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Atos oficiais do DF já estão acessíveis para pesquisa on-line

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Antônio de Pádua Canavieira, subsecretário de Tecnologia da Informação da Casa Civil / Foto: Agência Brasília

Todas as edições do veículo, criado em 1967, estão disponíveis para consulta. Novas ferramentas tecnológicas auxiliam ainda na economia de R$ 2 mi

O passado agora é coisa do futuro. Pelo menos no que diz respeito a um dos documentos mais importantes do dia a dia da capital brasileira: o Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Criado em 13 de fevereiro de 1967, a publicação passa a ter seu acervo totalmente digitalizado e pesquisável.

Agora, todas as edições estão disponíveis na plataforma do DODF-e, desde a criação do jornal até os dias atuais. Essa é mais uma etapa na evolução tecnológica do veículo que gera desde 2020 uma economia de R$ 2 milhões  com a autonomia na produção dos jornais oficiais, fruto de parceria entre as subsecretarias de Tecnologia da Informação e de Atos Oficiais da Casa Civil.

 

“Até semana passada, o banco de dados desses arquivos era limitado a publicações posteriores a 2001. Agora, conseguimos resgatar todos os jornais publicados”Raiana do Egito Moura, subsecretária de Atos Oficiais da Casa Civil

 

“Até semana passada, o banco de dados desses arquivos era limitado a publicações posteriores a 2001. Agora, conseguimos resgatar todos os jornais publicados”, destaca Raiana do Egito Moura, subsecretária de Atos Oficiais da Casa Civil.

Trata-se de mais facilidade para pesquisar a história dos atos oficiais da capital da República à disposição da sociedade. A plataforma já é acessada diariamente por cerca de 1,5 mil pessoas, ou seja, em torno de 33 mil usuários por mês.

Era eletrônica

Foi uma vitória conquistada em etapas. A partir de outubro de 2001, os exemplares do DODF passaram a ser digitalizados, coexistindo por 15 anos com o formato físico. A diagramação e a publicação eram realizadas pela Imprensa Nacional. Em 2015, criou-se a primeira ferramenta de “busca”, possibilitando a pesquisa textual no conteúdo do jornal.

Em 2016, uma parceria firmada entre o GDF e a Imprensa Nacional extinguiu a impressão física do DODF, disponibilizando o documento, exclusivamente, em formato eletrônico. Em 2020, o GDF trouxe para a Casa Civil toda a gestão do documento.

“Além de transparência aos usuários, trouxemos uma economia muito grande para o governo”, ressalta pondera Raiana.

Desde maio de 2020, o GDF, por meio de uma plataforma desenvolvida e mantida pela Subsecretaria de Tecnologia da Informação, tem autonomia na produção dos jornais oficiais. O trabalho de construção e armazenamento do novo sistema próprio revolucionou o processo de edição e diagramação dos exemplares.

“Trata-se de uma mudança de paradigma de 50 anos de papel. O desafio foi converter todos esses diários ao formato digital, de maneira que os arquivos fossem pesquisáveis. Agora, todos os DODFs estão à disposição da sociedade”, enfatiza o subsecretário de Tecnologia da Informação da Casa Civil, Antônio de Pádua Canavieira.

Tecnologia e transparência

Um dos atrativos da ferramenta, disponibilizada no portal https://www.dodf.df.gov.br, é a facilidade de pesquisa. Pode ser feita de duas maneiras. Por meio do motor de busca, usando palavras-chaves. Ou optando pela pesquisa avançada, ao acionar a barra localizada no canto direito da página, que dá opção de procurar por datas, seções, edições extras e especiais.

Um terceiro caminho é acessar o link, “Edições Anteriores”, que conduzirá o usuário para as 51 pastas com todos os arquivos digitalizados em formato PDF. “As informações estão indexadas por assunto, ou seja, por índices, permitindo que o usuário trabalhe os dados com mais facilidade”, observa o subsecretário de Tecnologia .

Antes dessa revolução digital, o pesquisador interessado em se debruçar sobre qualquer informação das edições antigas do DODF tinha que recorrer ao acervo da Biblioteca Cyro dos Anjos, do Tribunal de Contas do DF, então guardião das cópias físicas do documento desde suas primeiras edições. O material, que também foi digitalizado pelo TCDF, poderia ser acessado no site do Sistema Integrado de Normas Jurídicas do DF.

Acesso à história

Historiador do Arquivo Público do Distrito Federal há quase 20 anos, o servidor Elias Manoel da Silva destaca que facilitar o acesso ao DODF é uma forma de alcançar importantes informações históricas sobre o DF.

O pesquisador fala com conhecimento de causa. Morador de Planaltina, ele buscou e encontrou, nas primeiras edições do DO, detalhes preciosos sobre a criação e consolidação de comunidades remotas, entre elas a Vila Buritis, um dos principais bairros da Região Administrativa, onde vive há mais de duas décadas.

“Como historiador, devo dizer que acho a iniciativa fundamental por facilitar o acesso às informações, tanto de caráter probatório, como históricas, veiculadas ali”, avalia. “Nas primeiras décadas, o DODF tinha um formato bastante similar aos jornais de circulação de hoje, trazendo reportagens sobre fatos da ciência, cultura e política, abordando esses aspectos em nível regional, nacional e internacional”, conta.

Vacinação em Brasilândia

As edições pioneiras do DODF traziam fotos com registros de reuniões de governo, atrações culturais, eventos sociais, visitas de autoridades nacionais e internacionais, além de ações comunitárias. Numa delas, na edição do DODF de 18 de março de 1969, um dos destaques, é a foto de uma equipe de Coordenação de Saúde Pública vacinando crianças contra doenças como tuberculose, paralisia infantil, tétano, varíola, coqueluche e difteria, em Brasilândia, escrito exatamente dessa forma, numa provável referência à Região Administrativa de Brazlândia.

