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Campanha do GDF orienta servidores da saúde contra feminicídio

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Iniciativa alerta para a necessidade de percepção e comunicação de casos suspeitos

A Secretaria de Saúde intensificou a campanha de sensibilização e prevenção à violência doméstica e ao feminicídio. O objetivo é orientar profissionais de saúde para a percepção dos sinais de violência e a comunicação, aos órgãos responsáveis, sobre casos de violência doméstica contra a mulher. A violência física contra as mulheres tem pico no grupo das jovens adultas, com idade entre 20 e 29 anos.

“Estamos fazendo um reforço na conscientização quanto aos sinais de risco para o feminicídio. A ideia é sensibilizar o servidor para observar os sinais de risco nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher”, destaca a chefe do Núcleo de Estudos, Prevenção e Atenção às Violências, Elizabeth Maulaz.

As salas de espera e as emergências de hospitais e policlínicas estão recebendo cartazes com informações sobre os fatores de risco de ocorrência de episódios de violência. As orientações colaboram no entendimento e na avaliação dos casos de ameaça à vítima.

A campanha inclui o Violentômetro, uma escala que representa os diferentes graus de violência para que as vítimas possam reconhecer e identificar a situação. O Violentômetro busca alertar as mulheres e estabelece os estágios da violência que ela pode estar sofrendo, inclusive ameaças psicológicas, como chantagens, culminando na possibilidade de feminicídio.

O sistema de saúde é o primeiro ponto de contato das vítimas com a rede de enfrentamento à violência. Daí a importância de os profissionais de saúde estarem preparados para avaliar e gerenciar os riscos da violência contra a mulher.

Rede

Toda a rede pública de saúde está apta a identificar, acolher, notificar e atender as pessoas em situação de violência. O Centro de Especialidades para a Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (Cepav), antigo PAV, tem assistência mais específica, contando com 18 unidades nas sete regiões de saúde do DF.

Desde o início do ano até 11 de novembro, a Secretaria de Saúde notificou 1.307 casos de violência física contra pessoas do sexo feminino, conforme registros do último levantamento do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde.  As notificações são provenientes de toda a rede pública de saúde.

Brasília inaugura a maior árvore natalina do Brasil

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Do alto de seus 224 metros, a Torre de TV acumula 500 refletores entre moving lights e de LED coloridos

Por Hédio Ferreira Júnior

A música ditava o ritmo dos refletores, numa sincronia de cores que pareciam dançar sob o céu – ainda que chuvoso – de Brasília. Assim foi dada a largada para o Natal Sempre Monumental, espetáculo inédito na cidade que vai colocar a capital do país no calendário nacional das festas de final de ano com atrações para moradores e visitantes.

Foi só o botão ser acionado por volta das 21h para que uma explosão de luzes tomasse conta do Eixo Monumental. Um evento que começou neste domingo (8) e que transformou um dos símbolos postais de Brasília, do alto de seus 224 metros, na maior árvore de Natal do país. São 500 refletores entre moving lights e de LED coloridos.

Idealizado pela Fecomércio e realizado em parceria com o Governo do Distrito Federal (GDF), o Natal Sempre Monumental conta com o apoio da Companhia Energética de Brasília (CEB) e patrocínios do BRB Card, da Financeira BRB, e da Terracap.

“Um presente para os brasilienses às vésperas do aniversário de 60 anos da nossa capital. A cidade merecia um evento dessa magnitude”, declarou o governador em exercício do Distrito Federal, Paco Britto.

Além do governador em exercício, estiveram na festa de inauguração os secretários de Governo José Humberto; de Turismo Vanessa Mendonça; de Projetos Especiais Everardo Gueiros; e os presidentes da CEB, Edison Farias, do BRB, Paulo Henrique Costa; e da Fecomércio, Francisco Maia.

Projeto

A ideia inicial era de que a estrutura de iluminação e montagem da árvore fosse na Esplanada dos Ministérios, até que Abel Gomes, cenógrafo e idealizador de eventos como a queima de fogos de Copacabana no Rio de Janeiro, teve a sacada.

“Nós já temos uma árvore de Natal em Brasília, um símbolo maravilhoso que lugar nenhum do país tem e que pouca gente aproveita. Vamos montar a árvore lá”, contou ele.

