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RESTAURANTE BRAZÓLIA COZINHA E BAR ABRE AS PORTAS PARA O PÚBLICO

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Localizado perto do Palácio do Buriti, o novo espaço recebeu imprensa e convidados na última sexta-feira, em festa de inauguração

Na última sexta-feira (24.08), o mais novo restaurante da cidade, o Brazólia Cozinha e Bar recebeu imprensa e convidados para a festa de inauguração que contou com a presença de cerca de 150 vips. O nome é uma referência ao apelido intimista da Capital Federal. Quem passou por lá, aprovou as delícias da cozinha e conheceu o estilo moderno e arrojado do lugar, que está localizado no coração da cidade (na SGON Quadra 03, atrás do Palácio do Buriti). O DJ Sergio Black animou a noite. O novo espaço faz parte do grupo Santa Fé e Basic e oferece música ao vivo e opções para almoço e happy hour, de segunda a segunda.

Na oportunidade jornalistas, influenciadores digitais e blogueiros puderam conhecer em primeira mão o cardápio de petiscos e alguns pratos do restaurante, além de experimentar os drinks variados e exclusivos oferecidos pela casa.  Os convidados também se encantaram com a decoração e o alto astral do ambiente. Com projeto arquitetônico de Marcel Bucar, o Brazólia traz referências da cidade, como a fachada de cobogó azul, e mais de 150 fotos variadas que vão de ipês a monumentos estilizados.

Na terça-feira (28.08), a casa abriu as portas para o público a partir de 11h30. No almoço, a casa oferecerá um buffet (R$ 69,90 o kg, de segunda a sexta) com mais de 70 diferentes tipos de pratos, com opções para todos os gostos, incluindo peixe, carne branca e vermelha, e pratos vegetarianos. O grande destaque serão as carnes premium assadas na brasa, como picanha, bife ancho e bife de chorizo, entre outras, além de grande variedade de saladas.

Após o almoço, a casa se transforma e segue com o happy hour, com DJ e música ao vivo, e aquele chopinho com preço promocional (R$2,99). No cardápio noturno, os petiscos que já fazem sucesso no Bar Santa Fé, com outros exclusivos da casa, como o Santo Chorizo, dois medalhões de chorizo com 200g cada com fatias de tomate e cebola roxa (R$ 59,00); ou o presunto parma com fatia de melão e molho de mostarda dijon e limão siciliano (R$39,00), entre outros. No quesito bebidas, as estrelas da casa ficam por conta dos drinks exclusivos criados por mixologistas e preparados pelo bartender venezuelano Emílio Pulgar, como os GTs Brazólia, com quase 10 opções diferentes, inspirados na carta de bebidas do Basic, em Águas Claras. Há, ainda, opções de bebidas caribenhas, cervejas, energéticos, caipiroscas, caipirinhas, prossecos e shots, além de uma variada carta de vinhos.  

A casa contará também com serviço à la carte, tanto no almoço quanto à noite. A Salada Brazólia, com frango empanado, mix de folhas, palmito, cenoura, brócolis, couve flor, cebola, tomate seco, azeitonas, molho pesto e molho especial da casa promete ser uma das queridinhas do público que quer manter a forma e a saúde em dia. No final de semana, a casa servirá os tradicionais pratos família do Santa Fé, que servem de 3 a 4 pessoas, como picanha, filé mignon grelhado ao óleo crocante, filé de tilápia, parmegiana e filé de frango, com os acompanhamentos (a partir de R$ 118,30 – preço promocional com 30% nos finais de semana, até o final de setembro).

O horário de funcionamento da casa é de 11h30 às 2h, de segunda a segunda.

 

Serviço:

Brazólia cozinha e bar – Inauguração

Endereço: SGON Quadra 03, atrás do Palácio do Buriti

Contato: (61) 3344-7399 ou @brazoliabar (no instagram)
Horário de Funcionamento: 11h0 às 2h, de segunda à segunda.

Eliana acusa Rollemberg de conseguir ser pior que Agnelo

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A candidata ao Palácio do Buriti, Eliana Pedrosa (Pros), protagonizou um dos melhores momentos do debate promovido pela TV Brasília/Correio nesta terça-feira (28), quando ressaltou que o atual governador Rodrigo Rollemberg (PSB), consegue ser pior que seu antecessor, Agnelo Queiroz (PT).

Eliana afirmou que o próximo governador receberá “o governo em situação pior” do que a herdada por Rollemberg em 2015. A candidata disse que é possível melhorar o caixa do GDF sem “aumentar um real de imposto”.

