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Carreata de Izalci Lucas reúne mais de 400 carros no Guará

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Ato de campanha neste sábado (29) começou e terminou no ginásio e contou com apoiadores, moradores e o número 2200 nas manifestações

Da Redação

Mais de 400 carros de apoiadores e moradores participaram neste sábado (29) de carreata promovida pela campanha de Izalci Lucas (PL-DF) a deputado federal.

O evento começou e terminou no Ginásio do Cave, no Guará. Participantes usaram camisas amarelas e bandeiras e acompanharam o candidato pelo trajeto.

Famílias, lideranças e moradores integraram o movimento. Cercado pelos apoiadores, Izalci foi carregado nos ombros.

Houve gritos de “É Izalci que eu quero, 2200”, tema da campanha.

O senador afirmou: “Estamos na carreata da vitória, na nossa cidade do Guará. Foi aqui que eu cheguei em 1970, aqui que eu estudei, aqui que eu formei minha família. Aqui é a terra do meu coração.”

 

Quedas e queimaduras lideram internações de crianças por acidentes no Brasil

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Levantamento aponta mais de 80 mil hospitalizações e crescimento dos acidentes entre menores de 15 anos

Brasília, 29 de agosto de 2026 – Quedas e queimaduras foram os acidentes que mais levaram crianças e adolescentes de até 14 anos à internação no Brasil em 2025. Os dados são do Projeto Criança Segura, da ONG Aldeias Infantis SOS, com informações do DataSUS.

As quedas representaram mais de 55 mil hospitalizações, correspondendo a 43,4% dos casos analisados. Já as queimaduras ultrapassaram 25 mil internações, o equivalente a 19,6% do total.

Ao considerar todas as faixas etárias, o Brasil registrou mais de 1,6 milhão de hospitalizações provocadas por acidentes em 2025. Crianças e adolescentes de até 14 anos responderam por cerca de 162 mil desses atendimentos, representando 9,7%. O levantamento analisou 128,5 mil ocorrências desse grupo, equivalente a 79,3% do total.

A média foi de aproximadamente 10,7 mil hospitalizações de crianças e adolescentes por acidentes a cada mês. Em números absolutos, São Paulo teve o maior registro, com 19.837 casos, seguido por Minas Gerais, com 12.183, e Paraná, com 10.708.

Quando os dados são relacionados ao tamanho da população, o Pará apresentou a maior taxa, com 120 internações para cada 100 mil habitantes. Na sequência aparecem Tocantins, com 113, e Maranhão, com 102. As menores taxas foram observadas em Sergipe, com 13 hospitalizações por 100 mil habitantes, Rio Grande do Norte, com 39, e Rio de Janeiro, com 43.

Os acidentes de trânsito aparecem como a terceira principal causa de internação entre crianças e adolescentes, com 12,6 mil registros, correspondentes a 9,9% dos casos. Mais da metade dessas ocorrências, 50,4%, envolveu adolescentes de 10 a 14 anos. Crianças de 5 a 9 anos representaram 32,3%.

O levantamento contabilizou ainda 4,2 mil hospitalizações por intoxicação, 644 por sufocação, 261 por afogamento e 70 relacionadas a armas de fogo. Entre os casos de intoxicação, crianças de 1 a 4 anos concentraram 37,7% dos registros, enquanto a faixa de 5 a 9 anos respondeu por 31,2%. Sufocamentos e afogamentos também foram mais frequentes entre crianças de 1 a 4 anos.

Crescimento das internações

O estudo aponta aumento nas hospitalizações provocadas por acidentes nos últimos anos. Em 2024, houve crescimento de 2,2% em relação ao ano anterior. Já em 2025, a alta chegou a 5,4% na comparação com 2024.

As maiores elevações entre 2024 e 2025 ocorreram nos casos de intoxicação, com aumento de 19,7%, seguidos por sufocação, com 10,8%, e queimaduras, com 7,4%. Os acidentes envolvendo armas de fogo foram a única categoria a apresentar redução, de 13,6%.

