Consulta pública, online e presencial, da minuta do projeto de lei será no dia 17 de novembro
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) publicou no Diário Oficial do DF a convocação para consulta pública, online e presencial, da minuta do projeto de lei que autoriza o uso de área pública contígua (unida) às residenciais, dos lagos Sul e Norte, que não estejam em Área de Preservação Permanente (APP) ou de passagem de pedestres.
A consulta pública será no dia 17 de novembro, às 14h, no auditório da Seduh e transmitida simultaneamente pelo aplicativo Cisco Webex. Os interessados poderão conhecer a minuta e encaminhar sugestões online, no período de 9 a 17 de novembro, as informações estão disponíveis no site da secretaria.
A minuta do projeto de lei tem como objetivo regulamentar as ocupações, de áreas verdes e becos, localizadas no Lago Sul e Norte, consolidadas há décadas, sem nunca terem sido regularizadas. O texto, além de obrigar o proprietário a se adequar a legislação urbanística vigente, determina o pagamento de uma taxa anual de ocupação, calculada com base no valor venal do IPTU por m2 da área ocupada, nos mesmos moldes da fórmula de cálculo prevista na Lei Complementar nº 755/2008.
“A estimativa é que essas regularizações gerem uma arrecadação da ordem de R$ 30 milhões para o GDF, os recursos irão para o Fundo de Desenvolvimento Urbano (Fundurb) e serão aplicados em obras por todo o DF”, explicou o Secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira.
Serviço
Consulta pública on-line: 9 a 17 de novembro
Consulta pública presencial: 17 de novembro
Hora:14 horas
Local: Auditório da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação localizado no SCS Quadra 6 Bloco A 2º andar
Estudantes devem se inscrever a partir desta terça (10) pelo site da Secretaria de Educação. A opção pela Central 156 estará disponível no dia 17
Começa nesta terça-feira (10) e vai até o dia 13 de dezembro, o prazo para inscrições de interessados em obter vaga em uma das unidades escolares da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). Durante esse período, as inscrições devem ser feitas pelo site da secretaria. De 17 de novembro a 6 de dezembro, os candidatos também podem contar com atendimento para inscrições via Central 156, opção 2, sendo de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h, e sábados, domingos e feriados, de 8h às 18h.
No ato do cadastro, o interessado precisa informar o número de CPF do estudante que será inscrito e o CEP da residência em que mora ou do local de trabalho dos pais ou responsáveis. Com essas informações, a Secretaria de Educação irá realizar o cruzamento de dados e alocar os novos estudantes preferencialmente em unidades escolares na região do CEP apresentado na inscrição.
Tanto pelo site da secretaria como pela Central 156, as inscrições para o ano letivo de 2021 são para novos estudantes de educação infantil, ensino fundamental e ensino médio.
Estudantes especiais
O cadastro e a triagem de novos estudantes especiais serão realizados de 17 de novembro a 8 de dezembro, na coordenação regional de ensino mais próxima da casa ou do trabalho dos pais ou responsáveis. As regionais estão adotando os protocolos de segurança, como distanciamento e uso de máscaras, para atendimento às famílias.
Educação de Jovens e Adultos
Para maiores de 15 anos que não terminaram o ensino fundamental e os maiores de 18 anos que deixaram de concluir o ensino médio, e desejam finalizar os estudos em 2021, as inscrições para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), tanto pela internet quanto pela Central 156, irão ocorrer entre 15 a 30 de dezembro.
As 14 coordenações regionais de ensino da Secretaria de Educação ofertam 1º, 2º e 3º segmentos, para promover o acolhimento das pessoas que se afastaram da escola na idade regular.
Para quem já é estudante da rede pública
A renovação de matrícula de estudantes da rede pública de ensino para o próximo ano letivo é automática para os estudantes frequentes. Dessa forma, cabe às secretarias escolares realizar a confirmação de matrícula desses alunos.
Para os estudantes que desejam mudar de escola, o remanejamento escolar ocorrerá em dezembro. As datas e informações a respeito desse processo serão divulgadas em breve, pela Secretaria de Educação.
Chegada da empresa norte-americana consolida estratégia do governo em valorizar vocação de Brasília como grande operador logístico nacional
O Distrito Federal se firma no mercado como importante centro logístico brasileiro com a chegada de um dos três novos centros de distribuição anunciados nesta segunda-feira (9) pela gigante norte-americana Amazon. A expansão da empresa em território nacional vai criar cerca de 1,5 mil empregos diretos com o início das operações nas unidades de Santa Maria (DF), Betim (MG) e Nova Santa Rita (RS).
