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Chef do El Paso ministra workshops de gastronomia em espanhol

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Em parceria com o Instituto Cervantes, David Lechtig comanda quatro aulas no projeto Aprenda a Cozinhar em Espanhol

É fã de gastronomia? Já pensou aprender a cozinhar em outra língua? Agora é possível. O chef David Lechtig, dono do renomado restaurante mexicano El Paso, vai participar do Projeto Aprenda a Cozinhar em Espanhol, realizado pelo Instituto Cervantes.

“Nas aulas, ensinamos de uma forma simples e com muita simpatia o preparo de pratos típicos de países de língua espanhola. Sempre, é claro, com a participação dos alunos”, explica David.

A iniciativa já é uma tradição na escola. Serão quatro aulas, sendo a primeira no dia 19 de março, a partir das 19h, na qual será feita uma ponte entre o Peru e o México e os participantes aprenderão a preparar os tradicionais ceviche e mole poblano.

As outras ocorrem nos dias 07 de maio, 13 de agosto e 29 de outubro, sendo a última com a temática da Semana de Muertos, em homenagem ao tradicional Día de Muertos, comemorado no dia 02 de novembro.

Serão 26 vagas disponíveis para cada aula, e a dica do chef é correr para garantir a sua. “Sempre esgota muito rápido”, garante o peruano.

Se interessou? As inscrições para primeira aula começam no dia 12, terça-feira, e podem ser feitas na secretaria do Instituto Cervantes. Para quem garantir a vaga antecipadamente, o investimento será de R$60.

Vale lembrar que o curso é destinado apenas para maiores de idade. “Só aceitamos alunos a partir de 18 anos, já que as aulas são sempre brindadas com alguma bebida alcoólica típica”, justifica David. Aquí vamos!

Serviço

Aprenda a Cozinhar em Espanhol com o chef David Lechtig

Datas: 19/03, 07/05, 13/08 e 29/10

Local: Instituto Cervantes – Setor de Edifícios Públicos Sul 707/907 Bloco D – Asa Sul, Brasília

Horário: 19h

Inscrições: a partir do dia 12/03 na secretaria do Instituto Cervantes

Valores de inscrição para aula do dia 19/03: 

De 12 a 15/03: R$60

18 e 19/03: R$70

Pagamentos em cartão ou cheque

*valores sujeitos à alteração

Mais informações: 3242-0603

Feira de livros é prorrogada no Pátio Brasil

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Book Lovers Kids fica até o dia 14 de março na Praça Central e reúne mais de 3 mil livros infantis e infanto-juvenis a partir de R$ 5,00.

Uma ótima oportunidade para quem ainda não conseguiu conferir a feira de livro Book Lovers Kids: o evento foi prorrogado e fica na Praça Central do Pátio Brasil o dia 14 de março. São mais de 3 mil livros infantis e infanto-juvenis com preços acessíveis, custando a partir de R$ 5,00. A entrada é gratuita.

A feira já virou tradição no Pátio Brasil e reúne cerca de 20 mil visitantes por edição. As opções de títulos são as mais variadas com exemplares para todas as idades, além de clássicos da literatura brasileira para os pequenos.  A Book Lovers Kids tem o funcionamento no mesmo horário das lojas do shopping: das 10h às 22h. Então, não perca essa oportunidade e venha conferir!

Serviço

BOOK LOVERS KIDS NO PÁTIO BRASIL

Mais de 3 mil livros com preços acessíveis

Quando? Até 14 de março de 2019

Onde? Praça Central do Pátio Brasil

Que horas? das 10h às 22h.

Quanto? Entrada gratuita

Classificação indicativa: Livre

Informações: 61 2107-7400

Izalci apresenta projeto que prevê bolsas a universitários de instituições privadas

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Senador Izalci (Foto Waldemir Barreto/Agência Senado)

O senador Izalci (PSDB-DF) informou em Plenário que apresentou nesta segunda-feira (11) o Projeto de Lei (PL) 1.278/2019 que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para permitir a concessão de bolsas de estudo, integrais ou parciais, para estudantes de instituições privadas de ensino superior de comprovada qualidade.

