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Governadores do Norte e Nordeste vêm a Brasília para garantir verbas

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Congresso Nacional

Os governadores do Norte e Nordeste desembarcarão hoje (4), em Brasília, para acompanhar de perto as votações sobre securitização da dívida ativa e a regulação da cessão onerosa de gás e petróleo.

Eles também pretendem ter uma reunião com o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), para conversar sobre os fundos partidários dos estados e municípios.

Antes, às 10h, os governadores se reunirão, na representação do Ceará, na capital federal. A informação foi confirmada, via assessoria do governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que é o coordenador do grupo do Nordeste. Todos os temas se referem à partilha de recursos da União com estados e municípios.

“A União precisa parar com esta concentração permanente de receita e quebra do pacto federativo. Na última semana foram aprovadas urgências e avançamos nos entendimentos e agora vamos cuidar de, por acordo, viabilizar a votação. Se a União precisa de receitas, imagine quem está lá na ponta cuidando das demandas do povo”, disse Wellington Dias, em nota divulgada pela assessoria.

Projetos

Na Câmara, eles vão acompanhar a votação do Projeto de Lei Complementar (PLP 459) que trata da securitização da dívida ativa.

O texto autoriza a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios a cederem, com ônus, os direitos originados de créditos tributários e não tributários, inclusive inscritos em dívida ativa.

No comunicado, a assessoria do governador do Piauí informa que o projeto “estabelece uma forma moderna de combater a sonegação e gera receitas para déficit da previdência e investimentos”. Segundo o texto, o projeto conta com interesse dos estados, municípios e a União.

Gás e petróleo

Outro tema que interessa aos governadores é Projeto de Lei Complementar (PLP 10.985) que trata da regulação da cessão onerosa de gás e petróleo.

A cessão onerosa trata de um contrato firmado em 2010, em que o governo cedeu uma parte da área do pré-sal para a Petrobras, que teve o direito de explorar 5 bilhões de barris de petróleo. Com a descoberta de volume maior de petróleo na área, o governo irá vender o excedente da área.

No Senado, a prioridade dos governadores é acompanhar a votação do projeto que trata do bônus de assinatura, complemento da cessão onerosa de gás e petróleo. O objetivo é a participação dos estados e municípios na receita com pagamento do bônus de assinatura após os leilões.

“São projetos maduros e governadores, de diferentes partidos e regiões do país, e prefeitos, unidos, queremos apenas que seja cumprida a regra da Constituição Federal de partilha destas receitas”, informa o comunicado, divulgado pela assessoria do governador do Piauí.

Supremo

Os governadores também deverão se reunir com o ministro Ricardo Lewandowski, relator de três ações no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre os fundos de participação dos municípios e dos estados. Já houve audiência de conciliação e foi concedido prazo de 15 dias para governo federal abrir informações sobre as receitas partilhadas com estados e municípios.

Wellington Dias disse, no comunicado divulgado pela assessoria, que a expectativa é que ocorra o julgamento no STF.

Carmina Burana é destaque da Orquestra Sinfônica em dezembro

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Concertos em 17, 18 e 19 de dezembro apresentam a cantata cênica de Carl Orff, inspirada em poemas medievais

A cantata cênica Carmina Buranado compositor alemão Carl Orff, é destaque das apresentações da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro que serão apresentadas em dezembro.

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Edição de arte/Agência Brasília

“É uma obra erudita popular com coro, orquestra, cantores e solistas”, explica o maestro titular Cláudio Cohen.

Composta inspirada em poemas medievais, a obra musical será exibida em três apresentações, nos dias 17, 18 e 19, com a participação do Coro Sinfônico Comunitário da Universidade de Brasília (UnB).

A cantata, produzida em 1937, é baseada na musicalização de 24 poemas do manuscrito Carmina Burana, em sua maioria dos séculos 11, 12, que exaltam temas picantes e irreverentes, como amor, sexo e bebida.

Outras apresentações da orquestra em dezembro

Na terça-feira (4), na Escola de Música de Brasília (602 Sul), a sinfônica abre a programação com o Concerto da Paz, homenagem ao fim das forças Armadas na Costa Rica. Integra o repertório a peça Corpo de Criança, que conta a história do menino sírio, de 3 anos, encontrado morto numa praia da Turquia depois que o bote em que estava com a família afundou. Eles tentavam chegar à Grécia após fugirem da guerra em seu país.

Em 11 de dezembro, a orquestra sobe ao palco do Cine Brasília para comemorar os 40 anos de estrada da dupla sertaneja Zé Mulato e Cassiano, que iniciou a carreira em Brasília. Fazem parte do programa canções como Meu CéuO Homem e a Espingarda e Poesia não se Vende.

O Concerto de Natal, no dia 20, será a última apresentação do ano, no Teatro dos Bancários (314/315 Sul). Os músicos executarão: Sinfonia nº 5 (Ludwig van Beethoven), Suíte Quebra Nozes (Piotr Ilitch Tchaikovsky) e Passeio de Trenó e Christmas Festival (Leroy Andersen).

Todas as apresentações são gratuitas.

Recorde de apresentações

Cohen comemora o público de 60 mil pessoas em 2018. “Foi um ano de recorde de apresentações, com 90 concertos, contra 60 em 2017. O número aumentou devido ao projeto nos hospitais e os outros lugares públicos.”

Os repertórios foram diversificados, com música popular brasileira, canções infantis, rock n’roll, trilhas de cinema e clássicos eruditos de compositores nacionais e internacionais. Entre eles, Beethoven, Tchaikovsky, Schubert, Bach, Dvořák, Mozart, Mahler, Brahms, Stravinsky, Claudio Santoro e Villa-Lobos.

Formação de novos públicos

Para diversificar a atuação e se aproximar de novos públicos, a Orquestra Sinfônica apresentou concertos gratuitos ao ar livre, como o que ocorreu no Parque Ecológico Águas Claras, em abril, com cerca de 3 mil pessoas.

O projeto Concertos Didáticos contemplou mais de 2 mil crianças e adolescentes, em quatro apresentações no Cine Brasília. Durante as apresentações, estudantes de escolas públicas acompanharam o ensaio e conversaram com o maestro e músicos para aprender mais sobre os instrumentos e a música.

Em 2018, a parceria da Secretaria de Cultura com a Secretaria de Saúde lançou uma turnê por palcos diferentes dos tradicionais. A série Concertos da Saúde deve completar 20 apresentações até o fim do ano, em unidades da rede pública do Distrito Federal.

O projeto tem o objetivo de promover ações para democratização da cultura e atividade terapêutica. Esta tem a proposta de contribuir para amenizar a tensão e o estresse característicos dos ambientes hospitalares.

Temer assina decreto que altera regras para extinção de estatais federais

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Esplanada dos Ministérios (Foto Mrcello Casal Jr -arquivo Agencia Brasil)

Por Paula Laboissière

De acordo com o texto, publicado na sexta (30), compete à essa pasta, ao Ministério da Fazenda e ao ministério setorial ao qual a empresa for vinculada propor ao Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI) a inclusão de empresas desse tipo no Programa Nacional de Desestatização (PND).

A proposição será acompanhada dos estudos que a embasaram, além da justificativa para a liquidação. Já a resolução do CPPI sobre a proposta precisará ser aprovada pelos ministros do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, da Fazenda e do ministério setorial.

A inclusão da empresa no PND, por sua vez, será aprovada em ato do presidente da República.

Provas do primeiro vestibular indígena da Unicamp são aplicadas hoje

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Por Paulo Victor Chagas

As provas começam a ser aplicadas às 13h. Serão 50 questões de múltipla escolha, além da redação, para os futuros enfermeiros, administradores, farmacêuticos, engenheiros, geógrafos e arquitetos. De acordo com a Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest), o curso com maior concorrência é enfermagem, com 95,5 candidatos por vaga, seguido por farmácia, com 23,5 candidatos/vaga. A escolha dos cursos foi feita após consultas a líderes de comunidades indígenas para se descobrir o maior interesse da população.

