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GDF e Terracap lançam Programa Igreja Legal

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A solenidade de assinatura será realizada às 10h, no salão branco do Palácio do Buriti, e será aberta ao público

Amanhã (28) será assinado o decreto que institui percentual mínimo de lotes destinados a entidades religiosas e de assistência social em novos parcelamentos urbanos no Distrito Federal. A medida faz parte do Programa Igreja Legal, que inclui uma série de iniciativas para facilitar a regularização fundiária de entidades que ocupam terrenos da Terracap, incluindo a possibilidade de concessão de uso com pagamento em moeda social e a utilização de carta de crédito na venda direta dos imóveis.

A solenidade de assinatura será realizada às 10h, no salão branco do Palácio do Buriti, e será aberta ao público. Na prática, o decreto prevê que novos bairros criados pela Terracap ou pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab) tenham áreas destinadas a entidades religiosas de quaisquer cultos e a entidades assistenciais, abrangendo todas as religiões sem distinção.

Os lotes serão ofertados em licitação pública, sendo que a comercialização e a concorrência serão exclusivas para essas entidades, em razão do tipo de atividade a ser permitida. Vale lembrar que o preço de venda, nestes casos, é menor do que para um lote com destinação comercial.

Há, ainda, a possibilidade de regularização das igrejas já edificadas em áreas públicas, por meio do pagamento mensal de 0,3% da concessão de direito real de uso (CDRU). A Lei Complementar 806, de 12 de junho de 2009, lista 1,2 mil terrenos ocupados até o final de 2006, que são regularizáveis. O número, no entanto, pode dobrar, considerando as instituições que se enquadram na mesma lei, mas que ainda não foram identificadas.

Desde que a legislação entrou em vigor, no entanto, somente 350 instituições solicitaram à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) a compra do imóvel ou a CDRU. Outra forma de regularizar o imóvel é mediante o pagamento em moeda social.

Neste caso, a concessão é feita pela Terracap de forma gratuita, desde que a entidade religiosa ou de assistência social execute programas de atendimento gratuito e planejado à criança, ao adolescente, ao idoso, à pessoa com deficiência, ao dependente químico ou a aqueles que, comprovadamente, vivam em situações de risco.

Para serem contempladas com a concessão sem ônus, as igrejas precisam aprovar, junto à secretaria de estado competente, o plano de ação que indique a atividade social realizada no terreno ocupado. Somente após esta medida, a Terracap irá celebrar a escritura gratuita, válida por 30 anos, podendo ser renovada por igual período.

Em maio deste ano, a Terracap homologou a primeira CDRU concedida nesses termos ao Lar dos Velhinhos Bezerra de Menezes, localizado em Sobradinho. Lá, são atendidos 70 idosos em situação de vulnerabilidade social.

Estima-se que há, no DF, 21 mil crianças fora da creche, e este é um dos serviços que podem ser ofertados pelas entidades. Segundo o diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap, Leonardo Mundim, a CDRU gratuita possibilitará a redução desse déficit.

“Trata-se de um benefício social imenso, determinado pela atual gestão governamental, uma vez que essas entidades serão parceiras do GDF no cumprimento de uma função social”, explica.

E não para por aí. O pacote Igreja Legal também passa a permitir o uso de carta de crédito da Terracap na venda direta no âmbito da LC 806. Para tanto, será disponibilizada uma lista de pessoas físicas e jurídicas que têm carta de crédito junto à Agência, para que as entidades possam comprar o documento e utilizá-lo para adquirir ou imóvel ou abater parte de seu valor.

Ainda será publicada uma cartilha virtual no site da Terracap (www.terracap.df.gov.br) –  com possibilidade de download e compartilhamento – na qual é possível encontrar, entre outras, informações sobre a Lei Complementar 806 e o passo a passo de como solicitar a regularização junto à Seduh.

* Com informações da Terracap

NaMoral chega ao CELAN

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O projeto de iniciativa do MPDFT promoverá ações para estimular a cultura da ética dentro e fora do ambiente escolar e premiará o vencedor com R$ 15 mil.

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) lançará, nesta quinta-feira (29), às 9h, o projeto NaMoral, no Centro de Ensino Fundamental 01 do Lago Norte (CELAN). A iniciativa promoverá, ao longo do semestre, ações entre estudantes, integrantes da instituição e outros especialistas sobre assuntos como cidadania, ética e integridade.

