Início Site Página 2112

Confiança do empresário cai 0,5 ponto em fevereiro

Indústrias

É a primeira queda desde agosto passado, diz IBGE

Por Cristiana Índio do Brasil

Após oito meses em alta, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) caiu 0,5 ponto em fevereiro e atingiu 97,2 pontos. No entanto, em médias móveis trimestrais, o indicador calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE) manteve tendência ascendente com o avanço de 0,6 ponto.

O superintendente de Estatísticas Públicas da fundação, Aloísio Campelo Jr, informou que na primeira queda, desde agosto passado, entre os destaques negativos do índice de expectativas empresariais está o setor de serviços e a construção.

Segundo ele, nos dois casos, os indicadores, que antes sinalizavam otimismo com os meses seguintes, passaram a retratar neutralidade. “Os indicadores de situação atual também recuaram no mês, embora neste caso o setor de serviços tenha sido o único responsável”, disse.

Ainda conforme Campelo Jr., quase toda a coleta de informações para as sondagens de fevereiro foi obtida antes do avanço expressivo do surto mundial de coronavírus, na última semana do mês.

De acordo com a FGV, o Índice de Confiança Empresarial consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE, que são de indústria, serviços, comércio e construção.

Também em fevereiro, tanto o índice que mede a percepção dos empresários sobre a situação corrente dos negócios (ISA-E), quanto do Índice de Expectativas (IE-E) registraram quedas. Pelo segundo mês consecutivo, o ISA-E caiu 0,6 ponto, passando para 92,8 pontos. Já o IE-E recuou 0,3 ponto, alcançando 101,5 pontos, mas se manteve na zona de neutralidade, próximo aos 100 pontos.

Para a FGV/IBRE, o resultado de fevereiro entre os setores integrantes do índice de confiança foi bastante heterogêneo. Apesar de ritmo menos intenso, a indústria continuou avançando com alta de 0,5 ponto, enquanto no mês anterior tinha subido 1,5 ponto.

Pelo terceiro mês seguido, o comércio avançou devido às expectativas dos empresários, que caminharam em sentido oposto ao aumento do pessimismo observado nos demais setores. Mas a confiança no setor de serviços caiu 1,7 ponto no mês, sendo o único setor que recua na métrica de médias móveis trimestrais. Já a confiança da construção teve queda de 1,4 ponto, depois de subir por sete meses consecutivos.

Para a edição de fevereiro de 2020, foram coletadas informações de 4.356 empresas entre 03 e 21 de fevereiro. A próxima divulgação do índice ocorrerá no dia 31 de março de 2020.

Leonardo Sant’Anna ministra evento sobre empreendedorismo na segurança pública

0

Iniciativa faz parte do Programa de Microcrédito do Governo do Distrito Federal

Empreender no setor de segurança pública. Esse é o objetivo do CSI Brasília (Certificado Internacional em Segurança), um evento produzido pelo Total Florida International (TFI), que será realizado no dia 4 de março, em Brasília. Com vagas limitadas, o evento é gratuito. A iniciativa vai fornecer concessões de crédito para pessoas físicas e jurídicas, onde os empreendedores da área poderão receber até R$ 8.500 iniciar o próprio negócio.

O especialista em segurança pública Leonardo Sant’Anna, um dos palestrantes, aponta a importância de abordar o tema. “É um assunto que pouca gente gosta de falar: a fórmula da segurança. Além disso, vamos comentar sobre empreendedorismo. É um curso voltado para todos que desejam se aventurar nesse ramo, um cenário pouco explorado e com grandes chances de faturamento. A turma é restrita, são poucas vagas e já estão acabando”.

Esse benefício faz parte do Programa de Microcrédito do GDF, que visa fomentar o empreendedorismo, por meio de concessões de crédito para pessoas físicas e jurídicas. Na avaliação de Sant’Anna, é possível empreender com sucesso e multiplicar os lucros. “É uma oportunidade exclusiva para empresários de Brasília faturarem até R$ 8.500, logo de primeira”, ressalta.

No curso, os selecionados vão aprender sobre suporte TFI; ferramentas de marketplace; acesso aos melhores serviços de segurança do mercado; certificação internacional; e assessoria de marketing. Para o evento, estarão presentes profissionais experts da área que vão compartilhar conhecimentos sobre modelos de negócio inteligentes, gestão de empresas e multiplicação de lucros. O objetivo é trazer palestras dinâmicas e com exemplos de casos reais.

