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Banco Central poderá pedir justificativa se bancos negarem crédito

Pequenas e médias empresas têm linha para financiar folha de pagamento

FIQUE EM CASA

O Banco Central (BC) poderá solicitar justificativa nos casos em que os bancos negarem concessão de crédito emergencial às pequenas e médias empresas, anunciado na última sexta-feira (27). A previsão é que a linha esteja disponível em duas semanas. A medida visa reduzir os efeitos do coronavírus na economia brasileira.

Ela vai financiar até dois salários mínimos por trabalhador, durante dois meses, das empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil a R$ 10 milhões. A medida deve beneficiar 1,4 milhão de empresas, atingindo 12,2 milhões de trabalhadores. Serão liberados R$ 20 bilhões por mês, totalizando R$ 40 bilhões. 

Taxa de juros será de 3,75% ao ano

A taxa de juros será de 3,75% ao ano (atual taxa Selic). Do total a ser liberado por mês (R$ 20 bilhões), R$ 17 bilhões serão recursos do Tesouro Nacional e R$ 3 bilhões dos bancos privados. Serão seis meses de carência e 36 meses para o pagamento.

Segundo o BC, o critério para ter acesso ao crédito é o “bom histórico de atrasos nos últimos 6 meses”. Mas bancos vão seguir seus modelos e políticas de crédito para a concessão dessa linha de crédito.

“O Banco Central, enquanto supervisor do sistema bancário, se assegurará que a política de concessão é não discriminatória. Poderá, se e quando entender conveniente, solicitar a justificativa para os casos em que os bancos negarem a concessão da linha para clientes elegíveis”, disse, em nota, o BC.

Campanha de vacinação no DF imuniza 93% do público alvo

Foram vacinados 190 mil idosos. Saúde espera alcançar mesmo nível na próxima fase

FIQUE EM CASAA primeira semana de Campanha de Vacinação contra a gripe termina com saldo positivo no Distrito Federal. Até a sexta-feira (27), 93% dos idosos foram imunizados, cerca de 190 mil pessoas com mais de 60 anos. Pouco mais de nove mil trabalhadores da saúde também receberam a vacina.

A expectativa da pasta é que as próximas duas etapas da campanha, que vai até 22 de maio, tenha a mesma adesão. “Isso é um marco. Nunca houve, na história do DF, uma cobertura tão ampla de vacinação como essa. Aproveito para agradecer a todos os profissionais de saúde que estiveram envolvidos e pedir a compreensão da população para que sigam as orientações e o cronograma da Secretaria de Saúde, pois estamos recebendo as doses de forma gradativa”, diz o secretário de Saúde, Francisco Araújo.

A pasta priorizou os idosos e profissionais de saúde, na primeira fase da campanha, em razão da fragilidade deste público. A partir de 16 de abril, serão incluídos professores, profissionais das forças de segurança e salvamento e portadores de doenças crônicas.

“Também vamos incluir neste público os cerca de três mil jornalistas do DF nesta fase”, anunciou Francisco Araújo.

No dia 9 de maio, inicia a fase para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), indígenas, jovens em medida socioeducativa e população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional. “Neste ano, o Ministério da Saúde também incluiu, nesta fase, pessoas com idade entre 55 e 59 anos”, destacou o secretário adjunto de Assistência, Ricardo Tavares.

A meta da campanha é vacinar 912.914 pessoas dentro de todo o público-alvo. A estimativa é que o Ministério da Saúde envie, de forma gradativa, um total de 1.015.600 doses ao Distrito Federal. Até agora, já foram entregues 352.800 doses.

“Esperamos ter uma sobra para abrir a vacinação para mais pessoas ao final da campanha que, à princípio, vai até 22 de maio e não precisará ser estendida”, diz Ricardo Tavares.

SEGUNDA FASE 

De acordo com Ricardo Tavares, nesta segunda fase não será mais utilizado o sistema drive-trhu. “Foi um recurso usado para ajudar a população idosa, pois muitas pessoas nessa faixa etária têm dificuldade de locomoção. Além disso, esperar numa fila de carros, mas mantendo o isolamento dentro do automóvel, ajudou a proteger essas pessoas com relação ao coronavírus”, destaca o secretário-adjunto.

