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Templos religiosos serão cadastrados para regularização

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Ferramenta vai listar as instituições do DF, facilitar o reconhecimento do direito à isenção, imunidade ou não incidência de impostos referentes a patrimônio, renda e serviços

Por Jéssica Antunes

O Distrito Federal terá um Cadastro dos Templos Religiosos (CTR) para listar as instituições da capital com direito a isenção de impostos garantido pela Constituição Federal. O governador Ibaneis Rocha sancionou a lei de autoria do deputado distrital Rodrigo Delmasso e o texto foi publicado na edição desta quarta-feira (6) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Agora, tramita o prazo de 90 dias para regulamentação.

O cadastro tem a intenção de facilitar o reconhecimento do direito à isenção, imunidade ou não incidência tributária referente ao patrimônio, à renda e aos serviços relacionados com as atividades essenciais dos templos de qualquer religião. Isso porque a adesão ao CTR considera que a instituição está regularizada e cumpre integralmente os requisitos legais para ter o benefício.

“É uma lei que foi pensada para facilitar o direito a ter imunidade e isenção de organizações religiosas. A Constituição Federal garante isso. O benefício existe como uma defesa da liberdade religiosa para evitar que o Estado, laico, impeça algum culto por meio da tributação”, explica Kildare Meira, coordenador da Unidade de Assuntos Religiosos do DF.

Na legislação Federal, o texto foi regulamentado pelo Código Tributário. No DF, até passado recente, a exigência era de que todo ano a instituição fizesse requerimentos de renúncia fiscal à Secretaria de Economia – uma papelada para cada imposto. Em 2017, a lei foi alterada, e o pedido passou a valer de forma permanente. No entanto, ainda era necessário fazê-lo para cada tributo de direito.

“Essa lei vai permitir que a instituição faça um único cadastro, que vai criar uma presunção de que ela cumpre toda a legislação. É um facilitador, um benefício, um instrumento que pode desburocratizar o direito que é constitucional”, detalha Kildare Meira.

Na prática, a ferramenta engloba os seguintes tributos: Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), sobre a Transmissão Inter Vivos de Bens Imóveis por Natureza ou Acessão Física e de Direitos Reais sobre Imóveis (ITBI), sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD).

Também se estende aos demais impostos que incidam sobre patrimônio, renda ou serviços do interessado. A inscrição é facultativa e a ausência não implica qualquer ônus ou limitação ao direito assegurado da imunidade tributária. Caso a entidade opte por ficar de fora, será preciso pleitear a isenção como era feita anteriormente.

Requisitos

Há cinco requisitos para a instituição ter acesso ao cadastro. O templo precisa ser pessoa jurídica e não pode distribuir qualquer parcela de patrimônio ou renda, com exceção de compromissos contidos no estatuto da entidade.

Além disso, o estatuto deve prever a transferência exclusiva de patrimônio para outra entidade religiosa, devidamente inserida na legislação, caso tenha as atividades encerradas. A entidade também precisa da escrituração das receitas e das despesas em registros exatos e apresentar certidão negativa de débitos fiscais para com a Secretaria de Economia.

O prazo de validade do cadastro é de três anos, mas pode ser prorrogado por quantos períodos forem necessários mediante renovação das informações. Caso o pedido, entrada na lista ou renovação sejam negados, o prazo para entrar om recurso é de 30 dias. O mesmo período é destinado para comunicar ao GDF se houver alteração na situação do templo.

O cadastro não cria custos adicionais para o DF. Como consequência, a ferramenta permitirá a consolidação de dados dos templos existentes na capital, o que, segundo o coordenador de Assuntos Religiosos, vai ajudar no gerenciamento de políticas públicas para a área.