Em outro momento, Eliana disse que medidas como “regularizar ao invés de derrubar” podem gerar os R$ 2 bilhões de receita necessários para dar aos policiais civis do DF o mesmo salário da Polícia Federal.

Foi Eliana Pedrosa que abriu o debate entre sete dos 11 postulantes ao GDF. Ele falou sobre os contratos que a empresa de sua família tem com o poder público. “Prezo pela segurança jurídica. Os contratos que estão vigentes continuarão e, ao término, não serão renovados”, disse.

De acordo com Eliana, as empresas precisam prosperar no DF para gerar empregos. “Temos de acabar com essa cultura de criticar empresários. É preciso estimular.”

Caixa de Pandora: Rosso e Fraga trocam acusações durante debate

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Como foi adiantado aqui no Blog, no dia 23 deste mês, a polêmica dos vídeos que supostamente aparece o candidato do PSD ao GDF, Rogério Rosso, foi tema do debate da noite desta terça-feira (28). Os vídeos citados foram gravados pelo delator da Operação Caixa de Pandora, Durval Barbosa, apoiador da candidatura de Rosso ao Palácio do Buriti.

Para relembrar o caso, em 12 de julho de 2016, Rosso foi alvo de acusação a respeito de um escândalo de corrupção que derrubou, em 2009, o então governador José Roberto Arruda (PR), no caso que ficou conhecido como “mensalão do DEM” – esquema de corrupção desvendado pela Operação Caixa de Pandora, da Polícia Civil do Distrito Federal.

Seu colega de bancada do Distrito Federal, Alberto Fraga (DEM), foi flagrado em vídeo divulgado pelo site Os Divergentes assumindo ter visto gravações que flagram pessoas ligadas a Rosso recebendo dinheiro de Durval Barbosa, delator do mensalão do DEM.

O deputado federal e candidato ao GDF Rogério Rosso (PSD) negou a existência de um vídeo no qual ele teria sido flagrado recebendo dinheiro de Durval Barbosa, delator da Caixa de Pandora.

Confrontado no debate da TV Brasília/Correio sobre um comentário do adversário Alberto Fraga (DEM), que teria afirmado, à época em que Rosso era candidato à presidência da Câmara dos Deputados, ter visto tais imagens, Rosso disse que o colega “mentiu”.

“Eu estava concorrendo contra um candidato do Democratas, do mesmo partido do Fraga. Infelizmente, tenho que dizer isso na frente do Fraga: ele mentiu. Jamais, na minha vida pública, tive qualquer tipo de assunto negativo. Pelo contrário, prezo pela honestidade. O próprio colaborador, em texto, desmentiu o deputado Fraga”, declarou.

Em resposta, Fraga afirmou que quem está mentindo é Rosso. “Eu disse que teria visto o Francinei [técnico em informática Francinei Arruda Bezerra], numa delação, afirmar que tinha editado os vídeos com relação ao Rogério Rosso. Disse que vi vários vídeos e me neguei a comentar o assunto”, concluiu.

TSE recebe 20 pedidos de candidaturas avulsas à Presidência

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Porém, 18 não têm filiação partidária prevista na Constituição

Por Luiza Damé

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu 20 pedidos de registro de candidaturas avulsas à Presidência da República.Desses postulantes, 18 não têm filiação partidária, o que contraria a previsão constitucional.

 Brasília - O presidente do TSE, Gilmar Mendes apresenta o relatório parcial dos trabalhos de quatro dias do Teste Público de Segurança 2017 (TPS 2017) do Sistema Eletrônico de Votação (José Cruz/Agência Brasil)
Tribunal Superior Eleitoral recebeu 20 pedidos de registro de candidaturas avulsas à presidência da República, mas 18 não têm filiação partidária (José Cruz/Agência Brasil)

No artigo 14, parágrafo 3º, inciso V, a Constituição impõe como uma das condições de elegibilidade a filiação partidária.

Dois dos que pleiteiam candidatura a presidente têm filiação partidária: João Antônio Ferreira Santos (PSC) e Valéria Meirelles Monteiro (PMN).

Casos

O PSC chegou a aprovar a candidatura de Paulo Rabello de Castro a presidente, mas depois decidiu se unir ao Podemos e apoiar Álvaro Dias. Rabello ficou como vice-presidente na chapa da coligação Pode/PRP/PSC/PTC.

A jornalista Valéria Monteiro chegou a disputar a convenção do PMN, mas o partido decidiu não ter candidato a presidente nem participar de coligação. Esses pedidos aguardam decisão da presidência do TSE.

O advogado Rodrigo Sobrosa Mezzomo encabeça uma das chapas avulsas.

Em 2016, ele tentou disputar a prefeitura do Rio de Janeiro e recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a rejeição de sua candidatura.

O relator da ação no STF, ministro Luís Roberto Barroso, decidiu não liberar o voto para apreciação no plenário antes de outubro.

Números

Segundo dados do TSE, 28.348 candidatos pediram registro na Justiça Eleitoral para os cargos em disputa neste ano: além de presidente, governador dos 26 estados e do Distrito Federal, duas vagas de senador por unidade da federação, deputado federal, estadual e distrital.

São 13 candidatos a presidente, 199 a governador, 355 a senador, 8.368 a deputado federal, 17.526 a deputado estadual e 963 a deputado distrital.

Mega-Sena deve pagar hoje prêmio de R$ 40 milhões

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Por Aécio Amado

A Mega-Sena pode pagar hoje (29) um prêmio de R$ 40 milhões para quem acertar sozinho as seis dezenas do concurso 2.073.

O sorteio está marcado para as 20h (horário de Brasília) no Caminhão da Sorte, que está na cidade de São José do Cedro, em Santa Catarina.Segundo a Caixa Econômica Federal, aplicado na poupança o prêmio renderia cerca de R$ 149 mil por mês.

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) desta quarta-feira, em qualquer casa lotérica credenciada em todo o país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Lotofácil da Independência

Desde ontem (28), todas as apostas feitas na Lotofácil estão voltadas para o concurso especial da Independência, que promete pagar um prêmio de R$ 85 milhões.

Segundo a Caixa, o dinheiro do prêmio aplicado na poupança poderá render mensalmente aproximadamente R$ 315 mil.

O sorteio está marcado para o dia 8 de setembro, às 20h (horário de Brasília), e será realizado no Caminhão da Sorte, que estará na cidade catarinense de São Bento do Sul.

O preço da aposta simples, com 15 números, é de R$ 2.

Délio recebe apoio de mais 350 advogados do DF e da atual vice da OAB

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O pré-candidato à presidência da OAB/DF, Délio Lins e Silva Jr., recebeu nesta terça-feira (28) o apoio de mais um grande grupo de advogados de Brasília – cerca de 350 profissionais, que se somaram aos demais apoiadores reunidos em encontro no Lago Sul. O objetivo foi tornar público o apoio ao projeto de Délio para recuperar a representatividade da Ordem junto à sociedade, buscando torná-la mais forte e plural.

 

Marcaram presença no encontro advogados como os ex- ex-presidentes da OAB/DF Francisco Lacerda Neto e Francisco Caputo, os criminalistas Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, e Marcelo Turbay, André Silveira, do escritório Sérgio Bermudes, e representantes do movimento LGBT na advocacia, como a advogada Cíntia Cecílio; do movimento negro, como a advogada Emanuelle de Paula; e do movimento dos advogados portadores de deficiência, Phillip Ponce.

 

Délio também reuniu advogados públicos de órgãos como AGU, Embrapa, Serpro, Banco do Brasil, BRB, Novacap, entre profissionais das mais diversas especialidades e gerações, jovens e veteranos. E foi prestigiado ainda por advogados das Subseções de Taguatinga, Ceilândia, Sobradinho, Planaltina e Águas Claras.

 

A atual vice-presidente da Ordem, Daniela Teixeira, também foi formalizar o seu apoio à pré-candidatura de Délio e anunciou que estava se juntando ao grupo. “Nós, mulheres advogadas, não somos platéia: somos metade dos profissionais da Ordem, no DF e em todo o país, trabalhamos muito e não temos voz”, ressaltou ela. “O comprometimento com a nossa causa e com uma OAB plural, independente e altiva é que me aproximou de Délio”.

 

Délio agradeceu a forte demonstração de apoio de todos e afirmou que a noite era emblemática. “Esperávamos um encontro com apenas 30 advogados e reunimos dez vezes mais, de todos os nichos da advocacia e de várias regiões do DF. Foi um pontapé inicial muito simbólico para nós, pois, além da imensa alegria de constatar o aumento diário de apoios ao nosso grupo, isso indica que estamos no caminho certo”, apontou. “É com esse entusiasmo que vamos lutar por uma Ordem fortalecida e respeitada e que retome o seu papel de protagonista junto à sociedade, do qual não podemos e não vamos abdicar”.