De acordo com o secretário de Saúde, Francisco Araújo, o  Ministério da Saúde enviou ao DF 216 mil doses de vacina, na terça-feira (25). “A próxima remessa está prevista para 7 de abril, porém, estou em conversa com o ministério para que a gente consiga antecipar a chegada”, adianta o secretário.

Ele diz que, se a população respeitar as fases da campanha, não faltará vacina. “Tivemos atraso na entrega essa semana, devido ao cancelamento de voos e as doses precisaram vir por transporte terrestre e isso acabou provocando atraso. Mas, mesmo com isso, não houve prejuízo na vacinação. Contamos com o trabalho árduo dos servidores, que vacinaram sob chuva e a noite”, lembra Ricardo Tavares.

Orquestra Sinfônica grava mensagem de união

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FIQUE EM CASAEm isolamento social por conta da pandemia, músicos gravam música de Michael Jackson cuja letra pede a cura do mundo

Os profissionais da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS) se uniram para superar o isolamento determinado para conter o avanço no novo coronavírus, causador da Covid-19. Os integrantes do corpo da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) usaram a linguagem universal da música para transmitir ao mundo uma mensagem de união.

Regidos pelo maestro Claudio Cohen, 22 músicos fizeram soar trompas, trompetes, tuba, clarinetas, flautas, oboé, violinos, violoncelos, contrabaixo, harpa e percussão para declarar, em delicado vídeo nas redes sociais, seu lugar em favor da vida e da esperança.

“A ideia de produzir esse vídeo foi espontânea de todos, com o objetivo de passar uma mensagem de conforto nestes tempos de isolamento social. Além de mostrar, claro, a nossa capacidade de trabalho mesmo que separados em nossas casas”, explica Cohen. Além de reger o grupo, ele aparece tocando violino.

Os músicos interpretam um arranjo da música de Michael Jackson (1958-2009) Heal the World (Cure o mundo, de 1991, tradução livre) feito pelo trompista da Sinfônica Ellyas Lucas Souza e Veiga.

Ele também responde pela edição do vídeo para as redes sociais. O músico usou o programa Sony Vegas para juntar virtualmente os colegas, cada um tocando de casa. “Eu não tenho nenhum curso em edição, mas faço umas brincadeiras gravando”, relata.

Ellyas conta que a proposta da gravação começou no grupo de WhatsApp da orquestra. “Queríamos interagir de alguma maneira e então decidimos escolher essa música do Michael Jackson, que retrata um pouco do momento que estamos vivendo. Escrevi o arranjo e enviei para os colegas gravarem, depois foi só juntar tudo”, explica.

“Além de nos aproximarmos como profissionais, mandamos uma mensagem de conforto para a sociedade, pois a música tem esse poder de unir as pessoas, emocionar e transmitir paz, mesmo em momentos difíceis como o que atravessamos”, reforça.

Lilian Raiol, violinista da OSTNCS há 15 anos e desde 2016 no cargo de spalla (o primeiro violino, responsável pela afinação da orquestra), comenta a experiência: “Recebemos as partes junto com um áudio que serviu de base para afinação e tempo, a fim de estarmos todos no mesmo pulso, mesmo estando longe”. O resultado são três minutos de confortante interpretação, em que artistas surgem concentrados, ligados por seus fones de ouvido, a mesma expressão de compaixão.

Na letra, o ídolo pop norte-americano deixou o legado de sonhar com um mundo melhor para a raça humana: “Há gente morrendo e nos importamos com isso”. Um sentimento que reverbera na cabeça mesmo depois que o último acorde congela no vídeo e aparece a mensagem da OSTNCS para seu fiel público: “Estamos unidos pela música para ajudar a salvar vidas”.

O vídeo está disponível no perfil oficial da Secec no Instagram: @sececdf

Lacen descarta vítima fatal da Covid-19 no Distrito Federal

Segundo teste molecular realizado pelo laboratório deu negativo. Indicação de suspeita da doença no atestado de óbito não confirma, por si só, a causa mortis

A Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal informa que o caso amplamente divulgado na noite desta sexta-feira (27) como sendo a primeira vítima do Covid-19 no DF testou negativo em exame definitivo realizado pelo Laboratório Central (Lacen) em segundo teste molecular para detecção de SAR-COV2 por reação de PCR em tempo real utilizando o protocolo Berlim.