“Estamos numa área nobre do Distrito Federal, mas os nossos estudantes são de comunidades de baixa renda como Varjão, Paranoá, Paranoá Parque e Itapoã, e estão em situação de vulnerabilidade. É imensurável receber o NaMoral. Serão essenciais esses debates, essas rodas de conversa na vida deles como estudantes e como cidadãos”, explica a diretora do CELAN, Ana Paula Viégas de Oliveira.

O lançamento contará com atividades culturais – algumas preparadas pelos adolescentes da unidade de ensino. Na sequência, os coordenadores do projeto apresentarão os detalhes da iniciativa e já lançarão a primeira missão. Isso porque o NaMoral é uma espécie de “game”, no qual as instituições de ensino participantes devem cumprir sete metas até dezembro e, com isso, criar ecossistemas de integridade onde estudam.

O trabalho que apresentar melhor resultado receberá como premiação R$ 15 mil, que são oriundos de multas de condenação por atos de corrupção. Os professores envolvidos nas atividades receberão bolsas de pós-graduação.

Serviço:

O quê? Lançamento do Projeto NaMoral

Quando? 29/08 (quinta-feira)

Que horas? 9h

Onde? CELAN – Centro de Ensino Fundamental 01 Lago Norte – Área Especial 04/06 do Lago Norte

Quem vai estar? Estudantes, gestores e corpo docente do Celan, integrantes do MPFDT, integrantes da Coordenação Regional de Ensino do Plano Piloto da Secretaria de Educação do Distrito Federal

Quer saber mais? Daiane Garcez – 9.8383-4859 (Assessora da Coordenação Regional de Ensino do Plano Piloto)

Itamaraty: países ricos descumprem acordos para proteção ambiental

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MRE pede mais compromisso dos países com mecanismos já vigentes

Por Alex Rodrigues

Em nota divulgada na noite dessa segunda-feira (26), o Ministério das Relações Exteriores diz que países ricos descumpriram acordos que estabeleceram mecanismos de financiamento às atividades desenvolvidas pelos países em desenvolvimento a fim de reduzir o desmatamento e reflorestar áreas degradadas.

O comunicado é uma reação do governo brasileiro ao recente anúncio de que países que integram o chamado Grupo dos 7 (ou G7, que reúne as sete nações mais industrializados do mundo, composto por: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) colocariam à disposição do governo brasileiro US$ 20 milhões para apoiar atividades de reflorestamento na Floresta Amazônica.

A eventual liberação dos recursos vindos das maiores potências econômicas sem a prévia discussão com oito dos países amazônicos (Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, que dividem a cobertura florestal com a Guiana Francesa, um território ultramarino francês) foi tema das conversações dos líderes do G7 durante a 45ª conferência de cúpula, que terminou ontem, na França. Paralelamente, o presidente da Colômbia, Iván Duque, anunciou a intenção de apresentar à Organização das Nações Unidas (ONU) uma proposta de pacto regional de conservação do bioma.

Na nota divulgada ontem, o Itamaraty afirma acompanhar as notícias veiculadas a respeito de um suposto lançamento de novas iniciativas relacionadas à Amazônia para, em seguida, fazer objeção à novas medidas sem que, antes, se cumpra as já pactuadas.

“O Governo brasileiro recorda àqueles que estão aventando a possibilidade de lançar tais iniciativas o fato de que já existem vários instrumentos, no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, para financiar atividades de redução do desmatamento e de reflorestamento”, destaca o ministério, referindo-se aos compromissos assumidos pelos 179 países que participaram da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio 92), realizada no Rio de Janeiro, em 1992.

Com status de tratado internacional, a convenção visa a estabilização das concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera em níveis capazes de reduzir o impacto da interferência humana no sistema climático. Em um primeiro momento, não foram fixados limites máximos para as emissões destes gases, mas treze anos depois, a Conferência das Partes (COP-21), realizada em Paris, deu lugar à assinatura do chamado Acordo de Paris. Pelo acordo, os 195 países signatários se comprometem a adotar medidas para manter o aquecimento global “muito abaixo de 2ºC”, tentando limitar o aumento da temperatura a 1,5 ° C acima dos níveis pré-industriais. Além disso, os países desenvolvidos deveriam investir US$ 100 bilhões de dólares por ano em medidas de combate à mudança do clima e adaptação em países em desenvolvimento.