 

Apoios declarados

Francisco Caputo, ao renovar mais uma vez o apoio à pré-candidatura de Délio Lins e Silva Jr., disse que ele é a pessoa certa para liderar a advocacia do DF rumo a uma OAB independente e de fato representativa. “Délio, com seu histórico de lutas pela nossa classe, é a liderança ideal neste momento para dar voz a uma Ordem que cumpra o seu papel constitucional de luta pelos direitos dos advogados, da advocacia e da democracia. Precisamos recuperar a nossa voz!”, enfatizou.

 

Recuperar a voz da OAB também foi o mote da manifestação emocionada do criminalista Kakay em apoio à pré-candidatura de Délio. “Vivemos um momento trágico da história do país, em que só tem voz o Ministério Público. O Legislativo está fragilizado com suas principais lideranças sendo investigadas; o Executivo é fraco e sem sintonia com a população e o Judiciário se tornou um super poder, com gosto excessivo pelo legislar”, protestou ele. “Num cenário punitivo como esse, em que colocaram a população contra os advogados, como se fôssemos contra o combate à corrupção, precisamos de uma Ordem forte e atuante, e não é o que vemos nem no DF e nem no Conselho Federal da OAB. Apóio Délio pelo seu combate em preservar as garantias constitucionais e porque a OAB precisa ter voz de novo – foi o que perdemos de mais importante”.

 

Já Phillip Ponce disse que apoia Délio porque desde que apresentou à OAB/DF um requerimento para promover a inclusão de advogados com deficiência, no ano passado ainda, ele se interessou e se propôs a ajudar a colocar as propostas em prática. “Nós encontramos muitas dificuldades de acessibilidade nos Tribunais, nas Subseções e salas da Ordem e também nas Vans da entidade. A OAB, aliás, não sabe nem quantos somos para poder fazer um planejamento, propomos um levantamento específico e também a criação de uma Comissão de Acessibilidade – e Délio nos apóia nisso, por isso estamos com ele”, declarou.

 

André Silveira, do tradicional escritório Sérgio Bermudes, afirmou que está com Délio porque o conhece e à sua trajetória há mais de 20 anos. “Délio é um incansável defensor das prerrogativas dos advogados e isso é cada vez mais necessário, tanto na OAB/DF como no Conselho Federal. Estamos certos de que sua atuação aqui irá se refletir no âmbito nacional”, pontuou.

“Já saí do banho para twittar uma ideia que tive embaixo do chuveiro”, entrega Rosana Hermann

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Expert em internet que acaba de lançar o livro “Celular Doce Lar” concedeu entrevista ao CanAlvaro, do jornalista Alvaro Leme

A convidada da semana do CanAlvaro, canal no YouTube do jornalista Alvaro Leme, é Rosana Hermann. A expert em internet e uma das pioneiras da blogosfera brasileira e, desde então, é uma heavy user da tecnologia online, o que a levou a uma dependência de seu aparelho celular. Acaba de lançar o livro “Celular Doce Lar”, no qual conta um pouco sobre esse problema da vida moderna e de sua própria experiência.

Contudo, não se engane, Rosana ainda considera o smartphone um grande aliado. “O celular é maravilhoso, eu jamais demonizaria o celular porque eu acho uma coisa incrível, cada vez você descobre um novo aplicativo que salva sua vida. O problema é que a gente precisa buscar o famoso equilíbrio, o bem-estar digital”.

A relação com o celular se torna uma relação de dependência, inconsciente e que demanda uma reação imediata. “A gente deixou de ser dono das nossas ações e fica reagindo. Alguém chama você responde, entra uma notificação você tem que ver”.

Tudo isso tem uma explicação biológica. “O celular tem uma causa uma reação bioquímica na pessoa. Existe uma coisa que a gente chama de sistema de recompensa que libera dopamina e te causa aquele bem-estar, quase uma euforia”.

Questionada sobre quanto tempo passa no celular, sua resposta vem rápida e sem hesitar. “É mais fácil eu contar quantas horas eu não passo”.

