Entrega será realizada nesta quarta (15) à Thais Braga Aben-Athar, chefe do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente, às 16h
A Pinheiro Ferragens irá doar nesta quarta-feira (15) 300 óculos de proteção ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) – uma das unidades referência no tratamento da Covid-19 na capital – para os profissionais de saúde utilizarem no combate ao coronavírus.
Segundo Janine Brito, diretora executiva da Pinheiro Ferragens e CEO do grupo Pinheiro de Brito, os óculos de segurança com lente incolor desempenham o papel de EPI (Equipamento de Proteção Individual) em diversas situações, incluindo canteiros de obra.
“Nos hospitais, os óculos costumam ser utilizados por médicos e profissionais de enfermagem, que atuam na linha de frente do atendimento aos pacientes infectados”, explica Janine. A empresária destaca ainda que o EPI possui lente única e incolor.
A entrega será realizada na Pinheiro Ferragens do SIA à Thais Braga Aben-Athar, chefe do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente HRT; por Janine Brito, às 16h.
“Temos um relacionamento especial com Taguatinga, que é onde foi inaugurada a nossa matriz em 1960. A iniciativa surgiu para auxiliar no trabalho desses verdadeiros super-heróis. Afinal, estamos todos prestando serviços essenciais à sociedade neste momento de isolamento social, e, juntos somos muito mais fortes”, completa.
Máscaras para clientes – Preocupada em proteger a saúde de seus clientes, a Pinheiro irá presenteá-los com máscaras personalizadas. “O cliente que saiu da sua casa e veio nos prestigiar com sua preferência, ganhará uma máscara para se proteger. Somos uma empresa preocupada com a segurança e saúde de colaboradores e clientes e não vamos baixar a guarda enquanto não vencermos a batalha contra o coronavírus. Estamos junto ao GDF nas medidas contra a pandemia”, declara a diretora.
Presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa
Serão dois dias de programação, nas redes sociais, para prestigiar artistas, educadores e empreendedores da cidade
Brasília completa 60 anos na próxima terça-feira (21), e a data não vai passar em branco. Por isso, o BRB, Banco oficial do DF, vai comemorar as seis décadas da capital do País de um jeito diferente: vem aí o festival #BRBplay.
Serão dois dias – 20 e 21 de abril – de programação, nas redes sociais, para prestigiar artistas, educadores e empreendedores da cidade e entreter os brasilienses.
“A pandemia do Coronavírus exige de nós responsabilidade, para com a saúde de todos, e criatividade para que os 60 anos da nossa cidade não deixassem de ser festejados. Estaremos em casa, mas todos declarando nosso amor por nossa cidade”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
O #BRBplay – Brasília 60 anos vai contar com uma série de atrações para todas idades e gostos. Gastronomia,
programação fitness, atividades para as crianças e muita música, com a participação dos maiores nomes da cidade.
O evento também será marcado por ações de engajamento com o público.
A programação completa do BRB para os 60 anos de Brasília vai ser divulgada nos próximos dias, e também tem como objetivo incentivar a economia local e valorizar os artistas daqui. Vamos superar esse momento e valorizar a nossa cidade!
O projeto segue agora para sanção do governador Ibaneis Rocha
A Câmara Legislativa do DF aprovou em segundo turno nesta terça-feira (14), projeto de Lei que concede aos pais e alunos de instituições de ensino particular do DF descontos nas mensalidades escolares enquanto durar o estado de calamidade pública decorrente da pandemia do coronavírus.
O projeto de autoria dos deputados Rafael Prudente (MDB) e Daniel Donizet (PSDB), estabelece descontos entre 30% e 50%. O valor descontado poderá ser devolvido após o fim da crise, parcelado em 5 ou até 10 vezes, desde que a escola comprove ter feito a reposição das aulas.
O projeto substitui aquele aprovado em primeiro turno que determinava um desconto linear do 30%.
O presidente da Câmara deputado Rafael Prudente disse que o texto aprovado é fruto de um acordo com as escolas, professores, pais e alunos. “ O projeto representa uma forma de garantir que as instituições de ensino não entrem em colapso financeiro e que os pais e alunos tenham a segurança de que os serviços realmente serão prestados”, explicou Rafael.
O projeto segue agora para sanção do governador Ibaneis Rocha.
O aumento é recorde na série iniciada em janeiro de 2010
Por Vitor Abdala
O percentual de famílias com dívidas, em atraso ou não, chegou a 66,6% em abril deste ano. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (14) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O patamar é recorde no levantamento iniciado em janeiro de 2010. Em março deste ano, a taxa havia ficado em 66,2% e em abril de 2019, em 62,7%.