De acordo com o Itamaraty, o compromisso firmado em 2015 não está sendo cumprido “nem remotamente”. O ministério assegura que, embora o Brasil já tenha reconhecidamente reduzido em cerca de 6 bilhões de toneladas a emissão de gases de efeito estufa provenientes do desmatamento e da degradação florestal, continua aguardando que os países desenvolvidos lhe paguem estimados US$ 30 bilhões a título de incentivo financeiro para que contenha o desmatamento florestal.

O Itamaraty também sustenta que, enquanto o setor privado brasileiro investiu recursos financeiros em projetos ambientais com potencial de reduzir em 400 milhões de toneladas a emissão de CO2, “países europeus têm se recusado a comprar a maioria dos créditos aos quais o Brasil faria jus, comprometendo projetos ambientais relevantes no país”. O ministério ainda afirma que negociações estabelecidas durante a COP-21 para criar um novo Mecanismo de Desenvolvimento Sustentável continham propostas que, na prática, inviabilizariam o funcionamento do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e do Mecanismo de Desenvolvimento Sustentável proposto pelo Brasil.

A nota cita a França, país do qual o Itamaraty diz esperar engajamento e clareza quanto aos objetivos já estabelecidos. “Espera-se da França – e de outros países que porventura apoiem suas ideias – que se engajem com seriedade nessas discussões no âmbito da UNFCCC [Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima], em vez de lançar iniciativas redundantes, com montantes que ficam muito aquém dos seus compromissos internacionais, e com insinuações ambíguas quanto ao princípio da soberania nacional.”

O Itamaraty conclui a nota afirmando que o Brasil está pronto para avançar “soberanamente, em consonância com os instrumentos internacionais de que somos parte e nossa própria política ambiental, na implementação de ações concretas de combate ao desmatamento e à degradação de florestas, particularmente na Amazônia”.

Alimentação equilibrada é determinante para o processo de cicatrização de feridas

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Manter uma dieta rica em proteínas e nutrientes possibilita que o paciente acelere o processo de recuperação tecidual

O ditado “você é o que você come” não se aplica apenas aos hambúrgueres do final de semana que aparecem, depois de algum tempo, como alguns quilos extras na balança. Na verdade, essa frase consegue envolver outras questões que ocorrem no nosso organismo quando ingerimos determinados alimentos e que, por vezes, o malefício não é notado imediatamente. Quando falamos, por exemplo, sobre cicatrização de feridas, a alimentação é um dos principais pilares para uma recuperação efetiva.

O equilíbrio alimentar é determinante para uma vida saudável. Quando uma pessoa se lesiona, o cérebro reage enviando uma série de sinais para fechar a abertura cutânea. A comida entra no meio do processo para servir como alicerce para reestruturação do tecido atingido. Entretanto, quando há um déficit nutricional ou um consumo exagerado de alimentos gordurosos, a pele pode sofrer com os reflexos da má alimentação.

“Pacientes em baixo peso, desnutrição ou obesidade apresentam dificuldades em cicatrizar lesões por não ter nutrientes suficientes para a demanda. A má alimentação afeta, principalmente, a ingestão dos micronutrientes, ou seja, vitaminas e minerais que podem ser encontrados em vegetais e frutas”, explica Lorraine Ramos, enfermeira do Cenfe, primeiro centro especializado em tratamento de feridas no DF.

A enfermeira aconselha que os pacientes que estejam passando por um processo de cicatrização consumam alimentos que tenham, principalmente, ferro ômega 3, vitamina K e E. Boas fontes de proteína como sardinha, salmão, atum, morango, açaí, brócolis, espinafre e beterraba também são indicados para auxiliar durante esse período.

“Durante o tratamento da ferida, é aconselhável evitar produtos alimentícios industrializados. Recomendamos também passar longe dos embutidos, enlatados e fast foods devido ao alto teor de corantes, conservantes, acidulantes e outros compostos que não são reconhecidos pelo organismo como alimento”, complementa.

Ramos esclarece ainda que a ingestão desses alimentos aumenta a demanda de órgãos como fígado, pâncreas e intestino, que, consequentemente, precisarão de mais tempo para digerir a comida. “Isso piora as taxas de glicemia, triglicerídeos e ácido úrico, o que prejudica todo o funcionamento do organismo”.

