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Últimas semanas do “Manual de Sobrevivência ao Casamento”

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A Cia. de Comédia G7 está de volta, em curta temporada, com um de seus maiores sucessos: “Manual de Sobrevivência ao Casamento”, de 22 a 30 de setembro no Teatro Maristão.

Considerado um dos melhores trabalhos da trupe, este espetáculo vai resolver todos os seus problemas a dois. “Manual de Sobrevivência ao Casamento” é uma comédia dos mesmos criadores de diversos sucessos como “Como Passar em Concurso Público”, “Autoajude-se” e “Amar é Brega”. Por meio de um manual de regras para a boa convivência no casamento, o grupo conta a história de duas pessoas que decidem se casar no ardor da paixão e depois sofrem as consequências dos conflitos da vida de casal. Morar junto, dividir o banheiro, ronco, TPM, traição, gerência dos trabalhos domésticos, falta de elogios, toalha molhada em cima da cama, são milhões de situações e embates que ele, o casamento, cria para ameaçar a sua sobrevivência. Com muito bom humor, o G7 prova não só que casar é uma ciência, que dependente de boa vontade, respeito e diálogo, mas também propõe uma reflexão sobre a necessidade quase instintiva do ser humano de ser feliz com outra pessoa, diferente de outros exemplos encontrados na natureza. E então, será que é possível ser feliz sozinho?

As cenas cômicas retratam situações do cotidiano dos casamentos como, por exemplo: ciúmes, traição, romantismo, dinheiro, saúde do casal e, como não poderia deixar de ser, sexo. Sob o olhar crítico da comédia, o objetivo é despertar reflexões no público. Será que todos devem se casar? O casamento é o objetivo maior do amor? De um jeito ou de outro as estatísticas não mentem: pessoas casadas vivem mais.

O processo de criação do espetáculo foi intenso, com a preparação do texto por 4 meses e mais 3 meses de ensaios e produção. Ao longo deste período, os artistas entrevistaram casais, grupos de homens e mulheres separadamente com pessoas de todos estados civis, consultaram livros sobre o assunto e entrevistaram especialistas na área, como o cerimonialista César Serra, a designer Raquel Salaro Menezes, e a professora de artes sensuais Cátia Damasceno.

“Manual de Sobrevivência ao Casamento” é uma reflexão cômica para você que pensa em se casar, que já está na porta da igreja ou que é casado(a) há muito tempo e, até mesmo, para você que foge dessa história de véu e grinalda, esta é uma peça divertida que busca passar uma mensagem positiva e respeitosa sobre essa poderosa instituição, além de provocar o espectador a pensar, um pouquinho que seja, sobre si mesmo.

 Sobre o Espetáculo

A peça revela-se aos poucos e o que parece ser um amontoado de cenas sem qualquer relação descortina-se em uma história que se completa na imaginação do público.

Tudo começa com o primeiro pedido de casamento da história, nos primórdios de Adão e Eva. Por uma misteriosa influência da cobra, os dois se deixam levar nos planos para as bodas e, quando percebem, foram expulsos do paraíso, contaminados pelo vírus do matrimônio.

Em seguida, a peça transita por situações normais de relacionamento como, por exemplo, a rotina de um casal após sete anos juntos, as discussões na hora do jogo de futebol e da novela, a divisão dos trabalhos domésticos, a TPM, o ronco, o primeiro exame de próstata do marido, a infidelidade e a culpa, dentre outros episódios de intimidade rotineiros que, observados pela lupa da comédia e pelo certo distanciamento da ficção, levam-nos a uma reflexão sobre nossas próprias ações no dia a dia.

O espetáculo pretende transmitir a mensagem de que não existe um Manual de Sobrevivência ao Casamento único, que prevê todas situações e conflitos da vida em casal, mas sim vários possíveis, concebidos por cada um em sua vivência e aplicáveis com base no diálogo, respeito e na “arte de ceder”. Mesmo assim, dizem por aí que casar é melhor que morrer queimado.

 

 

MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA AO CASAMENTO – Setembro de 2018

22 a 30/09 – Teatro Maristão – 615 sul

Sempre aos Sábados às 21h30 e Domingos às 20h

 

Pontos de venda:

Bilheteria do Teatro nos dias do espetáculo a partir de 14hs.