Segundo o relatório, mais de 90% dos acidentes envolvendo crianças e adolescentes poderiam ser evitados. O estudo defende a ampliação de campanhas educativas, a criação de ambientes mais seguros e o fortalecimento de políticas públicas como estratégias para diminuir hospitalizações, sequelas e mortes evitáveis.

Campanha de vacinação de pets contra a raiva termina neste sábado no DF

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Imunização de cães e gatos ocorre das 9h às 17h em 159 pontos de 19 regiões

Brasília, 29 de agosto de 2026 – Termina neste sábado (29) a campanha de vacinação contra a raiva para cães e gatos no Distrito Federal. Até o momento, 65.146 animais já foram imunizados. A ação ocorre das 9h às 17h, com aplicação gratuita da vacina em 159 locais distribuídos por 19 regiões administrativas.

A Secretaria de Saúde reforça que a vacinação contra a raiva deve ser realizada todos os anos, inclusive em áreas sem registros recentes da doença. Animais que recebem a primeira dose precisam retornar após 30 dias para receber o reforço.

Quem não conseguir levar o animal para vacinação neste sábado ainda poderá procurar os Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental durante a semana. Os locais oferecem atendimento em dias úteis, com horários que variam conforme cada unidade.

Onde vacinar

Brazlândia: Núcleo Regional de Vigilância Ambiental – Área Especial 04, Lote 09, Setor Tradicional, ao lado da Administração Regional. Atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Ceilândia: Núcleo Regional de Vigilância Ambiental – QNM 15, Módulo D, Área Especial. Atendimento das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30.

Cruzeiro: Núcleo Regional de Vigilância Ambiental, na Administração Regional do Cruzeiro, AE Cruzeiro Velho. Atendimento das 9h às 16h.

Gama: Núcleo Regional de Vigilância Ambiental – Área Especial 7, Setor Central, lado leste. Atendimento das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30.

Guará: Núcleo Regional de Vigilância Ambiental – QE 12, Área Especial, Lote B, em frente ao Centro Espírita André Luis. Atendimento das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30.

Paranoá: Núcleo Regional de Vigilância Ambiental – Quadra 3, Área Especial, Lote 7. Atendimento das 9h às 16h.

Planaltina: Núcleo Regional de Vigilância Ambiental – Quadra 2, Bloco J, Avenida Independência. Atendimento das 9h às 17h.

Plano Piloto: Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival) – AENW Trecho 2, Lote 4, Noroeste, ao lado do Hospital da Criança. Atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, e aos sábados e domingos, das 8h às 17h.

Recanto das Emas: Núcleo Regional de Vigilância Ambiental – Quadras 104/105, Lote 3, Área Especial do Setor Hospitalar. Atendimento das 9h às 17h.

Samambaia: Núcleo Regional de Vigilância Ambiental – Quadra 302, Área Especial, anexo da Administração Regional. Atendimento das 8h30 às 11h30 e das 14h às 16h30.

Santa Maria: Núcleo Regional de Vigilância Ambiental – QR 100, Lote 3, atrás do Hospital, antigo ProVitima. Atendimento das 9h às 17h.

Sobradinho: Núcleo Regional de Vigilância Ambiental – Setor Administrativo, Quadra Central e Cultural, Lote D, ao lado do Fórum de Sobradinho. Atendimento das 9h às 17h.

Taguatinga: Núcleo Regional de Vigilância Ambiental de Taguatinga Sul – QSE 11/13, Área Especial. Atendimento das 9h às 12h e das 13h às 16h.

Vox Brasil aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula no segundo turno

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Levantamento ouviu 2.100 pessoas entre 25 e 27 de agosto, com margem de erro de 2,15 pontos percentuais e registro BR-05519/2026 no TSE

Da Redação

Pesquisa Vox Brasil divulgada neste sábado (29/8) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 45,1% das intenções de voto e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 44,5% em um cenário de segundo turno. A diferença está dentro da margem de erro de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos. Nenhum, branco ou nulo somam 7,9% e não sabe ou não opinou, 2,5%.

Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em julho, Flávio Bolsonaro passou de 41,1% para 45,1%. Lula passou de 47,5% para 44,5%. Na pesquisa de maio, Lula chegou a abrir 8,7 pontos percentuais sobre Flávio.

No primeiro turno, Lula aparece com 37,1% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 34,8%. Ronaldo Caiado (PSD) tem 5%, Renan Santos (Missão) 3,3%, Romeu Zema (Novo) 2,8%, Augusto Cury (Avante) 2,6% e Pablo Marçal (PRTB) 2%. Clariana Barão (DC) registra 0,8%, Edmilson Costa (PCB) 0,5%, Wilson Grassi (Democrata) 0,4%, Rui Costa Pimenta (PCO) 0,2%, Hertz Dias (PSTU) 0,1% e Samara Martins (UP) 0,1%. Nenhum, branco ou nulo somam 3,5% e não sabe ou não opinou, 6,8%.

Na pesquisa anterior, realizada em julho, Lula tinha 40,5% e Flávio Bolsonaro, 31,5%. Ronaldo Caiado tinha 5,5%, Renan Santos 3% e Romeu Zema 3,2%.

O levantamento foi realizado pela Vox Brasil e ouviu 2.100 pessoas entre os dias 25 e 27 de agosto. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-05519/2026.

 

STF libera imóveis dados em garantia em CCBs repassados ao BRB

Ministro autoriza o Banco de Brasília a negociar seis Cédulas de Crédito Bancário e as garantias imobiliárias que ainda constavam com restrição na CNIB

Da Redação

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou nesta sexta-feira (28) o desbloqueio de 23 imóveis em São Paulo repassados ao Banco de Brasília (BRB) em uma negociação com o Banco Master. Os imóveis constam como garantia em seis Cédulas de Crédito Bancário (CCBs) que o Banco Master cedeu ao BRB em junho de 2025, meses antes de a operação Compliance Zero revelar uma série de suspeitas sobre as relações entre os dois bancos.

Com a decisão, o BRB fica autorizado a resgatar e negociar esses títulos e esses imóveis. O valor desses bens não foi divulgado, e a decisão não trata do mérito das possíveis irregularidades nessa transação entre os bancos. Em nota, o BRB classificou a decisão como uma “importante vitória” e disse reafirmar seu “compromisso permanente com a legalidade, a governança, a transparência e a colaboração com as autoridades competentes”.

Em junho de 2025, o Master cedeu ao BRB seis CCBs que tinham como garantia 23 imóveis ligados à Esfera Aquisições Imobiliárias Ltda. O BRB recebeu o direito de executar essas garantias, caso necessário. Ao longo das investigações da Compliance Zero, vários bens e direitos ligados ao Banco Master e aos ex-gestores do Master e do BRB foram bloqueados na Justiça Federal de Brasília para garantir o ressarcimento dos cofres públicos e dos próprios bancos.

Esses CCBs, assim como os imóveis, entraram na lista de bloqueios. Em novembro do ano passado, o BRB acabou excluído dos bloqueios patrimoniais. Meses depois, a Justiça chegou a liberar o BRB para negociar os CCBs e os imóveis. Ao longo dessas tratativas, o BRB identificou que ainda havia restrições registradas na Central Nacional de Indisponibilidade de Bens (CNIB), o que impedia transferir as escrituras dos imóveis aos novos titulares.

O despacho de Mendonça retira essas restrições que ainda existiam nos sistemas e libera o BRB para concluir a negociação dos títulos e das garantias. A decisão é mantida em sigilo. No documento, Mendonça afirma que os bloqueios de bens determinados em momentos anteriores eram voltados apenas aos ex-gestores do BRB envolvidos nas transações com o Banco Master, e não aos bens sob titularidade do próprio BRB.