A primeira edição do DODF foi publicada numa data especial, no dia 25 de dezembro de 1967, durante a administração do engenheiro Wadjô da Costa Gomide. Na capa daquela histórica publicação de estreia, o destaque era uma mensagem de Natal do governo para a população da nova capital. O documento relatava ainda a formação de nova turma de advogados da Universidade de Brasília (UnB), uma encenação do nascimento do menino Jesus no Plano Piloto, com participação de animais do zoológico da cidade e, claro, a notícia da criação do DODF. “Um jornal que surge”, alardeava o título da pequena matéria.

Bisavô da Lei de Acesso à Informação

O Diário Oficial da capital nasceu com a finalidade de promover as publicações de todos os atos oficiais do Governo do Distrito Federal. Amparado pelo artigo 37 da Constituição Federal de 1988, o documento é uma espécie de bisavô da Lei de Acesso à Informação (LAI), só que com casaca, cartola e monóculos.

Até chegar à nomenclatura atual, a publicação foi intitulada como Diário Oficial da Prefeitura do Distrito Federal, Boletim Noticiário do Distrito Federal, Informativo da Prefeitura do Distrito Federal e Boletim de Serviço. Entre 1961 e 1962, ocupou as últimas páginas do Diário Oficial da União. Atualmente, o órgão responsável pela produção do periódico é a Subsecretaria de Atos Oficiais, da Casa Civil, que fica no Palácio do Buriti.

Distrito Federal assume o primeiro lugar no ranking nacional de vacinação contra covid-19

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Idosos com 80 anos ou mais estão entre os grupos prioritários de vacinação | Foto: Vinícius de Melo/Agência Brasília

Nesta segunda-feira (8), Secretaria de Saúde inicia aplicação da segunda dose da CoronaVac

O Distrito Federal ocupa o primeiro lugar no ranking de vacinação contra a Covid-19 no País. Até sexta-feira (5), 3,2% da população já tinha sido vacinada, um total de 97.793 pessoas contempladas com a primeira dose do imunizante. A Secretaria de Saúde começou a vacinação no DF no dia 19 de janeiro e, a partir desta segunda-feira, inicia a aplicação da segunda dose.

O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, lembra a importância das pessoas ficarem atentas para a data da segunda dose da vacina, assinalada no cartão de vacinação. “O início de mais essa etapa significa um passo importante na busca pela imunização. Os profissionais de saúde da rede pública estão de parabéns por todo empenho e dedicação num momento tão difícil que estamos vivendo no combate à pandemia. Também agradecemos todo o apoio do governador Ibaneis”, acrescentou Okumoto.

O início de mais essa etapa significa um passo importante na busca pela imunização. Os profissionais de saúde da rede pública estão de parabéns por todo empenho e dedicação num momento tão difícil que estamos vivendo no combate à pandemia. Também agradecemos todo o apoio do governador IbaneisOsnei Okumoto, secretário de Saúde

Também na sexta-feira, a Secretaria de Saúde divulgou os dados consolidados por público vacinado até quinta-feira (4). Foram 53.973 trabalhadores da saúde, das redes pública e privada (serviço hospitalar), 37.704 idosos acima de 80 anos, 1.701 pacientes e cuidadores do Núcleo Regional de Atendimento Domiciliar (Nrad), 109 deficientes institucionalizados e 95 indígenas vacinados. Totalizando 93.582 pessoas.

A Secretaria de Saúde esclarece que, de acordo com o cronograma, a segunda aplicação pode ser realizada de 14 a 28 dias, contados a partir da aplicação da dose 1. A CoronaVac é produzida pelo Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. A segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca começará a ser aplicada em meados do mês de abril.

Prioritário

Idosos com 80 anos ou mais; todos os profissionais da ativa na rede pública de saúde; profissionais dos hospitais privados; idosos a partir de 60 anos que vivem em Instituições de Longa Permanência e pessoas com deficiência que vivem em unidades de acolhimento e os cuidadores que atuam nessas instituições; povos indígenas que vivem em terras indígenas; pacientes internados em Home Care (SAD-AC – pacientes de alta complexidade, internados em casa, que são assistidos com suporte de ventilação mecânica), pacientes internados no Núcleo Regional de Atendimento Domiciliar (AD2 e AD3 – pacientes internados em casa e acompanhados pelas equipes do Nrad da Secretaria de Saúde); e trabalhadores dos serviços de Atenção Pré-Hospitalar (APH): Resgatistas do Corpo de Bombeiros Militar e outras instituições privadas que prestam APH.

Drive-Thru

As unidades de drive-thru localizadas no Pontão, Iguatemi Shopping, Unieuro (Águas Claras) e Parque da Cidade serão provisoriamente desativadas. A reativação deve acontecer quando os idosos começarem a receber a segunda dose do imunizante.

Permanecem em funcionamento aqueles drives instalados nas Unidades Básicas de Saúde.

“Esperança de atingirmos a faixa etária com maior risco de complicações e letalidade”, diz Caiado ao receber 4º lote de vacinas, que vai imunizar pessoas com mais de 85 anos

Governador Ronaldo Caiado e secretário Estadual de Saúde, Ismael Alexandrino, recebem quarta remessa de vacinas contra a Covid-19: imunizante será aplicado prioritariamente em idosos acima de 85 anos já a partir desta segunda-feira (08/02)

Novo lote com 77,8 mil doses é do imunizante da Coronavac e será distribuído nesta segunda-feira (08). Postos de vacinação nos 246 municípios goianos estão disponíveis no site da Secretaria Estadual de Saúde.

O governador Ronaldo Caiado, acompanhado pelo secretário Estadual de Saúde, Ismael Alexandrino, recebeu neste domingo (07/02), a quarta remessa de vacinas contra a Covid-19, enviadas pelo Ministério da Saúde. São 77,8 mil novas doses da Coronavac, produzidas pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, que vieram em um voo comercial. “Isto nos traz uma esperança enorme de atingir exatamente a faixa etária que tem o maior risco de complicações e o maior percentual de letalidade”, disse o governador, explicando que terão prioridade, inicialmente, idosos de 90 anos acima e depois 85 anos acima.