Ele disse que o texto foi inspirado no Programa Bolsa Universitária, implementado no Distrito Federal, e diferentemente dos demais financiamentos, exigirá que o aluno retribua à sociedade por meio do trabalho como monitor nas redes públicas de ensino ou em órgãos públicos de outras áreas condizentes com sua formação acadêmica. Para ele, a iniciativa vai aprimorar a execução do Plano Nacional de Educação.

— Nada mais justo do que pegar esse aluno para que ele possa, em uma escola pública, dar uma contrapartida. É bom para ele, vai dar uma experiência a ele. É bom para o Estado, porque o Estado não tem como contratar milhões de professores para cobrir educação integral, porque nós temos uma meta a ser atingida. Nós já tínhamos que ter implantado educação integral em pelo menos 50% das escolas públicas. E não conseguimos ainda. E não vamos ter condição de contratar professor para atender tudo isso, mas temos condições, de um projeto como esse, de aproveitar milhões de alunos que estão estudando hoje por conta da sociedade — afirmou.

Izalci reconheceu a importância de programas de financiamentos já criados com o objetivo de melhorar os índices da educação superior e técnico, mas lamentou a falta de eficácia, diante dos números.

— É evidente que, por mais que nós tenhamos aqui nos esforçado no sentido de aprovar o ProUni [Programa Universidade para Todos], o Fies [Fundo de Financiamento Estudantil] e o Pronatec [Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego], nós ainda não conseguimos avançar nisso. Eu acompanhei aqui há alguns anos. Incrível como as boas ideias eram implementadas, mas por trás delas tinha outros objetivos. Basta ver o Mais Médicos, que é um projeto importantíssimo, mas que por trás havia outros interesses ideológicos.

ENTREVISTA | “Base está sendo construída”, diz deputado Major Vitor Hugo

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Líder do governo na Câmara, ele diz que resistência está sendo vencida

Por Heloisa Cristaldo

Em uma das funções mais complexas para um parlamentar de primeiro mandato, o deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO) assumiu a liderança do governo na Câmara com a missão de consolidar a base aliada para aprovar a reforma da Previdência, no primeiro semestre deste ano.
Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para o cargo em janeiro deste ano, Major Vitor Hugo disse que as resistências iniciais do Congresso têm sido superadas com articulações e conversas entre os partidos para sensibilização das pautas do governo federal.

Para ele, neste momento, o envolvimento do presidente é importante para aprovação das propostas do governo, porque ele tem “capital político”.

Nascido em Salvador e eleito pelo estado de Goiás com mais de 31 mil votos, o deputado é advogado, consultor legislativo da Câmara e Major do Exército na reserva não remunerada.

A seguir, os principais pontos da entrevista do parlamentar à Agência Brasil:

Qual o balanço desse primeiro mês de atividade como parlamentar e também na função de líder do governo na Câmara?

Existe essa ansiedade em torno do novo líder do governo na Câmara porque é um deputado de primeiro mandato, um militar da reserva e servidor da Casa que ascendeu a deputado federal. Então isso começou de uma maneira mais tensa, mas vem se distendendo com as reuniões e com a melhor organização do Palácio do Planalto. É um governo novo, oriundo de uma eleição que só havia dois partidos políticos apoiando o presidente, ou seja, não havia uma coalizão o apoiando e também não houve o loteamento de ministérios. A base não foi pré-construída, ela está sendo construída ao longo do tempo e agora com a chegada da Joice [Hasselman, deputada do PSL e líder do governo no Congresso] e do [líder do governo no Senado, Fernando] Bezerra, o foco da Casa Civil e da Secretaria de Governo, isso vai acontecer de forma natural.

Essa é a sua primeira legislatura como deputado federal e também na função de liderança. Quais têm sido os principais desafios?

O maior desafio é o aspecto de não existir uma base pré-formatada e isso está sendo superado com as aproximações sucessivas. Por exemplo, eu trouxe o Rogério Marinho [secretário Nacional de Previdência e Trabalho e ex-deputado] para conversar com as bancadas de alguns partidos e vamos retomar. Já falamos com PSD, PR, PSDB, PSL e também fiz aproximações com os líderes dos partidos. Participei de reunião do Colégio de Líderes, fui à casa do [presidente da Câmara] Rodrigo Maia [DEM-RJ], fiz algumas conversas com ele. Conversei também com Davi [Alcolumbre, presidente do Senado]. Antes era mais fácil porque havia uma base pré-formada.

Como tem sido a articulação entre os partidos com as outras bancadas na sensibilização das pautas prioritárias para o governo?

O envolvimento pessoal do presidente é importantíssimo, porque ele é que tem o capital político. Ele que fez 57 milhões de votos. Isso foi inclusive levantado na reunião de líderes: pediram que ele se envolvesse, tanto que ele veio pessoalmente entregar a [proposta] da reforma da Previdência. Então, já há um engajamento pessoal dele e isso vai aumentar agora exponencialmente com rede social, com ele mesmo defendendo os pontos da reforma porque isso dá também um guarda-chuva para que os parlamentares consigam argumentar na base. A gente vai fazer todo o esforço para envolvê-lo. A gente sabe que a agenda dele, lógico, é muito corrida, mas vamos aproximar as bancadas, os líderes cada vez mais [do presidente]. Não dá para fazer uma reunião semanal dos líderes com o presidente, mas uma vez a cada mês ou dois meses. De modo particular, nesse momento da reforma não acredito que fique difícil de fazer. E o próprio conhecimento dos parlamentares e dos líderes acerca do texto vai aumentar a partir de agora. Os líderes, a própria imprensa, os analistas estão se aprofundando no texto. Algumas ansiedades já foram detectadas como a BPC [Benefício de Prestação Continuada – pago a idosos e pessoas com deficiência], a questão da aposentadoria rural, mas isso vai ser tratado no processo de negociação.

A perspectiva é que a proposta da reforma da Previdência comece a tramitar na Câmara neste mês. A liderança do governo tem uma contabilidade de votos, trabalha com uma margem de apoio?

Existem estudos já publicados que apontam que os partidos de oposição vão ter algo entre 140, 150 deputados. Então, se a gente colocar 141 deputados – que o que o estudo apontava – restariam 372 deputados que poderiam potencialmente formar a base. Então, a gente quer chegar nesse número porque não pode chegar às vésperas da votação tendo uma margem apertada. São 308 votos [necessários para aprovação de Proposta de Emenda à Constituição, em dois turnos de votação]. É muito voto realmente. Nesse sentido, como ainda não instalou a CCJ [Comissão de Constituição e Justiça] e está longe de instalar a comissão especial, até chegar ao plenário a gente vai ter dois, três meses, pelo menos. A liderança do governo avalia ainda como prematuro fazer qualquer levantamento agora. Fazer um levantamento através dos líderes agora é criar uma expectativa imprecisa, porque não houve nem tempo para amadurecer um estudo em cima do texto. Então, esse número potencial de 372 [de deputados apoiando] também não quer dizer que deputados de oposição não venham votar [favoravelmente]. Pode ter certeza que mesmo os governadores dos estados do Nordeste, que são todos de partidos de oposição, estão com a ‘faca no pescoço’ com esse equilíbrio de contas. Talvez eles não tenham interesse político de verbalizar, mas em seu íntimo estão torcendo para que seja aprovada. Imagino que se houver alguma resistência, ela será quase que passiva, esperando que aprove porque vai melhorar, inclusive, para que os governadores aprovem suas contas.

O governo tem trabalhado com qual perspectiva de prazo para aprovação da reforma na Câmara?

Maio, junho, é uma boa. O importante para nós é que se resolva essa questão no primeiro semestre, início do segundo, para que haja um reflexo fiscal inclusive este ano, possibilite a retomada do crescimento e do emprego, que o dólar caia, que a bolsa suba, que os juros caiam. O que a gente quer é isso. Então, quanto antes o impacto acontecer, melhor.