Rosana conta que fez uma espécie de retiro com o marido, história que faz parte do livro, no qual a proposta era passar uma semana em um lugar paradisíaco sem o celular. “A primeira coisa engraçada é que a gente não sabe nada, a gente vai falar uma coisa e não tem Google para pesquisar. Tive um momento que vi o dia amanhecer em uma praia, em Pukhet, na Tailândia, vi aquele céu em cores de lilaz e laranja e pensei ‘meu Deus, eu não posso tirar uma foto’, e falei ‘cara, mas eu estou na Tailândia, viajei 30 horas para chegar aqui, por que você não olha, não aproveita e vê isso, e não vive esse momento?”

Foi durante essa experiência que ela percebeu como estava dependente e quantas vezes naquela semana sentia o impulso inconsciente de pegar o celular. “Parecia que eu estava ansiosa. Eu não sabia viver sem o ceular. Parece que você não consegue ir pra frente na vida”.

Como ter uma relação mais equilibrada com o celular

Após o bate papo sobre a dependência do smartphone, Alvaro questiona como seria possível criar uma relação mais equilibrada com o aparelho.

Para Rosana, o ponto de partida é reconhecer o tamanho da presença e da necessidade do celular em sua vida. “O primeiro ponto é tomar consciência do quanto você está se dedicando a isso. Algumas pessoas criam até uma dor no pescoço crônica. Já existem aplicativos que você instala que mostram quanto tempo você ficou ativo”.

Outra dica que ela coloca em seu livro e adianta em sua entrevista é desativar todas as notificações. “A gente recebe um monte de notificações e fica todo tempo entrando aquele demônio. Quem nunca, em um jantar com a família, recebeu uma notificação e ficou dando aquela olhadinha embaixo da mesa?”

Para assistir ao vídeo na íntegra acesse o link: https://www.youtube.com/watch?v=9je75-KXeiI&feature=em-uploademail

Sobre o CanAlvaro

Projeto do jornalista Alvaro Leme, consiste num canal que combina entrevistas com personalidades das mais variadas áreas a vídeos solo em que Alvaro comenta pautas quentes da semana.

O canal é atualizado às terças, com entrevistas, e às quintas com o vlog.

Alvaro é Jornalista formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, vive desde 2000 em São Paulo. Passou pela coluna Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, e pelas revistas Contigo!, Glamour, Veja e Veja São Paulo.

Bullying ou mimimi: qual é o limite das brincadeiras nas empresas?

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Por Marcelo Olivieri

cid:image002.jpg@01D43BA3.762B3C40No Brasil, as brincadeiras são inerentes a vários ambientes, desde as reuniões de família, passando pelos encontros entre os amigos e até nos locais de trabalho. Elas ajudam a construir relacionamentos mais próximos e informais, diminuindo as barreiras entre as pessoas. No mundo organizacional, elas dão suporte para que as pessoas interajam e criem vínculos que fortaleçam o trabalho em equipe e até laços de amizade.

Entretanto, vivemos um momento na nossa história onde a polarização de ideias nos torna inimigos em potencial de quem pensa e age diferente. Muitas amizades são desfeitas por posicionamentos políticos e sociais incompatíveis. Nos locais de trabalho, essa polarização não costuma ser tão exacerbada, mas pode ocasionar duas situações, o chamado “mimimi” ou, em casos mais graves, o bullying corporativo.

Por mimimi entende-se um comportamento de baixa tolerância. Muitos especialistas, inclusive, deram esse nome a alguns integrantes de uma geração de jovens entre 23 e 30 anos, que é marcada por excessivas reclamações e pouco protagonismo na hora de propor soluções para aquilo que as incomoda. São pessoas “ultrassensíveis”, que entendem toda brincadeira como uma forma de agressão direta e pessoal.

De outro lado, há o bullying, termo que também vem ganhando grande relevância e, há tempos, ultrapassou os muros escolares. Sabemos que a agressão, a humilhação e a exposição ao ridículo pode causar danos graves à autoestima dos indivíduos, além de poder ser categorizado como assédio moral. É difícil avaliar o momento exato onde uma brincadeira entre colegas de trabalho se torna abusiva.

Cabe destacar que não estamos falando sobre homofobia, machismo, racismo ou nenhuma outra forma de discriminação e preconceito contra uma minoria. Afinal, desvalorizar a dignidade humana e diminuir a importante luta por igualdade de direitos não é bullying, muito menos brincadeira. É crime!