 

MP do DF analisa caso Arruda após TSE e restrições a Marçal e Garotinho

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Decisões liminares atingem Pablo Marçal e Anthony Garotinho; Procuradoria Regional Eleitoral do Distrito Federal afirma que o processo de José Roberto Arruda está em análise

Da Redação

A Justiça Eleitoral impediu candidatos impugnados de usar recursos públicos e de fazer propaganda eleitoral até julgar se eles podem participar das eleições de 2026. É o caso de Pablo Marçal (PRTB) e de Anthony Garotinho (Republicanos). No Distrito Federal, José Roberto Arruda (PSD) também teve a candidatura impugnada, mas o pedido de registro ainda não foi a julgamento, assim como os de Marçal e Garotinho.

Nesta sexta-feira (28/8), a defesa contestou a impugnação e alegou que ele está elegível, conforme mostrou a coluna Manoela Alcântara, do Metrópoles. Após as decisões liminares em relação a Marçal e Garotinho, a Procuradoria Regional Eleitoral do Distrito Federal disse à reportagem do portal Metropoles que o caso de Arruda está em análise e que o órgão “não adiantará manifestação sobre eventuais pedidos liminares ou medidas cautelares específicas”.

Em relação a Marçal, que concorre à Presidência da República, a sanção à inelegibilidade determinada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) ocorreu por uso indevido dos meios de comunicação social. A decisão de 20 de agosto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o impede de obter recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha e do Fundo Partidário também cita, além da condenação em segunda instância, a falta de provas da filiação ao PRTB no prazo exigido.

Garotinho foi condenado por atos dolosos de improbidade administrativa no caso de desvio de recursos públicos de R$ 234 milhões por meio da contratação sem licitação da Pró-Cefet, no projeto Saúde em Movimento. O processo transitou em julgado recentemente. Ao suspender de forma liminar a utilização de recursos públicos e propaganda, o TRE-RJ considerou ainda possível nulidade na filiação partidária.

O relator do caso de Garotinho no TRE-RJ, desembargador Bruno Bodart, disse que a previsão para permitir atos de campanha eleitoral a candidato com registro sub judice “não constitui, contudo, salvo-conduto para o dispêndio de recursos públicos em prol de candidatura cuja inviabilidade jurídica se revela evidente desde logo”.

José Roberto Arruda teve candidatura ao GDF impugnada pela Procuradoria Regional Eleitoral do DF, que apontou seis condenações por improbidade administrativa e inelegibilidade até dezembro de 2030. Arruda defende que está elegível com base na flexibilização da Lei da Ficha Limpa, que terá julgamento retomado no Supremo Tribunal Federal (STF) em setembro.

Sobre possível impacto na campanha em razão dos precedentes de Marçal e Garotinho, Arruda afirmou à reportagem que não é advogado, mas que acredita serem casos diferentes.

 

Flávio Bolsonaro anuncia Claudio Lottenberg para o Ministério da Saúde

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Médico formado pela Unifesp comandou o Hospital Israelita Albert Einstein entre 2001 e 2016 e foi secretário municipal de Saúde de São Paulo em 2005

Da Redação

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciou nesta sexta-feira (28), durante entrevista ao Jornal Nacional, o médico Claudio Luiz Lottenberg como seu escolhido para comandar o Ministério da Saúde caso seja eleito. O candidato afirmou que Lottenberg terá a missão de contribuir para a modernização do Sistema Único de Saúde (SUS). “Eu quero conversar com o Dr. Claudio Lottenberg, que vai ser o meu ministro da Saúde, uma pessoa preparada que vai poder adotar as melhores práticas”, disse Flávio.

Nascido em São Paulo, em 6 de setembro de 1960, Claudio Luiz Lottenberg é médico oftalmologista. Formou-se em Medicina pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em 1984. Na mesma instituição, concluiu mestrado em 1990 e doutorado em 1994. Lottenberg ingressou no Hospital Israelita Albert Einstein em 1987 e comandou a instituição como presidente entre 2001 e 2016. Atualmente, preside o Conselho Deliberativo do Einstein.

Durante sua passagem pela direção do hospital, o Einstein ampliou iniciativas de parceria com o poder público e programas voltados ao atendimento pelo SUS. Em 2016, a instituição avançou na área de ensino com a criação de sua Faculdade de Medicina. Em 2005, foi secretário municipal de Saúde de São Paulo durante a gestão do então prefeito José Serra. Antes disso, integrou o Conselho Nacional de Assistência Social durante o governo Fernando Henrique Cardoso e o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) no governo Luiz Inácio Lula da Silva.

Também participou de conselhos ligados à administração pública paulista. Além do Einstein, Lottenberg preside o Instituto Coalizão Saúde e o Lide Saúde. Também presidiu a Confederação Israelita do Brasil (Conib) entre 2008 e 2014 e foi presidente do UnitedHealth Group Brasil.

O médico é professor visitante da Universidade Harvard e professor de políticas públicas de saúde no MBA em Saúde do Einstein. É autor de livros sobre saúde e gestão, entre eles “A Saúde Brasileira Pode Dar Certo” e “Cidadania: A Tecnologia ao Serviço do Paciente e Não ao Contrário”.

Em entrevistas à imprensa ao longo de 2020, insistiu na importância do uso de máscaras e do distanciamento físico e alertou para o risco de desperdiçar os resultados positivos obtidos com o lockdown caso a reabertura fosse feita sem critério. Em abril de 2021, participou de um jantar com o então presidente Jair Bolsonaro, ministros e empresários em São Paulo. Na ocasião, elogiou publicamente o então ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, por defender vacinação, uso de máscara e distanciamento social.

 

Flávio afirma no JN que trabalhará por anistia aos condenados de 8 de Janeiro

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Senador classificou o processo contra Jair Bolsonaro como “grande farsa” e contestou a existência de tentativa de golpe de Estado durante entrevista ao Jornal Nacional

Da Redação

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta sexta-feira (28) que, se eleito, trabalhará pela anistia dos condenados pelos atos de 8 de Janeiro de 2023 e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, a medida será buscada ainda durante a transição de governo.

Caso a anistia não avance, Flávio afirmou que pretende conceder indulto. A declaração ocorreu durante entrevista ao Jornal Nacional. O candidato foi questionado sobre quais garantias ofereceria de que seu grupo político não voltaria a atacar a democracia e sobre a condenação de Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Flávio classificou o processo contra o pai como uma “grande farsa” e contestou a existência de uma tentativa de golpe de Estado. “Você citou algumas acusações pelas quais ele foi condenado, ele foi julgado pelos seus inimigos. Você tem ideia? Olha, eu vou te falar uma coisa, nunca queira ser julgado pelos seus inimigos, porque você já sabe qual vai ser o resultado final antes do processo começar”, afirmou.

O candidato também questionou a condenação de Bolsonaro por crimes relacionados aos ataques às sedes dos Três Poderes. Ao ser confrontado com a acusação de depredação de patrimônio público, argumentou que o ex-presidente estava nos Estados Unidos quando os atos ocorreram. “Como é que alguém pode ser condenado como foi o presidente Bolsonaro e centenas de outras pessoas por depredação de patrimônio público, se ele estava a mais de 10.000 km de distância de Brasília?”, questionou.

Na sequência, ironizou a responsabilização do ex-presidente: “É uma depredação de patrimônio público por Wi-Fi. É o golpe da dívida que ele estava nos Estados Unidos.” Flávio também colocou em dúvida a imparcialidade dos ministros que participaram do julgamento de Bolsonaro. Citou Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin. “Alexandre de Moraes, um inimigo declarado do presidente Bolsonaro. Flávio Dino, o outro ministro indicado pelo Lula. E inclusive processo criminal contra o Bolsonaro que disse que o Bolsonaro é o demônio na terra. O outro Zanin indicado pelo Lula que até ontem era advogado do Lula, você acha que isso foi um julgamento justo?”, afirmou.

Ao tratar da anistia, o senador afirmou que crimes contra o Estado Democrático de Direito não foram mantidos no texto constitucional entre aqueles considerados insuscetíveis de anistia e indulto. “Os crimes, né, que são considerados aí insuscetíveis de anistia, de indulto, por exemplo, são tráfico de drogas, tortura, crimes hediondos e a parte do crime que tava lá, crimes contra o Estado Democrático de Direito na Constituição de 88 foi retirado por um destaque”, disse.

Flávio afirmou que políticos como Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Henrique Cardoso participaram da votação que retirou a previsão do texto. “Sabe quem votou a favor de tirar esse destaque de lá? Lula, Fernando Henrique Cardoso e vários outros medalhões da política brasileira”, declarou. A partir desse argumento, o candidato defendeu que os condenados pelos atos de 8 de Janeiro podem ser beneficiados pela medida. “É claro que isso é suscetível de anistia. E eu, como presidente da República, vou fazer a, vou trabalhar para que a anistia seja feita ainda na transição e, se caso não ocorra, um indulto para as pessoas do Rio de Janeiro, porque vocês vão ser honrados.”

No último dia 22, em um evento do PL no Rio de Janeiro, o candidato já havia dito que precisaria de apoio no Congresso para aprovar a medida e “libertar Jair Messias Bolsonaro”. Flávio também vinculou a anistia à sua proposta de alterar a relação entre Executivo, Legislativo e Judiciário. Segundo ele, sua eventual Presidência teria como prioridade recuperar a segurança jurídica e limitar o que considera excessos do Supremo. “Sou o único candidato que pode trazer essa segurança jurídica de volta. Sou o único candidato que pode recolocar as insígnias no seu devido lugar, para que o Supremo volte a cumprir a Constituição”, afirmou.

 

Real Time Big Data aponta Daniel Vilela com 45% no governo de Goiás

Pesquisa mostra governador 20,4 pontos à frente do segundo colocado na disputa pelo Governo de Goiás

Da Redação

O governador e candidato à reeleição Daniel Vilela (MDB) aparece com 45% das intenções de voto no cenário estimulado da pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta sexta-feira (28) pela Record TV Goiás. O ex-governador Marconi Perillo (PSDB) registra 22%. Wilder Morais (PL) aparece com 17% e Luís César Bueno (PT), com 6%. Danilo Pinheiro (PCO) e Luciana Amorim (UP) não pontuaram. Brancos e nulos somam 4%, e outros 6% não souberam ou não responderam.

Na rodada anterior, divulgada em 9 de julho, Daniel tinha 43%, Marconi 26%, Wilder 16% e Luís César 5%. Em relação àquela rodada, Daniel cresceu dois pontos e a diferença para Marconi passou de 17 para 23 pontos percentuais. Marconi recuou quatro pontos. No levantamento espontâneo, Daniel aparece com 19%. Marconi registra 8% e Wilder, 6%. Outros candidatos somam 4%, brancos e nulos 8%, e 55% não souberam ou não responderam.

Em simulação de segundo turno, Daniel venceria Marconi por 57% a 28%. Contra Wilder, o governador teria 56%, diante de 30% do senador.

Em julho, Daniel aparecia com 55% contra 29% de Marconi. Contra Wilder, Daniel tinha 54% e o adversário 28%. Na rejeição, Marconi registra 42%, seguido por Wilder, com 37%, Luís César Bueno, com 33%, e Daniel, com 29%. Danilo Pinheiro tem 24% e Luciana Amorim.

A Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores entre os dias 24 e 27 de agosto. O levantamento tem 95% de confiança e margem de erro de aproximadamente 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O levantamento foi registrado no TSE com o protocolo GO-00954/2026.

 

Horário eleitoral estreia com programas de Arruda, Celina, Grass e Cappelli

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Primeiros vídeos foram transmitidos nesta sexta-feira no rádio e na TV da capital, conforme divisão do TSE, até 1º de outubro

Da Redação

Candidatos ao governo do Distrito Federal exibiram nesta sexta-feira (28) os primeiros vídeos do horário eleitoral gratuito das eleições de 2026. O material foi transmitido pelas emissoras de rádio e TV da capital na hora do almoço, de acordo com a divisão definida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A veiculação acontece de segunda a sábado e vai até 1º de outubro, três dias antes do primeiro turno.

Pelas regras eleitorais, 10% do tempo é distribuído igualmente entre as siglas que cumprem a cláusula de desempenho. Os outros 90% são distribuídos proporcionalmente à representação de cada partido na Câmara dos Deputados.

Não terão tempo no horário eleitoral gratuito Elisson (Agir), Expedito Mendonça (PCO), Kiko Caputo (Novo), Professor Robson (PSTU), Professora Samara Mineiro (UP) e Rico Pinheiro (PRTB).

Arruda (PSD) abriu a propaganda com a frase que atribuiu aos feitos do ex-presidente Juscelino Kubitschek: “Eu não sabia que era impossível. Fui lá e fiz.” O candidato afirma que volta para a política de “cabeça erguida” e que “a caminhada mais importante começa agora”. A campanha destacou feitos de quando foi governador, de 2007 a 2010, como obras no metrô, na EPTG e em escolas. “Eu sei o caminho e eu sei como resolver”, afirmou.

Cappelli (PSB) criticou os políticos de Brasília e se defendeu da acusação de ser um candidato “forasteiro”. “Sou sim, sou fora dessa panelinha chupa-cabra que há anos vem quebrando o DF. Mas o DF real eu conheço, estou aqui há 23 anos”, disse. Cappelli afirmou que morou em diferentes regiões administrativas e dirigiu como motorista de aplicativo para “conhecer a realidade” da capital.

O programa de Paula Belmonte (PSDB) não foi exibido nesta sexta. Em vez dele, apareceu a cartela azul padrão da Justiça Eleitoral. A campanha afirmou ao g1 que está “apurando as circunstâncias” que levaram à não veiculação do vídeo. “Já estamos em contato com os responsáveis pela transmissão para identificar o que ocorreu e adotar as providências necessárias. Assim que tivermos uma posição conclusiva, prestaremos todos os esclarecimentos”, disse o PSDB em nota.

A propaganda de Celina Leão (PP) começou afirmando que ela assumiu o cargo em um momento “delicado” e que, em quatro meses, “buscou soluções ao invés de culpados”. A candidata lembrou a primeira ordem como governadora, de cancelar a festa de aniversário de Brasília para destinar R$ 25 milhões à Saúde. Foram incluídos números de contratações, exames e consultas aprovados por Celina na área.

O presidente da Novacap, Fernando Leite, disse que, no dia a dia, ela “sabe lidar com crises”. A campanha destacou feitos nas áreas de segurança e infraestrutura e mostrou a trajetória política de Celina. “Eu não vou prometer que os problemas vão desaparecer do dia para a noite, mas uma coisa eu posso olhar nos seus olhos e garantir: nenhum problema do DF vai ser maior do que a minha disposição para enfrentá-lo”, disse.

Leandro Grass (PT) falou sobre a precariedade dos serviços públicos no DF, sem citar o nome da atual governadora. “Brasília, conhecida como capital da esperança, se tornou a capital da espera. A gente espera o ônibus que não vem, a obra que não acaba, o remédio que sempre falta, a vez quer nunca chega.

A cidade virou uma grande fila […] e cada fila é um pedaço de vida que não volta mais.” O candidato prometeu priorizar a população do DF, melhorando transporte, saúde e educação. “Eu conheço de perto a Brasília que não funciona, para todo mundo que vive aqui. Passou da hora de tratar quem mora nas cidades como prioridade”, disse. Ao fim do programa, Grass apareceu ao lado do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT).