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UDF realiza plantões especiais para atender gratuitamente contribuintes na última semana da entrega do Imposto de Renda

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Alunos de Ciências Contábeis da Instituição realizarão atendimento extra no sábado (27) e domingo (28) para auxiliar o preenchimento da Declaração de Ajuste Anual

Para ajudar os contribuintes que ainda não fizeram a Declaração de Imposto de Renda 2020 (prazo encerra dia 30 de junho), o Centro Universitário do Distrito Federal (UDF) realiza no sábado (27) e domingo (28) plantõesfiscais virtuais extraordinários para auxiliar contribuintes com o preenchimento da declaração. A ação faz parte do Plantão Fiscal 2020, que auxiliou a população durante os meses de março, abril, maio e junho por meio do atendimento oferecido pelo NAF (Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal), em parceria com a coordenação, professores e alunos do curso de Ciências Contábeis da instituição. 

Os plantões especiais do NAF UDF acontecerão das 9h às 23h e os atendimentos serão realizados virtualmente. Para participar, o contribuinte deverá encaminhar a mensagem para o endereço eletrônico naf@udf.edu.br e enquadrar o assunto nas seguintes opções: Imposto de Renda Pessoa Física; Microempreendedor Individual ou Empregador Doméstico.

No corpo do e-mail o contribuinte deve inserir um resumo da situação e um telefone celular de contato. As orientações (respostas) aos atendimentos virtuais serão encaminhadas pelo NAF UDF aos contribuintes por meio de mensagens eletrônicas (e-mail), no entanto, caso houver a necessidade de um atendimento por vídeo ou áudio, o solicitante será informado por e-mail sobre os dias e horários específicos para a realização do atendimento referido, bem como outras orientações. O responsável pelas atividades é o professor Mestre Deypson Carvalho, coordenador adjunto do curso de graduação em Ciências Contábeis e do NAF.

Com apoio técnico da Receita Federal do Brasil, o atendimento virtual é voltado para pessoa física, com renda mensal de até 5 mil reais, empregadores domésticos e microempreendedores individuais. Para isso, o NAF prestará atendimento para orientar os contribuintes a preencherem e transmitirem à RFB a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2020, ano-base 2019. Criado há seis anos, o Núcleo realizou mais de 700 atendimentos e consultorias presenciais no ano passado e espera superar este número em 2020 com os atendimentos virtuais.

Brasília é a terceira capital do país com o maior número de contribuintes obrigados a entregarem a DIRPF ao Fisco Federal. Até às 11h39 do dia 19/6/2020, 20,7 milhões de declarações foram recebidas pelos sistemas da Receita no Brasil. A expectativa do órgão é de que 32 milhões de contribuintes entreguem a declaração.

Para o correto preenchimento da declaração de 2020 são necessários os seguintes documentos referentes às informações de 2019:

  • Última declaração de IR e o recibo de entrega, se houver;
  • Documentos pessoais do declarante (título de eleitor, CPF e comprovante de endereço);
  • CPF dos dependentes e alimentandos. Lembrando que o número de inscrição no CPF é informação obrigatória para todos os dependentes e alimentandos residentes no Brasil;
  • Informes de Rendimentos fornecidos por todas as fontes pagadoras;
  • Informes de Saldos e Rendimentos fornecidos pelas instituições bancárias onde o contribuinte possui conta corrente ou poupança;
  • Comprovantes dos rendimentos recebidos de pessoas físicas tais como: rendimento do trabalho não assalariado, aluguéis, pensão alimentícia e outros;
  • Comprovantes de apuração mensal do Carnê-Leão e dos DARFs pagos;
  • Documentos de compra e venda de veículos, imóveis, embarcações e aeronaves;
  • Comprovantes das despesas que podem ser deduzidas na apuração da base de cálculo do Imposto de Renda com a identificação dos gastos relativos ao TITULAR da declaração e dos DEPENDENTES tais como: creche, escola, faculdade, médicos, dentistas, clínicas, hospitais, exames laboratoriais e radiológicos, aparelhos e próteses ortopédicas, planos de saúde no Brasil, previdência complementar, e pensão alimentícia judicial; e, por fim,
  • Comprovantes dos pagamentos efetuados a título de aluguéis, arrendamento rural e aos profissionais autônomos (advogados, engenheiros, arquitetos, corretores, professores e outros).

