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Dúvidas sobre a dengue no DF? Tire aqui

Diretor da Dival, Edgard Rodrigues esclarece dúvidas sobre o combate à dengue

Saiba como a Vigilância Ambiental em Saúde combate o mosquito

Por Ian Ferraz

Mutirões nas cidades, aplicação de fumacê, contratação de agentes para trabalhar nas ruas. O Governo do Distrito Federal tem agido em várias frentes para combater o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. Parte desse trabalho é feito pela diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival). Em conversa com a Agência Brasília, o diretor da Dival, Edgar Rodrigues, esclareceu dúvidas e falou sobre o combate à doença.

Como a Vigilância Ambiental do DF tem atuado no combate à dengue?

A diretoria de Vigilância Ambiental preparou um plano de ação onde cada órgão de governo que tem atuado no combate à dengue trabalha para evitar uma epidemia da doença. O plano envolve, além da Secretaria de Saúde, a secretaria DF Legal, SLU, Detran, DER, secretarias de Segurança Pública e Educação e administrações regionais. As ações diárias se espalham pelas cidades, com visitas às residências e aplicação de fumacê (inseticida) nos locais onde há casos prováveis e confirmados de dengue. Além das visitas diárias, aos sábados há megaoperações nas cidades, sendo cinco visitadas por final de semana. A Vigilância Ambiental também tem instalado armadilhas, chamadas de supressão do vetor. O objetivo é eliminar a prole e a maior quantidade de larvas do mosquito. A diretoria trabalha ainda com a sala distrital, com reuniões semanais envolvendo agentes do governo para tratar das melhores estratégias no combate.

Como a população pode denunciar focos do mosquito da dengue?

Denúncias e sugestões podem ser feitas pela Ouvidoria através do número 162

Qual o perfil de quem pega dengue?

Nas estatísticas foi constatado que a maioria das pessoas que pegam dengue têm mais de 60 anos. Por exemplo, uma pessoa que está com pneumonia e já estava debilitada e acaba contraindo dengue. Temos também muita incidência com crianças porque são as que mais costumam passar tempo dentro de casa. Por isso, os 92% de casos da doença ocorrem dentro ou próximo do perímetro das residências. Eles são os mais expostos.

O que funciona e o que não funciona no tratamento em casa? Muito se fala do uso de água sanitária, repelentes, velas e óleo de citronela…

A melhor receita é não deixar água parada. É trabalhar com o básico. Tire de três a cinco minutos diariamente para cuidar da sua casa, olhar a calha e outros cantos.

O que mais a população pode fazer além de verificar suas próprias casas?

As pessoas precisam conversar. Parte da população só passa a fazer parte ou falar sobre a dengue quando ela ou alguém que ela conhece contrai dengue. A pessoa se sente ‘não é comigo, é com o governo’, mas no dia em que ela pega a dengue, a casa dela passa a ser objeto de supervisão diária. Precisamos de uma participação maior de moradores, condomínios e síndicos.

Os agentes de saúde têm autorização para entrar na casa de quem se recusa a receber a inspeção?

Os agentes têm alvará judicial que possibilita a entrada, mas não foi necessário usá-lo ainda. No caso de casas abandonadas ou fechadas nós podemos entrar, sim.

Qual a frequências da aplicação dos fumacês?

Diariamente. Se há casos suspeitos de dengue, independentemente de ser confirmado ou não, o carro roda as ruas.

Como o governo atua contra os acumuladores, uma vez que são possíveis focos do mosquito?

Eles têm uma questão psicossocial complexa. São pessoas que têm o hábito de guardar materiais inservíveis e, na cabeça deles, eles têm aquilo como se algum dia fossem usar. Temos feito um trabalho para debater o assunto. Nós entramos nas casas para fazer inspeção, mas não temos autonomia para entrar na residência e retirar aquelas coisas. Tem que ser bem conversado, trabalhado e articulado com os órgãos. Agora, o que está do lado de fora nós mandamos retirar.

O que foi feito de ação preventiva no ano passado pensando em 2020?

O plano de ação, que envolveu vários órgãos, colocando a responsabilidade para cada setor. A compra do inseticida Ultra Baixo Volume (UBV) e o aluguel de motofogs (motos para aplicação de venenos) foram algumas das ações pensadas de forma preventiva.

