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TSE divulga limite de gastos para as eleições 2018

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou o limite de gastos das campanhas eleitorais deste ano, bem como o limite quantitativo para contratação de pessoal. Para o cargo de presidente da República o teto será de R$ 70 milhões para o primeiro turno, valor que pode ser acrescido em R$ 35 milhões caso haja segundo turno.

O limite fixado às campanhas para deputado federal ficou em R$ 2,5 milhões. Para os cargos de deputados estadual ou distrital, o teto ficou fixado em R$ 1 milhão. No caso das campanhas para governadores e senadores, o limite de gastos variam de acordo com o eleitorado de cada unidade da Federação.

São Paulo, por exemplo, é a unidade federativa com maior teto de gastos para a campanha a governador (R$ 21 milhões, no primeiro turno e outros R$ 10,5 milhões em caso de segundo turno), seguido do Rio de Janeiro,  de Minas Gerais e da Bahia (14 milhões mais R$ 7 milhões em caso de segundo turno); Ceará, Goiás, Maranhão, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina (R$9,1 milhões mais R$ 4,55 milhões para o segundo turno).

Estados com população de até 1 milhão de eleitores terão seus gastos limitados a um teto de R$ 2,8 milhões, para a campanha ao governo estadual. Em caso de segundo turno, essas campanhas terão seu teto  acrescido em R$ 1,4 milhão. Informações sobre o limite de gastos para o governo das demais unidades podem ser obtidas no site do TSE.

O TSE também disponibilizou em seu portal o limite de contratações diretas ou terceirizadas de pessoal, para serviços de militância e de mobilização nas ruas, tanto para a campanha presidencial como para as de senador, deputados e governadores.

Com uma população de 9 milhões de eleitores, São Paulo é o estado que terá direito a fazer o maior número de contratações: 9.324 para as campanhas à presidência e ao Senado; 18.648 para a campanha ao governo do estado; e 6.527 para a campanha à Câmara dos Deputados.

Câmara Legislativa aprova diretrizes orçamentárias para 2019 e entra em recesso

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A aprovação do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PL nº 2.015/2018) na noite desta quinta-feira (28) marca o encerramento das votações da Casa neste semestre. De iniciativa do Poder Executivo, o PLDO foi aprovado pelos distritais após a análise de mais de 150 emendas propostas por parlamentares.

Como o próprio nome sugere, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) visa a orientar a elaboração do Projeto de Lei Orçamentária Anual e definir as metas e prioridades da administração pública do DF, além de dispor sobre as alterações na legislação tributária. Peça fundamental para o planejamento e a gestão, a LDO estabelece as metas fiscais para o exercício financeiro seguinte e avalia os riscos fiscais a que as contas públicas estarão submetidas.

Números

O texto do Buriti estima, como receita própria do Distrito Federal para 2019, o montante de R$ 25,7 bilhões – dos quais aproximadamente 63% serão obtidos por meio de arrecadação tributária. Esse valor é 4,23% inferior ao estimado para o exercício corrente. Somando-se os recursos do Fundo Constitucional do DF – aporte da União para a segurança, a saúde e a educação –, o DF vai contar com R$ 39,8 bilhões para o próximo ano.

Em relação aos gastos públicos, o maior dispêndio deve ficar por conta, assim como nos anos anteriores, das despesas com pessoal e encargos sociais, somando R$ 15,1 bilhões advindos do Tesouro do DF, além dos recursos injetados pela União por meio do Fundo Constitucional.

Já os gastos com custeio estão estimados em R$ 7,7 bilhões, fora os repasses federais. O custeio diz respeito a despesas como merenda escolar, gratuidades do transporte público e manutenção de hospitais, por exemplo.

O valor previsto para investimentos em 2019 é de cerca de R$ 1,1 bi, os quais serão empenhados, em especial, para concluir projetos em fase final de execução, como o hospital oncológico e a ampliação do Metrô.