“Graças a Deus. Era o lote que eu mais esperava para atender essas pessoas que estão aflitas em casa, ansiosas e esperando uma perspectiva maior de ter a alegria de poder continuar vivendo”, destacou Caiado. Após o desembarque, os imunizantes seguiram para a Rede de Frio da Secretaria Estadual de Saúde (SES). Com esse novo carregamento, que nas palavras do governador é “especial”, o Estado vai encaminhar o imunizante para todos os 246 municípios já na manhã desta segunda-feira (08/02).

Em coletiva à imprensa, Caiado explicou que com o novo lote, junto com o que a SES já tem armazenado, será possível fazer a imunização de 53.800 pessoas em todo o Estado. O número é suficiente para praticamente cobrir a população de cerca de 52 mil goianos com mais de 85 anos, segundo levantamento da SES. “Esperamos que nos próximos dias possamos completar 100% dessa faixa etária”, completou

Quem quiser saber mais sobre a vacinação pode conferir, no site da Secretaria Estadual de Saúde (www.saude.go.gov.br/coronavirus), a listagem de todos os postos de vacinação nos 246 municípios goianos. Além disso, explicou o secretário, o Governo de Goiás trabalha para evitar aglomerações. “Existe no portal do governo (www.go.gov.br/vacinagoias) um campo específico para o pré-cadastramento, de forma que a pessoa insere seus dados e terá a unidade disponível para que possa vacinar com o mínimo de aglomeração possível”, afirmou Ismael Alexandrino. O serviço estará disponível para os goianos a partir das 8h desta segunda-feira (08/02).

Conforme o secretário, o pré-cadastro não é obrigatório, mas facilita e organiza. “Não perderemos a oportunidade de vacinar um idoso que esteja na faixa etária, que, porventura, não fez o pré-cadastro e chegou à unidade”, completou. O governador Ronaldo Caiado acrescentou: “Em Goiânia e municípios maiores vamos priorizar o máximo possível o drive-thru. É a maneira mais ágil e que aglomera menos”.

A distribuição do imunobiológico será feita conforme mapeamento da SES, que já possui o quantitativo exato de público em cada município goiano. Conforme Caiado, será exigido o cumprimento do novo ordenamento. “Não tem agora nenhuma prioridade que não seja pessoas inicialmente acima de 90 anos, depois 85 acima e assim sucessivamente. Não tem ninguém que vai furar fila nesse processo. Temos que seguir a ordem e não podemos admitir que as pessoas mais idosas estejam excluídas”, asseverou.

Para tanto, o governador pediu apoio da população e da imprensa6 com denúncias de quem pretender furar a fila. Toda e qualquer irregularidade, garantiu Caiado, será apurada e o responsável terá que responder junto ao Ministério Público Estadual e também à Polícia Civil pela prática criminosa de tomar a vacina fora da sua faixa etária.

Somando os quatro lotes até agora enviados pelo Ministério da Saúde, Goiás já recebeu 356.280 doses de vacinas contra a Covid-19. São 291.280 da Coronavac e 65.500 das AstraZeneca. Segundo levantamento oficial da SES, até o momento já houve a aplicação de 125.437 dos imunizantes destinados ao Estado.

Início

A vacinação no Estado de Goiás começou em 18 de janeiro com a remessa de 183 mil doses da Coronavac. Foram distribuídas cerca de 91 mil doses para as regionais de saúde. O governador Ronaldo Caiado, que é médico, deu início à campanha, e aplicou a primeira dose do imunizante no Estado à idosa Maria Conceição da Silva, de 73 anos, moradora de um abrigo em Anápolis. Em seguida, já em Goiânia, no Hospital de Campanha da Capital, a técnica de enfermagem Paulete Pereira dos Santos Medeiros, 50 anos, também foi vacinada por Caiado.

Já no dia 24 de janeiro, o Estado recebeu seu segundo carregamento, desta vez o imunobiológico desenvolvido pela AstraZeneca e a Universidade de Oxford. Foram 65,5 mil doses utilizadas em sua integralidade para fazer a imunização de profissionais de saúde. Isso porque o intervalo de aplicação entre a primeira e segunda dose da vacina é maior, três meses, tempo suficiente para nova produção e continuidade do calendário do PNI.

Por fim, no dia 25 de janeiro chegou a terceira remessa. Foram 29.900 doses da Coronavac. Dessa vez, os imunobiológicos foram enviados aos municípios goianos junto às mais de 90 mil vacinas para a aplicação da segunda dose, que estão estocadas.

DF recebe mais 37.400 doses da vacina CoronaVac

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A CoronaVac do novo lote de 37.400 doses começa a ser aplicada nesta segunda-feira | Foto: Acácio Pinheiro/ Agência Brasília

Imunizante chegou à Rede de Frio neste domingo (7) e começa a ser distribuído às regionais nesta segunda-feira (8)

O Distrito Federal recebeu, neste domingo (7), mais um lote de vacinas contra a Covid-19. A Rede de Frio contabilizou a entrega de 37.400 doses da CoronaVac – produzida pelo Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica chinesa, Sinovac. O quantitativo inicialmente previsto era de 60 mil doses.

Após a chegada dessas novas doses, o Comitê de Vacinação do DF, em reunião extraordinária, realizada neste domingo (7), deliberou sobre a continuação da aplicação da primeira dose nos grupos prioritários já iniciados, além do início da aplicação da segunda dose da CoronaVac para quem já recebeu a primeira dose entre 14 e 28 dias atrás.

O Comitê entende que é preciso finalizar essa primeira etapaPetrus Sanchez, secretário-adjunto de Assistência à Saúde

“O Comitê entende que é preciso finalizar essa primeira etapa”, afirmou o secretário adjunto de Assistência à Saúde Petrus Sanchez. Além disso, Sanchez informou que haverá nova reunião nesta segunda-feira, com o compilado de dados solicitado às áreas pertinentes, de forma “a deliberar quanto à ampliação do público-alvo para esta semana”.

