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Professores dão dicas para o segundo dia de prova do Enem

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Por Mariana Tokarnia

Neste domingo (4), estudantes de todo o país farão as provas de ciências da natureza e matemática do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). AAgência Brasilconversou com professores que deram dicas de como se sair bem no exame. Segundo eles, é importante não desistir, mesmo que não tenha ido muito bem no primeiro dia de prova.
“Não dá para abrir mão do segundo dia de prova de jeito nenhum”, disse a coordenadora pedagógica de ensino médio do Colégio Renascença, de São Paulo, Glaucimara Baraldi.  “Não dá para considerar que o jogo terminou sem ter terminado de verdade. Não dá para prever qual o tamanho da chance [de ser aprovado em uma faculdade], por mais que não tenha ido bem no primeiro dia”.Glaucimara orienta os estudantes a, no dia da prova, começarem pelas questões que têm mais facilidade, assim, sobrará mais tempo para as questões mais difíceis. Chutar, só em último caso. “Não deixe questões em branco. Em último caso, chutar, mas chutar usando algumas estratégias. Não é colocando tudo na B, por exemplo. É ler com atenção e descartar as alternativas mais absurdas”, aconselha.

Segundo a coordenadora, mesmo o segundo dia de exame exige interpretação. “Prestar bastante atenção pois o próprio enunciado da questão pode conter coisas para a resposta e até mesmo as próprias alternativas”.

Ainda dá para estudar

Mesmo a pouco mais de 24h para o exame, o professor de matemática do Anglo Vestibulares, também de São Paulo, Thiago Dutra, diz que ainda dá tempo de estudar, com tranquilidade. “Sempre nessa reta final, a gente fala para os alunos darem olhada nos assuntos que apareceram nos últimos anos do Enem. Razão e proporção é disparado o que mais cai em matemática no Enem”, diz.

O estudo, no entanto, não pode ajudar a aumentar a ansiedade. Segundo Dutra, não é necessário resolver todas as questões. “Às vezes, só de olharem as resoluções das questões, que estão disponíveis na internet, já ajuda a associar ideias. O estudante consegue perceber padrão de raciocínio e esses padrões são prováveis de aparecerem na prova neste final de semana”.

Dutra aconselha os estudantes a relerem inclusive a primeira etapa do Enem, aplicada no último final de semana, quando os estudantes fizeram provas de linguagem, ciências humanas e redação. “Contextos criados nas questões de humanas podem ser aproveitados nas provas de exatas. O próprio tema da redação pode voltar a aparecer na prova de matemática”. O tema da redação deste ano foi “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”.

Correção da prova

A correção do Enem é feita usando a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), em que o valor de cada questão varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item.

Dessa forma, um item em que grande número dos candidatos acertou a resposta será considerado fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. Já o estudante que acertar uma questão com alto índice de erros ganhará mais pontos por aquele item.

O sistema de correção permite ainda detectar chutes, uma vez que cada item não tem uma pontuação fixa. Explicando de forma simplificada, se um candidato acertou apenas questões fáceis e uma difícil, ele ganhará menos pontos pela questão difícil do que outro candidato que acertou mais questões de maior dificuldade.

Enem 2018

No último domingo, 4,1 milhões de estudantes fizeram o exame, registrando-se o menor percentual de faltosos desde 2009 – 24,9% do total de 5,5 milhões de inscritos. Foram aplicadas provas de linguagem, ciências humanas e redação.

A nota do exame poderá ser usada para concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Petrobras reduz em 1,32% preço da gasolina nas refinarias

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Por Vitor Abdala

A Petrobras anunciou hoje (9) a quinta redução consecutiva nesta semana do preço da gasolina em suas refinarias. O índice anunciado foi de -1,32%. Com isso, o litro do combustível passará de R$ 1,6958, cobrado hoje, para R$ 1,6734, a partir de amanhã (10), ou seja, uma redução de dois centavos.
Desde o início da semana, quando o litro do combustível era vendido a R$ 1,8466, a gasolina já acumula queda de preço de 9,38% (17 centavos).