Nesse sentido, também precisamos chamar atenção para a brincadeira institucionalizada, aquela imposta pela empresa. Quando é vexatória e não há possibilidade para o indivíduo se defender, fica caracterizado, como já falando anteriormente, o assédio moral. É o típico caso do funcionário que é humilhado por não atingir as metas ou não atender as expectativas de um colega ou gestor que pode aproveitar-se da oportunidade para o ridicularizar. Em casos assim, a liderança deve ter uma política clara, espaços para feedbacks ativos e estruturados, além  de medidas rígidas para combate e prevenção desse tipo de postura.

O limite é o mais importante no que tange a questão. Em ambientes corporativos onde toda brincadeira é cortada ou proibida, o clima fica robotizado, distante e improdutivo. Proibir esse tipo de interação é o mesmo que descaracterizar toda uma cultura. O melhor caminho é criar um espaço em que as pessoas se sintam livres para se expressar e descontrair, sempre respeitando o outro em sua integridade. Cabe à liderança e a área de Recursos Humanos criar esse ambiente seguro, onde as pessoas sejam ouvidas e compreendidas em sua totalidade, em que sejam estimuladas a escutarem ativamente, mas que também possam ter liberdade para falar e indicar pontos de melhoria no ambiente e nas relações entre colegas, gestores e subordinados.

Marcelo Olivieri é bacharel em psicologia e possui MBA em Gestão Estratégica. Com mais de 10 anos de experiência no recrutamento especializado nas áreas de marketing e vendas, Olivieri é diretor da Trend Recruitment.

TSE nega pedido para obrigar cobertura de Lula em telejornais

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Por André Richter

Por 6 votos a 1, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu hoje (28) negar pedido feito pelo PT para que as emissoras de televisão façam a cobertura da campanha presidencial do partido.

O TSE julgou o recurso da coligação O Povo Feliz de Novo, composta pelo PT, PCdoB e PROS, que tem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato à presidência e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como vice.

Antes da decisão de hoje, o ministro Sergio Banhos tinha rejeitado o mesmo pedido de forma individual.

Lula está preso desde 7 de abril na sede da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, em função de sua condenação a 12 anos e um mês de prisão na ação penal do caso do triplex em Guarujá (SP). Para o PT, como candidato registrado no TSE, Lula tem direito de participar da cobertura jornalística das eleições.

Em tese, o ex-presidente estaria enquadrado no artigo da Lei da Ficha Limpa que impede a candidatura de condenados por órgãos colegiados. No entanto, o pedido de registro e a possível inelegibilidade precisam ser analisados pelo TSE até 17 de setembro.

De acordo com o PT, a TV Globo, Band, Record e SBT devem dar igualdade de condição a todos os candidatos por funcionarem por meio de concessões públicas. Segundo a legenda, Lula está liderando as pesquisas de opinião e também deve ter espaço destinado à cobertura jornalística dos atos de campanha.

“Circunstâncias pessoais”

Ao julgar o recurso, por 6 votos a 1, o colegiado seguiu voto de Banhos e entendeu que as emissoras não estão descumprindo as regras legais que impedem a concessão de tratamento privilegiado a candidatos no rádio e na televisão.

Segundo o ministro, “circunstâncias pessoais” impedem a cobertura jornalística da campanha do ex-presidente. Ele afirmou que “não há agenda a ser divulgada” por Lula. O entendimento foi acompanhado pelos ministros Luís Roberto Barroso, Tarcísio Vieira, Edson Fachin, Rosa Weber e Jorge Mussi.

O ministro Napoleão Nunes Maia divergiu e entendeu que entendeu que Lula está com nome registrado nas pesquisas eleitorais, que devem ser registradas no TSE, e, por isso, deve ter a cobertura feita pelas emissoras.

Fachin libera para julgamento recurso de Lula contra prisão

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Por Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil Brasília

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou ontem (27) para julgamento um recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a decisão do plenário da Corte que negou um habeas corpus antes de ele ser preso, em abril.

O recurso, do tipo embargos de declaração, foi pautado, no entanto, para ser julgado em ambiente virtual, quando os ministros do STF podem decidir remotamente sobre uma questão que trate de temas com jurisprudência já consolidada. O julgamento está marcado para ocorrer entre os dias 7 e 13 de setembro.

Na apelação, apresentada ainda em abril, a defesa de Lula volta a questionar se a prisão após condenação na segunda instância deveria ter sido automática, uma vez que, segundo os advogados, a ordem de encarceramento contra o ex-presidente não teria sido adequadamente fundamentada.

Lula foi preso em 7 de abril, três dias depois de o plenário do STF ter negado, por 6 votos a 5, um habeas corpus para impedir sua prisão. Desde então, ele se encontra na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.