Prioridade

Foto: Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília

Idosos com 80 anos ou mais; todos os profissionais da ativa na rede pública de saúde; profissionais dos hospitais privados; idosos a partir de 60 anos que vivem em Instituições de Longa Permanência e pessoas com deficiência que vivem em unidades de acolhimento e os cuidadores que atuam nessas instituições; povos indígenas que vivem em terras indígenas; pacientes internados em Home Care (SAD-AC – pacientes de alta complexidade, internados em casa, que são assistidos com suporte de ventilação mecânica), pacientes internados no Núcleo Regional de Atendimento Domiciliar (AD2 e AD3 – pacientes internados em casa e acompanhados pelas equipes do Nrad da Secretaria de Saúde); e trabalhadores dos serviços de Atenção Pré-Hospitalar (APH): Resgatistas do Corpo de Bombeiros Militar e outras instituições privadas que prestam APH.

Balanço

Do primeiro dia da vacinação contra a Covid-19 até a última sexta-feira (5), a Saúde imunizou 97.793 pessoas dentro dos grupos prioritários. A Unidade da Federação ocupa o primeiro lugar no ranking da campanha em relação aos demais estados do Brasil, com 3,2% da população vacinada

A imunização começou no dia 19 de janeiro. Até o momento foram recebidas 162.560 doses da CoronaVac e 41,5 mil doses da vacina Covishield, desenvolvida pela universidade inglesa de Oxford, com a farmacêutica sueco-britânica AstraZeneca.

Cerca de 5% das doses dos imunizantes fazem parte da reserva técnica para suprir possíveis perdas que possam acontecer ao longo da campanha. Dessa forma, há estoque para uma eventual reposição.

Rádio: ontem, hoje e amanhã. Vínculos que se mantém

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Por Sérgio Pinheiro da Silva 

O rádio é um meio de comunicação via ondas eletromagnéticas em diferentes frequências. Ele nos leva o som e chega até nós por um dos sentidos que antes de nascermos já nos apresenta o mundo externo. A partir do quinto mês de gestação, os sons emitidos do lado de fora da barriga da mãe podem ser ouvidos, sentidos e contribuem no desenvolvimento daquele ser humano que está por vir. 

 O rádio foi criado em 1986 por Guglielmo Marconi, um italiano que, sem apoio do próprio país, buscou financiamento na Inglaterra e lá realizou seu feito. No Brasil, o Padre Roberto Landell de Moura realizou transmissões eletromagnéticas entre os anos 1893 e 1894, mas são poucos registros. Oficialmente, o rádio chegou por aqui em 1922 para as comemorações do primeiro centenário de Independência do Brasil, quando o então presidente Epitácio Pessoa discursou e sua voz foi ouvida através de receptores instalados em praças públicas.  

  Um desses ouvintes foi Edgard Roquette Pinto, escritor, médico e antropólogo que se entusiasmou com o amigo cientista Henrique Morize. Juntos, eles criaram, em 1923 com apoio da Academia Brasileira de Ciências, a primeira emissora do país: A Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.  

 O entusiasmo de Roquette Pinto era educacional e, na programação da emissora, ele conseguia transmitir palestras, óperas e conteúdos que buscavam uma educação erudita para a população.  

 Na década de 1930, Getúlio Vargas regulamentou o rádio e aprovou a publicidade. Foram, então, criadas muitas emissoras por todo o território nacional. A programação se popularizou e mais pessoas passaram a ter aparelhos de rádio em casa. Logo vivemos a chamada “Era de Ouro do Rádio no Brasil” (1930-1940), quando as pessoas se reuniam na sala de casa para ouvir radionovelas, os programas musicais com festivais em auditórios lotados e jornais que informavam as principais notícias do dia. 

 Com a chegada da televisão em 1950, a população se encantou com o novo meio que, além de ter som, também tinha imagem. Muitos disseram que o rádio morreria, mas ele se reinventou e ganhou outros ambientes da casa indo para a cozinha, quarto e os carros. Como é um meio multitarefa, permite que seus ouvintes façam muitas coisas e ainda consigam acompanhar a programação. O rádio se tornou o grande companheiro do nosso dia a dia, um importante formador do pensamento coletivo que informa, educa e entretém.  

 Entre os anos 1960 e 1970 o rádio FM ganhou força nos grandes centros urbanos e trazia consigo mais qualidade de som e muita musicalidade e, aos poucos, principalmente a partir dos anos 1990, mais informação. 

 Falando em música, quantas e quantas canções retratam a presença do rádio no dia a dia das pessoas. “Tô aqui cantando, de longe escutando / Alguém está chorando com o rádio ligado” um dos maiores clássicos da música sertaneja. Ou até mesmo quando Tim Maia diz ao rádio: “Leva o meu som contigo / Leva / E me faz a tua festa / Quero ver você feliz”. Sim, o rádio é feliz, é informativo, é triste e se torna humano, pois apesar de ser ondas eletromagnéticas e hoje, cada vez mais, bits, é uma comunicação entre seres humanos que sofrem, riem e vivem buscando vínculos para se sentirem pertencentes à sociedade em que vivem. 

O rádio cria vínculos. Vínculos sonoros, vínculos humanos, vínculos que nos fazem olhar para o lado e ver no outro um pouco de nós. 

 A chegada da Internet provocou mudanças significativas no mundo da comunicação e os aplicativos de música, o MP3 com a possibilidade de carregarmos nossas trilhas sonoras preferidas no bolso, teoricamente, fez com que o rádio perdesse novamente a importância, mas não. O rádio se reinventou e segue se reinventando. Essa talvez seja mais uma característica do meio, a facilidade de reinvenção. 

  Se os aplicativos de música e o MP3 nos proporcionam uma seleção criteriosa do que vamos ouvir, o rádio pode nos surpreender com uma canção certa no momento certo e que mexe conosco. Pode nos apresentar uma nova música não só com a obra de arte, mas com explicações, histórias e causos que cercam a canção. Se podemos ler as informações escritas em jornais, revistas e portais na internet, a informação no rádio carrega emoção, traz literalmente o fato acontecendo instantaneamente num retrato sonoro do fato. A televisão também retrata, e com imagens, porém o rádio é ainda mais móvel, mais simples e rápido que seu primo irmão com imagens.  

