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Arritmias Cardíacas e Morte Súbita acometem mais de 20 milhões de brasileiros

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Realizada em novembro, campanha “Coração na Batida Certa” tem como objetivo alertar a população sobre a doença

Instituído pela Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC), desde 2007, no dia 12 de novembro é celebrado o Dia de Prevenção das Arritmias Cardíacas e Morte Súbita. Anualmente, a Sociedade realiza, juntamente com as Instituições ligadas à área de Cardiologia de todo o país, a campanha “Coração na Batida Certa”, que tem como objetivo organizar atividades de educação/orientação para a população sobre a prevenção e tratamento das doenças do coração.

As doenças cardiovasculares ocupam um lugar de destaque entre as causas de morte no Brasil e no mundo. Entre essas doenças, as arritmias cardíacas, têm grande impacto na mortalidade e na qualidade de vida da população mundial. No Brasil, anualmente, a doença acomete mais de 20 milhões de pessoas e é responsável por mais de 320 mil mortes súbitas no país.

Durante uma arritmia cardíaca o coração pode bater rápido, lento ou em velocidade normal, porém, “fora do compasso”. Mesmo que o paciente não perceba a arritmia, ela pode acarretar efeitos sérios que vão desde um derrame até a possível morte do paciente. Para o cardiologista eletrofisiologista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), José Sobral Neto, a doença precisa não apenas de atenção, mas principalmente de prevenção.

“Precisamos chamar a atenção para o assunto, que apesar de comum não recebe a importância que deveria da população. A campanha trabalha com dois pilares principais: social – que visa conscientizar a população da existência e modo de prevenir os fatores de risco para o desenvolvimento de arritmias cardíacas e da morte súbita e educativa – para disseminar e implementar diretrizes e guias práticos de prevenção da doença e suas consequências”, alerta.

Ainda de acordo com o profissional, a campanha ressalta a importância da realização de exames preventivos e ressalta a necessidade do acompanhamento das arritmias cardíacas por um profissional que tenha a qualificação comprovada.

Diagnóstico, tratamento e prevenção

Conforme explica o também cardiologista eletrofisiologista do corpo clínico do ICTCor, Henrique Maia, embora algumas arritmias ocorram com maior frequência conforme o avanço da idade e/ou estejam associadas a outras doenças como o infarto ou a doença de chagas, existem, também, aquelas que ocorrem em pessoas sem nenhuma doença aparente, independentemente da idade ou sexo, e que podem ser graves e necessitarem de tratamento.

Algumas arritmias podem ocorrer sem que o paciente tenha sintoma algum, contudo, quando eles ocorrem, os mais comuns são as palpitações, desmaios e tonturas.

“Costumamos falar que cada pessoa conhece ou deveria conhecer o seu próprio corpo. Se o indivíduo percebe que seu coração está batendo de forma inadequada, deve procurar o mais rápido possível um cardiologista para uma avaliação. O médico especialista em arritmia saberá quais exames devem ser feitos para dar o diagnóstico e determinar se há algum risco, se há necessidade de tratamento e qual a melhor orientação para o paciente”, detalha o médico.

Em muitos casos, as arritmias podem ser benignas e não requerem tratamento específico. Quando necessário, é possível tratá-las com uso de medicação, através de ablação (uma forma especial de cateterismo durante o qual é possível cauterizar do foco da arritmia) ou em alguns casos, por implante de marcapasso ou outro dispositivo eletrônicos similar.

Como as arritmias podem decorrer de outras doenças cardiovasculares, o cardiologista ressalta ainda que, para preveni-las é preciso, antes, impedir as doenças cardíacas como o infarto e a pressão alta. E isso se faz com hábitos de vida saudáveis, como manter uma alimentação à base de frutas, verduras e alimentos não gordurosos, não se exceder no consumo de bebidas alcoólicas, não fazer uso de tabaco, praticar atividade física e cuidar da saúde emocional, evitando o estresse e, periodicamente, realizar uma avaliação cardiovascular de rotina.

Câmara dos Deputados deve retomar votações após eleições municipais

Líder do governo na Câmara, Ricardo Barros

Em reunião no Planalto, líder do governo discute pauta com o presidente Jair Bolsonaro

A partir da próxima semana, após o primeiro turno das eleições municipais, neste domingo (15), o plenário da Câmara dos Deputados deverá retomar a votação de projetos de interesse do Palácio do Planalto.

Segundo o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), a expectativa é que, nas próximas duas semanas, antes do segundo turno eleitoral, a Casa vote o projeto de lei que institui o Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem – BR do Mar (PL nº 4.199/2020), que tramita em regime de urgência. Previsto para o dia 29 deste mês, o segundo turno ocorre em municípios com mais de 200 mil eleitores quando nenhum dos candidatos a prefeito obtém no primeiro turno mais da metade dos votos válidos.

Depois do PL da Cabotagem, a pauta do líder do governo prevê a votação das propostas sobre a autonomia do Banco Central, o programa Casa Verde Amarela, a regulamentação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), o superávit de fundos do governo, e renegociações das dívidas.

Com Bolsonaro

O líder Ricardo Barros reuniu-se na tarde desta quarta-feira (11), no Palácio do Planalto, com o presidente Jair Bolsonaro e com o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos. “Fizemos uma reunião para tratar da pauta da próxima semana. Encerramos eleições municipais, vamos iniciar votações. A base do governo, o líder [do bloco parlamentar PL, PP, PSD, Solidariedade, Avante] Artur Lira [PP-AL] já disse que topa votar de segunda a sexta, todos os dias, até o recesso parlamentar”, disse Barros, após o encontro no Planalto.

De acordo com Barros, a pauta indicada pelo governo será negociada com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). “Vamos ver se conseguimos, durante essas duas semanas, votar essas matérias para, em seguida, entrarmos nas reformas e nos projetos que vão requerer votação conjunta Câmara e Senado”, informou o deputado, referindo-se aos projetos de reforma constitucional, de diretrizes orçamentárias e do Orçamento  de 2021.

Com Maia e Alcolumbre

O governo ainda espera que os partidos no Congresso Nacional definam a composição da Comissão Mista do Orçamento (CMO). “Votar o Orçamento que exige uma articulação maior. O governo aguarda que os partidos da base se entendam, instalem a comissão e possamos avançar”, disse o líder do governo na Çâmara.

Sobre a retomada da agenda de reformas, ele afirmou que depende “de uma combinação” entre os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado,Davi Alcolumbre.

Quanto à proposição de um novo programa social pelo governo, a ser adotado após a extinção do auxílio emergencial, Barros disse acreditar que as duas Casas do Parlamento possam votar a medida ainda neste ano. “É a vontade do Congresso Nacional, do presidente Maia e do presidente Alcolumbre, e também do presidente Bolsonaro. Acho que esse conjunto de forças será suficiente para votarmos essa matéria, que é fundamental para que possamos abrir o [próximo] ano”, disse o líder do governo aos jornalistas.

DF ganha prêmio que visa adequar cidades para mulheres

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Projeto da Secretaria da Mulher é selecionado na 14ª Capacitação Regional do Mercocidades, ação internacional de estímulo à igualdade de gênero

O projeto “Brasília, uma cidade segura para as mulheres – Gênero e planejamento urbano das cidades”, da Secretaria da Mulher do DF, foi um dos três vencedores da 14ª Capacitação Regional do Mercocidades. A iniciativa tem o objetivo de desenvolver as 26 propostas previamente selecionadas pelo Mercocidades, rede de governos da América do Sul cuja missão é reforçar a identidade e a integração locais, assegurando o desenvolvimento e o bem-estar das cidades-membro, como Brasília.

Apresentado por meio do Escritório de Assuntos Internacionais do GDF, o projeto da Secretaria da Mulher inclui a perspectiva de gênero no planejamento das cidades e se destacou por ter como referência os itens 5 e 11 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). Os dispositivos buscam “tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis”, além de “alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”.

“Além de apresentar ao Mercosul a nossa proposta de cidade pensada na mobilidade e segurança das mulheres, agora temos a chance de torná-la realidade”Erika Filippelli, secretária da Mulher

Em resumo, o projeto visa incluir a perspectiva de gênero no planejamento das cidades a partir da pactuação e da corresponsabilização de atores locais governamentais e não governamentais. A ideia é tornar as cidades inclusivas, seguras e acessíveis para as mulheres, tendo como foco a transformação dos espaços públicos. A capacitação é direcionada a funcionários, técnicos e gestores de governos locais, instituições de ensino e organizações da sociedade civil (OSCs) das cidades-membro da rede.

Para a secretária da Mulher, Ericka Filippelli, uma cidade segura para as mulheres é, consequentemente, um espaço de circulação de paz para toda a comunidade. Além disso, estar na lista de vencedores de um projeto que desafia a desenhar uma cidade que reflete as questões de gênero só reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com a promoção e a garantia de direitos de mulheres, bem como a vontade de implementar projetos inovadores que promovam mudanças na rotina da população do Distrito Federal.