“A vinda da Amazon para o Distrito Federal consolida nossa estratégia de valorizar a vocação de Brasília como um grande operador logístico, com localização privilegiada no centro do país e da América Latina, e vai ao encontro do ambiente competitivo criado pelo nosso governo, com programas de incentivos fiscais, segurança jurídica e redução de burocracia”, destaca o governador Ibaneis Rocha. “Comemoramos essa chegada com a expectativa de gerar mais empregos, estimular a instalação e criação de empresas satélites, aumentar a arrecadação e contribuir para o nosso crescimento econômico.”
Expansão nos serviços
A unidade de Santa Maria é vista como fundamental na expansão dos serviços de entrega da Amazon no Brasil. As três unidades anunciadas se juntam às cinco já em operação no país – quatro em São Paulo (em Barueri e Cajamar) e uma em Pernambuco (Cabo de Santo Agostinho) – e garantem uma capilaridade capaz de realizar entregas em até dois dias para os clientes do serviço Prime em 500 municípios, número que deve aumentar com a atuação dos novos centros de distribuição.
O secretário de Economia, André Clemente, ressalta que a instalação de uma unidade da Amazon em Santa Mara amplia a presença do DF como centro logístico nacional, já que a capital federal tem o único aeroporto brasileiro com duas pistas em operação simultânea, ligado a todas as capitais do país – além de excelente malha rodoviária, mão de obra capacitada e competitividade fiscal. “O Distrito Federal, com esses investimentos e outros que já vieram, define-se como grande polo logístico e do e-commerce da América Latina”, avalia.
A expectativa do GDF é que, para cada emprego direto gerado, outros três possam ser criados de forma indireta na cadeia fomentada pela gigante americana. “A chegada da Amazon no Distrito Federal consolida uma nova era, inaugurada pelo governo Ibaneis, que trará crescimento econômico, aumento do emprego, da renda e da arrecadação”, afirma André Clemente.
“A chegada da Amazon no Distrito Federal consolida uma nova era, inaugurada pelo governo Ibaneis, que trará crescimento econômico, aumento do emprego, da renda e da arrecadação”André Clemente, secretário de Economia
“A expansão da Amazon reflete nosso compromisso com os consumidores no Brasil, com foco em oferecer uma experiência em constante evolução para o cliente, e está alinhada com o objetivo de continuar trazendo mais conveniência aos clientes, com aumento de capacidade, ampliação de catálogo de produtos e entregas cada vez mais rápidas a mais cidades”, ressalta o country manager (gerente representante) da Amazon no Brasil, Alex Szapiro. “Essa expansão nos ajudará a aprimorar ainda mais o atendimento aos clientes brasileiros, não apenas nos estados onde estamos abrindo os CDs, mas em todo o país.”
Com os novos centros de distribuição no Distrito Federal, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, a Amazon abrirá postos de trabalho responsáveis pela seleção dos produtos, embalagem e envio dos pedidos dos clientes, ajudando a garantir que as pessoas recebam seus itens dentro do prazo estabelecido e de maneira confiável.
Não faltam máscaras, luvas e álcool gel nos hospitais públicos do Distrito Federal
rito Federal estariam enfrentando desabastecimentos de insumos hospitalares, como luvas, álcool gel e equipamentos de proteção individual (EPIs). Foi o que garantiu hoje (9) o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, ao contestar notícias de que estaria ocorrendo um desabastecimento generalizado de insumos na rede pública.
Okumoto afirmou que até esta segunda-feira (9) a Secretaria de Saúde tinha em estoque 661 mil pares luvas, inclusive no tamanho G, o mais procurado. Desse total, 225 mil são luvas no tamanho P, 265 mil tamanho M e 171 mil luvas no tamanho G. Todas as regionais de saúde dispunham do material. É o caso da Região de Saúde Sul, que engloba Gama e Santa Maria, abastecida com 23,9 mil luvas do tamanho G.
O secretário lembrou ainda que na última quinta-feira (5) foram distribuídos 16 mil pares de luvas entre 10 hospitais da rede de saúde pública do DF. Entre as unidades contempladas está o Hospital Regional da Asa Norte (Hran), que recebeu 3 mil luvas no tamanhos M e G.
Nesta segunda-feira (9), começou também a distribuição aos hospitais da rede e para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) das mais 40 mil luvas que foram doadas à Secretaria de Saúde. Além disso, em até 30 dias devem chegar 5 milhões de luvas já adquiridas pela Secretaria de Saúde, segundo informou o subsecretário de Logística em Saúde, Artur Brito.
Os diretores administrativos de todas as sete regiões de saúde também comunicaram à direção da SES que não há desabastecimento desses produtos. “Temos capotes, álcool gel, máscaras e todos os EPIs com estoque regular”, afirmou Brito. “Consultamos todos os diretores administrativos das sete regiões de saúde e nenhum deles relatou que há problemas de abastecimento, especialmente de máscaras N95 e álcool em gel”.
A rede pública de saúde do Distrito Federal está abastecida com luvas, álcool gel e equipamentos de proteção individual | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF
Insumos armazenados
Osnei Okumoto explicou ainda que, no caso de álcool gel e dos equipamentos de proteção individual (EPIs), o armazenamento desses insumos está concentrado em unidades específicas da rede, o que não significa que alguns hospitais têm e outros não dispõem desses produtos. Esses insumos, segundo ele, já estão sendo transferidos para outras unidades, seguindo as prioridades estabelecidas pelas Superintendências Regionais de Saúde.
Segundo o secretário, a pandemia gerou muitos problemas no mercado global, inclusive na produção de materiais médicos-hospitalares. No caso das luvas, por exemplo, houve aumento da demanda, queda na produção da matéria-primeira (o látex) e redução da fabricação do produto. “Ocorreu o mesmo com os respiradores, que faltaram no mundo todo”, comparou. Num primeiro momento, conforme Okumoto, houve falta de luvas no mercado global; agora, há escassez pontual e temporária, o que não significaria desabastecimento total, como foi divulgado por alguns veículos de comunicação.
A redução da produção, porém, não gerou o desabastecimento de luvas nas unidades da rede pública do DF, salientou o secretário. “Existem dificuldades por conta da falta de matéria-prima, mas temos estoque em todas as unidades primárias e estamos fazendo esse remanejamento para os hospitais”, afirmou.
Já o subsecretário de Logística em Saúde acrescentou que está em andamento uma nova política de gestão de estoque de medicamento e insumos. O objetivo é garantir o abastecimento regular da rede pública e minimizar os efeitos da falta temporária de determinados produtos.
Evento gratuito e aberto à comunidade acontecerá no dia 12 de novembro, no auditório do Colégio Militar de Brasília
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal realizará, na quinta-feira (12), o I Seminário Detran-DF: Alterações do Código de Trânsito Brasileiro. O evento acontecerá no auditório Castelo Branco do Colégio Militar de Brasília, das 8h às 17h, e tem como objetivo discutir as recentes mudanças ocorridas na legislação de trânsito e o impacto delas na sociedade.
“Sabemos que o trânsito faz parte do cotidiano de toda a população e que qualquer alteração nas regras que o regem gera impactos na vida da sociedade. Por isso, queremos que a população tenha a oportunidade de ampliar o debate e entender como as recentes alterações do Código vão influenciar no seu dia a dia”, explica o diretor-geral do Detran, Zélio Maia.
A participação no seminário é aberta a toda a comunidade de forma gratuita mediante inscrição prévia, que deve ser realizada, até o próximo dia 10, pela internet, no link https://www.even3.com.br/seminariodetrandf2020/.
O evento contará com a participação de especialistas e de representantes de órgãos de trânsito. Aos inscritos, serão entregues kits com o Código de Trânsito Brasileiro atualizado. Haverá um debate, a partir das 14h, em formato de mesa-redonda. Na oportunidade, os convidados irão responder as dúvidas dos participantes.
Distanciamento social e medidas de segurança
Em razão das medidas para conter a pandemia de Covid-19, e assim resguardar o distanciamento mínimo de segurança, o número de vagas será limitado. Haverá disponibilização de álcool em gel e será obrigatório o uso de máscara.