Up Grade – 415 Sul e 303 Norte –  Brasília – DF (Sem Taxas)

Inova Print 715 Norte –  Brasília

Pelo site: g7comedia.com

Central de Ingressos do Brasília Shopping

 

Ingressos antecipados a partir de R$ 30,00 (meia-entrada*)

60% de desconto – Clientes Correio Braziliense e Interlife.

*Meia Entrada:  Estudantes, Professores e demais casos previstos em Lei, e doadores de 1kg de alimento ou 1 livro.

Informações: (61) 99351-1369 (com What’sapp)

Duração: 80 minutos.

Classificação indicativa: 12 anos

 

FICHA TÉCNICA

Elenco
Felipe Gracindo
Frederico Braga
Rodolfo Cordón
Leonardo Ladislau

 

Direção, produção e realização: Cia. de Comédia G7

Administrador/produtor: Marco Wanderlei
Fotografia: Kazuo Okubo
Direção de palco: Giovani Santos
Assistente de palco: Antonio Neto
Iluminação: Jefferson Landim
Sonoplastia: Taigo Matos
Administração: Francinete Mariano
Comercial: Alek Santos

Apoio de produção: Antônio Rodrigues, Daniel Rufino

Assessoria de Imprensa: Alice Abdo

Parceria entre TRE e escola do DF aproxima crianças do tema Eleições

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Alunos foram convidados a entender as etapas do processo

Repórter Brasil – Uma escola em Brasília fez uma parceria com o Tribunal Regional Eleitoral para aproximar o tema Eleições do cotidiano das crianças.

Os alunos foram convidados a entender as etapas do processo e tiveram dicas de como escolher os candidatos.

TSE divulga arrecadação dos candidatos à Presidência da República

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Por Jonas Valente

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta sexta-feira (15) nova parcial da prestação de contas dos candidatos à Presidência da República.
Entre os candidatos, o com maior arrecadação, até o momento, foi Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano levantou R$ 46,4 milhões. Do montante, R$ 46,26 milhões (97,8%) foram oriundos do Fundo Eleitoral. O financiamento coletivo do candidato representou 0,08% das verbas arrecadadas.

A segunda maior arrecadação foi a do candidato Henrique Meirelles (MDB), que declarou R$ 45 milhões em receitas até o momento. Todo o recurso veio de fontes próprias, ou seja, do próprio candidato.

A terceira maior declaração foi a do PT, cuja candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva foi substituída por Fernando Haddad. Foram movimentados R$ 20,6 milhões em receitas. A quase totalidade, R$ 20 milhões (97,1%), veio do Fundo Eleitoral. Por meio de financiamento coletivo foram arrecadados R$ 598 mil.

Ciro Gomes (PDT) vem na quarta posição, com R$ 16,1 milhões recebidos, todo do Fundo Eleitoral.

Marina Silva arrecadou R$ 7,2 milhões. Da soma de verbas, R$ 6,1 milhões vieram de doações do Fundo Eleitoral; R$ 260 mil foram de financiamento coletivo e o restante de 21 doadores.

Álvaro Dias (Podemos) declarou ter recebido R$ 5,2 milhões. Deste total, R$ 3,2 milhões (62,5%) foram oriundos do Fundo Eleitoral e 37,9% de doações diversas. A iniciativa de financiamento coletivo do candidato representou apenas 0,63% do total.

Guilherme Boulos (PSOL) recebeu até agora R$ 5,99 milhões, sendo R$ 5,97 milhões provenientes do Fundo Eleitoral. O restante foi arrecadado por meio de financiamento coletivo.

João Amoêdo (Novo) recebeu até o momento R$, 2,6 milhões. Deste total, R$ 1,2 milhão foi recebido do Fundo Eleitoral; R$ 308 mil de financiamento coletivo e o restante de doadores.

José Maria Eymael (PSDC) levantou R$ 849 mil do Fundo Eleitoral.