GDF atende às associações e cooperativas contempladas em programa habitacional

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Paco conduz reunião para formalizar projeto que viabilizará entrega de áreas para habitação | Foto: Vinícius de Melo / Agência Brasília

Vice-governador Paco Britto recebe, no Buriti, representantes do Fundhis e de federações do setor

Por Lucíola Barbosa

O Governo do Distrito Federal lançou e selecionou o Edital 01/2019 para atender de imediato às 62 associações e cooperativas com empreendimentos, visando à entrega de áreas para habitação de interesse social aos associados do Varjão, de Ceilândia e de Samambaia. Com isso, as entidades poderão, nos próximos meses, dar início às construções habitacionais das famílias contempladas no programa habitacional do DF.

Os próximos passos são a aprovação do projeto, a retirada da licença de construção e a seleção da demanda para que se possa dar início às obras.

As entidades poderão buscar recursos junto à Caixa Econômica Federal (CEF), por meio do programa Minha Casa, Minha Vida (financiamento de moradias em áreas urbanas para famílias de baixa renda), provenientes das parcerias entre o Governo Federal e o GDF.

Trata-se do primeiro governo da história do Distrito Federal que atendeu de imediato às associações com a entrega de habitações, já no primeiro ano de gestão. O ineditismo foi garantido justamente pelo Edital 01/2019, documento sob responsabilidade da Companhia Habitacional do DF (Codhab).

Recanto das Emas

Esse e outros assuntos foram temas da reunião realizada na tarde desta quarta-feira (6), no Palácio do Buriti, entre o vice-governador Paco Britto e representantes do Fundo Distrital de Habitação de Interesse Social (Fundhis) e federações habitacionais. Na oportunidade, Paco Britto disse que irá atender também ao pedido de 24 associações representativas do Recanto das Emas.

O principal objetivo do encontro, com os representantes das 24 associações, foi buscar celeridade na liberação das Análises de Ponto de Função (APFs) – relativas ao contrato da CEF sobre o número de pessoas jurídicas de cada empreendimento – para a contratação das famílias junto à Caixa Econômica Federal.

A finalidade da solicitação é dar início às obras das unidades habitacionais por meio do Minha Casa, Minha Vida (todos os atendidos se enquadram na faixa 1,5 e faixa 2 do programa, ou seja, com rendas mensais brutas respectivas de até R$ 2.600,00 e R$ 4.000,00).

Sob análise

De acordo com o conselheiro do Fundhis, Nilvan Vitorino de Abreu, as demandas relativas aos empreendimentos do Recanto das Emas encontram-se em análise nos correspondentes da CEF – uma extensão do banco para a assinatura dos contratos. “Tudo que o movimento solicitou, para destravar esse projeto, o GDF atendeu”, destacou.

O presidente da Codhab, Wellington Luiz, também presente à reunião, acompanhou todo o processo e foi o responsável por marcar a audiência com Paco Britto.

Com a parte jurídica resolvida, o próximo passo será a construção de 530 casas, nas Quadras 117/118 no Recanto das Emas. As novas unidades servirão a cerca de 530 famílias, considerando-se quatro pessoas, em média, por residência.

“Quero exaltar o trabalho do GDF para destravar o processo e o grande empenho na gestão da Codhab para a habitação das famílias, nos termos da Lei 3877/06”, completou o representante de uma das federações habitacionais presentes à reunião, Hércules Cortes.

Seis em cada 10 empresários querem investir, mostra pesquisa do Sebrae

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Presidente do Sebrae, Carlos Melles

Estudo prevê mais empregos e investimentos nos pequenos negócios

 

O Estudo Sondagem Conjuntural, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com dados de setembro, mostra a retomada do otimismo entre os donos de micro e pequenas empresas.

O percentual daqueles que acreditam na melhoria do cenário econômico cresceu de 56% em agosto para 59% em setembro.

Ainda segundo o levantamento, seis em cada 10 empresários (58%) têm planos de investir no próprio negócio em 12 meses.

A pesquisa ouviu quase 3 mil empreendedores entre os dias 11 e 18 de setembro.

Os dados mostram que 79% dos entrevistados que têm dificuldades em contratar mão de obra especializada optam por contratar pessoas inexperientes e capacitam no próprio estabelecimento.