Programação
8h: credenciamento e entrega de material
9h: abertura com presença de autoridades
9h às 12h: palestras Alterações no Código de Trânsito Brasileiro
14h às 16h30: debate (mesa-redonda)
16h30 às 17h: encerramento e entrega de certificados
Além do impacto social positivo com a compra da produção de pequenos agricultores familiares, o projeto estimula a fabricação da bebida feita com mandioca goiana e movimenta indiretamente uma cadeia que envolve os setores do agronegócio, logística, embalagens, maquinário, publicidade, varejo, entre outros
Agricultores familiares poderão vender própria produção após avaliação técnica que busca priorizar pequenos produtores que estão em situação de maior vulnerabilidade, como determinado pelo governador Ronaldo Caiado. Programa envolve esforços das secretarias da Retomada, de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), da Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater) e do Gabinete de Políticas Sociais (GPS)
O Governo de Goiás, por meio da Secretaria da Retomada, anuncia a ampliação da compra de 750 para 3 mil toneladas de mandioca a serem adquiridas para a produção de uma cerveja regional feita com fécula do alimento. Com a expansão da iniciativa, agricultores familiares de todas as regiões do Estado poderão comercializar a própria produção do insumo, desde que sejam atendidos os requisitos técnicos.
As regras para selecionar os produtores rurais foram definidas por um comitê gestor, formado pelos titulares da Retomada, César Moura, da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Antônio Carlos de Souza Lima Neto, e da Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater), Pedro Leonardo Rezende. O diretor da Ambev, Tiago Pereira, completa o grupo.
O produtor rural interessado em vender mandioca para a Ambev deverá preencher um formulário da empresa, que está disponibilizado nos sites das secretarias de Estado envolvidas no projeto. Os requisitos para ter a proposta aceita são: ser pequeno agricultor familiar com Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura (DAP), ter 60% da renda familiar vindo da produção agrícola, não ter carteira assinada, não ser servidor do Estado de Goiás, não ter trabalho infantil na propriedade e que a mandioca vendida seja produzida na sua propriedade.
Até o final de outubro, a Ambev comprou cerca de 75 toneladas de mandioca de produtores goianos, nos municípios de Cavalcante, Flores de Goiás e Buritinópolis. A empresa estima que foram adquiridas 25 toneladas em cada uma das três localidades.
Para o secretário da Retomada, César Moura, a ampliação do projeto reforça uma das missões da pasta, que é criar as conexões necessárias para acelerar a economia levando em conta aspectos sociais. “A prioridade do programa continua sendo a de atender os goianos mais vulneráveis e mais afetados pela pandemia, como foi determinado pelo governador Ronaldo Caiado. É motivo de orgulho poder unir forças para ampliar este projeto e promover o desenvolvimento regional em todo o Estado”, declara Moura.
O titular da Seapa, Antônio Carlos de Souza Lima Neto, destaca a integração de diferentes pastas do Estado para acelerar o desenvolvimento e fortalecer a economia de Goiás. “A ampliação da quantidade de mandioca a ser adquirida para a produção da cerveja revela a qualidade dos programas desenvolvidos pelo governo e evidencia o potencial de melhoria, de ações como essa, para a vida das pessoas”, comenta o secretário.
O papel social do projeto da cerveja de mandioca também é citado pelo presidente da Emater, Pedro Leonardo Rezende. “A expansão do programa de comercialização permitirá aos pequenos produtores rurais terem as condições necessárias para se consolidarem economicamente. Eles terão a garantia de venda do insumo, com previsibilidade e planejamento, o que permite maior controle e organização da produção”, explica Rezende.
A Emater é ainda a responsável pelo levantamento de agricultores que podem vender mandioca para a Ambev, por meio de agentes locais e facilitadores. A equipe faz a mobilização dos produtores, cadastramento dos interessados em aderir no programa além de viabilizar linha de crédito e assistência técnica àqueles que pretendem implantar ou expandir os próprios sistemas de produção.
Histórico
A Parceria Público-Privada (PPP) entre o Estado de Goiás e a Ambev para produção da cerveja feita de mandioca vendida por agricultores familiares será o primeiro projeto beneficiado pela lei aprovada na Assembleia Legislativa que reduz de 25% para 12% a alíquota aplicável a cerveja que contenha pelo menos 16% de fécula de mandioca em sua composição, desde que a raiz seja produzida no Estado. De autoria da Governadoria, a proposta estimula toda a cadeia produtiva da mandioca no Estado. O texto aprovado pelos deputados altera a Lei nº 11.651, de 26 de dezembro de 1991, que instituiu o Código Tributário de Estado de Goiás.
Além do impacto social positivo, a nova lei vai estimular a produção da bebida feita com mandioca goiana e movimentar indiretamente uma cadeia produtiva que envolve os setores do agronegócio, logística, embalagens, maquinário, publicidade, varejo, entre outros.
O programa do Governo de Goiás, realizado com o apoio do Gabinete de Políticas Sociais (GPS), já cadastrou produtores rurais de Cavalcante, Flores de Goiás, Posse, Buritinópolis, Alto Paraíso de Goiás, Terezina de Goiás e Simolândia, Alvorada do Norte, Campos Belos, Damianópolis, Divinópolis de Goiás, Guarani de Goiás, Iaciara, Mambaí, Monte Alegre de Goiás, Nova Roma, São Domingos, São João d’Aliança e Sítio d’Abadia para participarem de outras fases do projeto, de acordo com as próximas colheitas de mandioca.
Campanha de vacinação contra poliomielite foi prorrogada até 27 de novembro pela Secretaria de Saúde | Foto: Breno Esaki / Agência Brasília
Secretaria de Saúde lembra que meta a ser alcançada é de 95% do público-alvo e que a campanha vai até 27 de novembro
A Secretaria de Saúde divulgou nesta sexta-feira (6) o balanço parcial da Campanha de Vacinação da Poliomielite e da Multivacinação. A pasta alerta para o fato de que a procura da população ainda está baixa – apenas 47,3% do público-alvo da campanha contra a poliomielite foi vacinada no Distrito Federal até o momento, sendo que a meta a ser atingida é de 95%. Ao todo, 76.438 crianças de um ano a menores de cinco anos foram imunizadas nas unidades básicas de saúde (UBSs), de um público estimado em 160 mil crianças.
“É importante que os pais levem seus filhos para ampliarmos a cobertura vacinal e não termos a reintrodução da doença no país. Apesar de a poliomielite ter sido eliminada das Américas, e de o último caso no DF ter ocorrido em 1987, estamos com uma cobertura baixa. Assim, não tem como garantir que o vírus não entre no país sem a vacina”, alertou a enfermeira Fernanda Ledes, que atua na Área Técnica de Imunização da Secretaria de Saúde.
Para alcançar o objetivo, a Secretaria de Saúde prorrogou a campanha de vacinação contra a poliomielite até 27 de novembro. As UBSs estão abertas para receber a população e, com isso, aumentar a cobertura vacinal contra a doença.
A maior cobertura contra a poliomielite, até o momento, foi no público de dois anos a três anos de idade incompletos, com 19.701 vacinados (50,9%). A menor cobertura percentual ficou entre as crianças de um ano a dois anos incompletos: 19.021 vacinados (42,7%). Veja mais informações na arte a seguir.
Nas regiões de Saúde, a que está com a maior cobertura vacinal é a Região de Saúde Oeste, formada por Ceilândia e Brazlândia. Veja os dados completos:
Multivacinação
A Secretaria de Saúde também prorrogou até 27 de novembro a campanha de multivacinação, que tem como objetivo a atualização da situação vacinal de crianças e adolescentes que estão com alguma das vacinas da caderneta em falta.
Compareceram às salas de vacina do DF, até o momento, 145.974 crianças e adolescentes, das quais 97,8 mil tiveram que tomar alguma dose em falta. Esse número representa 67% do total do público que procurou os postos.
Na campanha, a Região de Saúde Sudoeste foi a que mais vacinou crianças e adolescentes de zero a 15 anos. Dos 38.367 que procuraram as salas de vacina, 27.641 estavam com alguma dose pendente e foram vacinados. Já a Região de Saúde Centro-Sul teve o maior percentual de pessoas que procuraram as unidades e que estavam com alguma vacina pendente. Veja os números:
Ainda na campanha de multivacinação, a faixa etária que mais apresentou alguma dose de vacinas do calendário básico com alguma pendência foi a de crianças acima de 4 até 5 anos incompletos. Nesse público, procuraram as salas de vacina 18.619 crianças, entre as quais 14.828 precisaram receber alguma vacina.
Pandemia
A pandemia de Covid-19 fez com que muitos pais ficassem receosos em levar os filhos às salas de vacina. Justamente por isso a Subsecretaria de Vigilância à Saúde tranquiliza a população, pois as unidades oferecem segurança e foram devidamente preparados para receber crianças e adolescentes nas duas campanhas.
Após as campanhas, as vacinas continuarão disponíveis na rotina dos serviços de todas as unidades básicas de saúde do DF.