Música e fogos

E não deu outra. A chuva deu trégua no início do espetáculo que começou com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro junto às apresentações da primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Claudia Mota, e do primeiro bailarino do Teatro Colón (Buenos Aires/AR), Federico Fernandez. Em seguida, foi a vez da cantora sertaneja Naiara Azevedo.

“Brasília passou muito tempo sem montar um Natal legal em que pudéssemos ficar na cidade e curtir. É um acerto do governo do DF”, comemorou o comerciário Wanderley Almeida, de 39 anos. Junto com a mulher, o filho, a irmã e o cunhado, ele saiu de Planaltina só para ver a torre iluminada e os shows.

O mesmo fez o mestre de obras Gleison Farias, de 30 anos. Morador do Riacho Fundo, ele, a esposa Rafaely Carvalho, 27, e as filhas Vitória, 10, e Ana Clara, 9, se sentiam privilegiados por estarem ali. “Está sendo surpreendente e agradável tudo isso. Estamos bem animados.”

Um show pirotécnico de 4 minutos e o acendimento da fonte luminosa completaram a festa.

Programação

A partir desta segunda-feira (9) até 6 de janeiro de 2020, data em que se comemora o Dia de Reis, a iluminação da Torre de TV será acesa, sempre às 19h até 1h da manhã do dia seguinte. Uma trilha sonora foi preparada especialmente para a ocasião – quando também será ligada a fonte luminosa em frente à “árvore da torre.”

A festa está apenas começando, então é bom se programar porque as atividades serão muitas – e para todas as idades. A partir de 12 de dezembro, crianças e adultos terão acesso ao Pavilhão do Sesc.

Nele, atrações brincadeiras lúdicas se juntarão a uma biblioteca, uma gibiteca, a um planetário e a um oceanário – estes dois com projeções de encher os olhos. As atrações aqui serão diurnas, sempre de quinta a domingo, das 9h30 às 18h, até 5 de janeiro de 2020.

Também até esta data vão ocorrer as serestas de Natal no coreto armado ao lado da Torre de TV. Apresentações de artistas locais – divulgadas no decorrer do período – ocorrerão às 19h30, às sextas, aos sábados e aos domingos, com duração média de 1h30.

As regiões administrativas além do Plano Piloto não vão ficar de fora. De 17 a 22 de dezembro, carretas natalinas com músicas e atrações circenses percorrerão 12 trechos de onde delas. Receberão as carreatas as seguintes RAs: Sobradinho, Fercal, Planaltina, Itapoã, Paranoá, Recanto das Emas, Sol Nascente, Samambaia, Taguatinga – Sul e Centro –, São Sebastião e Plano Piloto.

População participa de plantação de mudas nos parques de Brasília

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De iniciativa da sociedade civil, a ação tem a intenção de plantar um milhão de árvores

Doze parques administrados pelo Brasília Ambiental ganharam, neste domingo (8), cerca de 4 mil mudas nativas do Cerrado. O Projeto Plantio nos Parques integra o mutirão que foi realizado, simultaneamente, em diversos locais do Distrito Federal pelo Movimento Tempo de Plantar.

De iniciativa da sociedade civil, a ação tem a intenção de plantar um milhão de árvores. Além do Instituto, a atividade contou com participação ativa de Grupos Escoteiros, moradores e ambientalistas.

“A finalidade do Projeto Plantio nos Parques é fomentar a conscientização e a participação das pessoas, comunidades, entidades (seja governamental ou organizada) da importância da preservação do nosso Cerrado com foco, inclusive, no cuidar dos nossos parques”, explicou a superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (SUCON) do Brasília Ambiental, Rejane Pieratti.

Para um dos coordenadores do Movimento Tempo de Plantar, Alan Clei Barros, o atual momento em que passa planeta Terra requer maior cuidado com a natureza e sensibilização por parte dos governantes e da população. “E quando vemos os brasilienses abraçar o meio ambiente, temos certeza de que estamos fazendo a diferença por um mundo melhor”, enfatizou.

O engajamento dos grupos de escoteiros do DF e dos moradores foi muito importante para o sucesso do evento ambiental.

