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Presidente Bolsonaro entrega títulos de propriedade rural para famílias em Goiás

Presidente da República, Jair Bolsonaro durante chegada em Flores do Goiás,para cerimônia de Entrega de Títulos de Propriedade Rural

Foi entregue 3.305 títulos para asssentados em Flores de Goiás

O presidente Jair Bolsonaro participou hoje (18) da cerimônia de entrega de 3.305 títulos de propriedade rural para assentados da reforma agrária, em Flores de Goiás (GO). A cerimônia aconteceu no Projeto de Assentamento Bom Sucesso, com a presença da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, do ministro das Comunicações, Fabio Faria, e outras autoridades.

“Meus pais viveram por 30 anos de aluguel, é algo parecido com que o vocês viviam aqui. Trabalhavam, labutavam e não tinham certeza que esse pedaço de terra era seu ou dos seus filhos. Não existe satisfação maior para um pai e para uma mãe do que o momento parecido como esse, sabendo que o suor do seu rosto, o seu trabalho, vai ser revertido para aqueles que o sucederem aqui na terra”, disse Bolsonaro.

De acordo com a ministra Tereza Cristina, foram entregues 1.480 títulos definitivos e 1.825 concessões temporárias. A medida vai beneficiar famílias residentes em 57 assentamentos localizados em 31 municípios de Goiás e no entorno do Distrito Federal.

Os agricultores também receberão assistência técnica e acesso a crédito. Além disso, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Geraldo Melo Filho, assinaram ordem de serviço para obras de recuperação das estradas vicinais de acesso e internas em assentamentos em Flores de Goiás e em São João D’ Aliança, também em Goiás. O investimento federal é de R$ 2,8 milhões.

O ministro Fábio Faria anunciou ainda a instalação de uma antena do programa Wi-Fi na Praça no assentamento Bom Sucesso. O programa do Ministério da Comunicações oferece internet gratuita em locais públicos.

Deputados distritais aprovam PL que regulariza milhares de terras rurais

A proposta altera a legislação vigente para incluir novos modelos de normalização

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou por unanimidade, em 2º turno, na noite desta terça-feira (17), o Projeto de Lei (PL) do GDF 1.454/2020, que possibilitará a regularização de mais de 5 mil ocupações de natureza rural no DF.

O texto, elaborado elaborada pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) em conjunto com a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) segue para sanção do governador Ibaneis Rocha.

A proposta altera a legislação vigente para incluir novos modelos de regularização. Um deles resolve o antigo problema das ocupações em terras desapropriadas em comum, quando não há definição precisa de quais são parcelas públicas ou particulares. Cerca de 9% do território do DF encontram-se nesse impasse jurídico.

Para o diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap, Leonardo Mundim, “esta é seguramente a maior e mais arrojada regularização rural da história do Distrito Federal”.

O texto aprovado pela Câmara nesta terça-feira prevê que poderá ser assinada concessão de uso com a Terracap, com aprovação prévia da Seagri, mediante inserção da chamada cláusula de ressalva de propriedade.  Ou seja, o concessionário não abrirá mão de pleitear sua quota de propriedade, quando da futura divisão judicial ou extrajudicial da fazenda entre os diversos donos registrais.

Os terrenos com características rurais inseridas em zona urbana também serão solucionadas. A legislação estava incompleta sobre tal situação. Apesar da inclusão formal em zona urbana feita pelo Plano de Diretor de Ordenamento Territorial do Distrito Federal (PDOT), a área continua sendo utilizada para atividades rurais ou ambientais.

A futura lei prevê a possibilidade de formalizar contratos específicos para que a ocupação seja legalizada. E em razão do foco na utilização rural, a ser certificada pela Seagri. A retribuição desse tipo de gleba terá isonomia com o preço de concessão da macrozona rural, ou seja, será baseada na tabela de preços mínimos expedida pelo Incra.

As atividades de apoio à população rural, de suma importância para quem vive e produz no campo, e que atualmente se encontram em situação de insegurança jurídica, também são contempladas no texto aprovado.

Igrejas, mercados, associações de produtores rurais, usinas de produção de energia e de beneficiamento da produção, entre muitas outras previstas numa extensa lista de um decreto federal de 1968, poderão ser regularizadas mediante contrato de concessão de uso com a Terracap, desde que comprovem a ocupação anterior a 22/12/2016.