Proposta de criação de corredor cultural, na altura do Espaço Renato Russo, é um dos braços da nova cara da via comercial mais antiga de Brasília
Com o objetivo de estimular o comércio e revitalizar uma das vias mais antigas de Brasília, o Governo do Distrito Federal (GDF) estuda criar um corredor cultural e econômico na W3 Sul. O projeto, elaborado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF (Fecomércio-DF) e pela Câmara de Dirigentes Lojistas do DF (CDL-DF) prevê uma faixa de atividades aos domingos e feriados entre as superquadras 504 e 508 Sul.
São nesses dias que a via é fechada ao trânsito de veículos, entre as quadras 3 e 15, sendo liberada exclusivamente à circulação de pedestres e ciclistas, das 6h às 17h, exercendo um papel de rua do esporte e lazer com o Viva W3. A proposta das duas entidades foi encaminhada ao governador Ibaneis Rocha e está sob análise das secretarias de Economia, de Cultura e Economia Criativa, e de Turismo.
O corredor cultural terá exposições e feiras gastronômicas, artesanais e de produtos agrícolas, além de apresentações musicais, teatro e rodas de leitura. A modernização do espaço do Sesc na 504 é outra proposta dos comerciantes. “A W3 Sul tem várias vocações e a cultura é uma delas. O governo não tem medido esforços para reativar a importância histórica da via entre obras, espaço de esporte e lazer e, agora, a cultura”, ressalta o secretário de Governo José Humberto.
Renato Russo
É entre as superquadras do corredor da W3 que está um dos seus equipamentos públicos mais emblemáticos: o Espaço Cultural Renato Russo (http://www.cultura.df.gov.br/508sul/). O local, hoje multiuso com biblioteca, gibiteca, três salas de apresentação e galerias de arte, representa atualmente para Brasília o que foram nos anos 60 os teatros Galpão e Galpãozinho: duas referências da produção de artistas brasilienses. O próprio Renato Russo, ainda com a alcova de Trovador Solitário, se apresentou por lá.
Gerenciado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa, o centro de exposições e teatro está localizado na 508 Sul e é, segundo o secretário Bartolomeu Rodrigues, uma peça-chave para o sucesso desse projeto. “Não se pode pensar na revitalização da W3 Sul sem o uso do Espaço Renato Russo e sua importante contribuição de produção da arte e entretenimento para a cidade”, diz ele.
A intervenção da economia criativa de transformar espaços públicos pouco valorizados ou esquecidos por meio da arte e da cultura é uma tendência mundial. É com esse olhar que a Secretaria de Turismo aposta nos atrativos que o corredor cultural vai criar na cidade. “É muito importante que o nosso governo promova tantas ações de resignificação de um dos símbolos de Brasília que se tornou a W3 dando luz também à arte urbana e aos artistas locais. Estou bastante otimista com o que virá”, comenta a secretária de Turismo, Vanessa Mendonça.
Para o presidente da Fecomércio-DF, Francisco Maia, o corredor cultural como parte do Viva W3 é uma forma de incentivar a economia local, atraindo empresários e gerando emprego e renda. “A medida que o projeto for dando certo, vamos ampliando as atividades”, adianta.
À frente também da proposta, o presidente da CDL-DF, José Carlos Magalhães, aposta em outra meta do projeto: a de reaproximar os moradores na via mais antiga da cidade. “Foram anos sem investimento na W3 Sul, então é natural que as pessoas esqueçam desse lugar. Porém, queremos que ela volte a ser um ponto de encontro”, comenta.
A W3 Sul é fechada aos domingos e feriados para esporte e lazer de pedestres e ciclistas | Foto: Renato Alves/Agência Brasília
Viva W3
O Viva W3 foi lançado em junho deste ano e faz parte do projeto de revitalização da avenida. O projeto também surgiu como uma opção de lazer gratuita e ao ar livre quando o Parque da Cidade D. Sarah Kubitschek estava fechado, devido à pandemia de Covid-19. Na ocasião, só o Eixão do Lazer passou a ser liberado.
“Estamos lidando com um projeto dinâmico, aberto ao diálogo com todas as representações da comunidade. Quando a revitalização de uma via icônica como a W3 coloca luz sobre as transformações, ela afasta a criminalidade, fomenta o comércio, atrai o turismo e amplia as oportunidades gratuitas de lazer e cultura para a população”, aposta a secretária executiva de Políticas Públicas da Secretaria de Governo, Meire Motta.