Essa foi a primeira Peic realizada no país após o início da pandemia do coronavírus. A coleta da dados ocorreu entre 20 de março e 5 de abril deste ano.
A maior parte das dívidas continua sendo com cartão de crédito (77,6%). Em seguida, aparecem as dívidas com carnês (17,5%) e com financiamento de veículos (10,2%).
De acordo com o presidente da CNC, José Roberto Tadros, o aumento do endividamento é baseado na ampliação do crédito, a fim de manter o poder de compra das famílias durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). “A queda expressiva dos juros e da inflação reduz, respectivamente, o custo do crédito e a pressão sobre a renda, incentivando o endividamento.”
O nível de inadimplência, que mostra as famílias com contas ou dívidas em atraso (não pagas no prazo devido), manteve-se em 25,3%, assim como em março. Na comparação com abril do ano passado, houve alta, já que naquele período a taxa de inadimplência era de 23,9%.
O percentual de famílias que não terão condições de pagar suas dívidas caiu de 10,2% em março para 9,9% em abril. Ainda assim, o percentual é superior a abril de 2019 (9,5%).
Os bancos e birôs de crédito estenderão o processo de negativação, em geral de 10 dias, para 45 dias, a partir da próxima sexta-feira (17). A decisão foi tomada pela Associação Nacional dos Birôs de Crédito (ANBC) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
Segundo a Febraban, a medida é válida por 90 dias, podendo ser prorrogada. O objetivo é manter o fluxo de informações para avaliação do crédito e ao mesmo tempo conceder prazo adicional para que credores, consumidores e empresas possam renegociar seus créditos.
“Os setores continuam monitorando os impactos da covid-19 e acreditam que, com a colaboração de todos, o país será capaz de enfrentar a pandemia e reduzir seus efeitos negativos sobre a população”, diz a Febraban em nota.
A conscientização da população sobre a importância de denunciar os casos de violência doméstica e familiar está aumentando, mas foi preciso tomar outras medidas. Foi sancionada nessa segunda-feira (13) a Lei 6.539/2020, de autoria do vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos), que torna obrigatória a denúncia de casos de violência doméstica e familiar, pelos condomínios residenciais.
Segundo o diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), Robson Cândido, essa iniciativa é digna de aplausos. “As mulheres continuam sendo vítimas de violência doméstica, principalmente em condomínios e durante este isolamento social. Traz essa responsabilidade não somente como síndico, mas também como cidadão”, alertou.
O diretor-geral da PCDF, Robson Cândido, também afirmou que o ideal é que o síndico entre em contato com a Polícia Civil através do 197 ou com a Polícia Militar através do 190. “Ele tem que identificar o apartamento e relatar os fatos sobre a violência. Os síndicos e os vizinhos ouvem o barulho e sabem quando têm algum tipo de violência doméstica”, disse.
Um levantamento feito pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos revelou que, no ano passado, o Disque 100 registrou um aumento de 13% no número de denúncias sobre violência contra idosos, em relação ao ano anterior. No caso das mulheres, são 3.739 homicídios dolosos no ano passado, uma queda de 14,1% em relação a 2018. Apesar disso, houve um aumento de 7,3% nos casos de feminicídios.
Para Delmasso a denúncia em casos de violência doméstica e familiar é o resultado de uma mudança de mentalidade. “Muitas vezes as pessoas se calam ao ver um caso de violência por medo, ou simplesmente por não querer interferir, mas temos que mudar essa mentalidade, precisamos cuidar uns dos outros”, disse.
Nova data de renovação semestral vai até 30 de junho
Por Andreia Verdélio
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prorrogou para 30 de junho o prazo para a renovação semestral dos contratos de financiamento concedidos pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do 1º semestre de 2020. Os aditamentos dos contratos deverão ser feitos pelo sistema SisFies.
A Portaria nº 240/2020 que prorroga o prazo foi publicada hoje (14) no Diário Oficial da União. A medida vale para contratos simplificados e não simplificados.
O dia 30 de junho também é a data limite para a realização de transferência integral de curso ou de instituição de ensino e de solicitação de aumento do prazo de utilização do financiamento, referente ao 1º semestre deste ano.
O Fies é o programa de financiamento estudantil em instituições privadas de ensino superior. Hoje, ele está dividido em duas modalidades: o Fies a juro zero para quem tem renda familiar de até três salários mínimos por pessoa e o P-Fies para aqueles com renda familiar per capita de até cinco salários mínimos, com juros que variam de acordo com o banco e a instituição de ensino. Essa última modalidade funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes.