Houve a sinalização do presidente Bolsonaro em diminuir a idade para mulheres se aposentarem. Outros pontos polêmicos são as mudanças no BPC e na aposentadoria rural. Alguns parlamentares dizem que é muito cedo para flexibilizar o texto; outros dizem que, sem retirar esses trechos, a proposta não prossegue na Câmara. Qual é a avaliação desses aspectos?

Eu entendi a manifestação do presidente como um convite ao diálogo. Isso quer dizer que ele mostrou que já há uma possibilidade de conversar. A meta do governo é ter uma economia para além de R$ 1 trilhão em 10 anos. O déficit do ano passado na casa dos R$ 266 bilhões, em todos os regimes, com a projeção deste ano chegar a quase R$ 300 bilhões. A gente tem que mudar isso. Nessa crescente e nesse grau de déficit a economia em dois, três anos vai quebrar. Não vamos ter dinheiro para pagar os servidores, as aposentadorias, para fazer investimentos em infraestrutura que a gente precisa, os juros vão subir, a confiança do mercado vai diminuir. Nós precisamos fazer algo e a sociedade já tem essa consciência. Estamos confiantes de que o governo vai defender a íntegra da proposta, mas lógico, com capacidade de negociação. Tem vários outros pontos que chamamos de espinha dorsal ou princípios gerais da proposta, que não foram atacados e isso mostra que a proposta é excelente.

Existe a previsão do governo em trabalhar a comunicação da proposta para segmentos específicos, como servidores públicos e militares? No Judiciário, por exemplo, onde estão parte dos maiores salários pagos pela União, há uma grande resistência em relação à proposta. Como o governo avalia esse cenário?

Os militares não estão entre os grandes salários. Houve uma mudança na estrutura remuneratória deles em 2001, que foi extremamente penosa para eles. O Ministério da Defesa fez cálculos em termos de quantos bilhões foram economizados de 2001 para cá só com aquela mudança em uma medida provisória que nunca foi apreciada pelo Parlamento. Então, os militares estão em um momento que era para ser recomposto o salário, mas, entendendo o momento do déficit previdenciário, vão contribuir de alguma medida também. Eu estive com o ministro da Defesa [general Fernando Azevedo e Silva], são cinco leis que vão ser alteradas pela proposta de reforma da Previdência – lei de remuneração dos militares, lei de pensão, estatuto dos militares, lei de serviço militar e a lei de promoção dos militares. Realmente tem que ser feito com muito cuidado. São instituições bicentenárias, carreiras que vêm evoluindo ao longo do tempo. Em relação ao Judiciário e ao Ministério Público, estão sendo feitas várias articulações. Já conversei com membros do Ministério Público do Distrito Federal, membros da Conamp [Associação Nacional dos Membros do Ministério Público] e também recebi analistas tributários, auditores fiscais. Tenho feito diversas conversas, inclusive para me colocar à disposição para receber suas ansiedades.

Quais são os temas prioritários para o governo nesta Legislatura? Como o presidente Jair Bolsonaro pensa em trabalhar esses temas dentro da Câmara dos Deputados?

A reforma da Previdência é a prioridade número zero do governo, porque a partir dela vai se abrir espaço para a gente trabalhar em todas as outras frentes. Mas tem ainda a reforma tributária. O presidente tem falado: ‘Menos Brasília e mais Brasil’. Ou seja, descentralizar os recursos para a ponta da linha, onde a população efetivamente vive – estados e municípios. Hoje, a situação é invertida, a União arrecada muito mais e fica com muito mais dinheiro do que estados e municípios. Temos que fazer uma reforma tributária, administrativa, talvez aprofundar uma reforma política – que já foi feita em 2015 e terá efeitos até 2030 – mas tem muita coisa que poderá melhorar no nosso ambiente político. Tem ainda outras pautas relevantes para desenvolvimento da infraestrutura, algum aprofundamento da reforma trabalhista, o pacote anticrime para tentar reverter essa questão de segurança pública, que é caótica. Em algum momento, ao longo dos quatro anos, vai acontecer a discussão em torno da posse/porte de armas. O Parlamento me parece muito coeso em torno das pautas econômicas e dividido em torno das pautas de costume, como Escola sem Partido e alguma coisa ligada ao desarmamento – como o aumento do acesso às armas. O governo não propõe o descontrole, mas a facilidade de acesso.