Essa também foi a 16ª queda consecutiva no preço da gasolina desde 25 de setembro, quando atingiu o valor de R$ 2,2514 por litro. Desde então, o combustível já acumula redução de 25,67%, ou seja, 58 centavos.

Operação Capitu: Joesley Batista, da JBS, é um dos presos

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Por Pedro Peduzzi e Aécio Amado

O empresário Joesley Batista, dono da JBS, está entre os presos da Operação Capitu, deflagrada nesta sexta-feira (9) pela Polícia Federal.

Ele é suspeito de envolvimento no pagamento de propina a servidores e agentes políticos que atuavam no Ministério da Agricultura e na Câmara dos Deputados.

Além de Joesley, foi preso o ex-ministro da Agricultura e atual vice-governador de Minas Gerais, Antônio Andrade (MDB).

Ao todo, 63 mandados de busca e apreensão e 19 de prisão temporária estão sendo cumpridos, a pedido do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Paraíba e no Distrito Federal.

A operação tem por base a delação de Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB.

Segundo as investigações, havia um esquema de arrecadação de propina dentro do Ministério da Agricultura para beneficiar políticos do MDB, que recebiam dinheiro da JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, em troca de medidas para beneficiar as empresas do grupo.

Por meio de nota, a defesa de Joesley informou que a prisão de seu cliente foi recebida com “estranheza”, uma vez que o empresário é colaborador da Justiça, função que estaria sendo cumprida “à risca”.

“Causa estranheza o pedido de sua prisão no bojo de um inquérito em que ele já prestou mais de um depoimento na qualidade de colaborador e entregou inúmeros documentos de corroboração.

A prisão é temporária e ele vai prestar todos os esclarecimentos necessários”, diz a nota, em declaração atribuída ao advogado André Callegari.

Fiscalizações periódicas buscam “gatos” que distorcem consumo de água

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Multas para ligações clandestinas podem chegar a R$ 72 mil. Nessa quinta (8), equipes da Caesb foram ao Riacho Fundo II

Por Marcelo Nantes

Além de danos ao sistema de esgotamento, ligações clandestinas de água comprometem o abastecimento, aumentam os riscos de contaminação da rede pública e da disseminação de doenças.

O uso de instalações inadequadas repercute, ainda, no nível dos reservatórios. Na avaliação do gerente de Vistoria e Fiscalização da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), Geraldo Donizeth, a utilização desregrada potencializa a redução dos volumes das barragens e, em decorrência, altera o valor da conta de água.

Donizete alerta: “A água que foi utilizada de maneira indevida também será paga, mesmo que não tenha passado por nenhum medidor”.

Nessa quinta-feira (8), a Caesb manteve 12 equipes no Riacho Fundo II. A fiscalização é periódica em todo o DF, conduzida por 30 equipes próprias e 8 terceirizadas.

Para vistoriar, a companhia usa sistema de fotos por satélite. Após a produção das imagens, cruza as informações com os dados do cadastro de consumo de todas as moradias do DF.

“Se houver alguma casa sem medição [de consumo], ou o imóvel está desocupado ou há alguma coisa errada. Ninguém vive sem água”, explica Geraldo Donizeth.

Quem for pego com “gato” nas instalações é notificado. A Caesb inicia processo administrativo interno para verificar o consumo indevido e os custos para instalação da rede pública. Além dessas despesas, o infrator fica sujeito ao pagamento de multa, que varia de R$ 1,6 mil a R$ 72 mil.

A fraude ou “gato”é toda infração causada propositadamente pelo usuário, com o intuito de distorcer o consumo. Portanto, também é registrada como furto, e as investigações são conduzidas pela Polícia Civil.