Emendas

Entre as alterações propostas ao texto original está a previsão de criação ou provimento de cargos para a recomposição do quadro de diversos órgãos públicos, a exemplo do Metrô/DF e a Secretaria de Estado de Políticas para Criança, Adolescente e Juventude; a recomposição salarial de diversas categorias, e a execução de obras em benefício de diversas regiões administrativas.

Recesso

Com a aprovação das diretrizes orçamentárias para 2019, os parlamentares entram em recesso a partir da próxima segunda-feira (2) e retornam às atividades em 1º de agosto.

Estudantes têm até hoje para se inscrever no ProUni

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Terminam hoje (29) as inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni). As inscrições são feitas exclusivamente pela internet, na página do programa. O ProUni oferece bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior.  Ao todo, neste processo seletivo, serão ofertadas 174.289 vagas, sendo 68.884 bolsas integrais e 105.405 parciais, em 1.460 instituições. As bolsas são para o segundo semestre.

Para se candidatar, é preciso ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2017, ter alcançado no mínimo 450 pontos e ter tido nota superior a zero na redação.

Além disso, só podem participar alunos brasileiros sem curso superior e que tenham feito o ensino médio completo na rede pública ou como bolsista integral na rede privada. Alunos que fizeram parte do ensino médio na rede pública e a outra parte na rede privada, na condição de bolsista, ou que sejam deficientes físicos ou professores da rede pública também podem solicitar uma bolsa.

O candidato que quiser uma bolsa integral deve ter renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais de 50% são destinadas aos alunos que têm renda familiar per capita de até três salários mínimos. Quem conseguir uma bolsa parcial e não tiver condições financeiras de arcar com a outra metade do valor da mensalidade, pode utilizar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Os resultados com a lista dos candidatos pré-selecionados estarão disponíveis também na página do ProUni, a partir do dia 2 de julho para a primeira chamada, e 16 de julho para a segunda.

Inscrição

Na hora da inscrição, o candidato pode escolher, em ordem de preferência, até duas opções de instituição, curso e turno entre as bolsas disponíveis, de acordo com o seu perfil.

O candidato com deficiência ou que se autodeclarar indígena, preto ou pardo pode optar por concorrer a bolsas destinadas a políticas de ações afirmativas.

Durante o período de inscrição, o candidato pode alterar as opções. Será considerada válida a última inscrição confirmada.

Uma vez por dia, o sistema do Prouni calcula a nota de corte, que é a menor para ficar entre os potencialmente pré-selecionados de cada curso, com base no número de bolsas disponíveis e no total de candidatos inscritos no curso, por modalidade de concorrência.

O Ministério da Educação esclarece que a nota de corte é apenas uma referência para auxiliar o candidato no monitoramento da inscrição. Ela não é garantia de pré-seleção para a bolsa ofertada.

Aplicativo 

Os candidatos podem baixar o aplicativo do ProUni, disponível na Google Play e App Store. A inscrição deve ser feita pela internet, mas pelo aplicativo o estudante pode acompanhar as divulgações das notas de corte dos cursos, pesquisar bolsas e acompanhar todo o calendário do processo seletivo.

Uber exibe trajetos das viagens nas cores do arco-íris em homenagem à parada LGBTS de Brasília

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Patrocinadora da Parada do Orgulho LGBTS em Brasília, Uber também traz à cidade apresentação exclusiva de Aretuza Lovi

Pelo segundo ano consecutivo, a Uber patrocina a 21a Parada do Orgulho LGBTS de Brasília, que acontecerá no próximo domingo, dia 01 de julho às 15h00 em frente ao Congresso Nacional. Com um trio elétrico comandado por  Aretuza Lovi, que pela primeira vez se apresenta na parada em Brasília, o aplicativo de mobilidade também celebrará a diversidade usando rainbow routes — até o dia do evento, colorirá com as cores do arco-íris todos os seus trajetos de viagens na cidade. O trio da Uber contará ainda com a participação de DJs locais, como o Fuzuê Djs.