Já a subsecretária de Políticas Públicas para as Mulheres, Fernanda Falcomer, autora da proposta vencedora, a seleção coroa o trabalho das instituições do DF. “Estamos muito honrados em representar a Secretaria [da Mulher] e o GDF com um projeto que tem a pretensão de trazer mas qualidade de vida para as mulheres, além de incluir a gestão e a inserção das temáticas de gênero nas políticas públicas. Nesse sentido, nosso trabalho inova e coloca nossa capital em lugar de destaque e reconhecimento pelo que fazemos”, destaca Fernanda.

Chefe do Escritório de Assuntos Internacionais, Renata Zuquim diz que “a participação ativa de Brasília nas redes de cidades mostra-se cada vez mais importante, uma vez que proporciona muitas oportunidades de expor iniciativas relevantes e conhecer as melhores práticas internacionais, por meio da cooperação entre pares”. “A seleção do projeto entre os melhores é a prova de que no DF existem muitas boas ideias que merecem ganhar asas”, acrescenta a gestora.

Capacitação 

Durante o período de 1º de setembro a 15 de outubro, os representantes de países como Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador e Brasil receberam aconselhamentos e tutorias on-line, por parte do Mercocidades, para desenvolver suas propostas. E, a partir desse suporte, tornar possível sua implementação. O edital da capacitação é concebido pelo Programa de Cooperação Sul-Sul de Mercocidades, rede da qual Brasília é membro desde a criação, em 1995.

As temáticas deviam abordar questões como sustentabilidade e inclusão, meio ambiente, juventude, desenvolvimento urbano, igualdade de gênero, inclusão social, educação e saúde, entre outros. Ao final da capacitação foram escolhidas três instituições que cumpriram a participação nas aulas e se destacaram na formulação final de seus projetos.

Com a seleção, representantes da Secretaria da Mulher deverão participar, em 2021, de uma visita técnica, em uma experiência semelhante à iniciativa formulada, a uma cidade membro da rede ou a uma atividade desenvolvida pela Mercocidades. Os custos de passagem aérea e alojamento são pagos pelos idealizadores da capacitação.

Cinco razões para utilizar a energia solar fotovoltaica

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A busca por economia e sustentabilidade tem mudado a visão do mercado e das pessoas com relação ao consumo de energia, seja para residências ou empreendimento. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) revelaram que o uso de energia fotovoltaica está em crescimento no País.

A energia solar fotovoltaica é considerada uma fonte de energia alternativa, renovável, limpa e sustentável. Ela é produzida a partir da luz solar, ou seja, quanto maior a irradiação solar nas placas solares, maior será a quantidade de energia elétrica produzida.

De acordo com diretor da Seype Engenharia, Júlio Seype, além da economia, o uso desta tecnologia tem inúmeros benefícios, principalmente a longo prazo. “É sabido que a redução na conta de energia pode chegar a até 95% após alguns anos de uso. Entretanto, a principal vantagem é o cuidado com o meio ambiente de forma geral”, pontua.

Para desmistificar a tecnologia e ressaltar seus benefícios, o engenheiro listou cinco razões de fácil compreensão que vão fazer qualquer pessoa repensar o uso da tecnologia:

  1. Redução de custos a longo prazo: apesar de ter o custo inicial de implantação elevado, após a execução do serviço, esse tipo de geração de energia representa uma diminuição de gastos significativa. Pesquisas apontam que com o uso da energia solar é possí vel redu zir entre 50% a 95% do valor da conta de luz mensal;
  2. Energia renovável e sustentável: por ser um fenômeno natural não poluente, a radiação solar tem a grande vantagem de ser inesgotável. A fabricação dos equipamentos necessários para a montagem do sistema fotovoltaico é realizada por processos industriais controlados, que n&ati lde;o po luem o meio ambiente. Por não existirem motores ou partes em movimento mecânico no sistema, também não há poluição sonora. Ela é sustentável porque é gerada por um processo natural que se repõe constantemente, a emissão de raios solares. Além disso, a construção de sistemas fotovoltaicos não impacta negativamente a natureza, diferente das hidrelétricas que precisam inundar áreas quilométricas e por isso destroem o ecossistema de um lugar e deixam famílias desabrigadas.
  3. Baixa manutenção: os equipamentos e componentes do sistema são de tecnologia simples, por isso a necessidade de manutenção é mínima. A duração, em termos de vida útil dos componentes, é longa. A fabricação das células fotovoltaicas e dos módulos o u placas é de tecnologia mais sofisticada, principalmente a célula, devido à produção do silício (hoje o mais usado) com as características adequadas.
  4. Valorização do imóvel: ao investir em energia solar, se consegue o aumento do valor de mercado para a empresa/residência. Isso porque ela se torna mais eficiente em termos energéticos e sustentáveis. Um estudo realizado pelo Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, financiado pelo Departamento de Energia dos EUA , demonstra que os imóveis que possuem sistema solar fotovoltaico têm valorização de 3% a 6%.
  5. Durabilidade: os sistemas fotovoltaicos não se danificam facilmente e são produzidos para resistir a ventos fortes e condições meteorológicas extremas. Por isso, podem trabalhar durante décadas sem qualquer problema, o que justifica que a maioria dos painéis solares no mercado tenham uma garantia de rendimento de 25 anos.