“O número de candidatos inscritos surpreendeu por suas características regionais, com destaque para a expressiva presença dos estudantes de São Gabriel da Cachoeira e pelos interesses que os candidatos demonstraram nos cursos oferecidos pela Unicamp”, destaca o coordenador executivo da Comvest, José Alves de Freitas Neto.

A escolha dos locais das provas foi definida com base em experiências de outros vestibulares indígenas, como o da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), onde as provas já são aplicadas há 11 edições e o índice de abstenção atinge 40% em algumas cidades. Para participar da seleção, os indígenas precisam comprovar que pertencem a alguma etnia, apresentando declaração de três lideranças, do órgão regional da Fundação Nacional do Índio (Funai) e justificativa sobre o vínculo com a comunidade. Dos 823 estudantes que se candidataram para o vestibular, 610 tiveram a inscrições homologadas.

Para a recepção dos indígenas, está sendo preparada uma programação específica em fevereiro de 2019. Além de um tour para conhecimento da universidade, estão sendo preparadas atividades de adaptação e apresentação dos projetos de apoio à permanência. Segundo a Unicamp, os futuros universitários poderão se candidatar a bolsas de auxílio social para trabalharem em projetos interdisciplinares, bolsas alimentação e auxílio-moradia.

Programa Família Acolhedora atenderá 20 crianças do Distrito Federal

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Pautado pelo ECA e pelas diretrizes internacionais de reintegração Familiar de crianças e adolescentes, o programa será executado pelo Grupo Aconchego em parceria com o GDF

Previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o acolhimento familiar é uma das medidas de proteção previstas em caso de direitos violados ou ameaçados, tanto por ação ou omissão do Estado, dos pais ou responsáveis ou pela própria conduta. Diferente da adoção, possui caráter provisório e excepcional, devendo visar a reintegração familiar ou o encaminhamento para família substituta.

No entanto, apesar de ser internacionalmente reconhecido como a forma de acolhimento mais adequada, em contraponto aos modelos institucionais – uma vez que evita sequelas afetivas e comportamentais relacionadas a esses processos -, os serviços de acolhimento familiar ainda representam parte pequena da rede de acolhimento no Brasil. Segundo Censo do Sistema Único de Assistência Social, em 2016, apenas 167 das 2.998 unidades que promoviam o acolhimento o realizavam em modalidade familiar.

No DF, a realidade é ainda mais complexa: de acordo com dados de 2017 do Cadastro de Crianças Acolhidas, das 465 vagas da política de acolhimento para crianças e adolescente – com aproximadamente 52 crianças de zero a três anos de idade e 44 crianças entre quatro e seis anos – nenhuma oferta a modalidade familiar.

Nesse contexto desafiador, o programa Família Acolhedora, fruto de Termo de Apoio entre o Grupo Aconchego e o GDF, por meio da Secretaria de Estado do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos (Sedestmidh), surge como uma importante garantia do direito à convivência familiar e comunitária na primeira e na segunda infância. “Nosso objetivo é promover a guarda familiar temporária de 20 crianças, de zero a seis anos, que estão afastadas de suas famílias de origem, priorizando ações para construção de reintegração ao seu núcleo familiar”, explica a psicóloga e coordenadora do programa no Aconchego, Júlia Salvagni.

A meta principal é, portanto, evitar a institucionalização, proporcionando o acesso ao carinho e à atenção de uma família com disponibilidade afetiva. “Queremos diminuir, de forma gradativa, o tempo de afastamento familiar, e, consequentemente, mudar a situação e o perfil do acolhimento no DF”, ressalta a coordenadora.

Acolhimento não é adoção – Vale destacar que o programa não pode ser confundido com adoção e nem encarado como um “treinamento” para tal. Durante todo o período do acolhimento tanto a criança quanto a família selecionada precisam entender seus papeis.

