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Prazo para isenção da taxa de inscrição do Enem começa na segunda-feira

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Os estudantes que irão participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2018 e quiserem pedir isenção da taxa de inscrição devem ficar atentos. Neste ano, a solicitação de isenção será feita entre os dias 2 e 11 de abril, ou seja, antes do período de inscrição, que começa em maio. O pedido deve ser feito, exclusivamente, pelo endereço site do Enem.

Serão isentos os estudantes que estejam cursando a última série do ensino médio neste ano em escola da rede pública, ou que tenha cursado todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada e tenha renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio.

Também tem isenção o participante que declarar situação de vulnerabilidade socioeconômica, por ser membro de família de baixa renda e que esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Neste ano, também são isentos os participantes do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) do ano passado, que tenham atingido a nota mínima do exame.

O estudante Emanuel Noronha, que mora em Belém (PA), vai fazer o Enem pela segunda vez neste ano e vai pedir a isenção da taxa de inscrição por se enquadrar no critério de baixa renda. Segundo ele, se fosse para pagar, teria que fazer uma “vaquinha” na família para conseguir os R$ 82 da taxa de inscrição.

O candidato diz que já está preparado para pedir o benefício logo nos primeiros dias, para evitar transtornos. “Vou pedir o mais cedo possível, porque mesmo que muitos ainda não saibam dessa mudança, quero evitar problemas, como o site estar congestionado”, diz.

Comprovação

Para todos os casos de solicitação de isenção da taxa de inscrição, o participante deverá ter documentos que comprovem a condição declarada, sob pena de responder por crime contra a fé pública e de ser eliminado do Exame.

O participante que solicitar isenção da taxa de inscrição por estar incluído no CadÚnico deverá informar o seu Número de Identificação Social (NIS) válido. O Inep poderá consultar o órgão gestor do CadÚnico para verificar a conformidade da condição indicada pelo participante no sistema de isenção.

Se a solicitação de isenção for negada, ainda é possível recorrer da decisão, na Página do Participante, entre os dias 23 e 29 de abril.

A aprovação da isenção da taxa de inscrição não significa que o participante já está inscrito no Enem. As inscrições deverão ser feitas das 10h do dia 7 de maio às 23h59 de 18 de maio deste ano, pelo site do Enem.

Justificativa

Os participantes que tiveram isenção da taxa de inscrição no Enem no ano passado e que faltaram aos dois dias de provas terão que justificar a ausência para fazer o Enem de 2018 sem pagar a taxa novamente. A ausência deve ser comprovada entre os dias 2 e 11 de abril, por meio de documentos como atestado médico, documento judicial, certidão pública ou boletim de ocorrência que comprove e justifique a ausência no exame.

Quem não apresentar justificativa de ausência no Enem 2017 ou tiver a justificativa reprovada após recurso e quiser se inscrever no Enem 2018 deverá pagar o valor da taxa de inscrição, que foi mantida neste ano em R$ 82. Da mesma forma, o participante que obtiver a isenção da taxa de inscrição do Enem deste ano e não comparecer às provas nos dois dias de aplicação deverá justificar sua ausência se desejar solicitar nova isenção para o exame em 2019.

A exigência foi adotada por causa dos prejuízos que o exame vem registrando nos últimos anos aos cofres públicos. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), as últimas cinco edições do Enem representaram um prejuízo de R$ 962 milhões com participantes que se inscreveram e não compareceram às provas.

Centros olímpicos e paralímpicos abrem inscrições para vagas remanescentes

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De 3 a 5 de abril, interessados devem comparecer à unidade mais próxima e preencher a ficha de inscrição

Interessados em praticar esportes gratuitamente em um dos 12 centros olímpicos e paralímpicos do DF devem se inscrever de 3 a 5 de abril para disputar uma das vagas remanescentes.

Para concorrer é preciso ir ao centro mais próximo, das 8 horas ao meio-dia e das 14 às 17 horas, e preencher a ficha de inscrição.

Cada pessoa poderá escolher duas atividades esportivas. Se contemplada, só é possível trocar a modalidade se houver vagas disponíveis.

Caso a opção desejada tenha maior procura do que a oferta de vagas disponível, haverá sorteio, em 9 de abril, no período da manhã. O resultado sai na hora, e cada centro faz o contato com os contemplados.

Crianças a partir de 4 anos podem ser inscritas, e não há limite máximo de idade.

Aqueles que forem sorteados devem comparecer ao centro olímpico e paralímpico, em até dez dias, para efetivar a matrícula.

Os documentos exigidos são:

  • Duas fotos 3×4
  • Cópia do RG
  • Cópia do comprovante de residência
  • Atestado médico (para pessoas acima de 70 anos)
  • Cópia da declaração escolar, da certidão de nascimento e da identidade e do CPF do responsável (para crianças e jovens de 4 a 17 anos). Caso o responsável não seja o pai ou a mãe, deve-se levar o documento de guarda ou a autorização do conselho tutelar.

Pessoas com deficiência não entram no sorteio. Basta ir à coordenação do centro no período de inscrições para cadastro e orientação. Após avaliação funcional, será identificado o esporte mais adequado às necessidades da pessoa.

As aulas já começaram. Assim que as matrículas forem efetivadas, o aluno inicia as atividades na turma escolhida.

Inscrição em vagas remanescentes dos centros olímpicos e paralímpicos do DF

De 3 a 5 de abril

Das 8 horas ao meio-dia e das 14 às 17 horas

Na unidade mais próxima de onde deseja fazer aula

Licitações e contratos feitos por gestores públicos podem ficar menos burocráticos

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Por Paulo Henrique Gomes

Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de Lei que propõe a criação de uma norma geral para regular licitações e contratos públicos. A proposta vale para a administração direta e indireta da União, estados e municípios.

O projeto pretende unificar as normas vigentes atualmente que tratam de aquisições por parte da administração pública. Se colocado em prática, o projeto irá revogar a atual Lei que trata de Licitações e Contratos; além da Lei do Pregão e o Regime Diferenciado de Contratações, conhecido como RDC.

Para o secretário-executivo-adjunto do Ministério do Planejamento, Walter Baere, a norma traz uma modernização na legislação. “Burocratizar não resolve o problema. Mas sim criar mecanismos inteligentes de responsabilização do contrato e que possibilitem o maior controle social na elaboração do edital”, acredita ele. Para o secretário-executivo-adjunto, essa discussão é fundamental para que o Brasil consiga avançar nesse assunto.

Entenda melhor o Projeto

A norma proposta também será aplicada para aquisições feitas pelos poderes Legislativo e Judiciário, fundos especiais e outras entidades controladas pela administração pública. Embaixadas e consulados de outros países também deverão seguir essas regras. Em caso de licitações com recursos externos, poderão ser admitidas regras de acordos internacionais vigentes no Brasil.

Além disso, o projeto propõe um regulamento para alienação e a concessão de direito real de uso de bens; compras, inclusive por encomenda; locações, concessões e permissões de uso de bens públicos; prestação de serviços, inclusive os técnico-profissionais especializados; aquisição ou locação de bens e serviços de tecnologia da informação e comunicação; e obras e serviços de engenharia. O relator da proposta, o deputado João Arruda (MDB/PR), defende que o objetivo do PL é aprimorar a Lei 8.666, vigente há mais de 20 anos: “”Nós temos que aprimorar a 8.666. Nós temos que melhorar essa lei. E não apresentar algo que seja novo. Nós tivemos já o RDC, foi importante para a execução de questões específicas, de obras específicas, mas a gente precisa criar algo mais amplo, que possa atender a todas as áreas”, afirma.

No entanto, a norma não contempla contratos de operação de crédito e gestão da dívida pública, contratações regidas pela Lei de Responsabilidade das Estatais e outros casos onde as contratações são feitas através de legislação própria.

Tramitação

A autoria do texto é da Comissão Temporária da Modernização da Lei de Licitações do Senado Federal. A comissão, formada por oito senadores, funcionou por seis meses em 2013. Atualmente, a proposição está sujeita à apreciação do plenário na Câmara dos Deputados. O relator da proposta, deputado João Arruda, pretende apresentar seu relatório sobre o assunto no início de maio.

Rosa Weber nega pedido de liberdade de Antonio Grecco, da Rodrimar

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A minista Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou no início da noite desta sexta-feira (30) o pedido de habeas corpus(HC) protocolado pela defesa do empresário Antonio Grecco, preso ontem pela Polícia Federal no âmbito da Operação Skala.

