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BRB convoca segunda turma de aprovados

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Estão sendo chamados 50 escriturários e sete analistas de TI. No mês passado, foram contratados 41 profissionais. Salários são de até R$ 8 mil

O Banco de Brasília publicou hoje (19) no Diário Oficial do Distrito Federal a convocação da segunda turma de aprovados nos concursos de escriturário (nível médio e porta de entrada para a carreira bancária) e analista de TI, todos realizados no ano passado. Desde 2013, o BRB não lançava concurso público. Os três promovidos em 2019 receberam, no total, mais de 92 mil inscrições.

Na convocação de hoje, estão sendo chamados 50 escriturários e sete analistas de TI. No final do mês passado, o BRB chamou a primeira turma, um total de 41 aprovados, sendo 20 escriturários, 12 analistas de TI, oito advogados e um engenheiro do trabalho.

Todos os convocados na publicação de hoje devem se apresentar no Centro de Treinamento do BRB (EQS 410/411 Sul, lote 1, sobreloja do BRB), no dia 9 de março, às 15h.

“O BRB é o lugar certo para estar. Vivemos um momento de expansão e de trabalho na busca por ser, cada vez mais, um banco competitivo, moderno, ágil e completo”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

O salário para o cargo de escriturário é de R$ 3.342,26 (com carga horária de 30 horas semanais). No caso dos analistas de TI, a remuneração mensal é de R$ 8.021,67.

Aposentados e pensionistas do INSS podem acessar extrato para IR 2019

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Demonstrativo está disponível no Portal Meu INSS

O demonstrativo está disponível no Portal Meu INSS, com login e senha. Caso seja o primeiro acesso, é necessário fornecer os dados solicitados na área de login e fazer o cadastro, criando uma senha com, no mínimo, com nove caracteres, pelo menos uma letra maiúscula e um número. Ao acessar o sistema com a senha, basta escolher a opção Extrato para Imposto de Renda, do lado esquerdo da página, e emitir o documento.

É possível ainda retirar o extrato nas agências do INSS, com agendamento prévio. Para isso, é necessário acessar o Meu INSS, informar os dados pessoais na área de login, clicar em “não sou um robô” e depois em “continuar sem login”. Em seguida, clicar em Novo Requerimento e digitar a palavra extrato no campo de pesquisa para selecionar o serviço desejado. Compareça à unidade do INSS indicada no Meu INSS, no dia e hora marcados, com os documentos necessários.

Para mais conforto aos cidadãos, o INSS recomenda que a obtenção do extrato seja feita pela internet. Também é possível fazer o agendamento pelo telefone 135.

Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio de R$ 170 milhões

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Acumulada há 14 concursos, a Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (19) prêmio estimado em R$ 170 milhões.

O sorteio das seis dezenas do concurso 2.235 será realizado a partir das 20h (horário de Brasília) no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

O sorteio é aberto ao público, que pode acompanhar também pelo Facebook e canal Caixa no Youtube.

De acordo com a Caixa, o valor do prêmio, caso aplicado na poupança, poderia render aproximadamente R$ 440 mil por mês.

“O concurso 2.235 tem premiação maior por ter final 5. Concursos da Mega-Sena com final 0 e 5 têm premiações mais atrativas, porque parte da arrecadação de outros concursos é reservada a eles”.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, em todo o país. A cartela, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

Mapeamento das cidades vai ajudar no combate ao crescimento da dengue

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Vice-governador determina as medidas que todos os administradores regionais devem tomar para eliminar focos do mosquito Aedes aegypti

Por Lívio de Araújo

Os administradores regionais de todas as Regiões Administrativas (RAs) do Distrito Federal se reuniram, na noite desta terça-feira (18/02), para montar um cronograma de atividades nas cidades para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Cinco ações foram elencadas como urgentes: levantamento das paradas de ônibus que precisam de limpeza, de imóveis abandonados, de sucatas nas ruas, o manejo do lixo e a montagem de tendas para atendimento aos doentes.

Por determinação do vice-governador do DF, Paco Britto, os administradores deverão mapear suas cidades e, com esses dados, partir para a força-tarefa com órgãos competentes para cada ação.

Desde 24 de janeiro o DF está em situação de emergência de saúde pública, por tempo indeterminado, em razão da ameaça de epidemia de dengue e outras doenças. De acordo com dados da Secretaria de Saúde, em 2020, até a última semana de janeiro, foram registrados 1.419 casos da doença no DF, com um óbito.