A escoteira Liz Borba, 13 anos, destaca ser fundamental o envolvimento das crianças e da juventude no ato de plantar. “Isso preserva a natureza e educa”. “Com as árvores vêm o oxigênio – podemos respirar melhor -, serve de abrigo dos animais e deixa o ambiente em que vivemos mais bonito”, acrescentou Pedro Forte, de 11 anos, morador da Asa Norte.

As unidades de conservação que receberam o mutirão nesta edição foram: Parque Urbano e Vivencial do Gama; Parque Ecológico e Vivencial Bosque dos Eucaliptos e Parque Ecológico Ezechias Heringer, no Guará; Parque Urbano Bosque do Sudoeste; Parque da Asa Sul; Parque Olhos d’Água, na Asa Norte; Parque das Garças e Parque Vivencial I, no Lago Norte; Parque Ecológico Águas Claras; Parque Recreativo do Setor O, em Ceilândia; Parque Ecológico Veredinha, em Brazlândia; Parque Ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga; e Parque Três Meninas, em Samambaia.

Senado pode votar proibição de prisão administrativa a PMs e bombeiros

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Projeto foi relatado pelo senador Acir Gurgacz (PDT-RO)

Por Marcelo Brandão

O Senado pode votar esta semana um Projeto de Lei (PL) que extingue a prisão administrativa de policiais militares e bombeiros como punição para transgressões disciplinares. O projeto está na pauta de votações do plenário para a próxima terça-feira (10) e foi relatado pelo senador Acir Gurgacz (PDT-RO).

O projeto propõe que essas corporações sejam regidas por um código de ética e disciplina, aprovado por lei estadual específica. Além disso, esse código de ética deve regulamentar o devido processo administrativo-disciplinar, definir as sanções disciplinares e vedar a restrição de liberdade.

O PL foi apresentado originalmente na Câmara, em 2014, pelo deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG) e pelo então deputado, hoje senador, Jorginho Mello (PL-SC). Na justificativa do projeto, os parlamentares afirmam que a Constituição de 1988, que encerrou o regime ditatorial, não contemplou policiais e bombeiros militares na garantia de direitos.

“A cidadania ainda não chegou para os policiais e bombeiros militares. Isto porque, a partir de decretos estaduais – flagrantemente inconstitucionais – mantêm-se a pena de prisão para punir faltas disciplinares, sem que seja necessário sequer o devido processo legal. Basta uma ordem verbal do superior hierárquico”, justificaram os parlamentares no PL.

Gurgacz acredita que o projeto valoriza o trabalho do policial, mantendo-os mais tempo em serviço. “Não é correto uma punição por algo simples, que acontece em quartéis, e tira a possibilidade de eles estarem atuando. Com isso, estamos atualizando essa lei, dando uma importância maior para os policiais militares e para os bombeiros”, disse o senador para a Agência Senado, quando o projeto foi apreciado pela Comissão de Constituição e Justiça, em 2017.

O projeto foi aprovado na Câmara em outubro de 2015 e seguiu para o Senado. Depois de uma longa tramitação, ele foi incluído na ordem do dia do Senado.

Senado pode votar Pacote Anticrime ainda neste ano

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Por Karine Melo

Na reta final dos trabalhos antes do recesso parlamentar, senadores tentam um acordo para conseguir votar o Pacote Anticrime (Projeto de Lei 10.372/18) ainda neste ano.

Aprovado pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira (4), o pacote reúne parte da proposta apresentada no início deste ano pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, e trechos do texto elaborado pela comissão de juristas coordenada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

A matéria, que traz mudanças na legislação penal, como aumento de penas e novas regras para progressão de regime pelos condenados, acabou sendo aprovada pelos deputados sem polêmicas que poderiam dificultar o avanço da proposta. Nesse rol, estão temas como prisão após condenação em segunda instância, que está em discussão por instrumentos diferentes na Câmara e no Senado, o plea bargain, que prevê a redução de penas de acusados que confessarem ter cometido um determinado crime, e o excludente de ilicitude, que protegeria agentes de segurança que, por “violenta emoção, escusável medo ou surpresa”, cometessem excessos no exercício da função.

Para os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Eliziane Gama (Cidadania-MA), a retirada do último ponto foi muito importante para que a proposta tenha clima favorável à votação no Senado.