Meire Motta, da Secretaria de Governo explica que o Viva W3 é um projeto dinâmico e aberto ao diálogo com a comunidade | Foto: Renato Alves / Agência Brasília
Obras e infraestrutura
A reforma da W3 Sul segue sem pausa, mesmo em contexto de pandemia. A revitalização de mais um conjunto de quadras está 80% executada e novas licitações estão em andamento para abarcar toda extensão da via. Com investimento total de R$ 24,8 milhões e geração de 800 empregos diretos e indiretos, o projeto prevê requalificação com melhoria no sistema viário e no fluxo de pedestres com acessibilidade.
Quem passa pelas superquadras 509 e 510 percebe: de segunda a sábado, equipes trabalham empenhadas em finalizar as intervenções coordenadas pela Secretaria de Obras e Infraestrutura, com serviços complementares tocados pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). De acordo com à Subsecretaria de Acompanhamento e Fiscalização de Obras, faltam só 20% de execução para que tudo fique pronto.
A Secretaria de Economia acompanha as propostas de criação do corredor cultural na W3 Sul. Para o secretário André Clemente, todo o investimento feito na revitalização da via atende uma demanda histórica do setor produtivo da região, feito só agora pela atual gestão. “O governador Ibaneis está cuidando da infraestrutura de Brasília e resgatando espaços importantes para convivência, manifestações culturais e ações esportivas”, conclui.
A população de Samambaia marcou presença na 5ª edição do programa Sua Vida Vale Muito Itinerante, que terminou neste sábado (7), com um recorde de atendimentos em comparação com os eventos anteriores. No total, foram prestados em três dias mais de 1.800 serviços de saúde e do Na Hora, nas tendas montadas pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) na Subadministração de Samambaia, na QS 431. Nesta edição também foi incluída uma programação especial para gestantes e crianças, atividades que fazem parte da Semana do Bebê.
Os números da ação em Samambaia são superiores aos registrados na Estrutural, Ceilândia, Sobradinho II e Itapoã, cidades que receberam o programa itinerante criado em agosto. Os cinco locais totalizam juntos mais de 3.800 atendimentos.
“Foi um prazer para todos nós atender os moradores de Samambaia!”, comemorou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “Conseguimos trazer para perto da comunidade atendimentos essenciais nesse período de pandemia, como médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas e outros profissionais voluntários, além da emissão da primeira via da identidade e dos agendamentos do Na Hora”, acrescentou a secretária.
A próxima parada do programa já tem local e datas definidos. Será em Santa Maria, nos dias 19, 20 e 21 de novembro.
Semana do Bebê
O destaque desta edição foi a realização, no mesmo espaço do programa Sua Vida Vale Muito, das atividades presenciais da Semana do Bebê, ação promovida pela Sejus para orientar as famílias sobre os cuidados na primeira infância.
As crianças tiveram acesso a consultas gratuitas com pediatras. Além disso, as mães, pais e demais familiares receberam orientações sobre aleitamento materno, doação de leite, prevenção de acidentes domésticos e outros temas. A monitora de creche Francilene Gonçalves, de 27 anos, aproveitou o evento para conseguir atendimento para a sua pequena Rayla, de 11 meses. “Ela está resfriada. Como moro aqui pertinho, aproveitei para consultar com o pediatra e foi muito bom. Já saio daqui com a receita na mão para comprar os remédios dela”, afirmou.
Já Gabriela Matos, de 26 anos, foi até o local em busca das aulas de Shantala, um tipo de massagem para bebês. E saiu de lá craque para praticar com a sua filha
Geovana de Oliveira, de seis meses. “Eu já tinha ouvido falar da shantala, mas não sabia fazer. Agora eu aprendi”, disse.
Além da massagem, Gabriela passou pelo Na Hora para fazer a identidade da bebê e da outra filha de oito anos.
As atividades da Semana do Bebê também incluíram muita diversão para a criançada, com pintura de rosto, cama elástica, oficina de circo e contração de histórias.
Duo Flor de Cacau, autora Nyedja Gennari (foto Catarina Ribeiro)
Sucesso na primeira edição, iniciativa da Feira do Livro de Brasília ocorrerá em 40 escolas da rede pública do Distrito Federal
Promover o encontro do leitor com o autor e, assim, estimular o gosto pela leitura ainda na infância. Com essa premissa, a Feira do Livro de Brasília dá seguimento ao projeto itinerante para levar o mundo mágico da literatura aos estudantes da Educação Infantil e Ensino Fundamental I. Entre os dias 23 de novembro e 18 de dezembro, a 2ª edição da iniciativa proporcionará contação de histórias e contato com autores a 40 unidades da rede pública de ensino.