Dica – No mercado, há suplementos alimentares que unem proteínas de boa fonte e nutrientes. Integrar esses complementos no dia a dia auxilia o sistema imunológico no que diz respeito a sua manutenção e bom funcionamento, o que é determinante para a aceleração do processo de cicatrização.

“O paciente deve estar sempre hidratado também. A água é fundamental para a formação de novos tecidos. Além disso, bons hábitos no cotidiano são determinantes para o período de reparação tecidual. Aconselhamos que a pessoa tenha sempre uma noite regular de sono e, complementar a isso, deve-se praticar atividades físicas frequentemente”, pontua.

Sobre o Cenfe – O Cenfe é o primeiro centro de tratamento de pessoas lesionadas por feridas crônicas ou agudas, com regime tanto ambulatorial quanto domiciliar. O serviço é oferecido por uma equipe qualificada e multidisciplinar, formada por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas e nutricionistas. O corpo clínico tem como responsável técnico o Dr. Igor Nunes e Souza, que é cirurgião geral e vascular, formado pela Universidade de Brasília (UnB) e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, e a enfermeira dermatologista Larissa Pignata, responsável técnica da clínica.

O Cenfe conta, ainda, com a parceria da HomeLar, que compreende os serviços de Internação Domiciliar e Atendimento Domiciliar. Este tipo de Internação Domiciliar oferece atendimento a pacientes com quadro clínico estável, que não necessitam de toda estrutura hospitalar, podendo os cuidados serem realizados em casa. Já o atendimento domiciliar contempla a assistência em diferentes complexidades. Outros serviços oferecidos pelo Cenfe são: curativo por pressão negativa, cateter central de inserção periférica (PICC), acesso venoso central guiado por ultrassom, exame diagnóstico em casa para avaliação de TVP (trombose venosa profunda).

Jazz, voz e violão são atrações na programação cultural do Nikkei Brasília

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O projeto Nikkei in Concert ocorre às quartas e quintas-feiras, a partir das 20h

Kajsa Beijer

Para fechar a agenda cultural do mês de agosto, em que foi celebrado o Dia dos Pais, o restaurante Nikkei Brasília, localizado na orla da Ponte JK, recebe na quarta-feira (28) a dupla Gregoree Júnior &  Kajsar Beijar, com solos incríveis e muito jazz. Já na quinta-feira (29), a agitação fica por conta de Elton Marques, em um show com violão, elementos percussivos e recursos de loops, que grava em tempo real linhas melódicas e rítmicas criando uma banda de um homem só, além de seu poderoso vocal.

No projeto Nikkei in Concert, as apresentações são realizadas a partir das 20h, até às 23h, com 30 minutos de intervalo, e a casa cobra couvert no valor de R$12 (por pessoa) com classificação indicativa livre.

Confira o calendário de apresentações:

Quarta-Feira

28/08 – Gregoree & Kajsa Beijer

Quinta-Feira

29/08 – Elton Marques

Serviço:

Endereço: St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 2 – Orla da Ponte JK

Telefone: 2099-2461

Horário de funcionamento: segunda, de 19h à 0h; terça, de 12h às 15h e de 19h às 0h; quarta, de 12h às 15h e de 19h às 0h; quinta, de 12h às 15h e de 19h às 0h; sexta, de 12 às 15 e de 19h à 01h; Sábado de 12 à 1h; Domingo de 12 à 0h

Formas de Pagamento: dinheiro e cartão (qualquer bandeira) / não aceita tickets de alimentação

Wi-fi

Fraldário nos banheiros masculino e feminino

Manobristas

Advocacia-Geral obtém liminar para suspender pagamento indevido a ex-militar

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A Advocacia-Geral da União (AGU) obteve liminar para suspender o pagamento indevido a um ex-militar reformado por invalidez.

O ex-militar temporário começou a receber o benefício em 2009 após uma decisão judicial transitada em julgada reconhecer sua completa e permanente incapacidade de continuar realizando qualquer tipo de trabalho e de prover, assim, seus próprios meios de subsistência.