 

SERVIÇO

Plantão Fiscal Extraordinário 2020 (NAF – UDF)

Atendimentos: pelo endereço eletrônico naf@udf.edu.br

Data e horário: 27 e 28 de junho (sábado e domingo), das 9h às 23h.

Outros dias disponíveis para o atendimento:

Até dia 30/06: de segunda a sexta, pelo mesmo endereço eletrônico, no horário de 18h às 20h.

PF desarticula grupo especializado em tráfico interestadual de drogas

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Operação apreendeu aparelhos celulares, dinheiro e um caminhão

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta segunda-feira (22), em Foz do Iguaçu (PR), uma ação para desarticular uma associação criminosa voltada ao tráfico interestadual de drogas. 

Batizada de Fratis, a operação apreendeu diversos aparelhos celulares, dinheiro e um caminhão. A investigação começou após uma prisão em flagrante realizada pela Polícia Federal no Aeroporto de Curitiba, que resultou na apreensão de 52 kg de haxixe.

A PF identificou diversas atividades criminosas realizadas pelo grupo que atuava há pelo menos dez anos enviando entorpecentes de Foz do Iguaçu para outros estados, como Minas Gerais e Espírito Santo.

A droga chegava a outros estados por meio de “mulas” em viagens de avião ou escondidas em automóveis. Todos integrantes do grupo investigado já possuíam passagens pela polícia e já responderam por tráfico de drogas.

Tráfico de drogas

“Ficou constatado que, mesmo já tendo sido presos em outras ocasiões, [os criminosos]  permaneceram associados e cometendo novos crimes, razão pela qual serão indiciados, na medida da sua culpabilidade, pelos crimes de associação criminosa e tráfico de drogas e responderão na Justiça por seus crimes”, explicou a Polícia Federal.

Na ação de hoje, 16 policiais federais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Estadual do Paraná em endereços relacionados aos investigados e dois mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça Estadual de Minas Gerais.

ARTIGO | O Pais dos Cadê e dos Fora

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Por Virgilio Meirelles

Uma coisa é certa, nunca antes na história recente do País vimos ou ouvimos tanto as expressões “Fora” e “Cadê”. Parece que as manifestações são idealizadas por pessoas com um vocabulário limitado a 500 palavras como prega o historiador Marco Antonio Vila que ao insistir que o presidente a República tem um vocabulário limitado, este também o possui, pois em todas os seus vídeos usa e abusa dos termos “caterva” e “mandrião”, demonstrando que seu dicionário precisa ser consultado.

Porém, o ponto deste artigo é o uso corriqueiro feito não pelas catervas, e sim pelas manifestações devidamente organizadas que usam agora o termo “Fora Bolsonaro”, lembrando que já tivemos o “Fora Temer” e o “Fora Dilma”. Ou seja, nos últimos 12 anos a sociedade não aceita o resultado das urnas e o sufrágio universal. E as eleições nunca acabam no 2º turno, pois além dos turnos extras na esfera eleitoral, ainda temos os julgamentos feitos pelos seus pares e pelo Judiciário.

A indagação é a seguinte: movimentos denominados antidemocráticos permitiram uma discussão além do segundo turno das eleições? Se temos uma eleição que pode ser influenciada por “fake news” é porque temos uma sociedade que possui um vocabulário limitado e cada um joga com as armas que tem. Qual seria o caminho ou a solução? Educação. Como? Começando de baixo, ou melhor começando do começo. A atual realidade econômica empurra as famílias para o mercado de trabalho, permitindo que os seus filhos sejam educados e instruídos pelo Estado e qual é a consequência disso!

O Estado precisa instruir em massa e as crianças ao serem empurradas pela economia para fora de casa ainda no período de formação passam a terem ou aprenderem valores diversos daquele da família e o resultado a longo prazo é o que vemos hoje, conflitos e um vocabulário limitado onde todo mundo fala em ninguém entende isso quando ouvem.

O home-office imposto pela pandemia pode ser uma forma de aproximar os pais da educação de seus filhos, todavia, temos que lembrar que muitos dos pais foram educados pelo Estado e de uma forma ou de outra seus valores não podem ser considerados puros, mas já é um começo. Quem sabe daqui há alguns anos nosso vocabulário aumente.

Temos que usar mais de fato o adjetivo “fora”, mas não seguido de um nome ou pessoa e sim a um substantivo. “Fora educação” puramente estatal. “Fora terceiro” turno nas eleições. “Fora desmandos” a vontade do povo, e muitos outros foras.

Quanto ao termo “cadê”, temos que este é uma contração ou combinação quando junta os duas expressões geralmente para formar uma outra menor, então cadê, é uma forma gramatical simples de perguntar “onde está”.

E partindo do cadê, vimos e ouvimos muito “cadê Queiroz”, como se o mesmo estivesse foragido da polícia, quando que este apenas estava apenas afastado do convívio com o mundo, ou seja, não dava satisfação em redes sociais de onde estava e isso é totalmente assegurado em nossa Carta Magna. A imprensa mais uma vez abusou do direito de abusar e tornou o recluso numa pessoa procurada ou foragida da imprensa e não da justiça.

Agora com a falta de um cadê para chamar de seu, vamos ver subir as hastag cadê o ex-ministro da Educação, cadê o ministro da Saúde e cadê a esposa do Queiroz.

Na verdade, deveríamos indagar “cadê a educação feita pela família”, deixando a instrução para o Estado. Cadê a vontade e soberania das urnas. Cadê meu direito a saúde pública de qualidade e outros “cadês” que não caberiam aqui.

Fica aqui o desejo de um País que tenham um vocabulário superior a 500 palavras que não mais nos qualifiquem de catervas e nem que sejamos mandriões, uma vez que o povo brasileiro pode ser muito mal-educado, talvez por ter sido educado pelo Estado, porém, nunca mandrião, pois se não estudamos ou somos preguiçosos é porque não nos ensinaram ser diferentes e este tipo de ensinamento só pode ser feito pela família, nunca pelo Estado.

P.S: Usei mais do que 500 palavras e isso demonstra que tem um bom vocabulário e se você chegou até aqui é por que compreendeu mais do 500 palavras. Estamos de parabéns, aos olhos de pseudos intelectuais e historiadores

Virgilio Meirelles é professor (www.virgiliomeirelles.com.br)
Grupo no telegram: https://t.me/toppreparatorio

Justiça nega recurso que acusava jornal de difamação

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Reportagem que denunciava fraude em asilo teve respaldo da lei de liberdade de imprensa

Em Conselheiro Lafaiete, duas mulheres apontadas como parte de um esquema de fraude no asilo local tiveram o pedido de indenização negado pela Justiça. A denúncia foi publicada em uma reportagem do jornal Correio da Cidade .

Elas acusaram o veículo de difamação da imagem e pediram uma reparação por danos morais, o que foi negado em primeira instância. No julgamento do recurso, a 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) confirmou a sentença, baseando-se na Lei da Liberdade de Imprensa.

Reportagem que denunciou roubo em asilo por ex-presidente e voluntária foi julgada correta pelo TJMG

De acordo com a reportagem, que usou como fonte o depoimento de uma ex-voluntária do asilo, as duas mulheres contraíam empréstimos no nome dos idosos residentes na casa de repouso, faziam pagamentos a voluntários e dívidas de alto valor e sem justificativas plausíveis para o asilo.