Segundo o despacho da ministra, responsável pelo plantão Judiciário no Supremo durante o feriado, “o presente HC, em qualquer hipótese, não se presta, manifesta a adequação da via eleita, para a apreciação da tese defensiva com vista à revogação da decisão de prisão”. A magistrada ressaltou que existem petições avulsas da defesa do empresário que ainda estão pendentes de análise pelo relator do inquérito, que é o ministro Luís Roberto Barroso.

A prisão de Antonio Grecco, que é temporária (válida por cinco dias), foi decretada pelo ministro Luís Roberto Barroso, que é o relator da investigação sobre o Decreto dos Portos, no STF. Para a Procuradoria Geral da República (PGR), que pediu a prisão dele e de outras 12 pessoas envolvidas no caso, Grecco é tido como o principal articulador do esquema entre empresários do setor portuário de Santos (SP) e agentes públicos para a aprovação da lei, que ampliou o prazo para as concessões de áreas portuárias de 25 para 35 anos, podendo ser prorrogado por mais 35 anos, o que favoreceria as empresas.

Para a defesa de Antonio Grecco, a prisão do empresário é “abusiva”. “Usar (…) a prisão temporária com o fim de confrontar versões e depoimentos dos investigados, numa espécie de depoimento obrigatório, reveste-se de método bastante perverso de contornar a proibição da condução coercitiva”, diz um trecho do pedido de habeas corpus.

“Querem tirar Temer da vida pública”, diz Planalto sobre Operação Skala

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A Presidência da República divulgou nota oficial na noite desta sexta-feira (30) para rebater a acusação de que o presidente Michel Temer teria agido para beneficiar amigos empresários na edição do Decreto dos Portos, no ano passado, em investigação conduzida pela Procuradoria Geral da República (PGR).

“Tal decreto nasceu após criação de grupo de trabalho pelo Ministério dos Transportes que realizou amplo e público debate, em reuniões que ocorreram entre setembro de 2016 e maio de 2017”, diz a nota. Segundo o governo federal, “autoridades tentam criar narrativas que gerem novas acusações” e o decreto editado em 2017 não se aplica à empresa Rodrimar S/A, acusada de ter sido beneficiada nas regras de licitação aprovadas para o setor de portos.

“O fato é que a Rodrimar não se encaixa neste parágrafo, neste artigo, no todo do decreto ou na sua interpretação, por mais ampla que se queira, conforme despacho do Ministério dos Transportes: ‘Conclui-se que as disposições do decreto número 9048/17 não se aplicam aos contratos da empresa Rodrimar S/A’. (…) Todas as áreas da Rodrimar serão relicitadas”, diz a nota.

Sem apontar nomes, o Palácio do Planalto afirmou que “tentam mais uma vez destruir a reputação do presidente Michel Temer. Usam métodos totalitários, com cerceamento dos direitos mais básicos para obter, forçadamente, testemunhos que possam ser usados em peças de acusação”.

Ainda de acordo com a nota oficial da Presidência da República, a investigação em curso atropela fatos e a verdade para retirar Michel Temer da vida pública e “impedi-lo de continuar a prestar relevantes serviços ao país”. “Bastou a simples menção a possível candidatura para que forças obscuras surgissem para tecer novas tramas sobre velhos enredos maledicentes. No Brasil do século XXI, alguns querem impedir candidatura. Busca-se impedir ao povo a livre escolha”, acrescenta o governo.

Reunião

O presidente Michel Temer passou parte da tarde de reunido com o advogado Antônio Claudio Mariz de Oliveira, no Palácio do Alvorada, acompanhado de alguns ministros e auxiliares mais próximos, como Moreira Franco (Secretaria Geral), Gustavo do Vale Rocha (Direitos Humanos) e Márcio Freitas (Secretaria de Comunicação Social). Depois que Mariz deixou o Planalto, chegou ao local o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sergio Westphalen Etchegoyen. O grupo permaneceu reunido até por volta das 19h, quando foi divulgada a nota oficial.

Operação Skala

Ontem (29), a Polícia Federal (PF) prendeu, em caráter temporário (por cinco dias), o advogado José Yunes, ex-assessor da Presidência da República. As medidas foram determinadas pelo ministro Luís Roberto Barroso, relator do chamado Inquérito dos Portos, no Supremo Tribunal Federal (STF). Além de Yunes, foram presos durante a Operação Skala, da Polícia Federal (PF), o ex-ministro da Agricultura e ex-presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Wagner Rossi, e o presidente do Grupo Rodrimar, Antônio Celso Grecco. Também foi preso, em São Paulo, o coronel aposentado João Batista Lima, amigo do presidente Temer

A empresária Celina Torrealba, uma das proprietárias do Grupo Libra, que também atua no ramo portuário, foi detida em seu apartamento, no Rio de Janeiro. No mesmo dia, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse que a prisão de pessoas ligadas ao presidente não enfraquecem o governo e que o presidente “não tem a ver com isso”. O inquérito apura o suposto favorecimento da empresa Rodrimar S/A por meio da edição do chamado Decreto dos Portos (Decreto 9.048/2017), assinado por Temer em maio do ano passado.

Confira a íntegra da nota ofical Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República:

“O decreto dos portos, sob o qual está amparada a investigação sobre supostos benefícios à empresa Rodrimar, diz literalmente em seu Artigo 47-A, § 3º: “O disposto neste artigo não se aplica aos contratos firmados antes da vigência da Lei 8.830, de 25 de fevereiro de 1993”.

A mais rasa leitura do decreto teria enterrado, no ano passado, o pedido de abertura de tal investigação pelo então procurador-geral da República Rodrigo Janot. O fato é que a Rodrimar não se encaixa neste parágrafo, neste artigo, no todo do decreto ou na sua interpretação, por mais ampla que se queira, conforme despacho do Ministério dos Transportes: “Conclui-se que as disposições do decreto número 9048/17 não se aplicam aos contratos da empresa Rodrimar S/A”.

Tal decreto nasceu após criação de grupo de trabalho pelo Ministério dos Transportes que realizou amplo e público debate, em reuniões que ocorreram entre setembro de 2016 e maio de 2017. Todas as áreas da Rodrimar serão relicitadas.

Sem ter fatos reais a investigar, autoridades tentam criar narrativas que gerem novas acusações. Buscam inquéritos arquivados duas vezes pelo Supremo Tribunal Federal, baseados em documentos forjados e já renegados formalmente à justiça, e mais uma vez em entrevista à revista Veja deste final de semana.

Tentam mais uma vez destruir a reputação do presidente Michel Temer. Usam métodos totalitários, com cerceamento dos direitos mais básicos para obter, forçadamente, testemunhos que possam ser usados em peças de acusação. Repetem o enredo de 2017, quando ofereceram os maiores benefícios aos irmãos Batista para criar falsa acusação que envolvesse o presidente. Não conseguiram e repetem a trama, que, no passado, pareceu tragédia, agora soa a farsa.

O atropelo dos fatos e da verdade busca retirar o presidente da vida pública, impedi-lo de continuar a prestar relevantes serviços ao país, como ele fez ao superar a mais forte recessão econômica da história brasileira. Bastou a simples menção a possível candidatura para que forças obscuras surgissem para tecer novas tramas sobre velhos enredos maledicentes. No Brasil do século XXI, alguns querem impedir candidatura. Busca-se impedir ao povo a livre escolha. Reinterpreta-se a Constituição, as leis e os decretos ao sabor do momento. Vê-se crimes em atos de absoluto respeito às leis e total obediência aos princípios democráticos.”

Show pirotécnico surpreende 40 mil espectadores no Morro da Capelinha

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Na tradicional via-sacra de Planaltina, na noite desta sexta (30), atores representaram arcanjos antes do último ato, o da ressurreição de Cristo

Um show de pirotecnia com representantes dos arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael na 45ª Via-Sacra no Morro da Capelinha, em Planaltina, surpreendeu os 40 mil espectadores (segundo números da Polícia Militar) na noite desta Sexta-Feira Santa (30).

Ao final da encenação, os arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael surpreendeu os fiiés que acompanhavam a Via-Sacra do Morro da Capelinha.
Ao final, atores representaram arcanjos, como Miguel, e surpreenderam os fiéis que acompanhavam a Via-Sacra do Morro da Capelinha. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

O tema da tradicional encenação neste ano foi Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, e o público começou a chegar logo pela manhã — algumas pessoas até mesmo de madrugada — para garantir os melhores lugares ao longo do trajeto da Paixão de Cristo: do tribunal de Pôncio Pilatos ao Monte Calvário.

O auxiliar de serviços gerais Gil Peres, de 40 anos, levou toda a família para assistir à encenação desde o início. “Esse é um dia único para nós, católicos, o momento de agradecer e lembrar que, depois da dor, vêm as coisas boas”, reflete o morador de Águas Lindas de Goiás, município no Entorno do DF.