O desencontro de informações se deu, em virtude da indicação de suspeita da doença no atestado de óbito que, em si só, não confirma a causa morte.

Portanto, o Distrito Federal continua sem nenhum óbito registrado até o momento.

GDF autoriza reabertura de lotéricas e lojas de conveniência

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FIQUE EM CASARetomada de serviços tem como objetivo facilitar o acesso da população a determinadas atividades

Por Hédio Ferreira Júnior – O Governo do Distrito Federal (GDF) liberou a retomada do atendimento em casas lotéricas e correspondentes bancários, lojas de conveniência e minimercados em postos de combustíveis – sendo vedados o consumo no local e a disponibilização de mesas e cadeiras.

O Decreto número 40.570 foi assinado pelo governador Ibaneis Rocha e publicado em edição extraordinária do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta sexta-feira (27).

O documento altera o Decreto número 40.550, de 23 de março, que trata das medidas de enfrentamento e contenção da pandemia de coronavírus no Distrito Federal.

“Mantenho o meu foco em cuidar das pessoas. Acredito que alguns serviços de atendimento à população, principalmente a mais carente, podem ser retomados sem prejuízos ao nosso trabalho e às nossas ações corajosas de contenção da proliferação da Covid-19”, afirmou o governador.

A revogação do fechamento desses estabelecimentos entra em vigor imediatamente à data de publicação do decreto.

Distrito Federal tem o primeiro caso de morte por Coronavírus

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Coronavirus

Governo do DF informou que a vítima é homem, de 46 anos, que morava em um assentamento, em Sobradinho

FIQUE EM CASAO governo do Distrito Federal divulgou no começo da noite desta sexta-feira (27), a primeira morte por coronavírus em Brasília. A informação está no informe diário sobre a pandemia na capital.

Segundo o GDF, trata-se de um homem, de 46 anos, que foi internado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Ele apresentava um quadro de desconforto respiratório e febre, segundo a informação.

O paciente chegou à UPA às 6h desta sexta e morreu por volta das 15h. Conforme os médicos, o homem apresentava como comorbidades hipertensão e diabetes. Ele morava em um assentamento na Rota do Cavalo, região de Sobradinho.

De acordo com o boletim divulgado no começo da noite, o Distrito Federal soma 242 casos de coronavírus. Dos infectados, 58,92% são homens e 41,08% são mulheres.

Novo Coronavírus Covid-19, sexta-feira (27) às 18:25

  • Casos ativos: 242
  • Total de recuperados: 1
  • Total de óbitos: 1
  • Novos casos desde quinta-fera (26): 16
  • Pacientes com infecções leves: 185 (em casa)
  • Pacientes com infecções graves: 9 (em hospitais)
  • Pacientes com infecções críticas: 9 (em hospitais)
  • Pacientes em investigação: 39

Por idade

  • De 11 até 20 anos: 7 casos
  • De 21 até 30 anos: 37 casos
  • de 31 até 40 anos: 79 casos
  • De 41 até 50 anos: 60 casos
  • De 51 até 59 anos: 31 anos
  • + de 60 anos: 27 casos

Adasa adia reajuste de tarifas da Caesb

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Agência determina que medida só deve entrar em vigor em 1º de outubro e que a companhia poderá adotar o faturamento pela média do consumo dos últimos 12 meses

FIQUE EM CASAA Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa) adiou para 1° de outubro a vigência do reajuste tarifário anual da Caesb, que seria a partir de 1° de junho.

A decisão foi em decorrência da decretação do Estado de Calamidade Pública no país, devido à disseminação do coronavírus e as previsões de tendência acentuada de queda na atividade econômica e de elevação no nível de desemprego.

De acordo com a Resolução n° 3, publicada nesta sexta-feira (27) no Diário Oficial do DF, a Caesb poderá adotar o faturamento pela média do consumo medido nos últimos 12 meses, como forma alternativa de leitura dos hidrômetros, neste período de isolamento social.

A Resolução também flexibiliza o prazo de leitura dos hidrômetros e dos Termos de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TACs) que definem períodos para o cumprimento de obras e serviços.

O ato normativo acrescenta que a data de 1° de outubro poderá ser reavaliada durante o período de enfrentamento da pandemia.