Detran-DF fará vistorias aos sábados até 19 de dezembro

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Reforço no atendimento visa ampliar oferta de inspeção veicular, cuja demanda cresce normalmente no fim do ano

A partir do dia 14 novembro até o dia 19 de dezembro, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) vai abrir aos sábados para oferecer o serviço de vistoria de veículos. Os postos localizados no SIA – antiga Vadel, Gama e Paranoá funcionarão pela manhã, das 7h às 12h; e o posto de Taguatinga funcionará à tarde, das 13h30 às 18h30.

“Nesta época do ano, as pessoas aproveitam o 13º salário para trocar de veículo ou regularizar a situação cadastral para viajar com tudo em ordem. Por isso, vamos oferecer o serviço de vistoria aos sábados, além de retomar o serviço no Shopping Popular, a partir da próxima semana. Nossa expectativa é realizar mais de 2 mil vistorias nesses seis fins de semana”, informa o diretor de Policiamento e Fiscalização de Trânsito, Lúcio Lahm.

É importante lembrar que somente serão vistoriados os veículos agendados previamente pela internet. O atendimento aos sábados ocorrerá nos dias 14, 21 e 28 de novembro e 5, 12 e 19 de dezembro. Todas as unidades do Detran continuarão adotando os protocolos de segurança para conter a contaminação pelo novo Coronavírus, para proteger seus servidores e usuários.

Instrução

O atendimento aos sábados, nos meses de novembro e dezembro, foi estabelecido por meio da instrução nº 854, de 4 de novembro de 2020, publicada no DODF desta terça-feira (10). A medida visa reduzir a demanda por inspeção veicular para transferência de propriedade e de Unidade de Federação, que cresce consideravelmente no final de cada ano e ainda teve seu aumento agravado este ano em razão da pandemia.

Novos servidores vão fortalecer rede de proteção social no DF

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Os novos servidores vão fortalecer a rede de proteção social do DF no atendimento a famílias em vulnerabilidade | Foto: Divulgação/Sedes

Sedes dá posse aos primeiros 26 dos 156 nomeados em outubro para cargos de níveis médio e superior

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) recebeu nesta terça-feira (10) 26 aprovados no concurso público que já tomaram posse para apresentar a secretaria, definir as lotações e repassar as primeiras orientações de trabalho. Esses foram os primeiros, dos 156 nomeados em outubro, para cargos de nível médio e superior.

“Quando começamos a estudar para um concurso como esse, começamos a entender a importância do processo, das políticas públicas, da assistência social na vida das pessoas que mais necessitam. Minha vontade é essa, de me doar, minha expectativa é fazer o máximo dentro das possibilidades que eu tiver aqui dentro”, relata Maria Borges, de 33 anos, aprovada em 10º lugar para o cargo de cuidador social, uma das convocadas para a primeira reunião da nova leva de servidores.

Aprovada em segundo lugar também para o cargo de cuidador, Evelyn Silva, de 32 anos, conta que esse foi o primeiro concurso público que ela prestou. “Eu sempre gostei da área social e saúde mental. Quando surgiu a oportunidade de trabalhar na Sedes pensei: ‘é agora ou nunca!’ É um sonho para mim estar aqui. Também estou no cadastro reserva para psicologia. Eu quero isso para minha vida”, comemora.

Na reunião, a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, reiterou que os novos servidores vão fortalecer a rede de proteção social do DF. “Gostaria muito de contar com a contribuição de vocês, independentemente de ideologia, crença, não é isso que está em jogo. E sim a família que está vulnerabilidade, que precisa para passar pelo atendimento de vocês”, ressaltou.

Os 26 empossados convocados para esta primeira reunião vão ser distribuídos para trabalhar nas unidades socioassistenciais que têm cargos em vacância e necessitam de novos servidores.