Para isso, contarão com o acompanhamento dos profissionais e dos voluntários do Grupo Aconchego, também responsável pela seleção, pela capacitação e pelo cadastramento das famílias interessadas. “Na impossibilidade de preservação e a reconstrução do vínculo com a família de origem, encaminharemos à Vara da Infância e da Juventude sugestão de cadastramento da criança para adoção”, esclarece a psicóloga e presidente do Aconchego, Soraya Pereira.

Quem pode acolher – Para se cadastrar no programa, as famílias precisam atender ao seguintes pré-requisitos: o responsável ter mais de 25 anos, haver concordância de todos os membros do núcleo familiar; não estar cadastrado no Cadastro Nacional de Adoção; não possuir antecedentes criminais; ter condições de habitabilidade para receber a criança; e comprovação de renda.

Entretanto, além desses requisitos, as famílias passarão por um processo de capacitação e também por estudo psicossocial feito pelo Grupo Aconchego. Essas etapas irão avaliar as motivações, disposição, desejo e habilidades do núcleo familiar para acolher. As inscrições dos interessados devem ocorrer a partir de dezembro, em data a ser confirmada. Serão 60 vagas, para seleção final de 30 famílias.

Capacitação – Para a realização do Família Acolhedora, o Aconchego capacitará profissionais e voluntários que atuarão tanto no acompanhamento das crianças quanto das famílias. Todo o trabalho será pautado pelos princípios e orientações do ECA, das Orientações Técnicas de Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes, da Tipificação Nacional dos Serviços Sócio Assistenciais e das diretrizes internacionais de reintegração Familiar de crianças e adolescentes. “Além disso, nos referenciamos em estudos acadêmicos e em experiências bem-sucedidas do Família Acolhedora em outros estados”, finaliza a presidente do Aconchego.

Sobre o Grupo Aconchego – O Aconchego é uma entidade civil, sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 1997, que trabalha em prol da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento institucional.

Filiado à Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção – ANGAAD o aconchego é reconhecido como referência em Brasília e conta com grande projeção nacional na criação de tecnologias sociais com vistas à garantia do direito das crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária, por meio de ações de intervenção com potencial para a transformação social e cultural.

Processo de regularização do Condomínio Pôr do Sol chega a 100%

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Parcelamento, no setor Boa Vista, é o sexto condomínio a ser regularizado na Fazenda Paranoazinho

Há dez anos a Urbanizadora Paranoazinho (UP) se dedica para a regularização de todos os parcelamentos existentes na área da antiga Fazenda Paranoazinho. Agora chegou a vez dos moradores do condomínio Pôr do Sol, no setor Boa Vista, comemorarem a conquista da escritura de seus lotes. O condomínio é o sexto parcelamento a atingir 100% de regularização.

O parcelamento, que teve seu projeto urbanístico aprovado em maio de 2018, conta com 17 lotes e é um ótimo exemplo de trabalho bem-sucedido realizado pela empresa. “Apesar de pequeno, o Pôr do Sol tem um grande significado para os moradores e para a UP, pois é o sexto condomínio a ser regularizado na Fazenda Paranoazinho”, diz o diretor-presidente da UP, Ricardo Birmann.

Na visão do sindico do condomínio, Fernando Silva, a legalização dos lotes é uma forma de aumentar a segurança. “Estar com o imóvel escriturado dá uma tranquilidade muito grande em relação a segurança jurídica”, declara o síndico. A regularização só traz vantagens para toda a sociedade. É um passo que ajuda a solucionar deficiências urbanísticas, ambientais e de infraestrutura, além de produzir ganhos econômicos, sociais, de qualidade de vida e de cidadania. “Agora vamos esperar benefícios que virão com a regularização. Um pedido antigo dos moradores é uma melhor sinalização tanto na BR-020 entre o condomínio Morada dos Nobres e o nosso condomínio, como nas marginais de um lado e outro”, afirma.

Quando a subsíndica do condomínio, Valdeia de Oliveira, foi morar na região, seu lote não oferecia nenhuma garantia para que ela pudesse construir sua casa ali. “Comprei o direito de posse, mas não sabia a quem pertencia a terra, não tinha segurança alguma.” Com a regularização, Valdeia tem certeza que muitos benefícios e melhorias virão. “Fico bastante satisfeita por mim e pelos meus vizinhos. Nada paga a tranquilidade de chegar em casa e saber que ninguém poderá tirar nossas famílias dali, pois o lote não está mais em situação irregular”, reitera.

Os benefícios da regularização

Regularização significa valorização do patrimônio, preservação do meio ambiente e melhoria na qualidade de vida das pessoas. Porém, ainda existe resistência em muitos moradores e desconhecimento por parte de alguns. Uma das metas da UP é conscientizar que quanto mais cedo o morador iniciar a negociação, melhores serão as condições oferecidas. “O objetivo é recuperar a plena legalidade no uso do solo da Fazenda Paranoazinho e valorizar toda a região”, afirmou Ricardo Birmann. O diretor-presidente ressalta que regularizar vai além da escritura. “É valorização do patrimônio, responsabilidade com a cidade e com o meio ambiente. Fortalece todos os aspectos que fazem com que sejamos uma sociedade”, expôs.

Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 6 milhões neste sábado

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Valor acumulou do último concurso
O prêmio de hoje (1º) da Mega-Sena pode chegar a R$ 6 milhões a quem acertar as seis dezenas do concurso 2.102. O sorteio será às 20h, no Caminhão da Sorte, que está em Curitiba. Na poupança, o valor rende quase R$ 22,3 mil por mês.

O concurso 2.101, ocorrido na quarta-feira (28), não teve ganhador. As dezenas sorteadas foram  02, 08, 18, 37, 56 e 58. Neste mesmo concurso, 61 apostas acertaram a quina e receberam o prêmio de R$ 23.013,76 cada. Outras 3.852 apostas acertaram quatro números e levaram R$ 520,63 cada.

A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio e podem ser feitas em qualquer uma das mais de 13 mil casas lotéricas do Brasil. Também é possível jogar pelo computador, tablet ou smartphone.

Bolsonaro não repassará recursos de multas ambientais para ONGs

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O presidente eleito, Jair Bolsonaro, come cachorro-quente no Hot Dog do Senhor, em Resende, no sul fluminense (Foto Tomaz Silva/Agência Brasil)
Presidente eleito comeu cachorro quente em food truck em Resende

Por Leo Rodrigues

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), criticou nesta sexta (30) parte da comunidade de ambientalistas, acusando-a de achar que é dona do meio ambiente. Ele também afirmou que a decisão sobre quem será o futuro ministro do Meio Ambiente ainda não foi tomada e há “meia dúzia” de nomes sendo avaliados.
O presidente eleito disse que o futuro ministro terá de ser afinado com o Ministério da Agricultura e  estar disposto a enfrentar o que voltou a chamar de “indústria da multa” . “Quero preservar, mas não dessa forma que vêm fazendo nos últimos anos. Dessas multas no campo, 40% vai para ONG. Isso vai deixar de existir”.

As declarações foram concedidas em Resende (RJ) em um food truck de cachorro quente que Bolsonaro costuma visitar sempre que está na cidade.

Ele viajou ao município fluminense para acompanhar a formatura de aspirantes a oficial na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), cerimônia que acontece amanhã (1º). Bolsonaro se formou nesta instituição em 1977, há 41 anos.

“Lanche do Presidente”

Bolsonaro disse que nos últimos 25 anos esteve em Resende cerca de três vezes por ano. Segundo ele, é uma oportunidade não apenas para rever amigos e relembrar os tempos em que passou na Aman, mas também para comer um dos seus lanches prediletos. “É o melhor da região”, diz ele se referindo ao food truck Hot Dog do Senhor.