Mas a AGU, por meio da Procuradoria Regional da União da 5ª Região (PRU5), pediu na Justiça a revisão da sentença que concedeu o benefício. Com o auxílio de informações do Exército, Advocacia-Geral demonstrou que desde o ano 2000 o ex-militar permanecia trabalhando como carteiro na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e que o teste admissional da empresa havia atestado a aptidão dele para o trabalho.

Com auxílio de informações do Exército, a Advocacia-Geral demonstrou que antes mesmo de começar a receber de fato o benefício, o ex-militar já estava em “perfeito exercício laboral” e trabalhando como carteiro na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Segundo a AGU, o próprio teste admissional dos Correios havia atestado, no ano 2000, sua aptidão para o exercício da função.

Dessa forma, argumentou a unidade da AGU, se a suposta invalidez que motivou a reforma não mais existia, a decisão judicial que a reconheceu deveria ser revista. A AGU também pediu para que, ao final do julgamento do processo, o reformado devolva à União R$ 260 mil recebidos indevidamente no período.

A 12ª Vara Federal de Pernambuco acolheu o pedido da procuradoria e concedeu liminar suspendendo o pagamento. “A decisão tutela o patrimônio brasileiro, evitando o enriquecimento ilícito por parte de um particular que receberia remuneração mensal à título de reforma por uma vida inteira e, talvez, esse benefício pudesse até mesmo ser estendido às suas filhas e esposas”, avalia o coordenador de Assuntos dos Servidores Públicos da PRU5, o advogado da União Roberto Adrião.

Referência: Processo nº 0814220-56.2019.4.05.8300/PE.

Bolsonaro se reúne com governadores da Amazônia Legal

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Por Andreia Verdélio

O presidente Jair Bolsonaro reúne hoje (27), no Palácio do Planalto, os governadores dos estados que compõem a Amazônia Legal para discutir o combate às queimadas na região. Na última sexta-feira (23), o governo autorizou uma operação de Garantia de Lei e Ordem (GLO), que ganhou o nome de GLO Ambiental, e ontem (27) liberou R$ 38 milhões do orçamento do Ministério da Defesa, que estavam contingenciados, para as ações.
Todos os nove estados da Amazônia Legal – Acre, Rondônia, Roraima, Amazonas, Mato Grosso, Amapá, Pará, Maranhão e Tocantins – solicitaram adesão ao decreto da GLO e a ajuda das Forças Armadas para o combate ao fogo. A Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal apuram se houve ação criminosa nos incêndios que se intensificaram no início deste mês.

A reunião está marcada para as 10h. Participam os ministros da Defesa, Fernando Azevedo; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo; do Meio Ambiente, Ricardo Salles; da Casa Civil, Onyx Lorenzoni; da Secretaria de Gocerno, Luiz Eduardo Ramos; da Secretaria-Geral, Jorge Antônio de Oliveira; e do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno.

Ajuda internacional

Ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã desta terça-feira (27), Bolsonaro foi questionado sobre a ajuda de US$ 20 milhões (cerca de R$ 83 milhões) anunciada pelo G7 (grupo das maiores economias do mundo, que se reuniu nesse fim-de-semana e discutiu o tema) para ações na Amazônia e disse que só conversará sobre o assunto se o presidente da França, Emmanuel Macron, retirar os “insultos” que fez a ele.

“Primeiramente, o senhor Macron deve retirar os insultos que ele fez à minha pessoa. Primeiro me chamou de mentiroso e depois, as informações que eu tive, de que a nossa soberania está aberta na Amazônia. Então para conversar ou aceitar qualquer coisa da França, que seja das melhores intenções possíveis, ele vai ter que retirar essas palavras e daí a gente pode conversar”, disse.

Atual presidente do G7, Macron declarou os incêndios na Amazônia uma emergência global e disse que pode não ratificar o acordo de livre-comércio entre Mercosul e União Europeia devido às “mentiras” do presidente Bolsonaro quanto ao seu real comprometimento contra as mudanças climáticas e à preservação ambiental. O presidente francês também levantou a possibilidade de um status internacional para a Amazônia.

Ontem (27), o Palácio do Planalto indicou que pode rejeitar os recursos. Já o ministro Ricardo Salles afirmou que a ajuda é bem-vinda. O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, informou que o tema se encontra sob análise do Ministério das Relações Exteriores.