Jair Bolsonaro (PSL) arrecadou R$ 688,7 mil. Desse total, quase a metade foi proveniente do Fundo Eleitoral (R$ 334,75 mil). Outra parcela de R$ 332,8 mil foi obtida por meio de financiamento coletivo.

Vera Lúcia (PSTU) declarou receitas no valor de R$ 401 mil, praticamente toda oriunda do Fundo Eleitoral. A candidatura levantou apenas R$ 1,8 mil por meio de financiamento coletivo. João Goulart Filho (PPL) levantou R$ 231,8 mil, sendo R$ 230 mil do Fundo Eleitoral e o restante R$ 1,8 mil de financiamento coletivo.

As informações podem ser obtidas por meio do sistema do Tribunal “Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais”.

* Colaborou Paulo Leite, repórter da TV Brasil

Bolsonaro deixa UTI e vai para unidade semi-intensiva, informa boletim

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Por Daniel Mello

O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) foi transferido na manhã de hoje (16) para uma unidade de cuidados semi-intensivos, segundo boletim divulgado pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Ele recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde estava desde a última quarta-feira (12), quando foi submetido a uma cirurgia de emergência para tratar uma aderência que obstruía o intestino delgado.

De acordo com o comunicado, a evolução de Bolsonaro é boa e ele continua sem febre. A alimentação ainda está sendo feita por via endovenosa. O candidato está sendo submetido a medidas de prevenção de trombose e fisioterapia respiratória e motora.

Bolsonaro sofreu uma facada durante um ato de campanha no último dia 6,  em Juiz de Fora (MG) . Após ter sido atendido na Santa Casa da cidade, onde chegou a passar por uma primeira cirurgia, ele foi transferido, a pedido da família, para o Hospital Albert Einstein, na capital paulista, na manhã do dia 7.

Uma nova foto do candidato foi postada no Twitter dele. Na imagem, Bolsonaro aparece na penumbra com as pernas cruzadas e usando a roupa do Hospital Albert Einstein.

Investigações

As investigações sobre o caso são mantidas em sigilo e seguem duas frentes. Na primeira, o agressor teria agido por motivações pessoais, e, na segunda, haveria conexões, com participação de outras pessoas.

Nas investigações, a primeira linha se baseia na apuração de que Adélio Bispo, o agressor confesso, cometeu a ação motivado por questões políticas e religiosas. Quatro telefones celulares e um laptop dele são analisados pelos policiais. Há também informações sobre a existência de um cartão de crédito internacional.

A segunda linha de investigações considera as demais possibilidades: participação de mais pessoais no ato e suspeitas diferentes das alegadas por Adélio nos seus depoimentos à polícia.

Há ainda a possibilidade de a Polícia Civil de Minas Gerais assumir o comando das investigações em substituição à Polícia Federal. Um promotor de Juiz de Fora, onde ocorreu o crime, pediu ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais que a questão seja avaliada.

Servidores do GDF fazem protesto contra corte de gratificação

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Sindicato entrou com mandado de segurança na Justiça contra a medida

Na próxima terça-feira (18), os servidores da assistência social do Governo do Distrito Federal (GDF) fazem manifestação contra o corte da Gratificação por Políticas Públicas (GPS) dos salários dos aposentados da carreira da assistência social. Convocado pelo Sindicato dos Servidores da Assistência Social do GDF (Sindsasc), o ato será às 15h na sede do Instituto de Previdência Social dos Servidores do DF (Iprev), no SHCS Quadra 6, Bloco A, Asa Sul.

Além do protesto, o Sindsasc entrou com um mandado de segurança, que foi colocado para julgamento na 5ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). O relator, desembargador Silva Lemos, deu prazo para que o GDF se manifeste até o próximo dia 21.

O presidente do Sindsasc, Clayton Avelar, lembra que a gratificação é um direito adquirido e que a contribuição previdenciária deduzida dos salários dos servidores incidia sobre ela. “O que o governador Rollemberg está fazendo é mais um ataque contra os servidores”, afirma.

A gratificação, importante para a composição salarial da categoria tem sido cortada dos rendimentos de todos os servidores aposentados e a previsão, segundo o sindicato, é que o corte passe a ocorrer para os novos aposentados da categoria. As prévias dos contracheques dos aposentados já estão sem a GPS. Os que se aposentaram a partir de maio deste ano já sofrem com a dedução da gratificação. Quem está prestes a se aposentar também deve sofrer a perda.

