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Cartórios são autorizados pelo Detran-DF a realizarem registro de comunicado de venda

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Antigo proprietário tem mais uma opção para comunicar venda ao órgão de trânsito

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) publicou, nesta sexta-feira (14), a Instrução 599, que autoriza os cartórios extrajudiciais a realizarem o registro de Comunicado de Venda de veículos junto ao Detran-DF.

A medida, oriunda do Termo de Cooperação Técnica nº 01 de 2017 entre o Detran-DF e a Associação dos Notários e Registradores do Distrito Federal (ANOREG), possibilita que o antigo proprietário do veículo realize a comunicação de venda em um cartório extrajudicial, que por meio de sistema informatizado, informará o Detran-DF.

Anteriormente, o cidadão tinha duas opções para comunicar a venda: presencialmente, em uma unidade do Detran ou via postal, por carta registrada. Essas opções permanecerão disponíveis e, nesses casos é necessário a cópia autenticada frente e verso do Certificado de Registro de Veículo (CRV) preenchido e assinado pelo comprador e pelo vendedor, com o reconhecimento de firma por autenticidade.

 Comunicado de venda

Quando ocorre a venda de um veículo e não é realizada a transferência de imediato, cabe ao antigo proprietário comunicar o procedimento ao órgão de registro do veículo. Conforme prevê o artigo 134 do CTB e a Resolução 712 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a comunicação deve ocorrer dentro de um prazo de 30 dias, caso contrário, o antigo proprietário poderá ser responsabilizado pelas penalidades impostas ao veículo até a transferência da propriedade.

É importante lembrar que a Resolução 782 do Contran, que contempla as normas de suspensão e interrupção dos prazos de processos administrativos dos órgãos de trânsito em razão da pandemia da Covid-19, interrompeu, por tempo indeterminado, o prazo para o proprietário antigo realizar a comunicação de venda de veículo vendido desde 19 de fevereiro de 2020.

Drive-in inicia atividades no estacionamento do Serra Dourada

Espaço terá três “salas” com programação simultânea de sessões de cinema e espetáculos. Governo de Goiás vai arrecadar alimentos com o projeto

Opção de lazer e entretenimento totalmente segura em tempos de pandemia de Covid-19, o Drive Gyn Serra Dourada inicia suas atividades, com três “salas” de cinema montadas ao ar livre, nesta sexta-feira (14/08), em uma sessão para convidados. A inauguração oficial será no sábado (15/08), e terá, além de sessões de cinema, um espetáculo da Cia de comédia Os Melhores do Mundo, às 20h. O grupo de Brasília vem a Goiânia para apresentar o espetáculo Hermanoteu na Terra de Godah.

Montado na Ala Sul do estacionamento do Estádio Serra Dourada, o Drive Gyn terá três espaços diferentes em que podem ocorrer eventos simultâneos, como exibição de filmes, shows e espetáculos musicais. A tela de cinema é gigante, com 14 metros de altura por 26 de largura, proporcionando visão perfeita para todos os espectadores dentro de seus carros. O áudio será disponibilizado por uma estação de rádio.

O termo de autorização para a montagem da estrutura foi assinado no dia 8 de julho pelo governador Ronaldo Caiado, que comemorou a alternativa de lazer em um dos espaços públicos mais conhecidos do Estado de Goiás. A iniciativa me encantou, por ser uma área aberta, um local emblemático, que é o estádio Serra Dourada. “O cinema drive-in é uma coisa muito saudosa, que lembra muito a minha juventude, em que curtíamos muito isso. Agora poderemos relembrar os bons tempos e passar isso também para as novas gerações, ao ar livre e sem nenhum risco de contaminação”, ressaltou o governador.

Além da opção de entretenimento e cultura, o drive-in terá um impacto social positivo. Os ingressos para as sessões de cinema terão o custo de R$ 40 por carro (com limite de quatro pessoas por automóvel), mais um 1 kg de alimento não-perecível por pessoa, arrecadado pela Secretaria de Estado de Esporte e Lazer, e que será encaminhado à Organização das Voluntárias de Goiás (OVG).