Cada administração vai, a partir de agora, mapear todas as paradas de ônibus das cidades para saber se há acúmulo de água na parte de cima delas – o que pode servir de criadouro para a larva do mosquito. Muitas delas podem estar acumulando folhas e lixo.

O vice-governador determinou que a Secretaria de Transportes e Mobilidade e a Novacap devem ser acionadas para realizar as obras necessária nos abrigos. “Estamos em guerra contra o mosquito e é preciso engajamento diário nas cidades para vencermos”, lembrou.

92%dos focos do mosquito Aedes aegypti se encontram nos quintais das casas

Os imóveis abandonados que se encontrarem fechados também serão mapeados e, nos próximos dias, o Governo do Distrito Federal (GDF) prevê a reedição de um decreto de 2007 para que, após realizada a limpeza por parte do governo, os donos das residências sejam notificados e paguem os custos da operação. Dados da Saúde apontam que 92% dos focos do mosquito Aedes aegypti se encontram nos quintais das casas.

Por sugestão do secretário de Cidades, Fernando Leite, os administradores também devem buscar ajuda com a sociedade civil organizada para a mobilização de toda a cidade. “Rotary, igrejas e demais instituições devem estar juntos nesta guerra”, afirmou.

Uma Sala de Crise será montada com a ajuda do Corpo de Bombeiros Militar do DF, a partir do próximo dia 27 de fevereiro, no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), na sede da Secretaria da Segurança Pública (SSP).

A ideia é reunir, em um só lugar, todos os mapeamentos feitos pelas administrações nas RAs e as ações que estão sendo realizadas em cada cidade, com números atualizados de atendimentos a pacientes nos quase 100 salas de hidratação montadas pela Secretaria de Saúde em todas as cidades do DF.

Deputados distritais aprovam flexibilização sobre uso do solo no SIG

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Proposta do GDF atualiza usos dos lotes e visa ampliar a prestação de serviços no setor, gerando emprego e estímulo às atividades econômicas

Por Jéssica Antunes

A mudança das normas de gabarito e definições de parâmetros de uso e ocupação do solo para o Setor de Indústrias Gráficas (SIG) foi aprovada por deputados distritais nesta terça-feira (18). A proposta, de autoria do Poder Executivo, define parâmetros de uso e ocupação do solo do setor com objetivo de ampliar a prestação de serviços, gerando emprego e estímulo econômico. O texto agora segue para sanção do governador Ibaneis Rocha.

O Projeto e Lei Complementar nº 13 de 2019 foi elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) e embasado em pareceres favoráveis de infraestrutura, drenagem de águas pluviais, iluminação, fornecimento de energia e impacto de trânsito. Depois de mais de dez anos de discussões, a proposta contou com apoio de entidades atuantes na defesa do tombamento de Brasília que integram o Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF (Conplan).

“A aprovação deste projeto representa grande vitória para o DF, que passará a contar com maior oferta de comércio e serviços”Mateus Oliveira, secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação

O texto foi analisado e aprovado, em primeiro e segundo turnos, por 20 dos 21 deputados distritais presentes no plenário da Câmara Legislativa do DF (CLDF). Este é considerado um dos principais projetos para destravar a economia da capital e não foram apresentadas novas emendas parlamentares além das seis de aprimoramento da redação acrescentadas em dezembro. Líder do governo na Casa, o distrital Cláudio Abrantes avalia que a aprovação indica maturidade.

“É fruto de um trabalho de convencimento e debate interno, sem interesses desviados, visando melhorias para sociedade e o desenvolvimento de Brasília, com olhar pela preservação e manutenção da cidade como Patrimônio da Humanidade”, afirmou, lembrando que dar dinamismo à região foi proposta de campanha do governador.

A Lei do SIG amplia o modelo de uso dos lotes e permite a instalação de mais de 200 atividades na região, como comércios de pequeno porte, serviços e escolas. Hoje, apenas atividades bancárias, de radiodifusão e impressão de jornais e revistas são permitidas. A proposição ainda permite a alteração da altura máxima dos prédios – de 12 para até 15 metros –, possibilitando instalação de casa de máquinas e de caixa d’água acima do último pavimento.