“Brasília tem uma importância muito grande na minha trajetória. Tudo começou aqui para mim e sou filha desta cidade”, afirma Aretuza. “Vai ser uma Parada linda, mostrando muita diversidade e luta pelos nossos direitos. Sou grata por poder mostrar minha música e todo meu amor nesta data tão importante” complementa a artista.

Mensagens de apoio à diversidade e inclusão também estarão circulando pelo aplicativo da Uber, através de pílulas de informação enviadas pelo próprio app. Esses conteúdos foram definidos a partir da campanha digital Vamos Juntos, que começou a ser veiculada nas redes sociais, no final de maio, e está na sua segunda fase, com um vídeo inédito de Pabllo Vittar na Parada do Orgulho de São Paulo (assista aqui). Elaborada a partir do debate entre ativistas LGBTQ+ e funcionários da Uber que se voluntariam em projetos internos para tornar a empresa ainda mais diversa e inclusiva, a campanha incentiva o orgulho, o respeito, a representatividade e a inclusão da comunidade LGBTQ+.

Entre os integrantes dos debates, estavam Iran Giusti, idealizador da ONG Casa 1; Pedro HMC, Youtuber do Canal Põe na Roda; Jéssica Tauane, do Canal das Bee;  a cantora Liniker; a drag queen Lorelay Fox e a professora e consultora para assuntos relacionados à diversidade, Anna Castanha. A Uber organizou ainda um evento aberto ao público, no Mirante 9 de Julho (assista aqui), estendendo a conversa à plateia presente com Live Streaming no canal da Uber do Youtube e no Canal das Bee. Todos os conteúdos podem ser conferidos em uber.com/pride.

Além de Brasília, a Uber patrocinará mais 12 Paradas do Orgulho LGBTQ+ que até novembro acontecerão em todas as regiões do Brasil. A empresa também patrocinou a 22a Parada do Orgulho, a Marcha Trans em São Paulo e a 29a Parada da Diversidade do Ceará, em Fortaleza,  somando assim um total de 16 paradas apoiadas.

O respeito e o apoio à diversidade estão no DNA da Uber, que nasceu em São Francisco – berço mundial dos movimentos afirmativos.  Recrutamento e retenção de pessoas LGBTQ+ são uma prioridade que vem dando certo globalmente: de acordo com uma pesquisa feita com funcionários no mundo todo, em 2017, 15% dos empregados espontaneamente se declararam LGBTQ+.  A Uber também foi eleita pela Human Rights Campaign Foundation como uma das 100 melhores empresas para trabalhar para pessoas da comunidade LGBTQ+.

Dados e fatos sobre o apoio da Uber à causa LGBTQ+:

  • A Uber é signatária do Fórum de Empresas e Direitos LGBT, aderindo aos 10 Compromissos para promover os Direitos LGBT.

  • É parte também  do grupo de empresas que aderiram aos Padrões de Conduta para Empresas no enfrentamento à discriminação contra pessoas LGBTI

  • Foi eleita pelo serviço online de recrutamento  e seleção de talentos Glassdoor como a empresa número 1, num ranking de 20, a colocar práticas de contratação realmente igualitárias para pessoas LGBTQ+.

  • Em 01 junho, recebeu da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT) o 18ª Prêmio Cidadania e Respeito à Diversidade na categoria Trabalho, pelo apoio à diversidade na contratação de pessoas transgênero.

  • Nos últimos dois anos a empresa recebeu nota 100 do HRC’s Corporate Equality Index (CEI), nos Estados Unidos e na América Latina.

  • Tem Programa de inclusão para pessoas transgênero dirigirem na plataforma. A Uber aceita nome social, sem a necessidade do(a) parceiro(a) ter completado o processo para a mudança do que está registrado em seus documentos.

  • Tem parceria com locadoras de veículos para dar suporte às pessoas transgênero que queiram dirigir na plataforma.

  • Tem parceria em iniciativas com a ONG Amo Trans, que acolhe pessoas transgênero em situação de vulnerabilidade.

  • Faz ações de conscientização para motoristas parceiros. Ano passado, distribuiu 50 mil cartilhas propondo um código de conduta baseado no respeito. Este está distribuindo 100 mil. Pelo aplicativo, continua veiculando para os 500 mil motoristas ativos e 20 milhões de usuários  pílulas de informação que têm esse mesmo propósito: incentivar o respeito à diversidade.

  • Está patrocinando outras 12 Paradas do Orgulho em: Goiânia, Fortaleza, Recife, Salvador, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Manaus, São Luis e Belém.

  • No Carnaval de 2018, veiculou nas redes sociais campanha contra o assédio e a discriminação, com distribuição de material educativo para os 500 mil motoristas parceiros ativos no país.

  • No final de maio, começou a veicular nas redes sociais a campanha #VamosJuntos, baseada em um grande debate com representantes  LGBTQ+, incentivando a união pelas diferenças e uma conversa aberta sobre representatividade, respeito e inclusão. A campanha está agora no seu segundo ciclo, com um clipe de Pabllo Vittar fazendo um recap da parada de São Paulo.

Fim da novela, Izalci vai ao GDF e Cristovam Buarque ao Senado

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O grupo político liderado pelo senador Cristovam Buarque (PPS) reafirmou, na noite desta quinta-feira (28), que Izalci Lucas (PSDB) será o pré-candidato ao Governo do Distrito Federal. Em contato com o blog, Izalci disse todas as questões foram pacificadas. “Meu nome foi escolhido pelo grupo para disputar o governo do DF e Cristovam será nosso pré-candidato ao Senado. Ainda temos duas vagas abertas na majoritária”, disse o Izalci.

O pré-candidato ao Palácio do Buriti disse ainda que estão superadas as dúvidas jurídicas. Izalci também afirmou que outros partidos estão buscando entrar na coalização conhecida como Terceira Via ou Via Alternativa. “Temos uma vaga de vice-governador e outra ao Senado, além das suplência de senador”.

A frente é integrada por PRB, PSDB, PPS, Patriota, PSC, DC e PSD.

Em nota, os partidos declararam que esperam “a rápida aprovação destas pré-candidaturas pelas direções regionais e nacionais, levando em conta os interesses das pré-candidaturas proporcionais, com o que serão definidas as pré-candidaturas aos demais cargos majoritários”.

As convenções partidárias acontecem entre 20 de julho e 5 de agosto. “Como todas as dúvidas foram sanadas, logo decidiremos a composição. Inclusive, como os nomes dos suplentes”, afirmou Izalci.

Izalci disse que o presidente do PRB, Wanderley Tavares, pode ser o candidato a a vice. Rogério Rosso (PSD) é lembrado para concorrer na outra vaga ao Senado.

Marco Aurélio concede habeas corpus a Cunha, mas ele permanecerá preso

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O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu hoje (28) um habeas corpus ao ex-deputado Eduardo Cunha, preso desde 19 de outubro de 2016 no Paraná. A decisão revogou um mandado de prisão expedido pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte.

No entanto, Cunha continuará preso em função de outros três decretos de prisão preventiva, proferidos pelas Justiça Federal do Distrito Federal, onde ele é alvo da Operação Greenfield, e do Paraná, em decorrência da Lava Jato.

TSE assina memorando com Facebook e Google contra fake news

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assinou hoje (28) um memorando de entendimento com o Facebook e o Google para evitar a proliferação de notícias falsas (fake news) no período eleitoral.

As empresas se comprometeram a “combater a desinformação gerada por terceiros”, observando para isso o cumprimento a normas internacionais de direitos humanos e às boas práticas da indústria.

O documento de apenas duas páginas, no entanto, não detalha nenhuma iniciativa nesse sentido, dizendo apenas que o combate se dará por meio de “prevenção de práticas dolosas de desinformação, projetos de fomento à educação digital e iniciativas que promovam o jornalismo de qualidade”.

Outro memorando foi assinado também com a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), com o mesmo objetivo de combater as fake news.