De acordo com o Sebrae, isso comprova que as micro e pequenas empresas têm sido responsáveis não apenas pela geração de postos de trabalho, mas também pela formação de mão de obra no país.

“A Sondagem Conjuntural mostra que 62% dos empreendedores entrevistados estão na expectativa de aumentar o faturamento e 93% dos que estão otimistas acreditam que o crescimento dos negócios se dará com o governo atual”, diz nota do Sebrae.

Entre os setores mais otimistas destacam-se a construção civil (65%) e empresas de pequeno porte.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, os pequenos negócios têm sido um dos alavancadores da economia no Brasil, pois são eles que estão gerando mais emprego e renda.

“Os donos de micro e pequenas empresas estão confiantes no futuro do país”, afirmou. “Somente este ano, foram mais de 670 mil vagas criadas pelas micro e pequenas empresas, o que representou cerca de 90% do total de postos de trabalho com carteira assinada, superando todo o saldo de 2018”, acrescentou.

Números da pesquisa

– Total recorde de empresários (35%) quer contratar funcionários nos próximos 12 meses.

– O percentual de empresários otimistas com o futuro da economia aumentou de 56% para 59%.

– Este percentual é o terceiro maior da série iniciada em 2017, e superou em 55% o do mesmo mês de 2018.

– O total de empreendedores otimistas em relação ao faturamento de suas empresas subiu para 62%.

– 93% dos otimistas com a economia acreditam que o país irá crescer mais com o governo atual.

-O otimismo é mais expressivo entre as EPP e os que atuam na Construção Civil.

– Cerca de 6 em cada 10 empresários (58%) querem investir nos próximos 12 meses.

– Mais da metade dos entrevistados (51%) disseram ter dificuldades em contratar mão de obra.

– 79% dos empresários têm optado por contratar pessoas inexperientes, capacitando-as no dia a dia da empresa.

BRB assina termo de cooperação técnica com o Piauí

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Banco vai atuar para impulsionar desenvolvimento regional com foco em agronegócio, indústria, comércio e inovação no Estado

O BRB e o governo do Estado do Piauí firmaram acordo de cooperação técnica para ações conjuntas de fomento ao desenvolvimento regional, agronegócio, indústria, comércio, empreendedorismo e a inovação tecnológica no Estado. A iniciativa faz parte do projeto de expansão do banco e da missão de ser, cada vez, mais protagonista do desenvolvimento econômico, social e humano.

O termo de cooperação técnica foi assinado, no início da noite de ontem (5), na sede do BRB, pelo presidente do Banco, Paulo Henrique Costa, e pelo governador do Piauí, Wellington Dias. Ambos destacaram a iniciativa do governador do DF, Ibaneis Rocha, que enxergou a possibilidade de parceria do DF, por meio do BRB, com o  governo piauiense.

Com o acordo, o banco vai oferecer, para pessoas físicas e jurídicas, produtos de crédito, investimento, seguridade, microcrédito, serviços de meios de pagamento e outras soluções financeiras no Piauí. Vai, também, avaliar a viabilidade de abertura de agências bancárias nas cidades do Estado, mediante parcerias negociais.

Em parceria com a Agência de Fomento do Estado, o BRB vai trabalhar para estabelecer programas de financiamento à atividade produtiva, além de dar apoio à estruturação de programa de habitação popular e demais parcerias público-privadas.

Em contrapartida, de acordo com o termo assinado, caberá ao Estado do Piauí dar preferência ao BRB como Banco de desenvolvimento regional, nas ações de fomento e estruturação de projetos de parcerias-público-privadas. O governo piauiense também se compromete em ter o banco de Brasília como parceiro preferencial em projetos de captação de recursos, emissão de títulos e valores mobiliários e assessoramento financeiro para monetização e ativos.

“Nossa expectativa é de ter uma posição no Nordeste e de cumprir papel de Banco público também no Piauí. Estamos nos posicionando com o objetivo de gerar emprego e renda e, de fato, melhorar a vida das pessoas”, afirmou o presidente do BRB.

O governador do Piauí destacou a importância da parceria com o GDF, principal controlador do BRB, e da visão do Banco em se fortalecer não apenas no Distrito Federal. “É uma parceria muito importante. Ganha o BRB e ganha o Piauí”, disse.

Expansão

Em linha com seu projeto de expansão, o BRB tem firmado uma série de acordos e termos de cooperação com diferentes entidades do setor produtivo não apenas em Brasília, mas em outras regiões do País. Recentemente, foi firmado acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, para oferecer crédito em todo o Centro-Oeste.

Em setembro, o BRB já havia anunciado protocolo de intenções com o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central (BRC). Por meio da entidade, em um primeiro momento, o BRB vai disponibilizar R$ 500 milhões para investimentos em agronegócio e indústria nos sete estados que integram o BRC. São eles: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Rondônia e Maranhão.

 

STF retoma julgamento de prisão após condenação em segunda instância

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Por André Richter

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quinta-feira (7), às 14h, o julgamento sobre a constitucionalidade da execução provisória de condenações criminais, conhecida como prisão após segunda instância. A expectativa é de que o julgamento seja finalizado hoje, quando ocorre a quinta sessão da Corte para discutir a questão.

Até o momento, o placar do julgamento está 4 votos a 3 a favor da medida. Faltam os votos dos ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello, Dias Toffoli e da ministra Cármen Lúcia.

No dia 17 de outubro, a Corte começou a julgar definitivamente três ações declaratórias de constitucionalidade (ADCs), relatadas pelo ministro Marco Aurélio e protocoladas pela Ordem dos Advogados, pelo PCdoB e pelo antigo PEN, atual Patriota.

O entendimento atual do Supremo permite a prisão após condenação em segunda instância, mesmo que ainda seja possível recorrer a instâncias superiores. No entanto, a OAB e os partidos sustentam que o entendimento é inconstitucional e uma sentença criminal somente pode ser executada após o fim de todos os recursos possíveis, fato que ocorre no STF e não na segunda instância da Justiça, nos tribunais estaduais e federais. Dessa forma, uma pessoa condenada só vai cumprir a pena após decisão definitiva do STF.

A questão foi discutida recentemente pelo Supremo ao menos quatro vezes. Em 2016, quando houve decisões temporárias nas ações que estão sendo julgadas, por 6 votos a 5, a prisão em segunda instância foi autorizada. De 2009 a 2016, prevaleceu o entendimento contrário, de modo que a sentença só poderia ser executada após o Supremo julgar os últimos recursos.

Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o julgamento terá impacto na situação de 4,8 mil presos com base na decisão do STF que autorizou a prisão em segunda instância. Os principais condenados na Operação Lava Jato podem ser beneficiados, entre eles, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde 7 de abril do ano passado, na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após ter sua condenação por corrupção e lavagem de dinheiro confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), no caso do tríplex do Guarujá (SP), além do ex-ministro José Dirceu e ex-executivos de empreiteiras.

Câmara o aprova multa em casos de trotes para serviços de emergência

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Samu, polícia e Bombeiros chegam a receber um falso comunicado a cada oito minutos. Ano passado, foram 78 mil ligações desse tipo.

Em 2018, o Serviço Médico de Urgência, o Samu, recebeu cerca de 68 mil trotes por meio de ligações telefônicas no DF, o que representa um telefonema a cada oito minutos. O problema, que muitas vezes atrasa o atendimento pessoas em risco, também é enfrentado por outros serviços públicos, como polícia e Corpo de Bombeiros. Para impedir que isso continue, a Câmara Legislativa do DF aprovou o Projeto de Lei PL nº 576/2019 que estabelece punições para os responsáveis por essas “brincadeiras”.

A proposta fixa em até três salários mínimos, cerca de R$ 3 mil, a multa para os responsáveis pelas ligações ou linhas telefônicas utilizadas nos trotes. Eles também serão obrigados a assistir palestras educativas sobre o tema e poderão ser criminalmente responsabilizados caso a instituição responsável pelo registro da ligação entenda ter havido agravamento do quadro de saúde da pessoa prejudicada em seu atendimento.

O autor do PL, deputado Eduardo Pedrosa (PTC), argumenta que o trote é conduta reprovável e traz duplo prejuízo à sociedade. “Por um lado, mobilizam-se desnecessariamente recursos que têm alto custo para a sociedade. Por outro, uma emergência real deixa de ser atendida, colocando, assim, patrimônio e vidas em risco”, alega. Pedrosa acrescenta que, embora o Código Penal preveja a prática de trotes como contravenção, as opções penais são restritas. Por isso, segundo ele, o poder público precisa adotar outras medidas para coibir essa “atitude negativa, que vem crescendo de maneira alarmante” no País.

Segundo o parlamentar, identificados os responsáveis pelos números utilizados em trotes, será emitido auto de infração ao proprietário que terá até 30 dias para apresentar a defesa por escrito junto ao órgão competente. “Neste caso, a instituição pública poderá acatar o pedido e cancelar a multa”, explica.

Os recursos arrecadados com as punições deverão ser investidos no aprimoramento, ampliação e modernização tecnológica das instituições de atendimento à emergências.

De acordo com dados divulgados pelo Samu, do total de 903 mil ligações recebidas em 2018, 78 mil foram trotes. Entre janeiro e maio deste ano, foram 26 mil ligações de vítimas inexistentes.

A proposta ainda precisa ser sancionado pelo Governador, Ibaneis Rocha. “Conto com a sensibilidade do governo para que a Lei entre em vigor rapidamente para solucionar esse problema de uma vez, diz Eduardo.

Ferragens Pinheiro participa da 4ª Vitrine da Inovação nesta quarta-feira

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Nesta quarta-feira (6), a partir das 14h, a Ferragens Pinheiro participará da 4ª Vitrine da Inovação, evento realizado pela Coopercon-DF com o apoio do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF). O encontro será realizado no auditório do Sinduscon-DF.

A Ferragens contará com estande no local, onde os participantes do evento terão a oportunidade de assistir à palestra com o tema “Corte e Dobra de Aço para Construção”. O momento será conduzido por Benedito Freire, engenheiro da Pinheiro Indústria. 

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas através do site sinduscondf.org.br.

SERVIÇO

O que: 4ª Vitrine da Inovação
Quando: 
Quarta-feira (6), a partir das 14h
Onde: 
Auditório do Sinduscon-DF – SIA Trecho 2/3 Lote 1.125 – 3º andar
Inscrições gratuitas:
 Pelo site sinduscondf.org.br

Sobre a Ferragens Pinheiro – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.

Delmasso inaugura Observatório da Gestão Pública para trazer transparência à população

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Nesta quinta-feira (7) o vice-presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), deputado Delmasso (Republicanos), fará o lançamento do Observatório da Gestão Pública, que apoiará a população a entender os dados públicos e utilizá-los no dia a dia. A proposta também auxiliará a CLDF na fiscalização correta da aplicação dos recursos públicos na eficiência, eficácia e efetividade dos programas de governo.

Segundo Delmasso, a criação do Observatório da Gestão Pública fará com que a população tenha suporte e orientação para fiscalizar os gastos públicos. “Vamos promover cursos de formação na utilização das plataformas de transparência de gestão pública”, disse.

Dentre os benefícios do Observatório estão a criação de base de dados corporativa para atender às diversas áreas da CLDF e auxiliar na transparência da gestão pública, por meio de disponibilização de recursos computacionais e assessoria técnica. O Observatório também auxiliará o cidadão na elaboração de pesquisas, simulações e relatórios personalizados utilizando dados públicos.

Serviço: Lançamento do Observatório da Gestão Pública

Data: 07-11

Horário: 14h.

Local: LabHinova, na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Câmara Legislativa | Tramitação digital de documentos é enfatizada em plenário

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A implantação definitiva do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), assegurando que os processos apenas tramitem por meio digital na Câmara Legislativa do DF – com o fim da circulação de documentos em papel –, foi enfatizado durante a sessão ordinária desta terça-feira (5). O vice-presidente da Casa, deputado Delmasso (Republicanos), que mediou a adesão ao SEI, afirmou que a medida “coloca o Legislativo do Distrito Federal no século XXI”, destacando ainda a economia para os cofres públicos, que pode chegar a R$ 300 mil.

O parlamentar agradeceu aos colegas e aos servidores pelo empenho e o envolvimento nessa transição, que durou cerca de cinco meses, a partir da assinatura de um acordo de cooperação com o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) – que desenvolveu a plataforma – para instituir o SEI “como meio oficial de gestão e tramitação de documentos”. Delmasso observou que, desde o dia 1º de novembro, “saímos do papel e começamos a tramitar os projetos eletronicamente”, assinalando a “mudança de cultura” que o procedimento representa.

Sobre a redução dos custos, ele salientou que esta deve se refletir também na otimização do trabalho. “Já estamos conseguindo nos comunicar com o GDF, por meio de ofícios, via SEI e, assim, poderemos acompanhar com mais agilidade os pedidos de informação que fazemos”. O deputado também anunciou que o próximo passo, para a entrada definitiva na “era digital”, será a instalação do painel eletrônico no Plenário da CLDF, por meio do qual serão registradas as presenças dos distritais e o resultado das votações, marcada para o início dos trabalhos legislativos em fevereiro do ano que vem.

A entrada em funcionamento do sistema também foi ressaltada pelo presidente da Casa, deputado Rafael Prudente (MDB), que além de elogiar a prioridade dada à implantação do SEI, lembrou que cerca de 400 órgãos já estão interligados pela plataforma. Por sua vez, a deputada Júlia Lucy (Novo) sublinhou que a implantação do SEI é um passo importante na direção da transparência dos atos públicos.

 

GDF avança rumo à implementação do plano especial de saúde para servidores

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Edital de licitação sai publicado no Diário Oficial do Distrito Federal desta quarta-feira

O Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Governo do Distrito Federal (Inas-DF), em parceria com a Secretaria de Estado da Economia (Seec-DF), lança o certame de licitação de contratação de empresa especializada para auxiliar na estruturação, operação e apoio ao plano de saúde dos servidores do Distrito Federal. A novidade foi anunciada pelo governador Ibaneis Rocha em 12 de março, e, segundo ele, o GDF Saúde funcionará em regime de autogestão e será administrado pelo próprio Inas.

A licitação, que será na modalidade Pregão Eletrônico, será por meio do site www.comprasgovernamentais.gov.br. O recebimento das propostas estará disponível após a publicação no Diário Oficial. O edital e seus respectivos modelos, adendos e anexos, bem como as informações quanto a credenciamento, quantidades, prazos, valores estimados e demais condições, estarão disponíveis naquele mesmo sítio eletrônico.

Conforme havia previsto o presidente do Inas, Ricardo Peres, em entrevista à Agência Brasília, “é o ponta pé que precisávamos para viabilizar o plano”. “Se tudo correr bem, até o início de dezembro estaremos assinando o contrato e, em abril, os servidores poderão utilizar os serviços”, vislumbrou o dirigente.

Ricardo Peres disse ainda que a intenção inicial é atender a todos os servidores, efetivos e comissionados, no modelo da autogestão com coparticipação. Os valores, ele garante, serão de 30% a 40% abaixo daqueles atualmente praticados no mercado.

Serviço:

Edital de Pregão Eletrônico Nº 73/2019 – Colic/SCG/Segea/SEEC-DF, para registro de preços, realizado por meio da internet

Entrega da proposta: a partir da publicação no portal www.comprasgovernamentais.gov.br

Data de abertura: 19 de novembro de 2019

Horário: 9h30

Endereço: as propostas serão recebidas exclusivamente por meio eletrônico, no endereço www.comprasgovernamentais.gov.br

* Com informações da Secretaria de Estado da Economia e do Inas-DF