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Cármen Lúcia assume novamente a Presidência da República

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Por Yara Aquino

Presidente Michel Temer transmite o cargo para a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia (Cesar Itiberê/PR)

Com a viagem do presidente Michel Temer ao México, hoje (23), a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, assumiu interinamente a Presidência da República. Pela segunda semana seguida ela assume o comando do país. Como o presidente Temer tem agenda na África do Sul para a 10ª Cúpula do Brics, que ocorre entre os dias 25 e 27, Cármen Lúcia deve permanecer no cargo durante toda a semana.

Essa é a quarta vez que Cármen Lúcia comanda o país desde o início do período eleitoral. Os primeiros na linha sucessória para ocupar o cargo na ausência de Temer do país são o presidente Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), seguido pelo do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Ambos também viajaram ao exterior durante a ausência de Temer para evitar de assumirem o cargo e se tornarem inelegíveis nas próximas eleições, de acordo com as regras eleitorais.

A presidente interina tem agenda de trabalho a partir das 14h, no Palácio do Planalto. Entre as autoridades que receberá estão os governadores do Rio Grande do Sul, Ivo Sartori; do Piauí, Wellington Dias, e de Minas Gerais, Fernando Pimentel.

Na terça-feira (17) da semana passada, Cármen Lúcia também assumiu interinamente

a Presidência com a viagem de Temer a Cabo Verde para participar da 12ª Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

México e África

O presidente Michel Temer embarcou na manhã de hoje (23) para o México onde se encontrará com o presidente do país, Enrique Peña Nieto, e participará de jantar oferecido aos chefes de Estado. Amanhã (24), participa da 1ª Reunião de Presidentes do Mercosul e da Aliança do Pacífico, na cidade de Puerto Vallarta.

Na reunião, os presidentes devem aprovar uma declaração conjunta e um plano de ação que complementa e amplia a pauta de trabalhos conjunta definida em abril de 2017 em temas como facilitação de comércio, cooperação regulatória, agenda digital e comércio inclusivo.

Com a possibilidade de ser assinado no futuro um acordo entre a Aliança do Pacífico e o Mercosul, o Brasil é um dos principais interessados na parceria, já que ainda não tem acordo de livre comércio com o México.

Após a visita ao México, Temer viajará a Johanesburgo, na África do Sul, para a 10ª Cúpula do Brics, grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. A cúpula ocorre entre os dias 25 e 27 de julho. Ainda não há confirmação sobre que os dias em que o presidente Temer permanecerá no evento.

Veja os candidatos a presidente definidos nas convenções partidárias

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Prazo para aprovação dos nomes acaba em 5 de agosto

Por Luiza Damé

No primeiro fim de semana de convenções nacionais, os partidos políticos confirmaram cinco candidatos a presidente da República: Ciro Gomes (PDT), Guilherme Boulos (PSOL), Jair Bolsonaro (PSL), Paulo Rabello de Castro (PSC) e Vera Lúcia (PSTU). As convenções têm de ser realizadas até 5 de agosto, e o prazo para pedir o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral encerra-se em 15 de agosto.

A lei eleitoral permite, a partir da homologação das convenções, a formalização de contratos para instalação física e virtual dos comitês dos candidatos e dos partidos. O pagamento de despesas, porém, só pode ser feito após a obtenção do CNPJ do candidato e a abertura de conta bancária específica para movimentação financeira de campanha e emissão de recibos eleitorais.

Segundo o calendário das eleições de 2018, a partir de quarta-feira (25), a Justiça Eleitoral poderá encaminhar à Secretaria da Receita Federal os pedidos para inscrição de candidatos no CNPJ. A partir dessa data, os partidos políticos e os candidatos devem enviar à Justiça Eleitoral, para divulgação na internet, os dados de arrecadação para financiamento da campanha eleitoral, observado o prazo de 72 horas após o recebimento dos recursos.

Nas convenções nacionais, o PSL, o PDT e o PSC não escolheram os candidatos a vice. Caberá à direção nacional do PDT articular as alianças para o primeiro turno das eleições e o vice de Ciro Gomes. O PSC vai buscar um vice que agregue apoios, mas o candidato demonstrou disposição de ter uma mulher na sua chapa. No PSL, o nome forte para compor a chapa de Bolsonaro é o da advogada Janaina Paschoal, que participou da convenção ao lado do candidato a presidente.

O PSOL formou uma chapa puro sangue: Sônia Guajajara será a candidata a vice de Boulos. O partido, no entanto, disputará as eleições de outubro coligado com o PCB, que realizou convenção na última sexta-feira e aprovou a aliança. O PSTU optou por não fazer coligações. O vice de Vera Lúcia será Hertz Dias.

O PMN e o Avante realizaram ontem convenções nacionais e decidiram não lançar candidatos a Presidência da República. Na convenção, o Avante decidiu dar prioridade à eleição de deputados federais: terá uma chapa com cerca de 80 nomes e pretende eleger pelo menos cinco. O Avante não definiu se apoiará algum candidato a presidente no primeiro turno. O PMN decidiu dar apoio a nenhuma chapa nas eleições presidenciais.

No próximo sábado (28), devem reunir-se SD, PTB, PV, PSD e DC.

Eleições 2018: PSL oficializa Bolsonaro como candidato à Presidência

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Janaina Paschoal diz que ainda está indecisa sobre convite para vice

Por Cristina Indio Brasil e Mario Toledo

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), 63 anos, foi confirmado hoje (22) como o candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo Partido Social Liberal (PSL). Embora presente à convenção do partido ao qual se filiou, a advogada Janaina Paschoal disse que ainda não aceitou o convite para ser vice.O partido tem até 5 de agosto para anunciar quem irá compor a chapa. “Nenhum partido anunciou seu vice ainda. A gente não foge de um filiado ao PSL ou de algum militar que esteja na ativa. A nossa lagoa é muito pequena para pegar um vice, mas vai sair um de qualquer maneira”, disse o deputado.

O candidato do PSL discursou por 55 minutos para uma plateia inflamada que encheu o salão do Centro de Convenções Sul-América, no centro do Rio de Janeiro, com capacidade para 3 mil pessoas.

“Eu sei o desconforto que venho causando. Eu sou o patinho feio desta história, mas tenho certeza que seremos bonito brevemente”, disse Bolsonaro.

PSL lança candidatura de Jair Bolsonaro à presidência da República.
Em discurso, candidato prometeu fundir ministérios e eliminar indicações políticas em estatais – (Foto Fernando Frazão/Agência Brasil)
Propostas

Apesar de afirmar que seu programa de governo não está concluído, Bolsonaro adiantou que quer excluir o das Cidades e fundir pastas como Fazenda e Planejamento, assim como Agricultura e Meio Ambiente.

O candidato prometeu ainda, se eleito for, privatizar estatais. Também não adiantou nomes, mas garantiu enxugar a Petrobras, que segundo ele “tem muitos braços”. Também afastou qualquer possibilidade de ocupação política em cargos executivos nos Bancos Central, do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Sem vice

A advogada Janaina Paschoal frustrou a plateia, que já a saudava como vice, ao anunciar que ainda não tem resposta ao convite feito pelo partido. Inicialmente, ela pensou no cargo de deputada estadual por São Paulo.

“Nós iniciamos um diálogo bastante profícuo. Entendemos que para uma parceria de quatro anos. Esse diálogo precisa ser mais pormenorizado, porque é um trabalho conjunto. Então não é possível tomar uma decisão em dois dias”, disse ela.

Com exceção dos políticos do PSL, discursaram apenas o general de Exército Augusto Heleno (PRP), que chegou a ser convidado para o cargo de vice, mas não comporá a chapa, e o senador Magno Malta (PR-ES).

No entanto, o isolamento político na campanha até agora foi contestado por Bolsonaro, que garante já ter entendimentos de apoio com 110 parlamentares de partidos do chamado de Centrão e que aparentemente não está preocupado com os restantes.

“Agradeço ao Alckmin por juntar o que há de pior do Brasil ao seu lado”, criticou o candidato.

Participaram da convenção a mulher de Bolsonaro, Michele, os filhos Carlos, Eduardo e Flávio – este último confirmado como candidato do partido ao Senado pelo Rio de Janeiro. Também estavam presentes o coordenador do programa econômico da campanha, o economista Paulo Guedes, o presidente em exercício do PSL, Gustavo Bebbiano, e o vice-presidente nacional, Julian Lemos.

Projeto Música na Árvore – Jazz Festival acontece esta semana

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O Instituto Terra Utópica realiza, esta semana, o projeto Música na Árvore Jazz Festival. O projeto, selecionado no Programa BRB de Patrocínios Culturais 2017/2018, busca popularizar o jazz. Por meio de um espetáculo instrumental, o festival conta, por exemplo, com a apresentação do grupo GuitarrÁfrika e do renomado músico Leo Gandelman.
 
O superintendente de marketing do BRB comenta que o projeto cultural da Instituição visa exatamente isso: poder apoiar projetos diversificados, que envolvam diversos estilos e que promovam um intercâmbio cultural. “A entrada é franca e o espetáculo acontece em um lugar central da cidade e de fácil acesso. Portanto, toda a população está convidada a prestigiar o espetáculo e a conhecer melhor o jazz”, finalizou Wesley.
 