Segundo Randolfe, o texto final aprovado pelos deputados ficou “bem razoável” para receber o apoio do Senado. Na mesma linha, Eliziane Gama que no caso da supressão desse tema, a mensagem é que “todos têm direito à vida” e que quem não respeitar esse direito deve ter punição exemplar.

Outro ponto que está sendo considerado pelos defensores da votação no Senado ainda neste ano é que, às vésperas de um ano com eleições municipais, esse é o texto possível.

“Quem manda [ na pauta do plenário] é o [presidente do Senado] Davi [Alcolumbre, DEM-AP]. Se ele quiser, eu faço quantas reuniões forem necessárias [na Comissão de Constituição e Justiça], e a gente leva para plenário”, disse a presidente da CCJ da Casa, Simone Tebet (MDB-MS). O texto precisa ser analisado pela CCJ antes de ser levado à votação final por todos os senadores. Segundo a senadora, nesse caso, “qualquer coisa é melhor que nada”. Para Simone, é melhor garantir avanços em alguns pontos agora e, se for o caso, depois das eleições municipais, aperfeiçoar pontos na norma.

Já Wellington Fagundes (PR-MT) entende que o Pacote Anticrime é uma demanda do Brasil e uma forma de fazer justiça para “quem mais precisa”. “O pacote tem instrumentos legais que podem oferecer à sociedade segurança jurídica. Chega em boa hora, e vamos aprovar o mais rápido possível”, afirmou.próximo ›

Principais itens do projeto encaminhado ao Senado

Penas maiores: Aumentam as penas para diversos crimes, como homicídio com armas de fogo de uso restrito ou proibido, injúria em redes sociais, comércio ilegal de armas e tráfico internacional de armas. O tempo máximo de prisão no Brasil também passa de 30 para 40 anos.

Prisão após condenação do Tribunal do Júri: Atualmente, um réu pode recorrer em liberdade mesmo depois de condenado pelo Tribunal do Júri. O pacote prevê que o condenadoseja preso logo após a condenação nos casos em que a pena estipulada seja de pelo menos 15 anos. A proposta inicial de Moro não previa esse tempo mínimo.

Condicional: Tornam-se mais rígidas as condições para que um preso condenado seja posto em liberdade condicional. Somente os que tiverem comportamento considerado bom, e não satisfatório, como era antes, e sem falta grave nos 12 meses anteriores poderão obter o benefício.

Preso x advogado: Cai a necessidade da autorização do juiz para a gravação da conversa entre o advogado e seu cliente dentro de presídios de segurança máxima.

Progressão de pena: Hoje é necessário cumprimento de, no mínimo, um sexto da pena em regime fechado para requerer progressão para os regimes de prisão domiciliar ou semiaberta. A permanência mínima exigida passa a ser entre 16% e 70%, a depender da gravidade do crime e dos antecedentes do preso. É preciso cumprir no mínimo de 40% da pena, se réu primário, e de 60%, se reincidente. Condenados de organizações criminosas ou milícias deixam de ter direito à progressão de regime e à liberdade condicional, desde que o vínculo seja comprovado.

Crimes hediondos: Os detentos condenados por crimes hediondos – quando há violência e grande potencial ofensivo – terão regras mais rigorosas para o cumprimento da pena, como restrição a saídas temporárias e à progressão de regime. O projeto também aumenta o número de crimes considerados hediondos, como roubo que resulta em lesão grave, furto com explosivo, homicídio cometido com arma de fogo de uso restrito.

Infiltrados: O texto apresenta as situações em que provas podem ser obtidas por policiais disfarçados e a validação de flagrantes em operações especiais com agentes infiltrados. Poderão ser condenados, por exemplo, aqueles que venderem arma ou munição a um agente policial disfarçado, desde que haja indicativos de conduta criminal preexistente.

Presídios federais: O tempo máximo de permanência de líderes de facções criminosas em presídios federais passa de 360 dias para três anos, com possibilidade de renovação.