“Vamos poder arrecadar muitos alimentos e reverter para a comunidade. Nesse momento difícil, vamos levar alegria e conforto para as pessoas com total segurança, em um espaço esportivo muito importante para o Estado de Goiás”, comemorou o secretário de Esporte e Lazer, Rafael Rahif, responsável pela administração do estádio.

Para shows o preço de ingresso é variado. Para o espetáculo de comédia Hermanoteu na terra de Godah, será praticado o preço de R$ 110 por carro no Setor B e R$ 150 no Setor A (com limite de quatro pessoas por automóvel).

As sessões de cinema e eventos culturais seguirão protocolos de segurança sanitária, como distanciamento entre os veículos, ingressos vendidos on-line, sistema drive-thru para compra de alimentos e bebidas e uso obrigatório de máscaras. Todos os atendentes e funcionários vão usar EPI´s (equipamentos de proteção individual) e será disponibilizado álcool gel em banheiros e estações.

Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes apresenta mapa atualizado da situação da malha rodoviária estadual

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A Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), por meio da Diretoria de Planejamento, apresentou nesta quarta-feira (12) a Revisão Atualizada do Sistema Rodoviário de Goiás (SRE-GO), com a situação da malha rodoviária estadual.

O Sistema Rodoviário Estadual é um conjunto detalhado de informações padronizadas das rodovias estaduais de Goiás. Por se tratar de registro técnico e oficial de uma base dinâmica, os dados serão revisados anualmente, incorporando as alterações realizadas no ano anterior.

Segundo o presidente da Goinfra, Pedro Sales, a produção desta revisão atualizada constitui em um instrumento estratégico de planejamento integrado da Goinfra. “Isto direciona a inclusão de políticas públicas de infraestrutura e a logística do sistema de transportes, em atendimento a dinâmica e desenvolvimento do estado”, analisou.

As alterações verificadas traduzem o incremento alcançado na infraestrutura do Setor de Transportes no Estado, postas em prática na implantação, manutenção, pavimentação e reconstrução de diversos segmentos de rodovias. A última vez que o mapa foi confeccionado foi em 2010, portanto, estava defasado e desatualizado.

Seguindo as diretrizes na Goinfra e do Governo de Goiás, baseado na transparência, lisura e respeito ao cidadão, todo trabalho técnico, de execução, atualização, revisão e validação – de toda base vetorial, foi realizada por equipe do próprio órgão, gerando, portanto, economia de recursos, além da internalização e domínio de todo material produzido.

DEUS SEJA LOUVADO | Governador Ibaneis libera cultos e missas para até 200 pessoas

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Decreto publicado nesta sexta (14) permite a volta de atividades religiosas, desde atendam a protocolos de segurança, como o uso de máscaras

O Governo do Distrito Federal colocou fim à restrição de funcionamento de templos religiosos com menos de 200 lugares. Decreto nº41.105/20, publicado nesta sexta-feira (14), permite que todas as igrejas, inclusive as de pequeno porte, abram as portas ao público para as celebrações presenciais, desde que atendam aos protocolos de segurança com rigidez.

“Desde que foram liberadas as celebrações presenciais nos grandes templos, em junho, notamos uma disciplina, uma obediência, uma segurança muito grande. Se tem um lugar onde as regras estão sendo cumpridas é nas igrejas”, afirma o chefe da Unidade de Assuntos Religiosos, Kildare Meira. “É uma situação que tem dado ao governo segurança para avançar”, completa.

Segundo o gestor, mais de 80% das igrejas do DF são classificadas dentro deste padrão. “Temos cidades, como o Itapoã, em que 100% das igrejas são pequenas”, detalha ele, ao afirmar que população e líderes religiosos reivindicavam, há semanas, a retomada das celebrações presenciais.