“Muito obrigada por vocês estarem aqui, nós lutamos muito pela nomeação de vocês e vamos continuar lutando para conseguirmos reestruturar a Secretaria. A Sedes tem que crescer proporcionalmente junto com a população do Distrito Federal”, destacou a secretária-executiva de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, ao receber os novos servidores.

Já começaram a trabalhar os primeiros 26 nomeados

Nomeações

No total, foram nomeados, em outubro, 84 técnicos em Assistência Social (nível médio), para os cargos de agente social e cuidador social; e 72 especialistas em Assistência Social (nível superior), nas especialidades de serviço social, psicologia, pedagogia, educador social, administração, ciências contábeis, economia, estatística, e direito e legislação. Dos 156 nomeados, 17 foram aprovados para vagas destinadas a pessoas com deficiência.

Em maio, a Sedes também nomeou 91 servidores aprovados para o cargo de técnico administrativo.

Durante o curso de formação profissional dos aprovados, o GDF pagou uma ajuda financeira a 757 candidatos. O valor da bolsa foi de 50% da remuneração prevista no edital normativo para o cargo.

“Com o passar dos anos, nós não conseguimos recompor os quadros e, agora, essa gestão está tendo esse compromisso com a população do DF, mesmo nesse contexto de pandemia. O último concurso foi há 11 anos, e a nossa demanda cresceu junto com o crescimento das demandas da população. A nossa Secretaria tem que recompor os quadros na mesma velocidade para nós consigamos prestar um atendimento de qualidade, atencioso, empático e eficiente para a população”, reforçou o subsecretário substituto de Assistência Social, Guilherme Aleixo.

Atualmente, a rede de proteção social do Sistema Único de Assistência Social (Suas) do Distrito Federal conta com 67 unidades de gestão direta da Secretaria de Desenvolvimento Social. Pelos dados do Cadastro Único, são 170.081 famílias inscritas no banco de dados para programas sociais do governo Federal e do GDF e 58.771 famílias são beneficiárias do programa DF Sem Miséria.

Amamentação: “Amor em forma de leite”

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Andreia dos Santos, mãe de Olívia: “o que minha filha está recebendo é amor em forma de leite” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Salvador de vidas, banco de leite materno do DF tem baixa na pandemia e requer doações para recém-nascidos

A desempregada Andreia Magalhães dos Santos, 32 anos, acompanha há quase um mês a recuperação da filha Olívia, prematura de 27 semanas internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Com baixa produção de leite e sem poder amamentar, a moradora do Riacho Fundo I tem contado com as doações de outras mães coletadas pelo Banco de Leite Materno do Distrito Federal para alimentar a recém-nascida.

Assista ao vídeo:

serviço de coleta feito em 13 unidades de saúde do DF  sofreu uma baixa de doações em 2020 por causa da pandemia do novo coronavírus e demanda a ação de novas voluntárias para aumentar seu estoque. Somente este ano, pelo menos 5,5 mil crianças foram alimentadas e se fortaleceram com o alimento doado por outras mães.

“Eu não tenho como mensurar o que está sendo feito pela minha filha. Só sinto que o que ela está recebendo por meio dessas doações é amor em forma de leite”, define Andreia, que religiosamente passa o dia, das 9h da manhã às 22h, acompanhando a evolução da filha na incubadora do hospital público da Asa Sul.

 

Eu não tenho como mensurar o que está sendo feito pela minha filha. Só sinto que o que ela está recebendo por meio dessas doações é amor em forma de leiteAndreia Magalhães dos Santos, mãe da pequena Olívia

Referência nacional

Na tarde desta terça-feira (10), a secretária de Desenvolvimento Social Mayara Noronha Rocha esteve no Hmib visitando o banco de leite do hospital. Mãe de uma criança de dois anos, ela contou que também enfrentou dificuldades para amamentar e só conseguiu com ajuda médica. “Nosso banco é referência nacional pela excelência do serviço prestado, por isso pedimos às mamães agraciadas com excesso de leite que ajudem a salvar a vida de crianças prematuras que precisam desse alimento tão importante para se recuperarem, ressalta.”

Mayara pede às mães que ajudem a salvar a vida de prematuros

Além do Hmib, o Distrito Federal conta com bancos de leite nos hospitais regionais da Asa Norte (Hran), de Sobradinho (HRS), de Samambaia (HRSam), de Brazlândia (HRBraz), de Ceilândia (HRC), do Guará (HRG), de Taguatinga (HRT), de Planaltina (HRP), Leste, do Paranoá (HRL), de Santa Maria (HRSM), além da policlínica do Riacho Fundo I e do posto de coleta de São Sebastião.