“A aprovação deste projeto pela CLDF representa uma grande vitória para o Distrito Federal, que passará a contar com maior oferta de comércio e serviços, o que vai impulsionar a geração de emprego e renda na região”, destaca o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira.

A Seduh já iniciou o projeto de requalificação dos espaços públicos do SIG. Os principais pontos são a melhoria da conexão da região com o Setor Sudoeste, os ajustes na dimensão das pistas de rolamento de vias locais para melhoria de calçadas e de vagas de estacionamentos. Além disso, serão criadas ciclovias, estruturas de acessibilidade, arborização e urbanização de espaço livre de uso público da Quadra 6.

Controle da política urbana

De acordo com a Seduh, instrumentos de contrapartida serão aplicados para controle da política urbana. A Outorga Onerosa de Alteração de Uso (Onalt) será cobrada em qualquer caso em que o proprietário ou locatário do imóvel solicitar alvará de construção ou licença de funcionamento para uma das novas atividades a serem permitidas no local. O valor será calculado, caso a caso, pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap).

Outra ferramenta de gestão urbana, a Outorga Onerosa do Direito de Construir (Odir), será cobrada em todos os lotes que podem ter construção acima do coeficiente básico. As arrecadações serão destinadas ao Fundo de Desenvolvimento Urbano (Fundurb) e destinadas à execução de novas intervenções urbanas de requalificação do sistema viário e dos espaços públicos do SIG.

Segurança jurídica

Integrantes do setor produtivo acompanharam a votação de perto. Presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do DF (Ademi), Eduardo Aroeira ressalta que a legislação “vai trazer a legalização de diversas atividades que já atuam lá, com consequência de gerar mais emprego e renda”.

Vice-presidente Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF (Fecomércio-DF), Ovídio Maia classificou a aprovação como um avanço. “Quem ganha é a cidade, as pessoas, a mobilidade. E, melhor que isso, segurança jurídica para os comércios já estabelecidos que buscam regularização pelos meios legais”, afirma.

À frente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), Dionysio Klavdianos diz acreditar que o novo texto ajudará a impedir “uma situação que poderia se tornar crônica”, com uso não previsto até então. “Vai ajudar a dar novo ânimo, com ocupação conforme o que dita a lei. Sem dúvidas, também vai estimular o emprego a partir do momento que permite empreender.”

Mais de 30 anos sem atualização

Criada no fim da década de 1960, a região está incorporada à área tombada. As primeiras regras para o uso dos lotes ali datam de 1967 e foram revisadas pela última vez em 1988.  A proposta de mudança de gabarito e definições de parâmetros pela Lei do SIG já fazia parte da minuta do projeto de lei do Plano de Preservação do Conjunto Urbano de Brasília (PPCub) e, por iniciativa da Seduh, foi destacado para acelerar apreciação.

Antes de ser enviada à CLDF, a minuta do projeto de lei – que não contempla uso de lotes para fins residenciais – foi aprovada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano. Fazem parte do Conplan representantes dos conselhos de Arquitetura e Urbanismo (CAU-DF) e de Engenharia e Agronomia (Crea-DF), da Universidade de Brasília (UnB) e do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB-DF).

Brincadeiras de Carnaval movimentam escolas de Brasília

Recreio Carnavalesco e CarnaMarista são eventos que promovem a integração de estudantes do Colégio Marista Asa Sul e colaboram com o desenvolvimento infantil

Brincadeiras de Carnaval dão o tom da semana que promete agitar a rotina de estudantes do Distrito Federal. No Colégio Marista Asa Sul, por exemplo, os alunos do Ensino Fundamental – Anos Iniciais vão poder participar do Recreio Carnavalesco e do CarnaMarista, na próxima sexta-feira (21). Os eventos prometem momentos de muita interação e descontração, regados de alegria e troca de experiências. A garotada vai poder ir à escola com roupas alegres, fantasias e camisetas de times preferidos, levando serpentinas.

Os estudantes do Infantil 2 ao 1º ano do Ensino Fundamental vão desenvolver atividades especiais e poderão ir à escola fantasiados, também levando serpentinas. Eles aprenderão brincadeiras de Carnaval. “Esse tipo de atividade pode colaborar com o desenvolvimento infantil, estimular o trabalho em grupo, a criatividade e a coordenação motora dos pequenos. Por isso, é importante que proporcionemos essas vivências a nossos alunos”, diz a coordenadora da Educação Infantil do Colégio Marista Asa Sul, Patrícia Deoti.