Kildare ainda destaca que o governo vai continuar fiscalizando com rigor o atendimento aos protocolos de segurança. “É importante frisar que continuam valendo todos os protocolos, como o uso de máscaras, álcool gel, distanciamento mínimo de dois metros entre as pessoas e higienização dos pés”.

Na quarta-feira passada (12), por decreto, o governo também permitiu que as pessoas maiores de 60 anos de idade possam participar presencialmente das atividades religiosas. No entanto, continuam vetados o acesso presencial de crianças com menos de 12 anos e de pessoas com comorbidades.

Eleições 2020: agentes públicos estão proibidos de fazer publicidade e propaganda a partir deste sábado

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Medida vale para prefeitos, vereadores e todos os agentes públicos; objetivo é garantir isonomia do pleito; Brasil 61 explica exceção à regra por causa da pandemia da Covid-19

A partir deste sábado (15), agentes públicos de todo o país estão proibidos de fazer publicidade, propaganda ou pronunciamento em rádio e televisão. As restrições são parte de diversas condutas vedadas no período que antecede às eleições municipais, cujo primeiro turno ocorre no dia 15 de novembro. O objetivo, segundo a lei, é garantir que todos os candidatos tenham igualdade de oportunidades no pleito.

No entanto, de acordo com Emenda Constitucional Nº. 107, aprovada em julho, há uma exceção para as eleições deste ano: publicidade e divulgação de ações de enfrentamento e orientação à população em torno da pandemia estão permitidas.

O Brasil 61 conversou com especialistas para saber até onde prefeitos, vereadores e demais agentes públicos podem ir sem ultrapassar os limites da lei e praticar algum tipo de abuso eleitoral, aproveitando-se de ações no combate à pandemia para autopromoção.

É consenso entre os especialistas que os candidatos não poderão associar sua imagem pessoal a medidas de combate à Covid-19 e que a publicidade institucional de atos e campanhas destinados ao enfrentamento da pandemia e à orientação da população devem ter caráter “educativo e informativo”, apenas.

Arte: Brasil 61

Gustavo Dantas, advogado especialista em Direito Eleitoral, afirma que os gestores municipais devem ficar atentos ao que vão falar na hora das entrevistas e da divulgação de dados sobre a Covid-19. “Ele não pode vincular o seu nome à determinada conquista que houve nesse período do coronavírus. Tem que ser uma propaganda impessoal e com fins eminentemente educacionais”, orienta.

O que diz a lei

De acordo com a Lei nº 9.504, conhecida como Lei da Eleições, os agentes públicos (inclusos aqui os prefeitos, vereadores, parlamentares e outros) não podem praticar uma série de condutas que lhes dê vantagem na corrida eleitoral contra outros candidatos. Duas das proibições passam a valer três meses antes do primeiro turno do pleito.

Em primeiro lugar, os agentes públicos não podem autorizar publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais, ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral. A pandemia da Covid-19 se encaixa em uma dessas exceções.

Gustavo Dantas exemplifica o que seria considerado ilegal para a Justiça Eleitoral. “O candidato não pode participar de inauguração de obras públicas e nem aquele ocupante de cargo na administração pode usar da propaganda para se promover. Um vereador, por exemplo, não pode se vincular a uma obra pública dizendo que, em razão dele, determinada ação foi feita”, aponta.

Além disso, os gestores não podem fazer pronunciamento em cadeia de rádio e televisão fora do horário eleitoral gratuito. Mais uma vez, há uma ressalva: quando, a critério da Justiça Eleitoral, tratar-se de matéria “urgente, relevante e característica das funções de governo”.

Punições

Para aqueles que divulgarem publicidade ou propaganda fora das regras estabelecidas em lei, há uma série de punições. Gustavo Dantas afirma que a Justiça Eleitoral avalia “caso a caso”. As sanções levam em conta, também, a influência que as irregularidades podem ter sobre o resultado nas urnas, mas, segundo ele, não há passe livre para pequenos abusos.