PIS/PASEP | Distrito Federal pode sacar mais R$ 268 milhões do Abono Salarial 2017

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Terceiro lote do benefício começou a ser pago nesta quinta-feira (13). Ao todo, cerca de 355 mil trabalhadores ainda têm direito ao saque no estado

Os trabalhadores do Distrito Federal ainda podem sacar mais de R$ 268,2 milhões do Abono Salarial ano-base 2017. O pagamento do terceiro lote do benefício – para trabalhadores da iniciativa privada nascidos em setembro e para servidores públicos com final de inscrição 2 – começou nesta quinta-feira (13). No total, mais de 355 mil trabalhadores ainda têm direito ao benefício no estado, segundo estimativa do Ministério do Trabalho (MTb).

O valor a ser pago no Distrito Federal é o segundo maior da Região Centro-Oeste. Até o final de agosto, nos dois primeiros lotes, foram pagos R$ 46,7 milhões, para aproximadamente quase 62 mil trabalhadores, o que representa 14,85% do total de aproximadamente 417 mil beneficiários identificados.

Nacional – O terceiro lote do Abono Salarial ano-base 2017 prevê o pagamento de R$ 1,4 bilhão para 1,9 milhão de trabalhadores em todo o País. Até o final deste ano, serão liberados os pagamentos para nascidos entre julho e dezembro. O saque para quem nasceu de janeiro a junho será feito no ano que vem.

O prazo final para todos os trabalhadores é 28 de junho de 2019. No total, podem ser pagos R$ 18,1 bilhões a 23,5 milhões de trabalhadores.

Quem tem direito – Tem direito ao abono salarial ano-base 2017 quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2017 – com remuneração mensal média de até dois salários mínimos – e teve seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

A quantia concedida é proporcional ao tempo trabalhado formalmente em 2017. Quem esteve empregado o ano todo recebe o valor cheio, que equivale a um salário mínimo (R$ 954). Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo, que é de 1/12, e assim sucessivamente

Trabalhadores da iniciativa privada devem procurar a Caixa Econômica Federal. A consulta pode ser feita pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-726 02 07. Para servidores públicos, a referência é o Banco do Brasil, que também fornece informações pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-729 00 01.

O calendário dos pagamentos do Abono Salarial ano-base 2017 está disponível no site do Ministério do Trabalho.

Mulheres marcham em Brasília contra onda de feminicídios no DF

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De acordo com levantamento, são 22 mortes de mulheres este ano

“Vamos lembrar de Talita Silva Martins. Ela foi assassinada em casa pelo namorado. Teve o corpo amassado e incendiado na Samambaia. Talita, presente!”. O relato era uma referência à mulher assassinada pelo companheiro em 14 de maio na região administrativa de Samambaia, região administrativa do Distrito Federal, que fica a 30 quilômetros do centro de Brasília.

A fala foi feita na região central da cidade, em uma caminhada em que dezenas de mulheres protestaram contra 22 casos de feminicídio registrados somente neste ano na capital do país. O ato também teve como objetivo cobrar respostas contra o assassinato da ex-vereadora do PSOL do Rio de Janeiro Marielle Franco, alvejada por diversos tiros em um bairro carioca em março de 2014.A manifestação foi organizada pelo movimento Plataforma Feminista, criado por diversas organizações e ativistas para pautar o combate à desigualdade de gênero nas eleições deste ano. As militantes se concentraram na rodoviária do Plano Piloto (nome dado à região central de Brasília) e caminharam até a Praça Zumbi dos Palmares, em uma das quadras do Setor Comercial Sul. Lá, acenderam velas para lembrar das mulheres mortas e repudiar a violência de que foram vítimas.

“O Brasil é o quinto país que mais mata mulheres no mundo. Isso não é normal. Chega. Chega de machismo. Direito à vida, queremos viver, sermos felizes”, disse uma das manifestantes. “Que sejamos respeitadas, que venhamos a ocupar os nossos lugares. Por nenhuma a menos. Respeito por todas nós”, afirmou outra participante do ato.