“São muitas as opções de brincadeiras de Carnaval para ensinar e divertir as crianças em qualquer lugar e a escola não pode perder essa oportunidade. Carnaval é um momento de diversão e manifestação artística e cultural, precisamos aproveitá-lo para desenvolver atividades festivas, que estimulem a participação e a criatividade dos alunos”, diz a coordenadora do Ensino Fundamental – Anos Iniciais do Colégio Marista Asa Sul, Raquel Magalhães.

Lava Jato denuncia Jucá e Raupp por corrupção e lavagem de dinheiro

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Crimes teriam ocorrido entre os anos de 2008 e 2010 e também em 2012

Por Felipe Pontes

O Ministério Público Federal (MPF) do Paraná voltou a apresentar denúncia contra o ex-senadores do MDB Romero Jucá (RR) e Valdir Raupp (RO) no âmbito da Lava Jato, por desvios na Transpreto, subsidiária na Petrobras. Ambos são acusados de corrupção e lavagem de dinheiro.

Os dois já haviam sido denunciados em 2017 pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelos mesmos crimes, mas tiveram o caso remetido à primeira instância pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o termino de seus mandatos como senadores. O caso hoje tramita na 13ª Vara Federal de Curitiba.

Também foram denunciados o ex-presidente da Transpetro Sergio Machado; os executivos da NM Engenharia Luiz Maramaldo e Nelson Maramaldo; e o ex-executivo da Odebrecht Fernando Reis.

Segundo a denúncia, todos estariam envolvidos em um esquema de pagamento de propina mediante doações de campanha em troca de favorecimento ilegal em licitações com a Transpetro. Os crimes teriam ocorrido entre os anos de 2008 e 2010 e também em 2012.

De início, também estavam envolvidos os ex-senadores José Sarney e Garibaldi Alves Filho, mas o STF considerou que eles não poderiam mais ser punidos ante a prescrição dos crimes. Parte da investigação, envolvendo o senador Renan Calheiros (MDB-AL), permanece em tramitação no Supremo.

Segundo a denúncia, os executivos da NM Engenharia e da Odebrecht Ambiental pagavam propina aos políticos para que mantivessem Sergio Machado no comando da Transpreto, em troca de contratos com a subsidiária da Petrobras.

Uma primeira propina de R$ 100 mil, por exemplo, teria sido paga em 2008 pela NM Engenharia em forma de doação eleitoral para diretório estadual do MDB em Roraima, à época presidido por Jucá, diz a denúncia. Outro R$ 1 milhão teria sido pago em 2012 por meio de doação ao diretório nacional do MDB.

A denúncia tem como origem a delação premiada de Sergio Machado e também dos executivos Luiz e Nelson Maramaldo e Fernando Reis.

A Agência Brasil tenta contato com a defesa dos envolvidos. À época da apresentação da primeira denúncia pela PGR, o então senador Valdir Raupp disse “jamais tratou sobre doações de campanha eleitorais junto a diretores da Transpetro ou quaisquer outras pessoas até porque não foi candidato a nenhum cargo eletivo nas eleições de 2012 e 2014”.

Na mesma ocasião, a defesa de Jucá disse não haver “nenhum motivo para fazer essa denúncia, o que existe é a palavra de um delator desmoralizado”, em referência aos depoimentos de Machado.

CLDF: Comissões aprovam alterações no SIG e proposta vai ao Plenário

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O projeto de lei complementar nº 13/2019, do Executivo, que altera os parâmetros de uso e ocupação do solo para o Setor de Indústrias Gráficas (SIG), do Plano Piloto, foi aprovado na manhã desta terça-feira (18) pelas comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Tecnologia, Meio Ambiente e Turismo. A proposta deve ser analisa ainda na tarde desta terça-feira, no plenário da Câmara Legislativa.

Na prática, o PLC 13/2019 permitirá que os prédios da região passem dos atuais 12 metros de altura para 15 metros. A proposta também amplia as possibilidades de atividades no SIG. O setor foi idealizado para abrigar gráficas e algumas outras atividades. A proposta do governo amplia as modalidades de negócio no setor para mais de 200 atividades, entre elas indústria, comércio e de prestação de serviços.