Como tem sido diálogo com os partidos de oposição, uma vez que a liderança de governo não deve ficar restrita à sua base?

Primeiro, tenho mantido uma postura equilibrada, vou ao plenário para participar das discussões, negociações das pautas mais importantes e mantenho lá no plenário conversa com as lideranças da oposição para diminuir, amenizar as obstruções e isso tem sido um jogo muito aberto. Não tenho tomado o púlpito para fazer críticas contumazes, duras ou passionais à oposição para que essa interlocução seja possível. Se o líder do governo se apaixona, na minha visão, pode dificultar essa interlocução. Eu já conversei com o [deputado] André Figueiredo, líder do PDT, que é um partido que tem se mostrado aberto ao diálogo. É bom que tenha o contraditório. Vou me aproximar dos líderes dos partidos que estão no outro espectro político, mas não fazia sentido eu começar por eles.

Presos esta manhã, acusados de matar Marielle prestam depoimento

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Policial reformado e ex-policial estão na Delegacia de Homicídios

Por Vitor Abdala

Os dois homens presos hoje (12) por suspeita de executar a vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes prestam depoimento neste momento na Delegacia de Homicídios da capital (DH). O PM aposentado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Queiroz foram presos na madrugada de hoje depois de terem sido denunciados à Justiça. Os 34 mandados de busca e apreensão nos endereços dos acusados estão sendo concluídos.
Ronnie Lessa foi apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como o autor dos 13 disparos que atingiram o carro onde estava a vereadora Marielle. Já Élcio Queiroz teria atuado como motorista do veículo onde estava Ronnie.

A execução ocorreu na noite de 14 de março de 2018, quando o carro onde estavam Marielle, Anderson e uma assessora da parlamentar, que sobreviveu ao atentado, parou em um sinal no cruzamento das ruas Joaquim Palhares, Estácio de Sá e João Paulo I.

Às 11h, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, o secretário da Polícia Civil, Marcus Vinícius Braga, e os delegados responsáveis pelo caso darão detalhes à imprensa, no Palácio Guanabara.

Perfil

Ronnie Lessa foi aposentado depois de um atentado a bomba contra ele, que resultou na amputação de uma de suas pernas e que teria sido provocado por uma briga entre facções criminosas.

Já Élcio Queiroz foi expulso da corporação. Ele chegou a ser preso em 2011 na Operação Guilhotina, da Polícia Federal, que apurou o envolvimento de policiais militares com traficantes de drogas e com grupos milicianos. Na época, Queiroz era lotado no Batalhão de Olaria (16º BPM).

Deputado Delmasso começa novas ações para modernizar Câmara Legislativa

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População poderá acompanhar o andamento dos projetos em tempo real
Uma das propostas do vice-presidente da Câmara Legislativa (CLDF), deputado Delmasso (PRB), é informatizar todo o processo legislativo, o que trará mais transparência e segurança para a população. Dentre as propostas estão: a modernização do sistema de votação eletrônica no Plenário e nas comissões, a implantação da rádio e TV Legislativa e o Câmara Sem Papel.
Segundo o coordenador geral da Coordenadoria de Modernização e Informática (CMI) da CLDF, Marcelo Herbert de Lima, o objetivo principal é trazer mais transparência para a população, que poderá acompanhar o andamento dos projetos de lei, das proposições e votações da Câmara Legislativa em tempo real. “O painel eletrônico vai agilizar todo o procedimento de votação no Plenário e nas comissões, com as tecnologias mais modernas”, disse.
Delmasso afirmou que o programa Câmara Sem Papel é uma forma de informatizar o sistema de produção e gestão de documentos. “Vamos transformar o papel em documento digital, que trará mais transparência para a população, de forma rápida e eficaz”, disse.
O início do cronograma de ações será em março de 2019, com previsão de 100% de conclusão até o final deste ano.

Jornada Ei! da Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores terá início no dia 18 de março

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A imersão terá início dia 18 de março, com duração de três meses, e proporcionará aos participantes a oportunidade de montar, atualizar e contribuir para a transformação dos seus negócios

A nova etapa da Jornada Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores começa dia 18 de março. A imersão tem como finalidade proporcionar um ambiente onde os participantes possam pensar e executar seu próprio negócio. A duração é de três meses e os encontros presenciais às segundas, terças e quintas-feiras, das 19h15 às 22h, no Espaço Ei! (SIG Quadra 2 Lote 340). Os interessados devem se inscrever na página ei.org.br.

Serão mais de 140 horas de atividades nas áreas de Tecnologia, Inovação, Sustentabilidade, Criatividade, Novos Comportamentos, Design, Ferramentas Ágeis, Marketing Digital, Gestão, entre outras. Todas, portanto, destinadas a quem pretende desenvolver habilidades, descobrir seu potencial para os negócios e empreender; e também para aqueles que já empreendem e precisam entender melhor como se manter atualizado.

A jornada conta com a participação de especialistas e profissionais do mercado, preparados para conectar o público presente com o que há de mais moderno no ecossistema empreendedor. Além da programação, a jornada disponibiliza, por meio do Espaço Ei!, laboratório maker para prototipar produtos, área de coworking, squads (espaço especial para criar soluções inovadoras em grupo) e desafios reais do mercado.

SERVIÇO:

O que: Jornada Ei!

Onde: Espaço Ei! (SIG Quadra 2 Lote 340).

Quando: a partir do dia 18 de março (duração de três meses)

Inscrições: ei.org.br

Sobre a Ei! – A Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores, da Fundação Assis Chateaubriand, é um ambiente de conexão, conhecimento e experiências inovadoras, que surgiu em agosto de 2017 para transformar empreendedores de dentro para fora. Nesta comunidade, acredita-se na força das conexões, no aprender fazendo, na criação coletiva, entre outros. Desde o ano passado, são realizados diversos eventos que reúnem pessoas que pensam diferente e acreditam no potencial inovador da cidade. A Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores está no Facebook, Instagram e Twitter, com o perfil @ComunidadeEi

Sessões ordinárias da Câmara Legislativa voltam ao plenário nesta terça

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As sessões ordinárias da Câmara Legislativa do DF, que desde o início do mês passado estavam sendo realizadas no auditório da Casa, voltam a ocorrer no plenário a partir desta terça-feira (12). Será a primeira vez, após a posse em 1º de janeiro passado, que os parlamentares integrantes da oitava legislatura se reunirão no espaço que passou por reformas. As sessões ordinárias, seguindo o Regimento Interno, têm início às 15h.

As obras consistiram, principalmente, na troca do carpete e na renovação das instalações elétricas. Sob o piso, foram afixados dutos e o cabeamento que permitirá a futura colocação de um painel eletrônico para registrar os votos dos deputados distritais, ainda sem previsão.

Além das sessões ordinárias, no plenário ocorrem comissões gerais e audiências públicas – eventos nos quais a população participa mais diretamente dos debates e não apenas assiste da galeria, batizada com o nome do ex-deputado distrital Jorge Cauhy. Também são realizadas sessões solenes – como a entrega de títulos de cidadania honorária – e outras solenidades comemorativas. O local abriga ainda reuniões de comissões de acordo com a relevância do assunto tratado e do número de participantes.

Nesse primeiro mês, sessões ordinárias e extraordinárias; comissões gerais e outros eventos foram realizados no auditório – que tem o nome de ex-senador Lindberg Aziz Cury e foi preparado para funcionar provisoriamente como plenário. Lá foi realizada, inclusive, durante o recesso parlamentar, a sessão extraordinária que aprovou duas proposições encaminhadas pelo Executivo no dia 24 de janeiro.

Novacap recupera guarda-rodas em várias vias do Plano Piloto

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Equipes têm realizado reparos e manutenção nos viadutos das Asas Sul e Norte. Trabalho é realizado aos sábados, dia com menor fluxo de veículos

A equipe da Divisão de Consertos e Reparos (Dicor/DE) da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) tem realizado, aos sábados, reparos e manutenção nos guarda-rodas dos viadutos das Asas Sul e Norte. Neste ano, já foram reparados sete guarda-rodas, por exemplo.

Ao todo foram recuperados 56 metros de guardas-rodas durante as operações do SOS DF. “É um trabalho de formiguinha, todos os sábados as equipes da Novacap realizam a manutenção em algum ponto do Distrito Federal”, destaca o presidente da Novacap, Daclimar Castro.

Para realizar os reparos, a via é interditada pelo Departamento de Trânsito (Detran-DF). “Por isso esse trabalho é realizado aos sábados, devido ao fluxo grande de carros nas vias do DF nos dias úteis”, explica Daclimar. “O fechamento da via é necessário, pois no processo de limpeza e na concretagem pode cair material e atingir algum veículo”.

Recuperação 

O processo de recuperação consiste na limpeza (retirada do concreto danificado do monumento), instalação das ferragens e a montagem da forma, concretagem e, por último, a pintura após a secagem do concreto.

Já passaram por reparos em 2019 os guardas-rodas na L2 Norte (em frente ao DNIT), na via de ligação da L2 Sul com o Setor de Autarquias, e três guarda-rodas em pontos diversos nas Asas Sul e Norte.

*Com informações da Novacap

GDF intensifica ações de combate à dengue

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Índice de infestação predial sinaliza situação controlada, mas campanha de conscientização não pode parar

Por Emanuelle Coelho

Com o período chuvoso e a possibilidade do aumento da incidência do mosquito Aedes aegypti, o Governo do Distrito Federal está intensificando as ações preventivas de combate à dengue. Entre os meses de janeiro e fevereiro, 185.913 imóveis foram inspecionados. Os trabalhos envolvem 360 agentes, além do reforço diário de 40 militares do Corpo de Bombeiros durante a semana e 400 nos fins de semana.

Já houve inspeções e tratamento em 85% das escolas públicas, além de um redirecionamento das ações com o reforço de 150 servidores de outros núcleos regionais em São Sebastião, Paranoá e Itapoã. As equipes também fazem o monitoramento populacional do mosquito da dengue por armadilhas de oviposição (controle dos ovos do inseto) no Recanto das Emas, no Gama e na Estrutural.

Nas regiões consideradas mais críticas, são ampliadas as visitas domiciliares e as revisitas a imóveis fechados. Outro recurso adicional é o uso do fumacê – equipamento móvel que percorre a região com um pulverizador de inseticida.

185.913número de domicílios vistoriados entre janeiro e fevereiro deste ano

Sensibilização

Dados da Diretoria de Vigilância Ambiental/DIVAL confirmam que o atual Índice de Infestação Predial (IIP) do Aedes aegypti no Distrito Federal é de 0.83, número considerado satisfatório. Independentemente dos números, as ações do GDF nesse setor – o que inclui campanhas de conscientização da população – estão sendo intensificadas.

“O que precisamos agora é sensibilizar as pessoas sobre a importância de receber os agentes”, destaca a subsecretária de Vigilância à Saúde, Elaine Morela.  “Estamos identificando onde estão os casos para agirmos.”

A intenção do governo é trabalhar na prevenção – meta que já se desdobrou, nos dois primeiros meses deste ano, em 9.364 ações educativas, como palestras e distribuição de material informativo.

Prevenção

“Nossa meta é aumentar as ações preventivas para termos menos preocupações nos anos seguintes”, reforça a subsecretária de políticas públicas da Casa Civil, Meire Mota. Ela lembra da necessidade do envolvimento da população no combate ao mosquito, inspecionando suas casas/comércios/empresas e locais de trabalho.

Os dados mais recentes sobre ações de combate e conscientização conta a dengue foram divulgados nesta segunda-feira, 11, durante reunião entre equipes e órgãos envolvidos no trabalho de combate à dengue no DF, como Emater-DF, Casa Civil, Secretaria de Educação, Casa Civil, Caesb, Agefis, Secretaria das Cidades, Vigilância Ambiental, Novacap, SLU, DER, Corpo de Bombeiros e administrações regionais.

(Com informações da Agência Brasília)