Segundo a integrante do Fórum de Mulheres do Distrito Federal e Entorno, Leonor Costa, os números são assustadores. “Houve aumento do ano passado pra cá e isso mostra a negligência do Estado com o problema da violência contra a mulher. A sociedade continua sendo violenta. Várias das 22 mulheres assassinadas já tinham registrado algum tipo de ocorrência contra o agressor e nada foi feito”.

Leonor defende uma mudança do comportamento de instituições de Estado, como as delegacias de Atendimento à Mulher e as forças de segurança em geral, o Ministério Público e os órgãos governamentais que prestam atendimento de mulheres ameaçadas, para que a proteção seja garantida às mulheres que denunciam.

Segundo Cláudia Macedo, da organização Coturno de Vênus – Associação Lésbica de Brasília, ainda há o problema de casos de feminicídios contra lésbicas, como o assassinato de Anne Mickaelly, jovem esfaqueada pelo pai da namorada em janeiro deste ano depois de um pedido de casamento. Episódios como esse, diz Macedo, não são contados e considerados com essa especificidade.

A ativista, uma das organizadoras do ato, relatou à Agência Brasil que diversas organizações feministas e de lésbicas já cobraram medidas do Poder Público. A Câmara Distrital organizou no ano passado uma audiência pública sobre o tema. O problema também está no Judiciário. Ela cita como exemplo uma das mulheres assassinadas, que teve o pedido de medida protetiva negado pela juíza responsável pelo caso.

“A gente criou um grupo de trabalho sobre feminicídio na secretaria de políticas para mulheres do GDF e nada foi feito. A gente vem, ano após ano, reivindicando, seja no Executivo seja no Legislativo, e as mortes não param porque o Estado não se responsabiliza”, disse a ativista à Agência Brasil.

Datafolha: Bolsonaro tem 26%; Haddad e Ciro têm 13% cada um

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Alckmin aparece com 9% e Marina com 8% das intenções de voto

Por Agência Brasil

Nova pesquisa do instituto Datafolha mostra o candidato Jair Bolsonaro (PSL) com 26% das intenções de voto na disputa presidencial. Fernando Haddad (PT) atingiu 13% e está empatado com Ciro Gomes, que tem o mesmo percentual. Geraldo Alckmin (PSDB) obteve 9% dos votos e Marina Silva (Rede) é a candidata de 8% dos entrevistados.
Alvaro Dias (Podemos), Henrique Meirelles (MDB), João Amoêdo (Novo) marcam cada um 3% das intenções de voto. Também estão empatados Cabo Daciolo (Patriota), Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU), com 1%. João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram.Treze por cento dos entrevistados declaram votar em branco ou nulo; e 6% não sabem ou não responderam.

O levantamento foi feito na quinta (13) e nesta sexta-feira (14) junto a 2.820 eleitores em 187 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pelo jornal Folha de São Paulo e pela Rede Globo e registrada com o número BR05596/2018 na Justiça Eleitoral.

Comparação

Na comparação com a pesquisa realizada na última segunda-feira (10), Jair Bolsonaro oscilou dois pontos percentuais, Fernando Haddad cresceu quatro pontos percentuais e Ciro Gomes manteve-se estável. O ex-governador paulista Geraldo Alckmin perdeu um ponto percentual e a ex-senadora Marina Silva desceu três pontos.

Não oscilaram os percentuais de intenção de voto os candidatos Alvaro Dias, Henrique Meirelles, João Amoêdo, Cabo Daciolo, Guilherme Boulos, Vera Lúcia, João Goulart Filho e Eymael.

A proporção que declara votar nulo ou em branco reduziu em dois pontos percentuais e o número de indecisos e não respondentes oscilou em um ponto.

Rejeição

Em relação à rejeição aos candidatos, Jair Bolsonaro manteve o maior percentual, que subiu um ponto percentual entre as duas pesquisas: 44% declararam que não votariam de “jeito nenhum” no candidato no primeiro turno. O mesmo fenômeno ocorreu com Marina Silva, que agora tem 30% de eleitores contrários à sua eleição.