Leonardo Sant’Anna 

Atuou por 28 anos na PMDF, tem uma carreira consolidada, na qual também atuou como consultor de segurança internacional em diversos países, alguns deles inclusive pela ONU. Ele é autor do livro “Quem mexeu na minha segurança?” e realizou treinamentos para corporações como o BOPE.

Serviço

Data: 04 de março

Local: Espaço Mais – Sia Trecho 2, Lote 305, Brasília – DF

Valor: gratuito

Inscrições:  https://conteudo.totalfloridainternational.com/csi-brasilia/

Brasil monitora 252 pacientes com suspeita de coronavírus

0
Passageiros e funcionários circulam vestindo máscaras contra o novo coronavírus (Covid-19) no Aeroporto Internacional Tom Jobim- Rio Galeão

Governo lançou aplicativo com informações sobre a doença

Por Kelly Oliveira

O Ministério da Saúde monitora 252 pacientes com suspeita de infeção pelo novo coronavírus. Foram descartados 89 casos.

Os números foram atualizados hoje (1º) na Plataforma Integrada de Vigilância em Saúde. A maioria das suspeitas é de São Paulo, com 136 casos.

Até ontem, havia 207 pacientes com suspeita de infeção pelo novo coronavírus e 79 casos tinham sido descartados.

O país continua com dois casos confirmados em São Paulo. Os dois casos confirmados têm como local de infecção a Itália. Ambos são brasileiros e moram no estado de São Paulo. Os casos não têm vínculo entre si e foram identificados em unidade de saúde privada, conforme informou o ministério.

A partir desta segunda-feira (2), o Ministério da Saúde também inicia um novo fluxo e adotará integralmente os dados repassados pelos gestores locais. Antes, cada notificação era reanalisada pela equipe da pasta. A ação de descentralização da consolidação dos casos busca dar agilidade de resposta à doença. Os ajustes do novo fluxo estão sendo realizados neste fim de semana.

Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como lavar as mãos com água e sabão, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo. Evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas.

Aplicativo

O Ministério da Saúde lançou o aplicativo Coronavírus-SUS com o objetivo de conscientizar a população sobre o Covid-19, doença causada pelo vírus.

O recurso conta com informativos de diversos tópicos como os sintomas, como se prevenir, o que fazer em caso de suspeita de infecção e mapa indicando unidades de saúde próximas. O aplicativo está disponível para dispositivos Android e IOs.

Pagamento de impostos com pontos de fidelidade é lançado no Brasil

Serviço também vale para contas de água, luz e telefone

Por Welton Maximo

Pagar impostos e contas domésticas sem gastar dinheiro, consumindo pontos de programa de fidelidade em vez de desembolsar reais. Inédita no país, a solução foi lançada pelo Banco do Brasil (BB).

Desde esta semana/semana passada, o cliente pode usar pontos do programa de relacionamento da instituição financeira para quitar contas de água, de luz, de telefone e de televisão por assinatura, além de pagar tributos. O cliente não paga taxas nem tarifas para realizar a transação.

O serviço representa mais uma etapa na evolução dos programas de fidelidade. Inicialmente restritos a companhias aéreas, esses serviços se difundiram ao longo dos últimos dez anos. Segundo a Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf), a troca de pontos migrou primeiramente para as compras online, depois para o varejo físico.

Nos últimos anos, os bancos passaram a permitir que os clientes usassem pontos para restituir valores debitados em conta-corrente. A pontuação varia conforme os gastos em estabelecimentos parceiros dos programas e geralmente é atrelada à cotação do dólar e ao tipo de cartão de crédito. Cada dólar gasto pelo cliente é revertido em determinado número de pontos, que varia conforme a bandeira e a categoria do cartão.

Pelas estatísticas mais recentes da Abemf, o mercado de empresas de fidelidade movimentou R$ 3,7 bilhões no primeiro semestre do ano passado. O valor representa alta de 12,7% em relação ao mesmo período de 2018. O percentual de pontos expirados, que não podem mais ser trocados, caiu de 19,8% no segundo trimestre de 2018 para 17,4% no mesmo trimestre de 2019.