Ceilândia, Sol Nascente, Estrutural, Gama, São Sebastião, Planaltina, Samambaia, Paranoá e Itapoã são algumas das cidades que receberão a 2ª FeLib Itinerante. Ao todo, 22 regiões administrativas serão contempladas com as contações de história de Patrícia Berg, Tia Mari e dos grupos “Matrakaberta” e “Duo Flor de Cacau”. Mesmo sendo realizadas de forma virtual, as apresentações seguirão os padrões dos encontros presenciais da primeira edição.
O contato com a produção literária ficará a cargo dos autores de literatura infantil. Nesta edição, os escritores Álvaro Mordenell, Irís Borges, João Rodrigues e Nyedja Gennari apresentarão os bastidores das histórias que encantam os estudantes. Ao fim do projeto, as 40 escolas receberão 12 livros cada, totalizando 480 obras entregues gratuitamente.
As apresentações também terão tradução para LIBRAS e, inicialmente, serão disponibilizadas para duas escolas por dia. Após as unidades de ensino receberem o projeto, os vídeos ficarão disponíveis para todo o Brasil no canal no Youtube do Instituto Latinoamerica, organizador da Feira do Livro de Brasília.
De acordo com o presidente da entidade, Atanagildo Brandolt, a FeLib Itinerante surgiu da necessidade de descentralizar o acesso a literatura, fazendo o caminho inverso do tradicional, levando a magia da Feira do Livro de Brasília diretamente às escolas públicas mais distantes da área central da capital. “Quanto ao novo formato que nos obriga a pandemia, é a oportunidade possível para manter nosso compromisso e cumprir a missão de incentivar e fomentar o gosto pela leitura, principalmente entre as crianças e jovens”, explica.
Segundo ele, o Instituto Latinoamerica já trabalha com o audiovisual desde a sua fundação, há quase 20 anos. Inclusive, no início de outubro, estreou no canal do Instituto a web-serie Memória Viva Eco-História do Planalto Central, que retrata em cinco capítulos a história da região, desde os primeiros vestígios da ocupação humana até os dias atuais.
Sobre a 36ª Feira do Livro de Brasília, prevista para ser realizada em setembro, em comemoração aos 60 anos da capital federal, Brandolt diz ainda não ter data prevista. “Adiamos para 2021. Tudo vai depender do controle da Covid-19”, pondera.
FeLiB Itinerante é uma ação da Feira do Livro de Brasília promovida pela Câmara do Livro do Distrito Federal e Instituto Latinoamerica, com fomento da Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo.
1ª edição – A 1ª FeLiB Itinerante foi realizada em duas etapas, que ocorreram entre dezembro de 2019 e fevereiro de 2020, de forma presencial. O projeto contemplou 15 escolas públicas, entre unidades urbanas e rurais, das regiões de Sobradinho, Sobradinho II, Fercal e Planaltina, além de distribuir gratuitamente 225 livros para bibliotecas das escolas.
Serviço:
2ª FeLiB Itinerante
Quando: 23/11 a 18/12/2020
Onde: 13 Regionais de Ensino
Quanto: projeto gratuito, destinado a estudantes de escolas públicas
Mais informações: (61) 99259-2824 |
Produção executiva: Ester Braga – Abèbè Produções
Assessoria de Imprensa: Agenda Cultural Brasília
Conheça as histórias:
Autor – João Rodrigues (Contador: Grupo Matrakaberta):
– Quer conhecer as diferenças?
– Quer conhecer o universo?
– O menino que achava que empinava pipa;
– Cantando e contando histórias de João
– Identidade ( história contada pelo próprio autor)
Autora – Nyedja Gennari (Contadores de História: Duo Flor de Cacau)
– Fora de moda;
– A Cobra Jurema
– Fofoca Reversa
– O Mundo azul de Samuel
– Guto o Sapo Bocudo
Autor – Álvaro Modernell (Contadora de História: Tia Mari)
– Dia de Chuva;
– O Pé de meia mágico;
– Poupança, a porquinha do Zequinha;
– O Poço dos Desejos;
– Somos diferentes, mas somos iguais.
Autora Íris Borges (Contadora de História: Patrícia Berg)