O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou o limite de gastos das campanhas eleitorais deste ano, bem como o limite quantitativo para contratação de pessoal. Para o cargo de presidente da República o teto será de R$ 70 milhões para o primeiro turno, valor que pode ser acrescido em R$ 35 milhões caso haja segundo turno.
O limite fixado às campanhas para deputado federal ficou em R$ 2,5 milhões. Para os cargos de deputados estadual ou distrital, o teto ficou fixado em R$ 1 milhão. No caso das campanhas para governadores e senadores, o limite de gastos variam de acordo com o eleitorado de cada unidade da Federação.
São Paulo, por exemplo, é a unidade federativa com maior teto de gastos para a campanha a governador (R$ 21 milhões, no primeiro turno e outros R$ 10,5 milhões em caso de segundo turno), seguido do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e da Bahia (14 milhões mais R$ 7 milhões em caso de segundo turno); Ceará, Goiás, Maranhão, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina (R$9,1 milhões mais R$ 4,55 milhões para o segundo turno).
Estados com população de até 1 milhão de eleitores terão seus gastos limitados a um teto de R$ 2,8 milhões, para a campanha ao governo estadual. Em caso de segundo turno, essas campanhas terão seu teto acrescido em R$ 1,4 milhão. Informações sobre o limite de gastos para o governo das demais unidades podem ser obtidas no site do TSE.
O TSE também disponibilizou em seu portal o limite de contratações diretas ou terceirizadas de pessoal, para serviços de militância e de mobilização nas ruas, tanto para a campanha presidencial como para as de senador, deputados e governadores.
Com uma população de 9 milhões de eleitores, São Paulo é o estado que terá direito a fazer o maior número de contratações: 9.324 para as campanhas à presidência e ao Senado; 18.648 para a campanha ao governo do estado; e 6.527 para a campanha à Câmara dos Deputados.



A aprovação do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PL nº 2.015/2018) na noite desta quinta-feira (28) marca o encerramento das votações da Casa neste semestre. De iniciativa do Poder Executivo, o PLDO foi aprovado pelos distritais após a análise de mais de 150 emendas propostas por parlamentares.
Terminam hoje (29) as inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni). As inscrições são feitas exclusivamente pela internet, na
Pelo segundo ano consecutivo, a Uber patrocina a 21a Parada do Orgulho LGBTS de Brasília, que acontecerá no próximo domingo, dia 01 de julho às 15h00 em frente ao Congresso Nacional. Com um trio elétrico comandado por Aretuza Lovi, que pela primeira vez se apresenta na parada em Brasília, o aplicativo de mobilidade também celebrará a diversidade usando rainbow routes — até o dia do evento, colorirá com as cores do arco-íris todos os seus trajetos de viagens na cidade. O trio da Uber contará ainda com a participação de DJs locais, como o Fuzuê Djs.
O grupo político liderado pelo senador Cristovam Buarque (PPS) reafirmou, na noite desta quinta-feira (28), que Izalci Lucas (PSDB) será o pré-candidato ao Governo do Distrito Federal. Em contato com o blog, Izalci disse todas as questões foram pacificadas. “Meu nome foi escolhido pelo grupo para disputar o governo do DF e Cristovam será nosso pré-candidato ao Senado. Ainda temos duas vagas abertas na majoritária”, disse o Izalci.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assinou hoje (28) um memorando de entendimento com o Facebook e o Google para evitar a proliferação de notícias falsas (fake news) no período eleitoral.
Pesquisa Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), sob o registro BR-02265/2018 no Tribunal Superior Eleitoral), divulgaou nesta quinta-feira (28) os índices de intenção de voto para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018.
A pesquisa Pesquisa CNI-Ibope, divulgada hoje (28), apontou que o percentual de confiança no governo Michel Temer recuou de março para junho, passando de 8% para 6%, assim como, em proporção inversa, cresceu o número de pessoas, de 67% para 74%, que acreditam que o restante do atual governo será ruim ou péssimo.
Aumentar a lucratividade, aprimorar a produtividade e conseguir engajar os colaboradores a buscarem seu melhor desempenho. Podemos dizer que estas preocupações permeiam a mente da maioria dos líderes que estão sempre investindo em técnicas de gestão mais eficientes, com o objetivo de motivar e valorizar suas equipes. Quando nos deparamos com um cenário de incertezas econômicas e políticas – como o atual – esta missão parece ser ainda desafiadora.