Alerta: nunca descarte medicamentos em lixo comum

0

Eles fazem mal ao meio ambiente, aos animais e aos seres humanos. O recomendado é entregá-los em farmácias públicas ou privadas

Uma pesquisa rápida entre amigos e é fácil perceber que a maioria das pessoas joga no lixo comum aquele medicamento vencido ou que não está mais sendo usado. Mas a atitude, aparentemente inofensiva, faz mal ao meio ambiente, aos animais e, consequentemente, aos seres humanos.

Isso porque os medicamentos liberam resíduos químicos que contaminam o solo, os animais, rios, córregos e até mesmo a água que bebemos. Cada quilograma de medicamento descartado incorretamente pode acabar contaminando até 450 mil litros de água. Estima-se que 20% dos medicamentos adquiridos sejam descartados de forma inadequada no ambiente doméstico.

450 mil litrosQuantidade de água que pode ser contaminada por apenas 1kg de medicamento descartado incorretamente

O que fazer com eles, então? “Na sua casa, separe os medicamentos comuns que estão vencidos e os que não serão mais utilizados em um saco plástico e as seringas e agulhas em garrafas pet com tampa, de forma a evitar acidentes. Leve-os a uma farmácia ou drogaria, pública ou privada”, explica a gerente do Componente Básico da Assistência Farmacêutica, Alliny Martins.

No Distrito Federal, a Lei n° 5.092/2013 obriga farmácias e drogarias a receberem os medicamentos com prazo de validade vencido para descarte, aplicando o que é previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos, com a finalidade de dar o descarte adequado.

Algumas drogarias privadas participam do programa Descarte Consciente e recebem esses medicamentos. No Distrito Federal há 64 pontos de coleta. Para saber onde ficam, basta acessar o site do programa.

Corrida Escoteira das Cores movimenta Eixão do Lazer

0
A corrida, num percurso de quatro quilômetros, movimentou o Eixão Sul na manhã deste domingo | Foto: Divulgação / Seduh

Evento, que contou com apoio do GDF, marca abertura das atividades de 2020

Muita animação e alegria marcaram a abertura das atividades de 2020 dos cerca de quatro mil escoteiros do Distrito Federal. Acompanhados por amigos e familiares, eles se reuniram neste domingo (1°), no Eixão do Lazer, na altura da Superquadra 102 Sul, onde foi dada a largada da Corrida Escoteira das Cores. Este ano, pela primeira vez, o evento contou com o apoio do GDF.

Os secretários de Governo, José Humberto Pires; da Educação, João Pedro Ferraz; do Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira, e o presidente do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Edson Duarte, estiveram presentes e foram homenageados com a Medalha da Gratidão.

Reconhecimento

“Estamos todos muito felizes com esse apoio, não só na logística para a realização deste evento, como no reconhecimento da importância do escotismo para a sociedade”, comorou a presidente dos Escoteiros do Distrito Federal, Adriana Frony.

Ela destacou a regulamentação do Decreto 40.219, de 31/10/19, que trata do escotismo como método complementar de educação e institui reserva de áreas para a prática da atividade em todas as regiões administrativas do DF.

“Os escoteiros fazem um trabalho incrível de promover a cidadania, a preservação ambiental, ajuda ao próximo, e é de interesse do governo sempre apoiar ações como essas desenvolvidas pelos escoteiros”, ressaltou o secretário Mateus Oliveira.

Corrida das Cores

Com um percurso de quatro quilômetros, a Corrida Escoteira das Cores tem como objetivo conectar os brasilienses e os escoteiros de todo o Distrito Federal. Os participantes costumam dar a largada vestidos de branco, e em alguns pontos acontece uma explosão de diferentes cores sobre eles.  Ao final, são há jogos e atividades que celebram o tema anual do evento, “Escoteiros – os Líderes do Futuro”.

Mudança de trajeto beneficia mais de 400 alunos do Paranoá Parque

Com mais pontos de ônibus, acabaram as aglomerações, o que reforça a segurança de todos os usuários | Fotos: Acácio Pinheiro / Agência Brasília

Demanda de pais e estudantes, a ampliação do número de paradas de cerca de 17 linhas de transporte escolar gratuito não provoca impacto financeiro

Por Jéssica Antunes

Duas vezes por dia, a aluna Anne Karolline andava mais de meia hora só para conseguir chegar ao único ponto de espera do transporte escolar gratuito do Paranoá Parque. A menina, de nove anos, percorria cerca de duas quadras ao lado da mãe. Pela manhã, já chegava cansada ao colégio. À tarde, a fome aumentava no caminho de casa. Uma mudança realizada no trajeto das 17 linhas que atendem a região vai beneficiar a garota e cerca de 400 vizinhos.