Para ser doadora, a mulher deve ter produção abundante de leite para amamentar o próprio filho e compartilhar, além de estar em boas condições de saúde. Para isso, basta se candidatar pelo telefone 160 (opção 4) ou pelo site do programa Amamenta Brasília. A coleta é feita em domicílio com o apoio de militares do Corpo de Bombeiros, que há 31 anos dão suporte ao programa da Secretaria de Saúde.

Dificuldades de amamentar

“É importante que nos procurem não só quem tem leite para doar, mas também quem está com dificuldade de amamentação. Muitas vezes, a mãe produz o leite, mas por problemas no manejo na hora de dar de mamar acha que não tem leite suficiente para o filho”, alerta a médica pediatra coordenadora das Políticas de Aleitamento Materno do DF, Miriam Santos.

E mesmo se você não é mãe ou mulher, os bancos de leite do Distrito Federal também contam com uma outra doação: a de potes de vidros com tampas plásticas semelhantes a de cafés solúveis. Tampas metálicas ou potes plásticos não são aproveitados.

Secretaria de Saúde investigará circulação do coronavírus no Distrito Federal

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Iniciativa foi apresentada em coletiva de imprensa no Palácio do Buriti | Foto: Renato Alves / Agência Brasília

Pesquisa por amostragem vai subsidiar medidas para conter eventual segunda onda da pandemia. UBSs serão porta de entrada para pacientes sintomáticos

A Secretaria de Saúde começa a aplicar, na próxima semana, 8,5 mil testes rápidos em moradores das 33 regiões administrativas. O objetivo do esforço concentrado é entender como o coronavírus se propaga pelo território do DF, qual é o grau de contaminação e se a progressão pode levar a uma segunda onda da pandemia. Esse inquérito epidemiológico servirá de subsídio para que o Governo do Distrito Federal decida pela adoção de novas medidas de enfrentamento ao contágio.

A aplicação dos testes faz parte do Plano Estratégico de Combate ao Coronavírus no Distrito Federal – Ações de Enfrentamento 2020-2021. A iniciativa foi apresentada nesta terça-feira (10) pelo secretário de Saúde, Osnei Okumoto, em coletiva de imprensa no Palácio do Buriti. O plano também prevê mudanças no atendimento aos pacientes com coronavírus na rede pública do DF.

Confira o anúncio no vídeo:

A Saúde priorizará o atendimento na rede de atenção primária, ou seja, nas unidades básicas de saúde (UBSs), e não mais nos hospitais de referência. As UBSs receberão os equipamentos dos hospitais de campanha que estão sendo desativados – como o do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, desmontado em outubro.

Circulação do vírus

Para fazer o inquérito epidemiológico no DF, a Saúde utilizará 10 mil testes rápidos do tipo IgG e IgM que foram doados, no fim de outubro, pelo Serviço Social do Comércio (Sesc) e pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF). Serão feitos 8,5 mil testes: 250 em cada uma das 33 regiões administrativas, em moradores escolhidos por sorteio; os 250 testes restantes servem como reserva de segurança para casos em que seja necessário repetir o exame.

“Vai ter segunda onda? Impossível dizer sem o inquérito epidemiológico, sem testagem em massa. Estamos saindo na frente, nos precavendo para dar melhores respostas se houver uma transmissão mais acentuada”Osnei Okumoto, secretário de Saúde

“O teste rápido que vamos usar avalia anticorpos tanto na fase aguda quanto na fase crônica da doença. Então, é um dado precioso para melhorar nosso inquérito epidemiológico e oferecer mais subsídios à análise”, explicou Osnei Okumoto.

A meta é fazer a pesquisa por amostragem em cerca de 30 dias, começando na segunda quinzena de novembro e terminando até 15 de dezembro. A Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde estima de 15 a 20 dias para os trabalhos de campo e mais dez dias para a análise dos dados.

Haverá uma equipe por região administrativa, com dois profissionais de saúde e um motorista. Os grupos vão atuar de forma simultânea, indo às casas sorteadas e, com o consentimento do morador, aplicando o teste.

“Entendemos que o planejamento é baseado em critérios científicos, o que traz uma segurança para a população de Brasília”Paulo Ricardo Silva, presidente do Iges-DF

O diretor de Vigilância Epidemiológica, Cássio Peterka, ressalta que o inquérito sorológico tem o objetivo de saber se as pessoas tiveram contato com o vírus e quantas ainda estão suscetíveis à doença. “Uma região com pouca circulação, por exemplo, poderá ter um olhar mais diferenciado e atento do sistema de vigilância, porque os casos poderão aumentar ali”, enfatizou.

Foco na atenção primária

Diferentemente do que ocorreu até agora no DF, em que o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) foi a unidade de referência para casos de Covid-19, a população será orientada a procurar as unidades básicas de saúde em caso de sintomas.

Nas UBSs, equipes atenderão por demanda espontânea, ou seja, sem agendamento. A depender da primeira consulta, o teste será efetuado. Em caso positivo para a doença, a pessoa ficará em sala isolada e receberá as devidas orientações.

A testagem em massa nessa fase será possível graças a 150 mil testes rápidos que o DF conseguiu com o Ministério da Saúde em novembro. Os dispositivos já estão à disposição e vão ser usados pela atenção primária, no atendimento inicial aos pacientes suspeitos. Além dos 150 mil testes, o Laboratório Central é reabastecido mensalmente com 18 mil kits.

Com esses testes o governo espera ter ações específicas em relação à probabilidade de uma segunda onda. “Vai ter segunda onda? Impossível dizer sem o inquérito epidemiológico e sem a testagem em massa. Estamos saindo na frente, nos precavendo para dar melhores respostas se houver uma transmissão mais acentuada”, ressaltou Okumoto.

599 equipesde saúde da família a postos contra o coronavírus no DF

No caso de quadros leves, os pacientes deverão voltar para casa e serão monitorados por telefone ou aplicativo de celular a cada 24 horas (se tiverem comorbidades) ou 48 horas. Caso seja necessário, um agente de saúde irá ao local para medir a saturação de oxigênio. Para isso, o governo conta com 600 aparelhos de oxímetro, um por equipe de saúde da família.

Se a saturação estiver maior que 94%, a pessoa será encaminhada ao hospital regional mais próximo de sua casa ou a uma unidade de pronto atendimento (UPA). “Todos os hospitais estarão preparados para atender pacientes de Covid. Não será preciso procurar uma unidade de referência”, esclarece o subsecretário de Atenção Integral à Saúde, Alexandre Garcia.

O subsecretário informa também que o DF tem 599 equipes de saúde da família, 498 delas completas, e o restante com ao menos um enfermeiro, um técnico de enfermagem ou um agente comunitário. “A quantidade de equipes permitirá que a população seja bem atendida em todas as regiões administrativas no combate à pandemia de Covid.”

Ainda segundo Alexandre Garcia, estudos mostraram que entre 80% e 85% dos infectados por coronavírus tiveram quadros leves ou foram assintomáticos, o que permite tal estratégica de atendimento com foco na atenção primária e no monitoramento domiciliar.

Protagonismo do Hospital de Base

O presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), Paulo Ricardo Silva, participou da apresentação do plano. “Entendemos que o planejamento é baseado em critérios científicos, o que traz uma segurança para a população de Brasília”, afirmou.

Paulo Ricardo destacou ainda que o Hospital de Base tem um protagonismo no processo de reabilitação dos pacientes que tiveram a doença. A unidade foi uma das cinco escolhidas, em todo o Brasil, para participar do projeto Reab pós Covid-19, parceria do Ministério da Saúde com o Hospital Sírio-Libanês.

Caiado pede voto para Pábio Mossoró em Valparaíso de Goiás

Em visita ao município de Valparaíso de Goiás, nesta terça-feira (10), o governador Ronaldo Caiado esteve na carreata e gravou vídeo em apoio total a candidatura de Pábio Mossoró (MDB) e a vice Zeli Fritsche. Juntos eles percorreram as ruas da cidade e Caiado pediu votos para a dupla.

A grande carreata começou no bairro Jardim Céu Azul, onde milhares de carros já esperavam pela chegada de Ronaldo Caiado e Pábio Mossoró. Caiado e Pábio foram recebidos aos gritos de “prefeito” e “governador” pela militância e moradores. Na rua, motoristas que passavam buzinavam em apoio ao candidato.

Em entrevista, Caiado falou da importância da comunidade da região. “Peço as pessoas que analisem o momento que vive Valparaíso. Tenho responsabilidades como governador de estado. Sei da carência do município que se estendeu por vários anos”, frisou ele.

Caiado comandou o grande evento ao lado do prefeito Pábio Mossoró e sua vice Zeli.  “ O que aprendi é que um governador pode muito, mas não pode tudo. Hoje precisamos do apoio das lideranças, sociedade, prefeito, Câmara dos vereadores, secretariado para que possamos avançar em nossos convênios, parcerias e trazermos qualidade de vida para as pessoas”, afirmou Caiado.

Segundo Caiado, ao analisar o trabalho realizado por Pábio Mossoró, que se propôs andar ao lado governador não teve dúvidas em apoiá-lo. “Ter um prefeito que anda com o governador em parceria na área de saúde, educação, segurança pública, programas sociais, casa verde e amarela e em total convênio com o presidente Bolsonaro é de suma importância”, declarou o governador.

Na reta final, Caiado pediu que a população pensasse o que é melhor para cidade. “Não estou aqui colocando minha posição partidária. Pelo contrário, estou colocando minha posição de governador de estado. Peço a vocês a chance de ter aqui em Valparaíso o Pábio e nossa vice Zeli e agradeço pela oportunidade”, concluiu o chefe de estado.

 

Fonte Portal Tudo OK Noticias (tudooknoticias.com.br)

Indústria goiana cresce 2,5% até setembro e fica em 1º lugar no país, segundo IBGE

Alavancada pelas ações do Governo de Goiás, indústria tem apresentado crescimento mês a mês em 2020 e, no acumulado dos últimos 12 meses, expandiu 3,4%, segundo pesquisa do IBGE

Índice é relativo ao acumulado do ano de 2020, comparado com igual período de 2019. Mesmo com pandemia, Goiás demonstra números cada vez mais robustos e positivos no setor industrial, que também ocupa o segundo lugar no acumulado dos últimos 12 meses, com 3,4%

A indústria de Goiás continua em expansão. É o que aponta a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta terça-feira (10/11): o setor industrial do Estado alcançou crescimento de 2,5% no último mês de setembro, ao ser considerado o período acumulado do ano de 2020 na comparação com o mesmo período de 2019.

Esse percentual coloca Goiás na primeira posição entre os Estados pesquisados pelo IBGE. Das 15 unidades federativas avaliadas, apenas três apresentaram resultados positivos – os outros dois são Rio de Janeiro (2,2%) e Pernambuco (1,8%). Considerado este mesmo período, o Brasil teve saldo negativo de -7,2%.

Além de driblar as dificuldades impostas pela pandemia da Covid-19 e continuar a se expandir, levando em consideração os números de 2019, a indústria goiana, alavancada pelas ações do Governo de Goiás, tem apresentado crescimento mês a mês em 2020. A pesquisa do IBGE ainda indicou que o setor cresceu 3,4% no acumulado dos últimos 12 meses, ficando na segundo posição nacional, só perdendo para o Rio de Janeiro, que teve crescimento de 3,6%. Nessa variação, o Brasil sofreu retração de 5,5% da sua indústria.

O governador Ronaldo Caiado ressalta que o Estado fez o dever de casa no combate à pandemia. “Goiás deu conta de fazer tudo: salvar vidas, com sua estrutura de saúde montada, e, hoje, os investimentos estão chegando, com maior número de abertura de empresas, aumento na produção industrial”, pontua. “É aquilo que eu havia dito no início do mês de março: assumimos medidas drásticas [como os decretos de quarentena e distanciamento social] e estamos colhendo resultados”, avalia.

O secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Adonídio Neto, disse que apesar das crises econômica e sanitária, Goiás segue com resultados positivos. Ele lembra que na próxima semana serão anunciadas novas empresas que vão se instalar em território goiano, num trabalho incessante de buscar novos investimentos, gerar emprego e renda, além de promover o crescimento da indústria. “Estamos focados e atentos às movimentações da economia no Brasil. Nosso trabalho de atração de empresas nacionais e estrangeiras mostra que estamos no caminho certo no fortalecimento da nossa indústria”, comemora o secretário.

Goiás acelerado

Na variação comparativa de setembro de 2020 com setembro de 2019, a indústria goiana também apresentou crescimento de 5,3%, o que coloca o Estado na sétima posição. Já na comparação de setembro com agosto de 2020, o crescimento foi de 0,4%.

Goiás vem galgando espaços de destaque da sua indústria mês a mês. Em agosto, por exemplo, o crescimento foi de 1,8% no acumulado de 2020 comparado com o mesmo período de 2019, o que levou Goiás a ocupar a segunda posição nacional naquele momento. Também de acordo com o IBGE, o crescimento da indústria no Estado foi de 2,8 no acumulado de janeiro a agosto, o que à época deu a Goiás a segunda posição.