Assistência ao policial: Policiais investigados por matar alguém sem confronto ou legítima defesa no exercício de suas funções que não indicarem um advogado pessoal, e se não houver defensor público responsável, terão direito a um advogado pago pela corporação. A regra também vale para militares em ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

Conheça a marca dos 60 anos de Brasília

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Símbolo será usado nas peças oficiais alusivas ao aniversário da cidade

Os monumentos, o céu e o concreto tão característicos da capital do país foram as referências utilizadas pelo designer Felipe Honda para a construção da marca oficial dos 60 anos de Brasília. Intitulado Aspas, o projeto estampará todas as ações oficiais do Governo do Distrito Federal alusivas à data, celebrada em 21 de abril de 2020.

O projeto vencedor buscou um caminho sugerido pelo design, de “solução, projeto, rota, caminho” e não da ideia que equivocadamente reduz a arte ao conceito de desenho ou criação puramente estética. É assim que Felipe Honda, autor da proposta escolhida no edital da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), competindo com 117 outras ideias habilitadas no certame, explica como se apropriou das aspas presentes na marca como sinais gráficos que se referem e apontam, numa interpretação poética, aos monumentos da capital.

“Quando fiz o primeiro esboço, pensei em algo que se assemelhasse a um monumento, não no sentido de fazer alusão a estruturas existentes, mas sim no de captar a essência da cidade e transformar isso em algo novo”, explica o autor.

A marca dos 60 anos de Brasília também foi pensada de maneira a valorizar o todo o conceito que moldou a capital, com o cuidado de não fazer referência específica a monumentos ou obras de algum artista específico. “Vejo nessa marca um ícone de contraste como o que existe entre o céu e o concreto da arquitetura brasiliense. Nas aspas, uma alusão a Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, sem ter a necessidade de citá-los objetivamente”, explica Felipe Honda.

Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa Adão Cândido, o projeto apresentado traz, de forma simples, diversos elementos de conexão com a capital, que com o passar dos anos adquiriu características próprias, que estão refletidas na marca, através dos traços e cores. “São referências sutis, que nos levam imediatamente à Brasília sem cair na obviedade”, avalia.

“É uma obra sofisticada e simples, como Brasília”, pontua o secretário ao explicar que ela será usada em toda a comunicação oficial do GDF para o aniversário, desde as peças publicitárias e institucionais até os comunicados e sinalizações.

Cândido diz, ainda, que todo o governo está empenhado nas comemorações do aniversário de Brasília, e a entrega da marca é o pontapé inicial das comemorações. São ações em todas as áreas, voltadas para celebrar a data. “A ideia é que todo o governo se engaje nessa campanha que pretende não só celebrar a capital, mas refletir sobre todo o caminho percorrido para chegarmos até aqui e pensar a Brasília que queremos para os próximos 60 anos”.

O autor

Em Brasília há 20 anos, Felipe Honda circulou entre pontos ligados pelos traços característicos da capital, como as duas asas. Formado em design gráfico pelo Instituto de Ensino Superior de Brasília – IESB e atualmente concilia a prancheta com a atividade de servidor público na Empresa Brasil de Comunicação (EBC) desde 2012. Tem se especializado em estudo das marcas e projetos de identidade visual.

Com 14 anos de experiência na área de comunicação, iniciou sua carreira como arte finalista, passando por direção de arte e de criação. Desenvolveu trabalhos para agências como Artplan, Borghi Lowe, Lew Lara, Giacometti, Umquarto Comunicação, Racionalize e Duo Design.

É co-fundador do “Enxame – casa colaborativa” e do “Art Foundry  – Estúdio de Impressão” e idealizador  do projeto “Motim – Mercado de Produção Independente”,  feira  nacional  de  publicações  independentes que ocorre anualmente em Brasília. Foi premiado na 12ª Bienal de Design Gráfico do Brasil, realizada na capital federal em 2017, com projeto de identidade visual.

Baixe todo o processo do projeto aqui: https://drive.google.com/open?id=1uJrfAdgojmNct3rmJ2xIEbBuZsTuTZK3

Detran nas Cidades: mais de 2,5 mil atendidos em 15 dias

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Programa resolveu pendências de mais de 12 mil contribuintes entre julho e novembro deste ano

Expandir o trabalho da equipe fixa do Detran é o principal objetivo do projeto Detran nas Cidades, que equipou um ônibus para dar suporte presencial ao cidadão que deseja resolver suas pendências junto ao órgão. A eficiência da ideia é comprovada em números. No Shopping Popular (proximidades da antiga Rodoferroviária de Brasília), onde o grupo de trabalho está desde 25 de novembro, mais de 2,5 mil pessoas já resolveram suas obrigações burocráticas. Mais de 12 mil pessoas já foram atendidas desde julho, quando o serviço teve início.

