bilhões são repasses obrigatórios (constitucionais e royalties). Os demais R$ 50,5 bilhões são transferências voluntárias.

A Lei Eleitoral abre exceção para o repasse voluntário de recursos decorrentes de convênios assinados anteriormente, para a realização de obras ou serviços em andamento e com cronograma pré-fixado, além da liberação de verbas para atender situações de emergência e calamidade pública.

Condutas proibidas

Uma das ações vedadas mais recorrentes na Justiça Eleitoral é a propaganda institucional. Neste período é proibida a veiculação da propaganda institucional de órgãos públicos. Ou seja, a publicidade dos atos do governo terá caráter exclusivamente educativo, informativo ou de orientação social, sem nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção de autoridades. Pode ser veiculada também publicidade de produtos e serviços que disputem mercado. Por exemplo, do Banco do Brasil.

As campanhas de utilidade pública, como os anúncios de vacinação, são permitidas desde que submetidas à deliberação da Justiça Eleitoral. “É avaliado se existe gravidade de fato e urgência que indique a necessidade de o poder público fazer uso da mídia”, explicou Santos. Neste período também não pode haver pronunciamentos em rede de rádio e televisão, exceto em casos de urgência autorizados pela Justiça Eleitoral.

A Lei Eleitoral proíbe ainda nomear, contratar, admitir, demitir sem justa causa, tirar vantagens funcionais, impedir o exercício profissional, transferir, remover ou exonerar servidor público até a posse dos eleitos. Nesse caso também há exceções: são permitidas nomeações e exonerações de cargos de confiança, nomeações para cargos do Poder Judiciário, do Ministério Público, dos tribunais ou conselhos de contas e dos órgãos da Presidência da República, bem como de aprovados em concurso públicos homologados até este sábado.

A partir de hoje, o poder público não pode contratar shows pagos com dinheiro público para inaugurações de obras, bem como os candidatos não devem participar desses eventos. Em ano eleitoral é proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios pela administração pública, exceto nos casos de calamidade pública, de estado de emergência ou de programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior. Os programas sociais não poderão ser executados por entidade nominalmente vinculada a candidato ou por ele mantida.

Jofran Frejat pretende governar com fiscalização regionalizada e sem o “toma-lá-dá-cá”

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Em entrevista ao JBr. o ex-secretário de Saúde e pré-candidato ao GDF, prometeu valorizar os servidores públicos e garantiu portas fechadas para o “toma-lá-dá-cá.

Por Eric Zambon, Francisco Dutra, Jorge Eduardo Antunes e Valdir Borges 

A reforma da previdência feita pelo Governo do Distrito Federal (GDF), no final de 2017, é uma bomba armada contra os futuros aposentados, segundo Jofran Frejat (PR), pré-candidato ao Palácio do Buriti. O ex-secretário e ex-deputado tentou a eleição para governador em 2014, chegando ao segundo turno no embalo da promessa da passagem de ônibus a R$ 1. Desta vez, a princípio, a proposta vai ficar na gaveta. Prometendo valorizar os servidores públicos, Frejat garante portas fechadas para o “toma-lá-dá-cá.

Onde está a passagem a R$ 1 da campanha passada? Foi promessa eleitoreira?

Quem me conhece sabe que eu não faço esse tipo de coisa. Nós tínhamos toda a responsabilidade de apresentar uma proposta. Hoje eu não posso dizer porque não tenho o orçamento na mão. Vou estudar o orçamento e ver o que se pode fazer. O que posso dizer é que quando a gente propôs R$ 1 o atual governo entendeu US$ 1. É por isso que a passagem está praticamente correspondente a US$ 1. Acontece que naquela época o GDF gastava com o transporte público de ônibus R$ 90 milhões mensais. Desses, R$ 40 milhões pagava diretamente para deficientes, estudantes e idosos. Ficavam R$ 50 milhões. Deles iam R$ 25 milhões para vale-transporte, pago pelas empresas. E o restante era para a catraca. A passagem custava R$ 2. Se reduzisse para R$ 1, o GDF teria que bancar mais R$ 12,5 milhões. O que era perfeitamente possível. Basta ver as multas no trânsito e o IPVA que você cobria tranquilamente isso. Foi um trabalho feito pelo pessoal do antigo Geipot e da universidade. Há três meses atrás, na Alemanha, cinco grandes cidades começaram a cobrar tarifa zero. Você não mede um indivíduo pela posse de um carro. Você mede uma sociedade inteira pela capacidade do transporte público, ônibus e metrô.

O sistema de ônibus é questionado pela Justiça e a Câmara Legislativa. O senhor vai revê-lo?

Vou ter que esperar a decisão da Justiça, Tribunal de Contas e da Câmara Legislativa. Se foi uma tomada de decisão legal, correta e beneficiando a população, muito bem. Agora, fizeram uma divisão em bacias. Como eu sou do interior do Piauí, bacia na minha cidade é para lavar a mão, não era para fazer transporte público. Precisa saber se essa bacia não está lavando a mão de muita gente.

Reduzirá as passagens?

Hoje não estou mostrando compromisso. Vou estudar. Ainda não sei. Mas naquela época eu tinha informações do orçamento. Eu não era o candidato à governador. Era o Arruda. Eu era a vice. Eu fiquei um mês na campanha. Esse estudo vinha sendo feito por um grupo que tinha esses elementos na mão. Sem eles, seria uma irresponsabilidade minha dizer que ia baixar a passagem. Vamos analisar e faremos a proposta.

Transporte para a periferia?

Qual é a dificuldade para você fazer uma proposta em que o governo se responsabilize pelo pagamento para que os ônibus ou outro tipo de transporte façam isso, sendo que o governo vai arcar com a responsabilidade de pagar? Não vejo. Ele não roda para lá porque o governo não está interessado. Não definiu em bacias? Porque não pode definir onde vai passar? As antigas cooperativas já tiveram essa função. E estão hoje tendo uma função dentro de condomínios. É alguma coisa que tem que ser analisada. E temos um grupo para isso.

O senhor pretende acabar com a Agefis e transferir a fiscalização para as administrações regionais? Mas há casos recentes de corrupção nelas.

Porque é praticamente impossível para um órgão centralizado verificar invasões lá na ponta. Se o juiz viu que botaram um barraco em Brazlândia, Ceilândia? Quem é que primeiro identifica isso? É a administração. Depois de construir a casa, em que o indivíduo coloca o seu barraco inicial, momento em que ninguém diz nada, constrói sua casa, gasta seu dinheiro comprando tijolo, você vai lá e derruba? Porque não fez antes? Isso é igual medicina, você tem que fazer a prevenção, impedir que aconteça. Centralizado, isso não vai acontecer. Essa questão de corrupção existe em qualquer canto. Se houver alguma corrupção, rua, cadeia. Eu não tenho mais idade para errar. Tenho um nome respeitado. Não vou jogar isso fora. Não vou entregar minha alma ao Diabo. Meu governo não será balcão de negócio.

Mas essa regionalização não dificulta a fiscalização?

Se for assim, não se coloca hospital regional, não se bota escola em região, porque também pode haver corrupção. Ou a gente escolhe pessoas com compromisso ou com corrupção. Isso há em qualquer setor.

Como o senhor avalia a reforma da previdência do GDF?

Isso vai dar um estouro lá na frente. Até 2080 nós estamos com um problema. Estou com um pessoal trabalhando em cima disso, para ver como é que resolve. Da maneira como está, na hora que esse pessoal começar a se aposentar, esse pessoal do qual foi retirado recurso, esse pessoal está na mão, está liquidado. Agora, tem um reforma da previdência nacional em andamento. Nós temos que ver qual é o caminho, qual é o resultado dessa previdência nacional, para tomarmos providência também. Agora, que tem encontrar saída, tem. Tem que conversar com o Governo Federal, com a Previdência Social para encontrar uma saída.

Tomará alguma medida?

Eu não posso deixar que isso continue da maneira como está. Porque isso vai estourar na mão de alguém. Não vai no governo atual, nem no próximo, mas lá na frente sabemos que vai. Então temos que fazer um planejamento. Vamos deixar isso acontecer? Precisamos ter responsabilidade. Tem que encontrar um mecanismo para repor isso aí. Dar a garantia para que as pessoas se aposentem adequadamente. É uma coisa curiosa. Só se procura bater no pobre do aposentado. É o indivíduo que participou da construção da cidade, do País e quando vem a chibatada vem em cima do pobre do aposentado. Ele não pode mais reagir. Não faz mais greve. E acaba levando a pancada grande.