Sem reajuste

A Caesb, por sua vez, informa que, desde o dia 15 de março de 2020, quando anunciou que não cortaria a água dos usuários inadimplentes, devido à pandemia do coronavírus, está preocupada com a vida e a saúde de seus empregados e colaboradores e de toda a população do DF.

Diante deste momento de excepcionalidade, a companhia entende que não é hora para decidir reajuste nem definir datas para fixá-lo.

A empresa reforça que o seu objetivo é garantir a continuidade do atendimento. Entretanto, ela entende que é regulada pela Adasa e deve obedecer às resoluções desta.

OPINIÃO | Nunca foi tão importante informar a população

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A publicidade no serviço público em face do art. 37, § 1º da Constituição Federal

Por Ricardo Callado

O momento é de responsabilidade e bom senso. Os governos em todo o País estão tomando as medidas urgentes e necessárias para conter a pandemia do Convid-19.

São medidas que vão desde o atendimento de pacientes até campanhas de utilidade pública informando e orientando a população sobre o precisa ser feito e o que vem acontecendo. A transparência nessas ações merece aplauso e respeito.

Mas, nem todos entendem. A responsabilidade dá espaço a lacração e a intenção de lucrar politicamente com o caso e com as vidas das pessoas.

No Distrito Federal, o trabalho de contenção do coronavírus, comandado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) é referência para outras unidades da Federação. Nem todos entendem. Nem todos compreendem que precisamos nesse momento estar no mesmo time. Sem politicagem.

Nunca foi tão importante informar a população do que está sendo feito. Nunca foi tão necessário orientar a população de como devemos agir, obedecendo as orientações das autoridades de saúde e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Querer privar o Governo do Distrito Federal de orientar a sua população e dá transparência do que está sendo feito é, inclusive, inconstitucional.

A posição da deputada distrital Julia Lucy (Novo) de querer barrar um crédito para campanhas educativas de utilidade pública foi infeliz e desastrosa. Não é o momento de se fazer política às custas das vidas das pessoas.

Se a sociedade não se informar através das autoridades competentes, corre-se o risco de cometer ações que coloquem a vida das pessoas em perigo.

Informar a população é imprescindível, principalmente num momento de pandemia. E está amparada à luz do § 1º do art. 37 da Constituição Federal de 1988. É oportuno se fazer uma pequena análise sobre o modo que podemos interpretar algo, como o ato humano.

É notória a importância da publicidade dos atos administrativos, uma vez que leva ao público os acontecimentos e informações de interesse social, de forma direta, simples e objetiva.

É de se louvar o trabalho que vem sendo feito pela deputada Júlia Lucy. Não é uma visão equivocada e que vai na contramão das decisões tomadas em todo o país, que vai manchar a carreira política da parlamentar. Às vezes, criticas servem para reflexão. Nem todos acertamos o todo tempo. E quando erramos, somos levados a reflexão.

Que o governo e a sociedade bem informada consigam vencer essa batalha contra o Convid-19. Todos nós somos parte dessa luta. E precisamos estar todos unidos.

Na contramão do combate ao coronavírus, deputada diz que campanha de utilidade pública é “inaceitável”

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Em meio a pandemia do coronavírus, que atinge o país e que se espalha no DF, a deputada Júlia Lucy se posicionou contra a aprovação do projeto do GDF, que pede a aprovação da Câmara Legislativa, o remanejamento de R$ 63 milhões para as campanhas de interesse público. Para a parlamentar, orientar a população sobre os cuidados contra a doença, não é relevante

Por Toni Duarte | RADAR-DF

Com a chegada do coronavírus ao Brasil (Covid-19), os órgãos dos governos (União e Estados) se articularam rapidamente em ações de várias frentes.

A Secretaria Especial de Comunicação da Presidência da República (Secom), por exemplo, iniciou no último dia 14, a campanha publicitária “Juntos Somos Mais Fortes”.

O governo federal destinou mais de R$ 1 bilhão para informar e orientar a população brasileira sobre os risco da pandemia.

Os governadores de São Paulo e do Rio de Janeiro adotaram a mesma linha com peças publicitárias veiculadas nos veículos de comunicação dos seus respectivos estados.