O marco regulatório, aliás, também é uma novidade no texto que segue para sanção, para que mais produtores possam ter a oportunidade de pleitear a regularização e obter a necessária segurança jurídica para investir e gerar riqueza e empregos na área rural.

Além disso, o projeto reabre e revigora o Pró-Rural, programa de incentivo econômico criado no Governo Roriz pela Lei nº 2.499/1999, e aloca recursos para a Terracap e a Seagri realizarem o acertamento fundiário e registral de todas as terras públicas rurais do Distrito Federal. A falta de acertamento fundiário e registral é o maior entrave para a política de alienação das terras públicas aos legítimos ocupantes, e agora começa a sua solução.

“O texto do PL foi construído a várias mãos e o setor da agricultura e pecuária não só foi ouvido, como teve suas sugestões acatadas. Aprovadas as alterações, há de ser um marco histórico na regularização rural do DF”, diz o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Distrito Federal (Fape-DF), Fernando César Ribeiro.

Licitação pública

O PL aprovado também aumenta as possibilidades de licitação pública de concessão de uso na área rural, um modelo que nunca chegou a ser praticado nos 47 anos de existência da Terracap.

Pelo novo sistema, grandes empreendimentos poderão se instalar, com a merecida segurança jurídica, em glebas da macrozona rural do Distrito Federal, pagando um preço público anual, à Terracap, pela concessão de uso da área.

Delmasso pede à ANEEL informações sobre a capacidade do sistema elétrico que abastece a capital

Após caso ocorrido no Amapá, os brasilienses ficaram preocupados

Na última terça-feira (13) o vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos-DF), solicitou ao diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), informações sobre a capacidade do sistema elétrico do Distrito Federal. Através do ofício nº 374/2020, o parlamentar questionou se existe a possibilidade de acontecer um apagão no DF.

Nominal ao diretor-geral da ANEEL, André Pepitone da Nóbrega, o distrital perguntou como está o abastecimento de energia do DF. “É de conhecimento público e notório o ocorrido no estado do Amapá, o apagão provocado por um incêndio que aconteceu numa subestação de energia elétrica, responsável por distribuir quase 90% de eletricidade do estado”, diz trecho do ofício.

Segundo Delmasso, motivado por este fato que ocorreu no Amapá, e ainda imbuído do dever outorgado pela Constituição Federal de representar a população do Distrito Federal, é que ele solicitou as informações acerca da atual capacidade do sistema elétrico que abastece a capital, bem como se existe a possibilidade de acontecer um apagão.

GDF suspende festas de fim de ano e carnaval

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Em decreto, Executivo local cancela comemorações públicas. Shoppings estão liberados para funcionar em horário de alvará

Passados mais de oito meses desde a chegada da pandemia do novo coronavírus, o Governo do Distrito Federal segue colocando em práticas medidas com o objetivo de evitar aglomerações e uma consequente onda de contaminação na população. Nesta quarta-feira (18), foi publicado no Diário Oficial do DF decreto do governador Ibaneis Rocha, que cancela todas as comemorações públicas voltadas às festas de fim de ano e o carnaval.

O novo texto, no entanto, reforça a permissão de realização de atividades coletivas culturais em estacionamentos: “desde que as pessoas permaneçam dentro de seus veículos, devendo ser observada a distância mínima de dois metros entre cada veículo estacionado”.

Também estão permitidas atividades de audiovisual, voltadas à captação de imagens de espaços públicos. A exigência, neste caso, é atender aos protocolos de segurança gerais como o uso de máscaras, álcool gel, aferição de temperatura e a garantia do distanciamento entre as pessoas.

Outro destaque do texto é a autorização para que shopping centers possam abrir suas portas conforme o horário estabelecido em alvará. Com isto, o funcionamento dos estabelecimentos pode ser ampliado. A medida vem como apoio do governo ao comércio para as vendas do fim de ano.