Rodrigo Garrido elenca as possíveis sanções que prefeitos, vereadores e demais agentes públicos podem sofrer caso desrespeitem as regras. “As punições podem ir da multa, cassação do registro do diploma até mesmo a responsabilização por ato de improbidade administrativa com a perda do cargo e suspensão dos direitos políticos”.

Eleições 2020

Previstas para outubro, as eleições municipais deste ano foram adiadas para novembro, por causa da pandemia da Covid-19. O primeiro turno está marcado para o dia 15. Já o segundo, para o dia 29 do mesmo mês. Na emenda à Constituição que os parlamentares aprovaram há a possibilidade de eleições suplementares nas cidades que não apresentarem condições sanitárias seguras para realizar o pleito.

Na prática, o texto permite que as regiões que estiverem com alta propagação da Covid-19 na época das eleições possam adiar a votação, após aprovação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Congresso Nacional.

Fonte: Brasil 61

Covid-19: Menor burocracia poderia ter agilizado início dos testes da vacina no Brasil, defendem especialistas

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Projeto de Lei 7082, em Análise na Câmara dos Deputados, pode diminuir entraves e colocar o Brasil em melhor posição no mercado internacional de medicamentos

Uma melhor regulamentação das pesquisas clínicas em humanos no Brasil poderia ter tornado mais rápida a pesquisa de vacinas e medicamentos contra a Covid-19. É o que avaliam especialistas e parlamentares que defendem a aprovação do Projeto de Lei 7082/2017, o novo marco legal para pesquisas clínicas em seres humanos.

Atualmente, para que um laboratório consiga permissão para testar um medicamento ou tratamento em seres humanos, uma etapa essencial para que o procedimento seja liberado para aplicação, é preciso conseguir uma série de permissões. Antes da solicitação ser analisada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o pedido deve passar por um dos 843 Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs) que existem no país. Em vários casos, precisam também passar pela análise da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

Foi o que aconteceu durante as pesquisas sobre medicamentos e vacinas contra a Covid-19, onde o Conep centralizou a decisão de liberar ou não os testes clínicos. “Há mais 700 CEPs espalhados pelo país, todos eles credenciados pela própria CONEP. São mais de 20 anos desde a criação do sistema CEP/CONEP, tempo suficiente para que todos fossem equipados, capacitados e adequadamente fiscalizados. Teriam hoje plena capacidade para avaliar rapidamente quaisquer protocolos de pesquisa, incluindo os da Covid-19”, avalia a Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica (SBMF) em manifesto.

O projeto de lei

O objetivo do PL 7082/2017 é eliminar etapas desse processo, por meio da criação do Sistema Nacional de Ética em Pesquisa Clínica com Seres Humanos. Assim, os Comitês de Ética em Pesquisa ganhariam autonomia e o Conep seguiria apenas com a função de definir normas para o setor.

Ana Elisa Miller, diretora executiva da Associação Brasileira das Organizações Representativas de Pesquisa Clínica (Abracro), destaca que o projeto de lei colocaria o Brasil em condições mais vantajosas no mercado internacional.

“O PL traz uma segurança jurídica e uma previsibilidade que é muito importante. Ele vai trazer uma vantagem competitiva com relação a outros países. Esse PL traz uma harmonização de sistemas com normas e regulamentos internacionais” defende Ana Elisa.

De acordo com a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), em situações normais, a liberação para pesquisas clínicas em humanos no Brasil, contando avaliação ética e sanitária, demora, em média, oito meses. Em alguns casos, pode ser de mais de um ano e, se houver algum questionamento nos dados, o atraso é ainda maior. “A cada questionamento que recebemos implica em mais 30, 60 ou 90 dias para receber uma nova aprovação”, explica a diretora da Abracro.