O mosquito da dengue apresenta algum tipo de mutação? Ele está mais resistente?

Mutação, não. Agora, ele transmite, só para dengue, quatro tipos de vírus, sendo o DEN-2 o mais agressivo. O mosquito também transmite febre amarela, zika, Chikungunya, febre oropouche…. Temos que dar um jeito nele. Ele é muito adaptável aos ambientes, mas se for atingido pelo inseticida ele morre.

As condições climáticas influenciam na dengue?

O período chuvoso é o mais perigoso para espalhar o Aedes aegypti. Quando a chuva parar, as condições e metodologias serão outras. Quando não estiver mais chovendo vamos entrar limpando as cidades, retirando os inservíveis. Esse trabalho precisa ser feito para quando a chuva voltar não ter muitos depósitos de larvas. É um trabalho contínuo.

Governo nomeia 821 professores para a rede pública de ensino

Profissionais vão ser distribuídos de acordo com a necessidade de cada uma das regionais de ensino

O Governo do Distrito Federal nomeou nesta sexta-feira (6) 821 professores de diversos componentes curriculares para atuar na rede pública de ensino do Distrito Federal. As nomeações (veja a tabela abaixo) foram publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). A maioria delas foi destinada ao componente “Atividades”, haja visto ser esta a maior demanda da rede. Esses professores atuam na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental.

Além disso, também foram nomeados professores de artes, biologia, ciências naturais, filosofia, física, geografia, história, espanhol, francês, inglês, português, matemática, química e sociologia. Para alguns componentes curriculares, como artes e matemática, todos os aprovados no concurso foram nomeados.

Foram realizadas ainda nomeações para profissionais que devem atuar nas escolas técnicas da Secretaria de Educação (SEEDF) nas áreas de administração, eletrônica, enfermagem, informática, nutrição. As nomeações foram para carga horária de 20 e 40 horas semanais.

Carência

As orientações para os novos nomeados já estão disponíveis no site da Secretaria de Educação. É necessário ficar atento ao cronograma de entrega dos documentos e aos prazos das demais solicitações que podem ser feitas, como o reposicionamento de fila.

Os professores nomeados foram aprovados no último concurso público da Secretaria de Educação, em 2016, cuja validade segue até setembro de 2021. No total, já foram nomeados 2,5 mil professores, desde a homologação do concurso, que previa 800 vagas. Cerca de 2,9 mil candidatos foram aprovados.

No início de 2019, a SEEDF solicitou 1,2 mil nomeações. Em agosto do mesmo ano, apenas 200 foram autorizadas. Dessa forma, o Secretário de Educação, João Pedro Ferraz, passou a negociar diretamente com a Secretaria de Economia a viabilização de mais nomeações de professores.

Confira abaixo a tabela de nomeações:

Administração 1
Artes 3
Atividades  469
Biologia 11
Ciências Naturais 51
Eletrônica 2
Enfermagem 12
Filosofia 13
Física 7
Geografia 37
História 39
Informática 5
Espanhol 10
Francês 3
Inglês 41
Português 94
Matemática 8
Nutrição 1
Química 3
Sociologia 4
PCD
Atividades 3
Ciências Naturais 4
Fonte: Educação

 

Parque da Cidade | Servidor do Palácio do Buriti ganha transporte circular

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Projeto da Secretaria de Economia, em parceria com TCB, tem como objeto desafogar trânsito e diminuir estacionamento em local impróprio

A partir da próxima terça-feira, 10 de março, servidores do Palácio do Buriti e Anexo poderão utilizar transporte circular até o Estacionamento 1 do Parque da Cidade.

A ação é um convênio entre a Secretaria de Economia (SEEC) e a Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB) para reduzir o impacto do trânsito nas vias de acesso ao Palácio. Além disso, visa minimizar o estacionamento de veículos em locais impróprios, evitando, assim, recorrentes penalidades.

O projeto, nomeado Pare no Parque, tem como objetivo atender inicialmente uma demanda dos servidores locais. A medida poderá, no futuro, atender também aos visitantes do Palácio e Anexo do Buriti. Vale destacar que há sete vagas para pessoas com necessidades especiais (PNEs), localizadas próximo à entrada principal do edifício.