O presidente do TSE, ministro Luiz Fux, participou de solenidade em que os documentos foram assinados nesta quinta-feira. No início deste mês, ele firmou acordo semelhante com representantes de partidos políticos, que se comprometeram a “manter um ambiente eleitoral imune de disseminação de notícias falsas”.

Eleições 2018: CNI/Ibope || Jair Bolsonaro (PSL), 17%; Marina (Rede), 13%; Ciro Gomes (PDT), 8%; Geraldo Alckmin (PSDB), 6%

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Pesquisa Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), sob o registro BR-02265/2018 no Tribunal Superior Eleitoral), divulgaou nesta quinta-feira (28) os índices de intenção de voto para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018.

A pesquisa foi realizada entre 21 e 24 de junho com 2 mil eleitores em 128 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Veja os cenários da pesquisa estimulada (quando são apresentados os nomes dos candidatos):

Cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 17%
  • Marina Silva (Rede): 13%
  • Ciro Gomes (PDT): 8%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
  • Álvaro Dias (Podemos): 3%
  • Fernando Collor de Mello (PTC): 2%
  • Fernando Haddad (PT): 2%
  • Flávio Rocha (PRB): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • Henrique Meirelles (MDB): 1%
  • Levy Fidelix (PRTB): 1%
  • Manuela D’ Ávila (PC do B): 1%
  • Rodrigo Maia (DEM): 1%
  • João Goulart Filho: 1%
  • Outro com menos de 1%: 1%
  • Branco/nulo: 33%
  • Não sabe/não respondeu: 8%

Cenário com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 33%
  • Jair Bolsonaro (PSL): 15%
  • Marina Silva (Rede): 7%
  • Ciro Gomes (PDT): 4%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 4%
  • Álvaro Dias (Podemos): 2%
  • Manuela D’Ávila (PC do B): 1%
  • Fernando Collor de Mello (PTC): 1%
  • Flávio Rocha (PRB): 1%
  • Levy Fidelix (PRTB): 1%
  • João Goulart Filho (PPL): 1%
  • Outros com menos de 1%: 2%
  • Branco/nulo: 22%
  • Não sabe/não respondeu: 6%
Intenção de voto espontânea (quando não é apresentada uma lista de candidatos):
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 21%
  • Jair Bolsonaro (PSL): 11%
  • Marina Silva (Rede): 2%
  • Ciro Gomes (PDT): 2%
  • Álvaro Dias (Podemos): 1%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 1%
  • João Amôedo (Novo): 1%
  • Outro com menos de 1%: 3%
  • Branco/nulo: 31%
  • Não sabe/não respondeu: 28%

O Ibope não pesquisou cenários para segundo turno. Isso porque essa é a primeira pesquisa Ibope/CNI de intenção de votos deste ano. Segundo o gerente-executivo de pesquisa e competitividade da CNI, Renato da Fonseca, é preciso ter um histórico para poder traçar cenários de segundo turno a serem apresentados para os entrevistados.

Na próxima pesquisa do Ibope/CNI, prevista para setembro, deverão ser levantados os cenários de segundo turno.

Rejeição de voto para presidente da República:

  • Fernando Collor de Mello (PTC): 32%
  • Jair Bolsonaro (PSL): 32%
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 31%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 22%
  • Ciro Gomes (PDT): 18%
  • Marina Silva (Rede): 18%
  • Rodrigo Maia (DEM): 13%
  • Fernando Haddad (PT): 12%
  • Henrique Meirelles (MDB): 11%
  • Levy Fidelix (PRTB): 10%
  • Aldo Rebelo (SD): 9%
  • Álvaro Dias (Podemos): 9%
  • Flávio Rocha (PRB): 9%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 9%
  • João Gourlart Filho (PPL): 9%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 9%
  • João Amôedo (Novo): 8%
  • Guilherme Afif: 8%
  • Paulo Rabello (PSC): 8%
  • Valéria Monteiro (PMN): 8%
  • Poderia votar em todos: 2%
  • Não sabe/não respondeu: 11%

Pesquisa CNI-Ibope aponta recuo na confiança do governo de 8% para 6%

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A pesquisa Pesquisa CNI-Ibope, divulgada hoje (28), apontou que o percentual de confiança no governo Michel Temer recuou de março para junho, passando de 8% para 6%, assim como, em proporção inversa, cresceu o número de pessoas, de 67% para 74%, que acreditam que o restante do atual governo será ruim ou péssimo.