Hran se prepara para reabrir atendimento ao público geral

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Nos próximos dias, os pacientes poderão buscar atendimento no Hran nas especialidades de pediatria, cirurgia geral, obstetrícia e cirurgia plástica, com exceção da clínica médica | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde

Nos próximos dias, 20 leitos de UTI Covid-19 serão liberados para o atendimento a outras patologias

O Hospital Regional da Asa Norte está se preparando para voltar ao atendimento geral da população. Nos próximos dias serão desmobilizados 20 leitos da Unidade de Tratamento Intensivo Covid-19 e, também, leitos de enfermaria, sendo mantidos para a doença apenas os leitos de enfermaria do 7º andar e do térreo. Os pacientes com suspeita de coronavírus poderão buscar atendimento nas Unidades Básicas de Saúde e, nos casos mais graves, nos prontos-socorros da rede.

A conversão dos leitos está prevista para acontecer em uma semana, sendo que nesse período é aguardada a alta médica dos pacientes internados e, caso não recebam a liberação até o final do prazo, esses doentes vão ser transferidos para outros hospitais. Após todas as transferências, será feita a higienização do espaço, o que costuma levar, em média, 24 horas.

“O Plano de Desmobilização leva em conta três dados que é a taxa de ocupação – que a sala de situação mostra que está próxima de 50%, ou seja, dá margem para a gente desocupar e atender outra parcela da população -, taxa de transmissibilidade, que está menor do que 1.0,  e leva em consideração a taxa de óbitos com a variável a cada sete dias, o que está em manutenção”, esclarece o secretário adjunto de Gestão, Petrus Sanchez.

Pelo plano da Secretaria da Saúde, apresentado em entrevista coletiva no início de outubro, a desmobilização dos leitos do Hran deveria acontecer depois do Hospital de Base. Sanches informou que a estratégia foi repensada para que a unidade da Asa Norte volte a atender o público em geral já na próxima semana.

O gestor ainda ressaltou que há leitos para os pacientes com Sars-CoV-2 suficientes na rede para o atendimento. “Os leitos de enfermaria Covid ficarão concentrados no acoplado de Ceilândia, com 62 leitos, no 7º andar do Hran, com 38 leitos, mais uma possível oferta na ala Covid do térreo do Hran, mais os cinco leitos do Hospital Universitário de Brasília e 20 leitos no Hospital de Campanha da Polícia Militar”, reforça Sanchez.

Para os pacientes mais graves, que necessitam de tratamento intensivo ou ventilação mecânica, ainda estão disponíveis 80 leitos no Hospital de Campanha da PM, 46 no Hospital de Base, Hospital Regional de Santa Maria, Hospital da Criança de Brasília, mais leitos no HUB e outros contratados da rede privada.

Volta dos atendimentos

Nos próximos dias, os pacientes poderão buscar atendimento no Hran nas especialidades de pediatria, cirurgia geral, obstetrícia e cirurgia plástica, com exceção da clínica médica. Também os leitos de UTI serão gradativamente ocupados por doentes de outras enfermidades, com o encaminhamento do complexo regulador.

*Com informações da Agência Saúde

ARTIGO | Reforma tributária: Quais são os seus benefícios e possíveis problemas?

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Gustavo Vaz, especialista em investimentos na Atrio Investimentos
O ano de 2019 foi marcado por importantes mudanças econômicas e estruturais. Dentre as de maior peso está a aprovação da reforma previdenciária, que há muitos anos já se fazia necessária para suavizar os impactos fiscais causados pelo sistema de repartição. Esta primeira reforma foi a porta de entrada para novas propostas ainda mais relevantes, como a de reestruturação tributária.

No ano passado, também foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a Proposta de Emenda Constitucional 45. Com o intuito de simplificar a tributação de impostos, o projeto propõe a unificação do PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS em um único imposto intitulado de IBS – Imposto sobre Bens e Serviços. Este tributo incidirá sobre o valor agregado de maneira uniforme, sem cumulatividade. Para o melhor entendimento sobre como funciona este imposto é necessário explicar o que é “valor agregado”. Este termo é equivalente ao resultado de todas as receitas obtidas a partir das vendas de algum bem ou serviço, que por sua vez, é subtraído dos gastos para o fornecimento do mesmo, exceto as despesas salariais, juros e impostos. Ou seja, o “valor agregado” também pode ser visto como o lucro das empresas, acrescido do imposto de renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), juros e despesas salariais.