O local já dispõe de um posto de atendimento do Detran, mas a lotação ocasionava filas de até duas horas de espera. De acordo com o assessor da Diretoria do Detran, Arísio Chagas Filho, o apoio do ônibus itinerante reduziu o tempo máximo de espera para 40 minutos.

“Em menos de 15 dias aqui nós já atendemos a 2,5 mil pessoas. Os resultados são muito positivos, e é por isso que, em 2020, os nossos planos são de aumentar o alcance desse projeto”, adianta Arísio.

A empresária, Aline Pereira, 37 anos, foi em busca do licenciamento do seu carro. “O atendimento é bem rapidinho e tranquilo. Eu acho que esse projeto deveria se expandir e ter mais ônibus espalhados por todas as cidades. A ideia é excelente”, sugeriu a moradora do Guará.

Cuidado especial

O ônibus do Detran nas Cidades também tem como prioridade o trabalho humanizado. Aqueles que têm dificuldade em subir as escadas do ônibus recebem atendimento especial dos servidores. A aposentada Arlete Mourão, 71 anos, e seu marido, Gilberto Mourão, 84, moradores do Lago Sul, são exemplos desse tratamento.

“Eu e meu marido não tivemos nem que subir no ônibus. Nós não temos muito conhecimento do mundo digital, então estávamos com algumas multas e seguro obrigatório do veículo atrasados. Como não sabemos tirar pela internet, a presteza desse serviço nos foi muito útil”, conta Arlete.

Como não sabemos tirar o documento pela internet, a presteza desse serviço nos foi muito útilArlete Mourão, aposentada

A equipe ficará no Shopping Popular até 30 de dezembro e retomará o trabalho no local em 15 de janeiro. Em 2020, o  cronograma com as próximas regiões administrativas a receber os serviços será definido após estudos sobre quais delas estão com mais pendências.

Balanço

Até agora o projeto já beneficiou 26 cidades: Guará, Ceilândia, Taguatinga, Águas Claras, Riacho Fundo I, Samambaia, Santa Maria, Riacho Fundo II, Recanto das Emas, Gama, Núcleo Bandeirante, Park Way, Candângolandia, Sia/Estrutural, São Sebastião, Jardim Botânico, Itapoã, Paranoá, Varjão, Lago Norte, Sobradinho I e II, Jardim Botânico, Vicente Pires, Cruzeiro e Lago Sul.

Nesses locais foram emitidos 7 mil documentos de licenciamento, mais de mais de mil comunicados de venda e 400 alterações de endereço, além da realização de consulta de débitos e emissão de boletos.

Presidente Bolsonaro diz que governo honra militares e respeita o povo

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Bolsonaro participou da cerimônia de formatura de guardas-marinhas

Por Vitor Abdala

O presidente da República, Jair Bolsonaro, participou neste sábado (7) da cerimônia de formatura de guardas-marinhas na Escola Naval, no Rio de Janeiro. Durante o discurso, ele exaltou os militares e disse que o Brasil está mudando para melhor.

“Hoje temos um governo que valoriza a família, honra os militares, respeita o povo e adora a Deus”, disse o presidente.

Hoje se formaram 205 novos oficiais da Marinha brasileira, que servirão nos Corpos da Armada, Fuzileiros Navais e Intendência. Dez são mulheres.

Serviço voluntário para servidores do Sistema Socioeducativo do DF será criado nesta segunda

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Proposto pelo secretário de Justiça e Cidadania, Gustavo Rocha, o Serviço Voluntário para os servidores do Sistema Socioeducativo do Distrito Federal será instituído, nesta segunda-feira (09), às 16h, em solenidade no Salão Branco do Palácio do Buriti. Na ocasião, será sancionado o Projeto de Lei nº 745/2019, que prevê o pagamento de indenização aos servidores que se apresentarem voluntariamente para desempenhar suas atribuições no período de folga. A cerimônia também será marcada pela entrega das primeiras carteiras de identidade funcional para os servidores do sistema socioeducativo, confirmando o compromisso do Governo do Distrito Federal com a valorização dos servidores.