A realidade da criança era a mesma vivida pelos estudantes moradores das quadras 1 e 2 do setor habitacional criado em 2014 para atender famílias de baixa renda do DF. O transporte escolar tinha um único e grande ponto de parada, que reunia alunos dos turnos matutino e vespertino. Na última semana, pelo menos outras quatro estações foram definidas, em trajeto determinado, para facilitar a vida dos habitantes.

“Não importava sol, chuva, poeira – sempre tínhamos que andar por mais de 30 minutos para chegar ao ponto de encontro”, conta a mãe de Anne Karolline, a dona de casa Alice Alves, 38 anos. “Era sofrido para as crianças e para os pais. Com a mudança, ficou bem melhor para todo mundo, e isso garante um bom ensino, sem cansaço”. Agora, de casa até o ponto, são cerca de sete minutos.

Nova realidade

Alice Alves com a filha Anne Karolline (ao centro): “Era sofrido para as crianças e para os pais. Com a mudança, ficou bem melhor para todo mundo, e isso garante um bom ensino, sem cansaço”

Em fase de transferência da gestão do sistema para a Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), o transporte público na área é feito pela empresa Vila Rica, que atende os alunos de acordo com as demandas e orientações dos executores. Cláudio Lopes, 46 anos, motorista há cinco anos, confirma que os pais dos estudantes sempre solicitavam a mudança, inclusive diretamente a ele, e reclamavam dos longos trajetos.

Nova realidade

Em fase de transferência da gestão do sistema para a Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), o transporte público na área é feito pela empresa Vila Rica, que atende os alunos de acordo com as demandas e orientações dos executores. Cláudio Lopes, 46 anos, motorista há cinco anos, confirma que os pais dos estudantes sempre solicitavam a mudança, inclusive diretamente a ele, e reclamavam dos longos trajetos.

A dona de casa Francisca Letícia, 27 anos, tem duas filhas beneficiárias do programa. Layane, de seis anos, frequenta a EC 3 e viaja com o motorista Cláudio. Renata, de sete anos, estuda na Escola Classe Natureza, distante quase dez quilômetros. “As duas chegavam cansadas à escola, e era toda uma operação para dar certo. Agora está bem melhor. Fico feliz que olharam por nós”, celebra a mãe.

Comodidade sem gasto extra 

Administrador regional do Paranoá, Sérgio Damasceno explica que as peculiaridades da região permitiram a mudança no esquema de transporte escolar gratuito, garantindo o atendimento a todas as crianças necessitadas e cadastradas. A articulação da administração com a Coordenação Regional de Ensino (CRE) foi feita por determinação do governador Ibaneis Rocha e do vice Paco Britto.

Coordenador regional de ensino, Isac Aguiar Castro diz que o antigo ponto de encontro, pelo aglomerado de pessoas, trazia riscos de acidentes. “Fizemos uma análise do processo e da legislação, que preveem bom senso, e optamos pela ampliação dos pontos de encontro para o mais próximo das residências para evitar a confusão”, explica.

A mudança não alterou o percurso: a diferença é que agora o motorista tem a autorização de parar ao longo do caminho, nos locais indicados. “Não houve aumento no número ônibus ou impacto financeiro, é apenas uma comodidade a mais para os alunos visto que não tem escola construída na região do Paranoá Parque”, esclarece o coordenador.

Panorama 

57.811Número de estudantes da rede pública atendidos mensalmente pelo transporte escolar

A oferta do transporte escolar aos alunos da rede pública de ensino do Distrito Federal é prevista por legislação local e regulamentada por portaria. Segundo informações da Secretaria de Educação (SEE), 57.811 estudantes são atendidos mensalmente no DF, divididos em 710 ônibus que percorrem 1.583 itinerários. Em 2019, mais de R$ 126 milhões foram investidos no programa.

Credenciamento de empresas para o Cartão Creche começa em abril

Instituições interessadas deverão apresentar documentação no Simplifica PJ de Taguatinga

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) dará início, em 2 de abril, ao credenciamento das entidades interessadas em participar do programa Cartão Creche. Lançada neste mês pelo governador Ibaneis Rocha, a iniciativa pretende abrigar, em tempo integral, crianças de zero a 3 anos. As empresas interessadas em prestar o serviço precisam ter CNPJ válido, apresentar declarações e documentação exigidas no edital de chamamento público no Simplifica PJ, que funciona na QI 19, lotes 28, 30 e 32 do Setor de Indústrias de Taguatinga.