O dono é Giordani Costa Cardoso, 50 anos. Natural de São Paulo, ele chegou à Resende depois de viver em Queimados, município da Baixada Fluminense. “Cheguei aqui em 1994. Dormi no banco da praça. E instalei minha barraquinha”, lembra.

food truck amarelo que chama a atenção existe há apenas um ano. Antes, ele trabalhava com uma barraquinha de cachorro quente. O trabalho é feito em parceria com a esposa, Valquíria de Fátima Rodrigues, de 47 anos. Com formação em culinária no Senac, ela incrementou o sanduíche.

“Já tenho três vídeos com Bolsonaro e algumas fotos. Mas essa visita agora foi diferente. Estou trêmula até agora. Fiz o lanche para o presidente”, contou Valquíria.

Giordani conta que Bolsonaro o visita há cerca de 10 anos. “Ele chega de repente. Senta no banquinho, pede o pão com linguiça.”

Dessa vez, ele não queria cobrar, mas relata que Bolsonaro insistiu e pagou R$ 100 pela iguaria. “Eu soube em cima da hora. Quando foi 5 horas da tarde começou coronel, tenente, major e almirante me ligando. Quando eu cheguei aqui para abrir o food truck já tinha segurança”, diz Giordani

O dono do Hot Dog do Senhor afirma que fará mudanças no negócio. A começar pelo nome do Big Dogão, o lanche predileto de Bolsonaro. “O dele é o top de linha. É de 30 centímetros com linguiça pura de porco, queijo cheddar e catupiri da Polenguinho. Eu vou mudar de nome. Vai se chamar Lanche do Presidente.”

O visual do caminhão também deve ser remodelado.“Agora vou subir junto com ele. Tomara”.

CARROS DE APLICATIVO AGORA PODEM TER 8 ANOS DE USO

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Lei do Professor Israel aumenta idade máxima e beneficia mais de 6 mil motoristas

Os carros que rodam pelos aplicativos de transporte de passageiros como Uber, 99 e Cabify agora podem ter até 8 anos de uso. O aumento da idade dos veículos foi garantido por lei do deputado distrital Professor Israel Batista (PV), sancionada nesta quarta-feira (28) e já está em vigor.

A idade veicular estava limitada a 5 anos pela legislação que regulamentou o serviço em 2016. Caso não houvesse a alteração, mais de 6 mil carros seriam retirados das ruas. Os usuários seriam prejudicados, já que menos motoristas estariam disponíveis e o tempo de espera aumentaria cerca de 55%. Da mesma forma, os preços das viagens poderiam ser reajustados em 32% para melhor acomodar demanda e oferta do serviço.

José Pimentel, motorista de aplicativos, comemora a sanção da lei e conta que ficaria sem o sustento da família se a lei não fosse aprovada. “Meu carro tem 6 anos de uso. Se eu fosse proibido de rodar enfrentaria um caos financeiro. Teria que ir com a minha família para a casa dos meus pais e até devolver o carro para o banco. Mas agora vou poder continuar trabalhando. Essa lei me beneficia diretamente”, conta.

Professor Israel explica que, em tempos de crise, aumentar o tempo da idade do carro é entender que a população e os motoristas só têm a ganhar. “Não podemos diminuir a oferta de carros nas ruas. O usuário conta com esse serviço. Além dos milhares de desempregados”.

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 10 milhões na próxima terça-feira

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Os números sorteados foram 04 – 06 – 17 – 34 – 51 – 57

Os números sorteados foram: 04 – 06 – 17 – 34 – 51 – 57.Segundo informações da Caixa Econômica Federal, 77 apostas acertaram cinco dezenas e vão receber R$ 25.027,75, cada. Já a quadra saiu para 4.557 apostas, que vão ganhar R$ 604,13, cada.

A aposta mínima, com seis dezenas, custa R$ 3,50.

Os apostadores podem tentar a sorte até as 19h de terça-feira nas casas lotéricas ou pelo sistema online de loterias da Caixa.