De acordo com levantamento da Interfarma, os prazos para liberação de pesquisas em humanos no exterior são menores: nos EUA é de 45 dias, na Europa, dois meses, e na Argentina e no México varia entre 30 e 90 dias.

Excesso de regulamentação

O projeto de lei já foi aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados em junho do ano passado. Desde então, espera análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O deputado Luiz Antônio Teixeira Júnior (PP-RJ), que é médico e defende a aprovação do PL, ressalta que a legislação brasileira atual é excessivamente burocrática.

“No mundo inteiro você tem uma instância técnica e uma instância ética. No Brasil você tem duas instâncias técnicas e duas éticas. Acho que é um excesso de regulação, um preciosismo, e principalmente um atraso para o desenvolvimento da pesquisa no nosso país”, defende Teixeira Júnior.

Segundo dados do Instituto IQVIA de Ciência de Dados Humanos, apesar de o Brasil ser a nona maior economia do mundo, o país ocupa a 24ª colocação no ranking mundial de pesquisa clínica, com participação em apenas 2,1% dos estudos. Os dados foram compilados pela Interfarma.

Fonte: Brasil 61

Planos de saúde vão cobrir exames para detecção do novo coronavírus

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A medida foi publicada hoje no Diário Oficial da União

Os planos de saúde estão obrigados, a partir de hoje (14), a cobrir exames para detecção do novo coronavírus (SARS-CoV-2), que provoca a covid-19. A decisão, tomada ontem pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar, prevê a cobertura para a pesquisa de anticorpos IgC ou anticorpos totais e foi publicada hoje no Diário Oficial da União.

Os exames poderão ser feitos nos pacientes com síndrome gripal ou síndrome respiratória aguda grave (SRAG) a partir do oitavo dia do início dos sintomas e também para crianças ou adolescentes com quadro suspeito de síndrome multissistêmica inflamatória pós-infecção pelo novo coronavírus.

Os planos de saúde, no entanto, não estão obrigados a cobrir os testes nos seguintes casos: RT-PCR prévio positivo para Sars-Cov-2; pacientes que já tenham realizado o teste sorológico, com resultado positivo; pacientes que tenham realizado o teste sorológico, com resultado negativo, há menos de uma semana; para testes rápidos; pacientes cuja prescrição tem finalidade de screening, retorno ao trabalho, pré-operatório, controle de cura ou contato próximo/domiciliar com caso confirmado; e para verificação de imunidade pós vacinal.

Governo de Goiás publica edital retomando leilões de imóveis

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O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Administração, publicou no Diário Oficial desta quinta-feira (13/08) edital para realização de leilão de cinco localidades pertencentes ao Estado, dentre elas, uma área de 15.400 m2 na região da Rua 44, importante polo comercial da capital. A avaliação dos imóveis é de aproximadamente R$ 75 milhões. A arrematação ocorrerá em setembro, por meio de plataforma on-line.

O espaço localizado na região da 44 é uma das últimas oportunidades para construção de empreendimento de grande porte no local, que ostenta o segundo maior comércio no segmento de confecções do País. São mais de 20 mil pontos de vendas que empregam, na normalidade e de maneira direta cerca de 150 mil pessoas, de acordo com dados da Associação Empresarial da Região 44.

Com a retomada da indústria da construção civil e o aquecimento do mercado imobiliário, o Estado de Goiás realizará três leilões contemplando quatro áreas e um prédio comercial, com boas condições comerciais, incluindo parcelamento em até 60 meses. Com a venda dos espaços, localizados na capital e interior, os recursos arrecadados estarão disponíveis para maiores investimentos em saúde, educação e segurança, por exemplo.

O leilão ocorrerá por meio da modalidade “maior oferta ou lance”, em sessão pública on-line, a partir das 10h (horário de Brasília-DF) do dia 15 de setembro de 2020. Os interessados poderão obter informações acessando o Edital e Anexos nos sites www.administracao.go.gov.br.

Caiado anuncia R$ 1,6 bilhão em investimentos com a instalação de mais 24 empresas em Goiás

Atração das novas indústrias vai gerar mais de 16 mil empregos em todo o Estado e confirma a política arrojada da gestão Caiado na regionalização da economia

O Governo de Goiás, sob a coordenação da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC) e em parceria com outras pastas estaduais, consolidou a captação de R$ 1,6 bilhão em investimentos, por meio da atração de mais 24 indústrias e empreendimentos, que se instalam, em breve, em solo goiano. Os protocolos assinados pelo governador Ronaldo Caiado, nesta quinta-feira (13/08), com empresários e prefeitos de mais de dez municípios representam a geração de 16.931 empregos, sendo 3.976 diretos e 12.955 indiretos. É uma injeção na economia do Estado, em pleno contexto da pandemia, ainda maior do que foi alcançado no último mês de maio.

Aliás, quando se leva em conta 2020, o Executivo já consegue traduzir em números o que significaram três grandes anúncios de investimentos ao longo do ano. Noventa empresas assinaram protocolos de intenção com o governo, o que totaliza mais de R$ 4,1 bilhões de recursos, além da criação de mais de 40 mil postos de trabalho.

Durante o evento, realizado por videoconferência e transmitido pelas redes sociais, o governador Ronaldo Caiado agradeceu o apoio dos empresários por acreditarem no potencial do Estado e também à Assembleia Legislativa, responsável pela aprovação de diversas matérias que viabilizaram a regionalização – marca forte da atual gestão – do desenvolvimento econômico.

A confirmação do crescimento econômico de Goiás veio com demonstrações gráficas. Para se ter uma ideia, em menos de dois anos de gestão, o atual governo já soma 159 protocolos assinados – 69, de 2019, mais 90, de 2020 -, o que ultrapassa a marca dos 93 dos cinco anos anteriores.

Caiado aproveitou o encontro virtual, que contou com a participação de vários empresários e lideranças políticas, para anunciar, ainda, que o ministro dos Transportes, Tarcísio de Freitas, assinará no ano que vem a duplicação da BR-153, de Anápolis até a cidade de Porangatu. “Também já foi autorizado pelo TCU [Tribunal de Contas da União] o lançamento da construção da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste, entre Campinorte, Mara Rosa, indo até Água Boa (MT). Mas iniciando as obras por Goiás”, informou.

Apoio do Legislativo

A parceria que o governador tem firmado com todos os Poderes também já dá frutos visíveis. Caiado citou, por exemplo, a apreciação da matéria enviada pela Governadoria para criar o rol de municípios prioritários que devem receber os investimentos. Nesse sentido, por exemplo, a prefeita Tânia Salgueiro, de Santa Rita do Araguaia, cidade localizada no extremo Sudoeste goiano e contemplada com a ida de duas empresas de energia fotovoltaica, deixou claro que, não fosse a política de descentralização de investimentos implantada por Caiado, sua região não teria sido beneficiada.

“Esse é um projeto arrojado do governador, que vai, inclusive, possibilitar a atração de outras empresas para a nossa cidade. Isso agrega e fomenta o desenvolvimento do nosso município”, observou.

Na mesma linha foi a fala do deputado estadual Diego Sorgatto que, no ato, representou o presidente da Assembleia Legislativa, Lissauer Vieira. Ele lembrou que encaminhou emenda à matéria, quando esta tramitou na Alego, para que Luziânia integrasse os municípios prioritários. Assim feito, nesta quinta-feira (13/08), o parlamentar agradeceu ao governador pela atração de três empresas para a região. “Certamente vai ajudar a solucionar o problema do desemprego”, testemunhou, confirmando a necessidade de atenção do poder público ao Entorno do Distrito Federal, umas das áreas historicamente mais vulneráveis socialmente.

Ao apresentar os resultados obtidos em pouco mais de um ano e meio de gestão, o titular da SIC, Adonídio Neto, citou o trabalho desenvolvido por seu antecessor, Wilder Morais. O secretário mostrou a liderança que Goiás assumiu na área de desenvolvimento econômico, servindo de inspiração para outros Estados brasileiros.

“Saímos, de 2018, de praticamente último lugar na produção industrial do País, para primeiro lugar em 2020. Isso é resultado do planejamento do Governo de Goiás junto com empresários, que aqui encontraram um cenário melhor para investir”, sublinhou Adonídio Neto.

O auxiliar do primeiro escalão ainda demonstrou que, durante a pandemia, dois anúncios foram feitos em 2020, a atual gestão conseguiu distribuir o desenvolvimento em todas as regiões do Estado, “seguindo uma determinação do governador”. Norte e Nordeste goiano, Extremo Sudoeste e o Entorno do DF foram contemplados ao longo deste ano.

Protagonismo

Além do grande volume de recursos que chegam a Goiás como mola propulsora ao desenvolvimento, a diversificação dos setores dessas empresas contribui para a geração e melhor distribuição de riquezas entre os 7,2 milhões de goianos.

Os industriais que assinaram protocolo são de distintas áreas e, ainda, protagonistas na seara em que atuam. Goiás passará a ser um dos três fabricantes de proteína concentrada de soja e, depois de 70 anos sem autorização no Brasil inteiro, vai sediar uma indústria de armamentos, cuja instalação será em Anápolis, com previsão para 2021.

Produtos de alimentação e saúde animal; medicamentos; geração de energia fotovoltaica; estruturas metálicas – o que aquece a construção civil no Estado -; terminal rodoviário, turismo na região de Alexânia, bebidas, entre outros, completam a lista de setores que passam a beneficiar os goianos na gestão Caiado.

Participaram, também, de toda a costura para a instalação de novas empresas em Goiás as secretarias da Retomada, da Economia, do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), de Desenvolvimento e Inovação (Sedi), da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), além da GoiásTurismo, GoiásFomento e a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego).

Grupo de venezuelanos chega ao Distrito Federal para trabalhar em rede de restaurante fast-food

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Todos os novos contratados passaram por entrevistas e testes de seleção realizados em Roraima Foto Divulgação/Refugio343

Migrantes estavam abrigados em Roraima e serão interiorizados com o apoio de organizações que trabalham em conjunto com a Operação Acolhida

A partir desta sexta-feira (14), 27 refugiados venezuelanos irão desembarcar no aeroporto Juscelino Kubitscheck, em Brasília, para iniciar uma nova vida na capital federal a partir de uma oportunidade de trabalho. Onze deles foram contratados para iniciar as atividades numa rede de fast-food gerenciada pelo grupo Levvo, no Distrito Federal. Sete virão acompanhados por familiares e os outros quatro são solteiros e virão sozinhos.

A oportunidade de emprego surgiu a partir do grupo Levvo, que abriu o processo seletivo e escolheu os perfis dos candidatos com o apoio da organização humanitária Refúgio 343, responsável pela realização das entrevistas em Roraima, bem como pela preparação dos candidatos para a nova oportunidade profissional. A interiorização do grupo para Brasília também contou com a parceria da Associação Voluntários para o Serviço Internacional (AVSI Brasil), que implementa o projeto Acolhidos por meio do trabalho. O projeto prevê moradia temporária equipada e três refeições diárias durante três meses para todo o grupo interiorizado. Eles também terão o acompanhamento de um assistente social para apoiá-los na integração com a empresa e na comunidade local durante três meses. “Nós entendemos que essa transição merece muita atenção, já que essas pessoas estão saindo de abrigos em Boa Vista e não contam com recursos para arcar com aluguel ou outras despesas neste momento”, explica a gerente do projeto Acolhidos por meio do trabalho, Thais Braga.

Segundo o gerente operacional do Refúgio 343, Guilherme Sperandio, a adaptação cultural dos migrantes é um dos grandes desafios no processo de interiorização. “Além de estarem em um país com costumes e idioma diferentes, eles também estão muito abalados psicologicamente por conta do processo de migração. Por isso, mantemos em Boa Vista a Escola Refúgio 343, que oferece a esses venezuelanos aulas de português, capacitações técnicas e treinamentos de habilidades comportamentais. Esse serviço, aliado aos atendimentos psicológicos que prestamos, garante que estejam preparados para oportunidades de reinserção socioeconômica, como esta, oferecida pelo Grupo Levvo”, explica.

Ismenia Elena é uma das pessoas que irá desembarcar nesta sexta-feira. Ela chegou ao Brasil atravessando a fronteira sozinha. “Estou muito feliz com essa oportunidade de emprego que vai me permitir alcançar o sonho de ter uma casa, o meu cantinho, de novo. Quando estiver estabilizada, quero ajudar aos idosos de Brasília. Era um trabalho que fazia na Venezuela e que quero voltar a fazer. Fui ajudada e mais do que nunca quero ajudar a quem precisa também”, revela a venezuelana.

Ismenia planeja fazer trabalhos voluntários com idosos em Brasília, depois que estiver estabilizada Divulgação/Refugio343

 

Chegada em Brasília

Os migrantes irão desembarcar a partir de sexta-feira (14) no aeroporto internacional Juscelino Kubitscheck em voos e dias alternados. As passagens aéreas foram cedidas pela Organização Internacional de Migração (OIM). Ao chegarem, eles serão realocados em uma acomodação temporária, sendo que 22 ficarão na Asa Norte, assistidos pelo projeto Acolhidos por meio do trabalho, e uma família com cinco integrantes receberá o acolhimento no Novo Gama, previsto pela empresa contratante.

Todos os 11 novos contratados começam as atividades até o final do mês e terão um dia de interação com os colaboradores da empresa para adaptação. Eles já concluíram todas as etapas do processo seletivo e estão com as documentações e vacinas em dia. A empresa também vem adotando todas as medidas preventivas contra a Covid-19 em seu quadro de colaboradores, como controle de higienização, uso de máscaras, aferição de temperatura diária, distanciamento, entre outros, e oferece apoio psicológico aos funcionários, para que se sintam seguros no ambiente de trabalho, disponibilizando o atendimento de médicos, psicólogos e outros profissionais, por meio de uma central telefônica.

Para Laura Oliveira, presidente e fundadora do grupo Levvo, a inclusão foi um dos principais fatores priorizados pela empresa nesta contratação. “O fator humano é muito importante neste momento em que o mundo está passando por uma grande transformação. Estamos atentos a isso. Entendemos que incorporar colaboradores de diferentes culturas e experiências de vida, pode agregar valores para nossa equipe, além de crescimento profissional e pessoal para cada um de nós. Por isso também promovemos a inclusão de gênero, o empoderamento feminino, a valorização e o respeito cultural entre outros aspectos que são muito importantes para nós, para nossa empresa e para os nossos consumidores”, aponta.

Crise na Venezuela

A Venezuela enfrenta uma intensa situação política, econômica e social, que foi reconhecida pela comunidade internacional como uma crise humanitária. Como resultado dessa crise, desde 2018 milhares de venezuelanos fugiram pela fronteira brasileira em busca de abrigo, gerando pressões sociais e econômicas no estado de Roraima, especialmente nas cidades de Boa Vista e Pacaraima. Segundo a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) o Brasil é o quinto maior anfitrião de venezuelanos deslocados no mundo. Até dezembro de 2019, mais de 260 mil refugiados, solicitantes de asilo e migrantes temporários estavam no país. Cerca de 70% estavam em idade laboral, sendo que, deste total, 10% estavam empregados formalmente em dezembro de 2019.

Atualmente cerca de 5 mil venezuelanos continuam abrigados em Boa Vista. Foto Divulgação/AVSIBrasil