Uma delas era ex-presidente da casa de repouso; e a outra, voluntária. Juntas, de acordo com a matéria do jornal, elas tomaram um empréstimo de cerca de R$ 19 mil e, além disso, desviaram dinheiro do lanche dos internos.

Na ação que moveram contra o jornal, alegaram que sofreram abalos psicológicos ao verem seus nomes expostos publicamente.

Sentença

Para o juiz Alexsander Antenor Penna Silva, da 1ª Vara Cível de Conselheiro Lafaiete, o dano moral não foi configurado. A matéria jornalística em questão informa narrativamente a prática de crime com os elementos disponíveis até o momento em que foi redigida, sem que tenha existido excesso.

De acordo com o magistrado, a realização da reportagem tem conteúdo meramente informativo, procurando noticiar os fatos ou esclarecer o público a respeito de práticas nocivas, sem, contudo, enveredar na intimidade da vida privada do cidadão ou expor sua imagem, de forma sensacionalista. Tal exercício se mostra regular e legítimo na análise do texto da matéria.

Assim, o magistrado julgou improcedente o pedido das mulheres. Elas recorreram.

Decisão

Para o relator, desembargador Domingos Coelho, “tendo atuado o jornal nos limites da liberdade de imprensa e no regular exercício de seu direito de informar, não há que se falar em prática de qualquer ato ilícito passível de indenização”.

O magistrado ponderou que a reportagem publicada apenas informa os fatos, sem emitir juízo de valor sobre as duas mulheres. Além disso, o texto não apresenta intenções caluniosas, difamatórias ou injuriosas.

Acompanharam o voto do relator os desembargadores José Flávio de Almeida e José Augusto Lourenço dos Santos.

Confira a movimentação processual e leia na íntegra o acórdão .

Codhab convoca candidatos para vistorias de apartamentos

O empreendimento Parque dos Ipês – Crixá, em São Sebastião, é destinado aos candidatos da Faixa 1. As unidades são de 47,65m e 47,65m

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF) está convocando os 272 candidatos contemplados no Parque dos Ipês – Crixá III para realizar a vistoria de seus apartamentos. Ela deverá ser feita pelos próprios beneficiários.

O procedimento ocorrerá entre os dias 22 e 26 deste mês, no salão de festa do próprio  condomínio, localizado no Crixá, em São Sebastião.

Os contemplados no empreendimento Crixá III deverão comparecer no período da manhã (9h às 11h30) e no período da tarde (13h às 15h). A presença é indispensável, pois, sem a vistoria, os beneficiários não poderão assinar o contrato.

O empreendimento Parque dos Ipês – Crixá, localizado em São Sebastião, é destinado aos candidatos da Faixa 1. As unidades habitacionais são de 47,65 m² e 47,75 m² e possuem dois quartos, sala, cozinha e banheiro. O condomínio conta com estacionamento, área de lazer, centro comunitário e escola pública.

Confira listas dos convocados já sorteados no portal da Codhab:

http://www.codhab.df.gov.br/postagem/1322

http://www.codhab.df.gov.br/uploads/archive/images/03039f35cc3fca03d14cce9ca4244839.png]<http://www.codhab.df.gov.br/postagem/1322>

Agricultura, o caminho para o crescimento do Distrito Federal

Em um ano e meio, investimentos transformaram o setor capaz de levar a capital a outros patamares

O Distrito Federal é uma grande área rural e é possível provar isso com números. Quer ver só? O DF tem uma área total de 578 mil hectares, sendo que 404 mil deles estão na área rural, o que representa 70% do nosso território. Todo esse tamanho reforça a importância de um grande diamante, ou melhor, um grande campo a ser lapidado: a agricultura.

É isso que o Governo do Distrito Federal (GDF) tem feito neste um ano e meio de gestão: investir em ações e melhorias no setor por acreditar que ele pode, sim, transformar o DF.

Coordenada pela Secretaria de Agricultura (Seagri), as medidas tomadas vão desde a compra de alimentos, financiamento, doação de insumos e aparelhos, treinamentos no campo e liberação de crédito rural até a recuperação de estradas de terra e de canais de irrigação.

“A agricultura é, hoje, responsável pelo equilíbrio da balança comercial do Brasil. Juntos, vamos construir uma agricultura melhor, mais forte e mais robusta para o crescimento do DF”, afirma o secretário de Agricultura, Cândido Teles.

Conheça as medidas que colocam a agricultura na linha de frente no combate à crise provocada pela pandemia:

 

Plantando iniciativas, colhendo resultados

O trabalho no campo junto aos produtores é feito pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF). Em 2019, ela realizou o maior número de atendimentos ao público desde 2016. Foram 170.360 atendimentos no ano passado, entre cursos, oficinas, dias de campo e visitas destinadas a agricultores familiares e produtores patronais.

Acompanhe a evolução com o passar dos anos:

Uma das iniciativas de atendimento ao público da Emater é o projeto Filhos deste Solo. Ele oferece curso gratuito de empreendedorismo para jovens rurais com o objetivo de transformar ideias em negócios.

Criado em 2019, se espalhou por núcleos rurais acolhendo jovens com boas ideias e que pretendem permanecer ou empreender no campo para desenvolver sua própria empresa ou negócio.

Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
A bióloga Yara Ballarini foi da primeira turma do projeto Filhos deste Solo e hoje produz cogumelos comestíveis e medicinais. Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Foi a partir do projeto que nasceu a Caliandra Cogumelos, idealizada pela bióloga Yara Ballarini.

Ela participou da primeira turma do Filhos deste Solo e atualmente produz cogumelos comestíveis e medicinais.

“Sempre fui apaixonada por sustentabilidade e conservação do meio ambiente. Apareceu essa oportunidade do cogumelo e vi que poderia juntar essas duas coisas. Já o curso foi ano passado, fiz no IFB de Planaltina. Foi muito legal porque foi a primeira vez que eu vi um curso de empreendedorismo voltado para o meio rural”, conta Yara.

“A gente sabe que o meio rural tem as suas particularidades, o seu tempo, não é de uma hora para outra. Tem toda uma lógica voltada para o campo e esse curso tinha essa lógica. Por isso, eu gostei tanto. Foi legal que tive todo o suporte da Emater, e ainda estou tendo”, complementa a empreendedora.

Conheça essa história:

Ceasa se vacina contra a crise

Manter as vendas e investir em tempos de pandemia é uma tarefa que se tornou ainda mais difícil. No entanto, há quem contrarie essa linha, assumindo um protagonismo no enfrentamento à crise. A Centrais de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF) tem provado, com diferentes iniciativas, que o coronavírus não vai derrubar um dos locais favoritos do brasiliense para comprar alimentos e insumos frescos.

A Ceasa tem procurado investir e tem feito investimento alto em nome da comunidade, do melhor atendimento ao produtor rural e ao grande atacadista, também. O que queremos é criar mais espaços para a comercialização porque a agricultura é a sustentação do nosso país.Onélio Teles, presidente da Ceasa-DF

Desde a chegada do coronavírus ao DF em março – quando foi confirmado o primeiro caso na região –, a venda de alimentos no local se manteve dentro da normalidade. Na Ceasa, produtos com origem do Distrito Federal aumentaram as vendas em 13% de fevereiro para março e em 3% de março para abril. Até 26 de maio, foram comercializados 22, toneladas de alimentos.

O desempenho do Mercado Livre do Produtor, a popular Pedra, também é positivo. Em 2017, eram 480 produtores ocupando o espaço, número que passou para 520 em 2019 e que vai atingir 553 em junho, com os novos contemplados. A Pedra ou Mercado Livre é o coração da Ceasa, onde os produtos são comercializados às terças e quintas-feiras.

Já a quantidade de feirantes do Varejão se manteve estável em 198 ocupantes, comprovando que as atividades por lá não foram arruinadas pela Covid-19.

Ampliação da área

Aliado aos dados estáveis de volumes comercializados em 2020, a Ceasa-DF investiu R$ 22 milhões – com recursos da própria receita – na construção de três novos pavilhões. Dois deles são compostos de 18 boxes de 288m² cada, e um outro pavilhão com cinco boxes de 233m², cada. Os três boxes possuem pé direito de 10,5m de altura, o que permite a estocagem vertical, ou seja, mais mercadorias utilizando menos espaço.

Luciano Vilela é um dos permissionários desses novos pavilhões. Nascido e criado na Ceasa, o proprietário da empresa Banco de Caixas está animado. “Esses pavilhões representam uma ampliação das atividades dos permissionários que aqui estão e de novos mercados que são criados, novas demandas em relação à modernidade desses pavilhões. Eles são um prelúdio do que é uma Ceasa moderna”, conta Vilela.

Conheça a história dele e dos novos pavilhões:

Investimento e quitação de dívidas

Toda essa ampliação da Ceasa, que pode ser vista de longe por quem cruza a Estrutural, por exemplo, e de perto por quem visita o local, conta com apoio em outra ponta: das finanças.

Em um esforço concentrado da diretoria financeira nos últimos seis meses, a empresa quitou dívidas contraídas em gestões anteriores, buscou o equilíbrio e realizou, com recursos próprios, investimentos, obras de melhorias e revitalização na ordem de R$ 7.192.663,79. Atuação que traz retorno de caixa no curto prazo.

No primeiro semestre de 2019, a Ceasa teve uma arrecadação de R$ 19.342.630,58, o que representa um aumento de 48,16% em relação ao montante arrecadado no mesmo período de 2018.

A Ceasa-DF também focou no controle da inadimplência, que teve redução de 32%, o que significa um maior equilíbrio das contas e maior efetividade na arrecadação.

Outra frente bem-sucedida da Ceasa é o Banco de Alimentos, responsável pelo combate à insegurança alimentar, que é a falta de acesso aos alimentos por parte da população. O desempenho em 2019 fez com que esse braço da Ceasa-DF ganhasse novas frentes.

No ano passado, as doações chegaram a 1 tonelada, sendo mais de 500 kg de alimentos doados por meio do eixo de Aquisição; mais de 300 kg pelo eixo Desperdício Zero e mais de 100 kg de alimentos a partir do eixo de Doação Solidária, promovido a partir de parceria com empresas do setor público e privado da capital.

Agora em 2020, devido às diversas parcerias e ao aumento significativo de doações, o Banco de Alimentos estendeu seu atendimento para além das instituições, assistindo, também, famílias em situação de vulnerabilidade alimentar. Ainda houve incremento no número de instituições cadastradas.

Neste ano, foram 222,5 toneladas de alimentos distribuídos. Em abril, destaque para o Eixo Doação Solidária, responsável por 45,1 toneladas deste montante.

Outra novidade é que o Banco de Alimentos passou a doar proteína animal. O gesto partiu de um ato solidário da Associação de Criadores de carne suína, DFSUIN e Sindsuínos com donativo de 1,5 tonelada de carne suína. Além disso, no início deste ano, a partir da parceria com a Secretaria de Esportes do Distrito Federal, foram arrecadados, na Corrida de Reis, 58 toneladas de alimentos não perecíveis que foram repassados para as instituições atendidas pelo Banco de Alimentos.

Brasília | Trânsito na Esplanada será interditado neste domingo

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O bloqueio das vias para os veículos iniciou a partir das 23h59 deste sábado

O trânsito de veículos na Esplanada dos Ministérios ficará interditado no domingo (21), desde a Rodoviária até a Praça dos Três Poderes, pela via S1, e desde a L4 até a rodoviária, pela N1. Todos os acessos da via S2 para a via S1 e da via N2 para a via N1 também estão fechados.

Os agentes do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) atuarão no controle do tráfego, nas vias N2 e S2, desde das 23h59 deste sábado (20), interferindo para melhorar a fluidez, a segurança e coibir irregularidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro.

O fluxo de veículos será desviado da via S2 em direção à S3 na altura do Anexo IV da Câmara dos Deputados. Os veículos que vierem pela via S1 serão desviados para as vias S2 e N1 na altura da Biblioteca Nacional.

A Polícia Militar e o DER também atuarão no controle do trânsito.

OPINIÃO | Ceilândia: oposição usa fake news e se aproveita do sofrimento do povo

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Aumento de casos de coronavírus em Ceilândia vem sendo usado para atacar o governo do DF. Notícias falsas em redes sociais é a arma mais usada; população repudia prática de ataques

Por Ricardo Callado

Vergonhoso! É assim que vem sendo classificadas as ações de fake news praticadas por adversários do governador Ibaneis Rocha (MDB). As mais recentes medidas adotadas pelo Governo do Distrito Federal, em acordo com a população de Ceilândia, são necessárias e urgentes. O DF hoje é um exemplo ao País no combate a pandemia.

A preocupação é tamanha que o GDF montou no início de junho um gabinete especial da Secretaria de Saúde instalado na Administração Regional de Ceilândia. No boletim desta sexta-feira (19), a cidade liderava o número de casos no DF com 5.205 infectados pelo coronavírus. E o triste número de 89 óbitos.

Esse é o mundo real. É preciso respeitar os profissionais de saúde que estão na linha de frente e o trabalho do governo para combater esse vírus. E não tratar a população como joguete político. Ao todo, o Distrito Federal tem 32.235 casos confirmados, 20.446 casos recuperados e 405 óbitos

A oposição, depois de dois governos desastrosos que levaram o governo local quase a falência, voltou-se agora a disseminar fake news nas redes sociais contra as ações dos gestores de saúde. A principal delas é dizer que não existem insumos para tratamento de pacientes. Essa é a forma mais suja de se fazer política.

Faz-se demagogia com o sofrimento do povo. Usa-se de uma pandemia para atingir objetivos eleitorais. É o vale tudo pelo poder. Não existe solidariedade com o povo de Ceilândia. Apenas ataques políticos. Falta vergonha na cara de quem se utiliza destas práticas da velha política.

O Distrito Federal e, principalmente, o povo de Ceilândia repudiam essas práticas. Condena os políticos que se utilizam da mentira. Os ceilandenses não são, e não se deixaram ser, curral eleitoral nem massa de manobra de políticos inescrupulosos.

A população sabe o que está sendo feito, porque todas as ações prezam pela transparência. A conscientização do que deve ser feito reflete no apoio ao governo e as autoridades sanitárias do DF.

O combate a pandemia é coisa séria. E o povo já entendeu isso. Basta ver os mais recentes números de isolamento em Ceilândia. E quem usa do expediente da mentira num momento em que a saúde da população é a prioridade, merece ser jogado na lata do lixo. Mas Ceilândia já entendeu o que vem acontecendo. É vergonhoso!

 

Aumenta procura por divórcio durante a pandemia

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Cerca de 70% dos pedidos de divórcio são iniciados pelas mulheres

A procura por divórcio tem aumentado durante o período de isolamento social provocado pela pandemia da covid-19. Segundo a advogada da área de Família e Sucessões, Débora Guelman, o convívio intenso em virtude da quarentena tem sobrecarregado física e emocionalmente as famílias brasileiras.

“Esse isolamento social forçado pela pandemia aumenta o convívio entre os casais e justamente esse aumento do convívio gera conflitos. Por conta disso, a probabilidade de haver mais divórcios é muito maior”, disse Débora Guelman, em entrevista à Rádio Nacional.

A advogada afirma que cerca de 70% dos pedidos de divórcio são iniciados pelas mulheres, e a reclamação mais frequente é a tripla jornada. “Essas mulheres trabalham, cuidam dos filhos e cuidam da casa. Então, elas não aguentam relacionamentos machistas”, afirmou.

No Brasil há dois tipos de divórcios. No mais simples, chamado de “extrajudicial”, casais podem se separar de forma mais rápida, pelo cartório, amigavelmente. Já o divórcio judicial ou litigioso é realizado diante de um juiz e envolve questões mais complexas como falta de consenso entre o casal, partilha de bens, pensão e guarda de filhos.

“Se divorciar não é um processo rápido, pelo contrário. É um processo demorado e muito doloroso. Principalmente no aspecto emocional e no aspecto financeiro. Então, essa decisão de se divorciar envolve diversos fatores, que são impedimentos até para pessoa efetivar esse divórcio. Normalmente, a pessoa pensa por um ano e meio, até dois anos, antes de se efetivar o pedido”, explicou Débora Guelman.

Apoio

Em Brasília, um grupo terapêutico formado por duas psicólogas e uma advogada foi criado para auxiliar mulheres que estão passando por esse momento. O grupo se reune por meio de uma plataforma online, com participação de três a seis pessoas.

“O isolamento causado pela pandemia acirrou os conflitos nas relações, mas, por outro lado, dificultou o acesso aos advogados e ao Judiciário; e a recursos essenciais em uma separação, como mudar de casa, por exemplo”, explicou a psicóloga Lívia Magalhães, uma das responsáveis pela condução do grupo.

O grupo reúne mulheres que passam pelo momento pós-divórcio e aquelas que ainda estão se preparando para tomar essa decisão.

“Muitas vezes elas não têm com quem compartilhar suas angústias, suas dores, não tem o conhecimento de outras para aprenderem, não tem o acolhimento de quem passou pelo que elas estão vivendo”, disse a psicóloga.

“O isolamento causado pela pandemia acirrou os conflitos nas relações, mas, por outro lado, dificultou o acesso aos advogados e ao Judiciário, e a recursos essenciais em uma separação, como mudar de casa, por exemplo”, completou.

Segundo Lívia Magalhães, depois do atendimento em grupo, as mulheres passam por uma escuta individual para orientações específicas.

“A posteriori do grupo, ofereceremos um plantão de acolhimento individual para essas mulheres entrarem em contato e para que possamos escutá-las na sua singularidade. Não é um dispositivo terapêutico. Mas um espaço para acolher alguma demanda ou sofrimento que por ventura o grupo possa ter desencadeado”, acrescentou a psicóloga.

AULA DE FUTEBOL

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Por Raimundo Ribeiro

A vida sempre nos surpreende. Quando escrevi um texto intitulado “O verdadeiro futebol” minha intenção era transmitir para as novas gerações que aquela seleção do TRI jogava o futebol que mais se aproximava da perfeição, combinando técnica(artigo farto no Brasil) e preparação física(principal arma dos europeus);

Mas aí, começaram as surpresas: passei a receber muitas mensagens e uma unanimidade: todos concordaram que aquela foi a melhor seleção do mundo de todos os tempos e passados 50 anos, nenhuma outra conseguiu superá-la.

Confesso que fiquei feliz e envaidecido com a inesperada repercussão, mas tem uma mensagem que me emocionou demais e por isso compartilho com vocês que generosamente dedicam parte do seu tempo lendo o que escrevo.

Encerro fazendo um agradecimento muito especial aquele que atuou nas seis partidas, fez gols em todas elas, feito nunca igualado por nenhum outro brasileiro totalizando sete gols (mais de um por partida e numa equipe que tinha simplesmente o maior artilheiro da história do futebol mundial, e que era conhecido como Rei). Com a magia do seu futebol alegrou milhões de torcedores do Botafogo, Olympique, Cruzeiro e tantos outros amantes do futebol como eu. Ao furacão, peço que receba meu afetuoso abraço e eterna gratidão.

A frase-título foi proferida pelo homenageado neste artigo, mas ouso acrescentar: aquela seleção do Tri foi uma aula MAGNA de futebol. Viva o mágico futebol brasileiro

Raimundo Ribeiro  é apaixonado pelo futebol e naturalmente pelo Fluminense