Abaixo, a programação completa:
 
Dia                        Horário                Programação
25/07                   18h                        Mario Noya Samba Jazz
25/07                   20h                        GuitarrÁfika
26/07                   18h                        Transquatro
26/07                   20h                        GuitarrÁfrika
27/07                   18h                        GuitarrÁfrika
27/07                   20h                        Leo Gandelman               
 
Serviço
Projeto “Música na Árvore – Jazz Festival”
Local: Praça Zumbi dos Palmares, localizada no Setor de Diversões Sul, em frente ao Conic
Data: 25, 26 e 27 de julho
Entrada franca

Meirelles declara que ‘contraste de biografias’ entre ele e Calheiros o favorece

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Por Juliana Gonçalves

O pré-candidato à presidência da República pelo MDB, Henrique Meirelles, respondeu, mais uma vez, as críticas que vem recebendo do colega de partido, senador Renan Calheiros, de Alagoas.

Nesta semana, durante evento em Brasília para discutir problemas de mobilidade urbana, Meirelles disse que existe um ‘contraste de biografias’ que separam as histórias do presidenciável e do senador alagoano.“O que eu tenho ouvido é que essa manifestação do senador me favorece porque mostra o contraste de biografias. Eu tenho uma biografia de serviços prestados. Eu fui presidente do Banco Central durante oito anos, naquela época milhões de brasileiros saíram da pobreza e entraram para a classe média. No ministério da Fazenda, eu tirei o Brasil da maior recessão da história. Então é muito positivo que se estabeleçam alguns contrastes e que as pessoas possam olhar e comparar”, apontou.

O ex-ministro da Fazenda garante que não há divisão dentro do MDB sobre quem apoiar para a corrida presidencial. Segundo ele, sua pré-candidatura já tem o apoio da “ampla maioria” do partido. No entanto, em entrevista ao site Metrópoles, o presidenciável ressaltou que divergências são fundamentais para o debate democrático.

“O MDB tem uma característica, é um partido com comandos estaduais, o que acho positivo. Porque é um partido que não é de só um dono. É um partido que tem base no Brasil todo e comandos regionais. Eu tenho apoio da grande maioria, eu tenho uma ou outra divergência e é bom porque traça a diferença”, disse.

Sobre possíveis alianças, Henrique Meirelles não revelou com quais partidos está conversando, mas disse que está em contato “com número importante de legendas”, entre elas as do chamado ‘centro democrático’.

 

Partido Novo confirma Alexandre Guerra como candidato ao governo do DF

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Ex-administrador da rede Giraffas tem 37 anos e nunca disputou eleição. Vice na chapa é Erickson Blun, também do Novo; nomes foram aclamados por unanimidade

Por Beatriz Pataro e Mateus Rodrigues

Empresário e candidato ao governo do Distrito Federal, Alexandre Guerra (Novo) (Foto: TV Globo/Reprodução)

O empresário Alexandre Guerra, de 37 anos, foi escolhido pelo Partido Novo por unanimidade, nesta sexta-feira (20), como candidato ao governo do Distrito Federal nas eleições de 2018. A convenção foi realizada na sede do partido em Brasília, no Setor de Rádio e TV Sul.

O evento reuniu apoiadores e dirigentes do partido, a portas fechadas, por cerca de duas horas. No discurso de apresentação da candidatura, Guerra elogiou a nominata montada pela legenda, e disse que os candidatos vão “renovar a cidade”.

“O Novo-DF aprovou um time de pessoas de sucesso que vai estar à disposição do eleitor. São médicos, militares, empresários, funcionários públicos, professores e cidadãos com capacidade de gestão, com ficha limpa e preocupados com o DF”, declarou.

O candidato a vice-governador na chapa é o médico Erickson Blun, também do Novo. O partido também lançou a candidatura do advogado e jornalista Paulo Roque ao Senado. Ao todo, a legenda também homologou 31 candidaturas para deputados distritais, e 6 para deputados federais.

A convenção foi acompanhada pelo presidente regional do Novo-DF, Edvard Corrêa. Segundo ele, as candidaturas serão lançadas “oficialmente” em 17 de agosto, após o término do prazo para as convenções partidárias.

“Essa é a nominata de pessoas preparadas, fichas limpas e determinadas em vencer a velha política no DF”, afirmou.

Segundo a assessoria do partido, nem o presidente nacional da legenda, Moisés Jardim, nem o pré-candidato à presidência João Amoêdo participaram da convenção.

Trajetória

Ainda como CEO do Giraffas, Alexandre Guerra foi eleito pela revista “Forbes” como o melhor executivo do setor de alimentação do Brasil. O empresário atuou na rede de restaurantes por 18 anos.

Guerra também foi presidente do Instituto de FoodService Brasil (IFB) e vice-presidente da Associação Brasileira de Franchising.

Com informações da TV Globo e G1 DF

Saiba quais são os temas mais debatidos pelos brasileiros no Facebook

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Segurança e economia aparecem no topo da lista

Por Jonas Valente

Assuntos relacionados a segurança e economia são os mais debatidos pelos brasileiros no Facebook. No total, 64 milhões de pessoas geraram quase 1 bilhão de interações no mês de abril. Este tipo de mapeamento nunca foi disponibilizado publicamente pela companhia.

Os dados foram apresentados pela empresa em um evento sobre internet e eleições realizado ontem (20), em Brasília. A plataforma mapeia os assuntos discutidos e organiza estes em grandes temas. No monitoramento compartilhado no evento, foram identificados os números de pessoas abordando as questões, o número de interações (curtidas, comentários, compartilhamentos) e o percentual por gênero. Os dados são relativos ao mês de abril.

Diferentemente de pesquisas de opinião, que baseiam suas análises em uma amostra de alguns milhares de entrevistados, o quadro montado pelo Facebook toma como referência a sua base de usuários, que chegou a 127 milhões de pessoas, mais da metade da população brasileira

De acordo com o levantamento, segurança e economia foram os temas mais populares. O primeiro teve 262,2 milhões de interações promovidas por 32,3 milhões de pessoas. Já questões vinculadas ao universo econômico geraram 165,8 milhões de interações envolvendo 30,4 milhões de pessoas.

No ranking de áreas objeto de maior preocupação, os dois temas são seguidos por educação (119,9 milhões de usuários e 26,7 milhões de pessoas), tecnologia (102 milhões e 19,4 milhões), saúde (96 milhões e 25,9 milhões) e habitação (81,3 milhões e 19,7 mihões).

Na divisão por gênero, o tema de maior preocupação das mulheres foi Saúde (65% to total de pessoas interagindo), seguido de Educação (64%) e Habitação, Economia, Meio Ambiente e Gênero (62%). Já a participação de homens foi maior nas conversas virtuais sobre Indústria (47%), Segurança (43%), Agricultura (41%) e Turismo e Transporte (40%).

tabela assuntos mais comentados no Facebook

Whatsapp limita encaminhamento de mensagens para combater fake news

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Com a limitação, uma mensagem poderá ser enviada a apenas 20 conversas

Por Jonas Valente

 O aplicativo de mensagens Whatsapp vai passar a ter um limite de destinatários para o encaminhamento de mensagens. Segundo a empresa, de propriedade do Facebook, o objetivo com isso é reduzir a disseminação de notícias falsas. A novidade foi anunciada ontem (19) pela empresa por meio de seu blog institucional.
O Whatsapp é a segunda maior rede social do planeta, com 1,5 bilhão de usuários. A plataforma perde apenas para o Facebook, com 2,2 bilhões de pessoas inscritas. No Brasil, são mais de 100 milhões de pessoas com o aplicativo.

Até antes da mudança, uma mensagem poderia ser repassada a até 250 chats(conversas, que podem ocorrer com pessoas ou grupos) de uma vez. Com a limitação, o número será de 20 chats quando alguém desejar encaminhar um texto recebido.

Na Índia, a restrição será maior, com o encaminhamento sendo permitido somente cinco chats. Também haverá uma alteração na ferramenta de repasse, retirando a opção de perto das mensagens. O país registrou casos de linchamentos e assassinatos a partir de boatos disseminados pelo Whatsapp, o que colocou o aplicativo em questão e gerou debates em diversos países.

“Nós acreditamos que essas mudanças, que nós vamos continuar avaliando, vão ajudar a manter o Whatsapp no sentido do que ele foi desenvolvido para ser: um aplicativo de mensagens privadas”, afirmou a empresa em seu blog.

O app vem sendo apontado por especialistas e autoridades como um dos canais mais potentes de difusão de notícias falsas. Entre os fatores que abririam espaço para esse tipo de prática estariam a facilidade de repassar as mensagens e a ausência de identificação desse tipo de procedimento, o que favoreceria uma lógica de mensagens sem autoria.

Para lidar com o segundo problema, na semana passada o Whatsapp já havia anunciado que as mensagens repassadas passariam a ser identificadas enquanto tal. “Esta indicação extra tornará conversas individuais e em grupo mais fáceis de serem seguidas”, argumentou a empresa em seu blog institucional.

CLDF 2015-2018: Inexpressiva em proposições, mas independente do Palácio do Buriti

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Por Fred Lima

A atual legislatura da Câmara Legislativa do DF é considerada a mais fraca da história pelos analistas políticos, mas comparada com a passada, é mais independente com relação ao Palácio do Buriti. Se por um lado temos deputados inexpressivos e talvez de um mandato só, por outro, a fama de puxadinho diminuiu, visto o posicionamento crítico dos dois presidentes (Celina Leão e Joe Valle) ao governo.

Votar a favor da administração Agnelo custou o mandato de alguns distritais, que não conseguiram renová-lo. Por essa razão, nomes novos surgiram e desbancaram os veteranos, ajudados também pelo quociente eleitoral.

O eleitor deverá manter a tendência da eleição passada na Câmara, quando houve renovação de 50%. Contudo, alguns ex-distritais têm chance de voltar, como Washington Mesquita, que disputa voto a voto com a correligionária Jaqueline Silva. O quociente partidário vai determinar qual dos dois poderá ocupar uma cadeira na Casa pelo PTB.

Na era Rollemberg, o relacionamento distante do Buriti com os deputados, especialmente no início do governo, favoreceu o aumento da independência do Legislativo. O toma lá dá cá continuou, porém em menor intensidade.

Celina e Joe, procedentes da base aliada, tiveram pulso firme para contrariar os interesses do Executivo. Sem a liderança de ambos, a presente legislatura, que é anêmica, se tornaria também pífia.

A inexpressividade em proposições foi apontada já nos primeiros 18 meses, conforme matéria publicada pelo portal Metrópoles, quando 38 projetos foram questionados pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) como inconstitucionais.

Uma CLDF forte deve ter projetos expressivos e autonomia nas votações, sem moeda de troca. A oligarquia política também tem de acabar, ou seja, o pai, impedido pela Lei da Ficha Limpa, não pode mais lançar o filho em seu lugar, transformando-o num boneco de ventríloquo.

Que em 2019 a Câmara seja, de fato, a Casa do povo!

“Não abro mão”, diz Izalci sobre candidatura após coligação fazer troca por Rosso para cabeça de chapa

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Até esta quinta-feira, coligação de seis partidos apoiava nome do presidente do PSDB como pré-candidato.

Por Mateus Rodrigues e Gabriel Luiz, G1 DF

Deputado federal Izalci (PSDB-DF) em discurso na Câmara dos Deputados (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados/Divulgação)

Mesmo não sendo mais o “pré-candidato oficial” da coligação envolvendo o partido dele, o deputado federal Izalci Lucas (PSDB) disse que não vai desistir de concorrer ao cargo de governador do Distrito Federal.

“Continuo candidato. Meu compromisso é com a cidade. Não abro mão disso. Até abriria se conhecesse um projeto melhor que o meu.”

Nesta quinta-feira (19), a coligação que une PSDB, PRB, PPS, PSC, PSD e DC anunciou o nome do também deputado federal Rogério Rosso (PSD) como pré-candidato a governador. Para vice-governador, ainda não há definição. Até então, o grupo de partidos apoiava o nome de Izalci.

Tanto Izalci quanto Rosso são presidentes das legendas deles no Distrito Federal. Segundo a nota emitida pela coligação, o nome de Rosso tem apoio de PRB, PSC, PSD e PPS. As siglas PSDB e DC manifestaram oposição à escolha.

Também na quinta, a coligação anunciou que o atual senador Cristovam Buarque (PPS) será candidato à reeleição.

Coligações em contato

Ao longo da semana, os representantes da legenda chegaram a se reunir com o ex-secretário de Saúde do DF Jofran Frejat (PR) – que era pré-candidato, mas anunciou desistência da disputa nos últimos dias.

A coligação de Frejat é composta por PR, PP, MDB e DEM. Sem o médico como cabeça de chapa, até esta quinta, os partidos ainda não haviam anunciado uma nova candidatura para o Buriti.

Prazos eleitorais

O calendário eleitoral tem prazos a serem observados por candidatos, partidos, eleitores e pela própria Justiça Eleitoral.

As convenções para a escolha dos candidatos deverão ocorrer entre os dias 20 de julho e 5 de agosto. O último dia para os partidos políticos e as coligações apresentarem o requerimento de registro de candidatos é 15 de agosto.

A disputa ocorrerá no dia 7 de outubro, em primeiro turno, e no dia 28 de outubro, nos casos de segundo turno.