Segundo Gustavo Rocha, a gratificação é mais uma iniciativa da Sejus para fortalecimento do Sistema Socioeducativo do DF. Ele explicou que o serviço voluntário, em conjunto com a nomeação de novos servidores, ampliará a capacidade de atendimento aos adolescentes que praticarem atos infracionais.

O reforço no número de agentes socioeducativos atuando nas unidades de internação busca garantir que todas as atividades de ressocialização aconteçam sem prejuízo a integridade física e psíquica dos jovens e servidores, entre elas o acesso à escolarização e à profissionalização, consideradas essenciais para o retorno desses jovens ao convívio social. Os agentes socioeducativos são essenciais, por exemplo, no funcionamento da escola em período integral, uma vez que realizam o deslocamento dos adolescentes até o local, a guarda e a segurança de todos os envolvidos no processo de aprendizagem.

Nomeações: Desde o início do ano, já foram nomeados mais de 200 concursados para o Sistema Socioeducativo do DF, entre agentes, técnicos e especialistas. Eles foram aprovados no concurso da antiga Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude, incorporada à estrutura da Sejus na atual gestão.

Festival de Música da Nacional anuncia vencedores em show em Brasília

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Entrada é franca e evento ocorre na Caixa Cultural

O Festival de Música da Rádio Nacional FM de Brasília realiza, neste sábado (7), às 20h, o Show da Final, em que serão apresentados os vencedores da competição. O Festival tem como objetivo abrir espaço para artistas de Brasília na programação da emissora. O evento acontece na Caixa Cultural.

Nesta 11ª edição, o Festival recebeu a inscrição de 229 músicas. Na primeira fase da competição, um corpo de jurados composto por especialistas selecionou as 50 melhores canções. Durante três meses, as 50 selecionadas foram executadas diariamente na programação da Rádio Nacional FM. Neste mesmo período, os ouvintes puderam votar pela internet em suas músicas preferidas. A seleção popular somou ao todo mais de 16 mil votos e selecionou as 12 canções finalistas.

Agora, está aberta uma segunda fase de votação pela internet em que será eleita a melhor música, na opinião do público. Vote aqui.

O Show da Final é aberto ao público e vai contar com a apresentação de cada um dos 12 finalistas. Durante a apuração dos votos com os jurados, a plateia vai acompanhar um pocket show com a Banda do Festival, comandada pelo Maestro Marcos Farias. Os participantes serão premiados em oito categorias: Melhor Música com Letra, Melhor Música Instrumental, Melhor Intérprete Vocal, Melhor Intérprete Instrumental, Melhor Letra, Melhor Arranjo, Música Mais Votada na Internet e Melhor Torcida.

Os finalistas da 11ª edição são: Capivara Brass Band, Emília Monteiro, Karin Richter, Litieh, Luis Theodoro e Mário Theodoro, Marcelo Café, Marcelo Lima, Márcio França e Rodrigo Souto, Saci Weré, Tatá Weber, Thaís Siqueira e Túlio Borges.

Amanhã (8), às 20h, haverá um show extra, onde os vencedores das quatro principais categorias de melhores músicas e intérpretes terão a oportunidade de mostrar um pouco mais de seus trabalhos.

O Festival

Consolidação de um antigo projeto da emissora, a primeira edição do Festival Música Nacional FM foi realizada em 2009. A cada ano, o Festival registra crescimento entre músicas inscritas e recordes de acessos de ouvintes na votação pela internet. A iniciativa já está consolidada no cenário cultural de Brasília, o que provoca a mobilização de toda a cadeia produtiva musical da cidade, como compositores, cantores, músicos, arranjadores e os estúdios de gravação.

Serviço:

07/12/2017 – 20h00 – Show da Final do Festival

08/12/2017 – 19h00 – Show dos Vencedores

Entrada Franca para os dois shows com retirada de ingressos na bilheteria do Teatro da Caixa Cultural.

Classificação Etária: 14 anos