Acompanhado da esposa e dos filhos, de 7 e de 10 anos, ele chegou às 14h30 para não perder nenhuma parte da encenação. “Nós, pais, somos os primeiros catequistas da vida dos nossos filhos, por isso a importância de ensinar as crianças desde cedo a história de Cristo.”

“Esse é um dia único para nós, católicos, o momento de agradecer e lembrar que, depois da dor, vêm as coisas boas”Gil Peres, auxiliar de serviços gerais

Ao todo, 1,4 mil voluntários trabalharam no evento: 800 na encenação e 600 na produção, som, figurino e iluminação. O evento é promovido pela Paróquia de São Sebastião desde 1973.

A Polícia Militar alocou 450 servidores para garantir a segurança. Sete pessoas foram detidas por posse de drogas. Já a Polícia Civil do DF esteve presente com a Delegacia Móvel.

O Corpo de Bombeiros deslocou 74 militares e 17 viaturas, 1 helicóptero e a plataforma de observação elevada, com nove câmeras apontadas para os pontos de concentração de público no percurso.

A Secretaria de Saúde atuou com três pontos de atendimento, distribuídos pela subida do Morro da Capelinha.

Para abarcar a grandiosidade do evento, o trânsito da DF-230 foi alterado desde as 13 horas, com sentido único no trecho entre o Colégio Agrícola e a rotatória com a DF-130.

Uma das quatro vias de acesso ao morro foi fechada para passagem dos pedestres e reaberta às 21 horas.

O Departamento de Trânsito (Detran-DF) empregou efetivo de 35 agentes e 15 viaturas. Dois guinchos e uma empilhadeira da autarquia deram suporte ao trabalho dos agentes.

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) distribuiu água em pontos espalhados pela encenação. Servidores da Secretaria de Saúde, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros também receberam apoio da Caesb.

SOS Criança passa a funcionar todos os dias

Depois da Via-Sacra do Morro da Capelinha, o telefone do SOS Criança ficará permanentemente disponível 24 horas por dia. Antes, o serviço era acionado apenas para eventos com grande público como o carnaval.

Na mensagem, deve-se informar o lugar onde a criança foi encontrada, enviar uma foto dela e dizer sob a guarda de qual agente público ela ficou — policiais militares, bombeiros ou servidores do Detran. Por meio dele, as autoridades podem ser alertadas sobre ocorrências de desaparecimento. O número é o (61) 99212-7776.

Rollemberg nomeia 1.485 profissionais para a Secretaria de Saúde do DF

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Convocação foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal 

Em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal, publicada nessa quinta-feira (29), foram nomeados 1.485 servidores da Saúde. Os cargos fazem parte dos 1.621 divulgados em 14 de março pelo governador Rodrigo Rollemberg.

Entre os nomeados estão:

  • 295 médicos
  • 256 enfermeiros
  • 767 técnicos
  • 136 fisioterapeutas
  • 31 especialistas

De acordo com a Casa Civil, foram convocados ontem 24 auditores de controle interno para as Secretarias de Fazenda e de Planejamento e 10 servidores para a Controladoria-Geral do DF.

Além dessas, as nomeações anunciadas por Rollemberg incluíam 63 profissionais para a Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF). Eles foram designados para os cargos em 16 de março. Já as convocações para o Instituto de Defesa do Consumidor do DF (Procon-DF) saíram na sexta-feira (23).

No caso do Metrô-DF, as vagas integram a segunda leva de nomeações para completar 188 profissionais. A primeira foi em fevereiro com o chamamento de 62 pessoas. A última convocará 63 e está prevista para o primeiro semestre deste ano.

O calendário de nomeações confirmadas para 2018 incluem 242 agentes do sistema socioeducativo e 20 servidores da Secretaria de Cultura — entre eles, 10 para a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro. Em maio, serão 114 agentes penitenciários.

Outra categoria que receberá reforço é a Polícia Civil do DF. Serão nomeados 160 policiais — 65 delegados, 65 peritos e 30 papiloscopistas — de maio a dezembro.

Antes das contratações anunciadas pelo governador em março, o Executivo local já havia chamado 1.435 servidores novos apenas em 2018. Somados com os números desde 2015, foram 10.949: 1.410 do primeiro ano da atual gestão, 3.866 de 2016 e 4.238 de 2017.