A distância entre os percursos é de 3 quilômetros, com tempo total estimado em 10 minutos. O serviço funcionará das 7h30 às 19h30, de segunda a sexta-feira. Os veículos são micro-ônibus de até 25 passageiros sentados, com configuração de poltronas executivas e ar-condicionado.

A área do Estacionamento 1, no Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, conta com iluminação, demarcação de vagas e guarita com segurança. As ações foram tomadas para garantir a segurança e comodidade dos usuários.


Serviço

Projeto Pare no Parque

Exclusivo para servidores do Palácio e Anexo do Buriti
(e servidores das Secretarias do GDF em visita ao local)

Transporte circular das 7h30 às 19h25

Distância do percurso é de 3km

Tempo estimado entre os pontos do percurso é de 10 minutos

Cinco veículos disponíveis, cada um com capacidade para 25 pessoas sentadas

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 55 milhões neste sábado

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Concurso está acumulado desde 29 de fevereiro

O concurso 2.239 da Mega-Sena será realizado neste sábado no Espaço Loterias Caixa em São Paulo e pode pagar R$ 55 milhões para quem acertar as seis dezenas. Concurso está acumulado desde 29 de fevereiro.

A aposta simples, de seis números, custa R$ 4,50. Para esse tipo de aposta, a probabilidade de ganhar o prêmio é de 1 em 50.063.860.

As apostas podem ser feita até as 19 h em qualquer lotérica da Caixa. Também é possível fazer apostas pela internet por meio do site Loterias Online, que pertence à própria Caixa.

Além do grande prêmio  para quem acertar os seis números, ainda é possível ganhar ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis.

Bolsonaro diz que não há motivo para pânico sobre o coronavírus

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Presidente destaca transparência na divulgação de ações e números

O presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento na noite desta sexta-feira (6) para tranquilizar a população a respeito da chegada do novo coronavírus no país e convocar a população, em especial os profissionais de saúde, para um trabalho conjunto com o governo para superar a situação.

O primeiro caso foi confirmado pelo Ministério da Saúde no sábado (29) e segundo último boletim publicado hoje o país conta com 13 pacientes infectados pelo vírus e 768 casos suspeitos.

O Brasil foi o primeiro país da América do Sul a lidar com a enfermidade e, de acordo com o presidente, reforçou o sistema de vigilância em portos, aeroportos e unidades de saúde. Bolsonaro destacou que o governo também vem transmitindo informações diárias e transparentes a estados e municípios.

“Determinei ações que ampliam o funcionamento dos postos de saúde, bem como reforço aos nossos hospitais e laboratórios. O momento é de união. Ainda que o problema possa se agravar, não há motivo para pânico. Seguir rigorosamente as recomendações dos especialistas é a melhor medida de prevenção”, disse o presidente.

DF registra 7.010 casos prováveis de dengue

As ações de combate ao mosquito transmissor da dengue estão ampliadas em todo o DF. Participação da população é fundamental | Foto: Breno Esaki / SES

Região de Saúde com maior número é a Sudoeste, com 1.247 registros

A Secretaria de Saúde (SES) registrou 7.010 casos prováveis de dengue no Distrito Federal, entre 29 de dezembro de 2019 e 29 de fevereiro deste ano. Do total, 6.405 (91,4%) são de residentes do DF e 605 (8,6%) de pacientes de outros estados que foram notificados aqui. Os dados são do último boletim epidemiológico apresentado em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (6).

O documento aponta que houve um aumento de 160% no número de casos prováveis de 2020, na comparação com o mesmo período de 2019. Na avaliação dos gestores da pasta, entre os fatores que contribuíram para esse quadro, estão as chuvas e o crescimento da circulação do soro tipo 1 da dengue, que, apesar de ser considerado mais brando, tem uma alta taxa de transmissão.

“Nesses casos, os pacientes precisam de hidratação e repouso domiciliar para se recuperar”, explicou o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Ricardo Tavares. “A dengue possui cinco soros tipos diferentes. Em Brasília, no ano passado, tínhamos mais do soro tipo 2, que não tem uma capacidade forte de disseminação, mas é mais letal. Neste ano, predomina o soro tipo 1, que tem gravidade menor, o que explica uma redução nos óbitos”.

No período analisado pelo boletim atual, a quantidade de óbitos permaneceu a mesma – apenas um morador da Região de Saúde Centro-Sul. Em comparação com o período anterior, de 30 de dezembro de 2018 a 23 de fevereiro de 2019, seis óbitos foram registrados.

Ranking

 A Região de Saúde com maior número de registros – 1.247 casos – foi a Sudoeste, que abrange Taguatinga, Samambaia, Águas Claras, Vicente Pires e Recanto das Emas. Em seguida, aparece a Região Norte, com 1.217 ocorrências em Planaltina e Sobradinho. Em terceiro lugar ficou a Sul, com 956 registros no Gama e em Santa Maria. As três regiões de Saúde totalizam 53,38% dos casos do DF.

O aumento pode ser observado em todos os grupos etários, com destaque para a faixa etária de 20 a 29 anos, que registrou majoração de 174 para 287 casos prováveis, em comparação com o mesmo período do ano passado. A seguir, destacam-se os da faixa etária entre 30 a 39 anos, que aumentou de 164 para 254 casos prováveis.

“É uma faixa etária que ainda não tinha sido exposta ao soro tipo 1 da dengue e, agora, está sendo acometida, mas crianças e idosos são ainda os mais acometidos e estão no grupo de risco maior para a letalidade da dengue”, ressaltou informou o gerente de Vigilância de Doenças Transmissíveis, Fabiano Martins.

Do total, os casos graves subiram de três para seis, em comparação com o último boletim epidemiológico, enquanto aqueles com sinais de alarme aumentaram de 70 para 127 registros.

Ações

 Desde o ano passado, diversas ações de prevenção e controle foram colocadas em prática, com o objetivo de eliminar focos do mosquito, reduzir os casos de dengue e outras arbovirores, além de promover a conscientização da sociedade no combate ao Aedes.

Uma das principais iniciativas foi a contratação de 600 agentes comunitários de saúde (ACSs) e de Vigilância Ambiental (AVAs) para inspecionar os domicílios, que totalizam 92,7% dos focos do mosquito. “O que o DF espera com essa ação é adentrar os domicílios e eliminar os focos que há dentro as casas”, ressaltou Fabiano Martins.

Ações continuadas são realizadas nas regiões administrativas para inspeção dos domicílios por agentes de Vigilância Ambiental, com suporte do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF). Também é usado fumacê nas ruas e em condomínios indicados por líderes comunitários, trabalhando com manejos ambientais e educação ambiental.

Hidratação e monitoramento

As iniciativas incluem a instalação de salas de hidratação oral e venosa em unidades de saúde, bem como a utilização de drones e helicópteros para verificação de terrenos com edificações fechadas ou abandonadas. Além disso, cemitérios são vistoriados, carros abandonados pelas ruas são retirados e paradas de ônibus antigas que acumulam água passaram por limpeza.

Muitas dessas ações são estruturadas na Sala Distrital de Combate ao Aedes Aegypti, formada por representantes de vários órgãos do GDF. O objetivo é promover a articulação intersetorial, além das medidas de prevenção e controle das doenças transmitidas pelo mosquito. Participam as secretarias de Saúde, Casa Civil, Cidades e Educação e órgãos como Corpo de Bombeiros, SLU, Detran, Defesa Civil e Novacap, entre outros.

Tendas

 No reforço às ações de combate ao Aedes aegypti, a SES instalou, para pacientes com suspeita de dengue, oito tendas de acolhimento, localizadas em Planaltina, Guará, Taguatinga, Gama, Paranoá, Brazlândia, Asa Norte e Sol Nascente. Nessas unidades, 2.397 pessoas foram atendidas, no período de 19 de fevereiro a 2 de março – uma média de 188 atendimentos por dia.

De acordo com o Ricardo Tavares, algumas tendas serão redirecionadas a partir da próxima semana, em função do número de casos. “Planaltina, por exemplo, apresentou uma redução, devido as ações desenvolvidas, então ela deve ser uma das primeiras a ter alteração. A ideia é tirar das proximidades do hospital e colocar próximo a uma UBS que funciona até 22 horas”, informou o secretário-adjunto de Assistência à Saúde.

Para ampliar ainda mais esse serviço, o Instituto de Gestão Estratégica em Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) também levantou tendas de hidratação nas unidades de pronto atendimento (UPAs) de Sobradinho e de Ceilândia. Ao todo, 1.278 pacientes foram atendidos nas duas estruturas. Pelo menos 536 tiveram a confirmação da doença. A previsão é que mais uma tenda seja instalada na UPA de São Sebastião e outras duas no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM).

Em todos esses espaços, a assistência é prestada por técnicos de enfermagem e enfermeiros. Quando necessário, os pacientes são encaminhados para avaliação médica, que é soberana aos testes rápidos. As pessoas com sintomas clássicos da dengue são acolhidas, fazem os exames para a confirmação da doença, recebem hidratação oral e tratamento para os sintomas.

O objetivo principal é diagnosticar a dengue precocemente e iniciar o tratamento imediato, evitando as complicações decorrentes da doença. Além disso, o serviço ajuda a desafogar as emergências dos hospitais.

Parceria com Goiás

 A SES também cedeu outras duas tendas de acolhimento para atender casos suspeitos da doença em Valparaíso de Goiás e no Novo Gama. O pedido foi feito pelos prefeitos das duas cidades e autorizado pelo governador Ibaneis Rocha. Com as tendas cedidas pelo DF, os municípios ficam responsáveis por conseguir a equipe de saúde para os atendimentos.

“Apesar de não ser a maior incidência, a Região Sul, com o Gama e Santa Maria, é onde detectamos a maior procura de pacientes que não são do DF, mas dos dois municípios; por isso, pactuamos essa parceria com o Entorno”, pontuou o secretário-adjunto de Assistência à Saúde.

“Se não contermos essa taxa no Entorno, ela vem para o DF”, advertiu o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero. “E também há surto de dengue em Santo Antônio e Águas Lindas, em pessoas economicamente ativas. Fica difícil concluir se o foco de transmissão é no DF ou exatamente em Goiás. Por isso, estamos montando essas parcerias de forma estratégica.”

Sintomas

 A dengue é uma doença febril grave transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, que precisa de água parada para se proliferar.

O período do ano com maior transmissão é o dos meses mais chuvosos. Assim, é importante manter a higiene e evitar água parada todos os dias, porque os ovos do mosquito podem sobreviver por um ano até encontrar as melhores condições para se desenvolver.

Os principais sintomas da dengue são febre alta superior 38.5ºC, dores musculares intensas, dor ao movimentar os olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo.

Combate ao mosquito

 O engajamento da população é fundamental no combate ao Aedes Aegypti. A principal forma de se prevenir contra as doenças transmitidas pelo mosquito é manter o monitoramento constante nas residências, sempre buscando evitar água parada e a proliferação do inseto.

Confira algumas dicas:

  • Mantenha caixas d’água, tonéis e barris de água tampados;
  • Deixe sempre com a boca para baixo, quando vazias, garrafas de vidro ou de plástico;
  • Encha os pratinhos ou vasos de planta com areia até a borda;
  • Limpe as calhas com frequência, evitando que galhos e folhas impeçam a passagem da água;
  • Em caso de identificação de focos do mosquito, acione a Vigilância Ambiental pelo telefone 160.

 

Vicente Pires e Jardim Botânico: sai novo edital de venda direta

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Morador deve procurar a Terracap e fazer cadastramento prévio. O preço de um lote de 763m² pode chegar a R$ 215 mil no bairro próximo ao Lago Sul

Foi publicado nesta sexta-feira (6/3), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o Edital de Regularização Fundiária – por meio do programa de Venda Direta – para moradores de 53 imóveis localizados no Setor Habitacional Vicente Pires (Trechos 1 e 3) e no Setor Habitacional Jardim Botânico (Etapas 1 e 2).

As propostas de compra devem ser entregues na Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) até o dia 6 de abril.  O edifício-sede fica no Bloco “F”, Setor de Áreas Municipais (SAM) – atrás do anexo do Palácio do Buriti.

Todos os lotes contemplados no edital são residenciais unifamiliares. Os moradores desse  endereços já foram chamados a participar de editais abertos em anos anteriores, mas não foram regularizados porque os próprios ocupantes não apresentaram proposta de compra junto à Terracap. Por isso, a Agência dá uma nova chance a essas famílias de receberem a escritura definitiva de seus imóveis.

Para que a Terracap identifique os ocupantes dos lotes, os moradores precisam fazer um cadastramento prévio – etapa obrigatória para o processo de regularização. Todo o procedimento é online. O cadastro pode ser feito pelo site da empresa (www.terracap.gov.br) ou pelo aplicativo para dispositivos móveis, disponível nas plataformas Android e iOS. Basta acessar as lojas App Store ou Play Store, buscar pelo nome “Terracap” e baixar o app.

Em seguida, as famílias devem comparecer ao edifício-sede da Terracap para entregar a proposta de compra e dar prosseguimento ao processo de aquisição do imóvel.

Pessoas que adquiriram seus imóveis em áreas irregulares após 22 de dezembro de 2016  poderão aderir ao programa de Venda Direta. O único pré-requisito, neste caso, é que o imóvel já tenha sido edificado e ocupado até aquela data.

O preço de um lote no Jardim Botânico de 763 m² é de R$ 213 mil. Já no Vicente Pires, trecho 1, um terreno de 796 m² fica em torno de R$ 168 mil. O valor final de venda já leva em consideração a dedução da infraestrutura feita pelos residentes, bem como a valorização decorrente desta implantação – cerca de 42% a 48% do valor de mercado do imóvel. O edital com os lotes contemplados, com endereços, metragens e valores, também já está disponível para download no site da Terracap.

Condições de pagamento

As famílias que optarem pelo pagamento à vista terão 25% de desconto no valor de venda do imóvel. Atualmente, instituições financeiras, como o BRB e a Poupex, oferecem linhas de crédito específicas para financiar imóveis oriundos da regularização fundiária. Assim, quem optar por tomar o recurso em uma dessas instituições, pagará a prazo para a banco, mas integralmente e com abatimento à Terracap.

Entradas acima de 5% também darão ao comprador direito a descontos escalonados. Para os interessados em parcelar o financiamento dos terrenos pela Terracap, o prazo máximo é de 240 meses.


Serviço

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone: (61) 3350-2222 ou por meio do e-mail sac@terracap.df.gov.br.

Paróquia São Jorge e Santo Expedito celebra campanha ‘O Infinito Poder de Deus’ a partir desta sexta-feira

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Por Fred Lima

Liderada pelo monsenhor José Ribamar Rodrigues Dias, a Paróquia São Jorge e Santo Expedito, de Taguatinga Norte, convida toda a comunidade para a campanha “O Infinito Poder de Deus”, a realizar-se nas sextas-feiras, de 06/3 a 17/4/2019, a partir das 19h, conforme programação abaixo:

06/03- Libertando a vida financeira

13/03- Libertando a vida sentimental

20/03- A estabilidade tão sonhada (caneta das provas)

27/03- Quebra de maldição

03/04- Libertando de todo espírito de doença

10/04- Conquistando a casa própria

17/04- Uma aliança com Deus vitoriosa!

Além da campanha, a paróquia realizará nos dias 19/4 e 23/4/2019, a Festa dos Padroeiros:

19/04- Dia de Santo Expedito

Atendimentos e confissões durante todo o dia

17h- Procissão na Av. Hélio Prates

19h-Missa de Cura e libertação

21h- Quermesse com comidas típicas e música ao vivo

23/04- Dia de São Jorge

Atendimentos e confissões durante todo o dia

17h- Procissão na Av. Hélio Prates

19h- Missa de Cura e libertação

21h- Quermesse com comidas típicas e música ao vivo

A campanha é o momento em que os fiéis fazem como os personagens mais antigos da Bíblia em que, acreditando no Deus do impossível, em um propósito de 7 sextas-feiras, alcançam graças e milagres através do infinito poder do Senhor na vida de cada um. Já a quermesse é o momento de confraternizar, de celebrar um Deus que está com o seu povo e de agradecer por todas as bênçãos conquistadas através da intercessão dos padroeiros São Jorge e Santo Expedito.

Monsenhor Ribamar

Eleições 2020: termina em maio prazo para eleitor regularizar título

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título de eleitor digital,e-Título

Quem perder o prazo, não poderá votar nas eleições municipais

Termina no dia 6 de maio o prazo para que cidadãos que tiveram o título de eleitor cancelado regularizem a situação. Quem não estiver em dia com o documento, não poderá votar nas eleições municipais de outubro, quando serão eleitos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores nos 5.568 municípios do país.

No ano passado, 2,4 milhões de títulos foram cancelados porque os eleitores deixaram de votar e justificar ausência por três eleições seguidas. Para a Justiça Eleitoral, cada turno equivale a uma eleição.

Como regularizar o título

Para regularizar o título, o cidadão deve comparecer ao cartório eleitoral próximo a sua residência, preencher o Requerimento de Alistamento Eleitoral (RAE) e apresentar um documento oficial com foto. Além disso, será cobrada uma multa de R$ 3,51 por turno que o eleitor deixou de comparecer. O prazo para fazer a solicitação termina em 6 de maio, último dia para emissão do título e alteração de domicílio eleitoral antes das eleições.

Além de ficar impedido de votar, o cidadão que teve o título cancelado fica impedido de tirar passaporte, tomar posse em cargos públicos, fazer matrícula em universidades públicas, entre outras restrições.

A situação de cada eleitor pode ser verificada no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro. Se necessário, o segundo turno será no dia 25 do mesmo mês. Cerca de 146 milhões de eleitores estarão aptos a votar.

Capes inicia hoje novo modelo de concessão de bolsas de pós-graduação

Bolsas serão concedidas para mais de 350 instituições de ensino

Por Andreia Verdélio

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) inicia nesta sexta-feira (6) o novo modelo de concessão de bolsas de pós-graduação para mais de 350 instituições de ensino superior públicas e privadas do país. A distribuição será com base no desempenho acadêmico e no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) da cidade onde o curso é ofertado.

A relação das bolsas de mestrado e doutorado será divulgado no site da autarquia, e estarão disponíveis para serem distribuídas pelos cursos aos estudantes em março. Essa é a primeira vez que a Capes define regras unificadas para a concessão do benefício. Serão redistribuídas 84,1 mil bolsas.

Não se tratam de novas bolsas, mas de bolsas existentes que serão redistribuídas de forma gradual de acordo com os critérios estabelecidos pela Capes. Os estudantes que já têm bolsas de estudo não serão atingidos. As regras valem apenas para as vagas que estão desocupadas ou cuja previsão de conclusão de pesquisa seja este ano.

Cursos que perderem bolsas pelo novo cálculo, mas que estiverem com as bolsas ocupadas, permanecem com as bolsas até a conclusão das pesquisas, mas não poderão ofertar o benefício a novos estudantes.

Atualmente, as universidades e os programas de pós-graduação têm uma determinada quantidade de bolsas de estudos. Se um bolsista conclui a pesquisa, a bolsa é repassada para um novo bolsista do mesmo programa.

Agora, as bolsas não permanecerão, necessariamente, no mesmo programa. Um curso de mestrado ou doutorado poderá perder ou ganhar bolsas de acordo com os critérios estabelecidos. Haverá uma transição para que os cursos não sejam prejudicados. Eles poderão perder, no máximo, 10% das bolsas ou ganhar até 30% das bolsas atuais.

Segundo a Capes, o modelo foi pensado para corrigir distorções. “O modelo revê, por exemplo, a distribuição de bolsas de estudos para cursos que possuem a mesma nota, estão na mesma área de conhecimento e localização geográfica, mas contam com quantitativos de bolsas muito diferentes. Também entram nesse contexto cursos de excelência com número de bolsas inferior ao de cursos com nota mínima permitida”, informou a autarquia.

Os critérios valem até fevereiro de 2021 e poderão ser revistos após esse período. As regras valem para os Programa de Demanda Social (DS), Programa de Excelência Acadêmica (Proex), Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições de Ensino Particulares (Prosup) e Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições Comunitárias de Ensino Superior (Prosuc).

Atualmente, os bolsistas de mestrado recebem, por mês, R$ 1,5 mil e os de doutorado, R$ 2,2 mil.