A taxa de rejeição a Fernando Haddad cresceu de 22% para 26%. Geraldo Alckmin tem 25% de rejeição; e Ciro Gomes, tem 21%. Os dois candidatos oscilaram um ponto percentual entre a pesquisa do começo da semana e a realizada ontem e hoje.

Vera Lúcia tem 19% de taxa de rejeição; Cabo Daciolo, 18%; Henrique Meirelles, Guilherme Boulos e Eymael, 17%; Alvaro Dias, 16%, João Amoêdo,15% e João Goulart Filho, 14%. A rejeição a Alvaro Dias oscilou dois pontos percentuais. Não houve alteração nas taxas de rejeição de Meireles, Amoêdo, Vera Lúcia e Boulos

Os percentuais de eleitores contrários de Daciolo, Eymael e João Goulart Filho caíram 1%, respectivamente.

2º turno

O Instituto Datafolha ainda simulou disputas entre os presidenciáveis no 2º turno entre os principais candidatos. Jair Bolsonaro perde em eventual disputa para Ciro Gomes (45% a 38%). Em relação a Marina Silva (43% a 39%) e Geraldo Alckmin (41% a 37%), a desvantagem do candidato do PSL está na margem de erro. Em relação a Fernando Haddad, a vantagem de Bolsonaro é de um ponto percentual (41% a 40%).

Além de Bolsonaro, Ciro Gomes tem vantagem em eventuais disputas com Fernando Haddad (45% a 27%); Marina Silva (44% a 32%); e Geraldo Alckmin (40% a 34%). Geraldo Alckmin supera Fernando Haddad (40% a 32%) e Marina Silva (39% a 36%). A candidata da Rede tem cinco pontos percentuais de vantagem em relação ao candidato petista (39% a 34%).

500 advogados apóiam Délio no lançamento do Movimento Advocacia Mais Forte em Ceilândia

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O pré-candidato à presidência da OAB/DF, Délio Lins e Silva Jr., recebeu na noite desta quinta-feira (13) o apoio de mais um grupo de cerca de 500 advogados, que se reuniram numa churrascaria de Ceilândia para formalizar a adesão ao Movimento Advocacia Mais Forte. Os pré-candidatos a presidente e vice da Subseção de Ceilândia, Leonardo Rabelo e Otanylda Badú Gonçalves, respectivamente, aproveitaram o encontro para anunciar que se licenciaram no início da semana dos cargos que ocupam na atual diretoria para aderir ao Movimento – acompanhando o gesto da atual vice-presidente da OAB/DF, Daniela Teixeira, presente ao evento e que no último dia 10 oficializou seu afastamento da entidade para se unir à pré-candidatura de Délio Lins e Silva Jr.

“Isso confirma a coerência do nosso grupo e do nosso modo de agir. São atitudes para deixar claro, na prática, que não aceitamos o uso político da máquina institucional nas eleições da Ordem”, reforçou Délio Jr., que desde o início de julho já protocolou dois requerimentos junto à OAB/DF pedindo providências nesse sentido e regras claras para acompanhamento dos gastos no período eleitoral. Os requerimentos propõem, inclusive, que o pré-candidato da situação, Jacques Veloso, atual secretário geral da entidade, se licencie do cargo. “O objetivo é evitar que quem ocupa cargos de direção influencie as intenções de apoio para o pleito. Queremos uma campanha em iguais condições para todos os concorrentes”, enfatizou.

Acompanhado dos pré-candidatos ao Conselho da Subseção, Gerson Wilder e Newton Rubens, Leonardo Rabelo revelou que Ceilândia compactua com a mesma preocupação. “Pedimos licença por não concordar com o uso abusivo da máquina que já estamos observando nessa eleição”, afirmou, declarando-se muito feliz pelo “erro de cálculo” na estimativa dos presentes ao lançamento do Movimento Advocacia Mais Forte na cidade: eram esperados em torno de 150 advogados e comparecerem mais de 450, o triplo. “Atuo há 12 anos região é com essa experiência que posso afirmar: a advocacia de Ceilândia é forte e não pode mais aceitar ser vinculada à pecha de ‘advocacia de fundo de quintal’ que costuma predominar em relação às Subseções no DF”, protestou. “Nós temos demandas e propostas próprias que vamos agregar ao projeto que Délio está construindo. Vamos trabalhar juntos e juntos vamos pra frente”.