A insatisfação da população com o governo também aumentou. A porcentagem de pessoas que consideram o governo como ruim ou péssimo passou de 72% para 79%, entre os 2 mil entrevistados em 128 cidades brasileiras. Renato da Fonseca, gerente executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, destacou que a maior insatisfação foi registrada na Região Nordeste e entre os jovens com idades entre 16 e 24 anos.

Segundo o levantamento, os índices que apontam a pior avaliação do governo são resultados de uma redução no volume de pessoas que consideravam a administração de Temer como regular, de 21% para 16%, nesse mesmo intervalo de tempo. A porcentagem de entrevistados que classificam como ótimo ou bom também caiu de 5% para 4%.

Mais de 75% dos entrevistados também desaprovaram as políticas e ações do governo em todas as nove áreas pesquisadas pela CNI. O levantamento apontou, nesse ponto, apenas uma mudança no ranking de melhores avaliadas, tendo a segurança pública assumido o terceiro lugar entre as melhores avaliadas, com 14% de aprovação, antecipada pelas áreas de meio ambiente (17%) e educação (15%).

Como a Reforma Trabalhista pode beneficiar as empresas que querem premiar seus funcionários?

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*Por Emerson Moreira

Aumentar a lucratividade, aprimorar a produtividade e conseguir engajar os colaboradores a buscarem seu melhor desempenho. Podemos dizer que estas preocupações permeiam a mente da maioria dos líderes que estão sempre investindo em técnicas de gestão mais eficientes, com o objetivo de motivar e valorizar suas equipes. Quando nos deparamos com um cenário de incertezas econômicas e políticas – como o atual – esta missão parece ser ainda desafiadora.

Diante desse desafio faço uma provocação: qual o melhor caminho para unir, em uma única ação: reconhecimento, entrega efetiva de valor para o funcionário e, com isso, motivá-lo a ponto de impactar, inclusive, sua produtividade?

Os programas de incentivo endereçam todas essas questões acima, gerando um resultado muito positivo na gestão das companhias. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva, em parceria com a LTM, dos trabalhadores com carteira assinada que recebem prêmios por performance, 45% estão mais satisfeitos com seu emprego do que aqueles que não recebem, que somam 31%. Ainda de acordo com esta pesquisa, 80% acreditam que programas de premiação incentivam muito a sensação de reconhecimento, a produtividade e a melhora do ambiente de trabalho.

A Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017), em vigor desde novembro de 2017, normatizou as regras que tratam dessas premiações. Segundo a nova lei, os valores das premiações não integram a remuneração do empregado e não podem ser incorporados ao Contrato de Trabalho. Dessa forma, não constituem base de incidência para encargos trabalhistas e previdenciários – antes eram considerados bônus salarial. Com esta segurança jurídica, as companhias podem agora definir como e quais serão esses benefícios.

Portanto, o mais importante para as companhias que decidem aderir à política de incentivos é estar cercada de parceiros especializados no assunto, que desenvolvam um programa customizado que entregue benefícios efetivos para as equipes e para a corporação e, ao mesmo tempo, com garantia de proteção legal.

As companhias que aderirem aos programas de incentivo conseguirão obter resultados positivos em pouco tempo. Além do aumento da motivação, existem companhias que tiveram uma melhora exponencial do clima e da satisfação dos colaboradores. Isto sem mencionar a retenção de talentos, pois as empresas que investem no bem estar dos funcionários se tornam mais atraentes para bons profissionais e saem na frente de concorrentes.

*Emerson Moreira é CEO da LTM