Novo Código de Obras poderá ser votado em abril na Câmara Legislativa

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O projeto de lei nº 1.621/2017, do Executivo, que institui o novo Código de Obras e Edificações do Distrito Federal, poderá ser apreciado pela Câmara Legislativa em abril. A proposta vem sendo discutida por técnicos da Câmara Legislativa, do GDF e do setor produtivo nos últimos meses.

A presidente da Comissão de Assuntos Fundiários (CAF) da Câmara, deputada Telma Rufino (PROS), informou na tarde desta quarta-feira (28), durante reunião do colegiado, que um substitutivo ao texto original já está em fase final de preparação. Segundo ela, o texto vem sendo aperfeiçoado por assessores da CAF e dos distritais, com a participação da equipe técnica do governo.

O projeto de lei nº 1.621/2017 foi distribuído para três comissões permanentes da Câmara: Comissão de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Tecnologia, Meio Ambiente e Turismo (CDESCTMAT), CAF e Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Segundo o projeto, o Código de Obras é “um instrumento fundamental e básico que regula obras e edificações públicas e particulares em macrozona urbana e rural”, disciplinando procedimentos de controle urbano, licenciamento e fiscalização de acordo com a legislação sobre uso e ocupação do solo.

Outra proposta também bastante aguardada pelo setor produtivo, a Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos), também vem sendo analisa pela CAF. De acordo com Telma Rufino, um estudo técnico sobre a matéria deverá ser concluído até maio.

A Comissão de Assuntos Fundiários aprovou nesta quarta-feira o seu calendário de reuniões ordinárias. A CAF se reunirá quinzenalmente, sempre às quartas-feiras, às 14h. Participaram da reunião, além da deputada Telma Rufino, os deputados Rafael Prudente (PMDB) e Sandra Faraj (SD).

Encenação da Via Sacra deve reunir mais de 100 mil pessoas no Morro da Capelinha

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Há 45 anos, o caminho percorrido por Jesus Cristo até a crucificação e ressurreição é encenado no Morro da Capelinha, em Planaltina, no Distrito Federal, a cerca de 45 quilômetros de Brasília. Amanhã (30), feriado de Sexta-feira Santa, cerca de 100 mil pessoas devem comparecer ao local para assistir ao espetáculo cristão, realizado pelo Grupo Via Sacra Ao Vivo.

A encenação é considerada uma das mais importantes do contexto cultural e religioso do Distrito Federal. São 1,4 mil voluntários trabalhando no evento, 800 atores nos papeis dos personagens bíblicos e 600 no apoio técnico. “Estamos fazendo os ajustes finais nos cenários para que amanhã esteja tudo pronto”, disse um dos organizadores, Leonardo Magalhães.

A encenação está marcada para as 16h e dura em torno de 4 horas. Os fiéis percorrem 14 estações até o alto do morro. Em cada uma delas, uma passagem da Bíblia é lembrada, desde a prisão de Cristo até sua morte. A 15ª estação encena a ressurreição de Cristo.

Ao longo do dia, muitos fiéis vão ao cruzeiro no alto do morro para acender velas, fazer pedidos e pagar promessas. Algumas sobem de joelhos ou carregando cruzes para agradecer as graças recebidas.

Magalhães contou que neste ano, para comemorar os 45 anos do grupo, haverá uma grande surpresa no final do evento, durante a encenação da ressurreição.

A primeira montagem da via sacra no Morro da Capelinha aconteceu em 1973. Em 1986, o evento foi incluído no calendário oficial do DF e, em 2008, foi decretado como Patrimônio Imaterial do DF.

Além da encenação em Planaltina, outras paróquias do Distrito Federal vão promover vias-sacras nesta sexta-feira. A programação dos eventos da Semana Santa está disponível nos sitesda Arquidiocese de Brasília e da Agência Brasília. A Semana Santa, que termina no domingo de Páscoa, é um dos períodos mais importante para os católicos.

Segurança e serviços

A Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social do Distrito Federal informou que haverá alterações no trânsito da região e reforço na segurança a fim de garantir a tranquilidade da celebração no Morro da Capelinha.

A partir das 13 horas, a DF-230 terá sentido único no trecho entre o Colégio Agrícola e a rotatória com a DF-130. Uma das quatro vias de acesso ao Morro da Capelinha ficará fechada para passagem dos pedestres. As demais pistas serão destinadas ao trânsito de veículos, situações de emergências e para a produção do evento. O acesso à área do evento se encerrará às 21h.

O Departamento de Trânsito (Detran-DF) estará presente com 35 agentes em 15 viaturas. Dois guinchos e uma empilhadeira da autarquia darão suporte caso seja necessário remover carros parados em locais proibidos.

Para atender ocorrências médicas, cinco pontos fixos com médicos e enfermeiros estarão disponíveis. Os profissionais são bombeiros militares e profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da Secretaria de Saúde e da Cruz Vermelha.

Eventuais delitos poderão ser registrados na Delegacia Móvel da Polícia Civil. As delegacias físicas de Planaltina e de Sobradinho receberão reforço de policiais.

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) vai distribuir 13 mil litros de água em pontos espalhados desde a entrada do evento até o topo do morro, onde ocorre a encenação.

Campus Party Brasília 2018 será no Estádio Mané Garrincha

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Lançamento da segunda edição da feira tecnológica na capital federal ocorreu na Torre de TV na noite desta quarta (28). Pré-venda de ingressos vai até 23 de abril

De 30 de maio a 3 de junho, Brasília sediará pela segunda vez a Campus Party. A edição de 2018 foi lançada oficialmente na noite desta quarta-feira (28), no Mezanino da Torre de TV, com a presença do governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, e do presidente da Campus Party, Francesco Farrugia.

O secretário-adjunto de Ciência e Tecnologia, Thiago Jarjour; o presidente da Campus Party, Francesco Farruggia; e o governador Rollemberg. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília
O secretário-adjunto de Ciência e Tecnologia, Thiago Jarjour; o presidente da Campus Party, Francesco Farruggia; e o governador Rollemberg. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

“Quando visitei a Campus Party em São Paulo, percebi que o evento tinha a cara de Brasília. A cidade se apaixonou pela Campus no ano passado, e a vocação de pólo tecnológico está despertando.”

A pré-venda dos ingressos começou em 23 de março e segue até 23 de abril, no site da Campus Party. Eles custam R$ 90 (a entrada), R$ 170 (a barraca individual) e R$ 180 (a dupla). Terminado o prazo, os valores passarão, respectivamente, para R$ 120, R$ 200 e R$ 210.

Uma das novidades deste ano é que a feira mudará para o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, no Complexo Poliesportivo Ayrton Senna — no ano passado, ela ocorreu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

70 milExpectativa de público para a área gratuita da Campus Party Brasília 2018

A alteração do local foi decidida para receber os 3,5 mil campuseiros esperados e os 70 mil visitantes previstos para a área aberta ao público.

O tema permanece o mesmo de 2017: Cidades Inteligentes. No espaço Arena, exclusivo para pagantes, haverá quatro palcos com temas voltados para programação, design de jogos eletrônicos e tecnologias.

Além disso, ele contará com campeonato de games e parada de cosplay (fantasias mais elaboradas feitas por profissionais que se especializam em maquiagem e figurino de personagens famosos).

Na Open Campus, área gratuita, estarão disponíveis simuladores de realidade virtual e espaços com drones.

A Campus Party é um dos meios para fortalecer o empreendedorismo local, acredita o secretário-adjunto de Ciência e Tecnologia, Thiago Jarjour, da pasta de Economia, Desenvolvimento, Inovação, Ciência e Tecnologia: “O sucesso da primeira edição mostra como Brasília tem um potencial científico e tecnológico para se tornar uma das cidades inteligentes do mundo”.

Campus Party 2017 recebeu 64 mil visitantes na área gratuita

A primeira edição do evento em Brasília foi em 2017, com cinco dias de maratona no Ulysses Guimarães. Foram 64 mil visitantes que aproveitaram atrações como simuladores, apresentações de projetos de startups e a etapa Brasília do Campeonato Brasileiro de Drones.

Surgida na Espanha, em 1997, a Campus Party tem 540 mil campuseiros cadastrados no mundo todo. Entre outros países que já a sediaram estão: Alemanha, Argentina, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Equador, Holanda, México, Panamá e Reino Unido.

No Brasil, a feira está presente há dez anos. Além de Brasília, ocorre na Bahia, em Minas Gerais, no Rio Grande do Norte, em Roraima e em São Paulo.