Já a pré-candidata a vice-presidente, Otanylda Badú Gonçalves, a Nilda, lembrando que a Subseção de Ceilândia tem hoje aproximadamente 600 advogados inscritos, reforçou: “Estamos com Délio e o próprio nome do seu Movimento já diz exatamente o que queremos: uma advocacia mais forte e plural, que não discrimine as Subseções nem as advogadas mulheres, que traga para a nossa cidade todos os serviços que a Ordem oferece no Plano Piloto e que, especialmente, nos defenda de verdade nas violações das nossas prerrogativas, que aqui são constantes nas delegacias de polícia e no Fórum”, revelou.

Délio Jr. fez questão de ressaltar que o Movimento Advocacia Mais Forte propõe justamente essa igualdade de direitos e tratamento aos advogados e advogadas do DF. “O nosso Movimento que reavivar em cada um de vocês a força e o orgulho de ser advogado. A OAB precisa voltar a ser de todos os advogados, valorizando os competentes e combativos colegas das Subseções e defendendo enfaticamente os direitos de todos nós, em qualquer situação – é inaceitável o que aconteceu essa semana com a colega do Rio de Janeiro, que foi discriminada por ser mulher, negra e exigir o cumprimento de suas prerrogativas durante uma audiência em Juizado Especial, saindo dali algemada, humilhada e presa sem que nenhum dos colegas presentes fizesse nada por ela”, criticou Délio. “Nós estamos ali representando, além dos nossos clientes, a sociedade. Prerrogativa não é favor, é um direito constitucional da classe e uma das prioridades do Movimento Advocacia Mais Forte. Convidamos a todos para virem construir esse projeto com a gente”.

Publicada portaria que obriga empresas a contratar presos ou egressos

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Por Pedro Peduzzi

A portaria que obriga empresas contratadas pelo governo federal a empregar presos ou egressos do sistema prisional foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (14). A medida vale para empresas vencedoras de licitações cujos contratos com o governo superem R$ 330 mil. A portaria é assinada pelos ministros da Segurança Pública, Raul Jungmann, e dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha.
Além de dispor sobre o procedimento de contratação de mão de obra de presos ou egressos do sistema prisional, a portaria aborda detalhes relativos à forma como o cumprimento dessas regras será fiscalizado.

As novas regras haviam sido anunciadas em agosto pelos ministros Raul Jungmann e Gustavo Rocha. “Toda e qualquer empresa que vá contratar ou que vença licitação de mais de R$ 330 mil por ano terá de contratar um percentual, que começa em 3% [de egressos ou presos]. Quanto maior for o valor da licitação, maior será esse percentual, até o máximo de 6%”, disse Jungmann durante a cerimônia de assinatura da portaria.

Quando a execução do contrato demandar 200 ou mais funcionários, o percentual de egressos ou presos contratados deverá ser de 3%. De 201 a 500, o percentual sobe para 4%; quando for entre 501 e 1 mil funcionários será de 5%; e quando for acima de 1 mil empregados, de 6%. A obediência a esses percentuais será exigida da proponente vencedora na assinatura do contrato. Caberá à empresa apresentar mensalmente – ao juízo de execução, com cópia para o fiscal do contrato ou para o responsável indicado pela contratante – a relação nominal dos empregados, ou outro documento que comprove o cumprimento dos limites percentuais previstos.

Na época em que anunciou a portaria, o ministro Jungmann disse que a nova legislação poderá ajudar os presos a terem uma recolocação produtiva e, dessa forma, evitar que cometam novos crimes. Para Jungmann, a medida diminuirá o poder das facções criminosas, uma vez que alternativas laborais dentro e fora do sistema prisional evita que os indivíduos se tornem “escravos” dessas facções.

A fim de facilitar a implementação dessas regras, será criado o Banco Nacional de Egressos – um cadastro por meio do qual as empresas terão acesso ao perfil do preso ou do egresso, de forma a identificar aqueles com melhores condições para ocupar o posto.