Para participar, as instituições deverão estar em dia com as obrigações administrativas, financeiras, fiscais e trabalhistas. Também precisam oferecer vagas a crianças que não estejam matriculadas na rede pública de ensino. Além disso, é necessário oferecer, no mínimo, cinco refeições por dia. Para ser escolhida, a creche deve ter sede no DF e cumprir as exigências da Classificação Nacional de Atividade Econômica (Cnae 85112/00), resolução que rege o funcionamento da educação infantil e creches.

Oferta ampliada

O programa de Benefício Educacional-Social Cartão será mantido com o orçamento da Secretaria de Educação (SEE) e vai pagar até R$ 803 por criança matriculada. A meta do GDF é ofertar até 10 mil vagas em creches privadas, ainda este ano. Ao mesmo tempo, o programa visa promover desenvolvimento infantil e possibilitar a autonomia das mães de baixa renda que precisam deixar os filhos pequenos sob cuidados profissionais adequados para trabalhar.

R$ 803Valor a ser pago a cada família por criança matriculada

Além da SDE, são parceiros nesta iniciativa de garantir o benefício a Secretaria de Educação e o Conselho Permanente de Políticas Públicas do DF. Ainda este ano, o governo pretende zerar o déficit de vagas em creches públicas com a construção de cinco novos centros de educação da primeira infância (Cepis). Juntos, esses estabelecimentos vão oferecer 900 vagas para crianças de zero a 3 anos. A construção de outras duas creches públicas já está sendo licitada pelo governo.

Cronograma de etapas do Cartão Creche

  • Publicação do edital no DODF: 21/2.
  • Prazo para impugnação do edital: cinco dias, contados a partir do primeiro dia útil subsequente à publicação: 27/2 a 2/3.
  • Prazo do interstício legal até o início da entrega da documentação: 30 dias, contados do fim do prazo de impugnação do Edital: 3/3 a 1º/4.
    Início do credenciamento: 2/4.

Conheça opções para aproveitar a natureza em Brasília

0
Entrada sinalizada de uma das trilhas do projeto Caminhos do Planalto, ao lado da Torre de TV Digital | Foto Luís Tajes / Setur-DF

Dia do Turismo Ecológico é festejado neste 1º de março e a capital oferece diversas atrações para o público

No centro do Planalto Central, Brasília possui o segundo maior bioma da América do Sul, o Cerrado, que encanta brasilienses e turistas com suas belezas naturais. Um cenário perfeito para aproveitar o Dia do Turismo Ecológico, comemorado neste domingo (1º/3). Com inúmeros atrativos naturais, o DF conta com mais de 30 cachoeiras, além de localidades em suas redondezas que reúnem diversos roteiros de ecoturismo, como Chapada dos Veadeiros e Pirenópolis. Para completar a diversão, a capital ainda oferece diversos parques urbanos.

De bicicleta, a pé ou mesmo a cavalo, moradores e turistas que visitam o DF têm à disposição cerca de 90 quilômetros de trilhas naturais mapeadas e sinalizadas. E vem mais por aí. O projeto Caminhos do Planalto Central vai demarcar, ao todo, 400 quilômetros.

“Essa iniciativa é de grande importância. Estimula o contato com o ambiente e a preservação, valoriza a cultura e a história, assim como promove a geração de emprego e renda por meio do turismo, do esporte e do lazer”, pontua o coordenador do Caminhos do Planalto, João Carlos Machado.

O Lago Oeste é outra região do DF que encanta quem passa por lá. Localizada em Sobradinho, é considerada uma das áreas ecológicas da capital brasileira, detentora das mais belas paisagens. No Lago Oeste é possível encontrar hospedagem, gastronomia, espaço de eventos, turismo rural, ecoturismo e turismo de aventura. Além disso, uma produção local de moda, arte, agrofloresta e de cogumelos e queijos, proporcionando experiências únicas e inesquecíveis.

Oportunidade

O projeto Viva Lago Oeste nasceu justamente com o intuito de desenvolver o turismo local. Teve início em 2017, com um grupo de empresários da região que procurou o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-DF) para ajudá-los. Com a proposta, visitantes e turistas terão a oportunidade de conhecer produtos e serviços de qualidade, além de experiências memoráveis.

