A Caixa Econômica Federal anunciou a redução de 0,75 ponto percentual nas taxas de juros do crédito imobiliário para aquisição de imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). A redução vale para imóvel de até R$ 1,5 milhão. As taxas mínimas do SFI passarão de 9,5% ao ano para 8,75% ao ano. E a taxa máxima cai de 11% para 10,25% ao ano. As novas taxas começam a valer a partir do dia 24 deste mês.
A Caixa informou também que a partir de novembro oferecerá um novo serviço de avaliações de imóveis, disponibilizando laudo diretamente para pessoas físicas e jurídicas. Segundo o banco, o Caixa Avalia é uma plataforma que vai permitir a venda de avaliações pelo site com contratação 100% digital.
Reduções de juros
Em abril, a Caixa reduziu em até 1,25 ponto percentual as taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O limite de cota de financiamento do imóvel usado subiu de 50% para 70%. A Caixa também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.
Em julho, o banco reduziu em média de 1 a 2 pontos percentuais ao ano as taxas do crédito imobiliário para pessoa jurídica. Em agosto, a Caixa promoveu uma redução de até 0,5 ponto percentual das taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do SBPE. O limite de cota de financiamento de imóveis usados para pessoa física subiu de 70% para 80%.
A Caixa tem R$ 85 bilhões disponíveis para o crédito habitacional este ano. No 1º semestre, foram contratados mais de R$ 40 bilhões. O banco tem cerca de 70% das operações para aquisição da casa própria.
Operado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o SFH financia imóveis de até R$ 800 mil em todo o país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o teto corresponde a R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH, são enquadrados no SFI, que financia imóveis com recursos de poupança.
Estado melhorou posições nos dados de criminalidade e agora aparece só atrás de SP e SC na classificação geral
Após forte melhora, em relação a outros Estados, em indicadores de segurança, o Distrito Federal superou o Paraná e aparece em 3º lugar na edição 2018 do Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) em parceria com a Tendências Consultoria Integrada e a Economist Intelligence Unit. Em 2017, a Unidade da Federação era o 4º colocado.
O estudo foi lançado na sexta-feira (14), na sede da B3, em São Paulo.
No pilar de “Segurança pública”, O Distrito Federal saltou da 9ª para a 3ª colocação. A alta foi puxada sobretudo pela melhora no posicionamento nos indicadores relativos a déficit carcerário e segurança pessoal e patrimonial.
A Unidade da Federação ainda continua na 1ª colocação nos pilares “Capital humano” e “Sustentabilidade ambiental” e apresentou melhora em “Potencial de mercado” (6º para 5º) e em “Infraestrutura” (11º para 8º). Neste último pilar, o CLP destaca que, apesar dos indicadores mostrarem que a maior parte da população tem acesso a serviços de telecomunicações, energia elétrica e saneamento básico, as taxas cobradas pelos serviços são muito altas.
Em “Eficiência da máquina pública”, o Distrito Federal permanece na 5ª colocação.
Em três quesitos, a Unidade da Federação perdeu posições: “Sustentabilidade social (4º para 6º), “Educação” (5º para 7º) e “Inovação” (6º para 7º). Apesar da queda, em sustentabilidade social, o DF apresentou saldo positivo nos indicadores de segurança alimentar e na avaliação da quantidade de famílias vivendo abaixo da linha de pobreza.
O pior desempenho do Distrito Federal ocorre em “Solidez fiscal”, pilar no qual permaneceu na 22ª colocação.
Finalista em Prêmio Excelência
Além do bom desempenho, o Distrito Federal esteve entre os finalistas do Prêmio de Excelência e Competitividade, entregue durante o anuncio do Ranking, com o case de Sistema de Gestão de Ouvidoria do Distrito Federal – SIGO/DF e o OUV-DF.
O projeto tem como objetivo garantir a participação popular e contribuir para desenvolver a cultura de cidadania e aprimorar os serviços prestados à população.
Criado por meio da lei distrital nº 4.896/2012, o OUVI-DF é uma plataforma interativa na qual o cidadão pode registrar e acompanhar a sua reclamação e responder uma pesquisa de satisfação.
Trata-se do primeiro sistema público informatizado de ouvidoria do Brasil, que agiliza o contato entre o governo local e a população e utiliza as manifestações registradas como subsídio para a criação de novas políticas públicas.