Quem furta água prejudica toda a comunidade, porque pode diminuir a oferta para os usuários que pagam as contas e impacta no valor da tarifa.

Ligações clandestinas podem ser denunciadas pelo telefone 115.

Para reverter uma conexão irregular de água potável ou de esgoto, o pedido deve ser feito em um dos postos de atendimento da Caesb. No final de 2017, o monitoramento da companhia estimava 42 mil pontos de consumo não autorizados em todo o Distrito Federal.

Riscos também são graves na rede de águas pluviais

Lançar água da chuva na rede coletora de esgoto, que não foi dimensionada para esse fim, pode provocar rompimentos de rede, vazamentos e retorno do esgoto na rua e dentro das casas. A caixa de inspeção de esgoto, pelo mesmo motivo, não deve ser utilizada para escoar água pluvial.

As redes de água de chuva e de coleta de esgoto domiciliar devem ser independentes. A de coleta recolhe os resíduos do vaso sanitário, chuveiro, pias e tanque. É uma tubulação de menor porte, já que esse volume não costuma sofrer grandes variações.

Já a saída pluvial, maior, reúne a chuva e a água de lavagem que escoa por ralos e calhas. Os tubos precisam ser separados para que o esgoto seja enviado para tratamento, e as águas pluviais, para córregos, rios ou piscinões.

No entanto, algumas residências optam, irregularmente, por utilizar-se apenas de uma. O volume despejado aumenta em dias de chuva, bem como a ocorrência de objetos dentro da rede, o que provoca vazamento de esgoto nas ruas ou dentro de casa.

A fiscalização de obras no Distrito Federal é de responsabilidade da Agência de Fiscalização do DF (Agefis). De acordo com técnicos do órgão, é praticamente impossível detectar uma obra subterrânea antes do rompimento ou avaria.

Durante a limpeza das mais de 170 mil bocas de lobo do DF, técnicos da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) retiram, por dia, cerca de 5 mil toneladas de lixo e de entulho de ramais e bueiros.

5 mil toneladasQuantidade de lixo e de entulho retirada diariamente de ramais e bueiros

Com a chegada das chuvas, o trabalho se intensifica. Mas, sem a conscientização da população, torna-se um círculo vicioso.

Drenagem pluvial regular no DF tem 4 mil quilômetros

A Novacap investe, em média, R$ 5 milhões por anona manutenção da rede de drenagem pluvial.

Os serviços de limpeza são programados em aproximadamente 4 mil quilômetros da rede com o auxílio do caminhão hidrojato e por meio de catação manual. Além da manutenção periódica, a companhia também executa ações em parceria com diversos órgãos do governo de Brasília.

No mês de agosto, por exemplo, uma ação de limpeza e manutenção das bocas de lobo chegou a sete regiões administrativas:

  • Ceilândia
  • Gama
  • Núcleo Bandeirante
  • Planaltina
  • Plano Piloto (Asa Norte)
  • Santa Maria
  • Taguatinga

As regiões são escolhidas de acordo com levantamento da Defesa Civil, que estabelece os pontos críticos. A população pode informar onde existe boca de lobo entupida na administração regional da cidade ou na Ouvidoria do governo de Brasília pelo telefone 162.

Caixa Cultural Brasília recebe grande mestre de Shakuhachi

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Kaoru Kakizakai mostra a sonoridade zen da música japonesa

Shakuhachi é uma flauta de bambu que possui bocal, um corpo de bambu e cinco orifícios. O primeiro instrumento a aparecer no Japão foi em meados do século VIII e um presente dos chineses. Desenvolvido principalmente pelos monges Komusō, que tinham relação com zen budismo, o instrumento tornou-se um dos símbolos da música japonesa. Em 14 de novembro (quarta), às 20h, o público de Brasília terá a rara oportunidade de assistir a um dos grandes mestres do instrumento da atualidade: Kaoru Kakizakai, que vem do Japão especialmente para se apresentar na Série Solo Música na Caixa Cultural.