Proprietário de um espaço de eventos no Lago Oeste chamado Trilha do Calango, José Júnior diz que a iniciativa é fundamental para dar mais visibilidade à região e, consequentemente, fomentar o Turismo. “O Lago Oeste é o local mais ecológico de Brasília. Está entre o Parque Nacional de Brasília, a APA de Cafuringa e os Caminhos das Cachoeiras. Nosso objetivo é prestar serviços de qualidade, oferecer produtos orgânicos e experiências memoráveis. A região é belíssima e próxima ao Plano Piloto. Temos muito a oferecer”, elogia.

“Temos que mostrar nossa cidade pelas experiências que oferecemos, para mostrá-la pelo ângulo do ecoturismo, do turismo de aventura e de várias outras formas de enxergar o DF e suas vivências”Vanessa Mendonça, secretária de Turismo

Para a secretária de Turismo, Vanessa Mendonça, Brasília tem uma forte vocação para os diversos tipos de turismo, já que 70% do Distrito Federal são compostos por áreas rurais. “Temos que mostrar a nossa cidade pelas atividades e experiências que oferecemos, para mostrá-la pelo ângulo do ecoturismo, do turismo de aventura e de várias outras formas de enxergar o DF e suas vivências. Estamos falando de geração de emprego e é nesse sentindo que o governo participa”, defende.

Parques

No coração de Brasília, o Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek é a escolha dos moradores da cidade e visitantes para passear, praticar esportes e ter contato com a natureza. Conta com uma área de 420 hectares, uma série de atrativos para todas as idades, churrasqueiras, quadras para a prática de modalidades esportivas, parques infantis, praças, lagos, centro hípico, restaurantes e um extenso pavilhão de exposições.

O Jardim Botânico de Brasília é outra opção para quem quer ter contato com a natureza. É predominantemente composto por vegetação do Cerrado e está em excelente estado de conservação, com trilhas abertas à visitação pública. Com tais características, o JBB é conhecido como o “Jardim do Cerrado”. Tem área acessível à visitação composta por centro de visitantes, Centro de Excelência do Cerrado, área de piquenique, orquidário, cactário, biblioteca, permacultura, anfiteatro, trilhas interpretativas e jardins temáticos.

Já o Parque Nacional de Brasília, também conhecido como Água Mineral, possui uma área de mais de 42 mil hectares de Cerrado preservado, com trilhas ecológicas sinalizadas. Suas piscinas de água corrente, principal atrativo, são abastecidas pelas águas que vertem de diversas nascentes da própria unidade de conservação e deságuam no lago Paranoá.

 

Bandeira tarifária segue verde em março; conta não terá cobrança extra

0

A bandeira foi a mesma aplicada em fevereiro

Por Luciano Nascimento

A Agência Nacional de Energia Elétrica ( Aneel ) informou nesta sexta (28) que manterá no mês de março a bandeira tarifária na cor verde, sem cobrança extra na conta do consumidor. A bandeira foi a mesma aplicada em fevereiro.

De acordo com a agência, a decisão de manter a bandeira na cor verde se deve a recuperação nos níveis dos reservatórios em virtude do volume razoável de chuvas no mês de fevereiro.

“Em fevereiro, os principais reservatórios de hidrelétricas do Sistema Interligado Nacional (SIN) apresentaram recuperação de níveis em razão do volume de chuvas próximo ao padrão histórico do mês. A previsão para março é de manutenção dessa condição hidrológica favorável, o que aponta para um cenário com elevada participação das hidrelétricas no atendimento à demanda de energia do SIN, reduzindo a necessidade de acionamento do parque termelétrico”, informou a Aneel.

Segundo a agência, o volume de chuvas refletiu-se na redução do preço da energia no mercado de curto prazo (PLD) e dos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF). O PLD e o GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.

Criado pela Aneel , o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias tem três cores: verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2), que indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

“Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca, informou a Aneel.

O acréscimo cobrado na conta pelo acionamento da bandeira amarela passou é de R$ 1,34 a cada 100 kWh consumidos. Já a bandeira vermelha patamar 1, o valor a mais cobrado é de R$ 4,16 a cada 100 kWh e no patamar 2 da bandeira o valor é de R$ 6,24 por 100 kWh consumidos. A bandeira verde não tem cobrança extra.