OMS não tem comprovação de que leite materno possa disseminar o coronavírus. Mas Mas é preciso tomar alguns cuidados de higiene
Com a chegada do novo coronavírus, muitas dúvidas e preocupações surgiram. Uma delas paira sobre a cabeça das mamães em fase de amamentação: se for contaminada, ela deve ou não continuar com o aleitamento materno?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) orienta a manutenção da amamentação por falta de elementos que comprovem que o leite materno possa disseminar o coronavírus. Porém, para evitar que a contaminação seja por outros meios, é preciso cuidar da higiene antes de pegar a criança.
É importante continuar amamentando, pois o leite fortalece o sistema imunológico do bebêMirian Santos, coordenadora dos Bancos de Leite Humano da Secretaria de Saúde
“Reforçamos que as mães precisam higienizar as mãos e usar máscaras. Mas caso ela deseje e sinta mais segurança, pode extrair o leite e pedir que outra pessoa ofereça à criança usando um copinho”, explica a coordenadora dos Bancos de Leite Humano da Secretaria de Saúde, Mirian Santos.
Uma nota técnica publicada pela pasta ainda elenca outras precauções, como limpar as bombas de extração do leite após uso e a troca imediata da máscara em casos de tosse ou espirro.
“Ressaltamos que, em caso de qualquer dúvida, nos colocamos à disposição das mães, por meio dos nossos canais de atendimento. É importante continuar amamentando, pois o leite fortalece o sistema imunológico do bebê”, complementa a coordenadora.
Marcos Barboza, gerente de Engenharia e Desenvolvimento da Caesb (Foto Marco Peixoto)
Equipamentos serão destinados aos profissionais da Empresa que trabalham nas Estações de Tratamento de Esgoto
Em meio à pandemia do coronavírus, insumos básicos como álcool em gel e máscaras de proteção são grandes aliados na prevenção à Covid-19. Esses materiais são essenciais aos profissionais que não podem parar os trabalhos, mesmo quando grande parte da população segue em isolamento em casa.
A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), com o objetivo de diminuir a demanda do mercado e proteger os funcionários que estão na linha de frente para a continuidade dos serviços essenciais, está usando a impressora 3D da própria oficina para produzir máscaras “face shields”.
Elas são compostas por uma viseira transparente – feita com folha de acetato –, e um suporte para a cabeça produzido na impressora 3D. A ideia é que a Companhia complemente, com essas máscaras, os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) já usados pelos empregados.
O trabalho de produção é coordenado pelos engenheiros mecânicos da Caesb, Marcos Barboza, gerente de Engenharia e Desenvolvimento, e Eduardo Burgos, coordenador de Desenvolvimento da Manutenção. Os profissionais tiveram a ideia há cerca de duas semanas, quando pensavam em formas de ajudar neste momento de pandemia vivido mundialmente.
Após muita pesquisa na internet, avaliação de modelos criados em outros locais, consultas ao Hospital Universitário de Brasília (HUB), e testes, muitos testes, o projeto inicial foi desenvolvido no computador. Foram necessários três modelos prévios até chegar à versão final.
“Fiquei sensibilizado com as notícias de médicos de outros países com os rostos marcados pelas máscaras e pensei que poderíamos fazer algo para amenizar estes efeitos. A minha motivação foi o conforto e a proteção de todos que estão na linha de frente nesta guerra contra a Covid-19”, disse Eduardo Burgos.
Inicialmente, a produção dos protetores faciais é para utilização dos operadores das Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs). O item de segurança será usado com outros equipamentos de proteção individual e é facilmente higienizado e reutilizado.
A expectativa é entregar as máscaras ainda esta semana para os operadores da Caesb. Com resultados positivos, o objetivo da Companhia é expandir a produção e, com ajuda de doações, fazer máscaras para outros profissionais.
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, reconhece a importância da iniciativa. “Meu Decreto n° 40.546, do dia 20 de março, deu total autonomia às empresas públicas para definirem suas regras internas na prevenção ao coronavírus. Essa iniciativa da Caesb, ao fabricar as próprias máscaras para seus empregados, é mais uma medida do governo para preservar a vida dos profissionais que oferecem serviços essenciais à população e que não podem ser interrompidos”, afirmou Ibaneis Rocha.
O esforço e a dedicação dos empregados da Caesb, mesmo nesse período de combate ao coronavírus, são elogiados pelo presidente da Caesb, Daniel Rossiter. “A pandemia mantém a população isolada em casa, mas o momento também gerou muitas demonstrações de criatividade e generosidade dos empregados da Caesb para ajudar os próprios colegas a cuidar de si mesmos e a lidar com o enfrentamento à Covid-19”, destacou o presidente.
Como funciona a produção
No computador, a base da máscara é desenhada em formato 3D e enviada para a máquina, onde é impressa com 65 finas camadas de plástico. A viseira é cortada manualmente e nada mais é que uma folha de acetato. Depois, é feita a montagem.
Os primeiros protótipos foram feitos de plástico ABS, mas os empregados fizeram adaptações e mudaram para o PLA – por ser mais barato e apresentar a mesma eficiência. Esse tipo de plástico é usado na fabricação de embalagens de cosméticos, de alimentos, garrafas, vidros, canetas, produtos médicos, entre outros.
“Trabalhamos para deixar a máscara mais leve e mais ergonômica, permitindo que os profissionais usem os equipamentos por mais tempo sem terem lesões na pele”, explica Eduardo Burgos.
Não houve gasto financeiro adicional na fabricação das máscaras para a Caesb, uma vez que o material utilizado está disponível em estoque na Empresa. Antes do coronavírus, o plástico e a impressora eram utilizados para a produção de peças de fundição dos equipamentos da Caesb e peças em plástico para a manutenção industrial. O aparelho eletrônico moderno é americano e foi adquirido pela Companhia no fim de 2018.
Todo o processo para a fabricação de duas máscaras leva duas horas e as peças já saem da impressora com o nome da Caesb. O custo de cada item é cerca de R$ 15 reais. As primeiras beiravam os R$ 40, mas as adaptações feitas pelos empregados permitiram a redução significante dos custos.
Os engenheiros Eduardo e Marcos estão se revezando diariamente para garantir a continuidade da produção. “Qualquer ajuda que pudermos oferecer para mitigar os efeitos da pandemia nos deixa satisfeitos. Tivemos todo o apoio da Diretoria da Caesb e começamos a produção. Queremos, enquanto Caesb, ajudar no combate ao coronavírus de alguma forma, seja para os nossos operadores ou para a rede de saúde do DF. Poder participar disso nos deixa realizados e felizes”, fala Marcos Barboza, gerente de Engenharia e Desenvolvimento da Caesb.
Doações
Com o aumento de casos de Covid-19, a alta demanda por esse tipo de material – considerado essencial para o trabalho dos profissionais da saúde – provocou escassez no mercado.
Pensando nisso, a Caesb pensa em produzir máscaras “face shields” para doar à Secretaria de Saúde do Distrito Federal, fazendo com que esses EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) cheguem às mãos de quem vai salvar vidas, atendendo casos de coronavírus.
Mas, para isso acontecer, a Caesb precisa de doações para adquirir novos materiais usados na produção e até uma nova impressora em 3D. Interessados em ajudar podem entrar em contato por meio do telefone 3312-2062, ou dos e-mails eduardoburgos@caesb.df.gov.br ou marcosbarboza@caesb.df.gov.br.
Segundo o especialista, além de não colaborarem para a contenção do coronavírus, esses produtos podem causar problemas na pele
Devido a pandemia causada pelo novo coronavírus, mercados e farmácias do Distrito Federal estão com estoques baixos ou até mesmo zerados quando o assunto é álcool em gel. Essa realidade proporcionou além da preocupação da população com a escassez do produto, a disseminação de receitas caseiras na internet e/ou grupos de conversa via telefone. Mas será que produzir um álcool em gel em casa pode ser perigoso? O dermatologista Erasmo Tokarski alerta sobre os perigos que misturas caseiras podem provocar e fala das consequências do uso de produtos inadequados para a higienização da pele.
“Temos visto várias receitas caseiras sendo divulgadas, inclusive, com o uso do gel de cabelo na mistura. Essas combinações podem ser bastante perigosas. Na falta do álcool gel em casa, o melhor caminho é a higienização com água e sabão”, alerta o médico.
De acordo com Tokarski, outra preocupação constante são receitas com o uso do álcool líquido. “O produto é altamente inflamável e, na forma líquida, pode aumentar o risco de acidentes domésticos como incêndios e queimaduras”, ressalta. “Todo cuidado é essencial, pois o que seria uma arma contra o vírus, pode vir a se tornar um problema”, conclui.
Para o especialista o produto na versão líquida deve ser utilizado para limpeza de ambientes. Quanto às misturas com produtos corrosivos, o dermatologista enfatiza que as consequências podem ser o desenvolvimento de dermatites irritativas, além de outros problemas na pele.
Erasmo Tokarski explica que a dermatite irritativa é causada por substâncias ácidas ou alcalinas, como sabonetes, detergentes, solventes ou outras substâncias químicas. Nesses casos, as lesões da pele geralmente são restritas ao local do contato. “Por este motivo recomendamos também a hidratação da pele com cremes”, diz.
Dicas para uma boa higienização da mãos:
molhe as mão com água corrente;
ensaboe as mãos até a o meio do antebraço;
esfregue a espuma entre os dedos, costas das mãos e unhas;
siga com a lavagem pelo tempo médio de 20 segundos;