“É uma grande honra contar com Kaoru Kakizakai na Série Solo Música. Discípulo do lendário mestre Katsuya Yokoyama, ele é uma referência mundial do instrumento”, diz Alvaro Collaço, curador e produtor que há anos imaginava produzir música japonesa dentro desse projeto. “Kakizakai não é só grande artista, mas um representante da música tradicional japonesa, do que ela possui de melhor, com sua relação direta com a espiritualidade”, enfatiza Collaço.

Grande Mestre

Natural de Chichibu, na Província de Saitama, no Japão, Kaoru Kakizakai apresenta-se ao instrumento dentro da tradição do Honkyoku, que tem suas origens no zen budismo. Ele iniciou em música tocando kena e com 21 anos de idade começou seus estudos de shakuhachi com Keizo Saito, que reconheceu sua habilidade natural para o instrumento e o recomendou a estudar com o lendário mestre Katsuya Yokoyama.

Graduado pelo Conservatório Tradicional de Música NHK, Kakizakai venceu o importante concurso Kumamoto All Japan Hogaku. Gravou seis CDS como solista e tornou-se popular como mestre da Kokusai Shakuhachi Kenshukan, em Tóquio. Participa constantemente de festivais de shakuhachi em Seattle, Boulder e Denver, nos Estados Unidos e na Austrália.

Kakizakai tem apresentado com orquestras a obra “November steps”, de Toru Takemitsu, estreada pelo mestre Yokohama em 1967. Atuou como solista na Orquestra Sinfônica NHK, sob regência de Charles Dutoit e Hiroyuki Iwaki, e na Filarmônica de São Petersburgo, sob direção de Akira Naito. Ele também se apresentou em duo com a pianista Maria João Pires e gravou a obra “Homenaje a Martha Graham”, de Ramon Humet, com participações de Claron McFadden e Alberto Rosado.

Kakizakai realiza com frequência apresentações pelos Estados Unidos, Europa e Ásia.

Paralelamente, é pesquisador do Tokyo College of Music, instrutor em tempo integral do International Shakuhachi Kenshukan e NHK Culture Center, e presidente da Escola Internacional Shakuhachi Kenshu-kan Chichibu e Higashi Yamato School. Kakizakai teve como alunos instrumentistas importantes de shakuhachi do ocidente, como Alcvin Ryuzen Ramos, Bronwyn Kirkpatrick, Carl Rathus, Horácio Curti, Peter Hill, Rodrigo Rodriguez, Shawn Renzoh Head e o brasileiro Matheus Ferreira.

Você pode conferir o trabalho de diretamente em seu sitehttp://www.kakizakai.com/10minRoBlow2.4.mp3

Incentivo à cultura

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A Caixa Cultural Brasília, inaugurada em 1980, foi o primeiro espaço cultural instituído pela CAIXA. Localizada na região central da cidade, perto da Estação Galeria do metrô e da Rodoviária do Plano Piloto, possui cinco galerias, teatro, sala multimídia e Jardim das Esculturas. Em 2018, está prevista a realização de 60 projetos e o retorno do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira.

Serviço:

 Música: Série Solo Música – Kaoru Kakizakai

Local: CAIXA Cultural Brasília (SBS, quadra 4, lotes 3/4 – Edifício anexo à Matriz da Caixa)

Data: 14 de novembro, quarta-feira

Horário: 20h

Informações: (61) 3206-6456

Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA e pessoas acima de 60 anos).

Bilheteria: Aberta das 9h às 20h do dia 10 de novembro (sábado), das 12h às 20h no dia 11, 13 e 14 de novembro.

Duração: 80 minutos

Classificação: 12 anos

Capacidade: 406 lugares

Acesso para pessoas com deficiência (se for o caso)

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Asa Norte é a região mais desejada por quem busca apartamentos em Brasília

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Lago Sul lidera entre as casas; imóveis entre R$ 300 mil e R$ 999 mil são os mais buscados

A cidade de Brasília é a 3ª mais populosa do País e a maior população da região Centro-Oeste (3 milhões de habitantes) e possui uma estreita relação com o mercado de imóveis nacional. Pensando nisso, o Grupo ZAP realizou uma pesquisa inédita sobre o cenário imobiliário no município. Dentre as principais informações do levantamento, foi identificado que a região da Asa Norte é a mais desejada por quem busca apartamentos e o Lago Sul lidera entre as casas. Além disso, a cidade é a 6ª capital mais verticalizada do País com 26% dos imóveis nesse formato, atrás de Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo e Curitiba, no entanto, apresentando regiões muito verticalizadas como é o caso do Plano Piloto.

Há um maior desejo para locação de imóveis, 68% das buscas tem esse objetivo e 32% preferem compra. Entre os imóveis mais desejados para compra temos aquele com três e quatro dormitórios, representando 71% das buscas. Na questão do valor, as faixas mais buscadas estão entre R$ 300 mil e R$ 999 mil, tanto para casas, como apartamentos (49%). Entretanto, os imóveis acima de R$ 1 milhão possuem uma representatividade relevante, 12% para apartamentos e 21% para casas. Para locação, o valor mais desejado para apartamentos fica entre R$ 500 e R$ 1.499, com 61%, entre as casas os valores ficam entre R$ 500 e R$ 999 (30%) e R$ 2 mil e R$ 4.999 (24%).

Analisando o preço por m² para venda e o tipo de imóvel vemos as médias por número de dormitórios: um dormitório (R$ 7.887), dois dormitórios (R$ 7.102), três dormitórios (R$ 7.946) e quatro dormitórios (R$ 9.607). A região Noroeste possui o valor mais alto nas três primeiras categorias, com R$ 10.610, R$ 10.770 e R$ 10.160, respectivamente; e sendo superado na última pela região Sudoeste/Octogonal (R$ 11.081). Quando analisamos o valor do m² para locação, temos a média do Distrito Federal em R$ 29 e as regiões com valor mais alto: Setor Noroeste (R$ 40), Sudoeste/Octogonal (R$ 34), Asa Sul (R$ 32), Asa Sul (R$ 31) e Lago Norte (R$ 31).

Por fim, analisamos que os apartamentos são os mais desejados entre os que buscam imóveis, representando 83% da procura. No geral, o ranking de regiões mais desejadas por quem busca apartamento é composto por: Asa Norte, Asa Sul, Setor Sudoeste, Águas Claras e Setor Noroeste. Na questão das casas, temos: Lago Sul, Lago Norte, Asa Sul, Sobradinho e Águas Claras. Para o economista do Grupo ZAP, Sérgio Castelani, a cidade é importante dentro do mercado e possui um perfil que se destaca dentro do País. “Brasília desponta como o terceiro preço/m² mais valorizado do país, ficando atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro, segundo o índice FipeZAP, e a elevada renda média da população, acima da média do Brasil, reflete na demanda por imóveis mais caros”, detalha.

Câmara Legislativa aprova lei que extingue ‘prazo de validade’ para concursos públicos

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Por Letícia Carvalho, G1 DF – A Câmara Legislativa do Distrito Federal publicou, nesta quarta-feira (7), um decreto que extingue o “prazo de validade” para concursos públicos distritais.

Na prática, o texto altera a Lei de Concursos Públicos do DF e diz que, se os aprovados não puderem ser nomeados por impedimentos ao governo – por exemplo, dificuldades com a Lei de Responsabilidade Fiscal –, a validade do cadastro reserva é prolongada indefinidamente.

Câmara do DF aprova lei que 'pausa' validade de concursos quando não puder ter nomeação — Foto: Diário da Câmara Legislativa/Reprodução
Câmara do DF aprova lei que ‘pausa’ validade de concursos quando não puder ter nomeação — Foto: Diário da Câmara Legislativa/Reprodução

Com isso, nenhum aprovado em concurso corre risco de perder esse resultado porque o governo está impedido de ampliar ou repor os cargos. Nos dois primeiros anos do governo Rodrigo Rollemberg (PSB), por exemplo, apenas servidores de áreas fundamentais puderam ser nomeados – mesmo assim, só com autorização da Justiça.

Lei cassada e refeita

Uma lei similar havia recebido o sinal verde pelos deputados distritais no fim do ano passado, mas, em julho de 2018, foi julgada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça do DF. O Ministério Público apresentou uma ação de inconstitucionalidade alegando “vício formal”.

A norma chegou a ficar em vigor por cinco meses. A decisão do Tribunal também determinou efeito retroativo. Isso significou que as prorrogações que, porventura, tivessem ocorrido nesse período foram canceladas.

Segundo o MP, como o tema está ligado à realização de concursos, apenas o governador do DF poderia propor esse tipo de mudança.

Dois meses após entendimento do Conselho Especial do Tribunal de Justiça, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), enviou à Câmara um novo projeto, aprovado no fim de

outubro.

Ibaneis convida delegado da PF para Segurança e quer primeira mulher no comando da Polícia Militar

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Por Letícia Carvalho, G1 DF – O delegado da Polícia Federal Anderson Torres foi anunciado nesta quarta-feira (7) como futuro secretário de Segurança Pública do Distrito Federal. O nome foi confirmado pela assessoria do governador eleito do DF, Ibaneis Rocha (MDB), na noite desta quarta-feira (7).

Anderson Torres, atualmente, é chefe de gabinete do deputado federal Fernando Francischini (PSL-PR), ligado ao presidente da República eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Mais cedo, Ibaneis havia afirmado que a chefia da Segurança Pública da capital teria de “priorizar os Direitos Humanos”. A declaração foi dada logo após almoço com o presidente da República, Michel Temer, no Palácio da Alvorada.

Segundo o governador eleito, o delegado da PF é alguém ”de extrema confiança do presidente eleito [Jair Bolsonaro] e do Sérgio Moro”.

Comando-Geral da PM

O político também anunciou que a coronel Sheyla Soares Sampaio será a Comandante-Geral da Polícia Militar do DF. Se a nomeação se concretizar em janeiro de 2019, ela será a primeira mulher a comandar a corporação na história da capital federal.

Durante o mandato do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), em 2015, a coronel Sheyla era a única mulher a comandar um batalhão operacional. Na época, ela geriu o 1º Batalhão da Polícia Militar do DF – grupamento responsável pelo monitoramento de locais como a Asa Sul e o Parque da Cidade.

Governo de transição

Na manhã desta quarta (7), foi publicada no Diário Oficial a primeira lista de nomes indicados por Ibaneis para compor a equipe de transição. Os seis indicados vão receber salário de até R$ 8,9 mil por mês.

O primeiro nome é o do futuro secretário de Fazenda, André Clemente. Outro é o da advogada Denise Andrade da Fonseca, que vai coordenar os planos de gestão das empresas estatais do DF.

Dos seis indicados, três são filiados a partidos políticos que apoiaram Ibaneis no segundo turno:

  • André Clemente Lara de Oliveira (filiado ao PSDB)
  • Pedro Cardoso de Santana Filho (filiado ao PR)
  • Raimundo Hosano de Sousa Júnior (filiado ao PTB)
  • Denise Andrade de Fonseca
  • Juliana Gonçalves Navarro
  • Mara do Vale Abrahão

Com essas seis nomeações, Ibaneis tem mais sete nomes a nomear para cargos pagos na transição. O grupo ficará no cargo, pelo menos, até 1º de janeiro de 2019, quando começa oficialmente o mandato de quatro anos do novo governador.

Além desses indicados, o governador eleito também divulgou os nomes de Ericka Filippelli (MDB) para a Secretaria da Mulher, e do empresário Izidio Santos para a Secretaria de Obras.

Nordeste perdeu 1 milhão de trabalhadores no campo de 2012 para 2017

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Por Akemi Nitahara

De 2012 para 2017, a Região Nordeste perdeu cerca de 1 milhão de trabalhadores rurais. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad-C): Características Adicionais do Mercado de Trabalho 2012-2017, divulgada hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o percentual de pessoas ocupadas que trabalham em fazenda, sítio, granja ou chácara na região passou de 22,4% para 16,2% no período.
Apesar de ainda ter a maior proporção do país, o Nordeste teve também a maior queda no período. Considerando todo o Brasil, os últimos dados mostram que 11,1% da população ocupada trabalham em áreas rurais, um contingente de 8 milhões de pessoas. Segundo a economista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE Adriana Beringuy, esse movimento é observado desde 2012 e confirmado em 2017, com o Nordeste registrando a menor taxa da série para trabalhadores em estabelecimentos rurais.

“O Nordeste tem cada vez menos pessoas em atividades como agricultura e pecuária, apesar de ainda ser um montante importante. Ainda que haja essa queda ano após ano, a ocupação nesses estabelecimentos em regiões como o Norte e o Nordeste é extremamente importante. Essas atividades ocupam parte significativa dos trabalhadores do país, ainda que esteja havendo tendência de queda”.

Na Região Norte, a proporção de trabalhadores em fazenda, sítio, granja ou chácara ficou em 18,7% no ano passado. No Centro-Oeste, ficou em 12,4%, no Sul em 12,4% e o Sudeste tem 6,5% da população ocupada em estabelecimentos do campo. Segundo Adriana, o Brasil teve queda de 274 mil pessoas nesses estabelecimentos de 2016 pra 2017, sendo que no Nordeste a queda foi de 386 mil. O balanço nacional foi compensado pelo crescimento de 133 mil no Sudeste.

Adriana explica que o trabalho no campo tem incidência importante da agricultura familiar, com pequenos estabelecimentos e de situações informais, que podem ter sido afetados pela diminuição no financiamento do Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e também por fatores climáticos.

“São pequenos agricultores que, muitas vezes, dependem de financiamento, como o Pronaf, e nos últimos anos têm sido muito penalizados pela questão da seca, que se acentuou na safra 2016/2017. Então, uma série de fatores, tanto de recursos quanto climáticos, podem estar afetando a fixação do trabalhador rural nesses pequenos estabelecimentos na Região Nordeste”.

Cooperativas

O número de pessoas ocupadas, como empregadores ou trabalhadores por conta própria associados a cooperativas de trabalho ou produção, caiu para 5,8% em 2017, em comparação a 2012, quando a taxa era de 6,4%. A Região Sul tem a maior proporção, com 10,3% das pessoas ocupadas associadas a cooperativas. A menor taxa é a do Centro-Oeste, com 4,9%. Por sexo, 6,7% dos homens estão nessa categoria de ocupação, ante 4,1% das mulheres.

De acordo com a economista, a agricultura sempre teve taxas altas de cooperativados, mas agora está na menor da série histórica, reflexo também da diminuição do trabalho no campo.

“Associados à cooperativa correspondem a menos de 6% dos empregadores e trabalhadores por conta própria. Mas é uma atividade que está muito concentrada na agricultura, cerca de 46% dos cooperativados estão em atividades agrícolas. No Brasil esse percentual é 5,8%, mas na Região Sul chega a 10,3%. O predomínio é de Santa Catarina, que tem o maior percentual de cooperativados no Brasil”.

Busca por intercâmbio aumenta em 70% durante o período eleitoral

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A agitação política levou um grande número de pessoas às agências de intercâmbio em busca de oportunidades de estudo e de trabalho fora do país

Desde o primeiro turno das eleições, a busca por programas de intercâmbio aumentou cerca de 70% nas agências que cuidam desse serviço. A maior parte do público que manifestou interesse por desafios fora do país é formada por mulheres, entre 25 e 35 anos, com a intenção de cursar uma graduação e trabalhar em países que falam a língua inglesa.

Segundo Denis Lacerda, especialista em intercâmbio e gerente da agência World Study Brasília, durante o período eleitoral, os países mais procurados foram Canadá e Austrália. Ele deve a escolha dessas opções à facilidade de imigração para esses lugares, “Esses dois países permitem que estrangeiros possam estudar e trabalhar ao mesmo tempo e com maior extensão de permanência em seu território”, explica.

A World Study oferece programas de intercâmbio que facilitam a permanência por meio do estudo e do trabalho, como o TRUE Canadá, que possibilita trabalho renumerado para universitários no exterior. Para Lacerda é importante, também, que os intercambistas sejam devidamente auxiliados durante o período que pretendem passar fora, e caso decidam imigrar, indica que precisam estar atentos a todos os detalhes que envolvem tal processo.

De olho nessa demanda, a agência passou a oferecer serviço de assessoria a quem pretende imigrar para o Canadá, país que concedeu 2.760 vistos permanentes a brasileiros apenas em 2017, segundo o consulado do Canadá no Brasil. Em parceria com a Encubate, empresa de serviços e consultoria de imigração, membro do Conselho de Regulamentação de Consultores em Imigração do Canadá (ICCRC) e da Associação Canadense de Consultores Profissionais em Imigração (CAPIC), a World Study irá avaliar os objetivos do aluno e oferecer a consultoria.

Denis Lacerda explica que essa consultoria identifica os objetivos de imigração dos alunos ao mesmo tempo em que os capacita a tomar as decisões de investimento mais corretas. “Assim os auxiliamos a realizar seus sonhos e tornamos mais fácil a parte burocrática do processo imigratório”, completa.

O especialista aponta os passos da avaliação e consultoria de imigração oferecidas pela World Study:

Descomplicando a imigração

1) Coleta de informações preliminares e identificação de eventuais empecilhos pela Encubate;

2) Realização de uma avaliação do perfil do intercambista por meio de relatório completo com todos os detalhes de suas opções, para futura orientação aprofundada sobre os requisitos necessários para cada uma destas;

3) Mediante confirmação de que o aluno tem um perfil adequado para imigração, a Encubate coordenará os próximos passos ao plano de imigração, com a assinatura de contrato para requisitar sua residência permanente junto ao governo canadense (provincial e/ou federal).

Para mais informações acesse www.worldstudy.com.br

Sobre a World Study – Em 1998, um grupo de entusiastas do intercâmbio cultural e ex-intercambistas, com mais de dez anos de experiência acumulada nesse segmento de mercado, resolveu unir forças para propiciar crescimento cultural, acadêmico e social às pessoas que compartilhavam este entusiasmo. Nasceu, então, a World Study Educação Intercultural que, por meio do intercâmbio, entendido como uma ferramenta educacional, oferece as mais diversificadas opções de experiência internacional (intercâmbio) e um atendimento diferenciado, baseado no aconselhamento individualizado e na adequação do programa ao perfil de cada aluno. Atualmente, a empresa possui unidades em todas as regiões do Brasil e bases no exterior.

Praças em que a World Study está presente:

AMAZONAS

CEARÁ

DISTRITO FEDERAL

ESPÍRITO SANTO

GOIÁS

MATO GROSSO

MINAS GERAIS

PARANÁ

RIO DE JANEIRO

RIO GRANDE DO SUL

SANTA CATARINA

SÃO PAULO

SERGIPE

BASES NO EXTERIOR:

BRISNABE (Austrália)

SYDNEY (Austrália)

DUBLIN (Irlanda)