A adoção do sistema trouxe economia na folha de pagamentos, pois o custo para o desenvolvimento do software equivale a 10% do valor estimado de contratação de uma empresa especializada.
Outro benefício para população da capital nacional é a diminuição do tempo de espera por respostas das manifestações que é de 15 dias, cinco a menos do que manda a lei.
Por meio do Prêmio Excelência em Competitividade, o Centro de Liderança Pública visa reconhecer publicamente iniciativas dos estados brasileiros que, mediante seus reais desafios, buscaram realizar políticas públicas que trazem impactos positivos à população e que fomentam a Competitividade.
Foram mais de 90 cases inscritos, além do DF, entre os finalistas na categoria Destaque Boas Práticas ficaram: Rio Grande do Sul, Pará, Paraná, Pernambuco e São Paulo. Tendo como vencedores, o Paraná, pelo uso de tecnologia avançada de análise de dados no Fisco Estadual; o Pará, com o programa Pará Profissional, e o Pernambuco, com o Programa de Fortalecimento da Gestão Escolar.
O Ranking de Competitividade dos Estados é uma das principais ferramentas de avaliação da gestão pública do Brasil, e busca pautar a atuação de líderes públicos em 10 áreas-chave. Disponível em uma plataforma online, o ranking traz um diagnóstico completo das performances estaduais em 68 indicadores distribuídos entre os pilares de Sustentabilidade Ambiental, Capital Humano, Educação, Eficiência da Máquina Pública, Infraestrutura, Inovação, Potencial de Mercado, Solidez Fiscal, Segurança Pública e Sustentabilidade Social.
O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Eduardo Barata, avaliou que a bandeira tarifária poderá continuar vermelha até o final do ano, apesar de reconhecer que a definição não é atribuição do órgão.
Isso deve ocorrer, segundo ele, porque, mesmo com o início do período chuvoso, as térmicas deverão continuar ligadas devido à escassez hídrica. Luiz Eduardo Barata participou do seminário O Futuro do Setor Elétrico Brasileiro: Desafios e Oportunidades, promovido hoje (13), no Rio de Janeiro, pela Associação Brasileira de Companhia de Energia Elétrica (ABCE).
A bandeira tarifária está vermelha desde junho.
De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o sistema de bandeiras foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica.
As cores verde, amarela ou vermelha indicam se a energia custa mais ou menos por causa das condições de geração.
A Aneel acredita que, com as bandeiras, a conta de luz ficou mais transparente.
Decisão é de terça-feira, mas foi divulgada nesta quinta
Por André Richter
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, determinou a suspensão da ação penal aberta pelo juiz federal Sérgio Moro contra o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega.
Em agosto, Mantega e outros acusados, entre eles os publicitários João Santana e Mônica Moura, se tornaram réus em uma ação penal pelos crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.
A decisão de Toffoli foi tomada no dia 11 de setembro, antes de o ministro assumir a presidência do STF, cuja posse ocorreu nesta quinta-feira. O ministro atendeu a um pedido feito pela defesa de Mantega.
Os advogados alegaram que a denúncia não poderia ter sido feita pela força-tarefa de investigadores da Operação Lava Jato e recebida por Moro, porque a Segunda Turma da Corte decidiu que as acusações que basearam a denúncia deveriam ser retiradas da competência do juiz e divididas entre a Justiça Eleitoral e a Federal de Brasília.
“À luz do entendimento fixado na ação paradigma, entendo, neste juízo de cognição sumária, que a decisão do Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba/PR tentou burlar o entendimento fixado no acórdão invocado como paradigma, ao receber a denúncia do Ministério Público Federal”, decidiu Toffoli.
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), três ex-diretores da empreiteira Odebrecht ofereceram vantagens ilícitas ao ex-ministro para que ajudassem na edição de uma medida provisória de interesse da empresa.
Segundo a investigação, foram disponibilizados R$ 50 milhões em uma conta do setor de propinas da empresa, que ficou à disposição de Mantega. Parte do valor teria sido repassada aos publicitários Mônica Moura e João Santana, delatores na Lava Jato, para ser usada na campanha eleitoral de 2014.
Eu não gosto deste termo ficha limpa e nem mãos limpas. Isso é uma obrigação de todo cidadão. É uma obrigação eu ser honesta, eu ser ética.(Paula Belmonte)
Por Delmo Menezes
Paula Belmonte (PPS-DF), candidata a deputada federal. Foto: Agenda Capital
Mãe de seis filhos, casada com o advogado Luís Felipe Belmonte, empresária de sucesso, mulher forte e determinada. Este é o perfil da candidata Paula Belmonte (PPS), que vai disputar pela primeira vez uma cadeira na Câmara dos Deputados. Paula acredita que a boa política transforma uma sociedade. Para ela, a educação é o único meio de mudar a vida das pessoas. “Vivemos em um país desigual, onde faltam oportunidades para todos”. Paula afirma que é urgente um pacto pela infância em todo o Brasil e quem deve assumir essa consciência é quem está no poder.
Como candidata a deputada federal, faz um alerta: “não podemos continuar financiando privilégios enquanto há pessoas em situação de miséria”, disse.
Nesta entrevista exclusiva ao Agenda Capital, Paula afirma que pretende restaurar a principal função de um deputado que é a fiscalização. Disse ainda que é uma obrigação de todo cidadão ser honesto e ficha limpa.
Leia a entrevista na íntegra:
AC – Caso seja eleita, como será sua postura dentro da Câmara dos Deputados?
Paula Belmonte – Vou abrir mão de todos os privilégios políticos aos quais eu tiver direitos, porque não acho condizente um político ganhar um salário alto e ainda por cima ter vários privilégios como auxílio moradia, sendo que o nosso povo ainda tem muitas necessidades. Não está de acordo com a realidade que o país atravessa. Nenhum país sério paga o que nossos políticos recebem. Terei um perfil de fiscalização, por que este ano por exemplo, ocorrerá a destinação de 13 bilhões de reais ao GDF nas áreas de segurança pública, saúde e educação. Então uma das minhas propostas será criar uma comissão permanente de fiscalização para aplicação desses recursos. Esta comissão vai ser composta por todos os deputados da bancada do DF, senadores e quem quiser participar. O importante é fazermos o controle desses recursos. Não podemos continuar financiando privilégios enquanto há pessoas em situação de miséria.
AC – Como neófita na política e pontuando bem nas pesquisas, isto não lhe assusta?
Paula Belmonte – Isso mostra o reflexo da população. Ela quer esta mudança, e tenho feito um discurso em que as pessoas até se assustam. Eu explico às pessoas o poder do voto, da transformação, e acima de tudo, eu mostro como a corrupção é cruel.
Quando a gente fala de educação, a gente tá falando de esporte, cultura, empreendedorismo. (Paula Belmonte-PPS)
AC – Quais serão suas principais bandeiras a serem defendidas na Câmara dos Deputados?
Paula Belmonte – Primeiramente educação, porque só através dela nós teremos a transformação real de nosso país. Quando falamos em educação, a gente está falando de esporte, cultura, empreendedorismo, porque as pessoas precisam de dignidade. Eu acredito que as pessoas estão cansadas de assistencialismo. É lógico que eu tenho consciência de que infelizmente existem cidadãos que estão passando fome e necessitam do assistencialismo, porém devemos gerar empregos e gerar o empreendedorismo inclusive para o pequeno e médio empresário. Outro problema grave que assola a população brasileira é a corrupção. Não podemos mais aceitar essa “doença” em nosso país. Temos que extirpar este mal que tanto aflige nossa sociedade. O corte de gastos públicos também será uma das minhas bandeiras. Hoje a nossa máquina é muita cara, inchada e ineficiente. Temos que restaurar a grande função de um deputado que é a fiscalização. Fiscalizar os gastos do governo de forma transparente é a base de todas as mudanças que buscamos.
AC – Alguns dos seus opositores tem tentado denegrir sua imagem como sendo uma candidata da elite. Como avalia esta situação?
Paula Belmonte – Em relação à minha condição social, não vejo como um momento de denegrir minha imagem. Eu considero até como um crédito. Uma menina que nasceu em Brasília, filha de uma dona de casa, que estudou a vida toda em escolas públicas, sempre trabalhou (tenho carteira assinada desde os 16 anos de idade) e que construiu uma vida. Acho que na realidade é um mérito que me traz uma competência de saber fazer do jeito que tem que ser feito. Não vejo isso da forma como estão pregando meus opositores.
AC – O discurso de renovação na política e da ficha limpa tem sido muito usado pelos candidatos. Como pretende separar o “joio do trigo”?
Paula Belmonte – Primeiramente eu vejo que renovação por renovação não é eficiente. A renovação tem que vir como uma restauração da política verdadeira. A política quando foi inventada foi com o objetivo de cuidado com a sociedade, cuidado com o povo, com nosso estado, e para termos realmente uma democracia. A política veio para que a gente cuide com amor das pessoas. Quando falamos disso, estamos falando de ética, honestidade. Eu não gosto deste termo ficha limpa e nem mãos limpas. Isso é uma obrigação de todo cidadão. É uma obrigação eu ser honesta, eu ser ética, inclusive algo que tenho falado muito em minhas reuniões, é a gente começar a despertar em nosso coração, o sentimento de coletividade, porque algumas pessoas ainda falam assim: “farinha pouca, meu pirão primeiro”. E quando a gente fica com este discurso acaba que uns tem o pirão muito grande, mas sofre as consequências daqueles que não tem nenhum pirão. Temos que entender que esse Brasil é nosso, e temos que ter menos desigualdade social.
AC – Na sua biografia consta que quando adolescente vendia brigadeiros. A partir de então surgiu uma empreendedora? A candidata Paula é uma pessoa perseverante?
Paula Belmonte – A Paula é uma pessoa extremamente determinada, apesar de parecer uma mulher delicada, sou muito forte, mas ao mesmo tempo muito sensível. Eu vendia brigadeiros porque eu queria comprar minhas coisas. Graças a Deus eu tive um pai que nunca deixou faltar nada na minha cassa, e a venda desses brigadeiros era para comprar as coisas que eu queria mesmo.
Paula e Luís Felipe Belmonte. Foto: Agenda Capital
AC – O que lhe motivou concorrer a uma das oito cadeiras na Câmara dos Deputados?
Paula Belmonte – Apesar de não querer me expor (pausa…lágrimas). O que me motiva é a desigualdade social. É possível sim a gente viver num país mais justo, e a cada vez que olho uma criança com aquele olhar, eu lembro de cada mãe, de cada pai, que sonha com um futuro melhor para seus filhos, assim como eu sonho com os meus. De serem pessoas boas, de terem oportunidades.
AC – Como é ser mãe de 06 filhos e ainda ter tempo para disputar uma eleição muito concorrida?
Paula Belmonte – Está sendo muito difícil para mim. Eu estou vendo meus filhos de manhã e quando chego a noite. Eu os abraço quando estão dormindo comigo na cama. Não está sendo fácil, mas eu acredito que eles vão ter muita honra do que eu estou fazendo. Meu grande objetivo é despertar nas pessoas que é possível sim fazer uma política humana, uma política fraterna, uma política honesta. É nisso que eu acredito.
AC– A senhora é casada com o advogado Luís Felipe Belmonte que é suplente de senador em outra coligação. Isso cria algum conflito?
Paula Belmonte – Não acredito que isso crie conflitos. Eu acredito numa política de construção, mas de uma construção desse princípio que estou falando que é a ética. Hoje temos pessoas boas em todos os partidos políticos, porém temos aquelas que não são tão boas também. No caso do PSDB, estavam conosco até o último minuto do segundo tempo, mas eles tiveram que sair. Já era uma coisa prevista e tivemos que entender isso. Meu marido é uma pessoa trabalhadora, um cara extremamente competente, extremamente determinado, um cara inteligentíssimo. Acho que a sociedade ganha muito se tiver ele ao lado.
AC – De Paula Belmonte para Paula Belmonte.
Paula Belmonte – Uma pessoa com fé, determinada, que luta por seus objetivos. Acredito sim que a fé move montanhas.
Candidata do Pros ao Palácio do Buriti está sendo alvo de fake News depois de entrevista ao DFTV
Cidades carentes do Distrito Federal, como Recanto das Emas e Santa Maria, apresentam vulnerabilidade dos jovens à violência. Uma saída para isso é a criação de políticas públicas e centros de apoios onde a juventude possam ter acesso a práticas esportivas em locais decentes.
Na tarde desta quinta-feira (13), Eliana foi a entrevistada do jornalístico DFTV 1ª Edição, da Rede Globo. No final da entrevista, anunciou que iria construir dois novos estádios no DF. O Blog checou o Plano de Governo da candidata. O item 16 das propostas para o esporte está a construção de pequenos estádios no Recanto das Emas e em Santa Maria.
O blog entrou em contato com Eliana. A candidata disse que se trata de espaços para proporcionar aos jovens das duas cidades espaços para o lazer e prática esportiva. “São estruturas modestas, simples, um campo de futebol com uma pista de corrida, murada com arquibancada, para levar aos jovens das duas cidades a terem as mesmas oportunidades dos jovens das outras cidades”.
Eliana também explicou que esses espaços vão permitir ao governo levar para as cidades eventos culturais e artísticos. É preciso levantar a autoestima de nossa população. Queremos que todas as nossas cidades tenham as mesmas oportunidades. Esse é um compromisso social que o governo deve ter com a população”.
Logo após a entrevista surgiram as primeiras fake news. Afirmaram que a candidata iria construir mais dois “Mané Garrincha” e já sugeriram que existiam empreiteiras acordadas. O tema virou polêmica e foi bastante explorada pelos adversários. Depois da Copa do Mundo, “Estádio” em nosso país virou palavrão e sinônimo de corrupção. Levando inclusive dois ex-governadores do Distrito Federal e um vice a prisão. E a exploração política em cima da entrevista de Eliana Pedrosa distorce a realidade e cria as chamadas fake news, notícias falsas.
Indignada com o que classificou de jogo sujo, Eliana Pedrosa desabafou: “Quem critica isso são políticos que querem que só sobrem para os jovens o caminho da marginalidade e das drogas. Nós queremos nossos jovens sadios. Temos propostas para os nossos jovens. O ex-governador Joaquim Roriz criou os programas Picasso não Pichava e o Esporte a Meia Noite para os nossos jovens e que hoje estão abandonados. Essa política mesquinha no Distrito Federal tem que acabar. Precisamos de um governo que pense em nossos jovens”, ressaltou.
Desde o início da campanha, outros candidatos vêm sofrendo com as fake News. O candidato à reeleição, Rodrigo Rollemberg (PSB). No final do ano passado, em entrevista ao jornal Correio Braziliense, ele já previa o jogo sujo nessas eleições. Rollemberg previu que um dos principais inimigos será a militância virtual, composta, muitas vezes, por robôs, nas redes sociais, com mentiras que contaminam a imagem pessoal disseminadas na internet. “Dá até para imaginar que existem centrais de fake news”, apontou o governador.
O candidato Rogério Rosso (PSD) também citou as fake news em entrevista ao portal Metrópoles. Em agosto, afirmou que o DF está enfrentado “calamidade pública” nas áreas de saúde, segurança, educação e trabalho. “Estou vendo colegas candidatos prometendo o que não podem cumprir. Para ir para segundo turno, tem de falar a verdade. Não adianta mais fake news, falar mentira. A população sabe quem é quem”, assinalou.
Já Alberto Fraga (DEM) foi vítima de fake news recentemente e teve seu mandato ameaçado. Três dias após o assassinato de Marielle Franco, o deputado Alberto Fraga foi induzido ao erro e postou no Twitter uma mensagem espalhando rumores de que a vereadora era ex-mulher de um traficante de drogas e que teria relações com o tráfico. Em entrevista no mesmo dia da postagem, Fraga afirmou que recebeu as informações pelas redes sociais e não apurou a veracidade dos fatos.
É preciso estar bem atento ao que é publicado nas redes sociais. A mais recente vítima do jogo sujo, Eliana faz um alerta para as postagens nas redes sociais: “o ato de produzir ou compartilhar notícias falsas pode ser caracterizado como calúnia, injúria ou difamação. É preciso que a sociedade esteja bem atenta para não cair nesse jogo sujo com o objetivo de tumultuar o processo eleitoral”, afirma Eliana.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli tomou posse hoje (13) no cargo de presidente da Corte. O ministro ficará no cargo pelos próximos dois anos. Ele irá suceder Cármen Lúcia, que voltará a integrar a Segunda Turma da Corte, responsável pelo julgamento dos processos da Operação Lava Jato.
Cerimônia de posse do novo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli – CNJ/Direitos reservados
Após cumprir o protocolo no qual fez o juramento de cumprir a Constituição, Toffoli deu posse ao vice-presidente, ministro Luiz Fux. Neste momento, o novo presidente recebe o cumprimento da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Procuradoria-Geral da República (PGR) e demais autoridades. Em seguida, Toffoli fará o primeiro discurso como presidente. Cerca de mil pessoas foram convidadas para a cerimônia.
Toffoli tem 50 anos e foi nomeado para o STF, em 2009, pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes de chegar ao Supremo, o ministro foi advogado-geral da União e advogado de campanhas eleitorais do PT.
O ministro é conhecido por evitar polêmicas e por ter um tom pacificador em suas decisões. De acordo com os colegas da Corte, o novo presidente fará um trabalho ligado à gestão administrativa do Judiciário, por meio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que também comandará.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli toma posse no cargo de presidente da Corte. – CNJ/Direitos reservados
Pela primeira vez, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aplicou hoje (13) a regra segundo a qual apoiadores não podem pagar por propaganda para candidatos na internet, em especial na forma de impulsionamento de conteúdo.
A norma, que consta da resolução sobre propaganda eleitoral, foi aplicada em um caso em que um empresário pagou para impulsionar no Facebook um conteúdo favorável a Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência da República.
“A lei estabelece que pessoa física não pode fazer por motivo simples, seria impossível analisar na prestação de contas, geraria problemas”, afirmou o relator, ministro Luís Felipe Salomão. Ele determinou multa de R$ 10 mil por dia em caso de reincidência.
Todos os demais ministros do TSE o acompanharam.
Salomão decidiu não sancionar o Facebook, pois a empresa retirou do ar o conteúdo assim que foi solicitada. O ministro também entendeu não haver provas de que Bolsonaro tinha conhecimento do ato, motivo pelo qual eximiu o candidato de responsabilidade.
Chiquinho Alves ajudou a produzir as modelos do desfile exclusivo de alta costura para noivas, da estilista Tailiny Coelho
O espaço Chiquinho Alves participou do Luxo de Festa 2018, assinando cabelo e maquiagem em desfile.
Comandado pelo cerimonialista Cesar Serra, o evento é um dos mais esperados do segmento de casamentos e festas de Brasília.
Realizada no Hípica Hall, a edição deste ano aconteceu em agosto e esteve repleta de atrações, convidados especiais e os melhores profissionais do mercado.
Durante o evento, o mago dos makes e das noivas, Chiquinho Alves, produziu as modelos que participaram do desfile exclusivo de alta costura para noivas, da estilista Tailiny Coelho.
A composição dos looks da apresentação contou, ainda, com os acessórios e joias de Deise Aviz; sapatos de Mariana Machado; e bouquet de Karin Von Glehn.
“Foi uma noite de muito glamour e realização. “O Luxo de Festa 2018 superou todas as expectativas dos convidados e dos profissionais que, assim como eu, colaboraram nos desfiles”, destaca Chiquinho Alves.
Em visita à Penitenciária Feminina do Distrito Federal, mais conhecida como Colméia, na quinta-feira (06), Lucia Bessa ouviu as reclamações e pleitos dos familiares das presidiárias. Conhecida pela sua luta em defesa das Mulheres Vítimas de Violência, a advogada Lucia Bessa, foi, até recentemente, subsecretária de Políticas para Mulheres do GDF.
Entre as principais reclamações dos familiares está a situação precária que os visitantes enfrentam na espera de duas horas ou mais. Não há um lugar para a troca de roupa (que deve seguir recomendações do presídio, com vestuário branco, roupas íntimas e chinelos de dedo na mesma cor para facilitar a vistoria), nem acomodações para a espera em si.
“Temos que ficar em pé no sol escaldante ou na chuva ou sentar no chão mesmo”, reclamou a mãe de uma detenta que não quis se identificar.
“É preciso tratar com dignidade tanto as reclusas, que em sua maioria são levadas ao crime por seus parceiros e maridos, quanto os familiares”, afirmou a advogada e conselheira seccional da OAB do Distrito Federal e presidente da Comissão de combate à violência familiar da OAB/DF. “Temos aqui idosos, crianças. Precisamos criar condições mínimas para que estas pessoas visitem seus familiares”, reforçou Lucia Bessa, que também é candidata a deputada distrital. Lucia aproveitou para apresentar propostas voltadas para a questão da mulher vítima de violência e para os setores mais carentes da sociedade.