Um estudo promovido pelo The World Bank – Banco Mundial – em 2020, intitulado “Doing Business” ou “Realizando Negócios”, analisou e ranqueou 190 países de acordo com a facilidade de realização de negócios em seus territórios. O relatório avaliou todo o processo empresarial, desde o tempo necessário para abrir uma empresa e contratar mão de obra, até o nível de segurança jurídica dos contratos firmados em tais países. De modo geral, o Brasil encontra-se na posição 124, atrás de países como o Senegal, Zâmbia e México. Uma das grandes razões para uma colocação tão baixa é a burocracia sobre os impostos.

O Brasil recebeu a nota zero referente ao tempo para a quitação de impostos, pois por aqui são gastas cerca de 1500 horas no ano para completar o ciclo de pagamentos. Enquanto países de alta renda pertencentes a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) gastam em média somente 150 horas por ano. A média dos países da América Latina é de mais ou menos 310 horas no ano. Este em conjunto com outros fatores, como o alto percentual dos impostos pagos, compõem as razões pelas quais o Brasil se encontra na posição 184 do ranking no quesito “Paying Taxes” – Pagamento de Impostos.

Este estudo apenas comprova a grande importância da reforma tributária. Apenas a simplificação dos tributos em somente um, já facilitaria o processo administrativo de controle de despesas tributárias de qualquer empresa. Assim, as mesmas poderiam focar diretamente em seus negócios, voltando os seus recursos e esforços para o crescimento de seus empreendimentos.

Um dos grandes benefícios desta reforma é a sua contribuição para o aumento da eficiência de empresas, diminuindo custos operacionais que minimizam as margens de lucro. A simplificação viabilizada por esta proposta, de acordo com Bernard Appy – um dos principais economistas envolvidos no projeto –, também tem como objetivo trazer melhor segurança jurídica aos empresários, o que evitará casos de fragmentação tributária. Esse tipo de situação se configura quando bens são tributados pelo ICMS no âmbito estadual, mas também no municipal por meio do ISS, causando conflitos entre o governo e o contribuinte. Outro benefício trazido pela reforma é a extinção da diferenciação de alíquotas tributárias, que geralmente causa disputas de alocação de capital e faz com que o empresário, muitas vezes, prefira estar em um contexto que lhe proporcione um melhor benefício fiscal do que o melhor lugar para uma eficiência operacional.

Algumas críticas à reforma, é claro que sempre existirão, pois ao se falar em impostos, também estamos falando do dinheiro que sairá dos bolsos dos cidadãos. Como muito bem explicado pelo assessor especial da Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais, Victor Cezarini, em seu artigo “O grande problema do IVA brasileiro”, a reforma tributária é um grande avanço, mas possui algumas ressalvas técnicas. O Brasil possui uma das maiores alíquotas efetivas de imposto de renda para corporações junto a altos encargos sobre a folha salarial. Ainda, segundo a Tax Foundation, o nosso país ocupa o 16º lugar do ranking do estudo “Corporate Tax Rates Around the World”. E como o “valor agregado” inclui tanto o imposto de renda quanto as despesas salariais, a base de cálculo do novo IBS seria inflada se comparada ao resto dos competidores internacionais. Isto prejudicaria a produção interna em relação ao que vem de fora, uma vez que o custo tributário interno será mais alto.

Este problema, no entanto, não diminui a qualidade da reforma, mas trás à tona outras discussões, como a possível inclusão do IR corporativo e da CSLL no IBS e a diminuição dessas alíquotas. Mas, isso já é outro assunto, uma vez que está diretamente vinculado a uma reforma administrativa do estado brasileiro. Este que também é o centro de custos.

Falar de imposto é bastante complicado, envolve bastante conhecimento de áreas diferentes e possui grandes consequências no longo prazo. Aumentar impostos é algo simples, mas diminuir ou reestruturar é uma tarefa árdua. A reforma tributária, sem sombra de dúvidas, é uma das mais importantes para o desenvolvimento do país. O sistema brasileiro é confuso, moroso e atrapalha muito a livre iniciativa de criar novas soluções. Com esta reforma, poderemos dar o primeiro passo para um patamar acima no mercado mundial, o que facilitará o desenvolvimento de novas empresas, aumentará o grau de emprego, trará concorrência para o mercado, e assim, elevará a renda e a qualidade de bens e serviços.

Brasília recebe a primeira edição do Moving 360, evento que vai reunir celebridades e grandes marcas

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O evento idealizado pela Eleva Produção e Grupo Astronautas contará com a participação de músicos, celebridades e atletas, em uma partida de futebol amistoso; o lançamento oficial do evento para imprensa e convidados será nesta quinta (19), na Arena do Estádio Nacional

 A Eleva Produção e Grupo Astronautas recebem dia 19 de novembro, às 19h, imprensa e convidados para o lançamento oficial do projeto Moving 360. O evento oficial está previsto para acontecer no dia 22 de maio de 2021, no Estádio Nacional de Brasília, com transmissão via live para todo o país. A ideia é reunir celebridades, atletas de vários segmentos e cantores da música brasileira para um evento 360º, com o objetivo de gerar experiência em esporte, cultura e meio ambiente, para o público de grandes empresas. Além da ativação das marcas, o projeto contribuirá com a responsabilidade social e ambiental das empresas.

 Durante o lançamento da campanha, que acontecerá no Estádio Nacional de Brasília, será apresentada toda a estrutura e proposta do mega evento, que inclui uma partida de futebol amistoso e apresentações artísticas, com transmissão via live para todo o Brasil. A partida deverá contar com a participação de 40 celebridades, entre elas cantores nacionais e artistas de vários segmentos como youtubersgamers, atores, celebridades da música eletrónica e grandes esportistas, como o skatista Bob Burnquist. “A ideia é alcançar o maior número de pessoas, via live, com tantas celebridades e marcas envolvidas”, afirma Andreia Arantes, uma das organizadoras do evento.

 A arrecadação de doações durante o evento serão repassadas para as instituições que enfrentam dificuldades trazidas pela pandemia do Covid-19. No ambiental, o evento Moving 360 pretende estimular a sociedade a participar da maior arrecadação de resíduo eletrônico (lixo eletrônico). “Será feita uma triagem de todo resíduo eletrônico descartado e, aqueles que puderem ser recondicionados, serão doados para as crianças das escolas públicas, adianta Frederico Paiva, sócio-diretor do Grupo Astronautas.

 A escolha das instituições acontecerá via edital, e cada convidado vai escolher aquela que irá apoiar. “Pensamos no Moving 360 como um evento de grande impacto de entretenimento em Brasília, que unisse interação com o público e grandes marcas, e onde os artistas e atletas participantes poderão interagir, levantando a bandeira de dois temas importantes, o social e ambiental”, explica Allan Lucena, coordenador artístico e um dos idealizadores do evento.

 O evento de lançamento do projeto acontece com a realização das empresas Eleva Produção e Grupo Astronautas e um número limitado de convidados, respeitando todos os protocolos de distanciamento contra o coronavírus, para garantir a segurança de todos.

Ekoá estrutura o maior evento de inovação da América Latina

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Começou segunda-feira (16) e vai até o dia quinta-feira (19) a Semana de Inovação 2020, promovida pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap) para fomentar a criatividade na administração pública federal. São esperados mais de 20.000 mil participantes do país inteiro e, além disso, o conteúdo apresentado ficará disponível por vários meses na plataforma digital.

Para viabilizar o projeto, a Enap contou com o trabalho da Ekoá empresa brasiliense especializada em soluções de eventos digitais, que criou, exclusivamente para o seu cliente uma cidade virtual da inovação, com uma programação repleta com o que há de mais novo em termos de tecnologia e inovação no Brasil e no mundo.

Ao todo, 400 palestrantes renomados estarão presentes, como Beth Noveck, Tim O’Reilly, June Arunga, Paul Collier, Ngaire Woods, Caetano Penna, David Friedman, Jared Diamond e Jorge Drexler. Para participar, basta fazer inscrição gratuita pelo site oficial do evento (https://semanadeinovacao2020.gamifica.ai/).

Realizado pela plataforma virtual de (re)imaginação de futuros, conhecida como Entrelugar, o evento cumpre o papel de transformar a administração pública em competência, conhecimento, inovação, atitude, resultado e valor.

Além dos conteúdos, também será oferecido elementos de jogos – com premiações – para tornar a experiência mais completa, interessante e inovadora. O game mistura elementos lúdicos com a experiência dos usuários no meio digital.

“A escola nasceu com a promessa de transformar a cultura e o modelo mental de cada agente público, formando e desenvolvendo pessoas capazes de inovar, alcançar resultados e servir à sociedade”, afirma João Sigora, um dos organizadores do evento.

Para Monclair Cammarota, CEO da Ekoá, o evento totalmente digital evidencia que soluções cada vez mais inovadoras estão disponíveis no mercado, o que descontrói a ideia de que o formato antigo de eventos tende a voltar, depois da pandemia. Estamos felizes com o resultado e acreditamos que o público também”, afirma.

Junto com os organizadores do evento, a Ekoá trouxe uma narrativa para colocar os participantes como protagonistas desse experimento de inovação. Segundo Cammarota, a proposta é criar uma delegação de inovadores, com a missão de cocriar novas possibilidades de mundo.

Mais informações pelo portal: gov.br/enap/semanadeinovacao.

Vicente Pires ganhará terceira ponte em dois anos

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Ponte vai conectar as Ruas 01 (foto) e 3B da região. O monumento terá 180 metros de extensão e 13,8 metros de largura | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Monumento vai ligar as Ruas 01 e 03B. Investimento é de R$ 5,8 milhões e obra vai gerar 120 empregos

O GDF contratou a empresa AJL Engenharia e Construções Eirelli, responsável pela construção de nova ponte no Setor Habitacional Vicente Pires para conectar as Ruas 01 e 3B. O monumento terá 180 metros de extensão e 13,8 metros de largura. O investimento é de R$ 5.810.876,39 e a previsão é de que as obras sejam iniciadas nos próximos dias.

“O próximo passo é a emissão da Ordem de Serviço que autoriza o início imediato das obras. Após iniciadas, a empresa contratada terá nove meses para concluir os serviços”, explica Ricardo Terenzi, subsecretário de Fiscalização e Acompanhamento de Obras do GDF.

Trânsito

Esta é a terceira ponte que está sendo construída, em dois anos, em Vicente Pires. Além dela, está em fase final de construção uma ponte que vai ligar a Rua 04 à Avenida da Misericórdia. Recentemente, o Departamento de Estradas e Rodagem (DER-DF) concluiu o tabuleiro (área por onde circulam os carros) da ponte sobre o Córrego Vicente Pires, que liga a Rua 03 à via do Jóquei. No momento, o DER executa, com apoio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), o encabeçamento.

“Essas três obras são muito aguardadas pela população de Vicente Pires. Quando concluídas, essas pontes vão melhorar consideravelmente o trânsito, uma vez que vão acabar com aquelas voltas enormes que os motoristas precisam dar para chegar a alguns locais. Estamos satisfeitos em conseguir atender a esses pleitos”, pontua o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

Ministério melhora previsão de queda da economia

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Fachada do Ministério da economia na Esplanada dos Ministérios

Previsão de recuo do PIB passou de 4,7% em setembro para 4,5%

O Ministério da Economia espera por uma queda menor na economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 4,7% em setembro para os atuais 4,5%, segundo o boletim MacroFiscal, divulgado hoje (17) pela Secretaria de Política Econômica, em Brasília. Para 2021, a previsão foi mantida em 3,2%.

“Conforme destacado no último boletim, a forte recuperação da indústria e varejo foram confirmadas. As pesquisas mensais do IBGE para estes setores mostraram que o crescimento no terceiro trimestre de 2020 superou a taxa de 20%, apontando que a indústria e o varejo ampliado recuperaram os níveis do começo do ano. O setor de serviços também apresentou bom desempenho após a forte retração no segundo trimestre de 2020, no entanto, vale destacar que a produção dos serviços está bem aquém ao nível de fevereiro deste ano”, disse o governo.

Inflação

A projeção de taxa de inflação – medida por meio da variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – para 2020 é de 3,13%. Em setembro, a previsão estava em 1,83%. “Novamente, o principal responsável pela elevação da projeção é o preço dos alimentos. A evolução do IPCA [a inflação oficial do país] ao longo do ano mostra que a taxa acumulada em 12 meses do grupo Alimentação no Domicílio, após atingir um valor mínimo de 5,06% em março, acelerou até alcançar 18,41% em outubro (último dado disponível).

Contudo, o comportamento das demais categorias de produtos continua contribuindo de forma a manter a variação do índice geral dentro do intervalo de tolerância [da meta de inflação para este ano]”, disse.

Atualmente, a meta de inflação é de 4% ao ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.