Segurança Pública? E a paridade entre Polícia Civil e Federal?

Nós já fomos a melhor segurança pública da América Latina. Olha onde chegamos. Banalizou o crime. Nós já tivemos uma polícia muito eficiente. Há hoje uma briga permanente. A Polícia Civil quer a paridade com a Polícia Federal. E a Polícia Federal surgiu daqui, foi uma criação a partir da Polícia Civil do DF. Na época estabelecemos a paridade. Participamos disso como constituinte, na Câmara Federal. Foi reduzido. E hoje o policial está desmotivado, insatisfeito, não tem assistência médica e há uma permanente discordância entre a Polícia Civil e a Polícia Militar. O Civil quer a paridade e é justo que tenha. Como fazer? Temos que estudar o orçamento, conversar com eles. Se for possível, eu darei. Agora será parcelado? Será de imediato? Depende de termos recursos para fazer isso. Em qualquer lugar o policial civil e militar é prestigiado pelo governo, pela população. Aqui não. O bandido virou vítima.

Hoje grande parte do orçamento está comprometido com a folha de pagamento. Como resolver este nó?

O servidor é uma grande figura, importantíssima. Você vai a um hospital e a população está se queixando do servidor como se ele fosse o culpado. Ele não é o culpado. Por isso, ele vai trabalhar desmotivado. Existe o Fundo Constitucional para a polícia, saúde e educação. Fica em torno de quase R$ 15 bilhões, de um orçamento do DF de R$ 40 bilhões. Pois bem. O que aconteceu com o restante dos recursos? Comissionado? Isso você tem que diminuir. Comissionado não é uma preocupação nossa. O servidor concursado é que é. Agora, nós perdemos arrecadação. Aqueles que geram emprego e renda em Brasília estão indo embora. Estão indo para Goiás. É claro, o governador de lá reduziu imposto. Não estão saindo só empresários. Nossos filhos e netos também indo embora de Brasília e do Brasil. O DF deixou de gerar renda e emprego. Nós estamos hoje com mais de 300 mil desempregados. Você vai ter que chamar esse pessoal de volta. Temos que encontrar uma saída, porque gera recurso, imposto, renda e emprego. Com isso você aumenta a arrecadação e aumenta a possibilidade de aumentar o número de servidores, independentemente do Fundo Constitucional. Comissionado, meu amigo, é um grupinho de confiança e acabou-se.

Como fazer isso?

Dá para conversar com os governadores e estabelecer um planejamento. E conversar com os empresários e dizer que o percentual de imposto será esse. Discutir com eles. Hoje não estão ouvindo o setor, os empresários. E eles estão insatisfeitos. Brasília tem um mau hábito. Brasília tem as melhores cabeças deste Pais. Entra governo e se busca o secretário lá de não sei de aonde, outro de não sei das quantas. Podem ser inteligentíssimos, só que vão demorar no mínimo dois anos para entender a rede e o funcionamento.

Quem vai ser o secretário de Fazenda?

Estás brincando. Estamos analisando nomes do DF.

Como reduzir os comissionados e manter um bom trânsito com a Câmara Legislativa, que costuma fazer indicações nos governos?

Já disseram que eu sou incontrolável. Só tem uma pessoa que me controla. É minha mulher. Fora disso não há possibilidade. Gosto de contar uma história. Em uma das vezes que fui secretário de Saúde, me chega um chefe de gabinete do governador e disse: “Frejat você conhece fulano de tal?”. Eu disse: “É um excelente profissional”. E ele falou: “O governador quer que você coloque de diretor do Hospital de Base”. Digo: “Não posso”. E ele falou: “Você não está entendendo. O governador quer que você coloque fulano de tal”. E respondi: “Não posso colocar alguém no Hospital de Base que eu não possa demitir. Vai ficar muito difícil”. Ele respirou fundo e disse: “Mas você não está entendendo. O governador quer que você bote o fulano de tal como diretor do Hospital de Base”. Eu digo: “Eu tenho a solução, fala para o governador que tem um cargo de secretário de Saúde vago”. Acabou o problema. E alguém tentou me tirar? Todos os governadores, quando alguém queria falar alguma coisa da Saúde, diziam: vai falar com o Frejat, que não mexo na área da saúde. Funcionava. Porque na hora em que você coloca um diretor que foi deputado distrital porque alguém indicou, você vai fazer política. Não funciona. Tem que botar gente que possa responder.

Você vai extinguir a indicação política?

Se for uma pessoa competente, séria? Sim, posso botar. Agora, não vou fazer balcão de negócio. Ou faz um trabalho sério ou não faz.

Só vai aceitar indicação técnica?
Esquece. Não tenho esse compromisso. Meu compromisso é com a população. Se me quiserem do jeito que eu sou.

Isso não vai dificultar a relação com a Câmara?
Meu compromisso é com a população. Se me quiserem do jeito que eu sou. Pode até dificultar. Mas não estou preocupado com isso. Quem tiver preocupação que faça os seus acordos.

O atual governo foi eleito com o mesmo discurso contra o “toma-lá-dá-cá”. Sofreu na mão da Câmara. Hoje adota outra postura. O que o senhor fará para não repetir essa história?

Você está confundindo as coisas. Meu nome é Jofran Frejat.

Os discursos são parecidos.

Meu nome é Jofran Frejat. Não me chame por outro nome. Os acordos que fizeram por lá, cada um responda por seu acordo. Se eu não fazia isso na saúde, porque vou fazer agora?

Porque talvez fique difícil governar com uma Câmara Legislativa contra.
Vocês gostariam que não existisse a Câmara Legislativa?

Não. Gostaríamos de ouvir uma proposta concreta para o GDF de uma relação com a Câmara, livre do “toma-lá-dá-cá”. Que fosse factível. Que não ficasse apenas no discurso antes da eleição.
Não aceito essa crítica antecipadamente. Façam depois. São jornalistas para isso. Quando houver, se houver. Aí você fala: “Governador, você falou que não iria fazer isso”.

Iremos. O senhor criticou a reforma local da previdência. Mas ela teve o apoio do deputado distrital Agaciel Maia, que é o do PR, líder do governo na Câmara e é do seu partido. Indiretamente, o seu partido ajudou a construir uma coisa, que senhor diz que não pretende continuar.

Você tem que perguntar para o Agaciel Maia. Não para mim. Não fui eu que fiz.

O governo nunca é uma pessoa só. São grupos, entes. Governos bem sucedidos têm sintonia entre liderança e os satélites. Sempre vai ficar cada um respondendo por si?

Eu não quero mudar nada (resposta com tom irônico).

Qual vai ser sua relação com a Câmara Legislativa? Vai aceitar indicação de deputado? Vai ser absolutamente republicana?

Com certeza, como sempre fui. Não adianta vocês tentarem me empurrar. Parece que vocês querem me empurrar.

O que a gente não aguenta mais é ver a população sofrendo por conta desse “toma-lá-dá-cá”. Neste sentido, eleitores querem fugir da política, justamente, por conta das ações deste sistema. Como batalhar contra isso?

É um erro. Se você não escolhe um candidato, alguém escolhe por você, seguramente. Alguém que vai escolher por uma cesta básica, um tijolo, cimento, etc. O voto é uma coisa importante. Você daria uma procuração para alguém que você não conhece para representar você? Um parlamentar, um governador vai falar por você, discursar por você, tomar decisão por você, votar por você. Você daria uma procuração para qualquer um? Então é o que a população tem que ver. No momento em que você abre mão desse direito, dessa responsabilidade, você está dando chance para a eleição de um bandido, de um safado qualquer, um cara sem nenhum compromisso com a população. Depois não vai poder reclamar. Reclamar do quê? E se não votou, reclamar menos ainda. É imperioso que a população vote, escolha. É insatisfeito? Tem problema com a política? Todo lugar tem problema. Mas tem problema exatamente porque colocaram gente que não responde positivamente.

Já escolheu seu vice?

Já. É o Vasco da Gama. Por enquanto é. Eu posso falar do meu time. O que posso fazer? Dói na alma. Por enquanto, estamos conversando com muitas pessoas.

Ibaneis Rocha?

É um bom candidato. Existe um série de questões. A questão partidária. Eu tenho que ter um vice que, primeiro, não seja o meu opositor, como acontece hoje no GDF. E, segundo, que seja uma pessoa que não vai sujar a chapa. Porque com isso podemos ter problemas até de ordem jurídica. Não há razão nenhuma para sair correndo atrás disso.

Rôney Nemer?

É uma pessoa muito boa. Mas ele mesmo diz que ainda tem um problema na justiça pendente.

Flávia Arruda?

Ela foi candidata da outra vez. Houve uma exposição muito grande na outra campanha. Diziam que eu ia ser marionete do Arruda. Que ia ganhar a eleição e renunciar. A Flávia é uma excelente pessoa. Mas é candidata a deputada federal. Então o Arruda está fazendo a campanha dela. É muito justo.

Como anda a relação com Arruda?

Muito boa. Conheço o Arruda há 40 anos. As pessoas dizem: Ah! Mas e o Arruda! E daí? Tudo o que ele fez de bom a gente aprova, bate palma. Se ele fez, se ele fez, se, ele que responda. Não tenho que responder pelos outros.

O senhor responde a processos de improbidade?

Desde a época en que criei a Faculdade de Medicina que já entraram na Justiça contra mim. Estão errados. Tem o caso do Hospital do Paranoá e da compra sem licitação do quimioterápico para câncer de mama. Ganho todas. Não dou a menor confiança. Como administrador você tem responsabilidades. Imagina se eu não fizesse o Hospital do Paranoá? Disseram que estaria superfaturado. Depois não. Estaria é superestimado. Hoje, não dá mais conta dos pacientes.

Como diminuir o índice glicêmico das suas comidas favoritas?

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De acordo com especialista, itens que prejudicariam os resultados da dieta podem ser “neutralizados” por outros com um valor baixo da taxa

Com o advento dos digital influencers fitness e uma crescente conscientização em torno da saúde e da boa forma, as pessoas passaram a se informar mais sobre alimentação. De uns tempos para cá, muito tem se falado sobre o índice glicêmico dos alimentos e o quanto isso interfere na perda de peso. O IG mede a velocidade com que os níveis de insulina do organismo aumentam de acordo com a rapidez com que a glicose entra na corrente sanguínea.

Com isso, quanto maior o valor do IG, maior a velocidade que os carboidratos são transformados em glicose no organismo e maior o estoque de gordura que não será usada como energia, ou seja, aumento de peso na certa. O grande problema é que muitos alimentos “queridinhos” das dietas das pessoas têm este índice muito elevado. “A tapioca, por exemplo, tem um IG bem alto, maior até que o do açúcar e do pão”, explica o nutricionista Daniel Novais.

A notícia boa é que se estes alimentos forem combinados com itens de índice glicêmico baixo, menor ou igual a 55, ou médio, entre 56 e 69, eles não precisam ser cortados. “Muitos ingredientes podem ser incluídos no cardápio e até mesmo nas receitas preferidas das pessoas. Neles são encontradas grandes quantidades de fibras solúveis, que formam uma espécie de camada no estômago. Esta camada retarda a absorção de glicose e aumenta a sensação de saciedade”, diz Daniel.

 

Aveia

Muito utilizada no dia a dia, pouca gente sabe das propriedades da aveia. Com 58 de índice glicêmico, o farelo pode ser adicionado em massas de tapioca, sopas e frutas, evitando picos de glicose e ajudando no emagrecimento.

 

Farinhas funcionais

De uns tempos para cá, o acesso a ingredientes funcionais tem sido mais fácil e as farinhas são um exemplo disso. Existe uma infinidade de opções além da branca e da integral. Farinhas de maracujá, de feijão branco, de banana verde e até mesmo de aveia podem substituir a tradicional em receitas e fazer com que, mesmo na dieta, a pessoa não precise abrir mão de um pãozinho de vez em quando.

 

Biomassa de banana verde

Por ser feita da fruta ainda verde, a biomassa possui o que se chama de amido resistente, que é uma espécie de carboidrato que não libera glicose. O produto é muito usado em receitas de doces funcionais, como o queridinho brigadeiro. Já pensou em poder matar a vontade de sobremesa sem prejudicar a dieta?

 

Grãos de chia e linhaça

Já tão famosas nos planos alimentares, a chia e a linhaça são ricas em fibras solúveis, além de serem uma ótima fonte de ômega 3, fazendo bem para a saúde como um todo. Com um sabor neutro, elas podem ser adicionada tanto em receitas salgadas, como massas de pão e de tapioca, quanto em doces, como sucos, shakes, doces e saladas de frutas.