Pela proposta, a implantação dos usos e atividades previstos na legislação fica condicionada ao pagamento da Outorga Onerosa de Alteração do Uso (ONALT). Na justificativa do PLC, o governo salienta que a modificação possibilitará “a legalização da maioria das atividades que vem sendo instaladas ao longo dos anos naquele Setor”.

O relator do projeto na CCJ, deputado Prof. Reginaldo Veras (PDT), ressaltou que o projeto foi amplamente discutido e analisado por vários consultores. No entanto, Veras cobrou do governo o envio à Câmara Legislativa do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB) e adiantou que o Legislativo não deverá mais analisar mudanças isoladamente de áreas.

Na comissão do Meio Ambiente, a proposta foi aprovada por unanimidade, e os seus integrantes destacaram a importância das modificações para a geração de emprego e regularização de negócios no SIG. Para a deputada Julia Lucy (Novo), por exemplo, o projeto vai contribuir para a democratização dos espaços da cidade.

BRB assina termo de cooperação com SESC e SENAC em Minas

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“O BRB trabalha para transformar a Instituição em um Banco de fomento, de desenvolvimento econômico e social. Nosso objetivo é gerar emprego, renda, colaborar com a economia e, de fato, melhorar a vida das pessoas”, explica o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa

Um dia depois de anunciar sua chegada ao Tocantins, o BRB assina hoje termo de cooperação com o Serviço Social do Comércio (Sesc) e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), de Minas. A ação vem no sentido de ampliar a presença do BRB no Estado e faz parte do projeto de expansão nacional e fortalecimento da Instituição como Banco de desenvolvimento econômico, social e humano.

Além do Distrito Federal, o BRB está presente em nove Estados: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Piauí e no Tocantins.

A parceria com o Sesc e o Senac de Minas Gerais prevê uma maior proximidade do Banco de Brasília com as empresas dos setores de comércio, serviços e turismo do Estado. O BRB vai oferecer ainda condições especiais em serviços e produtos financeiros para os funcionários das duas instituições. O Banco também vai ter uma estrutura de atendimento em Belo Horizonte. O BRB já possui uma agência na cidade mineira de Unaí.

O BRB tem, desde setembro, firmado parcerias com diversos setores econômicos como parte de sua estratégia de expansão nacional. A ênfase tem sido as regiões do Centro-Oeste e do Nordeste. Acordo semelhante ao que será assinado nesta terça-feira já foi estabelecido com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), e com a Fecomércio do DF, do Piauí e de Tocantins.

“O BRB trabalha para transformar a Instituição em um Banco de fomento, de desenvolvimento econômico e social. Nosso objetivo é gerar emprego, renda, colaborar com a economia e, de fato, melhorar a vida das pessoas”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. Ele reforça que o planejamento do BRB em 2020 é focado na expansão nacional por meio de importantes parcerias, além do lançamento, nos próximos meses, do Banco Digital.

Detran prorroga vencimento da taxa de licenciamento

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O contribuinte agora tem até o dia 28 de fevereiro para pagar o tributo. Valor continua R$ 75,30 para todos os veículos, sem incidência de juros

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal prorrogou até o dia 28 de fevereiro o vencimento da taxa de licenciamento para todos os veículos registrados no Distrito Federal.  A medida visa evitar prejuízos aos proprietários que tiveram dificuldade para imprimir os boletos em tempo hábil para pagamento nas datas previstas por final de placa.

O valor da taxa de licenciamento continuará R$ 75,30 para todos os tipos de veículo para pagamento realizado até o final da próxima semana, sem incidência de juros e multa.

No entanto, os proprietários que já fizeram a impressão do boleto têm duas opções: pagar a taxa na data de vencimento inicialmente prevista de acordo com o final da placa, utilizando o boleto já impresso, ou imprimir um novo boleto com vencimento para 28/2/2020. Nos boletos impressos a partir de hoje (18) já consta a nova data de vencimento.

Como este ano os boletos da taxa de licenciamento não foram impressos junto com os carnês do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), é necessário acessar o site do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (www.detran.df.gov.br) para fazer a impressão.

Também é possível emitir, pelo site da autarquia, boletos do Seguro Obrigatório e de multas. Lembrando que o veículo só será licenciado e o Certificado de Registro de Licenciamento de Veículo (CRLV) emitido depois de quitados todos os débitos, como IPVA, Seguro Obrigatório, Taxa de Licenciamento e multas vencidas.