A intenção de todos os governos é de oferecer ainda mais informações para que a população se mantenha bem informada e preparada para lidar com eventuais casos de contaminação pelo vírus.

Além disso, em tempos de excesso de informações pela internet, principalmente pelas redes sociais, as campanhas publicitárias dos órgãos oficiais, é a arma necessária para prevenir a disseminação das fake news.

A maioria dos 24 deputados distritais sabem da importância da liberação dos recursos solicitados ao Legislativo pelo governador Ibaneis Rocha. Os recusos  serão aplicados nas campanhas de utilidade pública, direcionada a saúde com informações sobre prevenção, sintomas e ações em caso de suspeita da doença.

Os mesmos recursos também serão aplicados nas campanhas de utilidade pública contra dengue. O DF está em 7º lugar no ranking nacional e está entre as unidades da federação com maior incidência de dengue no país.

Segundo os dados, são 59,03 casos a cada 100 mil habitantes. Outra preocupação do GDF se concentra também no combate da Influenza A/H1N1 cuja campanha de vacinação está em curso.

Na sessão remota da Câmara Legislativa, ocorrida na última terça-feira (24), a deputada Júlia Lucy anunciou ser contra a liberação dos recursos para as campanhas de utilidade públicasque sirvam para orientar a população sobre enfermidades que atacam e enclausuram a população.

O que pode ser “aceitável” para a deputada é destinar um Cargo Especial (CL-10), para alimentar um blog, que utiliza a estrutura da Câmara Legislativa e que custa aos cofres públicos R$ 11.279,75 por mês.

Para camuflar a propriedade do site de notícias, um funcionário da parlamentar é quem aparece como o dono do domínio.

A deputada do NOVO, também não ver problema algum destinar mais de R$ 2,5 milhões de suas emendas a uma associação para a realização de eventos culturais sem licitações.

Estamos vivendo o pior momento da história mundial, desde a Segunda Guerra. As campanhas de utilidade pública se tornam armas importantes no enfrentamento da prevenção da doença.

Que a “transparente e perfeita” deputada não atrapalhe os órgãos de governo de continuar orientando a população.

Empresários doam frascos de álcool 70%

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Proprietários de lojas de cosméticos entregaram mais de 100 litros do produto a órgãos do GDF

FIQUE EM CASAPor Renata Moura – Todos os órgãos do Governo do Distrito Federal costuram parcerias para ajudar na prevenção ao novo coronavírus. nesta quinta-feira (26), a Associação dos Empresários das Lojas de Cosméticos, atendendo a um apelo da Casa Civil do DF, doou mais de 100 litros de álcool 70% à Secretaria de Educação e anunciou que os empresários do setor vão vender a preço de custo todos os produtos de prevenção à Covid-19.

“Neste momento é um dever de todos ajudar a conter essa pandemia”, afirmou empresário Edson Felipe Barreiros. Segundo ele, a iniciativa reúne mais de 70 lojistas do setor. “O governo fez a parte dele e reduziu o ICMS e, como estamos abrindo os estabelecimentos, decidimos vender álcool, máscaras e luvas com zero de margem de lucro líquido”, detalhou.

Barreiros contou que a associação também vai doar ao governo mais 2,5 mil máscaras, que serão entregues na próxima semana para reforçar a atuação da Secretaria de Saúde.

Já as doações de álcool 70% foram entregues à Fábrica Social, que organiza a distribuição dos produtos para as regionais de ensino. “Vamos usar tudo na prevenção das equipes que trabalharão na entrega de 20 mil cartões alimentação creches, na próxima semana”, explica a subsecretária de Integração Social, Thereza Delamare.

Bolsa creche

Em entrevista à Agência Brasília, o secretário de Educação, João Pedro Ferraz explicou que na próxima semana serão distribuídos cerca de 20 mil cartões-auxílio alimentação/creche. “Vamos entregar todos às 14 regionais de ensino e cada regional ficará responsável pela distribuição”, detalhou.

A pasta organiza a distribuição para que não haja aglomerações de pais e responsáveis. “Vamos organizar essa distribuição durante seis dias, com escalas para não formar filas”, explicou o gestor. Segundo ele, ainda na próxima semana, após a distribuição de todos os benefícios, os valores serão creditados. “BRB vai carregar esses cartões com o valor de R$ 150 por mês para cada criança”.