 E o podcast tem resgatado formatos de programas que o próprio rádio abandonou por dificuldades ou custo de produção. Será que o podcast vai tirar espaço do rádio? Não, ele é mais um filho que tem suas características próprias e tem seu público. 

Aqui não é uma briga de meios, mas um entendimento da comunicação. Cada veículo, cada meio tem sua especificidade e provoca em seu público uma sensação. Há espaço e público para todos os veículos, afinal, todos são feitos por seres humanos para seres humanos. 

 Sérgio Pinheiro da Silva é doutor e mestre em Comunicação, formado em Rádio e TV pela Universidade São Judas. Professor da USJT nos cursos de Design e Comunicação e Artes e podcaster.

Ensino e pesquisa são essenciais para a qualidade da saúde pública

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Trabalho desenvolvido pelo Centro de Inovação, Ensino e Pesquisa do Iges-DF é destacado em visita de dirigentes da Saúde

“A saúde não é feita só de assistência, mas também de ensino e pesquisa”. A declaração foi feita pelo subsecretário de Atenção Integral à Saúde da Secretaria de Saúde, Alexandre Garcia, durante visita, na manhã desta segunda-feira (8), ao Centro de Inovação, Ensino e Pesquisa (Ciep) do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF). “Esse espaço é tão importante quanto a porta de um pronto-socorro”, destacou Garcia.
O convite para a visita partiu da diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa do Iges-DF, Emanuela Dourado Rebêlo Ferraz. “O objetivo do Ciep é colaborar com a melhoria na qualidade dos atendimentos, ao investir em capacitação e em pesquisa nas unidades de saúde”, explicou.
Também presente à reunião, a vice-presidente do Iges-DF, Mariela Souza de Jesus, falou da importância da valorização profissional para uma maior qualidade dos serviços oferecidos. “Eu sempre bato na tecla da capacitação, do aprendizado e do aperfeiçoamento diário”, reforçou. “Isso afeta diretamente o trabalho dos funcionários para que atuem com mais ânimo e disposição.”
Para o diretor de Administração e Logística do Iges-DF, Marcelo Oliveira Barbosa, que assumiu interinamente a presidência da instituição, a visita do representante da Secretaria de Saúde confirma o alinhamento do instituto com a pasta. “O apoio da secretaria é de suma importância para o nosso crescimento”, afirmou. “Estarmos juntos com toda a cúpula da Saúde mostra o alinhamento que temos e que sempre devemos ter.”

A função do Ciep

Com sede ao lado do Hospital de Base, o Ciep é responsável por fomentar o desenvolvimento científico institucional e, com isso, melhorar a qualidade da atenção à saúde da população atendida nas unidades de saúde administradas pelo Iges-DF — Hospital de Base, Hospital de Santa Maria e unidades de pronto atendimento (UPAs). O setor oferece serviços como telemedicina, além de promover capacitações aos colaboradores do Iges.

Está prevista a revitalização do espaço cedido ao Ciep para que os treinamentos passem a ser feitos também no local e não somente nas unidades de saúde, como ocorre atualmente.

Especialista explica o que é compulsão alimentar, como tratar e como evitar o transtorno

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A compulsão alimentar é um problema que atinge milhares de pessoas no mundo todo, principalmente adolescentes e adultos, mas também pode afetar as crianças. Suas causas, muitas vezes, estão relacionadas às tentativas de lidar com dificuldades emocionais ou outros tipos de conflitos, na qual a pessoa come para acalmar a ansiedade, bloquear pensamentos ou sentimentos dolorosos ou como alívio de tensões e momentos de estresse.
Segundo o psicólogo e especialista no assunto, Jonathan Araújo, do Centro Médico São Miguel, o transtorno de compulsão alimentar ocorre quando há episódios recorrentes. Dietas muito restritivas também podem favorecer o surgimento desse transtorno, devido às privações de alimentação que podem se alternar com episódios de comer de forma exagerada.
Jonathan explica que uma pessoa que possui o transtorno de compulsão alimentar, geralmente vivencia episódios em que come muito mais rápido do que o usual, uma grande quantidade de alimentos, mesmo sem estar com fome, come até se sentir desconfortavelmente “cheio”, e às vezes pode sentir vontade de comer sozinho, por se sentir constrangido pela quantidade que se está comendo.
“É comum que a pessoa se sinta deprimida, aborrecida consigo mesma e muito culpada por estar comendo de maneira exagerada, outro fato, muito marcante, é a perda de controle durante esses episódios, por exemplo, a sensação de que não pode parar de comer ou controlar o que ou quanto se está comendo. O transtorno de compulsão alimentar é caracterizado quando esses episódios ocorrem de forma recorrente, no mínimo, duas vezes por semana”, explica.

Tratamento

A notícia boa é que há tratamento, mas segundo o especialista, antes de tudo, é importante saber que é difícil delimitar um período específico para a sua duração, já que cada pessoa se desenvolve à sua maneira e tem seu próprio tempo para, de fato, conseguir alcançar uma melhora.
Segundo o psicólogo, é importante entender que o compulsivo alimentar, quando tem problemas emocionais, experimenta uma fome que é psicológica e se volta para a comida como um meio de se acalmar.  Assim, quando as pessoas comem de forma compulsiva, estão usando a comida porque se sentem incapazes de lidar com suas questões psíquicas.
“Por isso, o foco do tratamento é fazer com que a pessoa aprenda a se alimentar de acordo com suas necessidades fisiológicas e aprenda a lidar de maneira saudável com suas questões psíquicas, como ansiedade, estresse, outras emoções, desenvolvendo habilidades para isso”, esclarece Jonathan.
Por não ser caracterizada como uma doença comum, em que se toma uma medicação, ou se realiza outros procedimentos e, pronto, se está curado, Jonathan explica ainda que é necessário que o  tratamento seja feito de maneira a ajudar o paciente a ter controle sobre sua compulsão, de forma que ele consiga enxergar outros caminhos para aliviar suas questões, que não o comer compulsivo. E quando o paciente se dedica ao tratamento, de fato, a taxa de sucesso é muito grande e a qualidade de vida tem uma melhora bastante satisfatória.

Dicas para evitar o transtorno

Para finalizar, Jonathan explica que para evitar o transtorno, é  muito importante se cuidar, psicologicamente falando, no intuito de conseguir lidar bem com suas emoções, níveis de estresse, em suas relações com os outros e consigo mesmo, e, para isso, fazer psicoterapia pode ser um auxílio bem significativo nesse processo.
Além disso, é interessante observar a forma como se alimenta, se come muito rápido, se come o bastante para se saciar ou além disso, para entender se há algo em que deve se atentar ou se precisa fazer alguma mudança nesse sentido.
Evitar pensamentos ruins que ajudam a desenvolver a compulsão alimentar pode não ser fácil, mas é possível. Trabalhar a autoestima e buscar ajuda profissional, ao se sentir incomodado com seus hábitos alimentares e seus pensamentos de fuga para os problemas, é muito importante.

Segunda dose da CoronaVac começa a ser aplicada na segunda-feira no Distrito Federal

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Secretaria de Saúde do DF pede que a população se atente à data de retorno sinalizada no cartão de vacinação

A partir de segunda-feira (8), a Secretaria de Saúde começará a aplicação da segunda dose da vacina CoronaVac para os primeiros vacinados da campanha que começou no dia 19 de janeiro. De acordo com o cronograma, a segunda aplicação pode ser realizada de 14 a 28 dias, contados a partir da aplicação da dose 1. Até o momento não há confirmação de entrega de nova remessa do Ministério da Saúde, portanto, a pasta não poderá iniciar ainda a vacinação de novos grupos.

De acordo com o cronograma, a segunda aplicação pode ser realizada de 14 a 28 dias, contados a partir da aplicação da dose 1

Desde o primeiro dia da campanha de vacinação contra a Covid-19, a Saúde imunizou 93.582 pessoas dentro dos grupos prioritários. A secretaria reforça que a segunda dose da vacina está garantida para a população que já iniciou a imunização. Os próximos grupos serão informados antecipadamente ao início de novas etapas da campanha. O Distrito Federal está em primeiro lugar entre todas as unidades da Federação com relação ao percentual da população vacinada.

Confira o vídeo:

Até a noite do dia 4 de fevereiro vacinaram 37.704 idosos com 80 anos ou mais; 53.973 trabalhadores da Saúde; 1.701 pacientes do Nrad, Home Care e pessoas com mais de 60 anos que vivem em Instituições de Longa Permanência; 109 pessoas com deficiência institucionalizados e 95 indígenas.

A região que mais aplicou vacinas foi a Central – formada pelas asas Sul e Norte, lagos Sul e norte, vilas Planalto e Telebrasília, Noroeste, sudoeste/Octogonal e Cruzeiro -, com 35.909 doses aplicadas nos públicos mencionados. Nas demais regiões os quantitativos foram:

– Sudoeste (Taguatinga, Samambaia, Recanto das Emas, Vicente Pires e Águas Claras): 14.863 doses;
– Oeste (Ceilândia, Brazlândia e Sol Nascente/Pôr do Sol): 10.620;
– Centro-Sul (Guará, Estrutural, SIA, SCIA, Candangolândia, Park Way, Riacho Fundo I e II): 10.123;
– Sul (Gama e Santa Maria): 9.772;
– Norte (Sobradinho, Sobradinho II, Fercal e Planaltina): 7.998;
– Leste (Paranoá, Itapoã, São Sebastião e Jardim Botânico): 4.297.

A CoronaVac é produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. A segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca começará a ser aplicada em meados de abril.

Grupo prioritário

Idosos com 80 anos ou mais; todos os profissionais da ativa na rede pública de saúde; profissionais dos hospitais privados; idosos a partir de 60 anos que vivem em Instituições de Longa Permanência e pessoas com deficiência que vivem em unidades de acolhimento e os cuidadores que atuam nessas instituições; povos indígenas que vivem em terras indígenas; pacientes internados em Home Care (SAD-AC – pacientes de alta complexidade, internados em casa, que são assistidos com suporte de ventilação mecânica), pacientes internados no Núcleo Regional de Atendimento Domiciliar (AD2 e AD3 – pacientes internados em casa e acompanhados pelas equipes do Nrad da Secretaria de Saúde); e trabalhadores dos serviços de Atenção Pré-Hospitalar (APH): Resgatistas do Corpo de Bombeiros Militar e outras instituições privadas que prestam APH.

Drive-Thru

As unidades de drive-thru localizadas no Pontão, Iguatemi Shopping, Unieuro (Águas Claras) e Parque da Cidade serão provisoriamente desativadas. A reativação deve acontecer quando os idosos começarem a receber a segunda dose do imunizante.

Drives em funcionamento:

– Região de Saúde Central
Asa Norte
UBS 2 Asa Norte, EQN 114/115, Área Especial

Asa Sul
UBS 1 Asa Sul, SGAS 612, Lotes 38/39, L2 Sul

Cruzeiro
UBS 2, Setor Escolar, Lote 4, Cruzeiro Velho

Lago Norte
UBS 1 Lago Norte, SHIN, QI 3, Área Especial

Lago Sul
Policlínica Lago Sul, Setor de Habitações Individuais Sul, QI 21 – (vacinação também por drive-thru)

-Região de Saúde Centro-Sul
Candangolândia
UBS 1 Candangolândia, EQR 5/7, Área Especial 1

Guará
UBS 1 Guará, QE 6, Lote C, Área especial S/N, Guará 1
UBS 2 Guará, QE 23, Lote C, Área Especial S/N, Guará 2 – (vacinação também por drive-thru)
UBS 3 Guará, QE 38, Área Especial S/N, Guará 2
UBS 4 Guará, QELC, EQ 2/3, Conjunto Lucio Costa

Estrutural
UBS 1 Estrutural, AE 1, Setor Central

Núcleo Bandeirante
UBS 1 Núcleo Bandeirante, 3ª Avenida, Área Especial nº 3

Riacho Fundo
UBS 1 Riacho Fundo 1, QN 9, Área Especial 11 – (vacinação também por drive-thru)

Riacho Fundo 2
UBS 1 Riacho Fundo 2, QC 6, Conjunto 16, Área Especial, Lote 1
UBS 2 Riacho Fundo 2, QC 1, Conjunto 10, Lote 1, Riacho Fundo 2

-Região de Saúde Oeste
Brazlândia
UBS 1 Brazlândia, EQ 6/8, Lote 3, Setor Norte

Ceilândia
UBS 5 Ceilândia, QNM 16, Módulo F, Ceilândia Norte – (vacinação também por drive-thru)
UBS 7 Ceilândia, EQNO 10, AE D/E, Setor O
UBS 16 Ceilândia, SHSN, Trecho 1, Etapa 1, Qd. 500, AE 2
UBS 17 Ceilândia, QNP 16/20, Setor P Sul

Região de Saúde Sul
Gama
UBS 1 Gama, Entrequadra 6/12, Área Especial, Setor Sul
UBS 3 Gama, E/Q 3/5, Área Especial, Setor leste
UBS 5 Gama, Área Especial, Lote 38, Setor Central, Lado Leste

Santa Maria
Colégio Paloma, QR 207/307, Conjunto T, Área Especial
UBS 2, Santa Maria, EQ 217/317, Área Especial, Lote E

-Região de Saúde Leste
Jardim Botânico
Centro de Práticas Sustentáveis do Jardim Botânico, DF-463, Avenida do Cerrado, Jardins Mangueiral – (vacinação exclusiva por drive-thru)

Itapoã
Quadra Poliesportiva do Itapoã (ao lado da UBS 2 Itapoã), Quadra 61, Área Especial Del Lago

São Sebastião
Caic Unesco, Quadra 5, Conjunto A, Área Especial, Centro

Paranoá
Quadra coberta ao lado da Administração Regional do Paranoá, Praça Central S/N, Lt. 1

-Região de Saúde Norte
Planaltina
Jardim de Infância Casa da Vivência Avenida, NS01, Área Especial 9, SRL Planaltina
UBS 5 de Planaltina, Arapoanga – Quadra 12 D, Conjunto A, Área Especial – (vacinação também por drive-thru)

Sobradinho
UBS 1 de Sobradinho I, Quadra 14, Área Especial 22/23 – (vacinação também por drive-thru)
UBS 2 de Sobradinho II, Rodovia DF-420, Complexo de Saúde, Setor de Mansões ao lado da UPA de Sobradinho – (vacinação também por drive-thru)

-Região de Saúde Sudoeste
Recanto das Emas
UBS 3, QD 104/105, Área Especial

Samambaia
UBS 2 Samambaia, QS 611, AE 2

Taguatinga
UBS 1 Taguatinga, QNG, AE 18/19
UBS 5 Taguatinga, Setor D Sul, AE 23

Polícia Militar do DF faz incorporação dos novos policiais

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Ao final de março os alunos já reforçarão o policiamento nas ruas com supervisão da coordenação | Foto: SSP/DF

Solenidade foi no Centro Complexo de Ensino da Polícia Militar (CEPOM), em Taguatinga, e reuniu 500 alunos do Curso de Formação de Praças

Alunos do Curso de Formação de Praças VII (CFP II) participaram da cerimônia de incorporação à Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) nesta sexta-feira (5). O curso de formação dos 500 alunos – sendo 430 homens e 70 mulheres – teve início em dezembro de 2020. A previsão de término é em agosto deste ano.

A solenidade ocorreu no pátio do Centro Complexo de Ensino da Polícia Militar (CEPOM), em Taguatinga, e foi transmitida pelo canal do YouTube da corporação. É nesta fase que os alunos do Curso de Formação de Praças são apresentados e assumem o compromisso policial militar.

“A Secretaria de Segurança Pública, junto ao Governo Distrito Federal, fez um grande esforço para nomeação e início do curso, mesmo diante das limitações no orçamento, principalmente num ano de pandemia. Este era um compromisso do governador Ibaneis Rocha e vocês chegam para somar esforços em um momento muito importante, de cada vez mais integração e apoio entre nossas forças para continuarmos entregando os melhores índices para a sociedade do DF”, destacou o secretário de Segurança Pública, delegado Anderson Torres.

Para dar início à formação, os alunos foram recebidos em dezembro com kit de prevenção ao coronavírus, contendo três máscaras de tecido, óculos de proteção e um frasco de álcool gel – conforme o protocolo de biossegurança criado pela corporação e aprovado pela Secretaria de Saúde (SES). A escola e as salas de aula também foram adaptadas para evitar aglomeração.

O curso é divido em três períodos: básico, intermediário e avançado. Ao final do básico, previsto para o final de março, os alunos já estarão aptos à prática operacional, ou seja, já reforçarão o policiamento nas ruas do DF com supervisão da coordenação.

A dedicação em ser policial militar foi ressaltada pelo comandante-geral da PMDF, Julian Rocha. “A partir de hoje vocês têm assumem o compromisso com a população do Distrito Federa e de honrar PMDF. Nos dedicamos muito, mas cada vida preservada, cada criança salva, cada patrimônio preservado vale todo nosso esforço”.

Os alunos terão 34 disciplinas, entre elas “Abordagem policial voltada para a prevenção da violência doméstica” e “Prevenção a Violência Doméstica”, que vão ao encontro das políticas de Segurança Pública do Distrito Federal.

Nos dedicamos muito, mas cada vida preservada, cada criança salva, cada patrimônio preservado vale todo nosso esforçoJulian Rocha, comandante-geral da PMDF

O secretário nacional de Segurança Pública, Carlos Renato Paim, falou da importância da formação para a profissão. “Vocês estão recebendo não apenas a formação tático-operacional e leis pertinentes à profissão, mas também princípios, valores e a tradição em ser policial militar”, ressaltou.

A cerimônia contou ainda com a participação do chefe da Casa Militar, coronel Danilo Oliveira, do secretário executivo de Segurança Pública, Júlio Danilo, deputado distrital Hermeto e comandantes da corporação.

“Todo pessoal da linha de frente já foi vacinado, prioridade agora é só para os que têm mais de 80 anos”, anuncia governador durante live semanal

Governador Ronaldo Caiado durante live, oportunidade em que abordou a chegada de novas doses da vacina contra Covid-19 a Goiás e a determinação de priorizar, a partir de agora, as pessoas com mais de 80 anos

Caiado critica casos de jovens que receberam imunizante sem estar no embate direto com a pandemia. Em videoconferência do Fórum dos Governadores com embaixador Yang Wanming, líderes pedem que China envie insumos para produção de vacinas contra Covid-19 nos laboratórios brasileiros. Em contrapartida, país poderá exportar depois que proteger população com mais de 60 anos

“Minha determinação, como governador e médico, é que as vacinas contra a Covid-19 que chegarem a partir de agora sejam para pessoas acima de 80 anos de idade. Terminou, baixamos para 70 anos. Depois, 60. Essa é a regra que vamos impor no Estado”, anunciou nesta sexta-feira (05/02) o governador Ronaldo Caiado. Em live transmitida ao vivo nas redes sociais, ele argumentou que a estratégia tem como objetivo proteger a população mais vulnerável ao novo coronavírus e, ao mesmo tempo, “diminuir o número de pessoas que vão para as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs)”.

“Você vê que tem pessoas jovens recebendo vacinas e que não estão no embate direto [da pandemia]. Deixarmos nossos goianos de 80 anos acima aguardando não é lógico. A maior incidência de óbitos e complicações que temos é em pessoas acima de 60 anos de idade, principalmente os acima de 80 anos de idade. Esse é um caso grave e que nós temos que tomar providência”, refletiu.

A nova diretriz foi revelada em meio ao anúncio de que Goiás recebe do governo federal, ainda nesta sexta-feira (05/02), mais uma remessa da Coronavac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. “Todo o pessoal que estava na linha de frente [do combate à pandemia] já foi vacinado. Agora a prioridade é só quem tem mais de 80 anos”, afirmou sobre o destino das novas doses. O Estado aguarda um parecer do Ministério da Saúde a respeito da quantidade de imunizantes a serem enviados.

Negociação com a China

Na live, o governador contou como foi a videoconferência com o embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming, ocorrida nesta manhã. Na ocasião, Caiado e outros líderes que participam do Fórum de Governadores solicitaram à China o envio de mais insumos para a produção de vacinas contra a Covid-19 em território brasileiro. “Dissemos a ele da necessidade de termos o mais rápido possível [o acesso às vacinas]”, afirmou.

Caiado explicou que a proposta oferecida ao embaixador é bilateral, mas com capacidade para beneficiar várias nações. A ideia é que o Brasil ofereça sua grande capacidade de produção – que pode chegar a 1,5 milhão de vacinas por dia, a partir das empreitadas dos laboratórios da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Instituto Butantan –, mas também tenha prioridade no uso das doses.

“No momento em que eles [os chineses] nos ajudarem nesse volume de insumos, quando atingirmos a taxa de vacinação de pessoas acima de 60 anos, que é a faixa mais vulnerável, nós podemos, em contrapartida, enviar a vacina para outros países que estão na mesma situação que a nossa”, argumentou o governador. Essa estratégia seria eficaz para conter a curva da Covid-19 e, ao mesmo tempo, aliviar a demanda hospitalar.

Corrida contra a Covid-19

Na live, o governador explicou aos goianos a sua incessante luta para assegurar que a vacinação em Goiás seja mais célere. O tema movimentou sua agenda em Brasília, na última quinta-feira (04/02). “Falei com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, já tarde da noite, discutindo com ele a vacina da Johnson e Johnson, que deverá ser autorizada nos Estados Unidos”, salientou. A partir da aprovação, o Brasil estudará a possibilidade de ser distribuída em território nacional. “Ela tem a vantagem de ser dose única. Isso diminui os gastos, a infraestrutura e logística.”

Ainda sobre a corrida contra o coronavírus, o governador demonstrou otimismo com a possibilidade de expandir a chegada de outras marcas de vacina. Mencionou a recente Medida Provisória, aprovada no Senado Federal, que estabelece prazo para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizar o uso emergencial no Brasil de doses que tenham aval internacional. A Sputnik V, por exemplo, já foi aprovada pela agência reguladora russa e poderá integrar o rol de opções no Brasil. “Com essa medida regulatória, nós já teríamos mais 10 milhões de doses da russa”, projetou.

Outros temas

Nessa edição do programa Caiado ao vivo, que costuma ir ao ar toda sexta-feira, o governador comentou sobre outros assuntos, como o pagamento junto ao setor cultural de mais de R$ 2,5 milhões, referente a débitos atrasados de 2018. “Não ficou nada, nada que não tivesse dívidas enormes”, observou Caiado sobre a gestão passada. O recurso, oriundo do Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás (Fundo Cultural), abrange 400 fornecedores e prestadores de serviços envolvidos no Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica), Canto da Primavera e Orquestra Filarmônica.

Caiado observou que alguns setores foram mais prejudicados com a pandemia, e que precisam de apoio. É o caso do turismo e da cultura. “Temos que ter um carinho e um trabalho para que possam recuperar a condição de sobrevivência nessa área tão importante, que é preservar a Cultura do Estado”, enfatizou. A live ainda passou por temas como a abertura de mais de 3 mil vagas na Universidade Estadual de Goiás (UEG), a liderança de Goiás na abertura de vagas de emprego no Centro-Oeste, e o programa CNH Social, do Detran, que nesta semana habilitou uma pessoa com deficiência física. “Estamos fazendo um trabalho que me alegra muito”, arrematou sobre as ações sociais de governo.