Primeira-dama do DF apoia evento beneficente da AMA Brasília

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Mayara é presidente de honra da AMA Brasília desde março | Foto: Renato Araújo / Agência Brasília

Desfile de moda marca o engajamento de Mayara Noronha, presidente de honra do grupo feminino, em questões cruciais do Distrito Federal

Por Emanuelle Coelho

Como patronesse de honra, a primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha, participou do “Moda como Expressão de Cultura, ontem, hoje e amanhã”. O evento, realizado na tarde desta segunda-feira (26/8), foi idealizado pelo grupo Aliança das Mulheres que Amam Brasília (AMA Brasília), presidido pela pioneira Cosete Ramos Gebrim, que comemorou seu aniversário na ocasião.

O evento beneficente foi realizado em uma casa de festa no Setor de Clubes Sul, e contou com a presença da esposa do vice-governador do DF, Ana Paula Hoff.

Na programação, talk show com a influenciadora digital Denise Gebrim, além de desfile de moda das estilistas Desirée e Claudia Galdino. Também foram entregues prêmios para vestidos produzidos por jovens talentos da Faculdade de Moda Fashion Campus – uma das agraciadas foi Betina Gunther, de 12 anos, que criou, costurou e desfilou com sua própria criação. Também teve sorteio de brindes e o lançamento do Robô Glória no Brasil, um projeto de inteligência artificial concebido para combater a violência contra mulheres.

Quando estamos felizes e de bem com a vida tirarmos do guarda-roupa nossa melhor roupaMayara Noronha, primeira-dama do DF

O desfile de moda das estilistas Desirée e Claudia Galdina mostrou réplicas de peças históricas de designers internacionais e brasileiros, como Clodovil e Dener Pamplona, além de releituras feitas por alunos daquela faculdade de moda. As profissionais, juntamente com a estilista Mábel de Bonis, doaram 30 vestidos para serem leiloados. A renda do leilão será revertida para instituições de caridade do Distrito Federal.

Mayara destacou que a sua participação demonstra apoio do GDF ao evento. Ela também ressaltou que a moda vai além das vestimentas, uma vez que define a forma como as pessoas se apresentam ao mundo, além de que marca os costumes de uma época.

“A Bíblia menciona que, quando queriam expressar o que estava dentro do seu íntimo, as pessoas vestiam a sua melhor roupa para demonstrar felicidade. E, quando estavam tristes, rasgavam as roupas e andavam no meio da rua para demonstrar tristeza. E assim somos nós nos dias de hoje. Quando estamos felizes e de bem com a vida tirarmos do guarda-roupa nossa melhor roupa”, frisou a primeira-dama, presidente de honra do AMA Brasília.

Ela explicou ainda que estava vestida, propositalmente, com muito brilho e cores – a primeira-dama trajava um vestido branco de tecido brilhoso e um casaco multicolorido. “Essas são as cores de transição da primavera, que veio para deixar para trás a paisagem fria e trazer o calor e as cores quentes da nova estação”, acrescentou. O look de Mayara foi assinado pela estilista Cláudia Galdina.

Aliança

O grupo AMA Brasília foi criado em junho de 2017 e congrega lideranças femininas em prol da capital federal, promovendo ações beneficentes. Em 18 meses de criação, a aliança reúne hoje quase 200 mulheres.

Para fazer parte da AMA Brasília é necessária a indicação de uma madrinha, ou seja, alguma embaixatriz que já faça parte do grupo. O requisito básico para integrar a aliança é ter uma história ou atuação relevante para a construção da cidade em sua área de atuação.

Morre, aos 86 anos, dona Maria Ferreira, mãe do senador Izalci Lucas

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Morreu na manhã desta terça-feira, dona Maria Ferreira, aos 86 anos, mãe do senador Izalci Lucas. O comunicado foi feito próprio parlamentar através de suas redes sociais. Ela tinha Alzheimer e teve um AVC. Dona Maria estava há mais de uma semana internada no hospital Sírio Libanês. Veja o comunicado:

Caros amigos e amigas,

É com muita dor que comunico a todos o falecimento de minha amada mãe, Maria Ferreira de Melo, em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Dona Maria, como todos a conheciam, foi uma guerreira que deixou sua pequena Araújos, MG juntamente com meu pai, Antônio Ferreira Neto (falecido em 2004) e os sete filhos em busca de uma vida melhor para todos na capital da esperança.

Chegamos aqui em 31 de janeiro de 1970 e fomos morar no Guará. Na cidade que nos acolheu, minha mãe trabalhou como merendeira no Ginásio do Guará, fez amigos e nos criou com carinho e muito amor. Nós, os filhos e filhas só temos a agradecer-lhe pela educação que nos deu e, sobretudo, pela dedicação e presença constante em nossas vidas.

O velório será realizado às 14h, missa de corpo presente às 15h e o sepultamento às 17:00 no Templo Ecumênico 02, em frente a capela 10, no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul.

IZALCI LUCAS

Inscrições abertas para oficinas de produção de livros artesanais

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Com recursos do FAC, iniciativa vai publicar gratuitamente trabalhos de poetas da cidade. 20% das vagas são reservadas a pessoas com deficiência.

Um livro produzido com o autor e não apenas para o autor. Com uma proposta diferente, o projeto “Do poema ao livro”, promovido pelo Coletivo/Editora AVÁ, vai selecionar 30 artistas do Distrito Federal para construírem suas próprias obras artesanalmente. A ação é voltada a poetas que moram nas periferias da Capital e não possuem publicações no mercado. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pela internet, de 1º de setembro a 13 de outubro.

De acordo com a idealizadora do projeto, Natália Cristina Ancieto, o objetivo é ampliar o acesso à literatura, ao mesmo tempo em que é dada uma oportunidade para os autores se apropriarem da cadeia produtiva do livro. “A ideia é ser uma grande incubadora de novos poetas editores. Se existe uma lacuna no que se refere a cursos para a produção de livros autorais/artesanais, em especial de obras literárias poéticas, na periferia, ela é maior. Os artistas não têm condições financeiras para se publicarem. É caro e é ainda um processo muito velado, de difícil acesso”, pondera a editora.

Ao longo de quatro meses, serão oferecidas seis oficinas, distribuídas em 14 encontros presenciais. Durante as aulas, também são trabalhadas todas as etapas para produção de um livro de forma artesanal, desde a diagramação editorial para publicações desse tipo, passando pelas partes componentes de um livro, estamparia botânica para produção das capas, encadernação, registro do livro, papel do escritor na cena da produção literária independente e vivências em grupo. Os livros são confeccionados com materiais reutilizáveis.

O curso, que tem recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC/DF), será ministrado no CEU das Artes – Centros de Artes e Esportes Unificados do Recanto das Emas, entre março e junho de 2020. As aulas também contarão com atendimento especializado para pessoas com deficiência, que têm 20% das vagas reservadas. Ao fim da ação, cada autor contemplado, terá 40 exemplares de sua obra finalizados e uma coletânea em edição de luxo com poesias de todos os poetas participantes do projeto. O lançamento será feito em dois Saraus, com presença da poetisa Marina Mara e do Poeta Marcos Fabrício.

Para participar, o artista tem que ter acima de 14 anos e enviar 30 poemas em arquivo único, formato Microsoft Word (.docx), odt, além do comprovante de residência atualizado (digitalizado ou fotografado) ou declaração de próprio punho. Mais informações estão disponíveis no edital (https://avaeditora.com.br/edital/).

Sobre o Coletivo/ Editora AVÁ – Nascido em Brasília, em maio de 2016, o Coletivo/ Editora tem como missão socializar a cadeia produtiva do livro, proporcionando a apropriação de todo processo de editoração, publicação e distribuição, colocando o autor ou a autora como sujeito de sua produção artística de forma integral. Despertar a criatividade e a autoria, presentes em toda pessoa, como aspecto fundamental da construção da identidade complementam o objetivo da organização.

SERVIÇO
Do poema ao livro – Produção de livros artesanais/autorais
Inscrições: de 01/09 a 13/10. | Resultado: 18/11 | Aulas: 07/03/2020 a 24/05/2020
Local das aulas: CEU das Artes Recanto das Emas
Quanto: Inscrições gratuitas.
Confira o edital: https://avaeditora.com.br/edital/

Inscrições a partir de 1º de setembro: https://docs.google.com/forms/d/15HFue6ts0KDSGUPFnX6fTZX8CsElQEJNpBYK5TPWDfo/edit?ts=5d5ff473

Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF).