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Governo Ibaneis intensifica regularização e cerca de 45 mil famílias podem ganhar escritura dos lotes

Processos estavam parados há anos. Sonho de ter a titularidade dos seus imóveis está mais próximo para moradores do Paranoá, Itapoã e Mestre d’Armas

A regularização fundiária é prioridade do Governo do Distrito Federal, que, nos últimos 18 meses, deu passos importantes para a efetiva titulação dos imóveis do DF.

Decisões tomadas por esta gestão permitiram o andamento de projetos que estavam parados há anos. Assim, quase 45 mil famílias estão mais próximas de conseguir a sonhada escritura dos lotes que habitam –em muitos casos,  há mais de 30 anos.

Muitas dessas ocupações foram fomentadas pelos próprios governos. Um exemplo é o Paranoá, onde vivem mais de 65 mil pessoas, segundo dados da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan). São 19 mil domicílios sem o documento que oficializa a propriedade do imóvel e permite que ele seja deixado como herança.

Na quarta-feira (24), foi publicado no Diário Oficial do DF (DODF) um decreto assinado pelo governador Ibaneis Rocha que aprovou o projeto urbanístico do Paranoá e atribui à Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab) a competência para promover a regularização do loteamento, que está em área particular.

“É importante a regularização das propriedades do Distrito Federal para que se possam combater as invasões com mais eficiência”, destaca o governador Ibaneis Rocha. “Ademais, são famílias que moram há décadas em situação irregular, muitas vezes provocada pelo próprio governo, e em constante insegurança. No caso do Paranoá, estamos encerrando esse ciclo de insegurança, que já durava décadas, e oferecendo a dignidade de uma escritura de posse a essas famílias.”

A ocupação do Paranoá surgiu em 1957, empreendida por pioneiros que trabalharam na construção da barragem. Em 1989, o então governador Joaquim Roriz assinou um decreto criando a Região Administrativa e transferiu os moradores da antiga Vila Paranoá para o local onde hoje é a cidade.

“Aqui era uma região de pinheiros, que foram derrubados para as casas serem construídas. O acampamento virou o Parque Vivencial do Paranoá”, conta o administrador da cidade, Sérgio Damasceno. “Como pode quem construiu Brasília não ter documento definitivo dos seus lotes?”, questiona.

Acordo

Agora, a Codhab vai procurar os proprietários das terras e assinar um termo de cooperação técnica para negociar o pagamento pelos lotes. Os imóveis serão doados para famílias de baixa renda, que ganham até cinco salários mínimos e ocupam lotes de até 250 metros quadrados há pelo menos cinco anos. O preço do terreno será calculado descontando o valor das benfeitorias feitas pelo governo, e Ibaneis Rocha garante que o Banco de Brasília (BRB) vai financiar os lotes para quem precisa comprá-los.

A Codhab também precisa atualizar o projeto urbanístico do Paranoá, aprovado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) em 2015. “Existe um esforço desta gestão em resolver os problemas fundiários que se arrastavam há anos”, afirma o subsecretário de Parcelamentos e Regularização Fundiária da Seduh, Marcelo Vaz.

A Subsecretaria de Parcelamentos e Regularização Fundiária, por exemplo, foi criada em fevereiro de 2019 pelo governador Ibaneis com o objetivo de agilizar a aprovação dos projetos urbanísticos. “Os projetos chegavam, e não havia servidores suficientes para analisá-los. Tem processos aqui tramitando há dez, 15 anos e que ainda não chegaram ao final”, conta Vaz.

Processo longo

O processo de regularização fundiária é longo e envolve muitas etapas que demoram anos para ser finalizadas. Começa com a contratação de estudos ambientais e urbanísticos que, no caso de terras públicas em áreas de interesse social (Aris), cabe à Codhab providenciá-los; e, nas de interesse específico, a responsabilidade é da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap).

Os estudos ambientais baseiam a emissão do licenciamento ambiental, a cargo do Brasília Ambiental (Ibram). Os urbanísticos devem ser aprovados pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) e, depois, pela Seduh, que encaminha o processo para a publicação do decreto do governador. Com o documento publicado, é possível registrar o loteamento em cartório e emitir as escrituras dos imóveis, a última etapa da regularização.

Dos processos agilizados por essa gestão, o mais adiantado é o do Setor Habitacional Mestre d’Armas, em Planaltina. Iniciado em 2008, engloba 270 hectares e 6.423 unidades habitacionais. Em maio, a Codhab assinou o termo de cooperação técnica com os proprietários da terra, fez o cadastramento dos ocupantes dos lotes e o parcelamento já está registrado em cartório, etapa anterior à titularidade da área em nome das famílias e à entrega das escrituras.

Situação fundiária

Além das questões urbanísticas e ambientais, a regularização de um loteamento ainda precisa enfrentar a situação fundiária dos terrenos, ou seja, é preciso negociar com os proprietários da terra. “O governador teve coragem de enfrentar essas questões e ainda adotou os critérios estabelecidos pela Lei Federal nº 13.465/2017, que simplificou os processos e foi fundamental para os resultados conquistados até agora”, afirma o diretor de Regularização de Interesse Social da Codhab, Leonardo Firme.

Segundo ele, até 2022, o GDF quer entregar as escrituras para os mais de 62 mil moradores do Itapoã. A região tem 18 mil domicílios, mas vive uma complexa situação fundiária, com terras pertencentes à União, terras desapropriadas em comum e terras particulares, o que dificulta a regularização. Em abril, o governo atribuiu à Codhab a competência para promover a normalização da área, e a companhia vai providenciar os estudos ambientais e urbanísticos necessários.

A Codhab também vai convocar os moradores e os donos da terra para firmarem termo de compromisso. “Os processos estavam todos parados quando chegamos aqui”, ressalta Firme.

O GDF também encomendou estudos para o início da regularização de São Sebastião, que fica em área pública. Já foram contratados o levantamento topográfico – que demandou recursos de R$ 588.583 – e os estudos ambientais, que, ao custo de R$ 127.444, incluem o Relatório de Controle Ambiental e o Plano de Controle Ambiental.

Depois da conclusão desses estudos, será iniciada a elaboração dos projetos urbanísticos. No total, 16.565 unidades habitacionais devem ser regularizadas, contemplando 61.290 moradores. Além disso, outros projetos complementares também serão desenvolvidos para viabilizar obras de infraestrutura nos locais da cidade que ainda não dispõem de redes de iluminação, águas pluviais, esgoto e água.

Sorte grande | Apostas da Quina de São João podem ser feitas até amanhã

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Segundo Caixa, prêmio deve chegar a R$ 140 milhões

As casas lotéricas recebem até amanhã (27) as apostas para a Quina de São João, concurso especial que chega à sua 10ª edição este ano. O sorteio do concurso 5.299 da Quina será realizado às 20h e a estimativa do prêmio é de R$ 140 milhões, informou a Caixa.

O prêmio da Quina de São João não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, o prêmio será dividido entre os acertadores da segunda faixa (quatro números) e assim por diante.

Para apostar, basta marcar de cinco a 15 números entre os 80 disponíveis. O apostador também pode deixar o sistema escolher os números, por meio da aposta no formato Surpresinha. Ganham prêmios os acertadores de dois, três, quatro ou cinco números. É possível concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos, optando pelo formato Teimosinha. O preço de uma aposta simples, com cinco números, é R$ 2.

As apostas podem ser feitas em volantes específicos da Quina de São João, disponíveis nas lotéricas de todo o país. No portal Loterias Caixa, na internet, é possível adquirir um combo especial do sorteio, com 15 apostas para o concurso 5.299, bem como mais cinco combos contendo apostas de outras modalidades além do concurso especial. Também é possível apostar pelo aplicativo Loterias Caixa, disponível para usuários da plataforma iOS.

Caso um ganhador único acerte os números da Quina de São João e aplique todo o valor na poupança, receberá mais de R$ 302 mil em rendimentos mensais. O dinheiro do prêmio ainda é suficiente para comprar 200 carros de luxo, no valor unitário de R$ 700 mil.

Loteria Federal

As extrações da Loteria Federal serão retomadas no dia 4 de julho. Os bilhetes que já haviam sido produzidos e distribuídos continuam disponíveis para venda nas lotéricas, e estão válidos, ainda que a data impressa seja março ou abril. Os sorteios das extrações 5478 a 5489 serão realizadas somente aos sábados. Os sorteios às quartas-feiras voltam a partir do dia 23 de setembro.

Governador Caiado enaltece transparência da gestão durante pandemia em Goiás

Trabalho desenvolvido pela Controladoria-geral do Estado no combate ao coronavírus e ações como Programa de Compliance Público reforçam preceitos da gestão estadual

Mesmo durante a pandemia do novo coronavírus, o Governo de Goiás não deixa de lado seus princípios fundamentais: a transparência e a lisura dos atos públicos. Pelo contrário: esses conceitos estão sendo cada vez mais reforçados. O combate à Covid-19 exige medidas rápidas e, principalmente, investimentos para que o cidadão não fique desassistido. Nesse sentido, o trabalho que vem sendo desenvolvido pela Controladoria-geral do Estado (CGE) tem se destacado.

Em diversas ocasiões, o governador Ronaldo Caiado faz questão de ressaltar a importância da cultura da transparência no gasto público e destaca que isso tem sido trabalhado diariamente em todos os órgãos do governo por meio do Programa de Compliance Público, implantado desde o início de seu governo. “Esta é a ferramenta para que o processo que tem tendência para caminhar para o lado errado seja interrompido. O Compliance faz o diagnóstico disso”, explica o governador. Para ele, a ferramenta é importante porque antecede a corrupção e funciona como fator inibidor do ato.

O controlador-geral do Estado, Henrique Ziller, destaca que a preocupação com a transparência é uma constante na gestão estadual. Segundo ele, com o surgimento da pandemia, não houve mudança na política de transparência do Estado ou a intensificação desse trabalho, mas apenas a sua continuidade. “Essa é a prática do governo. O governador deixou isso bem claro desde que assumiu”, frisou. No entanto, para garantir que a população tenha acesso a todas as informações referentes aos gastos realizados pela gestão estadual no combate ao coronavírus, a CGE criou o CoronaTransp (www.transparencia.go.gov.br), que é mais uma ferramenta da política de transparência do Governo de Goiás.

A plataforma CoronaTransp é dividida em duas partes. Na primeira, fornece informações epidemiológicas, com perfil da doença, dos pacientes e os dados demográficos. Na segunda, mostra todos os dados das contratações, que é o detalhamento com valores, pesquisas de preços e cópias de contratos. “Tudo que o cidadão ou órgão de controle precisa está disponível no site. É a chamada transparência ativa, em que o Estado se antecipa, se propõe e dispõe todas as informações para aqueles que querem fazer o acompanhamento”, explica Ziller.

E isso tem gerado resultado para o Estado que é destaque em todo Brasil. Goiás, lembra o controlador-geral, está no topo de dois dos principais medidores de transparência nos gastos em relação ao coronavírus. O Estado atingiu a pontuação máxima, de 100 pontos, e ocupa a primeira posição no ranking nacional da Open Knowledge Brasil (OKBR), que avalia os dados referentes ao índice de transparência da Covid-19 nos portais e sites dos governos estaduais e federal. Também ficou na terceira colocação com avaliação “ótima” pelo ranking da Transparência Internacional/Brasil em relação à transparência sobre contratações emergenciais para combate à Covid-19.

Estudante de atitude

Outra ação desenvolvida pela CGE tem se destacado na gestão estadual: o programa Estudante de Atitude, que tem como objetivo estimular práticas relacionadas à transparência, controle social, voluntariado, consciência ambiental e prevenção à corrupção. “Foram criados critérios para dar ao jovem uma condição de ter noções de controladoria, de boa utilização do dinheiro público, zelar pela coisa pública. Isso deu sentimento de defesa e de que a escola é propriedade do aluno e dos professores e que precisa ser preservada”, explica Caiado.

O controlador frisa que a iniciativa foi criada, justamente, para mudar uma cultura. Já que a máquina pública é muito grande, paralelo ao esforço de fiscalização da CGE, o programa aproveita o ambiente fértil da escola, com pessoas jovens e em formação, para trabalhar a auditoria cívica. “Por aplicativo, eles (estudantes) identificam todos os problemas, fazem relatórios e reúnem a comunidade escolar para analisar as causas daqueles problemas. E acontece uma coisa interessante. Na maior parte, percebem que eles mesmos danificam a escola e eles se propõem a resolver o problema”, descreve Ziller.

Para o governador Ronaldo Caiado, a iniciativa realça o sentimento de espírito público, da ética, de responsabilidade e o conceito de honestidade. Segundo ele, “a partir daí eles se aprimoram e o quadro vai melhorando. Acredito na transformação desses jovens”.

Setores da Saúde e do comércio lideram oferta de empregos nesta sexta

Construção também se destaca em número de vagas, com salários entre R$ 1.150 e R$ 2 mil

As agências do trabalhador estão com 118 vagas abertas para esta sexta-feira (26). A maioria das oportunidades contempla as áreas de saúde, comércio e construção civil. Os salários vão desde bolsa de R$ 700 para estágio até R$ 2.500, oferecido para mecânico, todos acrescidos de benefícios.

Na área de saúde, são dez vagas para técnico de enfermagem, com salário de R$ 1.400 e outras 10 vagas para técnico de enfermagem de terapia intensiva, cuja remuneração é de R$ 1.456,76, além de uma oportunidade para biomédico, que deverá receber R$ 1.800 mensais.

Para o comércio, a maior procura é para balconista. São 20 vagas com salários de R$ 1.184. Outras seis contemplam subgerente de loja, com remuneração de R$ 1.600. Para as duas profissões são exigidos ensino médio completo e experiência na área.

Empresas de construção civil estão em busca de armador de ferragens (3), encanador (3), gesseiro (1), preparador de tintas (1), serralheiro (2) e torneiro mecânico (1). Para essas vagas, os salários vão de R$ 1.150 a R$ 2 mil. Algumas delas não exigem escolaridade nem experiência na área.

Sine Fácil

Os interessados em concorrer a uma das vagas devem atender às exigências para se candidatar. Apesar de 15 Agências do Trabalhador estarem abertas, a recomendação é que a população solicite atendimento remoto, pela Central Alô Trabalho (Telefone 158) e por meio da web, pelo APP do Sine Fácil.

Para baixar o Sine Fácil gratuitamente, basta acessar a loja de aplicativos do seu celular. No momento, só há disponibilidade para aparelhos com sistema operacional Android. Acesse a Play Store e pesquise pelo aplicativo. Após concluir a instalação, clique no ícone do programa para iniciar o Sine Fácil.

ARTIGO | VÍRUS IMUNDO

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Por Raimundo Ribeiro

Desde fevereiro que somos bombardeados com informações acerca desse vírus maldito e assassino.
No início era um vírus asiático confinado na China, logo virou uma epidemia para rapidamente se transformar numa pandemia arrebentando fronteiras e invadindo todos os países.

No Brasil, país diferente de tudo que existe no mundo, decorridos mais de 150 dias ainda discutimos se é gripe ou não; se mata ou não; se é transmitido por toque das mãos ou não; se devemos ficar em distanciamento social ou não; se devemos usar máscaras ou não, se a economia parada mata ou não e mais inúmeros questionamentos. Ao invés de ficar só na discussão (muitas vezes estéril) creio ser mais útil trabalhar com fatos, e os fatos apurados até agora são os seguintes:

1. Distanciamento social: ficar em casa não vai curar nem emprestar imunidade a ninguém. É apenas uma medida necessária para que diminua o risco das pessoas serem contaminadas e por isso precisarem de tratamento médico-hospitalar que não existe para todos. Ficar em casa, significa “adiar” uma possível contaminação e permitir que os governos “ganhem tempo” para preparar o sistema de saúde para o atendimento dos que necessitarem, isto é a contaminação, se tiver que acontecer, que seja escalonada, não podendo ser em massa, pois se acontecer em massa, não haverá atendimento para todos e muitos morrerão, não pelo vírus , mas por falta de atendimento médico-hospitalar; portanto, fique casa, e só saia se extremamente necessário e com os cuidados devidos (lavar as mãos com sabão ou álcool gel e máscara);

2. Lavar as mãos: um dos meios de transmissão do vírus é o contato pelas mãos, por isso se recomenda que se lave sempre as mãos com sabão ou com álcool gel, preferencialmente sabão; isso evitará que você se contamine ou contamine alguém que esteja próximo, pois o vírus é um imundo que detesta sabão;

3. Usar máscara: o uso da máscara é fundamental pois o principal meio de transmissão se dá pela via respiratória. Claro que é incômodo mas se você tem uma preocupação mínima com você e com quem você convive, use a máscara, SEMPRE que estiver falando com qualquer outra pessoa. E não esqueça de manter uma distância de pelo menos 1,5 metro da pessoa. Se não faz para se preservar, faça pelo menos pelas pessoas com quem convive;
Portanto, ficar em casa, lavar as mãos com sabão e usar máscara são remédios que ajudam a ganhar tempo para atendimento, diminuem os riscos de transmissão e nos oferecem a oportunidade de demonstrar nossa solidariedade não expondo as pessoas ao risco da contaminação.

Tirando toda a confusão decorrente do excesso de informações (muitas inverídicas, outras especulativas e algumas verdadeiras), o que é fato, até agora é isso.

Enfim, sugere-se que deixemos de brigar com fatos, adotemos as poucas medidas que já sabemos que ajudam e canalizemos nossas energias para causas mais nobres que ficar envolvidos em debates estéreis.
Segundo números (controversos) em tempos normais com assistência médica imediata, o grau de letalidade é considerado baixo ( 2%), já atingimos 2/3 de pessoas recuperadas, mas infelizmente mais de 50 mil brasileiros já morreram.

Lembremos que o erro, mais cedo ou mais tarde, cobra seu preço e nesse caso, o valor é muito alto e impagável pois pode ser uma vida.

Então, fique em casa(se puder), sabão no inimigo e máscara.

Raimundo Ribeiro é cidadão que apesar da desinformação teima em ficar vivo e tenta estimular que todos fiquem

Solidariedade | Uma mãozinha para Carina

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Este é o nome da campanha de um grupo de mulheres em prol de uma jovem que perdeu parte do braço por causa do câncer

Três mulheres decidiram arregaçar as mangas e fazer algo pela amiga que amputou parte do braço direito devido a um osteosarcoma, tumor ósseo. Elas lançaram uma campanha virtual de arrecadação de dinheiro. A ideia é envolver o máximo de pessoas que possam contribuir e, com isso, garantir que Carina Ferreira Custódio, 21 anos, consiga comprar uma prótese biônica.

O diagnóstico médico ocorreu em 2019, quando Carina iniciou a quimioterapia. Mas, o tumor não respondeu bem ao tratamento e, há pouco mais de um mês, a saída para controlar a doença foi retirar o antebraço direito. “Pra mim foi uma surpresa muito grande. Na verdade, eu sabia que poderia acontecer um dia, mas não esperava que fosse tão rápido. Está sendo difícil pra mim lidar com essa nova experiência”, desabafa Carina.

Readaptação é a palavra-chave na vida da jovem, que diariamente busca alternativas para ter uma vida ativa. Afinal, diante da nova realidade fez com que as tarefas simples do dia o dia se tornassem desafios. Ao lado disso, Carina convive com os medos e incertezas com relação à formação acadêmica e à vida profissional. Imagine, uma designer de sobrancelha não ter mais o principal instrumento de trabalho: a mão direita.

As amigas, que também são colegas de trabalho, querem que, o quanto antes, ela volte a atender às clientes. Uma mão biônica é a solução, porém sabe quanto custa? Em média, sai por R$ 270 mil. Por isso, as amigas criaram a “vaquinha” virtual “Mãozinha para Carina”. “Como nós sozinhas não teremos como comprar a mão biônica e nem a família dela, pensamos que unindo maior quantidade de pessoas isso mudaria”, explica Gabriela Caetano, umas das organizadoras da campanha.

O empenho em divulgar a iniciativa está a todo vapor. Isso porque o trio não quer nem pensar na possibilidade de a amiga ter que mudar de atividade, visto que Carina faz um trabalho que encanta clientes e colegas de profissão. “Ela é uma designer de sobrancelhas extremamente talentosa, ama o que faz e mais do que nunca ela está precisando da nossa ajuda para continuar na profissão”, afirma outra organizadora, Grazielle Santos.

Os interessados podem acessar  https://www.vakinha.com.br/vaquinha/maozinha-para-carina e contribuir com o que puderem. Outra organizadora da campanha, a também designer de sobrancelha, Paula Martins, afirma que todo real é bem-vindo e fará a diferença para que o equipamento seja uma realidade. “A prótese biônica será capaz de devolver à Carina a capacidade dela voltar a exercer a profissão e investir nos estudos. Contamos com a colaboração de todos vocês”, conclui.

E o que pensa Carina da iniciativa? “Sinto muita gratidão pela vida das meninas, pois com a ajuda delas estamos chegando perto de realizar meu sonho. Elas tiraram um tempo da vida delas. Isso, sem dúvidas. é muito gratificante pra mim”, comenta.

A quantia é alta, mas quem disse que essas meninas desanimam? A prova está nos vídeos que elas gravaram para divulgar a campanha em que dizem: “Juntas somos mais fortes e juntas vamos mais longe.”

Luta desde a infância

O câncer faz parte da vida da designer de sobrancelha desde a infância. Aos 8 anos de idade, ela e a família receberam o primeiro diagnóstico dos médicos do Piauí, onde morava. O Linfoma de Hodking no pulmão avançou tanto que os profissionais chamaram os pais e desenganaram a então criança. Para eles, Carina não aguentaria a doença por muito tempo.

O câncer mudou destinos. Carina mudou-se para Brasília, onde passou a morar com a tia, inconformada com o diagnóstico e disposta a ajudá-la a encontrar uma resposta de esperança. E assim ocorreu. Ela fez tratamento e aos 16 anos, enfim, venceu o linfoma. Foram cinco anos sem qualquer sinal de células cancerígenas, até que no ano passado houve novo diagnóstico.

A luta contra o câncer é diária, isso porque as sessões de quimioterapia continuam mesmo depois da amputação e devem terminar só no fim deste ano. A jovem mora em Águas Lindas (GO) e conta com o apoio da família, de amigos e, agora, de pessoas que nem conhece, mas que topem participar da campanha e ajudá-la a voltar a trabalhar e estudar. “Estou muito ansiosa e confiante. Não vou desistir dos meus sonhos. Um deles é a conquista da minha prótese, que vai me deixar mais segura”, finaliza.

Campanha Mãozinha para Carina

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/maozinha-para-carina
http://vaka.me/1102440

Informações:

@maozinhaparacarina

@carinacustodiio

@gabriella_caetano

@ribeirosgrazi
Depósitos/transferências:
Bradesco
Agência: 0879-6
Conta Corrente: 0017479-3
CPF 601.983.283-03
Carina Ferreira Custódio
—————————-
Banco do Brasil
Agência 1022-7
Conta Corrente 34.816-3
Daiana Custodio de Araújo
—————————-
Caixa Econômica Federal
Conta Poupança: 368146-5
Operação: 013
Agência: 0161
Grazielle Santos Ribeiro
CPF 09788381650

Allan Massay no projeto Solo Fértil

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A atração deste sábado (27) do projeto SOLO FÉRTIL, das 11h às 13h, será o cantor brasiliense Allan Massay, que tem 15 anos de carreira e vem conquistando seu espaço no cenário musical nacional.

O programa conta ainda com o quadro “Só Notícia Boa”, do jornalista Rinaldo de Oliveira, e com o espaço “Solo Fértil Solidário”, que todo sábado apresenta uma entidade, instituto ou ONG que trabalha com crianças, idosos, pessoas com deficiência (PcD) ou animais. Neste sábado, o espaço vai falar sobre o trabalho realizado pela Associação de Mães, Pais, Amigos e Reabilitadores de Excepcionais (AMPARE).

O projeto SOLO FÉRTIL, uma parceria da Rádio Federal Web e da Solo Produções,
é transmitido ao vivo pelos canais do YouTube da Solo Music e da Rádio Federal Web. A apresentação é do jornalista e radialista Luciano Lima. A produção é de Idovan Araújo, César Panta e Luciano Lima

Link da Solo Music

https://www.youtube.com/c/SoloMusicSolo

Link da Rádio Federal Web

https://www.youtube.com/user/radiofederalweb

 

Após denúncias, justiça proíbe morador de promover festas em apartamento

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A multa para o morador pelo descumprimento é de R$5 mil para cada evento registrado; a decisão foi publicada na quarta, pelo juiz da 4ª Vara Civil de Brasília

Em tempos de pandemia, e com restrições a aglomerações impostas pelas autoridades de saúde, as reuniões e festividades dentro dos condomínios, incluindo nas áreas privadas, vem sendo monitoradas pelos síndicos e pelos próprios moradores. Os condôminos apontam as irregularidades para a administração, que tem a obrigação legal de tomar as devidas providências.

Exemplo disso foi a recente ação promovida pelo condomínio Brisas do Lago, após denúncias de moradores. Segundo o síndico, o morador vinha utilizando o imóvel para promover festividades, desrespeitando tanto as regras sanitárias de isolamento, quanto o limite de emissão sonora. A decisão dada pelo Juiz da 4ª Vara Civil de Brasília, contrária ao réu, foi publicada nessa quarta-feira (24/06). Sobre a decisão do Juiz, caso o réu descumpra, será punido com multa de R$ 5 mil por eventos registrados.

Para  Nicson Vangel especialista em assuntos condominiais e CEO da Âncora Condomínios, a decisão do Juiz da 4ª Vara Civil de Brasília contrária ao réu, fortalece o papel dos síndicos como mediadores e  a necessidade de punição para os moradores que ainda não estão seguindo as orientações das autoridades de saúde no combate ao novo Covid-19. “O artigo 1348 do Código Civil confere ao síndico o poder para tomar decisões que garantam a segurança da coletividade. Em casos como esse, o gestor precisa notificar, multar e ocorrendo reincidência, chamar autoridades”, orienta Nicson.     

O assunto esteve em destaque, recentemente, também, durante a discussão  do texto do Projeto de Lei 1.178/20, aprovado em abril no Senado. A nova legislação criou um regime jurídico especial, com regras transitórias, para vigorar durante a pandemia do Covid-19, onde os síndicos passariam a ter mais autonomia para restringir ou proibir a realização de reuniões, festas, uso do estacionamento por terceiros. Publicada no dia 12 de junho,  a Lei nº 14.010/2020, teve trechos vetados pelo Poder Executivo, que justificou que a legislação já dispõe de mecanismos apropriados.

Para Nicson Vangel, os síndicos em um papel fundamental precisam estar preparados e alinhados com a lei para para que não haja invasão de privacidade, e a falta de preparo não gere maiores conflitos. Já aos moradores, cabe o bom senso “O direito de um termina onde começa o direito do outro. Atitudes como a deste morador causam prejuízos para toda a coletividade, completa o consultor.

Apresentador Sikêra Júnior renova com a Rede TV por mais sete anos

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A assessoria de imprensa da RedeTV! informou por meio de nota que o apresentador Sikêra Júnior e dirigentes da TV A Crítica estiveram na sede da emissora, em Osasco, para estender o contrato de exibição do “Alerta Nacional”.

O acordo entre os canais ampliou a exibição do programa que era sucesso em Manaus, para todo o país.

Com o contrato, as emissoras e apresentador terão vínculo até o ano de 2027.

A atração, que é exibida no início de noite da RedeTV! tem conseguido bons números para o canal.

O encontro na sede da emissora se deu entre os responsáveis da A Crítica, os irmãos Dissica e Umberto Calderaro, o vice-presidente da RedeTV!, Marcelo de Carvalho e Franz Vacek, superintendente de Jornalismo, Esporte e Digital e o apresentador.

Além da assinatura de contrato, Sikêra gravou uma participação no Mega Senha, entrou ao vivo na edição do ‘Tricotando’ e conheceu as instalações e os estúdios da emissora paulista.

 

Voluntária que serve refeições a moradores da periferia de Goiânia recebe doações do Governo de Goiás e da OVG

A dona de casa recebeu 600 quilos de alimentos e 60 caixas de frutas e verduras, além de produtos de higiene, brinquedos, roupas, máscaras e cobertores

Exemplos de solidariedade podem vir de onde menos se espera, até mesmo de quem também precisa de ajuda. É o caso da dona de casa Marilda Silva Alecrim, de 63 anos. Ela auxilia as pessoas da comunidade em que mora, uma ocupação na Vila Santa Rita, em Goiânia. Mesmo desempregada, alimenta cerca de 180 moradores da região, principalmente crianças. E o Governo de Goiás, por meio da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e do Gabinete de Políticas Sociais (GPS), sensível à situação, entregou nesta quinta-feira (25/6) diversos donativos para que a voluntária continue realizando seu projeto solidário.

A equipe de assistentes sociais da OVG levou cerca de 600 quilos de gêneros alimentícios – arroz, leite integral, fubá, açúcar, molho de tomate, óleo de soja –, 60 caixas de frutas e verduras do Banco de Alimentos, produtos de higiene e de limpeza, álcool 70% e ainda brinquedos, roupas, máscaras e cobertores.

“Quando recebi a ligação da OVG, até fiquei emocionada. É uma instituição séria que ajuda quem realmente precisa. Essas doações foram boas demais”, afirmou Marilda, ao ressaltar que sempre gostou de ajudar os vizinhos. “Como sou simples, sei bem o que é passar aperto, por isso vou atrás de doações. Com a pandemia, a coisa piorou, mais pessoas ficaram desempregadas, então fui pedindo mais e passei a fazer refeições diariamente”, lembrou.

Numa cozinha simples, a voluntária acorda às 5 horas da manhã para começar a fazer o almoço comunitário. “Por volta de 10h30 a comida está pronta. Antes de meio-dia já servi todo mundo. O cardápio é o que consigo ganhar. Mas fica gostoso. Gasto pelos menos uns dez quilos de arroz, três quilos de feijão e dois litros de óleo por dia”.

A jovem Ana Heloísa Lima e seus dois filhos, Arthur e Heitor, vão diariamente até a casa da voluntária para garantir as refeições. “Meu esposo faz alguns bicos, mas passamos muito aperto. A dona Marilda é um anjo aqui na região. Se não fosse por ela, muita gente estaria passando fome”, contou.

A dona de casa Maria Helena dos Santos também vai diariamente para buscar o almoço da família. “Levo para minha filha, que está gestante, e minha netinha de 4 anos. A dona Marilda é maravilhosa. Às vezes acaba a comida e ela faz mais. Ninguém sai da casa dela sem levar alguma coisa para comer. Essa doação da OVG vai ser importante para todo mundo aqui dessa região, porque ela saberá direcionar para os que estão precisando mais.”

A diretora de Ações Sociais da OVG, Jeane Abdala, participou da entrega dos donativos e ficou comovida com a história da voluntária. “São pessoas como dona Marilda que fazem a diferença. Mesmo com tão pouco, se desdobra para ajudar sua comunidade. Além desta doação, queremos mobilizar pessoas que queiram contribuir doando utensílios domésticos, como fogão, mesa, que serão bem úteis para que ela continue desenvolvendo esta ação tão importante”, pontuou, ao acrescentar que a OVG fará o cadastro da voluntária para que ela possa receber semanalmente frutas e verduras do Banco de Alimentos.

A presidente de honra da OVG e coordenadora do GPS, primeira-dama Gracinha Caiado, ressalta que o Governo de Goiás está empenhado em atender aqueles que mais precisam. “Com a pandemia, iniciamos a Campanha de Combate à Propagação do Coronavírus, levando donativos às famílias mais vulneráveis de todo o Estado. E assim continuamos. Exemplos como o de dona Marilda nos emociona e devem ser seguidos. Se cada um doar um pouquinho, fica mais fácil enfrentar esse momento tão delicado que estamos vivendo”, destacou.